Categoria: Roadie News
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Italiano GUIDO ZIMA MONTANARI é oficializado como novo baterista do PARADISE LOST
Uma dificuldade que o Paradise Lost sempre teve foi estabilizar um baterista em sua formação. Desde sua fundação em Halifax já passaram por este ícone do gothic metal inglês, respectivamente, Matthew Archer, Lee Morris, Jeff Singer, Adrian Erlandsson, Mark Heron e mais recentemente Waltteri Väyrynen, que durou seis anos atrás dos tambores do Paradise Lost até se juntar ao Opeth no ano passado. Se vai durar ou não, o fato é que agora o Paradise Lost acaba de oficializar o italiano Guido Zima Montanari como seu novo baterista. O músico já havia excursionando com o grupo no final de 2022. Com a palavra, o guitarrista Gregor Mackintosh: “Damos as boas-vindas a Guido como o novo baterista do Paradise Lost. Ele detonou com a gente em nossa turnê europeia no final de 2022. Guido fez um trabalho tão bom que decidimos torná-lo nosso novo baterista e ele estará tocando em todos os próximos shows do PL e trabalhando em novo material conosco para o nosso próximo álbum, que será lançado no próximo ano”. Como recordou o Blabbermouth, em 2017 Mackintosh comentou a inconstância no cargo de baterista no Paradise Lost ao The Rockpit: “Sim, é como um clássico Spinal Tap (banda fictícia). Nós quatro estamos juntos o tempo todo, e se não perdêssemos o primeiro baterista, ele provavelmente ainda estaria na banda, e então continuamos mudando de baterista. Mas é tudo por razões naturais. O guitarrista acrescentou: “O primeira baterista saiu porque os shows estavam ficando maiores e ele não estava lidando muito bem com a pressão”, recordou. “E o segundo baterista foi embora porque enlouqueceu e se voltou para Deus. E então o próximo baterista saiu porque ele não tinha uma família quando se juntou à banda, então (de repente) ele tinha um monte de crianças e precisava sair e ser um pai de família”. Ainda não se sabe para quando o Paradise Lost pretende lançar um novo álbum de estúdio. O último que a banda lançou foi Obsidian, que foi lançado em 2020, praticamente no início da pandemia.Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal -

TERVEET KÄDET e RATTUS: encontro explosivo entre os papas do hardcore/punk finlandês agita o Brasil em abril
POR ASSESSORIADuas das mais influentes bandas do hardcore/punk finlandês, farão uma turnê histórica por aqui em abril; as lendárias bandas Terveet Kädet e Rattus já têm 9 datas confirmadas em sua “Finish Invasion Tour”. Será a primeira e última tour das duas bandas juntas. Ou seja, o que era quase impensável, acontece no Brasil, com as duas apresentando seus clássicos no mesmo palco.
Confira as datas:
15.04 – Limeira/SP @Mirage
16.04 – Rio de Janeiro/RJ TBA
20.04 – Brasília/DF @Galpãozinho
21.04 – Belo Horizonte/MG @Area 51
22.04 – São Paulo/SP @Hangar 110
23.04 – Curitiba/PR @Basement
28.04 – Porto Alegre/RS @Oculto
29.04 – Florianópolis/SC @Booteko
01.05 – Diadema/SP @Container Pub
O Terveet Kädet foi formado em 1980 na cidade de Tornio/Lapônia e são muito influentes no underground global – em especial aqui no Brasil, com bandas como Ratos de Porão, Olho Seco e Sepultura, que os citavam como referências (Max Cavalera sempre fala em entrevistas que o TK é uma de suas maiores paixões e motivações na música). Recentemente o Ratos de Porão, liderado por João Gordo, fez um EP todinho com versões para sons do TK (chamado “Isentön Päunokü”, disco cantado em português com versões do 3º compacto da banda, Ääretön Joulu, de 1982). Mike Patton do Faith No More/Mr. Bungle é outro grande fã da banda.
Eles já passaram por diversas formações, porém, apenas o vocalista “Läjä” Äijälä, permanece desde o começo.
