Categoria: Roadie News

  • LOSS lança clipe “In My Mind” e prepara novo single

    LOSS lança clipe “In My Mind” e prepara novo single

    POR ASSESSORIA 

    A banda mineira Loss, formada por Marcelo Loss (vocal e baixo), Adriano Avelar (guitarra e vocais) e Teddy Bronsk (bateria), apresenta o videoclipe de “In My Mind“, que estreou em primeira mão no programa de TV Alto Falante (Rede Minas / TV Brasil). A música é uma das 11 faixas do repertório do álbum “Storm”, lançado em 2022 pela gravadora europeia DYMM Records e que obteve boa repercussão na mídia especializada.

    Confira o clipe de In My Mind, dirigido e editado por Bruno Paraguay, que captou imagens com o cinegrafista Lucas Vasconcelos:

    Após realizar a primeira turnê europeia em 2022, onde se apresentou em cidades como Lisboa, Alenquer, Pinhal Novo, Porto e Setúbal, em Portugal, além de Madrid (ESP), o trio também realizou shows em São Paulo, Belo Horizonte e cidades do interior de Minas Gerais. No início de 2023, foi uma das atrações da edição de 10 anos do Bloco dos Camisa Preta 2023, tocando em Belo Horizonte ao lado do Ratos de Porão, Virna Lisi, Gangrena Gasosa, Pense, Black Pantera e outras, para mais de 15 mil pessoas.

    O trio mineiro, que pratica um som com influências de classic rock, stoner, metal, hard rock, lançou em 2022 o álbum “Storm”, disponível nas principais plataformas digitais e em formato físico (CD) pela gravadora DYMM Records. Gravado no Analog Dream Studio (BH), com mixagem e masterização de Jim Siou, em Atenas (GRE), o repertório traz onze faixas, sendo oito cantadas em inglês e três em português. A discografia da banda ainda inclui os singles “The Light” (2022), “Life Shows” (2021) e “Até Quando” (2021), além do EP de estreia, “Let’s Go” (2020).

    O Loss já prepara o novo single, “The Storm”, gravado no Analog Dream Studio, em BH, com mixagem na Dinamarca pelo renomado produtor dinamarquês Tue Madsen, que tem em seu currículo trabalhos com artistas como Rob Halford, Meshuggah, Vader, Sick Of It All, Behemoth, Dark Tranquillity, Alchemia, Kataklysm, entre outros, e que já havia trabalhado com o trio no EP “Let’s Go”. “A música ‘The Storm’ fala de tempestades que afetam a vidas das pessoas, às vezes as levando à derrocada e noutras as tornando mais fortes. Ela foi composta logo após o lançamento do álbum e quase poderia ser uma faixa de ‘Storm’, mas nela investimos mais na produção, nos detalhes e arranjos, ao contrário do full-length, que foi concebido para ser um disco cru e orgânico”, comenta o vocalista e baixista Marcelo Loss. “O novo single, que será lançado pela DYMM Records e estará nas principais plataformas digitais no início de maio. Nossa inspiração principal continua sendo os clássicos, principalmente Black Sabbath, mas acredito que o novo single tem algo de Rush e Van Halen, principalmente nos dedilhados e harmônicos da guitarra. Já o vocal remete um pouco a Soundgarden e Alice in Chains”, conlclui.

    Ouça o álbum “Storm” nas plataformas de streaming: https://ditto.fm/storm-loss

    Sites relacionados: https://www.lossband.com https://linktr.ee/Lossband

    E-mail: [email protected]

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  • MYRATH traz toda originalidade do ‘Metal Desértico Flamejante’ em única apresentação no Brasil

    MYRATH traz toda originalidade do ‘Metal Desértico Flamejante’ em única apresentação no Brasil

    POR ASSESSORIA 

    A Produtora Dark Dimensions, orgulhosamente apresenta a banda tunisiana Myrath em uma turnê latino-americana que passará pelo México, Colômbia, Chile, Argentina e uma única apresentação no Brasil, em São Paulo, dia 1 de maio, no Carioca Club Pinheiros.

    Primando por uma sonoridade diferenciada, super original e criativa de Progressive Metal com música tradicional árabe, a banda é formada atualmente por Anis Jouini (baixo), Malek Ben Arbia (guitarra), Zaher Zorgati (vocal), Morgan Berthet (bateria) e o novo tecladista Kevin Codfert, que substituiu um dos membros originais, Elyes Bouchoucha.

    Myrath foi formado originalmente em 2001, em Ez-zahra, na Tunísia, sob a alcunha de X-Tazy, mas, a partir de 2006, passou a se chamar Myrath (em árabe “legado”). Nos últimos anos, foi considerada um grande expoente do oriental metal, se definindo como um grupo de “metal desértico flamejante”! Possui em sua rica discografia cinco álbuns de estúdio lançados, sendo o excelente e super elogiado “Shehili” (2019) e ao vivo “Live In Carthage” (CD+DVD), ambos lançados via earMusic (no Brasil pela Shinigami Records).

