Categoria: Roadie News

  • ROGER WATERS responde aos questionamentos sobre seu show e seus posicionamentos políticos

    ROGER WATERS responde aos questionamentos sobre seu show e seus posicionamentos políticos

    POR ASSESSORIA 

    Pic By Fernando Pires / www.flpires.com.br

    Após surgirem questionamentos de diferentes grupos sobre sua última turnê, que traz elementos utilizados no Pink Floyd nos anos 80, e sobre seus posicionamentos políticos, o músico Roger Waters divulgou em suas redes sociais o seguinte comunicado

    Uma declaração de Roger Waters sobre a controvérsia sobre seu concerto em Berlim

    “Minha recente apresentação em Berlim recebeu ataques de má-fé daqueles que querem me caluniar e me silenciar porque discordam de minhas opiniões políticas e princípios morais.

    Os elementos de minha performance que foram questionados são claramente uma declaração em oposição ao fascismo, a injustiça e ao fanatismo em todas as suas formas. As tentativas de retratar esses elementos como algo diferente são dissimuladas e politicamente motivadas. A representação de um demagogo fascista desequilibrado tem sido uma característica dos meus shows desde “The Wall”, do Pink Floyd, em 1980.

    Passei minha vida inteira falando contra o autoritarismo e a opressão onde quer que os veja. Quando eu era criança, depois da guerra, o nome de Anne Frank era frequentemente falado em nossa casa – ela se tornou uma lembrança permanente do que acontece quando o fascismo não é controlado. Meus pais lutaram contra os nazistas na Segunda Guerra Mundial, com meu pai pagando o preço final.

    Independente das consequências dos ataques contra mim, continuarei a condenar a injustiça e todos aqueles que a cometem”.

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  • SABATON lança campanha “History Rocks” para unir museus pelo mundo

    SABATON lança campanha “History Rocks” para unir museus pelo mundo

    POR ASSESSORIA 

    A banda sueca de heavy metal, Sabaton, lançou um projeto mundial para museus intitulado “History Rocks”. No centro deste projeto está o novo filme de animação da banda, “The War To End All Wars – The Movie”, que será exibido nos museus participantes em todo o mundo no Dia do Armistício no dia 11 de novembro de 2023.

    “History Rocks” é uma iniciativa para a caridade que visa aumentar a conscientização sobre a importância da história e incentivar mais pessoas a visitar os museus de sua cidade. Sabaton está convidando museus grandes e pequenos para fazer parte desta estreia mundial de “The War To End All Wars – The Movie” sem nenhum custo. O único requisito é que eles devem estar equipados com as instalações adequadas e equipamentos audiovisuais para receber a exibição.

    Comentando sobre o projeto estava o líder e baixista do Sabaton, Pär Sundström“Estamos entusiasmados em lançar este projeto! Acreditamos que, ao exibir “The War To End All Wars – The Movie” em museus ao redor do mundo, podemos inspirar as pessoas a apreciar a importância de preservar e aprender sobre nossa história. E que a melhor maneira de fazer isso do que propagar o ensino de história com um filme de animação divertido e cheio de adrenalina?”

    Pär acrescentou: “Também é uma maneira fantástica de convencer um novo público a visitar seus museus locais. Museus são muito importantes para nós como banda, especialmente museus militares e voltados para a história – aprendemos muito com eles. Queremos que o mundo seja curioso e adoraríamos que as pessoas realmente quisessem aprender sobre o passado. A única maneira de crescermos como seres humanos é aprendendo sobre os dias passados ​​e apreciando os sacrifícios que foram feitos para vivermos da maneira que vivemos.”

    Antes mesmo do lançamento da campanha, um punhado de museus já havia confirmado sua participação na estreia mundial de “The War To End All Wars – The Movie”. Abaixo alguns museus que fazem parte da lista:

    The Tank Museum, Dorset, United Kingdom Arsenalen – The Swedish Tank Museum, Strängnäs, Sweden Aeroseum, Gothenburg, Sweden Michigan’s Military Heritage Museum, Jackson, Michigan, United States

    Muitos mais seguirão nas próximas semanas.

    Desenvolvido em parceria com Yarnhub Animation Studios, “The War To End All Wars – The Movie” apresenta músicas do 10º álbum de estúdio de Sabaton, “The War To End All Wars”, lançado no dia 4 de março de 2022. O filme conta as histórias da Primeira Guerra Mundial, permitindo com que os espectadores tenham uma melhor compreensão do que tratam as músicas do álbum. É uma aventura musical e histórica que cobre uma série de tópicos e conta as histórias épicas de vários heróis.

    “The War To End All Wars – The Movie” está sendo lançado em inglês, mas será disponibilizado com legendas em vários idiomas para atender o público em todo o mundo.

    “History Rocks” está programado para acontecer durante duas semanas próximo do dia 11 de novembro de 2023, que é uma data adequada para o projeto, pois comemora o fim da Primeira Guerra Mundial. Será uma oportunidade perfeita para as pessoas aprenderem mais sobre esta parte crucial da história e refletirem sobre os sacrifícios que foram feitos por aqueles que lutaram na guerra.

    Sabaton está chamando seus fãs para compartilhar este projeto com seus museus locais para trazê-los a bordo e participar desta iniciativa sem precedentes. Com “History Rocks”, a banda espera estender sua paixão pela história para um público global.

    Assista ao trailer para o filme “The War To End All Wars – The Movie”:

    Para mais informações sobre “History Rocks” visite: https://movie.sabaton.net

    SOBRE SABATON:

    SABATON é uma banda que há duas décadas vem conquistando uma legião de fãs pelo Mundo ao cravar a reputação de ser a banda que mais trabalha no negócio, como um relatório compartilhado pelo jornal  inglês Guardian: “Além dos veteranos do Iron Maiden, Sabaton é a maior banda de heavy metal da Europa.” Desde o lançamento do primeiro álbum em 2005, Sabaton combina performances incríveis de palco com design e produção com álbuns conceituais épicos, conectando eventos de guerra reais com clássico do heavy metal. Sabaton já lançou nove álbuns de estúdio, conquistou diversos prêmios como seis discos de OURO, um de PLATINA e de uma vez quatro álbuns de PLATINA. A banda também alcançou incríveis top 10 em todos os países da Europa e também seis vezes o Top 5. A banda também conquistou nomeações importantes como oito vezes o Metal Hammer Golden Gods e também levando pra casa prêmios como “Breakthrough Artist” em 2011 e “Best Live Band” em três anos diferentes como também nomeações para Grammis (equivalente ao GRAMMY americano) como melhor banda de heavy metal. Sabaton tmabém conquistou a incrível marca de dois bilhões de audições em todas as plataformas com mais de 1.5 bilhão de visualizações no YouTube. Em sua história de 20 anos, Sabaton é o principal artista dos maiores festivais do Mundo e também shows completamente esgotados ao redor do Mundo.

