Dave Mustaine, Al Pitrelli, Jimmy DeGrasso e David Ellefson fizeram algumas apresentações acústicas durante a turnê de “The World Needs A Hero”, nono álbum de estúdio do Megadeth
Originalmente, o show acústico que o Megadeth realizou no Bill’s Bar, em Boston (EUA), no dia 9 de maio de 2001, pela turnê do álbum The World Needs A Hero, foi gravado pela rádio americana WAAF 107,3 FM e disponibilizado em 2006 apenas aos que se tornavam membros do fã clube da banda. Foi uma das experiências de show mais exclusivas e procuradas no ‘fandom’ do Megadeth. Uma performance íntima e reduzida com Dave Mustaine, Al Pitrelli, David Ellefson e Jimmy DeGrasso transformando hinos pesados do Megadeth em elementos acústicos primordiais.
Agora, o Megadeth firmou parceria com o selo independente Cleopatra Records, de Los Angeles, para tornar esta experiência aberta a todos com o primeiro lançamento comercial de Unplugged in Boston.
O setlist começa com uma das melhores músicas do mencionado The World Needs A Hero, a turbulenta Dread and the Fugitive Mind – música que já havia sido apresentada meses antes do lançamento daquele álbum, através da coletânea Capitol Punishment: The Megadeth Years, de 2000. Na sequência, uma série de favoritas antigas, sendo a maioria do álbum Cryptic Writings (1997), e também um trecho do grande hino do Megadeth, Holy Wars… The Punishment Due, do clássico quarto álbum do grupo, Rust in Peace (1990). Para o encerramento, Mustaine e seus asseclas fazem uma dobradinha com Moto Psycho, principal single de The World Needs A Hero, e a imortal Symphony of Destruction, do aclamado Countdown to Extinction (1992).
Unplugged in Bostonestará disponível em CD digital, digipak e vinil em uma variedade de opções de cores para você escolher.
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Na última quinta-feira (15), a vocalista e guitarrista do Halestorm, Lzzy Hale, foi nomeada oficialmente Embaixadora de Marca da Gibson Guitars e sua família de marcas associadas, tornando-se a primeira mulher a receber o título.
A nomeação solidifica uma parceria que se provou bastante frutífera, uma vez que a Gibson já produz a guitarra Lzzy Hale Explorer com sua marca principal e com a linha de instrumentos Epiphone. Como emissária da Gibson, a frontwoman do Halestorm agora liderará uma linha inteiramente nova de modelos de violão e de guitarra com sua assinatura nas marcas Gibson, Epiphone e Kramer.
A Gibson anunciou o novo papel de Hale durante uma coletiva de imprensa da Gibson Garage, em Nashville, Tennessee, na quinta-feira. Como parte de ser uma embaixadora, Hale ajudará a retribuir aos outros com o Gibson Gives Artist Advisory Council, que incentiva os artistas a se envolverem em oportunidades filantrópicas e iniciativas de apoio para ajudar os músicos e reforçar a educação musical juvenil.
“Estou muito honrada em ser nomeada embaixadora da Gibson”, disse Hale. “Desde os 16 anos, era meu sonho um dia fazer parte do círculo Gibson. É uma sensação incrível saber que esse sonho se tornou realidade”. E ela disse mais: “Algo mágico se acende dentro de mim quando seguro uma guitarra Gibson em minhas mãos, as mesmas guitarras que meus antepassados do rock empunharam sobre seus ombros. Com a Gibson, sou a estrela do rock que deveria ser, é um privilégio representar meu gênero e o incrível poder da música que nos une a minha linda família Gibson”.
O presidente da Gibson Brands, Cesar Gueikian, acrescentou: “Lzzy é uma embaixadora da música, não apenas da Gibson. Uma cantora poderosa, guitarrista durona e uma força influente na música, Lzzy é uma pioneira em todos os sentidos da palavra. Desde o início de sua carreira, Lzzy tinha uma visão clara do que queria alcançar e se esforçou para chegar lá sem comprometer. Ela abriu e continua abrindo caminho para outros artistas, liderando pelo exemplo, quebrando barreiras e elevando o Halestorm a um prêmio Grammy – banda vencedora com uma base de fãs fiel em todo o mundo”.