    Os aclamados álbuns mais recentes e, também, “Legacy”, de 2016, vem conquistando o mundo com hinos de pura magnificência como, por exemplo, “Believer”“Get Your Freedom Back”“Endure The Silence” e “Dance”.

    “Live In Carthage”, primeiro lançamento oficial ao vivo da carreira, foi gravado no incrível anfiteatro romano localizado em Cartago, na Tunísia e inclui todas as melhores e mais queridas faixas do grupo, incluindo (no CD), também, uma versão mais do que especial da faixa “Believer” com a participação do exímio tecladista do Deep PurpleDon Airey.

    A qualidade e originalidade dos trabalhos do Myrath fizeram com que a banda fosse reconhecida mundialmente nos últimos anos, sendo escalada para tocar no Fifa Fan Fest, tradicional festival oficial realizado pela FIFA (Federação Internacional de Associações de Futebol), que reúne muita música, arte, futebol, games, gastronomia e entretenimento durante todos os 29 dias de Copa do Mundo. Em dezembro de 2022, no Catar, o Myrath se apresentou no dia 9 de dezembro, no Al Bidda Park, na capital do país, Doha, e foi um tremendo sucesso!

    A importância dessa representatividade do estilo metal num evento tão grandioso como o de uma Copa do Mundo com certeza fez com que muita gente abrisse os olhos – e os ouvidos – à genialidade da música do Myrath, e, principalmente, ao estilo perante todos os outros.

    Atualmente, o Myrath vem excursionando como convidados especiais nas apresentações dos americanos do Kamelot pela Europa, junto às bandas Eleine e League of Distortion, em shows completamente lotados.

    Com toda essa exposição, a probabilidade de termos também uma casa lotada em São Paulo é inerente, então corra e garanta já o seu ingresso, pois as vendagens já estão no segundo lote e restando poucos setores!

    Para esse evento, teremos as bandas brasileiras Ego Absence (Power Metal/SP) e Skalyface (Heavy Metal/SP).

    Venda online pelo Clube do Ingresso em: https://www.clubedoingresso.com/evento/myrath-sp

    SERVIÇO: Myrath em São Paulo

    Data: 01 de maio (Feriado – Segunda-Feira) Local: Carioca Club Pinheiros Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima) Produção: Dark Dimensions ([email protected]) Assessoria de Imprensa: JZ Press ([email protected]) Abertura da casa: 16h Bandas de abertura: Ego Absence e Skalyface Início do show Myrath: 20h30 Classificação etária: 16 anos (Entre 14 e 16 anos, somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos) Estacionamento: nas imediações (sem convênio) Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

    Setores / Preços (2º lote):

    2º Lote – Pista (Meia-Entrada) R$ 140,00 2º Lote – Pista (Promocional *R$ 140,00 2º Lote – Pista (Inteira) R$ 280,00 2º Lote – Camarote (Meia-entrada) R$ 240,00

    Ingresso promocional antecipado válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

    Pontos de Venda (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro)Carioca Club Pinheiros

    Outros pontos de vendas (com taxas):

    Days Music Store Rua Alagoas, 730, Centro – Belo Horizonte, MG Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 09:00 às 19:00 horas Sábado das 10:00 às 13:00 horas Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Galeria do Rock – Loja 255 Avenida São João, 439, Centro – São Paulo, SP Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 10:30 às 19:00 horas Sábado das 10:30 às 17:00 horas Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Metal Music Rua Álvares de Azevedo, 159, Centro – Santo André, SP Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas Sábado das 10:00 às 18:00 horas Este estabelecimento não aceita pagamento em dinheiro Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Planet CD – Galeria Pedro Jorge Rua Senador Pompeu, 834, Centro – Fortaleza, CE Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 09:00 às 17:00 horas Sábado das 09:00 às 15:00 horas Sujeito à cobrança de taxa de serviço

    Scheherazade CDs Rua Conde de Bonfim, 346, Tijuca – Rio de Janeiro, RJ Informações Adicionais: De segunda a sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas Sábado das 10:00 às 18:00 horas Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    School of Rock Anália Franco Rua Eleonora Cintra, 82, Vila Regente Feijó – São Paulo, SP Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 10:00 às 21:00 horas Sábado das 10:00 às 13:00 horas Este estabelecimento não aceita pagamento em dinheiro Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Shopping Metropolitan – Dr Rock Rua Emiliano Perneta, 297, Centro – Curitiba, PR Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 09:00 às 20:00 horas Sábado das 09:00 às 17:00 horas Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Toinha Brasil Show Quadra SOF Sul, Quadra 09, Guará – Brasília, DF Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 14:00 às 18:00 horas Agilize seu atendimento, faça o cadastro no site antes de ir ao Ponto de Venda. Chame no Whatsapp – (61) 986165097 Sujeito a cobrança de taxa de serviço.

