Categoria: Roadie News

  • “Sunesthesia”, novo álbum de estúdio do SUNROAD, já disponível

    “Sunesthesia”, novo álbum de estúdio do SUNROAD, já disponível

    POR ASSESSORIA

    Não restam dúvidas ao ser afirmar que a banda goiana Sunroad é um dos nomes mais relevantes da cena Hard Rock/AOR de toda a América do Sul. Afinal, são mais de 25 anos de carreira, oito discos lançados, shows por várias regiões do Brasil e outros países da América do Sul, alguns, inclusive, ao lado de grandes nomes do rock mundial de todos os tempos como Joe Lynn Turner, Doogie White, Petra, Stryper, L.A. Guns, Whitecross, Narnia, etc.

    Banda criativa e produtiva, o Sunroad acaba de lançar seu novo e nono álbum intitulado “Sunesthesia”. O disco foi disponibilizado nas plataformas digitais e em CD na Europa e Estados Unidos pela Deko Enterteinment (Ten Years After, Steve Walsh, Destruction, Ted Poley, King Kobra) e reúne 12 faixas: “Speed Warning #1”, “Long Ago”, “Scanning Skies”, “Drown”, “Sink Your Sorry Teeth Into Me”, “By Any Means”, “Pieces Of Fantasy”, “Screen Screw”, “Hit And Run”, “A.S.A.P.”, “We Watch The Sparks Fly” e “Only My Soul”.

    “Sunesthesia” reúne vários convidados especiais: o lendário ex-vocalista do Rainbow e Michael Schenker Group, Ronnie Romero; o tecladista Michael T. Ross, ex-Hardline e Lita Ford; o baixista do Hollywood Monsters, Ronnie Robson, o grande Carl Dixon (Coney Hatch, The Guess Who) e o guitarrista Rafael Milhomem.

    “Sunesthesia” foi produzido por Fred Mika e Netto Mello e masterizado por Michael Voss. A arte da capa do álbum foi criada por Tristan Greatrex.

    Ouça “Sunesthesia” nas plataformas digitais:

    Spotify: http://bit.ly/3ZKTlwo

    Deezer: http://bit.ly/42mCK3R

    Youtube: http://bit.ly/3T9O7b3

    Um lyric video da faixa de abertura “Speed Warning #1” também está disponível:

    O CD físico está disponível para venda na Die Hard: http://bit.ly/3FPm774

    Entre outras novidades, o Sunroad faz em setembro uma turnê pelo Brasil ao lado do Narnia e Bob Rock. Serão três shows:

    23/09 – Legends Music Bar – São Paulo/SP

    24/09 – Agyto – Rio de Janeiro/RJ

    27/09 – Bolshoi Pub – Goiânia/GO

    Mais Informações:

    www.facebook.com/sunroadofficial

    www.instagram.com/sunroadofficial

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  • Gravado no La Iglesia em São Paulo, “Live Of The Dead”, disco ao vivo do THE OGRE, já está disponível

    Gravado no La Iglesia em São Paulo, “Live Of The Dead”, disco ao vivo do THE OGRE, já está disponível

    POR ASSESSORIA 

    O Faces Of Madness foi uma relevante banda paulistana de metal formada em 1996 e com dois álbuns em sua discografia: “Rusted Memories” lançado em 2001 pela Destroyer Records (Claustrofobia, Torture Squad) e “Locus Horrendus” de 2008. Esse último trouxe elementos estéticos bastantes distintos e mais plurais se comparado a sonoridade do Faces Of Madness naquela época. Circunstancialmente, a partir daí nascia a The Ogre: uma nova instância criativa onde o multi-instrumentista e compositor Diogo Marins se desprende de qualquer vínculo em direção ao desconhecido.

    A The Ogre faz um som múltiplo. É, de fato, uma banda que tem bases no death metal, mas passeia com naturalidade pelo black metal, pelo heavy metal tradicional e até mesmo pela música sinfônica. Não haveriam objeções se desejassem rotular o The Ogre como uma banda de progressive death metal.

    Depois de três álbuns lançados que fizeram com que o The Ogre se tornasse um nome respeitado no underground, “Idol Icon Black” de 2015, “Dead In The Water” de 2018 e “Entity” de 2019, o The Ogre lançou aquele que é seu “magnum opus”, pelo menos até aqui: “Aeon Zero”.

