POR ASSESSORIA
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

POR ASSESSORIA
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

POR ASSESSORIA
A banda de heavy metal Seventh Seal, formada em 1995, está de volta aos palcos, e já tem dois shows no mês de abril.
O Seventh Seal que lançou 3 álbuns, o último deles, o elogiado “Mechanical Souls” em 2014 (Shinigami Records) voltou com dois novos integrantes. Além do fundador Tiago Claro (guitarra), Leandro Caçoilo (vocal – Viper/ Caravellus, e que está na banda desde de 2011) e Thiago Oliveira (The Mist, ex-Warrel Dane, e na banda desde 2009), se juntam agora a Gustavo Marabiza (Necromesis) e Braulio Drummond (Dorsal Atlântica, ex-Unearthly).
Além dos shows, a banda promete para os próximos meses um novo single, além de um possível álbum ainda para 2023. O Seventh Seal também estreou sua nova página no Instagram, onde o fã pode ficar por dentro de todas as novidade da banda.
Shows já agendados:
15.04 – Sesc Santo André/SP
22.04 – CDM Metal Fest – Campo do Meio/MG
Para contratar o show do SEVENTH SEAL entre em contato pelo e-mail [email protected]
Entrevistas: [email protected]
Acompanhe as novidades do Seventh Seal em seus canais oficiais:
www.instagram.com/seventh_seal_metal
www.facebook.com/seventhsealofficial
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

POR ASSESSORIA
O vocalista norte americano Eric Martin se apresenta em Santo André na sexta (24) no Santo Rock Bar (Av. Firestone, 1340, Casa Branca, Santo André) a partir das 18h (o show começa às 22h). No repertório estarão todos os sucessos do Mr. Big. A banda Rolls Rock é a banda de apoio do vocalista.
Os ingressos podem ser adquiridos na página do Clube do Ingresso:
https://www.clubedoingresso.com/evento/ericmartin-santo-rock-bar
O Mr. Big teve início em 1988 com Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo), Eric Martin (vocal) e Pat Torpey (bateria). Todos os membros eram considerados, principalmente por colegas músicos e críticos, extremamente habilidosos e com um talento acima da média em seus respectivos instrumentos. Também eram muito experientes: Martin cantava desde os 10 anos e, mais tarde, foi líder da Eric Martin Band; Gilbert tocava desde os 9 e havia sido guitarrista da banda Racer X; Sheehan liderava no Talas, havia tocado no UFO e na banda solo do vocalista David Lee Roth; já Pat tinha tocado com Robert Plant, John Parr e Belinda Carlisle.
A discografia do Mr. Big conta com 9 álbuns de estúdio, com destaques para os clássicos “Mr.Big” (1989), “Lean into It” (1991), “Bump Ahead” (1993) e “Hey Man” (1996), ambos ‘recheados’ de hits.
Eric Martin nasceu em 10 de outubro de 1960, em Long Island/NY, e além de sua carreira solo e com o Mr. Big, ele também cantou no projeto do guitarrista japonês Tak Matsumoto, chamado Tak Matsumoto Group. Em 2013, Eric foi convidado para cantar no novo projeto do Avantasia, intitulado “The Mystery of Time”.
Nos últimos tempos, Martin também esteve envolvido em vários projetos. A coleção mais completa de suas obras está disponível no site oficial de Eric Martin. Seus projetos incluíram cantar músicas em álbuns de diferentes compositores/artistas, além de gravar vocais comerciais de TV, e participações em alguns concertos beneficentes.
Em Santo André ele dará uma geral em sua grande carreira, com ênfase no Mr. Big, com a renomada banda Rolls Rock no apoio.
Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/857255905552641
Páginas relacionadas:

A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

POR ASSESSORIA
Após sua incursão no Heavy Metal clássico, um dos maiores cantores brasileiros de Rock lança álbum ao vivo primando pela energia e excelência sem ‘overdubs’
O multi-instrumentista, e dono de uma das vozes mais bonitas do Heavy Metal e Hard Rock brasileiro, o paulista FABIANO NEGRI, lançou no dia 11 de março “Between Playing and Cursing…Live”, primeiro álbum ao vivo de sua carreira como músico solo.
Após o excelente e último álbum de estúdio, “ZebathY” (2022), conquistar números expressivos de audições nas plataformas de streaming no Brasil e, também, no exterior, essa primeira incursão solo em um álbum conceitual totalmente dedicado e voltado ao Heavy Metal clássico, despertou em Fabiano Negri a necessidade de todo músico que se preze tem: tocar ao vivo. “Minha ideia inicial com esse álbum era buscar a sonoridade dos primórdios do Heavy Metal, com influências claras de Black Sabbath, minha banda favorita. Tocar ao vivo esse material tão bom era uma necessidade artística e uma realização pessoal para mim”, explicou Fabiano.
Desde 2015 sem pisar nos palcos para dar continuidade com seu trabalho solo, o músico juntou uma nova banda trazendo familiares, alunos e amigos próximos para essa nova empreitada, resultando numa química e vibe brilhantes em todos os aspectos.
Esse resultado não poderia ser outro, e “Between Playing and Cursing…Live”, gravado por Bruno Pontes, no dia 26 de novembro de 2022, no Clube da Música, em Campinas/SP, mixado e masterizado por Ric Parma no Estúdio Sonic Paw, mostra uma banda de 8 músicos coesa e competentíssima formada por Fabiano Negri (vocal), Ric Parma e Róbson Brocco (guitarras), Ian ‘Absurd’ (baixo e filho de Fabiano), Tomás Mainieri (bateria), Pedro Sampietri (teclado), Nara Leão (backing vocal e esposa de Fabiano) e Nia Sabiano (vocais de apoio).
“Tenho muito material solo que jamais toquei ao vivo, então me foquei mais nos últimos três álbuns de estúdio, os mais Hard Rock “The Fool’s Path” (2020) e “Reborn” (2021), e, principalmente, o mais recente “ZebathY” com 5 faixas. Mesmo assim, tentei colocar pelo menos uma faixa de todos meus trabalhos solo, que não são poucos (risos)”, comentou Fabiano. Para seguir uma linha definida na carreira, nenhuma faixa das bandas Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsuspected Soul Band foram executadas, focando somente no material solo.
Fabiano Negri orgulha-se que “Between Playing and Cursing…Live” não contém nenhum tipo de ‘overdub’, mostrando exatamente como deve ser uma apresentação ao vivo. “A banda soou brilhantemente e cheio de energia. Todos acertos e pequenos erros aparecem da forma como foram executados no dia, pois não temos nenhuma maquiagem na gravação, soando tudo muito humano, dinâmico, certeiro e, principalmente, verdadeiro em sua essência”, afirma Fabiano. “Podia ter dado tudo errado, pois seria apenas uma única noite de gravação e não podíamos errar ou alguém ficar doente em cima da hora, mas os astros se alinharam e tudo conspirou para uma grande noite com ingressos todos vendidos, público cantando todas nossas músicas numa noite memorável. Que bom que deu tudo certo e foi registrado”, finaliza.
“Between Playing and Cursing…Live” não vai ser lançado em formato físico, mas estará disponível de forma completa (14 músicas e 14 vídeos) para venda através do site oficial do cantor em www.fabianonegri.com e reduzida para as plataformas de streaming sem duas opções:
EP com 6 faixas (áudio) em https://sptfy.com/fabianonegri Playlist com 6 vídeos (YouTube) em https://bit.ly/3SGiXrF
A relação completa de faixas de “Between Playing and Cursing…Live” é:
1. The Night Starway 2. Flames Of Ambition 3. The Universal Builder 4. Dear Captain 5. The Pure And The Damned 6. Envy’s Lust 7. Morning Rain 8. At Midnight 9. Hopeland 10. ZebathY (The Mistress Of Darkness) 11. Postdamer Platz 12. Inside Out 13. Cursed Artist 14. Dying City
No dia de lançamento, Fabiano Negri comemorou fazendo um pequeno show acústico onde algumas faixas foram gravadas para serem usadas no futuro. Com as vendas de “Between Playing and Cursing… Live”, o cantor dará continuidade em sua carreira solo com material inédito seguindo a mesma linha Heavy Metal com algumas pitadas progressivas, primando sempre pelo bom gosto, criatividade e classe.
Assista “Dying City (Live)”:
Ouça FABIANO NEGRI em:
Spotify: https://spoti.fi/3LKbhAn Deezer: https://bit.ly/3MN1LfO Apple Music: https://apple.co/3ym8BES Amazon: https://amzn.to/3FfSgTH YouTube: www.youtube.com/fabianonegrisolo
Mídias Sociais/Contato:
Facebook: www.facebook.com/fabianonegrisolo Twitter: twitter.com/fabianonegri Instagram: www.instagram.com/fabianonegrisolo Site: www.fabianonegri.com E-mail: [email protected]
JZ Press “Sua arte em evidência!” E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/jzpressassessoria Instagram: www.instagram.com/jzpressassessoria