O Halestorm cairá na estrada a partir do final desde mês de julho, para uma série de datas nos Estados Unidos até a segunda metade do ano. Em março, Hale revelou que o próximo álbum do Halestorm, sucessor de Vicious, de 2018, seria pelo menos parcialmente divulgado pelos eventos em torno da pandemia.
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A Eclipse Records está extremamente animada em anunciar a assinatura com o Shotgun Facelift para um acordo mundial exclusivo. O grupo é oriundo de Grand Forks, Dakota do Norte (EUA), e foi formado em 2012. E o Shotgun Facelift acabou de encerrar a produção de seu novo álbum, Dakota Blood Stampede, que será lançado mundialmente no próximo dia 17 de dezembro.
“Não somos como muitas outras bandas, e a Eclipse Records gosta disso”, diz o guitarrista Matt Person. “Eles nos fizeram sentir que não era apenas uma coisa boa colocar nossa música em suas mãos, mas que era a coisa certa a fazer. Eu não poderia estar mais animado com a direção de nossas carreiras!”. O vocalista John Huber comemora: “Estamos entusiasmados em trabalhar com uma gravadora cuja direção e declaração de missão se casam tão intimamente com as nossas!”. O baterista Jody Smith complementa: “Quando conversamos com a gravadora, eles realmente sabiam do que faziam. Toda a equipe trabalha como louca para que possamos nos concentrar em fazer a música, e eles podem promovê-la”. Curt DeCamp, baixista, completa: “Colocamos muito de nós mesmos na música, e a Eclipse se dedica tanto a promovê-la que todas as energias parecem certas”, enquanto o guitarrista Damian Goulet conclui: “Como músico, você mói a vida inteira pela oportunidade de trabalhar com uma gravadora como a Eclipse Records e pode apostar que não vamos desperdiçá-la!”.
O novo álbum completo da banda, Dakota Blood Stampede, está agendado para lançamento no próximo dia 17 de dezembro. Produzido por Tyler Pilot (Over You, Body by Torture e Anamic), na Red Dot Recording, em Bismark, Dakota do Norte. O álbum marca a estreia de uma das bandas de groove metal mais empolgantes e agressivas que chegaram à cena nos últimos anos.
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O Steel Panther anunciou a saída do baixista de longa data Lexxi Foxx. Em seu site, a banda compartilhou uma declaração non sense, porém bem humorada, detalhando o motivo da saída de Foxx. A mensagem (na íntegra) diz:
Lexxi Foxx ao vivo com o Steel Panther no PlayStation Theater
“A grande pandemia de 2020 a 2037 afetou a todos nós. Para alguns, porém, abriu portas para oportunidades e foi um catalisador para buscar a verdadeira vocação de uma pessoa na vida. Esta é a história de Lexxi. Ele começou seu negócio paralelo, ‘Sexi Lexxi’s Prettiest Pets’, para obter dinheiro para seu botox durante o confinamento. Mas algo milagroso aconteceu. Ele percebeu que seu amor em deixar bonitos animais de estimação era maior do que o seu amor por ele próprio ficar bonito. Lexxi descobriu um amor maior, possivelmente o maior amor de todos.
Lexxi optou por pendurar seu espelho e se concentrar em sua paixão recém descoberta. Fazendo cachorros feios se tornarem bonitos. De qualquer forma, depois de quase 40 anos tocando juntos e levando o Steel Panther do Viper Room para atração principal do Wembley Arena, é com corações pesados – porém ótimas memórias de heavy metal – que nos despedimos de Lexxi Foxx. Te amamos e desejamos à você um futuro maravilhoso colocando delineador em chihuahuas”.
A banda encerrou a mensagem afirmando: “O Steel Panther continuará abalando o mundo. E, embora nunca possamos encontrar um baixista tão bonito quanto Lexxi, não deve ser difícil encontrar um que se iguale ao seu intelecto elevado. Boa sorte… E adeus Lexxi Foxx!”.
Em seu canal no You Tube, o Steel Panther postou uma compilação emotiva, chamada “The End of an Era”, de fotos e filmagens do baixista. Na mensagem final do vídeo, a banda deixou a seguinte mensagem ao seu ex-integrante: “Por todas as risadas. Por todo o metal. Obrigado!”.
