Categoria: Roadie News

  • ClassicTBT #11 – BATHORY – Under The Sign Of The Black Mark

    ClassicTBT #11 – BATHORY – Under The Sign Of The Black Mark

    A música pesada encontrou território fértil, e se propagava como fogo pela Suécia no início dos anos 80. Embora o número de novas bandas ainda não fosse elevado, a quantidade de novos fãs crescia a cada dia, e mais e mais pessoas descobriam no metal e no punk a expressão musical que combinava com as suas vidas. Porém, mesmo diante desse cenário tão favorável ainda não existia uma banda do país que guiasse o cenário, não havia um líder da matilha, uma banda em quem os demais garotos pudessem se espelhar, e então os grandes exemplos continuavam surgindo do mercado externo, com britânicos, norte-americanos e alemães puxando a fila como os grandes ‘ídolos a serem copiados’. Foi neste cenário de crescente interesse e busca por uma identificação nacional do estilo que, em 1983 o guitarrista de 17 anos Thomas Börje Forsberg fundou o BATHORY.

    Como é comum para a época em questão, muitos dos dados referentes aos primeiros dias do grupo são conflitantes, e hoje praticamente impossíveis de uma verificação plena. Porém, algumas coisas são bem claras, entre elas o fato de que a banda – eternamente celebrada como uma ‘one-man-band’ – na verdade iniciou sua jornada como um trio, onde o guitarrista e vocalista Thomas (que primeiramente assumiu a alcunha ‘Black Spade’) dividia as honras com o baixista Frederick Melander e o baterista Jonas Åkerlund (este último que viria a se tornar um notável diretor de cinema e videoclipes, trabalhando ao lado de artistas pop de renome como Madonna, U2 e Roxette, e os ‘pesos pesado’ SATYRICON, RAMMSTEIN e METALLICA, entre outros). As versões conflitantes começam já quando tentamos investigar a origem do nome da banda. Sabemos que ela atuou sem nome por uma época, e que só foi realmente batizada quando de fato foi obrigada, para participar da coletânea Scandinavian Metal Attack, de 1984 (que reunia as bandas OZ, TRASH, SPITFIRE, ZERO NINE e BATHORY). É sabido também que o nome deriva da condessa húngara Elizabeth Báthory, considerada em sua época como a matrona de todos os vampiros, e uma das grandes assassinas da História da humanidade. Porém, enquanto Thomas atribuía a escolha do nome a uma visita ao London Dungeon (atração turística em Londres que recria eventos bizarros e macabros da História em um tom irreverente), Jonas costuma afirmar que a escolha veio em uma espécie de homenagem a canção Countess Bathory, da banda inglesa pioneira do black metal, VENOM.

    A verdade é que o resultado alcançado com Sacrifice e The Return Of The Darkness And Evil – as duas músicas do BATHORY incluídas na coletânea Scandinavian Metal Attack – foi muito maior do que Thomas, Jonas e Frederick poderiam imaginar. A banda foi instantaneamente abraçada por uma comunidade metálica cada vez mais interessada em música extrema e que desafiava os limites, e já era hora de ensaiar passos maiores. O trio, com Thomas já devidamente rebatizado como Quorthon, seguiu adiante sem seus dois parceiros, e com contrato assinado com a Tyfon Grammofon partiu para a gravação do primeiro disco do grupo, o icônico álbum autointitulado de 1984, uma das joias mais caras da coroa do black metal. Ao seu lado então estavam o baixista Rickard Bergman e o baterista Stefan Larsson. No ano seguinte, o BATHORY participou do segundo capítulo da Scandinavian Metal Attack, e já apareceu com a sua segunda oferta de estúdio, o também clássico The Return……

    Para Quorthon, era chegada a hora de dar o próximo passo, era a hora de evoluir. O nome BATHORY já era reverenciado nos quatro cantos do mundo, era presença obrigatória na estante de qualquer colecionador de música extrema, e seria mantendo o foco no metal extremo e especificamente no black metal que ele daria o próximo passo. Trabalhando ao lado do selo Under One Flag, Quorthon se uniu ao baterista Paul Lundburg e ao baixista Christer Sandström no Heavenshore Studio de Estocolmo durante o mês de setembro de 1986 para gravar o terceiro álbum completo da banda sueca, intitulado Under The Sign Of The Black Mark.

