Categoria: Roadie News

  • EMPHURIA lança single e videoclipe “Espelhos” e levanta debate sobre dismorfia

    EMPHURIA lança single e videoclipe “Espelhos” e levanta debate sobre dismorfia

    POR ASSESSORIA

    A banda paulista de Nu Metal, Emphuria, lançou seu novo single e videoclipe, “Espelhos”, retratando um tema absolutamente denso e pouquíssimo debatido: a Dismorfia; O simples fato de você se olhar no espelho e não conseguir se enxergar do jeito que realmente é. “Espelhos” nos coloca numa imersão profunda dentro de nós mesmos e nos leva a refletir sobre inseguranças físicas e pressões internas geradas pela cobrança exacerbada da sociedade em termos um “corpo perfeito” e uma “aparência padrão”. E você?! O que enxerga quando olha no Espelho? Assista o videoclipe abaixo:

    Nu Metal, Pop e Rap fundem-se entre grooves, beats e graves das guitarras de Gabriel Buxini e Lucas Tamelini, do baixo de Di Souzas e da bateria de Mateus Hortêncio, somados às vozes clean, a potência dos agudos e aos screams explosivos do vocalista Gui Buxini. Trazendo ainda mais personalidade às suas composições, a Emphuria ainda conta em sua formação com o DJ Cadu Ribeiro, que traz elementos ainda mais peculiares e originais para a identidade da banda, em um tempo onde quase tudo soa programado e artificial. “Espelhos” tem produção de DropAllien, com mixagem de Samuel Bassani e masterização de Joel Wanasek. O videoclipe da música tem direção de Guilherme Buxini e Rafael Rossner. A capa do single é de Felipe Costa (Tucca). Ouça o single abaixo:

    Sobre o lançamento de “Espelhos”, o guitarrista Lucas Tamelini comentou: “Espelhos é um som intenso, talvez o mais pegado que temos. A junção dos eletrônicos do Cadu com o DropAllien levaram a música a um nível que a gente ainda não tinha alcançado. Creio que todo mundo se identifique nem que seja um pouco com a letra. Mesmo a dismorfia sendo uma doença, todos já passaram por um momento mais complicado na vida em que não reconhecem a própria imagem ou atitudes”. “Espelhos nada mais é do que as inseguranças externalizadas, é muito difícil quando nos colocamos em um lugar de exposição desta forma, então essa música é uma forma de enfrentar isso e sair de uma zona de conforto, sei que muitos sofrem com isso, se olhar no espelho e não se enxergar, ver algo de errado e se sentir refém. Espelhos é um grito forte que com certeza ecoa no fundo da cabeça de todo mundo”, acrescentou o vocalista Gui Buxini.

    “Espelhos é um convite a uma imersão profunda do eu com a expectativa e anseio interior. Fazendo uma reflexão sobre o quanto me enxergo e o que espero. Espelhos chega com um som pesado mas com muito coração, pra mostrar a EMPHURIA em sua mais verdadeira essência! Cremos que muitos irão se identificar com o som e estamos muito felizes com esse resultado”, comentou o baixista Di Souzas. “Espelhos é uma música que conversa com todas as pessoas que se olham ou já se olharam no espelho e sentiram que não faziam parte daquela imagem que reflete. É uma música densa, que fala muito sobre as fraquezas, inseguranças e cobranças impostas pela sociedade. A sonoridade é bem pesada e os vocais do Guilherme soam quase como um grito de desespero. Esperamos que vocês curtam a Espelhos, pois ela tem um significado muito importante pra nós e para a nossa sociedade, principalmente os mais jovens”, finalizou o guitarrista Gabriel Buxini. A Emphuria foi fundada em São Paulo-SP no início de 2019, logo chamando a atenção de bandas influentes como John Wayne, Odeon, AXTY, Indharma e Project46, além de aos poucos ir construindo uma base sólida de fãs e seguidores do seu trabalho. O lançamento do single “Ecos” obteve reconhecimento do renomado baixista Luis Mariutti, fazendo a banda estar entre os melhores lançamentos do ano de 2022 do Mariutti Team Zine. Para saber mais sobre a Emphuria e acompanhar todas as novidades da banda, siga @emphuria no Instagram