A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

POR ASSESSORIA
Após o sucesso de crítica de seu EP de estreia ‘All Must Go’, o trio de rock psicodélico Magna Zero de Los Angeles anuncia o lançamento de seu primeiro LP, The Great Nothing. O ato tem influências de bandas como Floyd, Radiohead, Tool, QOTSA, The Cure, Jane’s Addiction.
Ricas em versatilidade sonora, as onze canções de “The Great Nothing” de Magna Zero são um emocionante passeio por estrelas distantes em direção ao vazio místico, que, em última análise, está dentro de cada um de nós e é a chave para a paz interior. À medida que as canções explodem e sussurram, acariciam e rasgam, a esperança de um futuro compassivo emerge intacta.
A banda descreve The Great Nothing como uma jornada para ‘ser livre e deixar ir’, para ‘desistir de si mesmo para encontrar o eu’ e para ‘tornar-se nada paradoxalmente experimentando a unidade com tudo’.
Magna Zero é: Chris DiCesare (guitarra), Jason Moore (vocal/baixo/teclas), David Aubrey (bateria).
Spotify:
Youtube:
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

Vem de Minas Gerais uma das mais gratas surpresas do Rock nacional, trata-se da banda AbrasivA. O grupo teve origem em 2021 e rapidamente conquistou o público de Belo Horizonte e região.
Formada pelos músicos Mauro Max (guitarra), Paulinho Nascimento (bateria), Jean Morbeck (vocal) e Phillip Gonzaga (baixo). Recentemente a banda anunciou o lançamento do seu primeiro single, “É T.F.D.P”, já disponível nas principais plataformas de streaming.
A faixa “É T.F.D.P!” Foi composta com intuito de retratar a revolta com a política adotada no gerenciamento da pandemia, e a letra mostra toda a indignação com o cenário político brasileiro. O clipe já está disponível no canal oficial da banda no YouTube.
Veja:
“A música foi definida a partir do refrão e se desenvolveu a partir de uma ideia melódica com influência da sonoridade do Rage Against the Machine. Mas, também contém elementos das influências dos músicos nesse tempero abrasivo, com variações nos riffs de guitarra e baixo além de um groove que é característico da cozinha da banda” completa o baixista Phillip Gonzaga.
A banda ABRASIVA tem uma identidade sonora definida com mix de influências trazidas por todos os membros do grupo, resultando em uma sonoridade muito distinta e poderosa com elementos de grunge, post grunge, rock alternativo e várias outras vertentes do rock and roll.
Informações:
Instagram: @abrasivaoficial
Imprensa: @radiorockfreeday
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

Por Nelson Souza Lima
Fotos: Belmilson dos Santos
A pergunta pode não valer um milhão de dólares, mas é pertinente. E foi feita por Jimmy London, durante a apresentação de sua banda, o Matanza Ritual, no Angra Fest. Por que fãs de bandas tão distintas como Malvada, Viper, Matanza Ritual e Angra estavam curtindo o mesmo evento? London disse que todos pertencem ao mesmo clube, no caso “Clube dos Canalhas”, referência à uma das músicas de maior sucesso de sua banda. Mas a resposta mais apropriada é o fato de que todos os grupos participantes são filhos do bom e velho rock’n’roll. Embora de gêneros e épocas distintas os grupos mostraram que segregação no rock é para idiotas. O público estava ali para uma noite de muito rock, bate-cabeça, bebidas e curtição. O já tradicional Angra Fest rolou no Terra SP, nova casa de shows da capital paulista, localizada na região de Interlagos, zona sul. Com boa estrutura e vários ambientes é uma opção interessante para receber grandes eventos. Fato confirmado no ótimo público que compareceu para prestigiar um lineup de responsa.