Lexxi Foxx integrou o Steel Panther desde que a banda foi formada em 2000 como Metal Shop. Eles mudaram seu nome para Metal Skool logo depois, e se tornaram Steel Panther em 2008. O grupo lançou cinco álbuns de estúdio desde 2009 – Feel the Steel, Balls Out, All You Can Eat, Lower the Bar e Heavy Metal Rules.
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Após longos seis anos sem lançar trabalho inédito, sendo o último o álbum The Book of Souls, o Iron Maiden surpreendeu os fãs na última quinta-feira (15) com o lançamento de um novo single, The Writing on the Wall, que está disponível em todas as plataformas de streaming. Composta pela dupla Bruce Dickinson e Adrian Smith, produzida pelo renomado Kevin Shirley (Led Zeppelin, Aerosmith, H.I.M., Journey) e coproduzida pelo baixista Steve Harris, a música ganhou um intrigante videoclipe em formato animação, que você confere abaixo.
Repleto de easter eggs sobre a carreira do Iron Maiden e com um conceito visual apocalíptico que se desenvolve através de temáticas bíblicas mescladas a personagens políticos da atualidade, o vídeo de The Writing on the Wall surgiu a partir de uma história criada pelo próprio Bruce Dickinson, baseada na história bíblica de Belsazar e a escritura na parede (The Writing on the Wall), que está relatada no Livro de Daniel, no Antigo Testamento. Belsazar promovera um grandioso banquete, oferecido a mil nobres e ricos. Para servir aos reis, príncipes, suas mulheres e concubinas, Belsazar ordenou trazer os vasos de ouro e de prata que seu pai, o rei Nabucodonosor, havia tirado do templo da casa de Deus, em Jerusalém. Os convidados não apenas beberam desses vasos, como também louvaram a outros deuses. Naquele instante, escrituras surgiram nas paredes do palácio real através de uma parte de mão de homem que fora enviada por Deus. Tais escrituras só puderam ser decifradas pelo humilde Daniel, que revelara que elas eram profecias sobre a morte de Belsazar, o rei dos caldeus, que naquela mesma noite teve a sua vida ceifada por blasfemar contra Deus.
Para executar em animação o enredo desenvolvido por Dickinson, o vocalista contou com a parceria de dois premiados ex-executivos da Pixar, Mark Andrews e Andrew Gordon, que são fãs de carteirinha do Iron Maiden. De acordo com o próprio Andrews, o visual do vídeo foi inspirado nos filmes Mad Max e Planeta dos Macacos. Estúdios de animação de vários países se mostraram interessados no projeto do novo videoclipe do Iron Maiden, tendo sido BlinkInk o escolhido. O estúdio britânico tem como diretor de criação outro fã da banda, Nicos Livesey, e Alex Halley como produtor.
“Eu tinha uma ideia bastante clara do conceito para acompanhar a música e quando conheci Mark e Andrew no Zoom, rapidamente ficou claro que estávamos todos na mesma sintonia. E isso foi reforçado com a adição de Nicos e sua jovem equipe BlinkInk. Nossas reuniões semanais da equipe no Zoom geralmente eram altamente criativas e muito divertidas!”, declarou Dickinson. “Estou muito orgulhoso do resultado do vídeo, é mais como um curta-metragem. Eu soube que ia dar certo assim que Mark deu vida ao meu tratamento com seus incríveis storyboards – achei que poderíamos fazer algo muito especial juntos. Acho que fizemos sim e espero que nossos fãs concordem. Na verdade, (o vídeo) foi criado praticamente por fãs do Maiden!”, completou.
Livesey explicou: “Rapidamente, encontramos a ‘expertise’ que queríamos e as pessoas estavam literalmente se atirando em mim para trabalhar em um vídeo do Maiden. Tínhamos mais de 60 pessoas em 13 países, do Brasil à França e da Romênia aos Estados Unidos, para adicionar algo ao clipe, e eu diria que o amor, a paixão e a compreensão delas pela banda brilham em cada ‘frame’”.
Por falar em Brasil, os artistas Tiago Calliari (diretor de arte e visual development artist), Natalia Bacetti (concept artist e ilustradora), Fabio Alencar (marketing artist e freelancer) e Fabio Perez (concept artist e ilustrador freelancer), que trabalharam no vídeo como background painters, atenderam a ROADIE CREW com exclusividade e falaram sobre seu envolvimento na produção do vídeo de The Writing on the Wall.