    Foto: Rafael Rossener

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  • SKDA lança single “Optical Illusions” e antecipa seu segundo álbum de estúdio

    SKDA lança single “Optical Illusions” e antecipa seu segundo álbum de estúdio

    Por assessoria 

    O músico, compositor e multiinstrumentista capixaba, Diego Skda, líder e fundador da banda Skda, lançou seu novo single, “Optical Illusions”, antecipando o seu segundo álbum de estúdio, que será lançado no final de Abril deste ano.

    Ouça “Optical Illusions” abaixo:

    O single “Optical Illusions”, bem como as demais músicas do segundo álbum do Skda são produzidos pelo próprio Diego Skda. A banda é formada por Diego Skda no baixo e nas guitarras base e solo, Leandro Wotkosky na guitarra solo, Leandro Peroni no vocal e participação especial da vocalista Sammy Steel. A arte da capa de “Optical Illusions” é de Diego Skda.

    Sobre o lançamento do single, Diego comentou:

    “O single “Optical illusions” vem de uma ideia sobre um teatro representado por um ilusionista e sua assistente. É uma nova fase de composições minha e do Leandro Peroni. Eu tive a ideia de dar o conceito para o álbum relacionado a tudo que representa uma ilusão, e então fui inserindo o nome nas músicas e passando a ideia para que ele pudesse escrever as letras. Diferente do álbum “Origin”, eu queria usar novas ideias no âmbito musical técnico e também em conhecimentos gerais, sem perder a essência da qual o “Origin” tem, que são músicas bem trabalhadas e com bastante peso. A participação da Sammy na música, foi algo planejado desde quando tive a ideia desse nome ilusão de ótica, e ela fez um trabalho fenomenal, creio que esse é o início de uma nova era para Skda, nós vamos mais além”.

    Diego Skda é um compositor e multi-instrumentista em atividade desde 2001, fundador da banda de Thrash Metal, Damage Control juntamente com Leandro Wotikosky, e baixista da banda de Prog Metal, Lifeforce. No início, Skda seria um projeto solo de Diego Skda, do qual o artista realizou todo o trabalho sozinho desde a composição, produção, mixagem e masterização, tudo em seu próprio estúdio. Posteriormente surgiram as participações do guitarrista Leandro Wotkosky, que contribuiu com alguns solos, e também o vocalista Leandro Peroni. Foi então que a ideia de projeto se transformou em uma banda e vem desde então consolidando sua discografia, formação e propósitos.

    Enquanto o novo álbum do Skda não chega, ouça abaixo o álbum de estreia da banda, “Origin”:

    Saiba mais sobre a banda através do Instagram @diegoskda

    Foto: Rodrigo Pysi

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  • THE DEATH SEASON lança single e clipe de “Desfigurar” com participação da orquestra da EMESP e artista de rua Frágil

    THE DEATH SEASON lança single e clipe de “Desfigurar” com participação da orquestra da EMESP e artista de rua Frágil

    Por assessoria

    A banda paulista/americana de Metal Alternativo, the death season, lançou seu novo single e videoclipe, “desfigurar”, com participação da Big Band EMESP nos metais. A capa do single e o videoclipe também contaram com o artista de rua, Frágil, e o resultado é absolutamente encantador. Assista o videoclipe abaixo:

    “Desfigurar pra mim é a música que define e sintetiza toda uma época que vivemos na banda. Toda a nossa identidade sonora de 2016-2019 pode ser representada nela. Teve espaço para riffs pesados, guitarras distorcidas e berros habituais nossos com os metais da EMESP que fizeram toda a diferença no resultado final”, comentou o baterista Bruno Alessi sobre o lançamento de “desfigurar”.