    Formação: Joakim Brodén – vocal Pär Sundström – baixo Chris Rörland – guitarra Tommy Johansson – guitarra Hannes Van Dahl – bateria

    Foto: Tim Tronckoe

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  • Maranhão Open Air anuncia mais quatro atrações: RF FORCE, THE LAWS KILL DESTROY, 7 PELES e GRAVE REAPER

    Maranhão Open Air anuncia mais quatro atrações: RF FORCE, THE LAWS KILL DESTROY, 7 PELES e GRAVE REAPER

    O festival Maranhão Open acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro, no Espaço 77, localizado na Praia da Raposa, a 25 minutos do centro da cidade. Nesta edição, o MOA vem com 20 bandas, sendo 06 internacionais, 10 nacionais e 04 locais. Atrações renomadas de diversos estilos dentro do rock que celebram em dois dias de festival a diversidade e a união entre várias vertentes. Nesta semana foram confirmadas mais quatro atrações: RF Force (SP), The Laws Kill Destroy (SP), 7Peles (RJ) e Grave Reaper (MA). Unindo-se às quatro bandas já anunciadas anteriormente: Black Flag (EUA), I Am Morbid (EUA), Viper (SP) e Black Pantera (MG). Nessa diversidade de estilos, o festival reafirma seu propósito de apresentar bandas consagradas para diferentes públicos de música pesada. Os ingressos estão sendo vendidos pelo site FANPASSS, que em comparação a outras plataformas de vendas de ingressos, oferece taxas bem abaixo do mercado. Além disso, o público também tem a opção de adquirir seu passaporte para o evento sem taxas, realizando o pagamento por pix. Nesta edição, o festival traz uma grande novidade: MOA Rising Club. Serão disponibilizados 60 pacotes de experiência completa para aqueles fãs intensos e que buscam explorar todas as experiências de um festival. O MOA Rising Club também inclui hospedagem de dois dias no mesmo hotel em que as principais bandas ficarão hospedadas, com café da manhã incluso, uma bela piscina e o que é melhor, na beira da praia. Além de translado de ida e volta do hotel para o festival nos dois dias, uma visita a cidade da Raposa no domingo de manhã com passeio de barco incluso pelas fronhas maranhenses e aquele peixe assado no meio de ilhas desertas que só o Maranhão tem. Novas atrações confirmadas: The Laws Kill Destroy, RF Force, Grave Reaper e 7Peles THE LAWS KILL DESTROY The Laws Kill Destroy é um projeto formado pelo fundador e membro original do Sarcófago, Gerald Incubus, que conta com Rodrigo Malevolent (guitarrista do Pentacrostic), Marcelo Itaboraí (ex guitarrista do Sextrash) e pelo baterista Morto (Atack Epileptic) e chega para trazer aos headbangers do norte e nordeste a experiência mais próxima possível do lendário Sarcófago, banda que influenciou e moldou praticamente todo o Black Metal que explodiu no inicio dos anos 90. Um set de clássicos matadores como “Nightmare”, “Sex Drinks and Metal”, “Midnight Queen”, “INRI”, “Satanic Lust”, entre tantos outros hinos que moldaram o estilo ainda nos 80. RF FORCE Unindo a força do Heavy Metal “Old School”, a banda RF Force é formada pelos talentosos músicos Marcelo Saracino (vocal), Ricardo Flausino (baixo), Lucas Emidio (bateria) e pelos exímios guitarristas Daniel Iasbeck e Rodrigo Flausino (do Children Of The Beast). Com um álbum autointitulado que foi considerado pela mídia especializada um dos melhores álbuns de Metal Nacional de 2022, músicas como “Old School Metal”, “The Beast and the Hunter” e “Fallen Angels” refletem toda a essência do Heavy Metal Tradicional e o propósito do quinteto. GRAVE REAPER Reconhecido na cena local, Grave Reaper tem se dedicado, ao longo de mais de uma década, a entoar suas blasfêmias por meio do Speed Black Metal, sem abrir espaço para modismos passageiros. Em sua sonoridade, eles incorporam referências da velha guarda, como Sodom, Vulcano, Celtic Frost e Nocturnal. Com uma discografia que inclui dois excelentes EPs, intitulados “Sob o Martelo de Satã” e “Speed Metal Mayhem”, o Grave Reaper em constante evolução, chega ao MOA oferecendo um show autêntico de Metal Negro rápido e cortante. Essa é uma oportunidade imperdível para os amantes do gênero, tanto da região quanto de fora, conhecerem um dos melhores grupos maranhenses do underground. 7PELES A banda carioca 7Peles destaca-se por sua performance poderosa, letras ácidas, sonoridade pesada e autêntica. A banda define seu som como “Black and Roll”, apesar de muitos os classificarem como uma banda de Black Metal. O seu mais recente álbum, “O Terceiro Evangelho do 7Peles”, foi considerado o melhor álbum de black metal por Valtemir Amler, crítico musical especialista em música pesada. Músicas como “Apocalipse 1:7:1”, “Fruto Proibido”, “Qayin”, “Tempo dos Templos” e “Pérolas aos Porcos” trazem críticas diretas e certeiras às hipocrisias da sociedade. Bandas anteriormente confirmadas: BLACK FLAG O Black Flag é considerado um dos ícones do Punk Hardcore mundial. Formado em 1976 nos Estados Unidos por Greg Ginn, os californianos figuram entre as 10 maiores bandas de Punk do mundo e são considerados pioneiros e referência no mundo inteiro. Eles se apresentam pela primeira vez no nordeste e terão um show exclusivo no festival com duas horas de duração tocando o clássico álbum “My War” na íntegra e todos os clássicos de sua longeva trajetória. I AM MORBID I Am Morbid finalmente se apresentará em terras nordestinas. A essência do Morbid Angel chega no palco do MOA tocando o álbum “Covenant” na íntegra, que neste ano celebra 30 anos, além de revisitar outros grandes clássicos. VIPER O Viper é reconhecido como um dos pilares do Heavy Metal nacional, com uma experiência de 38 anos de estrada. A banda, composta por Pit Passarel, Felipe Machado, Ives Passarel (atualmente guitarrista do Capital Inicial) e o eterno André Matos, contribuiu significativamente para moldar o estilo no Brasil. Com um line-up revigorado, o quinteto conta atualmente com o experiente vocalista Leandro Caçoilo, que além de professor de canto, possui uma extensa carreira em bandas como Sacred Sinner, Eterna, Magna, Soulspell, entre outras. BLACK PANTERA Formada em 2014, Black Pantera é uma das bandas em maior evidência na cena, com sua sonoridade poderosa aliado a temas sociais de maneira furiosa, com referências de Thrash, Punk e Hardcore. Ao mesmo tempo que trabalha com referências sonoras familiares, o som tem um peso característico peculiar. Além, é claro, de apresentar um show poderosíssimo. Sem medo de se posicionar, Black Pantera é uma banda antirracista e representa o poder transformador da música no combate às injustiças e preconceitos.
    Serviço: Maranhão Open Air 2023: DAMN and RISING Data: 21 e 22 de outubro Local: Espaço 77, Praia da Raposa, São Luís (MA). Modalidades de ingressos: ?️ Moa Rising Club Experience (60 pacotes limitados) ? Passaporte 1º Lote *Valor Promocional* (para dois dias do evento) Link para venda de ingressos: https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655/  Site oficial do evento: https://moafestival.com.br