Organizado pela Top Link, o Angra Fest teve na abertura dos trabalhos com a Malvada, banda paulistana formada por Angel Sberse (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Ma Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria). Com apenas três anos de estrada e um álbum no currículo, A Noite Vai Ferver (2021), as garotas formam o que podemos chamar de Girl Power Band. A cada dia estão mais entrosadas e toda vez que as vejo (as vi pela terceira vez) adquirem a tal maturidade de palco.
O público, ainda pequeno, conferiu a boa apresentação das garotas em autorais que transitam do rock’n’roll e hard ao metal com desenvoltura. Tsuruda conduz bem os solos e riffs, ladeada pela cozinha segura de Langer e Salgado formando toda a gama sonora que deixa Angel Sberse à vontade para mostrar seu potencial vocal. No set curto, mas que foi um bom esquenta, mandaram, entre outras, Pecado Capital, A Noite Vai Ferver e o novo single, Perfeito Imperfeito. Uma das características da Malvada é mandar bons covers que nessa apresentação ficou por conta de Wasted Years, do Iron Maiden, muito bem recebida e agitada pelo público. Sberse agradeceu ao Angra e ao empresário Paulo Baron (Top Link Music) a honra de participarem do festival.
Sai a Malvada e começa o corre-corre dos roadies para a sequência com o Viper. Banda com mais de 35 anos de estrada, passaram por várias fases e formações. Surgido em São Paulo, lá no meio dos anos 80, o grupo teve como primeiro vocalista Andre Matos (1971-2019), homenageado diversas vezes na noite, uma vez que também foi um dos fundadores do Angra, no começo dos anos 90. Integram o Viper atualmente os fundadores Pit Passarell (baixo e vocal) e Felipe Machado (guitarra), ladeados por Leandro Caçoilo (vocal), Kiko Shred (guitarra) e Guilherme Martin (bateria). Com esta formação a banda resgatou a identidade dos bons tempos. Músicos extremamente técnicos, têm uma unicidade no palco que não deixam brecha, indo do metal tradicional, power e thrash, destilando riffs e solos preciso e irretocáveis. Machado e Shred dobram as guitas, alternam solos. Guilherme Martin, praticamente recuperado do acidente sofrido nos Estados Unidos, é uma usina motora na bateria, agitando os fãs sem parar. Passarell e Caçoilo dividem os vocais. E Leandro Caçoilo, mostra por que é um dos melhores vocalistas do metal nacional com agudos de dar inveja.
Como a brodagem rolou solta os irmãos Luis e Hugo Mariutti participaram de Coma Rage e To Live Again, mostrando que também são grandes instrumentistas. Luis foi saudado inúmeras vezes pelo público sendo chamado de “Jesus”, dada sua semelhança com o filho do Criador. Brincadeiras à parte, a diversão no show do Viper é garantida. O grupo mostrou faixas de vários álbuns num final de arrebatar o público com Rebel Maniac.
O que dizer deste Matanza que traz o adendo “Ritual”. É o verdadeiro Matanza com Jimmy London ou um genérico do grupo criado no Rio de Janeiro em meados dos anos 90 mostrando aquela mistura insana de hardcore, Jonnhy Cash, com letras falando de cachaça, sacanagem, testosterona aos montes, mulheres e o diabo a quatro. Como se sabe London deixou o Matanza e formou seu próprio grupo, o Matanza Ritual, arregimentando instrumentistas talentosos que bebem, literalmente, nas mesmas fontes do gigante carioca mais irlandês que existe. London, nosso malvado favorito, adentrou ao palco devidamente reverenciado pelo público que “muito” respeitosamente o mandavam tomar no brioco. E vice-versa.
Devidamente amparado pela muralha sonora formada por Antônio Araújo (guitarra, Korzus), Amilcar Christófaro (bateria, Torture Squad) e Juninho (Ratos de Porão), que competentemente segurou as pontas no baixo, Jimmy London mandou saraivadas sonoras cujo cataclismo começou numa sequência com O Chamado Bar, Meio Psicopata, Remédios Demais e A arte do Insulto. Aliás, insultar a plateia e ser devidamente correspondido é praxe nos shows do Matanza. London sabe como conduzir a galera pedindo a todo instante pra se formarem as rodas de bate-cabeça. Voltando lá em cima, quando perguntou o que levaria os fãs de quatro bandas com estilos diferentes a estarem juntos no mesmo evento, o cara disse que a união os torna um clube, para emendar “Clube dos Canalhas”. É legal ver como o público curte as letras do Matanza, diversão garantida. O set com dezenove petardos encerrou com a trágica “Ela roubou meu caminhão”. Jimmy London e seus comparsas cumpriram o que era esperado deles: pancadarias sonoras embaladas por muitos etílicos.