    Vix Rock Store Av. Nossa Senhora da Penha, 356, Praia do Canto – Vitória, ES Informações Adicionais: De segunda à sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas Sábado das 10:00 às 14:00 horas Sujeito à cobrança de taxa de serviço

    Créditos das fotos: Divulgação Flyer por João Duarte (@jduarte_design) Release por JZ Press (@jzpressassessoria)

    Links Relacionados: https://www.myrath.com https://www.facebook.com/myrathband https://www.instagram.com/myrathband https://www.facebook.com/darkdimensionsprodutora https://www.instagram.com/darkdimensionsbrazil https://www.facebook.com/jzpressassessoria https://www.instagram.com/jzpressassessoria

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  • ALLEN KEY lança versão heavy metal para hit da LADY GAGA

    ALLEN KEY lança versão heavy metal para hit da LADY GAGA

    POR ASSESSORIA 

    Quem já assistiu a um show da Allen Key, provavelmente já conhece a versão que a banda faz para o hit “Judas”, da cantora americana Lady Gaga. A versão, que virou quase uma marca registrada da banda e único cover que a Allen Key insere em seus setlist além de suas músicas autorais, agora foi registrada pela banda em estúdio e lançada como single e videoclipe. Assista o videoclipe da versão da Allen Key para “Judas” da Lady Gaga abaixo:

    O videoclipe de “Judas” teve filmagens, direção e edição de Caike Scheffer, a música teve produção de Wagner Meirinho, do Loudfactory, com distribuição pela Canil Records. A versão original de “Judas”, lançada em 2011, é escrita por Lady Gaga, Neyo e Red One. O lançamento de “Judas” funciona como uma espécie de homenagem da banda ao seu primeiro ciclo de vida, iniciado em 2018, e que agora vem se encerrando para o início de uma nova etapa com o começo da produção das músicas do segundo álbum da banda, que deverão ser anunciadas em breve.

    Nesta primeira fase, a banda lançou seu álbum de estreia, “The Last Rhino”, em 2021, bem como videoclipes para cada uma de suas faixas. Em 2022 o álbum ganhou sua versão ao vivo com o lançamento do show gravado pela banda no Estúdio Showlivre. Durante a turnê de promoção do “The Last Rhino”, a Allen Key apresentou-se em Curitiba, Rio de Janeiro, Santos, Campinas, São Paulo, entre outras cidades, tocando em apresentações individuais ou ao lado de grandes nomes do Metal Nacional e Internacional como Shaman, Angra e Tarja (ex-Nightwish). A Allen Key conta em sua atual formação com Karina Menascé no vocais, violão e teclados, Pedro Fornari e Victor Anselmo nas guitarras, William Moura no baixo e Felipe Bonomo na bateria. Ouça o single “Judas” abaixo:

    Siga @allenkeyofficial no Instagram para ficar por dentro de todas as novidades e lançamentos da banda.

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  • POSERS: clipe de “Noite de Núpcias” traz diferentes interações na intimidade de casais

    POSERS: clipe de “Noite de Núpcias” traz diferentes interações na intimidade de casais

    POR ASSESSORIA 

    O duo Posers, que conta com o guitarrista e vocalista Guilherme Colosio e o multi-instrumentista Pedro Miranda, agora com reforço de Rafael Carvalho (guitarra e baixo), apresenta seu novo single e clipe, “Noite de Núpcias“, onde busca explorar de forma artística algumas possibilidades de manifestação do amor em seus momentos de intimidade. O áudio foi gravado e mixado no estúdio Purosom (SP), por Peter Filgueiras.

    Por sua estética com influência no clássico, em peças de teatro e na herança de movimentos como a antiga Vanguarda Paulista, o duo sempre procura passar suas mensagens de forma abrangente no audiovisual. Assim, o trabalho para o videoclipe contou com auxílio da cena fetichista e bdsm de São Paulo. “Nas festas de Heitor Werneck, Projeto Luxúria, conhecemos os participantes do clipe. Sabrina Prezotte já tem experiência com as câmeras, tem alguns canais no XVideos e deu um show de performance. Quando a vi pela primeira vez, ela estava com a mesma fantasia que está usando no clipe”, recorda Guilherme Colosio. “A ideia de chamar outros dois casais, Heitor Werneck e Guilherme Cosme, seu namorado, e também Micheli Fermans foi apresentar diferentes interações na intimidade dos casais”, acrescenta.

    Veja o videoclipe de “Noite de Núpcias”, filmado em 4K e dirigido por Daniel Mazza:

    Além de referências ao metal industrial do Rammstein e ao gótico do Lacrimosa, além de Marilyn Manson, dentre outros do estilo, o grupo pretende seguir lançando singles. “Musicalmente, mantemos o Rammstein como influência principal, além do uso de vocais mais falados, usado por nomes como o saudoso Frank Zappa e Ace Frehley, do Kiss. Porém, sigo estudando outras abordagens de canto para incluir mais melodia e fazer novas experimentações”, revela Colosio. “Estamos concluindo a composição do próximo single, ‘Esperança’, mas dessa vez a ideia é gravar mais músicas juntas, ou ao menos deixar o processo mais ágil para não ter um intervalo muito grande entre um single e outro”, conclui.

