Categoria: Roadie News

  • DEE SNIDER: Novo álbum ao vivo será lançado em outubro

    DEE SNIDER: Novo álbum ao vivo será lançado em outubro

    Em 5 de outubro a earMUSIC lançará Sick Mutha F**kers – Live In The USA, de DEE SNIDER. Este poderoso álbum ao vivo inclui clássicos como We’re Not Gonna Take It, I Wanna Rock e muitos mais.

    Sick Mutha F**kers – Live In The USA abre com um estrondo, e o ritmo nunca diminui ou deixa de funcionar! Gravado na turnê SMF de 1995, este álbum ao vivo inclui os principais marcos musicais da lendária banda TWISTED SISTER. São 16 músicas cheias de pura energia e vigor, algo que DEE SNIDER sempre ofereceu aos fãs.

    Snider é um dos mais emblemáticos protagonistas do heavy metal norte-americano, tendo marcado no seu caminho, ao lado de grandes sucessos e notoriedade, uma enorme credibilidade e simpatia, que vão além das fronteiras do seu gênero musical. Snider ganhou grande destaque durante o início dos anos 80, como vocalista da banda americana de heavy metal TWISTED SISTER.

    O terceiro álbum do TWISTED SISTER, Stay Hungry, com hits como We’re Not Gonna Take It e I Wanna Rock, se tornou um dos mais icônicos do rock oitentista, com vendas nos EUA de mais de três milhões de cópias.

    O álbum de estúdio mais recente de DEE SNIDER, intitulado For The Love Of Metal, foi lançado em 27 de julho pela Napalm Records. O disco, que foi produzido pelo vocalista do HATEBREED, Jamey Jasta, conta com contribuições de Howard Jones (ex-KILLSWITCH ENGAGE), Mark Morton (LAMB OF GOD), Alissa White-Gluz (ARCH ENEMY), Joel Grind e Nick Bellmore (TOXIC HOLOCAUST), e Charlie Bellmore (KINGDOM OF SORROW).

    Com produção da Top Link Music, DEE SNIDER confirmou recentemente seu primeiro show solo no Brasil. O evento acontece no dia 23 de março de 2019, no Tom Brasil, em São Paulo. Por enquanto, essa é a única data agendada no país. Informações sobre ingressos serão divulgados em breve.

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  • COHEED AND CAMBRIA divulga nova música, “Old Flames”

    COHEED AND CAMBRIA divulga nova música, “Old Flames”

    O COHEED AND CAMBRIA, revelou mais uma nova faixa de seu novo álbum, intitulado The Unheavenly Creatures.  A faixa Old Flames pode ser conferida abaixo.

    The Unheavenly Creatures é um épico de 15 faixas distribuídas em 78 minutos, que mostra o COHEED E CAMBRIA retornando à narrativa conceitual de The Amory Wars.

    Em junho a banda lançou pré-vendas para a edição de luxo do álbum, intitulada Vaxis – Act 1: The Unheavenly Creatures Limited Edition Deluxe Box Set. As pré-vendas do álbum padrão The Unheavenly Creatures começaram na sexta-feira, 29 de junho.

    Com lançamento previsto para 5 de outubro, o box inclui um romance de ficção científica ilustrado de capa dura com mais de 80 páginas, com imagens em cores surpreendentemente realísticas de Chase Stone, bem como a história completa Act 1, escrita pelo vocalista Claudio Sanchez e sua esposa, Chondra Echert. O conjunto também abriga uma máscara de plástico rígido (que pode ser usada) do personagem principal da trama The Unheavenly Creatures, uma cópia em CD do álbum, bem como o álbum bônus exclusivo, The Crown Heights Demos, mostrando as músicas em sua forma original. Itens adicionais incluem um pôster desdobrável de três painéis da capa expandida do álbum, e o The Unheavenly Creatures Black Card, que permitirá a todos os titulares do cartão acesso antecipado a ingressos nas datas principais da nova turnê do COHEED AND CAMBRIA.

