Categoria: Roadie News

  • TARJA anuncia “Rocking Heels: Live at Metal Church” e lança vídeo de “Numb”, filmado na Igreja de Wacken

    TARJA anuncia “Rocking Heels: Live at Metal Church” e lança vídeo de “Numb”, filmado na Igreja de Wacken

    Rocking Heels: Live at Metal Church, é o documento de um concerto no cenário idílico da Igreja de Wacken. O novo material ao vivo da cantora finlandesa Tarja Turunen será lançado no dia 11 de agosto, via earMUSIC. Este é o primeiro lançamento da série ao vivo Rocking Heels.

    Em frente a apenas 300 fãs, escolhidos a dedo, este evento único abriu o Wacken Open Air Festival em 2016. Tarja apresenta arranjos únicos de clássicos do rock e heavy metal de seus artistas favoritos, incluindo Numb do Linkin ParkAlias do In FlamesThe Unforgiven do Metallica, músicas de Joe SatrianiSlipknot, bem como uma música do próprio Nightwish e outras originais de seu próprio catálogo como artista solo.

    O primeiro single de Rocking Heels: Live at Metal Church, o mencionado Numb (Linkin Park), reflete perfeitamente o cenário íntimo deste concerto. As proezas operísticas de Tarja e seus vocais belos vocais adicionam uma camada extra de magia etérea a uma já poderosa obra-prima. A música explora temas de isolamento emocional, frustração e a luta para encontrar a própria identidade em um mundo que muitas vezes se mostra opressor. As letras transmitem uma sensação de distanciamento e entorpecimento, refletindo as lutas emocionais e turbulência interna do protagonista.

    Assista o vídeo de Numb:

    Com suas performances cativantes em canções conhecidas de outros artistas combinadas com seus próprios temas, este álbum ao vivo é um tesouro para os fãs, bem como um descoberta para novatos e todos aqueles que perderam a chance de assistir a este concerto exclusivo. Rocking Heels: Live at Metal Church será lançado como vinil duplo em edição limitada, CD Digipak em design de réplica de LP e em formato Digital.

    Faça a pré-encomenda de Rocking Heels: Live at Metal Church aqui.

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  • GRETA VAN FLEET lança “Farewell For Now”, novo single de seu próximo álbum, “Starcatcher”

    GRETA VAN FLEET lança “Farewell For Now”, novo single de seu próximo álbum, “Starcatcher”

    O jovem grupo Greta Van Fleet disponibilizou uma nova música, intitulada Farewell For Now. Anteriormente, o grupo já havia disponibilizado o single Sacred the Thread (veja aqui) e ambas as faixas farão parte de Starcatcher, novo álbum do quarteto formado por Josh Kiszka (vocal), Jake Kiszka (guitarra), Sam Kiszka (baixo) e Danny Wagner (bateria), que será lançado no dia 21 do próximo mês de julho, via Lava/Republic/EMI.

    Sam Kiszka comentou a nova música:

    Em Farewell For Now expressamos o sentimento do nosso desejo de permanecer no palco e saborear a magia criada pelo fenômeno da música do público. Porém temos que fazer as malas, ir para o próximo lugar para fazer tudo de novo; como sempre, estaremos de volta em breve”. 

    Ouça Farewell For Now:

    Starcatcher foi produzido pela banda em parceria com o produtor Dave Cobb, vencedor do Grammy. O disco foi gravado no histórico RCA Studios em Nashville (EUA), intencionalmente em uma grande sala, com o intuito de capturar a energia da banda nos palcos.

    “Não tivemos que forçar ou sermos intensos na composição, porque tudo o que aconteceu foi muito instintivo”, afirma Jake Kiszka. “Quando muito, o disco é a nossa perspectiva e resume onde estamos como coletivo e individualmente como músicos”.

    Danny Wagner explica o conceito lírico do disco: “Tínhamos essa ideia de que queríamos contar essas histórias para construir um universo. Queríamos introduzir personagens e motivos e essas ideias que surgiriam aqui e ali ao longo de nossas carreiras por esse mundo”.

    “Quando imagino o mundo de Starcatcher, penso no cosmos”, reflete Sam Kiszka. “Isso me faz fazer muitas perguntas, como ‘De onde viemos?’ ou ‘O que estamos fazendo aqui?’. Mas também são perguntas como, ‘Que consciência é essa que temos e de onde ela veio?’.

    Confira o tracklist que integrará o álbum Starcatcher, terceiro álbum de estúdio do Greta Van Fleet:
    1. Fate Of The Faithful
    2. Waited All Your Life
    3. The Falling Sky
    4. Sacred The Thread
    5. Runway Blues
    6. The Indigo Streak
    7. Frozen Light
    8. The Archer
    9. Meeting The Master
    10. Farewell For Now
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  • JOAN JETT está de volta com novo single, “If You’re Blue”

    JOAN JETT está de volta com novo single, “If You’re Blue”

    If You’re Blue é o título do novo single de Joan Jett. A música fará parte do próximo EP da cantora e guitarrista americana, intitulado Mindsets

    Confira agora mesmo o single If You’re Blue de Joan Jett e sua banda The Blackhearts

    https://www.youtube.com/watch?v=Tqlo_K_nqzg

    Mindsets já tem data de lançamento: 2 de junho de 2023. O material é o primeiro trabalho da ex-The Runaways desde Changeup, álbum lançado no ano passado que apresenta apenas versões – 25 no total-  de músicas que a artista já havia lançado ao longo de sua longínqua carreira.