    Ouça “Noite de Núpcias” no Spotify em https://tinyurl.com/3wu8m3s3

    Sites relacionados: https://linktr.ee/posers

    E-mail: [email protected]

    Foto: Ian Andrades

    Imprensa – ASE Music: http://www.asepress.com.br/music/ www.instagram.com/ase_press/ [email protected]

     

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  • PESTA: banda lança novo vídeo ‘ao vivo’ de “Witches’ Sabbath”

    PESTA: banda lança novo vídeo ‘ao vivo’ de “Witches’ Sabbath”

    POR ASSESSORIA 

    Um dos nomes mais representativos do Doom Metal/Stoner da atualidade, a banda mineira Pesta tem se destacado por suas ótimas apresentações, e por sempre apresentar material de qualidade.

    Eles lançaram recentemente um vídeo ‘Oficial Live’ para a música “Witche’s Sabbath” – música que abre seu segundo álbum, “Faith Bathed In Blood”. Assista:

    Sobre o vídeo, a banda disse; “A Pesta é uma velha bruxa, sedenta a levá-los as profundezas do Doom, e este é o nosso Sabbath das Bruxas”.

    Ele foi gravado ao vivo na casa de shows Mister Rock (Belo Horizonte/MG) pela Goblin TV  (Lucas Hell, Pedro Vasseur, Daniel Tulher e César Pessoa, cuidaram da captação de vídeo,  e André Cabelo do áudio).

    A pegada ritualística do Doom Metal do Pesta, já é conhecida através das músicas de seus excelentes álbuns; “Faith Bathed in Blood” (2019), “Bring Out Your Dead” (2016) – além do EP “Here She Comes” (2015). A banda foi formada em 2014 em, Belo Horizonte/MG, e é um dos nomes em destaque do gênero no Brasil, tendo muitos seguidores no exterior, inclusive.

    No dia 12 de abril (quarta-feira), eles farão uma apresentação como banda convidada dos portugueses do Moonspell (além da banda Weight Of Emptiness do Chile), no Mister Rock de Belo Horizonte/MG.

    Os ingressos já estão à venda, neste link:

    https://www.clubedoingresso.com/evento/moonspell-bh

     

    A formação do Pesta traz Thiago Cruz (vocais), Marcos Resende (guitarra), Daniel Rocha (guitarra), Anderson Vaca (baixo) e Flávio Freitas (bateria).

    Acompanhe o Pesta em seus canais oficiais:

    www.facebook.com/pestadoom

    www.instagram.com/pestadoom/

    www.pestadoom.bandcamp.com/

    www.youtube.com/@PestaDoom

    https://open.spotify.com/artist/5w7tXOFahGczAG8hWpX1LD?si=BuhporfESFWrj-l2SaZ0ng

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  • SOUR BRANDY lança single “Ground me Down” com videoclipe

    SOUR BRANDY lança single “Ground me Down” com videoclipe

    POR ASSESSORIA 

    A banda paulista Sour Brandy lança o single “Ground me Down”, que chega acompanhado de um videoclipe gravado pelo Matheus Candido com edição de Gustavo Gumerato, mostrando toda a energia e atmosfera sonora que a banda quer transparecer. Sour Brandy tem proposta de trazer a mentalidade e estética do no velho-oeste, com uma sonoridade atemporal que mescla as diversas influências da banda. “‘Ground me Down’ conta uma história breve onde um viajante se encontra emboscado, ele tenta reagir mas no final todos desfalecem. Só que a letra é contada cada milésimo de segundo dos dois indivíduos, cada movimento, cada pensamento, cada vontade e ação que eles queriam tomar, só que o final já está decidido para ambos.“, conta a banda. Este é o terceiro single do álbum de estreia ‘Unglory’, que será lançado em 28 de abril, embora tenha sido composto há 2 anos. “Começamos no início de 2020, porém com a pandemia, houve adiamentos até a conclusão no final de 2022. Esses adiamentos nos deram oportunidade de acrescentar algumas ideias tanto de composição quanto de mixagem”, comenta a banda. A promoção do disco conta com mais 2 singles e videoclipes, que serão lançados em breve.  
    Assista o vídeo de “Ground me Down”  AQUI! Ouça “Ground me Down”  AQUI!

    Sour Brandy foi formado em 2017 na cidade de Atibaia-SP pelos integrantes Adrian Godoy (guitarra e vocal), Luis Victor (baixo) e pelo ex-integrante Jonas Oliveira (bateria), que saiu da banda recentemente, dando lugar para o baterista Gustavo Gumerato. A banda deu uma nova roupagem ao stoner e heavy metal, tendo influências de bandas como Black Sabbath, Black Label Society, Motorhead, Pride&Glory, Pantera, Black Stone Cherry, Mudvayne, Blues Saraceno, The Devil Makes Three e muito mais.