Eles possuem 12 álbuns, 3 ‘ao vivo’ e quase 15 EP’s, sendo “Ääretön Joulu” (1982) um dos maiores clássicos do gênero.
A Tour “Finnish Invasion” foi uma idéia que surgiu em 2020, durante a segunda turnê do grupo Terveet Kadet pelo Brasil e que, infelizmente, teve que ser interrompida precocemente após poucos shows devido à pandemia da Covid-19 e o lockdown que ocorreu, e que como todos sabem, ‘pausou’ o mundo por cerca de 2 anos…
Neste ano o Terveet Kädet lançou seu novo álbum, “Kaikki Kaikkia Vastaan”, disco que vem sendo considerado como um dos mais brutais da carreira da banda.
Já o Rattus, é uma das mais antigas e conhecidas bandas de Hardcore/Punk finlandês, que foi formado em 1978, em Vilppula. Aqui no Brasil a banda é bastante conhecida, graças ao disco “Uskonto On Vaara” (1984), que teve sua edição em vinil, lançada por aqui. Eles deram uma pausa em 1988 e retornaram só em 2001. Será a quarta e última passagem da banda pelo Brasil, já que encerrará suas atividades, e escolheu o Brasil como o lugar para fazer sua turnê de despedida. O Ratos de Porão fez um cover de Rattus, da faixa “Rajoitettu Ydinsota”, lançada no disco “Feijoada Acidente – Internacional”, em 1995.
Curiosamente, “Uskonto On Vaara” teve a capa desenhada por Pushead (Brian Schoreder), ex-vocalista do Septic Death, que ficou bastante famoso como artista gráfico de bandas como Metallica, Misfits, entre outros.
Em sua discografia o Rattus possui 5 álbuns, 7 EP’s e algumas compilações.
A formação traz Jake (guitarra e vocal), Tomppa (baixo) e V.P. (bateria). Ambas as bandas tiveram enorme influência e também foram influenciadas pelo punk/HC brasileiro dos anos 80, através do intercâmbio de demos e cartas com Fábio Sampaio, da lendária banda Olho Seco, entre outros pioneiros do punk nacional.
Essa turnê é absolutamente imperdível pelo seu ineditismo, peso e valor histórico, já que ambas, sem sombra de dúvidas, mudaram os rumos do hardcore e do punk mundialmente ao longo das últimas 4 décadas. É com muita honra que a Rebel Music traz esse grande presente para todos os fãs de som extremo, duas lendas juntas, pela primeira e última vez na história!
Para mais informações:
www.facebook.com/rebelmusicrecs
SERVIÇO DO SHOW DE SÃO PAULO:
“Finnish Invasion no Hangar 110 – Terveet Kadet, Rattus e convidados”
Show com as bandas:
Rattus
Terveet
Invasores de Cérebros
Juventude Maldita
Trassas
Endereço: Hangar 110 (R. Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo – próximo do metrô Armênia)
Dia: 22/04/2023 (sábado)
Abertura da casa: 19h
Valores:
Primeiro lote: somente online: R$100,00
Segundo lote: online ou físico: R$125,00
Porta: R$ 150,00
Credenciamento: [email protected]
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Veteranos suecos do ELECTRIC BOYS lançam novo single, “I’ve Got A Feelin”, confira o lyric video
Enquanto o mundo se viu quebrado nos últimos dois anos mediante a pandemia, os veteranos suecos do Electric Boys, filhos bastardos do rock’n’roll com infusão de funk, estavam ocupados compondo seu próximo álbum de estúdio, tentando descobrir como entender toda essa bagunça a qual estamos vivendo.
O grupo aproveitou o inverno escandinavo para se retirar para climas mais quentes e reservaram um estúdio na Espanha, onde passaram algumas semanas gravando o que será seu próximo álbum. O primeiro single do disco, I’ve Got A Feeling, é puro rock soul, com um riff elegante, um refrão soft e aquela voz narrativa, barítona e encantadora de Conny Bloom para completar.