    Gravado e produzido pelo próprio Diogo Marins que canta e toca todos os instrumentos, “Aeon Zero” reúne oito faixas e tem sido muito bem recebido pela imprensa: “(…) disco maravilhoso” (Headbangers Brasil), “(…) qualidade ímpar” (O Subsolo), “(…) Aeon Zero é um belo cartão de visitas e um álbum que tem tudo para agradar fãs da música extrema” (Rock Master).

    Empolgados com o momento, o The Ogre registrou um de seus shows mais recentes, realizado em Setembro do ano passado no La Iglesia em São Paulo, que acabou dando origem ao disco ao vivo “Live Of The Dead”.

    “Live Of The Dead” reúne as faixas “We Ride With Demons”, “3 Nights Of Hell”, “The Horrible”, “Violent Poltergeist  Manifestation” e “Black Goat Of The Woods” que fazem um apanhado de toda a discografia do The Ogre. Se o objetivo é conhecer o The Ogre, “Live Of The Dead” é o cartão de visitas perfeito, principalmente por ser um registro ao vivo, sem overdubs.

    Ouça “Live Of The Dead” nas plataformas digitais:

    Spotify: http://bit.ly/3w5Y0LW

    Deezer: http://bit.ly/3ixGBZM

    iTunes: http://bit.ly/3GDdPic

    Youtube: http://bit.ly/3w5YeTi

    Confira também o vídeo de “The Horrible” ao vivo no La Iglesia:

    Mais Informações: www.facebook.com/theogremetal www.instagram.com/the_ogre_metal

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  • KATATONIA – São Paulo/SP

    KATATONIA – São Paulo/SP

    Por: Heverton Souza

    Fotos: Rafael Andrade

    Raramente uma banda com carreira longa consegue se manter na mesma sonoridade, o que não foi diferente com os suecos do Katatonia. Com mais de 30 anos de estrada, ela se iniciou num funeral doom metal, mas foi mudando gradativamente até se achar em um som alternativo, ainda com as influências góticas e uma aura densa de quem ainda carregava um lado depressivo e introspectivo. Porém, desde o álbum Fall of Hearts (2016), a mudança sonora foi para um caminho mais experimental, que claramente afastou alguns fãs e conquistou outros. E a prova maior disso estava na pista do Carioca Club numa noite quente de sábado (25), na Capital Paulista.

    Sem o guitarrista Anders Nyström, um dos fundadores ao lado do vocalista Jonas Renkse, o Katatonia se apresentou para casa cheia, quase em lotação máxima, apenas como um quarteto, com parte das guitarras em playback e outras tantas e executadas apenas pelo guitarrista Roger Öjersson. Ver a pista da casa tão cheia, mostra mesmo que a maioria ali curte bastante esse novo Katatonia mais “feliz”. Não raro, em músicas mais recentes, víamos pessoas dançando, uma boa parte uma galera mais jovem que passou longe do passado da banda.

    O quarteto entrou em palco às 19h15, um horário bastante precoce para um sábado, focado em seu mais recente disco: Sky Void of Stars, trazendo para os fãs a sequência que inicia o álbum, com Austerity e Colossal Shade. Dava pra notar o desconhecimento de uma parte dos presentes, afinal, o disco saiu há pouco mais de 3 meses, mas uma outra parte não apenas sabia o que rolava como cantava junto. Leathean voltou ao álbum Dead End Kings, o primeiro que começou a dividir fãs, ainda em 2012, mas que até então não chegava a ter o “cancelamento” de outros. Para alegrias justamente desses outros, Deliberation voltou todos ao ano de 2005.

    Em palco, além de os já citados vocalista Jonas e o guitarrista Roger, ainda tínhamos o baixista Niklas Sundin (o mais agitado) e o baterista Daniel Moilanem. Renkse, apesar de seguir como um cara tímido, escondido por trás da cabeleira por todo o show, no melhor estilo Primo With, tenta conduzir mais o público que outrora, mesmo sem se comunicar tanto. E claro que a sonoridade “feliz” dos discos atuais da banda ajuda o vocalista a conduzir mais sua plateia.