    A banda chama atenção pelo som e pelas características visuais, nas composições artísticas de palco e em vestimentas, sendo baseadas no velho-oeste com toque rústico dos moto-clubes. Em 2019 lançam o primeiro trabalho intitulado ‘Along’, EP de seis faixas que foi lançado em mídia física e digital. O conceito do EP foi tratar das mudanças de emoções do cotidiano, desde a felicidade extrema, como na faixa “Rise Your Beer”, até o ódio extremo no caso de “Hate”. De 2017 a 2019, houve um trabalho intenso de shows, tanto em apresentações no meio underground, onde participam com frequência dos eventos promovidos pela revista Rarozine, quanto nos shows promovidos por moto-clubes. O ápice e um dos últimos eventos foi a abertura do show do cantor Supla em 2019 em Atibaia-SP. O álbum de estreia ‘Unglory’ marca uma nova etapa na história do Sour Brandy, com o novo integrante, a mudança na identidade visual e as metas e objetivo mais conciso para estabelecer uma forte identidade e fincar o nome no cenário da música pesada. A banda também conta com o mascote Austin Weston, sendo um chamariz autêntico e mais um elemento para que o público se lembre da banda. A história de Austin Weston seria construída e contada em algumas músicas do álbum, sempre tendo alguma menção à sua história de forma discreta, ajudando assim, no engajamento dos trabalhos.  

    Gênero:  Groove Metal

    Gravação:  Rafael Freitas (Lunchbox music) Produção:  Rafael Freitas (Lunchbox music) Masterização: Rafael Freitas (Lunchbox music) Mixagem:  Rafael Freitas (Lunchbox music) Arte da Capa: Alcides Burn Fotografia:  Matheus Candido SOUR BRANDY é: Adrian Godoy (guitarra e vocal) Luis Victor (baixo) Gustavo Gumerato (bateria) SOUR BRANDY online: FACEBOOK    INSTAGRAM  
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  • BLAZE BAYLEY sofre ataque cardíaco e está internado

    BLAZE BAYLEY sofre ataque cardíaco e está internado

    Blaze Bayley sofreu um ataque cardíaco em sua residência na noite deste último sábado (25) e está internado. Sua condição é estável e o ex-cantor do Iron Maiden está consciente. Nas redes oficiais de Blaze, foi divulgado o seguinte comunicado através de seus agentes, Mark Appleton Christopher Appleton:

     

    “Lamentamos sinceramente anunciar que Blaze teve um ataque cardíaco em casa ontem à noite e agora está no hospital em condição estável, aguardando notícias de uma nova cirurgia/tratamento. (Apesar) das circunstâncias ele está de bom humor, mas totalmente desapontado por ter que adiar nossos próximos shows em março e abril. Os reembolsos de ingressos estarão disponíveis, mas esperamos sinceramente que você mantenha seus ingressos para as novas datas que anunciaremos assim que forem agendadas.

    Em relação aos shows já agendados para junho/novembro deste ano, compreensivelmente, temos que esperar um pouco para ver o quão rápida será a recuperação de Blaze, então, fique atento e, enquanto isso, o mais importante, temos certeza de que você se juntará a nós para lhe desejar uma completa e rápida recuperação. Blaze sente sua falta, mal pode esperar para recuperar a saúde total e ver todos vocês novamente.  
    Toda tempestade acaba… “seu coração irá curar”” (N.R.: frases da música Every Storm Ends que fecha o mais recente álbum de estúdio de Blaze, War Within Me, de 2021).

    A equipe da Roadie Crew estima a total recuperação de Blaze Bayley. Que em seu tempo Blaze possa voltar para os palcos e com muita saúde.

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  • JAMES HETFIELD e sua visão técnica do METALLICA: “Eu sei que individualmente somos músicos medianos”

    JAMES HETFIELD e sua visão técnica do METALLICA: “Eu sei que individualmente somos músicos medianos”

    Capa da nova edição da Cigar Aficionado, revista especializada em charutos e no bem estar dos homens, James Hetfield comentou em entrevista à mesma a sua percepção sobre a questão da técnica individual dos músicos do Metallica, e ressaltou que o melhor da banda é o resultado do trabalho em conjunto. “Eu sei que individualmente somos todos músicos realmente medianos”, opinou o vocalista e guitarrista. Ao longo dos anos, tornou-se lugar comum notar nas redes sociais ou em rodas de amigos headbangers muitas críticas sobre as habilidades principalmente de Lars Ulrich e de Kirk Hammett. Para muitos, Ulrich nunca foi um primor como baterista de thrash metal, apesar de do debut Kill ‘Em All ao controverso “Black Album” ele ter influenciado muitos colegas de instrumento; no caso de Hammett, o núcleo das galhofas parte do fato de ele ser um guitarrista tido como repetitivo, isso no sentido de ele se limitar ao uso eterno do pedal wah-wah na hora de solar. Mas apesar do que disse sobre a questão técnica individual dos membros de sua banda, Hetfield ressaltou o resultado alcançado quando trabalham como uma unidade. “(…) quando você nos põe juntos, algo acontece”, diz James, referindo-se à química musical da banda. “Algo realmente acontece… Se levantar e tocar com as pessoas é como um pesadelo para mim”, admitiu. E ao falar em ter pesadelo, Hetfield abriu o leque para comentar sobre o medo que tinha do palco nos primórdios do Metallica: “Os primeiros shows foram realmente difíceis – eu era muito tímido”, lembrou. “(Eu) não queria falar. Eu gostaria que os outros caras da banda apresentassem as músicas. (Agora) Eu me sinto muito confortável lá em cima, é muito estranho. Sentar-se frente a frente com alguém é muito mais repleto de ansiedade do que ficar de pé na frente de 10 mil pessoas, 20 mil pessoas…”.
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  • JANE’S ADDICTION – São Paulo (SP)