    Musicalmente muito mais evoluído do que os anteriores, o disco ainda traz todos os elementos de crueza dos seus antecessores, traz ainda o tom macabro e satânico que caracterizava o grupo sueco, mas acrescentava toda uma nova aura soturna que o tornaria referência máxima para o black metal que seria produzido desde então. Para conseguir tudo isso, tudo foi pensado em nome do alcance máximo, partindo desde a concepção da capa. Quorthon queria algo épico e sinistro, e encontrou na tradicional Ópera Real Sueca (Kungliga Operan), mais especificamente na pausa entre movimentos durante a encenação de uma peça baseada na obra do compositor alemão Richard Wagner, por isso o cenário tão caprichado. A foto, tão macabra quanto cômica (registrada pelo fotógrafo Gunnar Silins), mostrava o fisiculturista sueco Leif Ehrnborg trajando apenas um ‘fraldão’ e uma cabeça de bode, enquanto erguia um enorme osso diante de uma estarrecida plateia que aguardava o retorno da ópera. Bem, presenciar um momento como esse certamente não tem preço…

    Conta-se também que Quorthon teve problemas ao viajar para a Grã-Bretanha, onde registraria fotos específicas para uma grande entrevista. O próprio vocalista contou que, sabendo das fotos, conseguiu enormes ossos de boi que levou na mala para a Inglaterra, onde obviamente foi parado na alfândega, que impedia a entrada dos ‘artefatos’ no país. Segundo o vocalista, o problema nem foi a estranheza dos ossos, mas o fato de que ainda haviam alguns nacos de carne presos neles. Como era proibida a entrada no país de ‘comidas estranhas’ em voos internacionais, Quorthon teve de optar entre voltar para casa com os ossos, ou deixá-los para trás… Pois é, nada supera a bizarrice das histórias dos primeiros dias do black metal.

    Porém, mesmo com tantas histórias e atrativos além, é na música que Under The Sign Of The Black Mark se prova mais forte. O início soturno com Nocternal Obeisance apenas prepara o terreno para a devastação de Massacre, uma das canções mais brutais e selvagens de sua época. A sequência não poderia ser mais épica: Woman Of Dark Desires, música que Quorthon compôs em honra de sua ‘musa inspiradora’, a citada condessa Elizabeth Báthory. O álbum segue irrepreensível com Call From The Grave, uma incrível ode black metal, onde o satanismo não provém de blasfêmias infantilmente gritadas ao vento, mas dos clamores de alguém que se vê sem socorro diante do fim certeiro, tudo com melodia e pungência poética até então inalcançadas no gênero. E claro, Equimanthorn, talvez a minha canção black metal favorita de todos os tempos. Ainda hoje não consigo conter a empolgação quando estouram os versos do refrão, quando Quorthon entoa aos deuses inferiores os versos “I let the bodies lie in shame / I let mighty earth drink their blood / I turn my face to eternal sky / And praise my elders’ god / Equimanthorn hear my hail”. Não tenho como não pensar “prestem atenção, seguidores das trevas musicais, é assim que se faz um breakdown realmente brutal no black metal…”

    Das mais celebradas, 13 Candles é ainda referência obrigatória no catálogo da banda sueca, que alcançou aqui o seu melhor resultado na sua chamada ‘era black metal’, de onde partiria logo em seguida para ser o precursor do viking metal. Mas não serei mais eu a louvar a grandiosidade dessa obra, deixemos que o guitarrista Greg Mackintosh, do PARADISE LOST nos dê o seu parecer: “Under The Sign Of The Black Mark estava e ainda está no meu top dez de álbuns de todos os tempos. A primeira vez que ouvi, me surpreendeu como soava maléfico. Músicas como Massacre, Woman Of Dark Desires e, claro, Equimanthorn eram tão boas em soar más que começaram um gênero inteiro. Eu sei que alguns dizem que o VENOM começou o black metal por causa do título de seu segundo álbum, mas se você ouvir qualquer banda das subsequentes segunda e terceira ondas do black metal, todas parecem versões do trabalho do BATHORY. Under The Sign Of The Black Mark é um álbum inovador e definidor de gênero. Gosto dos primeiros quatro álbuns do BATHORY, mas Under The Sign Of The Black Mark é o momento decisivo para mim.”

  • Morre GARY CORBETT, tecladista de turnê do CINDERELLA, KISS e PAUL STANLEY

    Morre GARY CORBETT, tecladista de turnê do CINDERELLA, KISS e PAUL STANLEY

    O requisitado tecladista Gary Corbett, conhecido como tecladista de turnês de bandas e artistas como Kiss, Paul Stanley Band, Cinderella, Lou Gramm (Foreigner), Cyndi Lauper, Cherry Vanilla e Ian Hunter não resistiu ao câncer. A confirmação da morte de Corbett foi feita por sua irmã em seu Facebook:

    “Aqueles que conheceram Gary sabem que nós e o mundo da música perdemos uma alma muito talentosa, engraçada, amável e gentil. A dor corta tão profundamente que nossos corações estão sangrando”, lamentou.