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  • TREMONTI: Disponível o ‘lyric video’ de “Trust”

    TREMONTI: Disponível o ‘lyric video’ de “Trust”

    O ‘lyric video’ oficial para Trust, nova música do TREMONTI – banda composta por Mark Tremonti (vocal/guitarra), Eric Friedman (guitarra) e Garrett Whitlock (bateria), pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum do grupo, A Dying Machine, que foi lançado em 8 de junho pela Napalm Records. O disco foi produzido por Michael “Elvis” Baskette, que trabalhou em todos os álbuns anteriores do TREMONTI, além dos quatro últimos álbuns do ALTER BRIDGE.

    Do ataque à bateria da faixa de abertura Bringer Of War ao encerramento instrumental Found, A Dying Machine é a oferta musical mais diversificada do TREMONTI até hoje. Canções como From The Sky, Throw Them To The Lions e A Lot Like Sin tem a assinatura do TREMONTI, aquele que os fãs passaram a amar no som do trio. Faixas como Trust, The First The Last e Desolation levam o ouvinte sonoramente a novos lugares, todos apoiados pelo estilo vocal característico de Tremonti.

    A Dying Machine é o primeiro álbum conceitual da carreira do TREMONTI, e a música é inspirada em uma história que veio até Mark durante a última turnê do ALTER BRIDGE. Durante esse tempo, a épica faixa-título A Dying Machine nasceu. A história, que está sendo transformada em uma obra completa de ficção de autoria de Mark Tremonti e John Shirley, acontece na virada do próximo século, onde seres humanos e seres fabricados, chamados “vessels”, estão tentando coexistir.

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  • FACING FEAR encerra divulgação de EP com shows em Teresina e São Gonçalo

    FACING FEAR encerra divulgação de EP com shows em Teresina e São Gonçalo

    O quarteto formado por Terry Painkiller (vocal), Raphael Dantas (guitarra), Nathalia Souza (baixo) e Vall Maranhão (bateria) chegou ao sucesso com o EP “Lutaremos pelo Metal”. Com qualidade de produção aprovada pelos headbangers e riffs bem sacados, o álbum de seis faixas continua angariando fãs pelo Brasil, seduzidos pela melodia e selvageria das músicas.

    Desde agosto de 2017, quando a banda lançou o play, vários shows foram marcados. Só em 2018 a soma beira dez apresentações entre Rio de Janeiro e São Paulo, em lugares como Heavy Duty Beer Club e Fofinho Rock Bar –, no meio disso ainda arrumaram tempo para produzir o videoclipe oficial de “I Wanna Play the Sound”, única canção cantada em inglês no EP, e que se tornou obrigatória no setlist.

    Para encerrar esta que, até então, é a melhor fase do grupo desde sua fundação no recente ano de 2016, a Facing Fear participará de dois grandes festivais. O primeiro está marcado para o dia 20 de outubro, em Teresina/PI, onde participarão do “Infektor Self Festival #4”, ao lado de mais nove bandas e que já está com o segundo lote esgotado. O evento será realizado no Espaço Dcar, na Rua Gabriel Ferreira, 327, Centro, a partir das 16h00.

    A banda finaliza a série de shows promocionais em São Gonçalo/RJ, no dia 16 de dezembro, com participação no “Rock’n’Beer Festival”, evento gratuito com vinte nomes da cena distribuídos em dois palcos, promovido pelo Rock’ n Beer Pub. Este festival será conferido em frente ao Quintal do Kotoko, situado à Rua Francisco Portela, 2429, Parada 40. O cast com as vinte bandas ainda não está completo, mas a Facing Fear já faz o convite. Mais informações a caminho.

    Terminada essa temporada, o grupo se empenhará na pré-divulgação do novo álbum “Ana Jansen”, que está em fase de gravação e debutará como full-length em 2019.