Capa do single “I’ve Got A Feelin’” “Sim, ‘eu tenho um sentimento’… De que algo de bom está prestes a acontecer”, diz o vocalista e guitarrista Conny Bloom. “Novos caminhos serão cruzados e novas portas serão abertas, então vamos festejar 2023 como se deve!”.
Confira o lyric video de I’ve Got A Feeling:
O aclamado álbum de estreia do Electric Boys, Funk-O-Metal Carpet Ride foi produzido por Bob Rock (Metallica, Bon Jovi, The Cult, Mötley Crüe) e gerou o auto-produzido single All Lips ‘n’ Hips, que em 1988 figurou no chart Billboard Top 20 e teve rotação maciça na MTV.
Após uma extensa turnê, a banda entrou no lendário estúdio AbbeyRoad para gravar o sucessor, Groovus Maximus, que deu à banda outro single no Top 70 da Billboard com a música Mary in the Mystery World. O terceiro álbum, Freewheelin (também gravado no Abbey Road) alcançou a posição #16 no Official Swedish Album Chart.
Bloom seguiu em carreira solo até que ele e o baixista Andy Christell, se juntaram ao lendário Hanoi Rocks em 2005. Em 2009, eles deram início ao processo de reunir o Electric Boys. Lançaram o álbum And Them Boys Done Swang em 2011 e em 2014 o favorito de muitos críticos, Starflight United.
Em 2018, finalmente aconteceu o retorno dos álbuns de estúdio, com The Ghost Ward Diaries, um disco que não só liderou as paradas na Suécia e na Dinamarca, como também trouxe de volta o som característico do Electric Boys para seus inúmeros fãs e novos ouvintes. Cerca de três anos depois, Ups!ide Down, composta no lockdown, repetiu o sucesso, porém trouxe uma gama mais ampla às músicas.
Lineup: Conny Bloom – guitar, vocals Andy Christell – bass “Slim” Martin Thomander – guitar Jolle Atlagic – drums
Web: Official site
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D.I.E.: banda botucatuense de crossover lança debut, ‘Maracatrue’
Com dois EPs na bagagem, o grupo botucatuense de crossover D.I.E., formada por Charles Guerreiro (vocal), H.Hound (guitarra), Roger Vorhees (baixo) e Mortiz Carrasco (bateria), apresenta seu álbum de estreia, “Maracatrue“. Gravado no Atrium Estúdio, em Avaré (SP), o material contou com produção de Samuel Castilho, Fabiano Gil) e da própria banda, com arte da capa a cargo de Otavio Carvalho (Coral Tattoo Estúdio). “Quando nosso debut saiu, no final do ano passado, estávamos em Amsterdã (HOL) fazendo a turnê pela Europa, que contou com 12 datas em quatro países. Além da Holanda, tocamos na Alemanha, Polônia e República Tcheca”, revela o guitarrista H.Hound. “Iremos lançar em abril um documentário da ‘Maracatour 2022’ pela Europa, na qual percorremos mais de 6.100 KM”, acrescenta.
Tendo como referências musicais nomes como Ratos de Porão, Sepultura, Biohazard, Anthrax, Sick of it All, Hatebreed, Throwdown, Fear Factory, Brujeria e Black Sabbath, “Maracatour” apresenta dez faixas em seu repertório. “O disco é dedicado à memória de Paulo Paulino ‘Lobo Mau’, líder guajajara que foi covardemente executado a tiros por traficantes de madeira na Terra Indígena Arariboia (MA), em 2019. Nós realmente quisemos expor alguns conceitos de brasilidade neste primeiro full, tanto que na faixa-título, na qual falamos sobre a mistura política, religiosa, fundamentalista e hipócrita que corrói o Brasil, misturamos o ritmo do maracatu ao metal, pois acreditamos se tratar de um dos ritmos brasileiros que, quando é ‘metalizado’, fica muito interessante”, detalha H.Hound. “Juntando com os arranjos do renomado percussionista Reginaldo ‘Steve Negão’ Araújo, somado à letra crítica com várias citações diretas e subjetivas a vários personagens e fatos da nossa democracia, o título ficou ‘maracatrue’, uma verdadeira mistura que nos faz o que somos”, acrescenta.