    Ouça Joan Jett & the Blackhearts aqui. A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram! Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal https://t.me/roadiecrew 
  • JULIO MENDOZA leva sua expertise à plataforma de ensino de guitarra Pickup Music

    JULIO MENDOZA leva sua expertise à plataforma de ensino de guitarra Pickup Music

    Com uma carreira sólida e vasta experiência no setor, o produtor audiovisual brasileiro Julio Mendoza assume seu papel e deixa sua marca na Pickup Music, uma das principais plataformas de ensino de guitarra da atualidade. Com mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais e mais de 20 mil alunos inscritos, a plataforma oferece uma variedade de cursos com renomados artistas da indústria, além de novos projetos planejados para a segunda metade de 2023.

    Atuando como gerente de produção audiovisual na Pickup Music, considerada uma referência mundial em ensino musical online, Mendoza supervisiona e dá vida ao conteúdo audiovisual da plataforma. Sua dedicação em proporcionar uma experiência excepcional e autêntica tanto para os assinantes da Pickup Music quanto para cada artista é uma das principais razões pelas quais sua agenda está repleta de colaborações com renomados nomes da guitarra e da música em todo o mundo. “Estou muito feliz em fazer parte da equipe da Pickup Music e contribuir para a expansão e aprimoramento da plataforma”, diz Mendoza.

    Entre os diversos artistas com os quais ele vem trabalhando na Pickup Music, destacam-se Isaiah Sharkey, guitarrista da banda do cantor e compositor americano John Mayer; Joshua Ray Gooch, guitarrista da estrela country canadense Shania Twain; Arianna Powell, integrante da banda da jovem sensação americana Olivia Rodrigo; Molly Miller, guitarrista do cantor americano Jason Mraz; e Plini, um dos maiores expoentes da guitarra progressiva atualmente. “Tenho orgulho de trabalhar com músicos talentosos e fornecer um ambiente de aprendizado enriquecedor para nossos alunos. Juntos, estamos construindo uma comunidade vibrante e inspiradora”, acrescenta.

    Nascido e criado em São Paulo, Mendoza começou a tocar guitarra aos 10 anos e desenvolveu sua paixão pela música ouvindo heavy metal enquanto crescia. Essa paixão o levou a buscar oportunidades que resultaram em colaborações bem-sucedidas com seus ídolos e influentes nomes da cena musical nacional. Com o Angra, trabalhou na criação e operação de animações de palco do Blu-ray e álbum ao vivo “Angels Cry – 20th Anniversary Tour”. Também atuou como cinegrafista e editor do DVD/CD ao vivo “Live in Brusque/SC, Brazil”, do Hangar, além de ter participado como cinegrafista e editor em videoaulas do baterista Aquiles Priester intituladas “Our Lives, 15 Years later… Live in Studio!” e “All Access to Aquiles Priester’s Drumming”. Mendoza também dirigiu o videoclipe de “Big Trouble”, do guitarrista Marcelo Barbosa.

    Entre 2014 e 2016, durante o tempo em que trabalhou na produtora audiovisual Foggy Filmes, famosa no meio da música e da comédia por produções na Netflix, sua dedicação e talento inato ultrapassaram as fronteiras brasileiras e ele passou a colaborar com artistas internacionais. Nesse período, trabalhou com o renomado guitarrista americano Mike Orlando (Adrenaline Mob), além de fazer parte da produção audiovisual do Avantasia, projeto liderado pelo vocalista alemão Tobias Sammet (Edguy), que conta com a participação de grandes nomes do heavy metal mundial e recentemente se apresentou no Brasil no festival “Summer Breeze Open Air”.

    Em busca de crescimento profissional e imerso em um cenário musical vibrante, Mendoza mudou-se para Los Angeles, na Califórnia, em 2017, para estudar música no Musicians Institute, uma das maiores e mais reconhecidas faculdades de música dos Estados Unidos. Desde então, sua carreira tem se expandido internacionalmente, alcançando voos cada vez mais altos e estabelecendo valiosas conexões na indústria. “Em 2019, fui convidado para trabalhar como produtor de conteúdo durante a turnê europeia do Kiko Loureiro, atualmente no Megadeth”, conta Mendoza.

    Com uma trajetória impressionante e vasta experiência, Mendoza continua a fortalecer sua presença no cenário musical, demonstrando sua paixão e dedicação ao produzir conteúdo audiovisual de alta qualidade que consolida sua posição como um profissional de destaque no setor.