    Inscreva-se no Canal Facing Fear:

    www.youtube.com/channel/UC6Z_y5E4mW1Rusa8A7dUsVw

    Contato:

    www.facebook.com/Facingfearhmb

    Fonte: www.braunamusicpress.com

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  • NERVOSA: Show gratuito no Sesc Sorocaba nessa sexta-feira

    NERVOSA: Show gratuito no Sesc Sorocaba nessa sexta-feira

    Depois de mais uma turnê de sucesso na Europa – passando por grandes festivais de verão – e shows com o Destruction no Brasil, as meninas da Nervosa tocam amanhã (28/09), a partir das 20h, no Sesc Sorocaba (Rua Barão de Piratininga, 555, Jd. Faculdade). A entrada é gratuita, mas atenção: Os ingressos terão que ser retirados uma hora antes do show!

    A Nervosa está divulgando seu terceiro álbum, o elogiadíssimo “Downfall Of Mankind”, que trouxe a banda ainda mais ‘sangue nos olhos’.

    Assista o videoclipe de “Kill The Silence”:

    https://www.youtube.com/watch?v=35Rys0jGnM0

    Em outubro elas embarcam para mais shows na América Central.

    A Nervosa é, Fernanda Lira (baixo e vocal), Prika Amaral (guitarra e backing vocals) e Luana Dametto (bateria)

    Para agendar shows da Nervosa no Brasil: [email protected] / www.tc7producoes.com / www.facebook.com/tc7producoes / Fone: 11 99653 9014 (Tiago)

    Entrevistas/imprensa: [email protected] / [email protected]

    Acompanhe a Nervosa em seus canais oficiais: www.facebook.com/femalethrash www.instagram.com/nervosathrash https://twitter.com/nervosathrash

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  • DESTRUCTION / NERVOSA – São Paulo/SP, 23 de setembro de 2018

    DESTRUCTION / NERVOSA – São Paulo/SP, 23 de setembro de 2018

    No último domingo, a música pesada tomou conta da cidade de São Paulo, que se viu recheada de shows. Teve para todos os gostos e a ROADIE CREW marcou presença em cada um eles. Os fãs de prog/power metal assistiram a segunda noite consecutiva do show de retorno do Shaman, os ‘black metallers’ puderam conferir os suecos do Marduk, enquanto que os entusiastas do post-punk tiveram a chance de ver o grupo inglês Killing Joke estrear em solo brasileiro e comemorar 40 anos de carreira. Como se não bastasse, o thrash metal rolou solto no centro da cidade, com o lendário Destruction, um dos alicerces do chamado “Teutonic Thrash Metal”, que teve como banda convidada outro trio: suas amigas da Nervosa. O veterano grupo alemão finalizava na capital paulistana a perna brasileira da “The Butchers Are Back! Latin Attack 2018”, que passou por outras cinco cidades. Nessa atual turnê, o Destruction tem promovido o álbum Thrash Anthems II (2017), material que repete a ideia da primeira parte, lançada em 2007, trazendo regravações de seus antigos álbuns. Por sua vez, as brasileiras da Nervosa seguem na divulgação de seu terceiro e mais brutal ‘full lenght’, Downfall of Mankind, que chegou ao mercado em meados de junho.

    Antes de começar a rodar o Brasil, o Destruction já havia desembarcado em São Paulo para a realização de um ensaio vip, que foi aberto ao público no sábado, dia 15. Na ocasião, um número razoável de pessoas compareceu ao Espaço Som e assistiu a um ensaio bem descontraído, que começou com os veteranos Marcel “Schmier” Schirmer (vocal e baixo) – que recentemente deixou o Pänzer – e Mike Sifringer (guitarra) ajustando detalhes de algumas músicas que ainda não estavam tão entrosadas com o novo baterista, o canadense e também experiente Randy Black (Annihilator, Primal Fear, W.A.S.P.), que um dia antes havia feito um workshop no EM&T (Escola de Música e Tecnologia) junto a Henrique Pucci (Noturnall / Endrah – ex-Project 46). Com tudo acertado, o ensaio seguiu com cara de show, já que os músicos do Destruction passaram um repertório extenso e até abriram espaço para os fãs pedirem algumas músicas. Até a própria Fernanda Lira da Nervosa participou cantando a clássica Bestial Invasion do grupo germânico. Ao final do ensaio, os fãs puderam tirar fotos, pegar autógrafos e conversar com os ídolos, que foram todos bem atenciosos e até distribuíram fotos e palhetas para os mais sortudos.