    Em junho, a família Corbett revelou que ele estava lidando com uma “forma muito agressiva de câncer de pulmão, que metastatizou no cérebro e no quadril”. Na ocasião, a família lançou uma campanha no GoFundMe para auxiliar nas despesas médicas, já que Corbett e sua esposa, Lenora, não tinham convênio médico.

    Criado no Brooklyn, entre as décadas de 1960 e 1970, Corbett começou a tocar desde muito jovem, tendo aulas de piano já aos quatro anos de idade. Aos 10, ele passou a ganhar dinheiro tocando em festas particulares nos fins de semana. A partir de então , passou a tocar em várias bandas, de diversos estilos musicas, entre elas uma de música estilos anos 40, com membros do grupo The Tonight Show.

    Pouco depois, Corbett foi contratado para substituir temporariamente o tecladista de Ian Hunter, Tommy Mandel, e foi nesse período que ele conheceu os irmãos guitarristas Bruce Kulick e Bob Kulick, que vinham de turnê tocando com o Meat Loaf.

    Na primeira metade dos anos 80, Corbett passou a ser bastante requisitado em Nova Iorque. Compôs o hit She Bop, para a cantora pop Cyndi Lauper, que acabou atingido o 3° lugar na Billboard no ano de 1984. Depois disso, ele colaborou também para Debbie Gibson e Martika.

    Em 1987, Corbett excursionou com Lou Gramm, quando o cantor do Foreigner estava divulgando seu primeiro álbum solo, Ready or Not. Gramm então recomentou Corbett ao vocalista e guitarrista do Kiss, Paul Stanley, que procurava por um tecladista para a turnê do álbum Crazy Nights do Kiss. Corbett atendeu tão bem às necessidades da banda de Stanley e Gene Simmons, que acabou se mantendo a turnê de Revenge, em 1992, como um dos músicos de apoio que eram ouvidos, porém não vistos nos shows do Kiss. “Parecia haver uma tendência nos anos 80 de que as bandas não queriam a imagem de um tecladista no palco”, explicou Corbett em entrevista ao LA Weekly. “Algumas pessoas acham que o teclado não é um instrumento de rock, tanto quanto uma guitarra. Gene Simmons definitivamente tem essa mentalidade”, esbravejou. “Esses caras fazem show assim. Gene e Paul estão correndo muito, e, às vezes, a apresentação fica em segundo plano. Então, para que certas partes nunca parem, você reforça as partes de guitarra do Paul ou dobra o baixo em certas coisas para preencher no final”.

    Gary Corbett (quarto da esq. p/ a dir.) na banda solo de Paul Stanley, que contava também com seu amigo guitarrista Bob Kulick e com o baterista Eric Singer

    Depois de servir ao Kiss, e também à banda solo do próprio Paul Stanley em 1989, Corbett se juntou ao Cinderella no início dos anos 1990 para a turnê do terceiro álbum da banda, Heartbreak Station. O músico ganhou um Disco de Plantina por tocar na música Hot and Bothered, que o Cinderella gravou para a trilha sonora da comédia Wayne’s World (Quanto Mais Idiota Melhor), e que mais tarde inseriu no seu álbum seguinte, Still Climbing, de 1994.

    Corbett e o vocalista e guitarrista Tom Keifer, em show do Cinderella

    Corbett seguiu trabalhando para o Cinderella em suas ‘reunion tours’ de 2006, 2010 e 2011. Recentemente, ele integrou o cast do coletivo Scrap Metal, que reunia os irmãos Nelson, o vocalista do Slaughter e ex-Vinnie Vincent Invasion, Mark Slaughter, e a guitarrista e cantora Lita Ford.

    Em comunicado, o ex-guitarrista do Kiss, Bruce Kulick, lamentou a morte de Corbett: “Gary Corbett foi um compositor e tecladista extremamente talentoso com quem tive o prazer de fazer turnê durante meus anos no Kiss. Ele fez três turnês com a banda e, embora estivesse fora do palco, seu apoio no teclado, amizade e boa natureza o fizeram se sentir como o quinto membro do KissGary fará falta”.

    Em suas redes, o Kiss compartilhou a seguinte mensagem:

    “Estamos chocados e tristes por saber da passagem de Gary Corbett por causa do câncer. Além de ser um compositor de sucesso e músico de estúdio, Gary tocou teclado na primeira turnê solo do Paul e com o Kiss durante as turnês Crazy Nights, Hot In The Shade e Revenge. Nós compartilhamos muitos bons momentos naquela época e enviamos nossas condolências à sua esposa, Lenora, e sua família”.

    https://www.instagram.com/p/CRWlRRyBbpL/

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  • Morre JEFF LaBAR, guitarrista do CINDERELLA

    Morre JEFF LaBAR, guitarrista do CINDERELLA

    Na noite desta quarta-feira (14), Sebastian LaBar, filho de Jeff LaBar, guitarrista do Cinderella, icônica banda americana da era dourada do hard rock, revelou no Instagram o falecimento de seu pai.