    Site relacionado: www.pickupmusic.com

    Instagram:
    www.instagram.com/pickupmusic
    www.instagram.com/juliomendozamusic

    Fotos: Alexandre Magno

  • STARMEN: entidade sueca do hard rock melódico anuncia quarto álbum de estúdio, “Starmenized”

    STARMEN: entidade sueca do hard rock melódico anuncia quarto álbum de estúdio, “Starmenized”

    POR ASSESSORIA 

    De olho nas estrelas, a banda sueca de hard rock Starmen retorna com seu quarto álbum – ‘Starmenized’.

    Depois de estrear inesperadamente com dois discos em 2020 e seguir com outro álbum em 2021, a banda está de volta com uma sequência verdadeiramente emocionante. Entre a cavalgada de sucessos do álbum, o Hard Rock melódico ocupa o primeiro lugar, com canções de autoria difícil de resistir, graficamente embaladas em um estilo retrô de quadrinhos com um tema recorrente que exala super-heróis e estrelas do rock.

    Quando os suecos lançaram,  ‘By the Grace of Rock ‘n’ Roll’ – seu terceiro álbum de estúdio –  em 2021, pessoas de todo o mundo começaram a notar seriamente essa banda. Além de um honroso segundo lugar no Juryn (O Júri) da revista Sweden Rock, elogios vieram dos EUA, América do Sul, Austrália, Japão e Europa. Palavras inspiradoras, que com certeza ajudaram a banda no estúdio, pois em ‘Starmenized’ a motivação está no auge.

    No mesmo estilo dos heróis do rock dos anos 70 e 80, a banda vai até ao fim em termos de imagem com maquilhagem completa e acompanha roupa de palco, onde cada membro tem a sua cor. Claro, você pode ver referências às bandas dessa época na aparência e no estilo musical, mas é aí que as semelhanças terminam. Starmen escreve suas próprias canções e não tem medo de trazer a música das décadas anteriores para o presente.

    Foto: Anna Lisa Hellqvist

    “É ótimo finalmente poder lançar este álbum. Vamos oferecer uma verdadeira cavalgada de sucesso com hard rock melodioso, que esperamos chegar ainda mais longe do que já fizemos antes”, anuncia o vocalista e guitarrista Starman Red  (Kristian Hermanson) e que é apoiado pelos outros.

    O álbum tem um tema gráfico adequado que gira consistentemente em torno de super-heróis e estrelas do rock em um estilo retrô de quadrinhos.

    Das 10 faixas do álbum, Starmen lançará pelo menos 8 vídeos! O nível de ambição está no auge e também há rumores de que a banda se prepara para dar sequência ao álbum ao vivo.

    ‘Starmenized’ é produzido por Kristian Hermanson e será lançado pela gravadora Melodic Passion Records em colaboração com a Sound Pollution Distribution no dia 08/09/2023.

    Escute o terceiro álbum da banda, “By The Grace Of Rock ‘n Roll”, em sua plataforma digital favorita:

    https://orcd.co/by-the-grace-of-rnr

    Videoclipes

    “By The Grace Of Rock ‘n Roll”

     

    “Kisses Of An Enemy”

     

    “Kairi”

    Starmen é:

    Starman Red (Kristian Hermanson): Voz e guitarra base

    Starman Purple (Andreas Lindgren): Guitarra solo e vocal

    Starman Gold (Jonatan Samuelsson): Baixo e vocal

    Starman Silver (Marcus Sjöblom): Bateria e vocal

     

    Foto: Peter Lindgren

    Contato:

    Site: https://starmen.se/

    Facebook: https://www.facebook.com/starmen.se

    E-mail: [email protected]

    Instagram: @ starmen.rock

    Youtube: https://bit.ly/2Z93xkL

    Foto: Peter Lindgren

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  • TUATHA DE DANANN lança o EP “Live Covid Sessions – A Tribute to Martin Walkyier and SKYCLAD”

    TUATHA DE DANANN lança o EP “Live Covid Sessions – A Tribute to Martin Walkyier and SKYCLAD”

    POR ASSESSORIA 

    Enquanto segue a todo vapor no processo de gravação das músicas que farão parte de seu novo álbum, os mineiros do Tuatha de Danann disponibilizaram o EP “Live Covid Sessions – A Tribute to Martin Walkyier and Skyclad”, um registro ao vivo gravado durante a pandemia em tributo a clássica banda de Folk Metal, Skyclad, e seu líder, Martin Walkyier.

    Ouça “Live Covid Sessions – A Tribute to Martin Walkyier and Skyclad” abaixo:

    O Skyclad é uma banda britânica formada em 1990, considerada uma das precursoras do Folk Metal, tendo em Martin Walkyier uma das suas figuras centrais. O músico já chegou inclusive a se apresentar ao vivo com o Tuatha de Danann no Brasil e gravar com a banda a música “Rhymes Against Humanity”, do álbum “Dawn of a New Sun”.