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  • THE VINTAGE CARAVAN confirma show em Belo Horizonte

    THE VINTAGE CARAVAN confirma show em Belo Horizonte

    A banda islandesa The Vintage Caravan voltará ao Brasil em turnê e as produtoras Caveira Velha e Xaninho levarão o show para Belo Horizonte (MG) no dia 9 de agosto. O evento, que será realizado no Caverna Rock Pub, ainda contará com a presença do Pesta e Tantum.

    O The Vintage Caravan pratica um rock clássico com toques de hard anos 70, progressivo e psicodélico, com influências de Cream, Led Zeppelin, Deep Purple, Jimi Hendrix, Beatles e Rush. Óskar Logi Ágústsson (vocal e guitarra), Alexander Örn Númason (baixo) e Stefán Ari Stefánsson (bateria), que se apresentaram no Brasil em 2016, apresentarão músicas dos álbuns “The Vintage Caravan” (2011), “Voyage” (2014), “Arrival” (2015), “Gateways” (2018) e “Monuments” (2021).

    Promovendo o debut, “Turning Tables” (2022), a banda mineira Tantum, que conta com Chervona (vocais, teclados e flauta transversal), Laer Aliv (baixo), João Brumano (guitarra) e Pedro Cindio (bateria), pratica um hard rock e heavy metal inspirado nos anos 70 e 80. As apresentações da banda possuem um foco cênico, dando destaque ao espetáculo visual, com performances trabalhadas e figurinos elaborados com inspiração no glam rock.

    Já a banda mineira de doom e stoner rock Pesta, que conta com Thiago Cruz (vocal), Daniel Rocha e Marcos Resende (guitarras), Anderson Vaca (baixo) e Flávio Freitas (bateria), tem em sua discografia o EP “Here she comes…” (2015), “Bring Out Your Dead” (2016), “Faith Bathed in Blood” (2019). O grupo já se apresentou em importantes eventos pelo Brasil e realizou aberturas para Vinny Appice, Ratos de Porão, Krisiun e as americanas Earthlesss e Samsara Blues Experiment.

    Serviço:
    Atrações: The Vintage Caravan, Pesta e Tantum
    Data: 9 de agosto (quarta-feira)
    Local: Caverna Rock Pub
    Endereço: Rua dos Tupis, 1448 – Barro Preto, Belo Horizonte/MG
    Ingressos antecipados online pelo Clube do Ingresso em https://tinyurl.com/m5ufbm2n
    Produção: Caveira Velha e Xaninho


  • CYHRA anuncia novo álbum de estúdio, “The Vertigo Trigger”

    CYHRA anuncia novo álbum de estúdio, “The Vertigo Trigger”

    POR ASSESSORIA 

    CYHRA tem o orgulho de anunciar seu novo álbum de estúdio intitulado ‘The Vertigo Trigger’, que será lançado no dia 18 de agosto pela Nuclear Blast Records. Fundada pelo vocalista Jake E (ex-AMARANTHE) e pelo guitarrista Jesper Strömblad (ex-IN FLAMES), a banda ainda tem em sua formação o guitarrista principal Euge Valovirta (ex-SHINING) e o baterista Alex Landenburg (KAMELOT). O quinteto já lançou dois álbuns, que foram aclamados por público e mídia especializada e provaram que a banda conseguiu criar a sua própria identidade e sonoridade – algo muito procurado numa banda.   Agora em 2023, quatro anos após seu último álbum No Halos In HellThe Vertigo Trigger é o terceiro álbum de estúdio do CYHRA e o primeiro com a participação do guitarrista Marcus Sunesson (ex-THE CROWN/ENGEL) que foi recentemente contratado pela banda. Os suecos lançaram o primeiro single do álbum ‘Ready To Rumble’ no outono passado, e os fãs agora, sem dúvida, ficarão satisfeitos em saber que a faixa faz parte de um novo álbum de estúdio.   Junto com o anúncio do álbum, os suecos também entregam hoje a nova faixa ‘Life Is A Hurricane’, que vem acompanhado de um novo videoclipe e pode ser assistido aqui: https://youtu.be/Oe9Cq0TbTKo   Ouça ‘Life Is A Hurricane’ aqui.   O vocalista Jake E comentou: “Uma música que te prende desde o primeiro segundo e te prende até a última batida. E um vídeo fantástico do idealizador Patric Ullaeus da Revolver Film!”   O baterista Alex Landenburg acrescentou: “Life Is A Hurricane foi uma das primeiras músicas que escrevemos para o novo álbum. É uma dessas músicas em que a melodia vocal e o ritmo estão intimamente ligados e realmente se complementam. Provavelmente também é o nosso melhor vídeo até agora.”   O guitarrista Euge Valovirta ecoa o sentimento: “É um furacão de música! Começa com um riff pesado e um solo de guitarra, então qual é a melhor maneira de começar uma música do que essa? Espero que todos aproveitem isso! Ah, e o vídeo é muito intenso também!”   Faça a pré-venda ou pré-salve o novo álbum The Vertigo Trigger aqui.