    Passada Birds, mais uma do disco novo dos caras, a alegre Behind the Blood foi vocalizada por toda uma base de fãs recentes dos suecos, enquanto quem esperava pelo arrasto e peso, foi agraciado com Forsaker. Observando tudo ali e relembrando as demais passagens da banda pelo Brasil, principalmente a primeira, de 2011, era uma noite estranha. Katatonia sem Anders (ou sem Blakkheim para os fãs “cringe”), playback de guitarra, gente feliz dançando Katatonia, e um calor terrível dentro da casa, que não costuma falhar tanto em seus sistemas de ventilação. Era mesmo uma noite estranha!

    Após a maravilhosa e grudenta My Twin, que teve o coral do público elogiado por Jonas, o vocalista pergunta se estão todos se divertindo e anuncia Atrium, muito comemorada na pista e mais uma que trouxe momentos dançantes para vários presentes.

    Old Heart Falls também foi bastante celebrada e seu título pode realmente representar os fãs mais velhos do Katatonia, que estavam ali com os corações caídos e até pisoteados com o show alegre e moderno da banda. Já Untrodden encerrou o set para a clichê volta da banda com o encore: July, com suas batidas tribais e um peso que botou todos a bangear e o clássico Evidence, a música mais antiga do set, parte integrante de Viva Emptiness, que completa seus 20 anos nesse 2023.

    E acabou! O set, para quem já havia buscado na internet, não era nenhuma novidade, mesmo assim, muitos desacreditavam que o show seria tão curto (cerca de 1h15). Indignação foi uma palavra em comum na noite, seja pelo calor surreal dentro do Carioca Club, seja pelo show curto de quem queria muito mais ou pela total ausência de qualquer coisa mais antiga no set. E olha que os fãs da fase realmente pesada e gutural nem se atreveriam a ver a banda desde a primeira passagem deles pelo Brasil, há 12 anos, mas o foco nos três últimos discos e a lotação da casa, mostram que o Katatonia vive bem com seu atual lado experimental e longe das introspecções góticas do passado. E azar de quem não gostar!

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  • ANGRA FEST – Campinas/SP

    ANGRA FEST – Campinas/SP

    Por Antonio Carlos Monteiro Fotos: Cristina Mochetti

    O Angra Fest, festival promovido pelo Angra, tem vários méritos. Mas o principal deles, sem dúvida, é juntar bandas de estilos diferentes num mesmo evento e todas elas agradarem plenamente ao público. Foi o que se viu na noite de 24 de março em Campinas. O hard rock da Malvada, o countrycore do Matanza Ritual e o power metal de Viper e Angra (as únicas a comungarem um mesmo gênero) fizeram a galera que aos poucos lotou o lugar cantar, dançar, abrir rodas e se esbaldar durante as mais de cinco horas de espetáculo.

    A casa escolhida para o evento, pelo jeito, não está acostumada a receber shows com muito público, já que sequer dispõe de local reservado aos fotógrafos à frente do palco. Falar com alguém da casa solicitando autorização para a fotógrafa ter acesso ao mezanino foi tarefa inglória: “A produção das bandas não permite”, foi a resposta lacônica. O primeiro integrante “da produção das bandas” que encontrei prontamente liberou uma pulseira “all access” para a profissional que me acompanhava na cobertura…

    Quando a Malvada subiu ao palco, a casa ainda estava longe de atingir sua lotação máxima. Mas isso não foi problema para Angel Sberse (vocal e guitarra), Bruna Tsuruda (guitarra e backing vocal), Ma Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria e backing vocal). O grupo lançou um ótimo disco, A Noite Vai Ferver (2021), e vem se apresentando constantemente desde então. Como disse a baixista Ma Langer após o show, “não tem melhor ensaio do que o palco”. Grande verdade. As garotas mostraram enorme competência num show enxuto mas cheio de energia, com vários momentos coreografados que embalaram, entre outros, temas como Disso que Eu Gosto, A Noite Vai Ferver, O que Te Faz Bem? e uma competente versão de Wasted Years, do Iron Maiden. Saíram de cena sob aplausos calorosos e merecidos. Fica agora aquela vontade de ver um show completo da banda.