    “Acabei de receber a ligação… Jeff LaBar, meu pai, meu herói, meu ídolo, faleceu hoje. Não tenho palavras. Te amo, papai”.

    https://www.instagram.com/p/CRUzGlDnzD2/

    Jeffrey Philip LaBar tinha 58 anos de idade e, segundo sua primeira esposa, Gaile LaBar-Bernhardt, detalhou ao TMZ, ela o encontrou morto em seu apartamento, localizado na cidade da música country, Nashville (EUA). Gaile revelou que nos últimos dias o músico andava afastado das redes sociais e seus amigos e familiares não estavam conseguindo contatá-lo, foi aí então que ela decidiu ir ver o que estava acontecendo e se deparou com ele já sem vida. Até o momento, a causa da morte permanece obscura.

    Em 2004, Jeff LaBar concedeu entrevista para a ROADIE CREW para falar do então recém lançado homônimo álbum de estreia do Naked Beggars, banda que estava tocando junto com seu velho parceiro de Cinderella, o baixista Eric Brittingham. Na ocasião, ele contou como foi que o Cinderella foi descoberto e ajudado por Jon Bon Jovi no início de carreira. “Jon nos viu em um clube na Filadélfia na época em que eles estavam gravando o segundo álbum do Bon Jovi (7800° Farenhait, de 1985). Aí ele foi até a gravadora e disse para que dessem uma olhada em nossa banda. Tempos depois, acabamos assinando com a Mercury e o resto é história”.

    Fã de bandas clássicas como Beatles, Led Zeppelin, Aerosmith, Black Sabbath e também do cantor Elton John, LaBar esteve presente em todos os quatro álbuns de estúdio que o Cinderella lançou entre 1986 e 1994 – Night Songs, Long Cold Winter, Heartbreak Station e Still Climbing -, tendo assumido a vaga do guitarrista original Michael Kelly Smith, que acabou se tornando conhecido com o Britny Fox. Com o Cinderella, LaBar gravou singles de sucesso como Shake Me, Nobody’s Fool, Somebody Save Me, Gypsy Road, The Last Mile, Don’t Know What You Got (‘Till it’s Gone), Shelter Me, Heartbreak Station, Hot & Bothered, entre outros.

    O Cinderella, banda de hard rock com nítidas influencias de blues e música country, capitaneada pelo talentoso vocalista, guitarrista e multi-instrumentista Tom Keifer, vendeu 15 milhões de discos em todo o mundo e realizou turnês e shows memoráveis ao lado de bandas como Poison, David Lee Roth, Loudness, Mötley Crüe, Ozzy Osbourne, Scorpions, Skid Row e do próprio Bon Jovi. O grupo tocou também em grandes festivais internacionais, entre eles os lendários “Monsters of Rock” (no Reino Unido e na Alemanha) e o “Moscow Music Peace Festival”.

    Da esq. p/ dir.: Jeff LaBar, Eric Britthingham, Tom Keifer e Fred Coury pousando para a capa de “Night Songs”, álbum de estreia do Cinderella – Foto: Mark Weiss

    Conforme o saudoso guitarrista revelou à ROADIE CREW, o sucesso conquistado nos primeiros anos do Cinderella rendeu a LaBar uma excelente condição financeira: “Aquele foi um período muito legal! Eu comprei minha casa e muitos carros. Tenho tantas histórias, incontáveis na verdade. Mas as turnês foram fundamentais para o crescimento da minha carreia na música”.

    Apesar do sucesso, o guitarrista teve problemas de dependência de drogas e de álcool, o que, segundo o próprio LaBar, foi o principal motivo de o Cinderella não mais se manter em constante atividade após o lançamento de Still Climbing, de 1994. Durante a separação da banda em meados da década de 1990, LaBar se sustentou gerenciando uma pizzaria com seu irmão e se envolvendo em trabalhos de construção. Após deixar o Naked Beggars, LaBar e sua esposa, Debinique LaBar, apresentaram um programa de rádio na internet chamado Late Nite with the LaBar’s. Além do Cinderella e do Naked Beggars, LaBar tocou com as bandas Freakshow e Cheap Thrill, e em 2014 lançou seu álbum solo intitulado One for the Road.

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  • FELIPE MACHADO, do VIPER, lança “Medo do Novo”, primeiro single de seu novo álbum solo

    FELIPE MACHADO, do VIPER, lança “Medo do Novo”, primeiro single de seu novo álbum solo

    Felipe Machado não tem receio de se reinventar: o primeiro single de seu novo álbum solo, sucessor de “FMSolo”, de 2015, é batizado com esse conceito. “Medo do Novo” chega às plataformas digitais hoje, 15 de julho, via ForMusic Records e FMLabs, trazendo um rock moderno e com atitude. A canção faz parte de “Primata”, segundo álbum do fundador e guitarrista do VIPER.