    Gravado no verão/outono de 2022, The Vertigo Trigger é o álbum mais sombrio da banda até hoje. O álbum foi totalmente autoproduzido e mixado pelo guitarrista Euge Valovirta, enquanto a masterização foi feita pelo produtor de longa data Jacob Hansen. Este novo álbum oferece aos fãs o som clássico do CYHRA, cheio de marcas registradas da banda, mas fresco e refinado. Os suecos modernizaram a composição de suas canções, o que significa que nenhum fã de CYHRA ficará desapontado, tornando The Vertigo Trigger um sucessor mais do que digno de seus dois primeiros álbuns.   E embora o guitarrista Jesper Strömblad não faça parte dos shows ao vivo do CYHRA atualmente, ele esteve profundamente envolvido no processo de composição e gravação do álbum. Portanto, a banda mal pode esperar por seu retorno assim que ele estiver pronto novamente. Tracklist: The Vertigo Trigger 01. Ready To Rumble 02. Let’s Have My Story Told 03. Live A Little 04. 1.000.000 Fahrenheit 05. Buried Alive 06. The Voice You Need To Hear 07. Life Is A Hurricane 08. If I 09. Fear Of Missing Out 10. Ashlight 11. Too Old For Fairy Tales

    CYHRA é: Jake E – vocais Euge Valovirta – guitarra principal (e baixo) Alex Landenburg – baterista Marcus Sunesson – guitarras Jesper Strömblad – guitarras (e baixo)

    Foto: Linda Florin

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  • BEST OF BLUES AND ROCK – São Paulo (SP)

    BEST OF BLUES AND ROCK – São Paulo (SP)

    Por Ricardo Batalha (dia 02/06) e Marcelo Gomes (dias 03 e 04/06) 

    Fotos: Roberto Sant’Anna e Belmilson dos Santos

    DIA 1

    Sem contar com seu antigo patrocinador master, o Best of Blues and Rock, realizado pela Dançar Marketing, chegou à sua 10ª edição mesclando momentos de puro entretenimento, lazer e grandes shows para os que compareceram na plateia externa do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, situado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP). Porém, uma mudança surpreendeu seu público cativo: a cobrança de ingresso. Por isso, o dia inaugural (2 de junho), que trouxe Tom Morello, Extreme, Malvada e Nanda Moura, contou com muitas promoções, sorteios e entradas free, já que ficou complicado emplacar vendas com valor alto de ingresso em um evento que teve a abertura dos portões às 15h de uma sexta-feira. Além disso, nos dias 3 e 4 de junho, concorria com a realização do festival MITA – Music Is The Answer no Vale do Anhangabaú. O tempo colaborou, a organização estava impecável e entrada tranquila para o público, incluindo o PcD (acesso prioritário e rampa exclusiva), que contou com diversas opções nos estandes de alimentação e bebidas (Jack Daniels e Spaten), área de descanso e espaços de souvenires, área de patrocinadores/apoiadores, como o R7 no estúdio R7 Space.

    “A edição de aniversário celebrou o Blues e o Rock durante um final de semana ensolarado, com as famílias curtindo boa música, com bandas de várias gerações e estilos”, comentou Pedro Bianco, organizador e criador do Best of Blues and Rock. “Foram fantásticos os encontros entre os artistas no palco: Gary Cherone e Nuno Bettencourt do Extreme e Steve Vai subiram ao palco com Tom Morello; já Tom Morello foi convidado por Buddy Guy para uma jam na noite de domingo. Buddy Guy trouxe sua filha Carlise e seu filho Greg ao palco para apresentações memoráveis! Foi uma grande satisfação ver e sentir a sinergia entre os artistas e o público presente! Vamos manter o festival e a chama do Blues e do Rock viva por muitas gerações”, acrescentou.

    Mesmo com a boa qualidade de som e iluminação, tendo projeções simultâneas e um vídeo editado com imagens das atrações das edições anteriores na estrutura do Auditório Ibirapuera, o palco estava com um recuo gigante. Como se não bastasse, os fotógrafos que foram fazer a cobertura não tiveram pit, sendo obrigados a tirar as fotos no final da pista, num recuo próximo da house mix. Além disso, é louvável o fato de realizarem coletivas de imprensa durante o evento. No entanto, a de Buddy Guy, mestre do blues que veio em sua turnê de despedida “Damn Right Farewell Tou”, coincidiu com início do show do Goo Goo Dolls. Assim, como a autorização dos fotógrafos era para as primeiras músicas (do lado da house mix), complicou – felizmente, eles foram liberados para fotografar a última música.

    Por ter o início às 15h40, perdemos a apresentação da cearense Nanda Moura, vocalista e guitarrista considerada uma revelação do blues brasileiro e que se apresentou ao lado do tradicional grupo carioca Blues Etílicos. A banda paulistana Malvada, que vem se apresentando com frequência, mandou seu energético rock’n’roll pesado com letras em português, focando o set em faixas do álbum de estreia, “A Noite Vai Ferver”. O repertório também contou com homenagem à saudosa Rita Lee com “Esse Tal de Roque Enrow”, do clássico “Fruto Proibido” (1975) do Tutti Frutti, e outros covers para Janis Joplin (“Summertime”) e “Purple Haze”, de Jimi Hendrix, uma das influências diretas da guitarrista Bruna Tsuruda. Angel Sberse (vocal), Marina Langer (baixo), Juliana Salgado (bateria) e Bruna se mostraram bem entrosadas, com desenvoltura e presença de palco, fruto de apresentações seguidas, incluindo em eventos de grande porte, como o Rock in Rio de 2022. Destaques ainda para “Mais Um Gole”, a recente “Perfeito Imperfeito” e a faixa-título do debut, que fechou o show.