    Em seguida foi a vez do Viper, que retomou carreira com boa intensidade com os fundadores Felipe Machado (guitarra) e Yves Passarel (baixo e vocal), agora acompanhados por Leandro Caçoilo (vocal), Guilherme Martin (bateria) e o mais recente integrante, Kiko Shred (guitarra). De cara, dava pra notar duas coisas bem importantes. A primeira é que a atual formação mostra competência absurda. Leandro é um vocalista que não tem mais nada a provar a ninguém, Guilherme nem parece que há não muito tempo sofreu um grave acidente, já que continua batendo com uma técnica e um volume indescritíveis, e Kiko caiu como uma luva na banda, mesclando seu estilo próprio àquilo que as músicas do Viper exigem. O outro detalhe é que os cinco parecem estar o tempo todo se divertindo muito em cena, o que faz toda a diferença na forma como um show flui. Se você junta tudo isso a um repertório cheio de clássicos, o resultado só pode ser explosivo. Assim, diante de uma casa bem mais lotada, a banda desfilou temas como Knights of Destruction, A Cry From the Edge, Living for the Night, Coma Rage (esta com a participação do antigo colaborador da banda Val Santos no baixo) e finalizou com a inevitável e ótima Rebel Maniac, com seu “grito de guerra” entoado pela galera: “Everybody, everybody!!”

    Se alguém chegasse meio de paraquedas ali na hora em que o Matanza Ritual subiu ao palco sem saber o que estava acontecendo, certamente ia ter certeza de que o publico detestava a banda, em especial o vocalista Jimmy London. Nada disso. Os xingamentos de parte a parte já são tradição nos shows da banda, que é completa por Antonio Araújo (guitarra, Korzus), Amílcar Christófaro (bateria, Torture Squad) e nessa tour Juninho (baixo, Ratos de Porão), substituindo o titular do posto, Felipe Andreoli. Show do Matanza Ritual é alto, rápido, barulhento! O que é ótimo, é bom que fique claro. Entre um insulto e outro, Jimmy foi desfilando temas cujos títulos são autoexplicativos, como Meio Psicopata (letra genial!), A Arte do Insulto, a ótima Eu Não Gosto de Ninguém, Pé na Porta, Soco na Cara e desfechando com Ela Roubou Meu Caminhão, que conta a história do sujeito que não sabe se está mais revoltado por ter perdido a mulher ou por ela ter roubado seu caminhão… A galera se matava enquanto a sonzeira rolava, com direito até a rodas!

    Suado mas não esgotado, o público, que a essa altura praticamente lotava a casa, se aglomerou definitivamente diante do palco para receber a atração principal e anfitrião da noite. A atual formação do Angra, com apenas Rafael Bittencourt (guitarra e vocal) dentre os membros originais, e contando com Fabio Lione (vocal), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo e backing vocals) e Bruno Valverde (bateria), já está completando oito anos junta, o que garante um show coeso e extremamente competente, dado o talento dos músicos. Lione, com sua larga experiência como vocalista, tem um registro vocal bem diferente de Andre Matos e Edu Falaschi, mas encontrou a maneira certa de encaixar sua bela voz nos temas gravados por seus antecessores, como provaram temas como Nothing to Say e Rebirth. Marcelo Barbosa é um dos maiores guitarristas brasileiros da atualidade, Felipe Andreoli chegou num nível absurdo de técnica e Bruno Valverde, todo mundo sabe, é uma fera das baquetas. Já Rafael assumiu grande protagonismo na banda. Muitas vezes, se posiciona no centro do palco, com Lione indo para o fundo, faz diversos backing vocals, apresenta os músicos e assume a voz principal em músicas como a interessante versão acústica (no esquema “banquinho-e-violão”) de Reaching Horizons. Flavio juntou-se a ele no tema seguinte, uma belíssima versão também acústica de Make Believe em que o destaque foi o dueto vocal dos dois.

    Numa banda com a discografia rica como é o Angra, o show só poderia ser um desfile de hits, como Lisbon, Angels Cry e Late Redemption, todos cantados e saudados efusivamente pela galera.

    Como também deve ser saudada essa iniciativa do Angra em promover um festival com quatro bandas de altíssimo nível e que provou que tribos diferentes podem, sim, conviver em harmonia e proporcionar uma noite inesquecível.