Como se deu o convite para vocês participarem no desenvolvimento da animação para um novo clipe do Iron Maiden?
Tiago Calliari: Fui indicado por um amigo que é diretor do estúdio Zombie aqui do Brasil, e após isso a BlinkInk, que foi a produtora responsável por esse projeto, me contatou para me convidar.
Natalia Bacetti: Recebi um e-mail misterioso do produtor Alex Halley, da BlinkInk, sobre um trabalho de background painter para um clipe de “uma banda muito grande de heavy metal”. Ele mencionou que fui indicada pelo meu amigo Tiago, com quem trabalhei no ano passado em um projeto similar, e que se eu aceitasse o trabalho e assinasse o termo de confidencialidade ele poderia dizer qual era a banda. Jamais imaginei que seria algo tão grande.
Fabio Alencar: Quem me fez o convite não oficial foi a Natalia. Ela me solicitou fazer cenários para um clipe de animação de uma banda muito grande de heavy metal, mas até então eu não sabia que era o Iron! Topei na hora, então ela passou meu contato para o Alex, que foi o produtor do projeto pela BlinkInk. Conversamos por e-mail, oficializamos tudo quando assinei o termo de confidencialidade e então ele revelou exatamente sobre o que era. E nessa, meu sonho de adolescente metaleiro se realizou! (risos)
Fabio Perez: O convite surgiu quando o Tiago me disse que ele estava participando de um projeto de uma produtora inglesa que estava procurando por mais artistas para pintar cenários. Como eu já tinha trabalhado com o Tiago em outros projetos anteriormente, eu sabia que esse iria ser um projeto legal. Recebi um e-mail do Alex me passando um NDA (contrato de sigilo) para que ele pudesse me passar um teste. Passando do teste, o resto é trabalho (risos).
Mediante a história criada por Bruce Dickinson para o vídeo de The Writing on the Wall, imagino que vocês tiveram um prazo determinado para trabalharem. Muitas ideias foram descartadas até que o projeto chegasse ao seu resultado final? Como foi o trabalho individual de cada um de vocês no vídeo?
Tiago: Iniciei no projeto quando a história e o storyboard já estavam criados e definidos, então, provavelmente, antes de eu começar, muita coisa foi alterada e testada até chegar à fase de produção. Meu trabalho foi basicamente criar os backgrounds de algumas cenas iniciais do deserto. Tive bastante liberdade em criar em cima das cenas já definidas, adicionar ‘easter eggs’ e coisas que pudessem agregar no projeto juntamente com a direção do Nicos Livesey. Foi um processo bem divertido de tentar criar em cada ‘shot’ uma ilustração única, que pudesse ter um gosto nostálgico e que ao mesmo tempo fizesse referência a toda a obra do Maiden.
Natalia: Quando entrei no projeto o estilo visual do clipe já havia sido definido. Trabalhei junto com o Fabio Perez nos backgrounds do interior do festival e, diferente das cenas externas, para esse setor era necessário uma base 3D, feita por outro artista, para que pudéssemos manter uma consistência em relação à estrutura, arquitetura e os objetos que existiam naquele ambiente. Como não havia um diretor de arte na nossa equipe, tivemos uma certa liberdade criativa para – e uma necessidade de – definir como seria a pintura da iluminação, das estruturas e dos objetos espalhados pelo cenário. O Fabio e eu mantínhamos contato diariamente para alinhar os mínimos detalhes, reflexos, riscos, cores, e tudo mais.
Perez: Na real, para se fazer um projeto desse tamanho, animações em geral não deixam muitos espaços para nós, ilustradores, de tomarmos grandes decisões artísticas. Todas as decisões grandes são tomadas em uma fase de pré-produção, assim como são feitos os álbuns de bandas. Em relação ao contexto do projeto, pelo menos para mim, não me explicaram nada. Você recebe o job para pintar um número de imagens, vai pintando e mandando mensagens a todo o momento para o diretor e para o produtor para eles irem dando feedback durante as suas oito horas de trabalho. E eles explicavam o necessário para que você consiga realizar o trabalho que é pintar, trazer uma textura correta, detalhes e tudo o mais.