    Na sequência veio o Extreme, que havia se apresentado em São Paulo pela última vez em 2015. Agora com um novo álbum na manga, “Six”, a expectativa para ver Gary Cherone (vocal), Nuno Bettencourt (guitarra), Pat Badger (baixo) e Kevin Figueiredo (bateria) em ação era ainda maior. “Rise”, “#Rebel” e “Banshee”, novos singles que anteciparam o lançamento oficial (9 de junho), chamaram a atenção dos fãs na apresentação, que começou com adrenalina em alta com “Decadence Dance”, do clássico “Extreme II: Pornograffitti” (1990). Deste mesmo álbum, que fez muito sucesso, inclusive no Brasil, mandaram “It (‘s a Monster)”, a aguardada e popular “More Than Words”, a instigante “Hole Hearted” e “Get the Funk Out”, que contou com a presença do brasileiro Mateus Asato, apresentado por Nuno como um dos melhores guitarristas do mundo. Por sinal, Nuno estava totalmente à vontade, se comunicando em português – ele é natural da Praia da Vitória, no arquipélago dos Açores, em Portugal – e mandando toda a sua técnica, virtuose e bom gosto na guitarra, como se viu também no especial solo “Flight of the Wounded Bumblebee”, e no violão. A banda toda, por sinal, mandou bem nos quesitos técnica e bom gosto, como na instrumental “Midnight Express”, do álbum “Waiting for the Punchline” (1995). Já Gary Cherone, além de mandar muito bem nos vocais, tem uma presença de palco que se agiganta em grandes eventos.

    Afora as faixas de “Extreme II: Pornograffitti”, o repertório trouxe outra música que teve grande impacto no Brasil: “Rest in Peace”, de “III Sides to Every Story” (1992). Deste mesmo trabalho também mandaram “Cupid’s Dead” e “Everything Under the Sun: II. Am I Ever Gonna Change”, e o set ainda contou com um medley interessante com “We Will Rock You” e a antigona “Play With Me”, do debut homônimo de 1989.

    Depois veio Tom Morello, que também se apresentou no último dia do evento. Por sinal, ele já havia sido atração do Best of Blues and Rock em 2018. Já a segunda noite do Best Of Blues foi marcada pela diversidade de estilos musicais, que iam do hardcore do Dead Fish ao blues do Buddy Guy, passando pelo rhythm and blues do The Nu Blue Band. O brasileiro Artur Menezes e o guitarrista americano Steve Vai também fizeram parte do line-up do festival.

    DIA 2

    Depois do show do The Nu Blue Band que o público pareceu bem ambientando, era a hora do mago das guitarras Steve Vai mostrar a que veio. Em turnê de “Inviolate” (2022), o guitarrista despertou a curiosidade dos presentes, que ainda estavam sob o efeito da banda anterior. Já no backstage, Vai começou a atiçar a audiência do festival com sons estridentes. Com sua guitarra cheia de luzes de LED no braço, abre com “Avalancha”, faixa de “Inviolate”, seguida por “Giant Balls of Gold” e a introspectiva “Little Pretty”. Para quem não conhece o trabalho do americano, deve ter sido um choque grande a ponto de muitas pessoas começarem a ir para os bares e banheiros.

    O som estava perfeito, a banda super entrosada, mas dentro de toda a viagem musical que Vai se propõe (ainda mais, sem vocalista), talvez tenha espantado algumas pessoas. O baterista Jeremy Colson, trajando uma camiseta do álbum “Chaos AD” do Sepultura, faz uma levada enquanto o guitarrista falava como é bom estar de volta e apresentar a banda. Tocam “Tender Surrender” que, com belas melodias, consegue arrancar bons aplausos ao final. A calmaria acaba já no início de “Building The Church”, na qual Vai se utiliza da técnica de two hands e faz da sua guitarra praticamente um teclado, chamando atenção até dos mais desatentos.

    “É um privilégio estar no mesmo palco que o Buddy Guy”, diz o guitarrista. Ele continua falando que em sua adolescência não teve muito acesso ao blues, mas curtia Deep Purple, Led Zepellin e Queen… Até ouvir o Buddy Guy. Para Vai, fica difícil mensurar e até entender a contribuição que o veterano do blues trouxe para a guitarra que, segundo ele, inspirou até Jimi Hendrix. Dedica a mais blues do setlist, “Greenish Blues”, ao Buddy.

    Ao som de relinchos, executa a pesada “Bad Horsie”, que é considerada um dos grandes clássicos do guitarrista. Um pequeno solo do baterista Jeremy Colson consegue empolgar os presentes, antes de uma das mais esperadas do setlist. Inspirado na mitologia grega, o americano surge no palco com sua guitarra coberta por um pano preto que escondia a guitarra de 3 braços remetendo a história de Hidra na qual tinha um corpo com várias cabeças. A guitarra com seu formato fantástico tem um braço de 7 cordas, outro de 12 cordas e um braço de baixo com 4 cordas. O mais impressionante de tudo isso é que o Vai utiliza todos praticamente ao mesmo tempo mostrando porque é uma das maiores referências da guitarra mundial.

    As duas últimas foram “Zeus In Chains” e a magnífica “For The Love of God”, que ganhou uma versão especial para o festival. Seu técnico de monitor, Danny G., cantou as melodias da guitarra de forma operística e aparentemente em italiano, dando uma dramaticidade interessante a música. A impressão que fica é que a guitarra é praticamente uma extensão do corpo do Vai que faz execução que beira a algo espiritual. É no mínimo inspirador vê-lo tocar de forma tão apaixonada.

    Na hora do Buddy Guy, o público que parecia ter se dispersado uma pouco, volta a se aglomerar para ver a despedida da lenda do blues. O entusiasmado mestre de cerimônias, Johnny Sims, anuncia a chegada da lenda do blues. Com a banda posicionada e fazendo uma pequena jam, o tecladista chama o guitarrista que já chega fazendo o que sabe de melhor, mandando um solo inconfundível antes de proferir “Damn Right, I Got The Blues” e ser ovacionado já logo de início. Em “I’m Hoochie Coochie Man”, o bluesman seu lado performático e insinuante quando se esfrega na guitarra arrancando risos e levando os fãs à loucura. No auge de seus 86 anos, sua voz continua entoando o estilo de forma potente. Ele demonstra isso em “Five Long Years”, How Blue Can You Get?”, “Boom Boom”, entre outras que fizeram parte dessa noite histórica.