    O registro que originou este EP Ao Vivo foi gravado para a edição online do festival Roça ‘n’ Roll e contou com participações especiais de Leandro Caçoilo (Viper), em “Cardboard City”, May Puertas (Torture Squad) e Guilherme de Siervi em “Thinking Allowed” e Elodie Buchonnet (Daruma/França) em “Building a Ruin”. Algumas músicas foram gravadas parcialmente ao vivo, com guitarra, baixo, bateria e vocais juntos, como “Penny Dreadful”, “Think Back and Lie of England”, “Inequality Street” e “Cardboard City”.

    Confira abaixo a performance de “Carboard City” com participação de Leandro Caçoilo:

    O Tuatha de Danann é uma banda brasileira de Celtic Folk Metal, na estrada desde 1995, que conquistou fãs em todo o mundo e está de volta com a promessa de um novo álbum grandioso. Com sua mistura única de Heavy Metal e elementos da música tradicional irlandesa, o Tuatha de Danann cria uma experiência musical única e emocionante.

    A atual formação do Tuatha de Danann que registrou o EP é composta por Bruno Maia (Vocal, Guitarra, Flautas Irlandesas, Bouzouki e Banjo), Giovani Gomes (Baixo), Raphael Wagner (Guitarra), Edgard Brito (Teclados), Nathan Viana (Violino) e Rafael Delfino (Bateria).

    Saiba mais sobre o Tuatha de Danann, seu novo EP e a campanha de Pré-Venda de seu novo álbum através do Instagram @tuathaofficial ou pelo site www.newalbum.tuathadedanann.art.br.

    Foto: divulgação

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  • FAR BEYOND EMPIRE: assista vídeo do novo single, “Prison”

    FAR BEYOND EMPIRE: assista vídeo do novo single, “Prison”

    POR ASSESSORIA 

    A banda carioca de Death/Groove Metal, Far Beyond Empire acaba de lançar o vídeo para a música “Prison”, seu mais recente single – a música pode ser conferida nas principais plataformas digitais.

    Assista o vídeo:

    Em abril o FBE havia lançado o single e lyric vídeo da música “Virtual Humanity” – que teve mix e master por Jorge Guerreiro (Black Pantera, Pitty, Agona, entre outros). Ela foi a primeira composição da nova fase da banda de Death/Groove Metal, que foi formada no Rio de Janeiro em 2016.

    Para quem ainda não conferiu, segue abaixo o link do lyric vídeo de “Virtual Humanity”:

    O FBE realizou diversos shows em sua área, e uma de suas grandes oportunidades, foi abrindo para a banda grega Warhammer, o que lhes rendeu ótimas resenhas e elogios.

    Em 2021 eles lançaram o elogiado álbum de estreia, “Sleepwalking Society”.

    Seu Death Metal moderno chama a atenção, pois conta com arranjos melódicos, progressivos e cadenciados, alternando vocais guturais e limpos, simultaneamente.

    A formação do Far Beyond Empire conta Hugo Purcino (vocais), Marcelo Fishy (guitarras), Andre de Lemos (baixo) e Raul Fontenelle (bateria).

    Acompanhe o Far Beyond Empire em seus canais oficiais:

    https://instagram.com/farbeyondempire?igshid=YmMyMTA2M2Y=

    https://www.facebook.com/farbeyondempireofficial?mibextid=ZbWKwL

    https://youtube.com/@FarBeyondEmpireFBE

    https://open.spotify.com/artist/4WVwUlBfIYjysE1oeawZOr?si=VmiRf_obTUmqPAkfuHUZsQ&dd=1

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  • ZOMBIE COOKBOOK retorna ainda mais aterrorizante com o single “Formless… Twisted… Shapeless”

    ZOMBIE COOKBOOK retorna ainda mais aterrorizante com o single “Formless… Twisted… Shapeless”

    POR ASSESSORIA 

    A história contada nesse novo single, “Formless… Twisted… Shapeless”, aborda a chegada de um ‘freak show’, que abala a tranquilidade de uma pequena cidade, especialmente os habitantes com crenças cristãs e hábitos mais conservadores. O confronto entre as crenças religiosas e a presença dos visitantes indesejados cria um clima tenso, levando à revolta dos populares locais, que consideram o evento uma blasfêmia. A letra visceral da música explora o medo, a intolerância e a disputa de valores.

    “Formless… Twisted… Shapeless” por ser conferida em sua plataforma preferida, como por exemplo, no Spotify:

    Surgida em 2010, a Zombie Cookbook produz um som que a banda autointitula como ‘Dead Metal’, uma mistura entre Death Metal, Thrash Metal e alguns elementos de Heavy Metal, Grindcore e Splatter. Intitulado “Horroris Causa” (um trocadilho infame com Honoris Causa), o segundo full álbum da banda, será lançado em CD no segundo semestre de 2023 pela Black Hole Productions e em formato digital em todas as plataformas de streaming.