    “Essa é uma música que todos nós sempre gostamos muito e estivemos bastante confiantes. Funciona muito bem ao vivo, os riffs são pesados, refrão marcante e versos com uma atmosfera mais sombria. A ideia de juntar essa composição com arranjos de metais para a big band veio no meio do processo de produção, e todos acharam que seria uma combinação que viria pra agregar. Ela faz a música crescer bastante, mas mantém a vibe meio misteriosa. Escrever esses arranjos e depois gravar com o pessoal da EMESP foi um processo muito divertido, eu nunca tinha escrito para tantos instrumentos juntos, mas rolou tudo com bastante naturalidade”, complementou o baixista e produtor Pedro Canaan.

    A gravação de “desfigurar” foi realizada no Estúdio Fusão, Kalindi Music e Estúdio 63Hz, a produção é de Pedro Canaan e Douglas das Neves, com mixagem e masterização de Pedro Canaan e lançamento e distribuição pelo selo Kalindi Music. A capa do single foi criada por um artista de rua, conhecido pela alcunha de Frágil. O videoclipe teve direção e filmagem de João Moraes com participação de Frágil.

    O diretor do videoclipe, João Moraes, comentou o lançamento:

    “Produzir o clipe foi muito empolgante, chamamos a Frágil pra fazer uma releitura urbana e muito visceral de “A Liberdade Guiando o Povo” como capa de desfigurar e a materializar no mundo real, nós pudemos sentir o cheiro da tinta, tocar no muro em que ela grafitou a arte. Filmamos toda essa experiência e voilà. Colaborar tanto com a Big Band quanto com a Bia e o Tomé nos tirou da zona de conforto, e adoramos isso. Fomos a ponte entre artistas totalmente diferentes”.

    Formada em 2012, a atual formação da the death season conta com Matheus Gaboardi no vocal e guitarra, João Moraes na guitarra, Pedro Canaan no baixo e Bruno Alessi na bateria.

    Ouça o single “desfigurar” abaixo:

    Para saber mais sobre a the death season e ficar por dentro de todos os lançamentos da banda, siga o instagram @thedeathseason

    Foto: Murilo Amancio

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  • RANKING CREW: edição #19 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    RANKING CREW: edição #19 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 19° episódio, os apresentadores Ricardo Batalha, Leandro Nogueira Coppi e o convidado Thiê Rock, vocalista da banda de hard rock Lion Heart, listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia do Poison, um dos grandes nomes do hard glam rock americano. 

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Poison nos comentários do vídeo abaixo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

     

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  • ERIC MARTIN & JEFF SCOTT SOTO – São Paulo (SP)

    ERIC MARTIN & JEFF SCOTT SOTO – São Paulo (SP)

    Por Marcelo Gomes

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    Em clima de festa, os vocalistas americanos Eric Martin (Mr. Big) e o multibandas Jeff Scott Soto se apresentaram em São Paulo no último dia 22 de março para um público pequeno, porém muito barulhento. A dupla voltou ao Brasil pela terceira vez num espaço de um ano para apresentar hits da carreira e vários covers no palco do Stones Music Bar.

    Acompanhado da competente banda Rolls Rock, formada por Edu Costa (guitarra), Mau Seliokas (baixo), Francis Rouxinol (bateria) e Cris Ribeiro (teclado), Eric Martin subiu ao palco às 20h50 com Daddy, Brother, Lover, Little Boy, de Lean To It (1992), com o refrão sendo cantado aos fãs. Empunhado de seu violão, Eric mandou em seguida Alive and Kickin’, Superfantastic e Fragile, que tem aquela pegada mais acústica. Vale destacar para os ótimos backing vocals do Rolls Rock.