Alencar: Fui o último a entrar no projeto e peguei a reta final de tudo. Não tive nenhuma participação na parte de roteiro, quando cheguei já estava tudo bem definido. Tive acesso ao animatic, que é uma espécie de “rascunho animado” já com a música (sim, pudemos ouvi-la em primeira mão!). Me passaram cinco cenários do interior do palácio para fazer e tive um prazo de mais ou menos duas semanas. Como os outros artistas já haviam produzido bastante material, tive muitas referências. No fim, acabou sendo tudo bem tranquilo.
Para finalizar, de que forma vocês se alinhavam com o trabalho que ia sendo produzido pelos demais artistas e profissionais de outros países, que também se envolveram neste projeto?
Tiago: A equipe toda trabalhou remotamente em conjunto, de certa forma estávamos sempre conectados e atualizados sobre o andamento do projeto, semanalmente conseguimos acompanhar um progresso geral do filme.
Alencar: Quanto a arte, interagi bastante com a Natalia. Logo que entrei ela me passou todos os detalhes técnicos para que as artes seguissem a mesma direção do que já tinha sido produzido e mantivesse uma consistência em todo o projeto. A gente recebia um ‘mock up’ dos cenários em 3D e tínhamos que fazer um trabalho de polimento por cima, literalmente deixar bonito. Minha interação com o pessoal da BlinkInk foi mais na questão de gerenciamento. Quando você trabalha em um projeto grande, cada pessoa terá uma função muito específica. Então, tinha umas pessoas só para ficar cuidando de quais artes estavam sendo produzidas, qual arquivo tem que passar para quem e por aí vai.
Perez: Para nos alinharmos com outros artistas, usávamos um programa chamado Slack, em que deveríamos estar logado oito horas por dia pra gente sempre enviar as imagens em processo para irmos recebendo feedback do diretor, assim acabávamos vendo as imagens de todo mundo. E todos se sentiam a vontade em dar esse feedback no trabalho dos demais artistas. Também fazíamos chamadas ao vivo quando era necessário. Tive muita ajuda da Natalia e do Tiago por eles serem artistas mais experientes do que eu, então acabei aprendendo muito com todo mundo em questão de processo e pintura em si.
Natalia: Nosso trabalho como artistas de background é bem separado do trabalho dos animadores e, como nossa equipe era pequena, o alinhamento entre nós foi bem tranquilo e divertido. Tínhamos acesso ao andamento do vídeo diariamente e conversávamos através do chat, compartilhando feedbacks e juntos buscando maneiras de trabalhar com qualidade e eficiência, pois a carga de trabalho era grande. A unificação de tudo era responsabilidade do diretor (Nicos Livesey) e do produtor (Alex Halley), e a minha interação com o resto da equipe não foi muito grande, apenas recebendo alguns pedidos de modificação mais específicos ou, quando tudo dava certo, somente elogios!
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A tradicional banda Dorsal Atlântica acaba de lançar seu mais novo álbum, Pandemia, gravado graças a uma campanha de financiamento coletivo. Todo o processo de gravação foi registrado e neste sábado (17) estreia um minidocumentário sobre essas sessões. “A gente filmou tudo com celular mesmo e eu guardei esses vídeos”, diz Carlos Lopes, vocalista, guitarrista e líder da banda. “É uma edição totalmente feita em casa. É um resumo, eu fiz questão que fosse assim, queria fazer algo low profile.”
Pandemia é um disco conceitual baseado no momento vivido atualmente no Brasil. Na próxima edição da ROADIE CREW você confere entrevista com Carlos Lopes sobre o novo disco.
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Os mexicanos do Satanic Rites III acabam de lançar seu novo EP, “Eosforo”, disco que se revela uma produção mais do que importante na carreira dos artistas, já que é a primeira produção inspirada no livro “Filosofía de Eosforos”, de autores ocultistas e membros da Igreja Maior de Lúcifer.
A novidade do disco conta com a edição física a cargo da Concreto Records, e também se destaca por conter letras e vozes inteiramente em espanhol. Além disso, durante este mês de julho, a banda fechou um acordo com a Azermedoth Records para lançar a reedição de seu primeiro álbum ¨III¨, de uma forma especial chamada ¨Black Edition¨, em que todo o conceito e cor da arte foi alterado. em comparação com o primeiro lançamento.