    O carismático Buddy Guy parecia estar feliz, usou uma baqueta para tocar sua guitarra, outrora batia com uma toalha enquanto fazia o riff de “Sunshine of Your Love” do Cream e em um dos momentos inesperados, tocou “Voodoo Child” de Jimi Hendrix e deixou todos boquiabertos.

    A lenda parecia incansável, na parte final do show, chegou a mencionar que gostar de fazer jams e dividir o palco com outros músicos. Convidou seus filhos Carlise Guy (vocal) e Greg Guy (guitarra) ao palco e chegou a citar os nomes do Steve Vai e Tom Morello para participarem também mas acabou não rolando. O guitarrista Marcelo Zaine, amigo de longa data dos caras, acabou participando de última hora. Carlise cantou divinamente ao lado do pai enquanto Greg mostrava que tinha o DNA da lenda. Com uma longa jam encerram de maneira magistral a segunda noite do festival.

    DIA 3

    O terceiro dia de festival foi o mais cheio e que começou mais cedo. Não era nem 14h quando o som começou a rolar com o show da Day Lymns. O Ira veio na sequência trazendo hits da carreira, mas foi quando o Goo Goo Dolls se apresentou que o público estava em maior número. Na verdade, a maioria ansiava por ouvir “Iris”, faixa que faz parte da trilha sonora do filme, “Cidade Dos Anjos” e fechou a apresentação do grupo.

    Finalizado o show, resolvi andar pelo festival e eis que encontro um amigo que estava com a equipe do Buddy Guy. Fui apresentado ao Johnny Sims (mestre de cerimônias do Buddy Guy) que me convida para assistir a apresentação da lenda, do palco. Pude ali ver e acompanhar todos os preparativos para o show. Mesmo com a tensão pré-show, todos os membros da equipe e até mesmo os músicos da banda se mostraram bem calmos, afinal são músicos experientes e o clima parecia ser de celebração ao Buddy.

    Quando a lenda, Buddy Guy, surge do meu lado, passa um filme na minha cabeça. O que faz um senhor de 86 anos ainda estar na estrada? Com uma simpatia ímpar e mais o mais importante, com qualidade, Buddy Guy inspira e encanta todos a sua volta. O show não foi diferente da noite anterior mas certamente o impacto de sentir seu som cru em cima do palco reforçou ainda mais minha visão sobre sua grandiosidade dentro do mundo da guitarra. Enquanto a maioria, hoje em dia, usa sistemas mais modernos de retorno como o “in ear” (fones de retorno), o guitarrista é old school, o som vem dos amplificadores e está alto no palco.

    A plateia parecia mais animada do que na noite anterior, não era para menos, era a despedida de uma lenda que vem influenciando gerações por décadas. O número de tocar com a baqueta, se esfregar e até tocar com a boca a guitarra fascina a galera que retribui com gritos histéricos. Num dado momento, ele sola olhando para a lateral onde eu (N.E.: Marcelo Gomes) estava, aplaudo em referência ao mestre, que retribui com um aceno com a cabeça. O show poderia ter acabado nesse momento que estaria ótimo, mas ainda rolaria uma participação especial. Do meu lado, aparece Tom Morello que conversa com o roadie do Buddy para acertar os detalhes sobre sua participação na jam final. Assim como na noite anterior, Buddy chama seus filhos, Carlise e Gregg Guy que entram primeiro no palco ao lado do pai. Tom entra na sequência usando a guitarra signature do Buddy que foi emprestada pelo Marcelo Zaine que tocou na noite passada. Como pude testemunhar, tudo combinado na hora a ponto do Morello perguntar ao roadie em que a música seria tocada. Que final apoteótico ! Um senhor de aparência frágil que ainda tem o domínio das mãos, uma voz potente e um sorriso no rosto, se despede de maneira digna e com a sensação de missão cumprida não deixando dúvida que seu legado é eterno e servirá de inspiração por muitas gerações.

    Para encerrar o terceiro dia do festival Best Of Blues, o guitarrista Tom Morello apresentou músicas autorais, além de sucessos do Rage Against The Machine e Audioslave. O show começa morno com “One Man Revolution” do trabalho solo “The Nightwatchman” (2007), algo que grande parte do público desconhecia. A sequência com “Let’s The Party Started”, de “The Atlas Underground”, e “Hold The Line” já seguem mais a linha do Rage Against The Machine, mas mesmo assim não empolgam tanto. Para matar a saudade dos fãs, o guitarrista fez um medley de canções do Rage Against The Machine, dentre elas, “Bombtrack”, “Bulls On Parade”, “Guerrilla Radio”, entre outras que empolgaram o início do set. A emoção tomou conta quando Morello dedicou “Like A Stone” do Audioslave ao finado vocalista Chris Cornell.

    Jimi Hendrix foi homenageado ganhando uma versão instrumental de “Voodoo Child”. A colaboração com Maneskin na faixa “Gossip” também fez parte do setlist com os vocais do guitarrista Carl Restivo. Um som bem na linha do festival foi “Cato Stedman & Neptune Frost”, um belo blues que foi dedicado ao Buddy Guy. Morello teve uma recepção calorosa mesmo quando desconheciam por completo as músicas solo mas o que fãs queriam mesmo, era ouvir os clássicos do Rage Against e Audioslave. As partes que mais empolgavam eram quando faziam sons de suas exs bandas. Então, nada melhor do que mais um medley do Rage Against que teve “Testify”, “Freedom”, “Guetto Blaster” e agitou bem o público sedento por esse material.

    A grande surpresa da noite foi a versão instrumental de “Killing In The Name” do Rage Against The Machine, na qual o guitarrista virou o microfone para o público que cantou a plenos pulmões a música toda. Sem dúvida, o ponto mais alto da apresentação, que ainda teve “Power To People” (John Lennon) encerrando a terceira noite do Best Of Blues, que teve um saldo positivo. Com uma boa estrutura, boas atrações e cumprindo os horários, conseguiu proporcionar bons shows e jams exclusivas que marcaram a décima edição do festival.