    “Queria abençoá-los, São Paulo! Estou voltando pela terceira vez em um ano!”, disse o vocalista antes de Francis Rouxinol iniciar o groove na bateria de Temperamental. Uma coisa facilmente notável é o carisma de Martin, sempre acenando para os fãs e brincando com os membros da banda. O vocalista esbanja simpatia a todo momento enquanto se comunica com o público. Só não dava para entender o tanto de reverb que o técnico de som colocou na voz dele. O show tinha que continuar e então era hora da empolgante Gotta Love The Ride. Com um teclado de fundo, Edu Costa começa seu solo de guitarra e, de repente, a banda toca um trecho de Black Dog do Led Zeppelin para então mandar o riff poderoso de Take A Walk, do Mr. Big. São esses momentos que a gente pode dizer que o rock ainda respira e, mais que isso, empolga quem está na plateia vivenciando tudo isso. Para manter a mesma pegada, ainda tocaram Rock & Roll Over.

    A dinâmica do set list foi variada, com sons mais acústicos, outros mais pesados e até mesmo aquele hard romântico aparece em Promise Her The Moon, que faz as moças suspirarem. “Quando toco essa música, não tem como não pensar no Pat Torpey. É uma coisa espiritual, todas as vezes que eu tocá-la até o último show do Mr. Big no ano que vem, será dedicada a Pat”, disse o vocalista de forma emocionada ao anunciar Take Cover. Depois destas palavras, a música ganhou uma carga emocional ainda maior, sendo cantada por todos como um mantra. Se Pat tivesse visto a forma apaixonada que os fãs cantaram em sua homenagem, certamente ficaria tocado. É o tipo de coisa que estando lá para sentir, pois a energia foi transmitida com sucesso a Pat.

    O vocalista, que sabe mexer com a emoção do público, agora pediu para que cantassem parabéns a Billy Sheehan, que havia feito aniversário há poucos dias. Claro que foi atendido de imediato. Dando sequência, escolheu Shine, da fase Richie Kotzen, para celebrar esse momento. Como se trata de um grande hit do Mr. Big, nem precisa dizer que o público foi à loucura e que o clima era total de festa. Com uma levada despretensiosa na bateria se iniciou Electrified, mais uma ótima canção da fase Kotzen.

    Martin aproveitou o momento para apresentar a banda. Sempre brincando, enalteceu os excelentes companheiros de palco.  Mais uma que todo mundo cantou sem medo de ser feliz foi o mega hit, To Be With You. Essa até quem não conhece nada da banda já cantou escondido em algum momento. Mas nem só de balada se faz um show de rock e um bom exemplo disso foi em Addicted To Rush. Um tapping de baixo logo de início, junto à guitarra virtuosa bem representa pelo ótimo Edu Costa, trouxeram de volta o espírito hard rock bem ao estilo Van Halen.

    O show foi se aproximando do fim, não sem antes o Eric puxar mais uma balada da cartola, agora Just Take My Heart, de Lean To It (1992). Para terminar com a energia lá em cima, os latidos ecoando pelos PAs denunciam a fantástica Colorado Bulldog. Velocidade, virtuose, pedal duplo e um refrão grudento era tudo que se precisava para fechar essa apresentação sensacional com chave de ouro. O vocalista sabe explorar seu repertório de maneira a trazer o público a interagir de forma intensa. Mesclando baladas e sons mais pesados, foi interessante notar que, durante 1h30 de show, tampouco banda e fãs pareciam cansados tamanha a troca de energia.

    Já estava ficando tarde, ainda mais para uma quarta-feira quando, às 22h50, Jeff Scott Soto finalmente subiu ao palco. Acompanhado da banda Spektra, que conta com Leo Mancini (guitarra), BJ (teclado, guitarra e vocal), Henrique Canale (baixo) e Edu Cominato (bateria), o show foi anunciado como um tributo ao Queen. Assim, Soto mandou logo uma sequência de três sons da banda inglesa que sempre homenageia. Começaram com One Vision e logo na segunda, Another One Bites The Dust, Jeff começou seu ritual. Para quem não sabe, quando começam a cantar “vira, vira, vira, virou…”, o vocalista vira um copo de caipiroska. Já se tornou uma tradição dos shows do Jeff no Brasil. Se isso prejudica a voz, não sei, mas o que sei é que ele continua cantando muito! Assim, seguiram com mais um clássico do Queen, I Want To Break Free.