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  • BABYMETAL lança novo single e lyric video, “Mirror Mirror”

    BABYMETAL lança novo single e lyric video, “Mirror Mirror”

    POR ASSESSORIA 

    Babymetal lançou um novo lyric video, Mirror Mirror, música tirada de seu primeiro álbum conceitual, The Other One, que acaba de ser lançado pelo selo Cooking Vinyl. Assista: 

    Ouça Mirror Mirror: https://bm.lnk.to/theotherone/ Ouça The Other One: https://bm.lnk.to/theotherone/

    No ano passado, a BABYMETAL foi “selada” do mundo após uma bem-sucedida jornada de 10 anos. Em abril de 2022, o projeto de restauração THE OTHER ONE começou a recuperar o BABYMETAL que nunca soubemos que existia dentro de um mundo virtual chamado METALVERSE. Um total de 10 músicas foram descobertas dentro do projeto de restauração THE OTHER ONE, com cada uma representando um tema único baseado em 10 mundos paralelos separados que eles descobriram. 

    Um dos 10 mundos paralelos descobertos é o MIRROR, e sua trilha de foco ‘Mirror Mirror’ centra-se em torno deste tema. “Mirror, mirror on the wall…”, esta canção encarna um mundo paralelo onde o mundo dentro do espelho e o mundo da realidade andam para frente e para trás. O que você vê no espelho é seu verdadeiro eu ou o eu que você deseja ser?

    BABYMETAL está se preparando para sua próxima apresentação em 1 e 2 de abril na PIA ARENA MM. Seu 1º dia é denominado BLACK NIGHT e seu 2º dia é denominado CLEAR NIGHT. Em sua apresentação anterior, eles transmitiram que, junto com a partida para um novo mundo, nascerá um novo metal. Depois desses shows no Japão, eles estarão apoiando o Sabaton em sua turnê pelo Reino Unido e Europa em abril e maio. A partir de maio, BABYMETAL embarca em seu BABYMETALWORLD TOUR 2023, no qual será atração principal pela primeira vez na Ásia, bem como na Austrália. Continuaremos a ver o que o futuro revelará para BABYMETAL. 

    ‘Mirror Mirror’ segue os singles anteriores ‘Light and Darkness’, ‘METAL KINGDOM’, ‘Divine Attack – Shingeki’, e ‘Monochrome’. Um dos 10 mundos paralelos descobertos é o THRONE, e este terceiro se concentra em torno deste tema. É um poderoso hino que anuncia o início de uma nova era, ao mesmo tempo em que representa o poder e a coragem para avançar em um território desconhecido. A trilha transmite imagens de um que se ergue poderosamente do trono do silêncio, com um alarde adequado anunciando este novo começo.

    BABYMETAL voltará aos palcos ao lado de SABATON e Lordi em sua turnê pelo Reino Unido e UE.   SABATON – THE TOUR TO END ALL TOURS Convidado Especial: BABYMETAL Apoio: LORDI   14.04. UK Leeds – First Direct Arena 15.04 UK London – OVO Arena Wembley 16.04. UK Cardiff – Motorpoint Arena 18.04. UK Glasgow – OVO Hydro   Ingressos para a turnê no Reino Unido: https://www.sabaton.net/tour/ Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]

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  • THE LOW-END BASTARD: A ONE MAN BAND SEM GUITARRAS, MAS COM TODO O PESO DO CONTRABAIXO

    THE LOW-END BASTARD: A ONE MAN BAND SEM GUITARRAS, MAS COM TODO O PESO DO CONTRABAIXO

    Por Alessandro Bonassoli

    Quem ouve a acompanha o lado pesado da música está acostumado aos muitos dogmas do estilo. O mais básico é que heavy metal se faz com uma banda – cujo formato convencional inclui pelo menos três integrantes. Outra regra histórica é que, seja o famoso power trio, quarteto, quinteto ou qualquer outra formação, a parte instrumental das músicas é tocada basicamente com guitarras, baixo, bateria e teclado. É proibido quebrar essa tradição? Não. Existem exemplos de artistas que fogem à essa definição, como o norueguês Morgul. Mas, convenhamos, não é algo assim tão comum. Sem a intenção explícita de mudar isso, surgiu em Jundiaí (SP) o The Low-End Bastard, projeto de Fábio Bueno, que, em meio aos muitos dias de isolamento provocados pela maldita pandemia da COVID-19, resolveu “desenferrujar” e voltar a fazer música. Não exatamente como nos tempos em que integrou as formações do Doomonic, Moriendi, Nox Eterna e Folklord. Baixista desde que se iniciou no underground, desta vez ele resolveu encarar o desafio de ser uma one man band sem o uso de guitarras. A ROADIE CREW conversou com ele para saber mais detalhes.