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  • DAUGHTRY e LZZY HALE voltam a se reunir em clássico do JOURNEY em vídeo ao vivo no Royal Albert Hall

    DAUGHTRY e LZZY HALE voltam a se reunir em clássico do JOURNEY em vídeo ao vivo no Royal Albert Hall

    Em julho de 2022, inspirado em um episódio da famosa série da Netflix Stranger Things, o líder da multiplatinada banda Daughtry, o vocalista Chris Daughtry, perguntou aos seus produtores, Scott Stevens e o renomado Marti Frederiksen, se os dois achavam interessante a ideia de gravar um cover para o clássico Separate Ways do Journey. Apesar de concordarem, sugeriram um dueto com alguma cantora para que a gravação oferecesse um atrativo a mais. “Não hesitei”, disse Daughtry à Billboard. “Fiquei, tipo, ‘Sim, com Lzzy Hale, e vou mandar uma mensagem para ela imediatamente”, contou. Hale, vocalista e guitarrista do Halestorm, não só respondeu positivamente à mensagem como ainda revelou que Separate Ways é a sua música favorita de Karaokê. Em janeiro deste ano, da parceria entre Hale Daughtry, foi concretizada a versão gravada em estúdio para a música do Journey. Passados cinco meses, com direto à milhares de streamings nas principais plataformas, Hale Daughtry lançam agora um vídeo ao vivo da música, gravado no último dia 27 de março no lendário Royal Albert Hall, em Londres, Inglaterra. 

    Confira o vídeo ao vivo da versão de Daughtry Lzzy Halen para Separate Ways (Worlds Apart), hino gravado originalmente há 40 anos pelo Journey:

    Anteriormente, especificamente no último mês de abril, DaughtyHale já haviam lançado um clipe da parceria que estabeleceram para este cover do Journey. Na ocasião, Chris Daughtry comentou: “Este foi um vídeo inesperado em muitos aspectos”, admitiu. “Acho que nenhum de nós, Lzzy ou eu, estávamos realmente ‘vestidos’ para uma sessão de vídeo. Estávamos basicamente apenas tentando obter album ‘b-roll’ para capturar a experiência de estúdio de gravar esta faixa. Mas quando recebemos as imagens, ficamos, tipo, ‘Bem, isso parece muito mais legal do que eu esperava”. Assista aqui o referido videoclipe.

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  • ROB HALFORD sobre o câncer de próstata que o acometeu: “Nunca tive medo da morte”

    ROB HALFORD sobre o câncer de próstata que o acometeu: “Nunca tive medo da morte”

    Em outubro de 2021, durante entrevista ao Heavy Consequence, o ‘Metal God’ Rob Halford revelou ter feito tratamento contra um câncer de próstata durante a primavera europeia de 2020 e novamente no início do mencionado ano de 2021. Curado da doença, ele também comentou a respeito na edição atualizada de sua biografia Confess, explicando que havia sido diagnosticado com a doença após extensos testes e também por conta dos sintomas que começou a sentir em 2017. Agora, em uma nova entrevista à revista Metal Hammer, o lendário vocalista voltou a falar sobre a doença e afirmou não temer a morte.

    “Nas últimas semanas tenho pensado nisso. Farei 72 anos este ano (no próximo dia 25 de agosto), e você percebe rapidamente que 72 não está muito longe de 80, especialmente quando grande parte do nosso mundo gira em torno de ciclos de três anos que surgem em torno de álbuns. Então, honestamente, eu só tenho alguns desses ciclos restantes”, refletiu. “Você realmente tem que pensar em como pode lidar com essa realidade”, continuou. “Eu nunca tive medo da morte – isso não me incomoda nem um pouco -, porém o que eu tenho que fazer para encontrar a paz é que ser capaz de fazer o que eu amo vai chegar ao fim, e isso faz com que você queira viver para sempre”.

    Conforme relembrou o site Blabbermouth, em julho de 2022 Halford falou mais a fundo sobre o câncer que o acometeu ao podcast “Prostate Cancer Uncensored”, apresentado pelo guitarrista do Twisted Sister Jay French, que também é um sobrevivente do mesmo câncer. “Meus níveis de PSA (antígeno específico da próstata) estavam começando a ficar elevados muitos anos antes de eu finalmente fazer um check-up com meu médico. E ele fez os exames de sangue e falou: ‘Cara, esses números estão muito altos’”, recordou o cantor. Halford admitiu que optou em passar anos fazendo turnê e com isso não reservou um tempo para acompanhamentos médicos.

    “Sou um metaleiro de 70 anos. Venho de uma geração em que os homens não falavam desse tipo de coisa. Nunca falamos realmente sobre nossa saúde. Sempre tivemos dificuldade em nos abrir emocionalmente, quanto mais sobre qualquer outra coisa. Então, além de todas as coisas com as quais eu estava lidando na estrada e me divertindo muito, eu sabia que isso estava à espreita no fundo da minha mente”

    Sobre o motivo de ter guardado tanto tempo o segredo sobre sua saúde, Halford respondeu brincando sobre sua sexualidade: “Sou gay (risos). Nós, gays, rejeitamos. Isso pode parecer um pouco estranho, mas parte da minha personalidade e da minha identidade sexual acabou de me dar isso… Não retenho nada. E parte da minha sobriedade é viver o seu dia da maneira mais verdadeira e honesta que você achar melhor para si mesmo. Claro, se você não quiser compartilhar algumas coisas, você não precisa. Mas eu encarei toda essa experiência como algo que eu realmente queria divulgar. Dito isso, mantivemos uma tampa para a banda, para o lado comercial das coisas até que chegasse o momento apropriado para eu discutir (a respeito)”.
    Ao invés de radioterapia, em julho de 2020 Halford foi submetido a uma cirurgia de prostatectomia para remoção do câncer. No início do ano de 2021, mais células cancerosas foram descobertas, o que levou Halford a tratamentos de radiação entre os meses de abril e maio, recebendo a confirmação dos médicos em junho. Na época, o respeitado cantor do Judas Priest revelou também que no último ano ele fora submetido a uma apendicectomia, após terem descoberto um tumor em seu apêndice.

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  • SLIPKNOT lança dois novos vídeos e EP com seis faixas

    SLIPKNOT lança dois novos vídeos e EP com seis faixas

    POR ASSESSORIA 

    Slipknot acaba de lançar dois novos videoclipes para as músicas inéditas “Memories (Adderall – Rough Demo)” e “Death March” (assista-os abaixo) – ambos dirigidos pelo artista e membro fundador da banda, M. Shawn ‘clown’ Crahan. Juntamente com os audiovisuais, o grupo lança o EP “Adderall”, que reúne versões alternativas e retrabalhos da música “Adderall”, junto com faixas não pertencentes ao LP. A versão original de estúdio de “Adderall” é a faixa inicial do último álbum do Slipknot, “THE END, SO FAR“.