    “Quando marquei esses shows tributo ao Queen, recebi várias mensagens negativas falando que não queriam somente canções do Queen e, sim, músicas do Talisman, JSS e toda a carreira”, disse o vocalista, anunciando que tocariam várias coisas diferentes na noite. Para começar, tocaram a pesada Livin’ The Life, do Steel Dragon, que faz parte da trilha sonora do filme Rockstar (2001). Rolou até um dueto entre o Jeff e BJ mostrando que suas vozes estão em plena forma. Em certo momento, Soto cantou fora do microfone e, por incrível que pareça, deu para ouvir lá do camarote… Sensacional!

    Sem perder tempo, do Talisman tocam a clássica Mysterious (This Time It’s Serious), com belos backing vocals de BJ e Leo Mancini, isso sem falar no belo trabalho que Leo fez nos solos. Depois, retomaram o repertório do Queen e transformam o Stones Bar em uma grande pista dança ao tocar Crazy Little Thing Called Love. “Eu sei que o Queen fez essa canção pensando nas brasileiras”, disse o cantor quando antes de anunciar Fat Bottomed Girls. Conforme Jeff tinha dito anteriormente, esse show eles iriam tocar coisas diferentes e, pela primeira vez na vida, tocariam Last To Know, canção de seu álbum solo Complicated (2022). Ainda de sua carreira solo, executaram 21st Century e Drowning.

    Uma pausa no show para manter a tradição, público cantando o hino e o vocalista mata mais um copo de caipiroska antes de revisitar mais dois clássicos do Queen, com as fantásticas I Want It All e Stone Cold Crazy. Que noite espetacular! Jeff mostrou toda a sua generosidade ao permitir que o Spektra executasse uma música autoral, Overload, do álbum homônimo lançado em 2021. BJ aproveitou o espaço para mostrar a que veio, o trabalho da banda é excelente e deixou uma ótima impressão. O show estava cheio de surpresas e a banda preparou um medley especial com quatro faixas dos quatro discos do projeto W.E.T., executando trechos de Big Boys Don’t Cry, Watch the Fire, Learn To Live Again e One Love. Quem reclamou do tributo ao Queen, ganhou um presentão… Ninguém pôde reclamar.

    Não sei se alguém notou, mas faltou uma balada no show do Eric Martin – sim, é aquela mesma que você está pensando. Então, Jeff convidou o colega para tocarem juntos Wild World, do Mr. Big, para delírio de todos. Uma noite para ninguém colocar defeito. Para fechar a parte do Queen, escolheram Under Pressure, Radio Gaga e para encerrar de maneira épica mandaram Bohemian Rhapsody.

    Depois de tudo isso, será que tinham mais alguma carta na manga? É, eles tinham… Um teclado de fundo e Leo Mancini iniciou um solo bem ao estilo Malmsteen, que fez todo mundo pensar; ‘Será?’ Apesar das últimas polêmicas entre o vocalista e o guitarrista sueco, Jeff presenteou os fãs com duas de sua fase com Yngwie Malmsteen: I Am A Viking e I’ll See The Light Tonight. Leo Mancini se mostra gigante interpretando o guitarrista sueco de maneira impecável. O mesmo pode se dizer do Soto, que resgatou sons de quase 40 anos atrás e cantou muito bem. Se o show acabasse aqui, já seria demais, mas não poderia faltar mais uma do Talisman. Claro, mandaram a clássica I’ll Be Waiting, que ainda teve um medley de Living On A Prayer do Bon Jovi e Don’t Stop Believin do Journey, que BJ cantou divinamente. Um final apoteótico para essa noite espetacular de hard rock!