    JANE’S ADDICTION – São Paulo (SP)

    Por Guilherme Góes Silva

    Fotos: André Santos

    Como de costume, durante a semana que antecede o Lollapalooza, um dos festivais de música mais importantes do mundo e que chega a sua 10ª edição, algumas bandas realizam shows secundários em diferentes clubes da capital paulista, aquecendo o público para a grande festa no autódromo de Interlagos. Na quarta-feira (22), em uma gig da série “Lolla Parties”, a banda estadunidense Rise Against deu uma verdadeira aula de punk rock no Cine Joia. Na noite seguinte (23), foi a vez do clássico grupo de rock alternativo Jane’s Addiction realizar um show especial na Audio, mantendo a energia dos rockeiros em alta para o espetáculo principal.

    Formado em 1985, na cidade de Los Angeles, pelos músicos Perry Farrell (idealizador do festival Lollapalooza), Dave Navarro, Stephen Perkins e Chris Chaney, o grupo ganhou repercussão mundial por seu som único e inovador, que combina elementos do punk rock, heavy metal, funk e música psicodélica. Além disso, o conjunto foi pioneiro em explorar os videoclipes (uma novidade na época) durante os primeiros anos da MTV, e as produções audiovisuais de Been Caught Stealing, Mountain Song e Stop até hoje são consideradas como verdadeiros marcos na cultura pop.

    No dia do show, a metrópole estava em situação de calamidade devido à greve dos metroviários, que simplesmente paralisaram suas atividades. Como resultado, as vias ficaram congestionadas, e a ausência de um serviço alternativo sobrecarregou o sistema de ônibus, resultando em atrasos para os profissionais de imprensa que precisaram correr para realizar o credenciamento. No entanto, a equipe da Midiorama demonstrou uma postura compreensiva ao estender o horário de atendimento aos colaboradores da mídia, tornando o processo mais tranquilo.

    Ao entrar no clube, ficou evidente que a greve também afetou o transporte dos fãs, causando a impressão inicial de que o evento estava destinado ao fracasso. Às 21h, a pista da casa, desta vez sem separação entre “premium” e “comum”, estava relativamente vazia, não atingindo nem metade da capacidade máxima. O deck de convivência, geralmente repleto de pessoas disputando assentos, também estava notavelmente vazio. No entanto, por volta das 21h15, o público começou a chegar em grande número, gradualmente preenchendo a casa de espetáculos. Mesmo quando a banda estava prestes a entrar no palco, ainda era possível observar pessoas na fila de entrada.

    Com um atraso de 30 minutos em relação ao horário oficial (que pode ter sido planejado para permitir que mais pessoas entrassem na casa), Perry Farrell (vocal), Stephen Perkins (bateria), Eric Avery (baixo) e o músico substituto Josh Klinghoffer (o guitarrista original Dave Navarro encontra-se afastado das turnês devido a complicações após ter contraído Covid-19) finalmente subiram ao palco. Sob uma iluminação sutil e envolvidos por muita fumaça, a banda percorreu o palco ao som de uma base pré gravada de tambores africanos antes de começar com a faixa semi-instrumental Up The Beach. Cativados pela presença dos ídolos, os fãs se envolveram de tal forma que começaram a “emular” os sons das notas do solo de guitarra de Josh e a gritar histericamente junto com Perry.

    Após a breve “introdução”, a banda deu início ao set com Trip Away, que permitiu a Josh exibir seu estilo único de tocar, saltitando e correndo pelo palco. Seguindo com músicas do primeiro álbum, Whores manteve o ritmo animado, com garotas seminuas dançando na passarela posicionada atrás da bateria. No entanto, apesar do que deve ter sido planejado, muitos membros do público pareciam indiferentes às dançarinas, levantando questões sobre a ética de destacar esse tipo de atração em um show nos dias de hoje, dado que tal atitude pode parecer ultrapassada. Felizmente, a habilidade de Josh na guitarra acabou chamando mais atenção do que a proposta… digamos, sem juízo.

    Em No One’s Leaving, Josh ficou preso em um riff limitado e repetitivo, deixando que Stephen encantasse o público com viradas matadoras na bateria que definem a canção. Já em Ain’t No Right, hit do álbum Ritual de lo habitual (1990), Eric foi o responsável por levar a plateia à loucura com sua passagem hipnotizante no contrabaixo. A emoção foi tanta que dezenas de pessoas iniciaram um mosh na pista, evidenciando a energia contagiante da performance.