    Sempre prezando por uma parte teatral e visual, tanto nos lançamentos como ao vivo a banda traz algo a mais para o espectador. Se você é fã de quadrinhos de terror como Contos da Cripta, Cripta do Terror, filmes clássicos de terror como Zombie, Night of the Living Dead, Braindead e busca uma experiência sinestésica auditiva e visual a Zombie Cookbook é a perfeita junção entre esses mundos.

    Em seu primeiro lançamento, “Cinetrash” (uma homenagem aos grandes e toscos filmes de terror B) já causou um certo alvoroço pela mistura não tão comum entre Death, Thrash e Splatter, vocais guturais misturados com ‘gang vocals’ e ‘pitch shifters’, bateria brutal e riffs nervosos. Tudo isso cozinhado, mixado e masterizado por Felpe Lisciel em formato analógico. Sendo o debut da banda, foi lançado em vinil de 7″ através da gravadora norte-americana Fudgeworthy Records e em 2013 relançado em cassete pela brasileira Old Grindered Days.

    Após o lançamento de Cinetrash e uma expansão no cenário underground do Death, Gore e Splatter a banda lança seu primeiro full, Outside The Grave (2012). Agora com duas guitarras e melhores arranjos a banda sobe um degrau em sua musicalidade, com uma produção mais rica, com letras ainda voltadas para o cinema de horror B. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Felipe Lisciel. Lançado de maneira independente saiu nos formatos de CD e LP e contou com projetos culturais da cidade de Joinville (SC).

    Saindo de “Outside the Grave”, a banda entra em uma nova fase, mais Death Metal, mas sem perder a essência do splatter e das podreiras de segunda classe do horror mundial. Então a banda lança dois splits em vinil de 7″. O primeiro, em 2014, com a banda Offal, lançado pela Black Hole Productions, contou com a mixagem e masterização de Damian Herring da banda Horrendous (EUA). O segundo, em 2016, com a banda Rancid Flesh, foi lançado pelas gravadoras Sonoros Records e Zuada Records, mixado e masterizado por Fabio Gorresen.

    Depois de um período sabático, longe dos palcos e do estúdio, a banda volta com o lançamento independente de um EP digital, intitulado “Dead Metal”, que conta com duas músicas inéditas da banda. A produção ficou a cargo da banda, juntamente com Mendelson Madruga, produtor local.

    Em 2022, a banda entrou em estúdio para a gravação do novo disco. A incessante busca por um som característico e pela evolução musical, tanto no processo criativo quanto produtivo do álbum, fez a banda sentir a necessidade de um novo ingrediente para a lapidação desse trabalho. Diante disso, a banda buscou o produtor Robert Pehrsson (Death Breath), do Studios Humbucker, em Estocolmo, que ficou encarregado da mixagem e masterização do disco. O resultado é o álbum “Horroris Causa”, que já criou alvoroço com seu primeiro single disponibilizado nas plataformas de streaming, “Formless… Twisted… Shapeless”.

    A formação do Zombie Cookbook traz Clandestine (vocal), Dismembered (guitarra), Consumed (guitarra), Thombstoned (baixo) e Leprous (bateria).

    Ainda em 2023, a banda estará na estrada para a divulgação de “Horroris Causa”. Nos próximos dias, serão divulgados mais detalhes sobre ele.

    Acompanhe o Zombie Cookbook em canais oficiais:

    www.zombiecookbook.com.br

    www.instagram.com/zombiecookbook

    www.facebook.com/zcbofficial

    www.zombiecookbook.bandcamp.com

    www.youtube.com/zcbofficial

    www.open.spotify.com/intl-pt/artist/6ga35WBnH51Q19QAy51yy9

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  • MIKE NESS, vocalista do SOCIAL DISTORTION, revela estar em tratamento de câncer

    MIKE NESS, vocalista do SOCIAL DISTORTION, revela estar em tratamento de câncer

    Mike Ness, que trabalha no próximo álbum de sua veterana banda punk Social Distortion, revelou estar em tratamento de um câncer na amígdala em estágio um. Confira a íntegra do emocionante comunicado de Ness, que se mostra bastante otimista com o tratamento que vem sendo realizado:

    “Nós achamos que a vida vai correr de acordo com nosso plano, mas ela tem uma maneira de dizer, ‘acho que não’!”

    No meio da pré-produção, fui diagnosticado com câncer de amígdala em estágio um. Eu estava me sentindo bem o suficiente para continuar gravando no estúdio até o dia anterior à cirurgia. A banda e eu estávamos muito inspirados e empolgados para gravar essas faixas, que por sinal soam incríveis!

    A recuperação da cirurgia é um processo diário e em três semanas começamos a radioterapia e essa deve ser a última terapia de que preciso. A equipe de médicos está certa de que, uma vez terminado este curso, poderei iniciar o processo de cura e recuperação. Esperamos uma recuperação completa que me permita viver uma vida longa e produtiva.