“Maracatrue” foi antecipado em outubro de 2022 pelo single e lyric video “O tédio, o Ócio, o Ódio e a Reflexão”; confira o vídeo em https://youtu.be/lApGmPb4zVA
“Esta música faz uma reflexão a respeito do que uma mente inquieta encontra dentro da ociosidade. A injustiça cotidiana que nos faz trilhar certos caminhos ou o comodismo de fazer parte da engrenagem de um sistema que não funciona. A resposta acaba incomodando as mentes dormentes”, revela o guitarrista. “Inclusive, o repertório do álbum fecha com ‘Enojado, Ociosidad, Odio y Reflexion’, que é a versão em espanhol dela”.
O D.I.E. voltará aos palcos no festival “Cerka Rock”, que ocorre no dia 29 de abril, em Cerqueira César (SP), evento que contará com a presença das bandas Black Pantera, Sofia, Dischord, Rotores, Noiva de Preto, The Teachers e Sauth.
Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/artist/41g0msIOPyyfAI12RUaqm1
Mídias sociais:
https://linktr.ee/dieofficialband
https://www.facebook.com/dietheofficialband
https://www.instagram.com/dieofficialband/Contato para shows: [email protected]
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Está no ar o episódio #4 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo
Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #4 do quadro Batalha de Álbuns. No Batalha de Álbuns, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.
No episódio #4 do Batalha de Álbuns, Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Ricardo Campos põem em jogo os álbuns e Restless & Wild, Balls to the Wall e Metal Heart do Accept. Assista:
*E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (
) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv
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SONATA ARCTICA – Rio de Janeiro (RJ)
Texto: Pedro Alberto Viana Fotos: Alex CavalcantiOuvir o nome Sonata Arctica é no mínimo a causa de uma nostalgia desenfreada naqueles que viveram não só o que, em minha opinião, foi o auge da banda ali entre 1999 e 2001, quando a mesma lançou os que considero seus melhores discos, Ecliptica e Silence. Já parcialmente influenciado por estes fatos, esperava muitos clássicos desta época em meio ao setlist.
Iniciando o show, observo uma banda que aguça seus ouvintes com a excelente “The Wolves Die Young”. Seu refrão e suas melódias marcantes parecem cativar um público que ainda anseia por ouvir os grandes clássicos.Na sequência, “The Last Amazing Grays”, “Storm the Armada” e “Paid in Full” fazem prevalecer uma aura que permaneceria durante toda a noite no Circo Voador. A banda trouxe aquele clima bem finlandês pro show, que mesmo em fim de verão trazia aquele ar bem invernal com melodias que nos fazem ate vislumbrar grandes montanhas cobertas de neve.Ao começar “Sing in Silence” a banda finalmente mostra ao que veio e a plateia também, que a canta em alto e bom tom, afirmando que não importa a banda, clássico é clássico. “Kingdom for a Heart” segue na mesma linha, e já demonstra um público que para além da aura antes citada agora parece coberto de felicidade por ouvir dois clássicos em sequência. Na sequência, “Caleb” reforça ao público mais animado a aura mais atmosférica do show que por agora acalma a todos para o que viria mais para a frente. “Closer to an Aninal” parece deixar os fãs um pouco perdidos, mas o que de fato deixa os fãs em extase é “Black Sheep” que em meio a seu refrão super cativante e o belíssimo dueto de solo de guitarra e teclado, transborda no palco o que o Sonata sabe fazer com competência de sobra.