    Voltando a falar do show do último domingo, Destruction e Nervosa chegaram tensos e cansados ao local devido ao perrengue que passaram durante o dia com o cancelamento do voo que os trariam de Manaus. Isso acarretou em atraso para as bandas chegarem à Sampa e também para o cronograma do evento. Mas falemos agora sobre os shows… Após introdução mecânica, que deu início aos trabalhos às 20h30 – uma hora após o horário marcado -, a Nervosa, que em junho já havia se apresentado no mesmo Espaço 555 com os ‘thrashers’ americanos do Havok, entrou arregaçando com Horrordome, música que abre o mencionado novo álbum, seguida da ótima Death!, do debut Victim of Yourself (2014). Ambas foram executadas com uma fúria tão brutal, que parecia que o estresse passado deixou Fernanda (vocal e baixo), Prika Amaral (guitarra e backing vocal) e Luana Dametto (bateria) com sangue nos olhos. Com a simpatia de sempre, na primeira pausa Fernanda falou que, devido aos transtornos que passaram naquele dia, era um milagre as duas bandas estarem ali. Ela também avisou que, por conta do atraso, não haveria tempo dela ficar trocando muita ideia com o público nos intervalos entre as músicas. Assim sendo, as pedradas vinham uma atrás da outra.

    Mesmo com a limitação de espaço, por causa do praticável da bateria do Destruction que fez com que as garotas tocassem enfileiradas uma do lado da outra, com Luana ao meio, e Fernanda e Prika nas pontas do palco, elas comandaram o público, que correspondeu agitando o mosh na pista. E tanto após “Hostages” do segundo álbum Agony (2016), quanto ao final da nova, Never Forget, Never Repeat, os headbangers exaltaram a Nervosa gritando seu nome em coro. Dois outros grandes momentos aconteceram em Masked Betrayer – música que através de seu videoclipe tornou a banda conhecida internacionalmente -, e na derradeira e sugestiva Into Moshpit, que aumentou a adrenalina na pista. Foi um set de 45 minutos, em que a Nervosa foi beneficiada por uma boa qualidade de som. Assistidas inclusive por figuras como João Gordo (Ratos de Porão) e pelos irmãos Moyses e Max Kolesne (Krisiun), que estavam no camarote superior, Fernanda, Prika e Luana passaram por cima dos percalços pré-show que poderiam lhes tirar a concentração, e mostraram um entrosamento altamente afiado, que foi reconhecido pelo público geral, que as saudou ao final do show.

    Antes da atração principal entrar em ação, o cronograma ficou ainda mais apertado devido a espera de 35 minutos para que o palco e todos os ajustes ficassem prontos. Com a casa já cheia, o Destruction matou a ansiedade dos fãs, quando pouco antes das 22hs assumiu o palco debulhando com a cortante Curse the Gods, do avassalador Eternal Devastation (1986). O caos estava feito na pista. Mas uma falha no microfone principal obrigou Schmier a cantar no que ficava ao centro do palco. O início de Armageddonizer de Day of Reckoning (2011) já estava rolando quando, irritado, Schmier, propositalmente, derrubou com os pés duas das caixas de retorno frontais no pit dos fotógrafos que por ali trabalhavam – uma atitude desnecessária, diga-se, tanto para com os profissionais, quanto para com a casa, dona do equipamento.