    Ouça Medo do Novo aqui

    A primeira incursão de Machado pela carreira solo foi em 2015, quando lançou “FMSolo”. Com um som que misturava diversas influências e trazia o músico pela primeira vez nos vocais, o álbum teve boa repercussão de crítica e público. Suas canções deram origem a um álbum de remixes, “FMX: FMSolo Remixes”, lançado em 2020 e com a versões feitas por DJs com renome no Brasil e no exterior.

    Em sua composição “Medo do Novo”, Machado volta a trabalhar com o produtor Val Santos e conta com o reforço do vocalista do VIPER, Leandro Caçoilo, nos backing vocals. A mixagem ficou a cargo de Mauricio Cersosimo (Emicida, Skank, VIPER) e foi realizada em Nova York. Segundo Machado, a inspiração veio do momento atual, época em que a sociedade vive transformações radicais – e isso provoca temor em quem não consegue compreendê-las. “É natural que o ser humano se sinta intimidado com qualquer mudança, mas o futuro depende da nossa capacidade de adaptação”, afirma o guitarrista. “É um conceito Darwiniano: quem fica paralisado com o medo do novo não consegue seguir em frente, apenas olhar para trás.”

    A letra traz metáforas sobre o tempo: “Vamos queimar nossos relógios / e outros espelhos do passado / escrever um livro novo / bem diferente / Deixa que o tempo eu absorvo / vamos olhar para outros lados / todo mundo tem medo do novo”. O single é um lançamento em parceria do selo Formusic e da produtora FMLabs.

    Felipe Machado Músico com carreira reconhecida no Brasil e no exterior, Machado é fundador e guitarrista do VIPER, com quem lançou álbuns como “Theatre of Fate”, “Evolution” e “Maniacs in Japan”, gravado ao vivo em Tokyo. Realizou turnês e gravações pelo Japão, Europa, EUA e América do Sul, e já dividiu o palco de grandes festivais como “Monsters of Rock” e aberturas de shows com bandas como Metallica, Kiss e Black Sabbath, entre outras. Excursionou como músico convidado de Paul Dianno, ex-Iron Maiden. Em 2013, o vocalista Andre Matos voltou ao VIPER e a banda fez uma turnê pela América do Sul que culminou com um show histórico no Rock in Rio. Em 2015, Machado lançou o álbum “FM Solo”, seu primeiro trabalho como vocalista e compositor. Em 2020, DJs de renome internacional remixaram o repertório no disco em “FMX: FMSolo Remixes”. Além de músico, é jornalista com experiência internacional e já passou pelos maiores veículos do país. É Editor de Cultura da revista Istoé e autor de diversos livros, entre eles ‘Um Lugar Chamado Aqui’, premiado como Melhor Livro de 2016 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e “Ping Pong – Um Jornalista pela China Olímpica”, indicado ao Prêmio Jabuti.

    Siga Felipe Machado Instagram: felipemachado_oficial Twitter: @felipemachado

    Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]

    Foto: Camila Cara

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  • LEANDRO CAÇOILO lança vídeo com versão acústica de “At Least a Chance” (VIPER)

    LEANDRO CAÇOILO lança vídeo com versão acústica de “At Least a Chance” (VIPER)

    O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Caravellus, Hardshine) acaba de disponibilizar um vídeo com a regravação, em formato acústico, da música “At Least a Chance”. Lançada originalmente pelo Viper, no álbum “Theatre of Fate” (1989), a versão de Caçoilo apresenta a participação do guitarrista e produtor Mayki Fabiani.

    Assista At Least a Chance (ft. Mayki Fabiani):

    Caçoilo explica sua homenagem ao clássico tema do Viper: “Esse é um tributo, além de um muito obrigado ao Andre Matos e ao Viper, banda que hoje em dia carrego a bandeira com muito orgulho. Gravar essa música foi um grande desafio, por originalmente ter uma linha vocal muito refinada do Andre. Tive a ajuda de um grande amigo, o músico Mayki Fabiani, que fez um trabalho maravilhoso, tocando e produzindo”.

    Leandro Caçoilo é professor de canto e está aberto à aulas e/ou workshops. Suas aulas abordam técnicas de respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância, além de gravações em pro-tools e especialização em diversos estilos. Para contratar o serviços de Leandro Caçoilo, envie e-mail para [email protected].