    Sobre o novo EP e os novos clipes, Clown comenta: “desconstruir para abrir continuamente o caminho para a evolução. Neste ponto do programa, nada é seguro”.

    O EP “Adderall” dá sequência ao “Bone Church”, um single autônomo surpresa lançado no início deste ano com um vídeo também com a direção de clown, intitulado “Yen – Director’s Cut (Bone Church)”. O audiovisual acumulou mais de um milhão de visualizações e continua crescendo.

    Lançado em setembro passado, o álbum mais recente do Slipknot, “THE END, SO FAR”, alcançou o primeiro lugar na parada de álbuns mais vendidos da Billboard e a segunda posição na Billboard 200, marcando seu sexto álbum no top 10 da Billboard 200. O álbum também fez um sucesso impressionante em todo o mundo com estreias em primeiro lugar no Reino Unido, Austrália, Alemanha, Suíça e México, bem como no TOP 3 no Canadá, Nova Zelândia, Finlândia, Suécia, Japão e Bélgica.

    Produzido pelo próprio Slipknot, juntamente com Joe Barresi, “THE END, SO FAR” apresenta os singles “The Dying Song (Time To Sing)” e “Yen”, ambos com videoclipes impressionantes dirigidos por Shawn ‘clown’ Crahan, além de “The Chapeltown Rag”. A coleção mostra uma das bandas mais populares e profundamente enigmáticas do mundo traçando incansavelmente novos caminhos enquanto continuam a redefinir, revitalizar e reimaginar o escopo da música rock.

    “THE END, SO FAR” vem na sequência do celebrado álbum de 2019 do Slipknot, “WE ARE NOT YOUR KIND”, que marcou o terceiro TOP 1 consecutivo do SLIPKNOT na Billboard 200 mundo, incluindo Reino Unido, Austrália, Canadá e México, com estreias no Top 5 em mais doze países, incluindo Alemanha, França e Suécia.

    Tendo encerrado recentemente sua popular e esgotada turnê KNOTFEST Roadshow, o Slipknot está atualmente atravessando o mundo em uma série de festivais como atração principal, que inclui seu próprio festival KNOTFEST Itália, que acontecerá no dia 25 de junho.

    TRACKLIST ADDERALL EP

    1. Death March

    2. Adderall – No Intro

    3. Adderall – Rough Demo

    4. Red Or Redder 5. Adderall – Instrumental 6. Hard To Be Here

    SOBRE SLIPKNOT:

    Nunca houve uma banda como o Slipknot e nunca haverá outra. Como um esporo do meio-oeste, eles floresceram silenciosamente na presença mais intransigente, inegável e única do planeta, cuja influência transcende gêneros e gerações. Desde que plantaram as sementes para a revolução em Iowa em 1999, esses incríveis artistas conquistaram um prêmio GRAMMY junto com 10 indicações, obtiveram 12 certificações de álbum de platina, 41 de ouro em todo o mundo e registraram mais de 8,5 bilhões de streams globais e 3,5 bilhões de visualizações de vídeo até o momento, resultados sem precedentes para uma banda de rock nesta geração ou em qualquer outra. A Rolling Stone citou o álbum de platina de 2001, Iowa, entre os “100 melhores álbuns de metal de todos os tempos“, enquanto The Ringer afirmou: “Eles são a banda pesada mais importante de sua época“. Além de marcar a terceira estreia consecutiva do grupo em primeiro lugar no Top 200 da Billboard, seu sexto álbum completo, WE ARE NOT YOUR KIND, alcançou o primeiro lugar em doze países em todo o mundo em 2019. Com shows esgotados em vários continentes, eles entregam uma experiência multissensorial irreplicável através do seu próprio festival KNOTFEST. Com seu sétimo álbum, THE END, SO FAR, o SLIPKNOT está de volta.

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  • Após 15 anos, EXTREME lança novo álbum de estúdio

    Após 15 anos, EXTREME lança novo álbum de estúdio

    Demorou (e muito!), mas finalmente o Extreme tem um novo álbum de estúdio. Nesta sexta-feira (09), o grupo de Boston que ganhou fama mundial no início dos anos 90 com seu hard rock ‘funkeado’, principalmente após o sucesso bombástico da balada More Than Words, lançou hoje o álbum Six, que, como o título sugere, é o sexto ‘full lenght’ de sua carreira. 

    Anteriormente, o Extreme já havia dado uma boa prévia do disco ao disponibilizar os singles Rise#RebelBanshee e na última semana a balada Other Side of The Rainbow.

    Recentemente, o vocalista Gary Cherone concedeu entrevista ao site da revista Guitar World e falou do tão aguardado próximo álbum de estúdio do Extreme. Segundo o vocalista, Six tem as melhores composições da história da banda americana de Boston: “Com o Extreme, há sempre muita paixão e um pouco de mijo e vinagre”, brincou. “Não estamos em competição com mais ninguém, mas nos esforçamos para nos superar. Conseguimos nos manter juntos depois de todos esses anos. Sentimentos que temos algo a provar quando subimos ao palco ou ao estúdio. Por causa disso, acredito que algumas dessas músicas estão entre as melhores que já compusemos”.

    Confira o tracklist de Six

    1. Rise
    2. #Rebel
    3. Banshee
    4. Other Side Of The Rainbow
    5. Small Town Beautiful
    6. The Mask
    7. Thicker Than Blood
    8. Save Me
    9. Hurricane
    10. X Out
    11. Beautiful Girls
    12. Here’s To The Losers
    No último dia 2 de junho, o Extreme passou pelo Brasil e foi uma das atrações do primeiro dos três dias do festival Best of Blues and Rock. CD será lançado no Brasil pela Valhall Music/Sound City.   Extreme Gary Cherone – vocal Nuno Bettencourt – guitarra, violão e vocal Pat Badger – baixo e vocal Kevin Figueiredo – bateria   Siga o Extreme nas redes sociais:  http://Extreme-Band.com https://www.facebook.com/extremeband/ https://www.instagram.com/extreme_band/ https://twitter.com/ExtremeBand https://www.tiktok.com/@extreme.band https://www.youtube.com/officiallyextreme A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram! Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal https://t.me/roadiecrew