    Para a performance de Ted, Just Admit It…, as dançarinas foram escaladas novamente e ganharam mais destaque utilizando passarelas maiores nas laterais do palco. No entanto, o público permaneceu indiferente. Notando a falta de reação, Perry questionou a plateia: “Vocês acham isso certo? Vocês acham isso errado?”. Vale destacar que durante o refrão, Perry fez uma homenagem ao baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins. Depois disso, o show seguiu meio morno com os b-sides Then She Did… e Obvious.

    Saindo do momento mais calmo, Kettle Whistle trouxe um dos momentos mais memoráveis da noite, quando todos os integrantes da banda foram frente ao palco com tambores e acompanharam o baterista Stephen na percussão. Com a apresentação já ganha, a banda entregou uma sequência com os hits Mountain Song, Three Days e Stop!. O jogo de iluminação explosivo e as diversas cores em movimento trouxeram um visual marcante, saindo um pouco do tom monocromático que havia dominado a decoração e encerrando o set regular com chave de ouro.

    Após um breve bis, Perry e Eric voltaram sozinhos ao cenário e revelaram que iriam tocar uma música que haviam escrito juntos em homenagem a uma amiga quando formaram a banda. Emocionando o público, eles introduziram Jane Says, que foi acompanhada por uma onda de vozes entusiasmadas. Logo em seguida, os demais membros retornaram aos seus postos e tocaram o clássico Been Caught Stealing, uma obra-prima musical e visual. Este hit atemporal não só conquistou fãs com sua batida marcante e refrão inesquecível, mas também teve um impacto cultural significativo. Com o icônico videoclipe que inspirou alguns jovens a cometerem pequenos furtos em supermercados e lojas nos anos 90, será que essa música ainda tem alguma influência nos US$69 bilhões de produtos que são roubados das lojas dos EUA a cada ano? Algum dia, eu espero um estudo sobre isso. Além disso, quantos jovens tiveram o primeiro contato com o rock após terem escutado essa brilhante canção na trilha sonora do GTA San Andreas? O impacto cultural desta música é tão grande que mereceria uma matéria dedicada somente a ela.

    Com uma setlist impecável, que destacou em sua maioria hits dos anos 80 e 90, Jane’s Addiction conseguiu envolver o público em uma atmosfera enérgica e contagiante. Destaque também para as performances impressionantes de  Josh Klinghoffer, que conseguiu segurar bem a responsabilidade de substituir Dave Navarro, executou as músicas com competência e ainda trouxe um certo “rejuvenescimento” ao grupo. Certamente, os fãs estão preparados para o Lollapalooza!

    Setlist:

    Trip Away

    Whores

    No One’s Leaving

    Ain’t No Right

    Ted, Just Admit It…

    Then She Did…

    Obvious

    Chip Away

    Kettle Whistle

    Mountain Song

    Three Days

    Stop!

    Bis:

    Jane Says

    Been Caught Stealing

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  • JEFF SCOTT SOTO (ACÚSTICO) – São Paulo (SP)

    JEFF SCOTT SOTO (ACÚSTICO) – São Paulo (SP)

    Por Ricardo Batalha
    Fotos: Frederico Batalha

    Um dia após se apresentar no Stones Music Bar ao lado de Eric Martin (Mr. Big), o americano Jeff Scott Soto realizou um set acústico em 23 de março (quinta-feira), em um evento limitado e exclusivo no The Flaming Youth Experience, que teve seu nome inspirado em Flaming Youth, faixa do platinado Destroyer, do Kiss. “Peguei o nome de 10 músicas do Kiss que achava legal e uma amiga, a DJ Pah Baker, sugeriu Flaming Youth dentre os 10 selecionados. Inicialmente, seria apenas o nome da marca de roupa. Flaming Youth Experience engloba diversos sub produtos: flaming diner, flaming café, flaming tattoo shop, flaming bar, flaming club… A ideia é que sejam marcas independentes dentro de um lugar só, mas também preparadas para serem abertas em outros espaços”, explicou Rafael Endres, proprietário da casa.

    Localizado no bairro da Vila Mariana, o bar vem se destacando na vida noturna paulistana como uma casa conceito, tendo baladas dedicadas a diversos tipos de música, inclusive de rock, hard rock e metal, além de loja de roupas, café, restaurante, estúdio de tatuagem e que promove eventos musicais e até de comédia stand-up. “O Flaming é uma casa feita para que as pessoas se sintam literalmente em casa. Nosso foco é trazer uma experiência completa. Nos preocupamos muito com o atendimento. Do momento que a pessoa chega até a hora de ir embora, queremos entregar momentos inesquecíveis. Acredito muito que hoje em dia não adianta ser apenas um bar, ou um restaurante ou uma loja, mas ter tudo isso no mesmo espaço”, detalhou Rafinha. “Nossa proposta é fazer uma programação para quem quer se divertir, então, ao invés de nichar, trazemos artistas de vários estilos e fazemos festas direcionadas a vários públicos, buscando não descaracterizar muito a “cara” da casa. Creio que o rap, o hip hop, o blues, o jazz e o rock (em todas as suas vertentes) se conversam, então as festas podem agradar sempre o público frequentador. Nós temos a visão de que todos são bem-vindos independentemente de religião, ideologia, orientação sexual… Todos podem conviver em um espaço sem preconceitos e com muita comida, bebida, música e uma equipe preparada para fazer com que todos se sintam acolhidos”, acrescentou o também guitarrista, que fez parte do Shocker e se apresentou antes do Soto com o Unholy – por sinal, outro nome de música do Kiss.