“Broken” e “I Have a Right” nos trazem novamente um momento mais sereno no show mas agora os fãs já tomados pela energia dos clássicos, aceitam de braços abertos a tudo que a banda tem a oferecer. Em meio à expectativa e ansiedade de quem não sabia quais clássicos ainda viriam, a banda inicia “Tallulah” que literalmente encanta a todos com tudo que uma balada de respeito precisa. Tomados pela emoção e por um Tony Kakko extremamente competente, carismático e feliz por estar ali; de forma descontraída, sentado em um práticavel do palco, inicia “Fullmoon” deixando o público cantar todo seu verso inicial. Simplesmente algo de arrepiar a qualquer fã. Do início ao fim, este que é o maior clássico da banda por si só já garante que foi um belíssimo espetáculo.Para o “grand finale”, a banda volta ao palco após uma despedida que obviamente tinha cara de bis, para tocar “The Cage” e “Dont Say A Word”. No final do show Kakko pede a todos que cantem junto dele, um clássico: “Vodka” que não só deixa a marca finlandesa no palco, mas também nos sorrisos e coração de todo público.SONATA ARCTICA SETLIST: Always Look on the Bright Side of LifePara quem esperava um show repleto de clássicos dos 25 anos de banda, esta foi uma apresentação com varias lacunas deixadas em branco, mas o carisma da banda aliado à arte de mesclar as diferentes temperaturas do setlist e com clássicos arrebatadores no meio, o Sonata mostrou que de fato, de passado vive o museu e as bandas vivem de toda sua trajetória.(Monty Python song)The Wolves Die YoungThe Last Amazing GraysStorm the ArmadaPaid in fullSing in SilenceKingdom for a HeartCalebCloser to an AnimalBlack SheepBrokenI Have a RightTallulahFullMoonEncore:The CageDon’t Say a WordA ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
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ANDRÉ “POMBA” CAGNI, baixista do VODU e DJ, precisa de ajuda para tratamento
Conhecido DJ e também baixista da veterana banda paulistana de heavy metal Vodu, André “Pomba” Cagni sempre agitou e ajudou o cenário musical paulistano. Atualmente, ele está precisando urgentemente de ajuda. Saiba a respeito na nota escrita por seu irmão, Renato Cagni:
“Pomba sempre foi um cara que ajudou muito as pessoas e chegou a hora de ajudá-lo.
Como a maioria de vocês já sabem, o André Pomba, músico e DJ está com câncer no estômago / peritonio de difícil recuperação, mas ele tem se dedicado com afinco à ela. Ocorre que o tratamento está fazendo um ano e como é um tratamento difícil, ele emagreceu mais de 30 quilos e só pode ser alimentado por sonda, o que dificulta sua mobilidade.
Neste momento o Pomba está passando por dificuldades financeiras, visto que perdeu a maior parte dos seus rendimentos sem poder tocar e participar dos eventos. Nós, amigos e parentes do André Pomba conseguimos convencê-lo a fazer essa vakinha visando arrecadar fundos para o seu tratamento .Além do custo do convênio médico, tem os remédios, a alimentação especial (apesar de obter parte dela pelo governo), a sua casa precisa de adaptações urgentes, principalmente a cama que precisa ser trocada por uma hospitalar (a atual tem causado muitas dores) e tem que fazer uma dedetização, limpeza, pintura e reorganização geral do espaço para receber o cuidador, já que ele agora precisa de acompanhamento constante.
Amigos e parentes estão se dividindo em seus cuidados, mas vez por outra ele necessita de cuidados profissionais, o que ele não tem condições de arcar. Fizemos um levantamento e chegamos ao valor aproximado de R$ 30.000,00, que é necessário, mas claro que cada valor ajuda e muito e a união de todos amigos faz a força.
Este valor servirá para a adequação do ambiente e aquisição da nova cama, compra de um sofá cama para o acompanhante, troca das roupas de cama e travesseiros, bem como a dedetização e locação de alguns dias de um local para sua estadia enquanto é feita a reforma, pois ele não pode ficar longe do local das consultas, exames e terapia (estimamos os custos desta etapa em torno de R$ 15.000,00) e o restante arrecadado será para apoio às despesas com a alimentação (uma caixa de 12 litros custa em média R$ 500,00 e dura 10 dias), mesmo com apoio público, sempre falta uma caixa ao final do mês e tem meses que, por conta da burocracia, precisamos comprar mais de uma caixa. Também entre compra de remédios e equipamentos como: seringas, equipos, vasilhas de nutrição, latas de Nutren, e remédios – Pantoprazol, bromoprida, bisoprolol, clopidogrel, Rosuvastatina, Trimetazidina, Mirtazapina, Pregabalina entre outros), geram um custo mensal acima de R$ 3.000,00. e despesas de dia-a-dia.