    O álbum “Last Days Of Sanity” foi disponibilizado em streaming em 2022, mas a trilha do The Low-End Bastard iniciou antes. Quando e como começou o projeto?

    Bueno – Esse é o primeiro álbum do projeto The Low-End Bastard, que foi iniciado em meados de 2021 com a ideia de ser uma one man band que faz um som pesado mesclando algumas influências do doom Metal, death metal e industrial. O grande diferencial, a meu ver, é a questão dos instrumentos. Ou melhor, do instrumento. Fale um pouco mais sobre isso.

    Bueno – Todas as composições foram gravadas utilizando apenas o contrabaixo como único instrumento de cordas, Isso ficou definido depois de vários testes com os quais consegui simular um timbre muito próximo ao de uma guitarra distorcida.

    E a parte lírica? Quais são as temáticas que você explora?

    Bueno – As letras, em sua maioria, falam sobre uma fase muito difícil que passei da minha vida relacionada ao estado de saúde do meu pai, relatando alguns momentos de depressão e pensamentos suicidas. Outra parte é mais de ordem política e demonstram a indignação com o governo.

    Além do álbum, você já lançou quatro singles (“Lost…”, “My Images”, “Controlling Your Mind” e “One More Day Of Pain”) e dois EPs (“Fragments Of My Mind” e “Madness”). Tudo isso no último ano da pandemia e no primeiro pós-COVID e lockdowns. O período pandêmico teve algum reflexo nessa produção?

    Bueno Fiquei praticamente 10 anos sem encostar no meu baixo e no início da pandemia decidi voltar a estudar o instrumento para aproveitar o tempo livre e não pirar de vez. Mas sempre tive bandas, trabalhei em estúdio, fiz PA, sempre estive envolvido com música. O disco todo foi gravado, mixado e masterizado por mim em casa nas horas vagas. A arte também foi feita por mim. Ou seja, tudo independente e lançado somente nas plataformas digitais pois estou sem grana. Até gostaria de lançar em mídia física, mas atualmente não tenho condições.

    Todas essas condições acabaram te direcionando ao uso de bateria eletrônica.

    Bueno – Sim, fora baixo e vocal tudo foi programado utilizando VSTI’s (Virtual Studio Technology Instrument).

    A criação do projeto surgiu, digamos, por causa da pandemia ou já era uma ideia antiga?

    Bueno Surgiu na pandemia. Comecei a brincar com o software de gravação e começaram a sair algumas ideias, a princípio era para ser só instrumental. Mas conversando com um amigo com quem toquei nas bandas Doomonic e Moriendi, ele me falou, “põe vocal, não faz só instrumental não.” Fiquei em dúvida, porque nunca tinha criado uma linha de vocal, nem letras, mas encarei o desafio e estou gostando do resultado.

    Quais são as influências do projeto dentro do doom, industrial e death? Bueno – Acho que as principais bandas que nunca deixei de ouvir dentro desses estilos são Candlemass, Memento Mori, My Dying Bride, Death, Unleashed, Septic Flesh, Morbid Angel, GodFlesh, Ministry e Old Man Gloom. E tem algumas bandas mais recentes que pirei no som como o Absent in Body e o Amenra.

    Você pretende se manter como “one man band” ou virar uma banda? Caso sim, já tem nomes escalados para a empreitada?

    Bueno – Tenho vontade de tocar ao vivo com o projeto, mas além de não ter tempo no momento, acho que a parte mais difícil seria conseguir os equipamentos para fazer o som funcionar ao vivo. É tipo tentar simular o som do baixo do Lemmy, não vai funcionar em qualquer amplificador. Mas pretendo continuar lançando material, até já comecei a compor novas músicas para o próximo álbum.

    Impossível não pensar como as facilidades da tecnologia, internet e plataformas digitais facilitaram a criação musical. Algo que, nos anos 1990, era impensável. Quando você percebeu que seria possível montar um projeto de qualidade e colocá-lo em prática?

    Bueno – No momento que instalei o software no meu computador e baixei alguns plugins gratuitos, percebi que dava para fazer algo legal. A qualidade dos instrumentos virtuais de hoje é absurda, e como sempre fucei nestes tipos de softwares, foi relativamente rápido o processo de criar uma música a partir de uma brincadeira e perceber que a qualidade do produto estava bem honesta para os padrões de hoje.