Terminada a apresentação do Matanza novo corre dos roadies para a grande atração da noite. O Angra já passou dos trinta anos e teve em suas fileiras alguns dos maiores instrumentistas do planeta, e, como já dito, André Matos foi o vocalista original da banda. Apesar das mudanças na formação ao longo dos anos o grupo sempre manteve um nível altíssimo contando com instrumentistas de alto nível. O único integrante original é Rafael Bittencourt (guitarra e vocal), que soube manter a unicidade da banda e conta hoje com parceiros extremamente técnicos. Além de Bittencourt, o Angra hoje traz Fábio Lione (vocal), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria), formação que já está junta há sete anos, sendo a mais equilibrada do grupo, e se mostra uma máquina de demolição, dada a precisão de seus integrantes.
O Angra entrega o que promete. Em termos de performance, riffs, solos, virtuosismo, imagens, luz, enfim, amado ou odiado o Angra, é uma banda muito forte no palco. Newborn Me deu início ao show que passeou por várias álbuns do grupo, numa sequência que teve Nothing to Say e Travelers of Time. Depois, Bittencourt disse que havia muitos amigos presentes ao show, entre eles, um amigo e fundador do Angra, para em seguida chamar Luis Mariutti, que comandou o baixo na clássica Angels Cry. Depois, entra Hugo Mariutti para fazer a terceira guita em Lisbon, clássico de Fireworks. E veio mais uma sequência de empolgar os fãs, com Ego Painted Grey, Late Redemption, Rebirth, Winds of Destination e Lease of Life.
Lione chamou ao palco Angel Sberse, da Malvada, para juntos fazerem um dueto bacanudo em Black Window’s Web. Após esse dueto a banda deixa o palco para apenas Bittencourt mandar um acústico em Reaching Horizons. Logo em seguida a banda volta para uma homenagem emocionante a Andre Matos em Make Believe. Lione comentou como conheceu Matos, numa oportunidade em que o Angra estava em Pizza, na Itália, seu país de origem, e como a empatia entre eles foi imediata. A plateia foi à loucura.
Mais uma sequência poderosa com Waiting Silence, Bleending Heart e Magic Mirror. A banda deixa o palco para voltar para o encore com Carry On e Nova Era. O final apoteótico trouxe uma bela homenagem a Canisso, baixista do Raimundos que faleceu, aos 57 anos, na semana passada. Com a imagem do músico projetada no telão de fundo, a banda chamou Angel Sberse, Jimmy London e Antônio Araújo para uma versão insana e pesada de Eu Quero Ver o Oco, uma das músicas mais legais dos Raimundos. Final bacanudo de um festival que cresce a cada dia.
Set List – MALVADA:
Intro | Disso que Eu Gosto
Prioridades
Ao Mesmo Tempo
Wasted Years (Iron Maiden Cover)
Pecado Capital
Perfeito Imperfeito
A Noite Vai Ferver
Setlist – VIPER:
Under The Sun
Knights of Destruction
A Cry from The Edge
Evolution
Coma Rage
To Live Again
Prelude to Oblivion
Living For The Night
Rebel Maniac
Setlist – Matanza Ritual:
O Chamado do Bar
Meio Psicopata
Remédios Demais
A Arte do Insulto
Bom é Quando Faz Mal
Eu Não gosto de ninguém
Tudo errado
O que está feito, está feito
O último Bar
Clube dos Canalhas
Country Core Funeral
Carvão, enxofre e salitre
Pé na porta, soco na cara
Tempo Ruim
Mulher Diabo
Conforme disseram as vozes
Mesa de Saloon
Todo ódio da vingança de Jack Buffalo Head
Ela Roubou Meu Caminhão
Setlist – ANGRA:
Newborn Me
Nothing to Say
Travelers of Time
Angels Cry
Lisbon
Ego Painted Grey
Late Redemption
Lease of Life
Black Window’s Web
Reaching Horizons
Make Believe
Waiting Silence
Bleending Heart
Magic Mirror
Carry On
Nova Era
Eu Quero ver O Oco (Raimundos Cover)

Dennis Moll (A&R Century Media), acrescenta: “Quando nos encontramos pela primeira vez em fevereiro de 2020, estávamos cheios de dúvidas e incertezas sobre como seriam os próximos passos. De repente, conseguimos entregar um Disco de Ouro para um show esgotado. Praticamente não há banda humana que tenha trabalhado mais e se tornado melhor durante a pandemia e, portanto, não há banda que tenha merecido mais isso do que eles. Parabéns, rapazes – o arco-íris no céu é o limite!”.
Além disso, as estrelas cadentes alemãs foram nomeadas em três categorias nos Heavy Music Grammy Awards deste ano: Melhor Artista Internacional, Melhor Artista Internacional ao Vivo e Melhor Vídeo. Os prêmios acontecem no dia 26 de maio na OVO Wembley Arena, em Londres. Acesse aqui para votar e para obter mais informações.

Ver essa foto no Instagram
Após o lançamento do disco, mesmo grávida Jansen não deixará de trabalhar, ela embarcará em turnê pela Holanda, Alemanha, Suíça e Áustria, entre abril e maio.