    Parte meu coração adiar a turnê de verão e o lançamento deste álbum, mas é necessário tempo para curar. Não posso agradecer o suficiente aos nossos fãs leais que esperaram tão pacientemente por isso. Embora demore um pouco mais, prometo que será entregue e excederá suas expectativas.

    Quero que todos saibam que isso abriu meus olhos para uma nova luta. Eu sei que muitos de vocês ou seus entes queridos suportaram pessoalmente, e meu coração está com vocês – porque agora sei como é essa experiência pesada.

    Estou cercado de amor e apoio de meus amigos e família, especialmente minha adorável esposa e filhos incríveis (ah, e não se esqueça dos meus três cachorros e gatinho).

    Nós passaremos por isso”.

    Depois que o vocalista e guitarrista do Social Distortion revelou seu diagnóstico, colegas punks do Bad Religion, Against Me! e de outras bandas lhe enviaram votos de boa recuperação.

    Como Ness antecipou, o Social Distortion adiará sua planejada turnê de verão e seus trabalhos para o próximo álbum, oitavo de estúdio. O grupo americano, representante ilustre de Orange County e do sul da Califórnia, é amado por singles como Ball and ChainRing of Fire Story of My Life, que misturavam punk de alta octanagem com acenos ao country clássico e ao rockabilly. 

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  • THE SISTERS OF MERCY: alternativos e inclusivos

    THE SISTERS OF MERCY: alternativos e inclusivos

    Por Gustavo Maiato

    Os britânicos do The Sisters of Mercy retornam ao Brasil para show neste domingo, 18 de junho, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. A ROADIE CREW conversou com o guitarrista Ben Christo, que contou sobre o caráter inclusivo das músicas do grupo. Ele também explicou a particularidade dos fãs brasileiros e disse como é conviver com o lendário vocalista Andrew Eldritch. Boa leitura!

    O The Sisters of Mercy está vindo para o Brasil em junho. Como é a sensação de fazer uma turnê na América do Sul? Por exemplo, você acha que os fãs aqui preferem algumas músicas específicas em comparação aos fãs na Europa ou nos Estados Unidos?

    Ben Christo: É sempre ótimo fazer shows na América do Sul. Há uma positividade aqui que torna este lugar um dos melhores do mundo para se apresentar. O entusiasmo sempre é enorme. É o único lugar em que já me apresentei onde me sinto verdadeiramente uma estrela do pop, como os Beatles. Saímos do carro e os fãs estão gritando lá fora. Eles nos veem no hotel e no aeroporto. Existe muita paixão e isso nos faz sentir muito especiais. As pessoas são lindas e bondosas. É sempre uma experiência mágica. Em relação à música, sempre acho que os fãs da América do Sul são mais abertos a ouvir nosso material novo e os hits menos óbvios. Em outras partes do mundo, isso não acontece. Nesta turnê, vamos equilibrar clássicos com músicas recentes. Desde que continuemos entregando os hits, as pessoas ficam mais abertas para ouvir coisas novas.

    Ben Christo, na última passagem do The Sisters of Mercy pelo Brasil, em 2017

    Você é membro do The Sisters of Mercy desde 2006. Qual era a sua relação com a banda antes disso? Quais elementos da música do Sisters chamaram sua atenção desde o início?

    Ben Christo: Cresci ouvindo The Sisters of Mercy. Foi uma das primeiras bandas que ouvi. Eu tinha 14 anos na época! As músicas capturaram minha atenção imediatamente por causa dos elementos de rock clássico. Era a base do tipo de som que eu curto. Mas era mais sofisticado. Não tinha aqueles vocais agudos e gritados como outras bandas. As letras também não eram simplesmente baseadas em beber e usar drogas. Havia algo intrigante com um vocal mais narrativo. Era persuasivo e, nessa época da minha vida, comecei a desenvolver um grande amor pela literatura. Estava indo para esse lado mais alternativo e me sentia isolado. Então, a música deles foi importante para me conectar com algo. Havia um mistério envolvido e eu me sentia como uma entidade mágica. Uma das coisas legais da música é que ela faz você se conectar com outras pessoas e perceber se elas também gostam. Depois, não ouvi muito The Sisters of Mercy. Só depois voltei a ouvir e eles capturaram minha atenção novamente. A produção era realmente ótima e as letras dos álbuns mais recentes continuaram ótimas. Lembro de fazer uma camiseta personalizada da banda para mim! Não encontrava uma do meu tamanho! Essa banda sempre foi vista como algo inteligente.

     

    Andrew Eldritch é o membro veterano da banda. Como é estar em uma banda com ele? Quero dizer, se você tivesse que explicar para alguém quem é Andrew, o que diria?