    Ainda sobre tecnologia, no Spotify você tem ouvintes da Finlândia, Holanda, Dinamarca e Nova Zelândia. O que isso representa? Era algo esperado? Você está recebendo contatos de ouvintes destes e outros países? Alguma repercussão na mídia especializada? 

    Bueno – Isso me surpreendeu muito, porque não fiz divulgação, não investi nada. Só criei as redes sociais do projeto e postei algumas vezes. Acho que uma das plataformas que tem o melhor algoritmo é o Bandcamp, a diferença de número de plays do Bandcamp para as outras plataformas é bem grande. Tenho recebido mais contato de pessoas do Brasil mesmo e tive contato de um podcast da Argentina que se chama Ritual Sonoro.

  • Com PRIKA AMARAL no vocal, NERVOSA mostra atual formação em novo videoclipe, “Endless Ambition”

    Com PRIKA AMARAL no vocal, NERVOSA mostra atual formação em novo videoclipe, “Endless Ambition”

    Após anunciar mudanças na formação, a Nervosa mostrou seu novo line-up nesta terça-feira (28) através do videoclipe do novo single, Endless Ambition, lançado pela Napalm Records. Na última semana, a banda informou que nesta, anunciaria a sua nova vocalista. Para a surpresa de todos, como evidenciado no clipe de Endless Ambition, a própria guitarrista fundadora Prika Amaral assume agora o posto deixado pela vocalista Diva Satanica. E, a se basear pelo novo single, Prika se deu muito bem na nova função.

    Prika comenta: “Foi um desafio muito grande pra mim, não era algo que planejava e nem esperava, mas depois de uma segunda troca de vocalista, não quero passar por isso novamente, então decidi encarar o que muita gente falava desde o começo da Nervosa, que eu deveria ser a vocalista. Mas, como sempre escutei de algumas pessoas que eu não tinha técnica, que da forma que eu cantava prejudicava a garganta, me deixei levar por isso. Porém, depois de estudar técnicas vocais nos últimos meses, descobri que sim, sempre tive técnica e me senti confortável de encarar essa nova jornada da qual estou gostando muito”.

    Além de Prika, a nova formação da Nervosa consiste de Helena Kotina (guitarra), Michaela Naydenova (bateria) e Hel Pyre, baixista que, conforme explicado pela banda anteriormente, fará a maioria dos shows do grupo enquanto Mia Wallace não puder estar 100% reintegrada.

    Endless Ambition foi dirigido e editado por Dimitris Preve. Confira:

    Nervosa finalizou em janeiro as gravações de seu novo álbum de estúdio, sucessor de Perpetual Chaos, de 2021. Em breve, a banda revelará informações a respeito do disco. No próximo mês de abril, a Nervosa embarca para uma nova turnê europeia, que começa no dia 05 em Linköping, na Suécia, e termina no dia 27 de maio em Northampton, Inglaterra. 

    Siga a Nervosa nas redes sociais: 

    Instagram: @nervosathrash

    Facebook: @nervosa

    YouTube: @nervosathrash

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  • Banda alemã de death/thrash metal SUSURRO lança novo single e clipe, “Brocken Dream’s”

    Banda alemã de death/thrash metal SUSURRO lança novo single e clipe, “Brocken Dream’s”

    POR ASSESSORIA

    A banda alemã de death/thrash metal Susurro lançou seu novo single “Brocken Dream`s”. O lançamento foi gravado no AMSS-UG Studios e mixado e masterizado por Andy Lux.

    O fundador da banda, Jack Skaner, descreve a música da seguinte forma: A injustiça na sociedade está aumentando novamente. Quem tem poder e governa a mídia também governa o judiciário. A justiça não se fala mais. É vivida politicamente apenas de acordo com a justiça ideológica.

    Susurro foi formado em 2019 em Allmersbach, Alemanha por Jack Skaner (vocal/guitarra). Logo depois, Mr. Six-Ell (baixo) e Winzent Walace (guitarras/teclados) se juntaram à banda e a formação estava completa. O álbum de estreia da banda, Erratic, foi lançado em janeiro de 2022.

    Escute “Brocken Dream’s”:

    Assista ao video:

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  • DARKANE: suecos se apresentam em São Paulo nesta quarta

    DARKANE: suecos se apresentam em São Paulo nesta quarta

    POR ASSESSORIA 

    Os suecos do Darkane farão um show exclusivo Brasil nesta quarta (29); será no La Iglesia Borratxeria (Rua João Moura, 515 – Pinheiros – São Paulo), a partir das 18h. A abertura ficará por conta das bandas Inherence e Hammurabi.