Além do link da vakinha, se você preferir pode depositar diretamente via PIX, na conta do próprio Pomba (André Luiz Cagni) CPF 022.793.708-24.
Caso não possa ajudar, pedimos que compartilhe e divulgue entre seus amigos já ajudará bastante. Contamos com seu apoio.
Renato Cagni (irmão)”.
Se você puder ajudar ou pelo menos compartilhar essa matéria (o que seria de muita valia para o tratamento do amigo André), esse é o link da Vakinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/tratamento-do-dj-pomba
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Show do MAYHEM é cancelado em Brasília momentos antes de a banda entrar no palco
E as polêmicas sobre a turnê “Southern Ritual 2023” no Brasil da controversa banda norueguesa de black metal Mayhem continuam rolando. Após ter seu show previamente cancelado em Porto Alegre (leia aqui), nesta última quarta-feira (22) a coisa foi ainda pior com a apresentação que deveria acontecer no Toinha Brasil Show, no Guará, Distrito Federal. Por recomendação do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Distrito Federal, o Mayhem, que atualmente divulga o EP Atavistic Black Disorder / Kommando, de 2021, e que tem sido acusado principalmente de banda nazista por alguns parlamentares, acabou sendo impedido de subir ao palco momentos após o show dos locais do Denied Redemption.
Até as 19h de ontem, o show estava confirmado. “O show da banda Mayhem está autorizado e confirmado em Brasília”, informavam os organizadores – O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Distrito Federal pediram que a venda dos ingressos fosse suspensa pela casa de shows. No entanto, assim que o Denied Redemption encerrou sua apresentação, André Faria, advogado da produtora do show, assumiu o microfone e informou o público presente que tinha consigo um embargo da promotoria pública com ordem de cancelamento. Segundo André, caso a determinação não fosse cumprida, policiais entrariam na casa e os organizadores do evento seriam autuados. “Estou dizendo com o coração partido, porque, além de fã da banda batalhei muito, esses três (últimos) dias foram de muita luta. Tentamos em todas as instâncias federais, no TJDF, na promotoria e, infelizmente, é isso”, disse André ao público.
O documento assinado por promotores do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Distrito Federam recomendava: “Há evidências de que integrantes e ex-integrantes da banda estão envolvidos com apologias neonazistas, suicídio, canibalismo e assassinato, além de diversos tipos de violências e discriminações, incluindo queima de Igrejas, referências à extrema violência, incitação à mutilação, declarações racistas e antissemitas, entre outros”.
O texto do documento enviado para a Administração Regional do Guará, para a Secretaria de Segurança Pública e para as empresas envolvidas na produção do evento diz sobre a liberdade de expressão: “(…) tem relevante papel no Estado Democrático de Direito”, entretanto não deve interferir “na aceitação jurídica da promoção de discurso de ódio e/ou do ataque, em espaço público ou privado, de qualquer indivíduo, grupo ou coletividade”.
Dias antes do cancelamento do show de Brasília, o deputado Fábio Félix (PSOL) já havia acionado o Ministério Público e a Polícia Civil, alegando que a banda tinha “histórico de cometimento de atos em defesa da ideologia nazista, por meio de trajes, letras e símbolos alusivos ao regime de extrema-direita”. Fábio solicitou aos mencionados órgãos que atuassem “de forma preventiva, proibindo a apresentação da Mayhem em Brasília”. Disse ainda: “Nossa cidade não pode ser palco de novas demonstrações de intolerância de qualquer natureza”. Por fim, o deputado afirmou que a banda já proferiu “falas de cunho racista e LGBTIfóbicas”.