    Links relacionados: Site Oficial – http://www.leandrocacoilo.com.br/ E-mail para contato: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/leandro_cacoilo/ Facebook – https://www.facebook.com/LeandroCacoilofanpage

    Foto: Camila Cara

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  • ANCESTTRAL estreia single e clipe com Live no Youtube

    ANCESTTRAL estreia single e clipe com Live no Youtube

    Ancesttral estreia nesta sexta-feira (16) seu novo single, ‘Us vs Them’. Enquanto os apps de streaming recebem a faixa, o clipe da música será lançado no canal da banda, às 10h. À noite, às 21h, a banda se reúne e recebe a equipe de produção do vídeo para uma Live React especial do filme junto com os fãs no Youtube para responder ao vivo as interações.

    ▶ Ative o lembrete para a Live aqui https://youtu.be/P5D_Ha968bo

    ▶ Ative o lembrete para ver o clipe aqui

    https://youtu.be/ol5HNri5dzs

    A capa de Us vs Them

    Com uma sonoridade thrash metal direta e reta, ‘Us vs Them’ entoa um protesto sobre o apoio cego a políticos de todas as vertentes e convida a refletir sobre as implicações na vida privada das pessoas que defendem homens em cargos públicos com unhas e dentes.

    “Protestar contra tudo que está errado, essa é a mensagem por trás da música “Us Vs Them”. Para nós, não faz sentido ter “políticos de estimação”, não estamos em um jogo em que existam torcidas para os dois lados. Nós estamos de um lado e todos os políticos, que prometeram cuidar do povo, estão de outro. Eles são nossos empregados. Eles devem nos temer, não o contrário”, diz Alexandre Grunheidt, vocalista.

    A banda encarnou o personagem e surge de terno e gravata no clipe em uma mistura com sua versão original. O filme é assinado pelo fotógrafo e filmmaker Caike Scheffer que já trabalhou com Ancesttral em outros projetos. Rodrigo Oliveira assina a mixagem, masterização e a produção dividida com a banda. A gravação aconteceu no Dharma Studios.

    Sobre Ancesttral Ancesttral é considerada uma das principais bandas de Thrash Metal do Brasil. Na estrada desde 2005, a banda fez sua estreia no mesmo ano com o EP ‘Helleluiah’. Com a boa receptividade do material, a banda passou a trabalhar no álbum de estreia, ‘The Famous

    Unknown’, lançado em 2007 pela gravadora Voice Music.

    Comparações com o Metallica, agenda de shows repleta e críticas favoráveis no Brasil e no exterior fizeram com que o trabalho elevasse o nome Ancesttral na cena brasileira. Tal fato foi comprovado com a conquista de diversos prêmios na eleição dos melhores de 2007.

    Musicalmente, as referências vêm de nomes como Metallica e White Zombie, mas, em virtude do background de seus músicos, também segue a escola do Thrash Metal praticado no fim dos anos 1980 e início dos 1990, como Fight, Testament, Megadeth e Slayer. O grupo vem adicionando novos elementos ao som, tanto de bandas de Heavy Metal tradicional, como as mais contemporâneas, na linha de Godsmack e Disturbed.

    Usando, de forma inteligente e bem colocada, mensagens de duplo sentido, o grupo fala o que algumas pessoas pensam, mas não têm coragem de dizer. A temática das letras, retratando assuntos do cotidiano, ataca com firmeza a hipocrisia e o falso moralismo.

    Ancesttral tem disponível o CD ‘The Famous Unknown’ (2007) e o EP ‘Bloodshed and Violence’ (2012) e ‘Web of Lies’ (2016). A banda é Alexandre Grunheidt (vocal e guitarra), Denis Grunheidt (bateria), Leonardo Brito (guitarra) e Renato Canonico (baixo).

    Siga Ancesttral

    www.instagram.com.br/ancesttral

    www.youtube.com/bandaancesttral www.facebool.com/ancesttral

    Foto: Karina Moraes

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  • SEPULTURA lança “Apes of God” com o guitarrista ROB CAVESTANY, do DEATH ANGEL

    SEPULTURA lança “Apes of God” com o guitarrista ROB CAVESTANY, do DEATH ANGEL

    “As SepulQuartas se tornaram algo pelo qual esperávamos a semana inteira”. Esta é  a relação que o Sepultura desenvolveu com o projeto iniciado pela banda em abril de 2020, em seu canal de YouTube, para se manter em movimento durante o isolamento social causado pela pandemia. Com lives semanais em que  o grupo  se “encontrava” com os seus fãs e conversava com diferentes convidados (ao todo, foram 57 pessoas, de chefs de cozinha a jornalistas e artistas), o quarteto criou novas versões de suas canções, com participações especiais. Uma das faixas menos frequentes nos setlists de shows do Sepultura, “Apes of God”, foi uma das músicas que ganhou nova roupagem, com a participação de Rob Cavestany, guitarrista da banda estadunidense Death Angel (assista aqui). Agora, a versão chega nas plataformas de streaming (ouça aquicomo single do álbum que eterniza o projeto de lives na discografia da banda – SepulQuarta, previsto para 13 de agosto.