    Sem pausa e ignorando o cansaço, Schmier, Randy e a máquina de riffs que atende por Mike Sifringe, não mostraram piedade e mandaram outra porrada, a impiedosa Tormentor, do aclamado debut Infernal Overkill (1985). Foi o suficiente para que a pista ficasse ainda mais insana. Depois dessa, a resposta dos fãs não poderia ser outra: gritos inflamados de “Destruction, Destruction…” – com Randy acompanhando-os nos bumbos. Na pausa, Schmier resmungou, com razão, sobre o lance do voo, de estar sem dormir e dos problemas técnicos (do camarote dava para vê-lo discutindo com seu roadie, quando o frontman ia atrás do palco reclamar do pedestal do microfone que teimava em abaixar), mas disse que nada daquilo importava e sim estar ali (tocando para os fãs paulistanos). E ficou claro que sua irritação nada tinha a ver com o público, tanto que, em outro momento do show, Schmier até brincou (sem tom de ironia e muito menos de desrespeito), ao falar do fatídico e histórico embate dos 7 x 1 de sua Alemanha pra cima do Brasil, que o eliminou em casa na Copa de 2014.

    Dando sequência, foi a vez da ótima Nailed to the Cross, música gravada no álbum The Antichrist (2001), e que considero ser uma das melhores que o Destruction gravou desde que Schmier retornou ao grupo no ano de 1999. Dali para frente, apenas três músicas desse novo século foram tocadas, no caso, Dethroned, The Butcher Strikes Back e Thrash Till Death. No mais, além do solo de bateria do competente Black – que era quem controlava o sampler com as introduções que rolavam antes de algumas músicas -, o Destruction baseou sua artilharia com um cartucho recheado de munições de seus consagrados registros gravados na década de 80, ou seja, os citados Infernal Overkill e Eternal Devastation e também Release From Agony (1987) e os EPs Sentence of Death (1984) e Mad Butcher (1987). A grande surpresa foi a inclusão de Black Mass, que alucinou os fãs, até porque, como Schmier relembrou, essa nunca havia sido tocada em outra turnê pelo Brasil – quem também esteve no ensaio do dia 15, a ouviu em primeira mão. O Destruction judiou do pescoço dos headbangers com um setlist forrado de hinos. E dá-lhe relaxante muscular na segunda-feira para aguentar os danos causados por Mad Butcher, Life Without Sense, Release From Agony, Eternal Ban – antes dessa, Schmier pediu uma cerveja, falou da nossa cachaça e, ao receber uma Budweiser, atirou a garrafa ao público, ironizando: “Budweiser não é cerveja!” -, Total Desaster, Antichrist, e a instrumental Thrash Attack, que fechou a primeira parte do set.

    Na rápida volta para o bis, o trio mandou a citada Thrash Till Death, outra de The Antichrist (2001). Depois, ao contrário dos outros shows feitos no Brasil, em que nessa parte do set o Destruction alternou entre os covers Holiday in Cambodia (Dead Kennedys) e Fuck the USA (The Exploited), Schmier até sugeriu tocar algum punk rock, mas deixou nas mãos dos fãs decidir entre a própria Fuck the USA e Invincible Force. Venceu a música de seu debut. E, para fechar a tampa do caixão, a banda encerrou a noite às 23h30 (uma hora após o horário previamente informado) com outra de Infernal Overkill, a aguardada Bestial Invasion. Entre todos os outros shows que aconteceram nesse domingo último, quem optou por ir ao Espaço 555, só teve uma preocupação no fim do evento: como estaria o pescoço e o restante do esqueleto para aguentar a segunda-feira!

  • BUCKCHERRY começa a gravar novo álbum, “Warpaint”

    BUCKCHERRY começa a gravar novo álbum, “Warpaint”

    Os roqueiros californianos do BUCKCHERRY definiram Warpaint como título de seu novo álbum, cujo lançamento está previsto para o início de 2019. O trabalho ocorre novamente ao lado do produtor Mike Plotnikoff, que já trabalhou com a banda em 2005, no álbum 15.