Como dito no início desta nota, anteriormente o show do Mayhem marcado para o último dia 21 de março já havia caído em Porto Alegre, por pressão do deputado estadual Leonel Radde (PT-RS). O Bar Opinião, local onde a banda deveria tocar e que teve até faixa de protesto com mensagem contra a banda norueguesa em sua fachada, emitiu o seguinte comunicado justificando a desistência da realização do evento:“Nos últimos dias fomos surpreendidos com uma enxurrada de informações graves e posts nas redes sociais referentes ao show da banda Mayhem, marcado para acontecer no Bar Opinião. Nestes seus 40 anos, o Opinião é um dos espaços mais democráticos de Porto Alegre. Porém, o Opinião considerou alguns fatos para tomar suas decisões: os movimentos nas redes sociais tanto pró quanto contra o evento, comentários suscitando manifestações no local e imediações do Bar e o potencial risco à integridade física de todos os envolvidos. Por isso, o Bar Opinião não irá receber o show da banda Mayhem. Os ingressos serão devolvidos conforme a forma de pagamento. Mais informações serão enviadas por e-mail.
Oficialmente, Opinião”.
Em esclarecimento ao G1, o Mayhem se postou contra as acusações que tem recebido e disse não tolerar “crimes de ódio” e afirmou que é uma “entidade apolítica com milhares de fãs em todo o mundo, de todos os tipos de origens e com todos os tipos de crenças, ideias e preferências”.
Atualmente, o Mayhem é formado pelo baixista original Necrobutcher e por Attila Csihar (vocal), Hellhammer (bateria), Teloch e Ghul (guitarras). Dessa vez, a banda, que já fez outros shows no Brasil em anos anteriores, se despede do país sem nenhum show feito.
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MONSTROSITY: show de 30 anos do clássico “Imperial Doom” em São Paulo acontece nesta sexta
POR ASSESSORIA
Um dos grandes nomes do Death Metal mundial, o Monstrosity se apresenta nesta sexta (24) no Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, nº 110 – Bom Retiro). Além dos americanos, se apresentam as bandas Corpse Grinder (MG), Cemitério (SP) e Vazio (SP).
Formado em 1990, na região que ficou conhecida como o berço do Death Metal norte americano, a Florida – mais especificamente em Tampa – nos EUA, o Monstrosity lançou em 1992, aquele que seria um dos grandes clássicos do gênero, “Imperial Doom”, que trazia nos vocais, aquele jovem que se tornou um dos nomes mais conhecidos de todos os tempos; George “Corpsegrinder” Fisher, que anos mais tarde, estaria a frente do Cannibal Corpse – onde permanece desde 1995.
“Imperial Doom” traz 9 tijoladas, em pouco mais de 35 minutos. Abrindo com a faixa título, “Imperial Doom”, seguindo com os clássicos “Definitive Inquisition”, “Ceremonial Void”, “Immense Malignancy”, “Vicious Mental Thirst”, “Burden of Evil”, “Horror Infinity”, “Final Cremation” e “Darkest Dream”.
A formação do Monstrosity conta com Mike Hrubovcak (vocais), Mark English (guitarra), Michael Poggione (baixo) e Lee Harrison (bateria).
Além de “Imperial Doom”, o Monstrosity lançou outros 5 álbuns de estúdio, e 1 ‘Live Album’ – gravado no Brasil em 2003. O trabalho mais recente é “The Passage of Existence” de 2018.
De MG vem o Corpse Grinder, que foi formado em 1987, e pratica Death Metal em sua forma mais violenta. Eles possuem 6 álbuns de estúdio e 1 ‘Live Album’. O trabalho mais recente é “Into The Coffin” de 2018.
A formação do Corpse Grinder traz Junior Vieira (vocal e guitarra), Rubem Alvim (guitarra), Flavio Nery (baixo) e Rômulo Junior (bateria).