    Os ingressos antecipados podem ser adquiridos aqui:

    https://www.clubedoingresso.com/evento/darkane

    A turnê Latino-Americana do Darkane, promove o seu novo álbum, lançado no final de 2022; “Inhuman Spirits”, sétimo disco de estúdio. Eles estavam sem lançar um álbum de inéditas, desde 2013. “Inhuman Spirits” contém músicas que trazem um mix de sonoridades de seus discos anteriores, e que tem sido bastante elogiado na mídia, mundo afora.

    O Darkane foi formado em 1998, fazendo um Death Metal com pitadas de melódico, e Thrash Metal. Sua formação é a original, que conta com Lawrence Mackrory (vocais), Klas Ideberg (guitarra), Christofer Malmström (guitarra), Jörgen Löfberg (baixo) e Peter Wildoer (bateria).

    Na discografia do Darkane estão os álbuns; “Rusted Angel” (99), “Insanity” (01), “Expanding Senses” (02), “Layers of Lies” (05), “Demonic Art” (08), “The Sinister Supremacy” (13) e “Inhuman Spirits” (22) – sem deixar de citar o ‘ao vivo’, “Layers of Live” (10).

    Assista o vídeo da faixa título do último álbum, “Inhuman Spirits”:

    A realização do show do Brasil, é uma parceria entre a Tumba Productions e Xaninho.

    Páginas relacionadas:

    www.darkane.com

    www.facebook.com/inherenceband

    www.hammurabi.com.br

    www.tumbaproductions.com.br

    www.xaninhodiscos.com.br

    www.lpmetalpress.com.br

    www.iglesialaborratxeria.com.br

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  • KHORIUM fala sobre seu trabalho em entrevista para a ROADIE CREW

    KHORIUM fala sobre seu trabalho em entrevista para a ROADIE CREW

    POR ASSESSORIA 

    Com o recente lançamento do novo disco intitulado ‘A Plenos Pulmões’, a Khorium se demonstra uma das bandas mais ativas do cenário e sua mistura de elementos, faz dela única.

    Com um trabalho sério e profissional sendo executado, Khorium foi entrevistado pelo portal online da Roadie Crew e um dos trechos mais marcantes foi: “Sempre irão existir os haters. Qualquer pessoa que se dedique à arte estará exposta às críticas e ao tribunal das redes sociais. Mas como as nossas letras são muito explícitas e não deixam dúvidas do nosso posicionamento e questionamento, isso já funciona como um filtro, então acaba chegando pra gente mais a galera que apoia, que entende a proposta da banda e que de fato curte o que a gente faz.

    A entrevista respondida pelo guitarrista e vocalista Glaydson Moreira, aborda também alguns pontos interessantes sobre a banda, como as mensagens do novo álbum, sobre a censura que foi expulsa do governo e seu investimento atual apenas no streaming, diminuindo seu investimento em materiais físicos.

    Sempre bom responder entrevistas, principalmente da Roadie Crew. Já saímos inclusive na revista, o que foi um marco para todos nós. O Brauna (responsável pela entrevista) é um cara que admiramos bastante e sabemos do seu trabalho no cenário jornalístico da música autoral.” disse Glaydson.

    Leia aqui a entrevista à Roadie Crew.

    Ainda sobre o espaço que a Khorium vem tendo, Glaydson finaliza: “Estamos saindo em portais novos que não tínhamos saído. Novas resenhas, opiniões diferentes e estamos sendo vistos. Todo feedback é muito bem-vindo, seja ele positivo ou negativo, tudo contribui para o trabalho da banda pois queremos chegar o mais longe que pudermos e o mais importante que é levar nossa mensagem.”

    Khorium vem preparando lyrics video para conseguir trazer mais clareza nas suas mensagens e o lançamento deve acontecer em breve. Ainda não há a quantidade exata de vídeos, mas a única certeza de que isso só aumenta infinitamente as possibilidades na sua divulgação.

    Acompanhe a Khorium em suas redes oficiais e ouça seu novo disco ‘A Plenos Pulmões’ no streaming de sua preferência: https://linktr.ee/Khoriumband

    Foto: Daiane Landim