    O público, formado por fãs cativos de Soto e diversos músicos de bandas de rock/metal, se divertiu antes dos sets acústicos com a experiente DJ Lady Rocker, que privilegiou o hard rock em sua discotecagem e esquentou a noitada até a entrada do Unholy. Rafinha Endres (guitarra), Ivan Landgraf (guitarra, Venomous, The Hammer – Motörhead Tribute), Leandro Peixoto (bateria, Válvera) e o vocalista Vitor Karakama, irmão do vocal oficial, Vinicius, que não pôde estar presente na ocasião. O set acústico trouxe covers de Judas Priest, Van Halen, Kiss, Skid Row, Whitesnake, Journey e Bon Jovi, além da autoral Riverside, que traz uma pegada southern rock.


    Ao final, a DJ Lady Rocker retomou a discotecagem até a entrada de Jeff Scott Soto e sua banda, composta pelos brasileiros BJ (Spektra, SOTO, Tempestt), Leo Mancini (Noturnall, Tempestt, Shaman) e Edu Cominato (bateria, Spektra, SOTO, Geoff Tate e outros). Por sinal, durante o show, o vocalista americano mais brasileiro da música não só elogiou seus companheiros de banda, que estão juntos com ele desde a sexta edição da Hard N’ Heavy Party, organizada pela Animal Records e realizada na Choperia Ôrra Meu a 27 de abril de 2002, mas disse que sente um carinho especial pelo Brasil e que se soubesse teria vindo bem antes disso.

    Como sempre impecável, o show acústico de Soto e a banda iniciou de forma mais morna com Times Like These, mas foi crescendo com We Will Rock You e Another One Bites the Dust, do Queen. Na sequência veio Mysterious (This Time It’s Serious), do Talisman e que BJ gravou com Mancini e Cominato em Acoustic Hits, seu álbum acústico. Soul Divine, uma das melhores do álbum Lost in the Translation (2004) e que, com sua pegada mais Extreme, se destacou pela precisão nas vozes. A execução é até desnecessário comentar, pois perfeição é a palavra de ordem quando este quarteto entra em cena.


    Enquanto alguns presentes pediam por músicas, em um momento do set alguém puxou um “vira, vira, vira…”, que é tradicional em shows de Soto no Brasil desde quando ele descobriu a caipiroska. Porém, desta vez ele brincou dizendo que faria somente o “vira, vira, vira…” de suco de uva, já que estava tomando antibiótico. Então vieram mais duas do Queen, com I Want To Break Free e Crazy Little Thing Called Love. Os pedidos de música seguiam e alguém pediu por algo do Steel Dragon, a banda fictícia criada para o filme Rock Star. Após brincar falando que teriam que chamar Myles Kennedy para ficar berrando alto, Soto falou: “Serve Living The Life?”. Composta por Steve Plunkett (ex-Autograph) e Peter Beckett, a versão agitou os presentes.

    Comes Down Like Rain, do W.E.T., precedeu mais duas do Queen, com I Want It All e Under Pressure. Porém, outro cover que sempre se destaca é Crazy, composição de Seal que o Talisman gravou em Life (1995). O repertório novamente se voltou ao Queen, com Love of My Life, Hammer To Fall e Tie Your Mother Down. O momento groove que Soto tanto curte veio com Superstition, clássico de Stevie Wonder. O lado bluesy entrou em cena com Ice Cream Man, de John Brim, que ficou conhecida nas mãos do Van Halen.

    O set se encerrou com I’ll Be Waiting, faixa do álbum de estreia do Talisman. Curioso foi a movimentação no bar nos primeiros momentos, pois quem estava na área externa entrou correndo – “essa eu não posso perder!”; “é a minha preferida”, comentaram alguns.

    “Receber esse acústico foi um sonho. Jeff foi excelente, fez um show maravilhoso e as pessoas entenderam o conceito da experiência. O valor do ingresso era um pouco mais alto do que os outros shows, mas entregamos algo diferenciado e intimista. Jeff atendeu a galera, todos ficaram próximos do artista, o open bar foi um sucesso e o preço é o custo da exclusividade. Adotamos um conceito que foi aprovado e pretendemos fazer mais shows internacionais assim. Tenho que agradecer as empresas parceiras que nos deram todo o suporte necessário e ao pessoal da Free Pass que confiou na nossa capacidade”, concluiu Rafinha Endres.


    * N.R.: Curioso foi chegar ao The Flaming Youth Experience e na entrada ser recebido pelo “baixinho” de 2m04, Fernando “Ganso” Biava, amigo e ex-companheiro de basquetebol, que está trabalhando como segurança da casa. Fã de rock/metal, ele estava animado com a presença de Soto na casa.