O Cemitério é um nome bastante cultuado, por causa de sua mistura de Death Metal Old School, com pitadas de Thrash Metal. A banda foi formada em 2014, por Hugo Golom, figura bastante conhecida na cena, que é um multi instrumentista – nos discos do Cemitério, ele grava tudo. A banda tem em seu currículo o álbum “Cemitério” de 2014, além do EP “Oãxiac Odèz” (2016) e o split “Conspiração Subterrânea” (2021) – com as bandas Orgia Nuclear, Demön Haunt e Schizogoat.
Ao vivo, Hugo Golom faz apenas os vocais, e é seguido por Rodrigo “Infectz” Costa (guitarra), Henrique Perestrelo (guitarra), Douglas Gatuso (baixo) e Druguer (bateria).
O Vazio faz Black Metal e é um dos nomes mais comentados da atualidade. A banda foi formada em 2016, em São Paulo, e chamou bastante atenção com seu EP de estreia, “Vazio”, de 2017. Em 2020 eles fincaram seu nome de vez na cena, com o lançamento do excelente álbum de estreia, “Eterno Aeon Obscuro”.
A formação do Vazio traz Renato Gimenez (vocal e guitarra), Eric Nefus (guitarra), Nilson Slaughter (baixo) e Daniel Vecchi (bateria).
Para outras informações, siga a página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/568893241504408?active_tab=about
A realização é da Tumba Productions/Xaninho Discos
SERVIÇO:
MONSTROSITY – Apresentando setlist especial – 30 ANOS DE “IMPERIAL DOOM”
Data: Sexta, 24 de março de 2023
Local: Hangar110 Endereço: Rua Rodolfo Miranda, nº 110 – Bom Retiro – São Paulo
Abertura da casa: 19hs / Término 23:30hs Classificação: 18 anos
Ingressos antecipados: https://pixelticket.com.br/eventos/12041/monstrosity
1º lote – R$ 130,00 – pista – meia /promocional *
2º lote – R$ 150,00 – pista – meia/promocional*
Mezanino 1º lote – 150,00 – meia/promocional*
Mezanino 2º lote – 180,00 – meia /promocional *
*meia ou promocional mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (MENOS SAL E AÇÚCAR) OU um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show.
Realização: Tumba Prod / Xaninho Discos
Imprensa: [email protected] / www.lpmetalpress.com.br
Páginas relacionadas:
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OVERDOSE NUCLEAR lança single com participação de MAYARA PUERTAS, do TORTURE SQUAD
POR ASSESSORIA
Está no ar o novo single da banda OVERDOSE NUCLEAR, de Ubatuba/SP, intitulado “O Julgamento”, o último lançamento antes do novo álbum ser liberado. A música conta com a participação especial de Mayara “Undead” Puertas, do Torture Squad, que também trabalhou com Julio Candinho na pré-produção dos vocais do álbum, além de ter atuado como professora do vocalista. Sobre a participação de Mayara, a banda comenta: “Foi uma honra ter a Maiara no disco, ainda mais com ela cantando de forma limpa, dando um contraste interessante à faixa. Sua experiência também pode ser sentida nas linhas vocais do Julio em todo o disco, devido ao seu importante trabalho na pré-produção do disco. Esperamos dividir o palco com ela para que possamos tocar “O Julgamento” e mostrar ao público essa colaboração!”.
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Depois de ter lançado quatro singles do vindouro novo álbum, “Metal do Mangue”, o OVERDOSE NUCLEAR se prepara para o lançamento do mesmo, agendado para o dia 07/07. Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria) também divulgam os próximos shows, com datas marcadas para o dia 09/04 no festival Ubatuba Underwaves, com as bandas Manger Cadavre?, Medium e Carvernose Morfética na cidade natal da banda, Ubatuba. Em maio a banda tocará no dia 20/05 no La Iglesia em São Paulo, com Cemitério, Chaos Sypnosis e Coyote Bad Trip, e em 28/05 no Hocus Pocus em São José dos Campos/SP. No dia 04/06 tocarão em Taubaté/SP, na primeira edição do festival T.A.U.B.A Thrash… Till Death!!!, onde dividirão o palco com as bandas Evil Invaders, da Bélgica, Faces of Death e Ancestral Malediction.
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