    Eric e Jeff estão muito bem, esbanjam energia, simpatia e mais que isso, entregaram uma grande noite de rock com camaradagem e sem vaidades. Tanto o Rolls Rock como o Spektra foram fantásticos e, o melhor de tudo, foi ao vivo, coisa rara hoje dia. É aquele tipo de noite que faz tudo valer à pena.

    Eric Martin – Set list:

    01) Daddy, Brother, Lover, Little Boy

    02) Alive & Kickin

    03) Superfantastic

    04) Fragile

    05) Temperamental

    06) Gotta Love The Ride

    07) Take A Walk

    08) Rock & Roll Over

    09) Promise Her The Moon

    10) Take Cover

    11) Shine

    12) Electrified

    13) To Be With You

    14) Addicted To Rush

    15) Just Take My Heart

    16) Colorado Bulldog

    Jeff Scott Soto – Set list:

    01) One Vision (Queen)

    02) Another One Bites The Dust (Queen)

    03) I Want To Break Free (Queen)

    04) Livin’ The Life (Steel Dragon)

    05) Mysterious (Talisman)

    06) Crazy Little Thing Called Love (Queen)

    07) Fat Bottomed Girls (Queen)

    08) Last To Know (JSS)

    09) 21st Century (JSS)

    10) Drowning (JSS)

    11) I Want It All (Queen)

    12) Stone Cold Crazy (Queen)

    13) Overload (Spektra)

    14) WET Medley

    15) Wild World (Eric Martin)

    16) Under Pressure (Queen)

    17) Radio Gaga (Queen)

    18) Bohemian Rhapsody (Queen)

    19) I Am A Viking (Yngwie Malmsteen)

    20) I’ll See The Light Tonight (Yngwie Malmsteen)

    21) I’ll Be Waiting (Talisman)

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  • JENS JOHANSSON fala da expectativa do STRATOVARIUS para o Summer Breeze Brasil

    JENS JOHANSSON fala da expectativa do STRATOVARIUS para o Summer Breeze Brasil

    Falta praticamente um mês apenas para a estreia do festival alemão Summer Breeze em solo brasileiro. O festival acontece em São Paulo nos dias 29 e 30 de abril no Memorial da América Latina e reunirá aproximadamente 40 atrações. Uma delas são os veteranos finlandeses do Stratovarius, que se apresentam no segundo dia no palco Sun Stage onde também tocarão Napalm DeathBeast in BlackFinntrollVelvet Chains Project46. Em entrevista para a nova edição da Roadie Crew, #273, o tecladista Jens Johansson falou sobre a participação do Stratovarius no Summer Breeze.

    Atualmente, o Stratovarius divulga seu novo álbum de estúdio, Survive, que foi lançado no Brasil em 2022 pela parceria earMusic/Shinigami. Johansson falou ao repórter Daniel Dutra sobre como estão as expectativas da banda para o show que fará no Summer Breeze Brasil: “Muito altas!”, afirmou. “A última vez que tocamos no Brasil foi em 2019, mas aí alguém na China comeu um morcego, e você sabe (gargalhadas). Por favor, pessoal, eu estou brincando!”, explicou. “A verdade é que mal posso esperar para comer umas carnes, tomar umas caipirinhas e muitas cervejas! Estou esse tempo todo sem nenhuma caipirinha, que é algo tão natural que fica na nossa memória, mas estou animado mesmo é para voltar a uma churrascaria”, brincou. “Se eu tomar três caipirinhas, fico de ressaca por dois dias, mas devorar toda aquela carne não me dá isso (risos)”. 

    O simpático e brincalhão Johansson falou de uma recordação que guarda sobre o Brasil: “Fui a uma churrascaria no Brasil onde os garçons traziam de tudo para a mesa, cara (risos). Estamos realmente animados para voltar ao Brasil, menos o Matias (Kupiainen, guitarra), que está sempre aí, então não será tão especial para ele (risos)”.