    A raridade com que “Apes of God” figura nos shows do Sepultura foi uma das razões para que grupo a escolhesse como single entre as quinze integrantes da tracklist do disco. “Não é uma escolha óbvia, além de ser uma música que tem diferentes camadas do que é o Sepultura”, destaca Derrick Green, vocalista da banda ao lado de Andreas Kisser (guitarrista), Paulo Xisto (baixista) e Eloy Casagrande (baterista). A canção foi lançada originalmente em 2003, no álbum Roorback, e, agora, ganha mais “força e crueza no som”, como define Derrick, agregadas pela participação de Rob Cavestany. Um dos fundadores do quinteto Death Angel, o guitarrista já dividiu turnês com o Sepultura. “É sempre divertido tocar com amigos que você respeita e com os quais já dividiu palco”, comenta Derrick.

    Outra canção que compõe o SepulQuarta e já chegou nas plataformas streaming é “Mask”. A música veio ao mundo em 2011, no disco Kairos, e, em junho deste ano, chegou de cara nova com participação de Devin Townsend, figura de destaque na história do heavy metal e do rock progressivo. A energia que o Sepultura colocou nas novas versões foi potencializada por outro disco, o Quadra (lançado em fevereiro de 2020). “A gente estava em um momento importante [quando começamos as lives], recém-saídos da gravação e do lançamento de Quadra. Não queríamos perder essa força e esse movimento”, conta Derrick sobre o projeto criado para, entre outras coisas, não perder o contato com os fãs. Inclusive, SepulQuarta antecede a volta da banda aos palcos e, portanto, o reencontro com seu público. Em novembro, o Sepultura embarca para uma turnê europeia e passará por países como Alemanha, Portugal, Dinamarca, França e Inglaterra.

    Ouça o single “Apes of God” 

    Assista ao clipe de “Apes of God” 

    Ficha técnica – clipe: Guitarras: Andreas Kisser, Rob Cavestany

    Bateria: Eloy Casagrande

    Vocais: Derrick Green

    Baixo: Paulo Xisto Pinto

    Edição: Bruno Teixeira.

    Ficha técnica – single:

    Compositores: Andreas Kisser, Derrick Green, Paulo Xisto e Igor Cavalera

    Guitarras: Andreas Kisser, Rob Cavestany

    Bateria: Eloy Casagrande

    Vocais: Derrick Green

    Baixo: Paulo Xisto Pinto

    Masterização e mixagem: Conrado Ruther.

    Confira a tracklist de SepulQuarta a seguir:

    1.    Territory (feat. David Ellefson)

    2.    Cut-Throat (feat. Scott Ian)

    3.    Sepulnation (feat. Danko Jones)

    4.    Inner Self (feat. Phil Rind)

    5.    Hatred Aside (feat. Angélica Burns, Mayara Puertas & Fernanda Lira)

    6.    Mask (feat. Devin Townsend)

    7.    Fear, Pain, Chaos, Suffering (feat. Emmily Barreto)

    8.    Vandals Nest (feat. Alex Skolnick)

    9.    Slave New World (feat. Matthew K. Heafy)

    10.  Ratamahatta (feat. Joao Barone & Charles Gavin)

    11.  Apes Of God (feat. Rob Cavestany)

    12.  Phantom Self (feat. Mark Holcomb)

    13.  Slaves Of Pain (feat. Fred Leclercq & Marcello Pompeu)

    14.  Kaiowas (feat. Rafael Bittencourt)

    15.  Orgasmatron (feat. Phil Campbell)

    Foto: Marcos Hermes

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  • HYLIDAE: No Dia Mundial do Rock, banda divulga vídeo tributo ao SLAYER com “Chemical Warfare”

    HYLIDAE: No Dia Mundial do Rock, banda divulga vídeo tributo ao SLAYER com “Chemical Warfare”

    Em comemoração do Dia Mundial do Rock (13/07), a banda de Death/Thrash Metal HYLIDAE divulgou um vídeo especial em seu canal no YouTube. Trata-se do tributo prestado ao gigante Slayer, com a faixa “Chemical Warfare”, e que contou com a participação especial do baixista Carlos Nunes (Carttada), assista:

    Em paralelo, o HYLIDAE segue trabalhando pesado na divulgação do atual trabalho “Unbreakable Curse”, e divulgou recentemente o lyric vídeo para a faixa “Hell Is Hollow”, que contou com a assinatura e produção do renomado artista brasileiro Alcides Burn, confira:

    Encontre este novo álbum nas principais plataformas de streaming e download do mundo em apenas um clique, acesse: https://li.sten.to/UnbreakableCurse Contato para shows (PRESENCIAIS OU EM LIVES): E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções Sites relacionados: https://www.facebook.com/hylidaeband https://www.instagram.com/bandahylidae https://www.youtube.com/channel/UC6-M-H5sIxXMR7OGugkjklw https://sanguefrioproducoes.com/artistas/HYLIDAE/76 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • HÉIA: Preparando split álbum com os norte-americanos do SARDONIC WITCHERY

    HÉIA: Preparando split álbum com os norte-americanos do SARDONIC WITCHERY

    A banda de Black Metal HÉIA já começa a trabalhar no material que dará continuidade ao atual “Magnum Opus”, lançado no início de 2021. Trata-se do split álbum, intitulado “Ordeal Of The Abyss”, que será lançado ao lado dos norte-americanos do Sardonic Witchery em três continentes: AMÉRICA DO SUL (em LP), AMÉRICA DO NORTE e EUROPA (em CD e fitas cassete). Este trabalho marcará o primeiro lançamento da HÉIA em solo EUROPEU e NORTE-AMERICANO, o grupo confirma que nos próximos dias estará divulgando mais informações, como data de disponibilidade, selos, tracklist e capa, que contará com a assinatura da artista brasileira Tatiana T. Bellini (Satvrnvs Noctvrna’s Art). Ouça os álbuns da HÉIA que encontram-se disponíveis em todas as plataformas de streaming aqui: http://li.sten.to/Heia Contato para shows (PRESENCIAIS OU EM LIVES): E-mail: [email protected] Whatsapp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções Sites relacionados: https://www.facebook.com/hordaheiaoficial/ https://www.youtube.com/user/hordaheia https://sanguefrioproducoes.com/artistas/Héia/55 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • SCULPTOR: Confira vídeo de “Watch Rope”, gravado em show com o CRADLE OF FILTH

    SCULPTOR: Confira vídeo de “Watch Rope”, gravado em show com o CRADLE OF FILTH

    O SCULPTOR, um dos novos expoentes do Death Metal brasileiro, está lançando um vídeo ao vivo da faixa “Watch Rope”, gravado em maio de 2019, no show de abertura para os ingleses do Cradle of Filth em Curitiba, na turnê comemorativa do álbum “Cruelty and the Beast”. Presente em “Untold Secrets”, debut da banda, a música é um dos destaques do trabalho, e tem em sua temática um assunto importante a ser debatido: a depressão. Composta pelo vocalista Rick Eraser, a letra se tornou um reflexo da própria experiência do músico: “A letra da música “Watch Rope” tem uma forte mensagem sobre a luta de uma pessoa com depressão e que a qualquer momento pode ser o último minuto de vida dela se deixar de lutar,  é uma batalha diária que a pessoa passa, e que no final temos sempre a esperança de dias melhores”.

    Confira o vídeo de “Watch Rope”:

    O vídeo contou com a mixagem do guitarristas Vinne no Artem Studio e foi editado por Alceste Ribas. Lançado pela gravadora europeia Frontiers Music SRL“Untold Secrets” apresenta o que há de melhor no Melodic Death Metal, onde influências de bandas da cena sueca, como In Flames e Dark Tranquility se misturam ao gostos pessoais de Rick, Vinne (vocal/guitarra), Caco Ramos (baixo), Fabricio Reis (guitarra) e Mateus Schran (bateria) de forma única e bem dosada, com muito peso e melodia. Com mixagem assinada por Linus Corneliusson do estúdio sueco Fascination Street Studios e capa desenhada pelo brasileiro Marcelo Vasco“Untold Secrets” aos poucos tem garantido seu espaço na concorrida cena do Metal mundial.

    Depois de concorrer às votações de Melhores do Ano pela Roadie Crew, onde o grupo teve entrevista publicada recentemente (#261 – maio/junho – https://roadiecrew.com/veja-a-nova-revista/), o SCULPTOR também foi destaque na revista Fanzine Mosh (http://fanzinemosh.com/fanzine-mosh-aonde-encontrar) e no livro “Masterpieces 2020 Special Edition”, dedicado exclusivamente a capas de álbuns de Heavy Metal, apresentando mais de 130 capas comentadas, em embalagem edição luxuosa com cerca de 240 páginas, trazendo artes gráficas de bandas como Dark Tranquility, Draconian, Enslaved, Igorrr, Grave Digger, Imperial Triumphant, Rage, Sodom, Vader, etc. Mais informações sobre o livro podem ser encontradas em https://bit.ly/36iMznj.

    Assista ao vídeo clipe de “Redemption”:

    Confira “Untold Secrets” no Spotify:

    Créditos da foto: Gustavo Franco

    Contatos:

    Site oficial: http://www.sculptorofficial.com

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    Instagram: https://www.instagram.com/sculptorofficial

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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