    Ben Christo: Estar em uma banda com Andrew Eldritch é uma experiência única e incrível. Ele é uma pessoa talentosa e distinta. Andrew é conhecido por suas contribuições significativas na cena alternativa. Suas letras têm inspirado e impactado muitas pessoas ao longo dos anos. O que mais admiro nessa banda é o compromisso de incluir aqueles que se sentem marginalizados e deslocados. É um lugar seguro para aqueles que não se sentem conectados a nenhum outro lugar. Essa abordagem inclusiva se reflete em nossos shows, especialmente nesta era pós-pandemia, onde as pessoas estão mais confiantes e vejo muitos indivíduos incríveis participando de nossos shows. A diversidade e a liberdade de expressão na forma como se vestem, sem restrições de gênero ou estilo, são maravilhosas de se ver. Nossa música e mensagem atraem pessoas de diversas faixas etárias, de 16 a 60 anos. Andrew conquistou isso ao promover a união entre as pessoas por meio de sua música. Ele é um colega de trabalho leal e inspirador, constantemente expandindo os horizontes musicais da banda. Todos nós podemos aprender muito com ele. Para aqueles que fazem parte do círculo da banda, percebemos que ele é uma pessoa muito gentil. No entanto, para aqueles que estão do lado de fora, ele pode evitar uma interação mais próxima, e isso é bom, pois garante a segurança e o conforto dele. Muitas pessoas que estão do lado de fora podem sentir uma conexão com ele através de sua música, pois ela tem ajudado essas pessoas em momentos significativos de suas vidas. No entanto, é importante entender que essa conexão é com seu trabalho e não necessariamente com ele como indivíduo. Essa distinção é crucial, e acho que é importante para celebridades manterem uma certa distância para preservar sua saúde mental. É essencial ser gentil e aparecer quando apropriado, mas também estabelecer limites. Por exemplo, ocasionalmente podem ocorrer encontros em lojas de discos para autógrafos, onde as pessoas têm a oportunidade de expressar como a música de Andrew os ajudou. No entanto, não é viável ou saudável estar constantemente em contato com um grande número de pessoas.

     

    Muitos fãs pedem por um novo álbum do The Sisters of Mercy. Quando você acha que as estrelas se alinharão? Como você acredita que seria esse novo álbum?

    Ben Christo: Um novo álbum do The Sisters of Mercy precisaria capturar todos os elementos que tornaram os discos anteriores tão especiais, mas também teria uma abordagem diferente. Seria necessário incorporar o som da guitarra presente no primeiro álbum, a qualidade épica do segundo e a essência emocional do terceiro. Se gravássemos novas músicas, tenho certeza de que seriam fantásticas. No entanto, seria fundamental ter um produtor excepcional para garantir que capturássemos a essência e a energia corretas. Talvez pudéssemos selecionar cerca de dez músicas para o álbum, e tenho certeza de que o resultado seria empolgante e inspirador para os fãs. Aguardamos ansiosamente o momento em que todas as circunstâncias se alinharão para que possamos trazer um novo álbum aos nossos fiéis seguidores.

     

    Aqui no Brasil, uma das nossas bandas de metal mais famosas, chamada Shaman, fez uma versão de “More”. Você teve a chance de conferir?

    Ben Christo: Essa versão é incrível. Acho que a banda conseguiu manter alguns aspectos da interpretação original, mas também adicionou e modificou algumas melodias. As mudanças de tom que eles fizeram são interessantes. O resultado é algo muito imaginativo e progressivo. A música se desenvolveu de uma maneira peculiar. Parabéns a eles! O cantor conseguiu cantar todos os versos.

     

    Você ajudou a escrever o álbum “Death of Darkness” do The 69 Eyes, certo? Como foi a experiência?

    Ben Christo: Foi uma experiência espontânea e fantástica. Tivemos muito tempo devido à pandemia e começamos a trocar mensagens com a ideia de compor algo juntos. Foi emocionante poder trabalhar desde o início em um projeto com uma banda que admiro muito. Eu tinha essa ideia em mente e começamos a compartilhar material pela internet, mergulhando nas ideias um do outro. Não houve discordâncias, foi um processo orgânico e fluiu facilmente. Acredito que isso aconteceu porque nos conhecemos bem e temos respeito pelo trabalho um do outro. Depois, trabalhamos na música ‘Something Real’, que também está no álbum. O momento mais incrível foi quando eles tocaram ‘Death of Darkness’ em Las Vegas e eu estava lá assistindo! Era a música que fizemos juntos! Fiquei pensando em como tudo isso aconteceu! Sempre fui fã deles e tive o privilégio de estar ali, pertinho, assistindo. Isso me mostrou que, se realmente nos esforçarmos, coisas boas podem acontecer. Outro aspecto interessante é que a música foi escrita em um momento em que eu não estava bebendo álcool. Foi no final da minha fase de consumo de álcool. Estar sóbrio e animado com a vida é muito importante. O álcool traz ansiedade e ingenuidade. No entanto, também sou inclusivo com aqueles que acreditam que o álcool pode trazer algo positivo, desde que tenham um relacionamento saudável com a bebida.

     

    Você conhece alguma banda brasileira? Você tem alguma relação com o nosso país?