    Você pode conferir a entrevista completa do Stratovarius na nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #273 ou para fazer a sua assinatura, acesse o site https://roadiecrew.com/roadie-shop ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

    Para mais informações sobre o festival Summer Breeze Brasil 2023, acesse:

    https://summerbreezebrasil.com

    https://www.instagram.com/summerbreeze.brasil/

    Stratovarius
    Rolf Pilve, Lauri Porra, Timo Kotipelto, Matias Kupiainen e Jens Johansson | Foto: Jarmo Katila

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  • SIMONE SIMONS (EPICA): “Me chamavam de Barbie do metal, mas não dou a mínima!”

    SIMONE SIMONS (EPICA): “Me chamavam de Barbie do metal, mas não dou a mínima!”

    Em recente entrevista à revista Metal Hammer, a cantora holandesa Simone Simons recordou sua entrada no Epica. “Eu conhecia Mark (Jansen, guitarrista) porque eu estava em um relacionamento com ele no passado. Ele começou uma nova banda (depois de deixar o After Forever) muito rapidamente, mas como eu era sua namorada, no começou eu não queria entrar”, revelou. “Eu os ajudei a procurar uma cantora. Pensei que deveria fazer isso pela cartilha – terminar o ensino médio e depois ir explorar o mundo com uma banda de metal. Porém, quando me perguntaram se eu queria (entrar na banda), pensei: ‘Ok, vamos só dar uma chance’. E aqui estamos, vinte anos depois!”.

    Simone também recordou a forma como as pessoas a tratavam quando ela despontou como frontwoman do Epica, quando perguntada sobre se houve pressão estética para se encaixar no lado mais gótico do metal sinfônico. “Na verdade, não, sempre fiz minhas próprias coisas. Eu gostei do aspecto visual de estar na banda, me preparar para o show, desenhar as roupas e tudo mais. Já me chamaram de Barbie do metal, mas não dou a mínima. É mais como um elogio do que as pessoas imaginam”. 

    Sobre o novo trabalho do Epica, o EP The Alchemy Project, que conta com a colaboração de nomes como MyrkurFleshgod Apocalypse e membros do Soilwork Kamelot, entre outros, Simone explicou de onde surgiu a ideia para esse projeto tão ambicioso, que foi lançado em novembro de 2022. “A ideia foi do Isaac (Delahaye, guitarrista). No início da pandemia, ele teve a ideia de compor músicas com nossos amigos da cena do metal. Entramos em contato com todos os nossos amigos que estariam interessados, e foi literalmente assim que a bola começou a rolar”, disse. “É legal quando você tem essa ideia e não sabe se vai funcionar, porque isso está um pouco fora da nossa zona de conforto”, completou.

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  • Andinos do FLOR DE LOTO se unem a FABIO LIONE (ANGRA) em versão de “Oceano”, do TURILLI/LIONE RHAPSODY

    Andinos do FLOR DE LOTO se unem a FABIO LIONE (ANGRA) em versão de “Oceano”, do TURILLI/LIONE RHAPSODY

    A banda andina de folk/prog metal Flor de Loto lançou recentemente um vídeo ao vivo de sua versão única de Oceano, contando com o talento do vocalista italiano Fabio Lione (RhapsodyAngraAthena XIX). O vídeo mostra performances de sua mini-turnê por duas cidades do Peru em julho de 2022.

    Esta versão distinta de Oceano, cover de Josh Groban gravado originalmente no álbum Zero Gravity (Rebirth and Evolution) do Turilli/Lione Rhapsody, incorpora a quena, um antigo instrumento de sopro andino característico do som do Flor de Loto. Notavelmente, esta música nunca tinha sido executada ao vivo antes, mesmo pela banda italiana, que mais tarde a incluiu em sua turnê de despedida este ano.

    O vocalista Alonso Herrera do Flor de Loto comentou: “Depois de cinco anos, nos reunimos novamente com Fabio Lione e, como sempre, foi um prazer. Esta versão de Oceano foi muito bem recebida pelo público e, em nossa opinião, é incrível. Pegamos essa faixa do Turilli/Lione Rhapsody e adicionamos nosso estilo, nossa assinatura, que é o folk metal andino. Fique antento ao que vem a seguir com Fabio (e mais músicos convidados) em nosso álbum pelos 25 anos da banda, que será lançado este ano”.