    O vocalista Josh Todd fez o upload de uma pequena mensagem de vídeo em sua página no Facebook, na qual revelou que acabara de finalizar seus vocais para a faixa-título do novo disco. “Foi muito divertido. É uma faixa tão complicada”, disse ele. “Eu me diverti muito fazendo isso. Eu sempre venho aqui ‘super bombado’ e saio daqui completamente exausto. Então estou pronto para ir para casa, e relaxar todo o dia de amanhã. Nós vamos começar outra música chamada Closer. Warpaint vai ser um disco matador”.

    No início deste mês, Todd falou à estação de rádio estadunidense ‘105.7 The Point’ que o BUCKCHERRY escreveu 30 músicas para o sucessor de Rock ‘N’ Roll, de 2015. “Nós estamos escrevendo músicas desde novembro do ano passado, e moldamos essas músicas em algo realmente ótimo”, disse ele.

    O novo álbum do BUCKCHERRY marcará o primeiro lançamento da banda desde a saída do guitarrista Keith Nelson e do baterista Xavier Muriel, e a adição de Kevin Roentgen e Sean Winchester, respectivamente.

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  • SKULL PIT (com membros do EXUMER e CHURCH OF MISERY) divulga “Fire Breather”

    SKULL PIT (com membros do EXUMER e CHURCH OF MISERY) divulga “Fire Breather”

    Em 16 de novembro, a Metal Blade Records lançará o álbum de estreia do grupo americano / japonês SKULL PIT.

    SKULL PIT é uma aliança de dois músicos que vivem em lados opostos do espectro do heavy metal e do planeta: Tatsu Mikami, vindo de Tóquio, Japão, é o baixista e o cérebro por trás do aclamado CHURCH OF MISERY; Mem V. Stein, de Nova York, Estados Unidos, é o vocalista e líder do grupo thrash EXUMER.

    Para uma prévia do SKULL PIT, o vídeo do primeiro single, Fire Breather, pode ser visto abaixo.

    Mem comentou: “Este álbum capta perfeitamente todo o amplo espectro do que amávamos quando jovens e que continuamos amando agora, como adultos: heavy metal sem frescura, honesto e direto”.

    “O videoclipe de Fire Breather combina basicamente todos os elementos-chave do ataque sonoro global do SKULL PIT, em cada quadro. Filmado no deserto de Las Vegas, Nevada, o clipe foi editado pelo conhecido diretor japonês Kazuaki Kimura, que subiu imediatamente a bordo depois de ouvir o álbum do SKULL PIT“.

    Mixado em Tóquio por O-mi Kihara, Skull Pit foi gravado em Nova York e no Japão durante as folgas das turnês do EXUMER e do CHURCH OF MISERY ao redor do mundo. O resultado é um álbum de fluxo livre, que alterna sem esforço entre gêneros, mas sempre com a intenção de oferecer riffs extremamente nítidos e ganchos memoráveis.

    O SKULL PIT não se coibiu de expandir ainda mais sua atitude musicalmente abrangente ao escolher e gravar uma música cover como faixa bônus: All The Lessons do ROSE TATTOO. A música conta com Brian “Mitts” Daniels (ex-MADBALL), que produziu os vocais de Mem em Nova York.

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  • Setembro Negro: Festival acontece no final de semana em SP. Veja a programação

    Setembro Negro: Festival acontece no final de semana em SP. Veja a programação

    Neste final de semana acontece a volta de um dos festivais mais tradicionais do Brasil; o Setembro Negro, que depois de um hiato, chega em sua 12ª edição, e acontece nos dias 29 (sábado) e 30/09 (domingo), no Carioca Club (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – Sao Paulo/SP)

    O cast do festival contará com as bandas Aeternus, Enthroned, Human Atrocity, Morbid Saint, Schirenc Plays Pungent Stench, Purgatory, Razor, Vulcano, At The Gates, Manger Cadavre?, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Taake, Infested Blood e Coven.