    Ben Christo: Já ouvi algumas bandas de rock do Brasil. Eu entendo que é difícil construir uma banda no seu país devido à estrutura. Se você canta em uma língua estrangeira, isso se torna mais complicado. Por outro lado, se você compõe na língua nativa, pode ser difícil encontrar sucesso fora do país. Isso acontece em muitos países. Existem muitos talentos que enfrentam esse desafio. Eu tenho sorte por vir de um país que fala inglês. Tenho muito respeito por bandas que não têm o inglês como primeira língua. Eles precisam aprender ou encontrar formas alternativas de alcançar o sucesso. Sempre tive experiências maravilhosas no Brasil. A América do Sul é um continente vasto, com muitas pessoas e países. Há uma rica história e cultura em toda a região. Já visitei algumas vezes, mas infelizmente nunca tive a oportunidade de conhecer profundamente. Uma vez fui a um restaurante típico, mas na época eu costumava beber muito e acabava de ressaca, o que me impedia de aproveitar as cidades. Eu não tinha vontade de fazer nada, só queria ficar na cama. Agora que estou sóbrio, estou ansioso para explorar e conhecer mais coisas.

    Andrew Eldritch, o “chefão” do The Sisters of Mercy, em São Paulo | Foto: Ricardo Ferreira

     

    Olhando para trás, você já realizou muitas coisas em sua vida como músico. Mas qual foi o momento mais difícil de sua carreira?

    Ben Christo: Não consigo pensar em um único momento específico que tenha sido o mais difícil. Uma das primeiras coisas que me lembro foi aprender a tocar o acorde de Fá! Eu tinha apenas dez anos e chorava porque achava que nunca conseguiria tocá-lo. Na carreira de músico, há muitos desafios. Precisamos lidar com outras pessoas criativas, que têm seus próprios sonhos e ambições. É necessário ser gentil e corajoso ao mesmo tempo. Você precisa fazer com que os outros se sintam bem, mas isso não pode significar comprometer sua própria visão artística. Esse é o desafio. Há uma frase que diz que a felicidade não está relacionada ao prazer, mas sim às conquistas. Acredito que os momentos mais importantes da minha carreira foram quando conseguimos alcançar nossos objetivos. Por exemplo, recentemente fiz um dos melhores shows da minha vida no Texas. Ao refletir sobre tudo o que precisou acontecer para chegar a esse ponto, percebo que foi algo que aconteceu muito longe de casa! Reconheço que sou privilegiado, mas foram anos e anos de trabalho árduo, decepções e falhas até chegar a esse nível. Essa indústria me tornou mais forte. Posso antecipar desafios futuros, mas sei que as coisas ficarão bem. É importante lembrar que, na maior parte do tempo, estamos bem. Precisamos aprender a lidar com as adversidades e continuar perseverando.

     

    Se você tivesse que escolher 5 álbuns que mais te influenciaram, quais seriam eles e por quê?

    Ben Christo: Essa pergunta é difícil! Precisaria de uma semana pensando! Acho que “For Those About To Rock” do AC/DC, “Defenders of the Faith” do Judas Priest, “High ‘n’ Dry” do Def Leppard, “Disintegration” do The Cure e “Love” do The Cult. Todos eles apresentam melodias sombrias e letras profundas. Esses álbuns me ajudaram a desenvolver meu lado de compositor e guitarrista, assim como meu papel como cantor e artista que busca entreter o público. Também aprecio a produção desses álbuns. Eles respeitam a história da banda. Não gosto de todo o catálogo de uma banda, porque as músicas mudam muito ao longo do tempo. Há algumas músicas famosas que não me agradam. No caso do The Cure, por exemplo, eles me inspiram muito, mas nem todas as músicas deles me cativam. Não é necessário gostar de tudo que uma banda faz.

     

    Quais são suas influências como guitarrista? E como você acha que essa influência pode ser ouvida em seu trabalho?

    Ben Christo: Minhas maiores influências são Angus Young, do AC/DC, Glenn Tipton, do Judas Priest, Steve Clark, que infelizmente faleceu, do Def Leppard, Richie Sambora, do Bon Jovi. Eles têm uma abordagem rítmica e percussiva. Também admiro Billy Duffy, do The Cult. Acho que Duffy, Tipton e Clark constroem melodias com simplicidade. Os solos deles seguem essa mesma linha. São riffs com três ou quatro notas. Tipton pode ser virtuoso, mas ele usa as notas de maneira adequada, não é apenas uma questão de tocar rápido. Clark é o meu favorito. Ele cria melodias criativas que não são difíceis de tocar. No entanto, interpretá-las corretamente é desafiador. Tocar rápido é impressionante, mas não é algo que eu consiga fazer. Para mim, é importante criar uma conexão com as pessoas, e a melodia é essencial nesse aspecto. As melodias precisam ser simples. É o tipo de solo de guitarra que eu gosto de criar. Às vezes, meus solos têm apenas três notas! Mas elas estão lá não como algo supérfluo, e sim como uma extensão da música.

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