    Confira o vídeo de Oceano:

    O Flor de Loto atualmente está trabalhando em um álbum de 25 anos, que contará com participações especiais de Fabio Lione e outros músicos. O álbum será produzido pelo guitarrista e produtor Roy Z (Bruce DickinsonTribe of Gypsies).

    Os fãs de RhapsodyJethro TullRhapsody of FireSarommIron Maiden poderão se atrair pela música do Flor de Loto.

    Siga o Flor de Loto:

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  • WEIGHT OF EMPTINESS: lançado novo videoclipe, “Defrosting”, filmado nas Cordilheiras dos Andes

    WEIGHT OF EMPTINESS: lançado novo videoclipe, “Defrosting”, filmado nas Cordilheiras dos Andes

    POR ASSESSORIA 

    A máquina Weight of Emptiness não para e logo após a banda anunciar a tour sul americana com os ícones do Gothic Metal mundial Moonspell, que será realizada no mês de abril  com 6 shows no Brasil, 1 na Argentina e outro no Uruguai, a banda  acaba de lançar seu novo vídeo clipe. “Defrosting” é a segunda música do mais novo álbum “Withered Paradogma”, lançado no dia 07 de março pelo selo Europeu Sliptrick e o clipe foi dirigido por Lucho Villegas, fotografia e edição de cor por Joaquín Cacciuttolo e produção de “Jardín del Pulpo”. Participação também de Katrina Stoll, como artista de fogo. O vídeo foi gravado na majestosa Cordilheira do Andes com a colaboração de Vôos de Drones realizados por Jennifer Hernández e Renato Zepeda. Sobre o vídeo clipe e a música “Defrosting”, a banda comenta: “…Quando nossa verdadeira essência conseguir derreter as paredes de gelo da alma, poderemos ser nós mesmos e enfrentar o desafio de controlar nossa própria vida, sem os pesados fardos impostos pela sociedade ou as rígidas normas de educação. Isso também acontece à escala social, e as pessoas também começam a perceber para onde querem ir e de onde vêm. “Defrosting” convida o ouvinte a descongelar a alma e a olhar para as nossas raízes para encontrar um caminho para o futuro…” Confira abaixo o vídeo de “Defrosting”:
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  • Banda francesa de thrash/death THE HILL IS BURNING lança single duplo “The Dreamer” e “From Away”

    Banda francesa de thrash/death THE HILL IS BURNING lança single duplo “The Dreamer” e “From Away”

    POR ASSESSORIA 

    The Hill Is Burning é uma banda de Thrash/Death metal da Ilha da Reunião, com sede no sul do oceano Índico. De uma ilha vulcânica, THIB mantém o jeito explosivo de sua música! Entre o Thrash do Sepultura (Beneath the Remains e Arise period) o toque progressivo como Nevermore, e o blastbeat de bandas de death metal como Aborted ou Benighted, The Hill Is Burning é uma mistura de todos esses elementos.

    “The Dreamer”: “Essa música em particular, é uma música mid tempo, estamos felizes em apresentar a vocês o resultado de um longo trabalho, tentamos escrever algo que falasse com todo mundo!” – The Hill Is Burning.

    “From Away”: “Com essa música, estamos presos na cápsula espacial, o vazio por toda parte, o medo de companhia, e a loucura está esperando por…encontre o caminho para manter a cabeça fria!”, diz a banda.

    Essas duas músicas são interpretadas por The Hill Is Burning, no estúdio de produção da audioworks com Chris Clancy, sob a supervisão de Colin Richardson.

    « Estamos falando da vida e da família, coisas inesperadas estão reservadas para nós, às vezes dolorosas, mas também bons momentos e belos encontros! Apesar das armadilhas, tentamos apreciá-lo! », diz a banda.

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