    Para outras informações sobre o Setembro Negro, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2045030379098810/

    Produzido pela Tumba Productions – que está de volta com força total – o “Setembro Negro Festival” não acontecia há 5 anos, tempo em que a produtora esteve em estado de hibernação – motivo de uma maior celebração na volta da produtora, que é pioneira no gênero.

    No festival já se apresentaram diversas lendas da musica extrema como Autopsy, Gorgoroth, Morbid Angel, Belphegor, Dark Funeral, Keep Of Kalessin, Enthroned, Ragnarok, Hate, Destroyer 666, Sadus, Severe Torture, Hate Eternal, Incantation, Averse Sefira, Subtera, Nephast, Valhalla, Miasthenia, Unearthly, Impurity, Ophiolatry, entre tantos outros mais.

    SERVIÇO: 12ª Edição FESTIVAL SETEMBRO NEGRO

    Dias: 29 e 30 de Setembro (Sábado e domingo)

    Local: Carioca Club Pinheiros (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SP)

    Tel. (11) 3813-8598 / www.cariocaclub.com.br

    PROGRAMAÇÃO:

    Sábado (29/09)

    13:00 – ABERTURA PORTAS

    14:00 – 14:30 – HUMAN ATROCITY (30”)

    14:45 – 15:20 – INFESTED BLOOD (35”)

    15:35 – 16:15 – PURGATORY (40”)

    16:30 – 17:10 – AETERNUS (40”)

    17:25 – 18:10 – TAAKE (45”)

    18:25 – 19:15 – VULCANO (50”)

    19:30 – 20:30 – COVEN (60”)

    20:45 – 21:55 – RAZOR (70”)

    Domingo (30/09)

    14:00 – ABERTURA PORTAS

    15:00 – 15:30 – MANGER CADAVRE (30”)

    15:45 – 16:20 – DECOMPOSED GOD (35”)

    16:35 – 17:15 – AMEN CORNER (40”)

    17:30 – 18:10 – ENTHRONED (40”)

    18:25 – 19:10 – MORBID SAINT (45”)

    19:25 – 20:15 – SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH (50”)

    20:30 – 21:30 – WOLFBRIGADE (60”)

    21:45 – 22:55 – AT THE GATES (70”)

    INGRESSOS:

    https://www.clubedoingresso.com/setembronegrofestival

  • OPETH: Confira o segundo trailer de “Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre”

    OPETH: Confira o segundo trailer de “Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre”

    O grupo sueco de metal progressivo OPETH lançará Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre em 2 de novembro via Moderbolaget Records / Nuclear Blast Entertainment. Este evento histórico foi gravado para lançamento nos formatos DVD, Blu-ray e vinil – durante a performance da banda em 11 de maio de 2017 no Red Rocks Amphitheater em Denver, Colorado. Ambos os formatos de DVD e Blu-ray incluem CDs de áudio.

    O segundo trailer de Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre está disponível abaixo.

    Imagens de vídeo de Garden Of The Titans foram supervisionadas pelo The Deka Brothers (CARPENTER BRUT, THE PRODIGY) e o áudio foi mixado por David Castillo (KATATONIA, BLOODBATH). Todas as versões apresentam a arte magistral do artista reverenciado Travis Smith (NEVERMORE, KATATONIA, TESTAMENT).

    O álbum mais recente de estúdio do OPETH, Sorceress, foi lançado em setembro de 2016. Para o primeiro esforço da banda pela Nuclear Blast através do selo da banda, o Moderbolaget Records, o grupo retornou ao Rockfield Studios no País de Gales, onde também foram registrados alguns dos principais lançamentos do QUEEN, RUSH e JUDAS PRIEST, e onde a banda trabalhou Pale Communion em 2014 com Tom Dalgety.

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