A criação deste conteúdo musical representa um grande passo para a banda e, por este motivo, Deus Mortus, líder do grupo comentou: “A experiência de fazer “Eosforo” foi satisfatória, já que pelo tema filosófico das letras ter se tornado algo mais pessoal da minha parte, fazer um trabalho focado no Luciferianismo e tudo que cerca Lúcifer, foi algo que me fez me entregar de corpo e alma nessa produção. E também foi uma experiência nova pra mim gravar o baixo, já que desde os trabalhos anteriores me dedicava a guitarras, vozes e arranjos, tudo isso me ajudou a estar mais focado em todos os processos da música à arte, acrescentando que gravei as vozes em espanhol para que fosse um material digno de representar o Black Metal mexicano. E nada melhor do que ser lançado por uma das melh ores gravadoras do nosso país, a Concreto Records ”.
Como prévia, o grupo apresenta seu primeiro single “Adversaretur”, palavra latina que na sua transcrição em espanhol significa “Adversário” ou “Oposição”, referindo-se ao livro “A Bíblia do adversário” de Michael W. Ford, canção que desenvolve um tributo à influência de Lúcifer na magia e na filosofia…
Assista o lyric vídeo de Adversaretur”
https://www.youtube.com/watch?v=14i_bd-sKsU
O Satanic Rites III surgiu em 2012, criado por Deus Mortus, já de cara, fazendo sua estreia na cena vez participando de um festival de metal em sua cidade atual, León Guanajuato.
Seu som evoluiu ao longo dos anos, demonstrando a qualidade de seu trabalho e sua grande elaboração musical, interpretando suas ideias, pensamentos e filosofias através da música e das letras. Eles exibem um som agressivo e sombrio, que é acompanhado por vozes com grande satisfação e devoção que pregam a luz impura e o oculto além do que é visível com suas orações em latim que envolvem com sua dedicação à adoração e blasfêmia.
A banda tem uma demo chamada “Propaganda Voice Of The Lord”, lançada de forma independente em 2014. Um ano depois, a gravadora Amenti Records decidiu relançar a Demo em uma edição especial numerada e limitada.
Em 2016 decidiram gravar a faixa “My Soul For My Creator”, como primeiro vídeo da Live Session. No meio daquele ano, a banda entrou em estúdio para gravar seu primeiro álbum completo no Urvn Studios. Além disso, decidiram então começar a gravar a segunda sessão ao vivo, com a versão antiga da faixa “Killing God”.
O álbum “III” é lançado oficialmente em agosto de 2017, com o aval do selo Diabolus Productions. Trata-se da gravação, um ano depois, do primeiro videoclipe da música ¨In Nomine Lucifer¨.
Um novo EP, “Genesis Nigrum”, está chegando e é o resultado fiel do amadurecimento da banda, sem perder a fidelidade às suas filosofias e ideologias. Há evidências claras de um som mais trabalhado. Este material foi lançado fisicamente no início de 2019 pela Silentium in Foresta Records, em coprodução com Alexa Records.
Um mês depois, a composição “Satanic Rites” torna-se o segundo videoclipe do álbum “III” e em abril de 2020, o terceiro material audiovisual vem à tona através da faixa “King of Slaves”.
No meio da pandemia COVID-19, eles entram em estúdio para gravar seu novo EP ¨Eosforo¨.
O tracklist de “Eosforo” traz as seguintes faixas:
-Intro
-Helel
-Adversaretur
-Daemon
-Prometeo
-Outro
-King of Slaves (Bonus Track)
-Bestial Antichrist (Bonus Track)
O Satanic Rites é Deus Mortus (vocal, guitarra), Phallus Dei (bateria e percussão) e Sangvis Metatron (baixo)
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Os santistas do VULCANO foram confirmados em mais um dos grandes eventos brasileiros, desta vez o ‘Setfire Fest 2021 – Online’ que acontecerá no dia 15/08/2021 às 19:30 horas com transmissão pelo YouTube.
A banda estará dividindo espaço com nomes como Anthares, Blackning, Synaya, Drowned, Endrah, os organizadores Setfire e muito mais, confira o cartaz completo:
SERVIÇO:
Show: Setfire Fest 2021 – Online
Local: SetfireTV
Endereço: https://www.youtube.com/user/SETFIRETV
Data: 15 de agosto de 2021
Horário: 19:30 horas
Em outras notícias, “Bloody Vengeance” e “Live!” acabam de ganhar um grande relançamento e já está disponível em solo chinês, o trabalho vem sendo executado pelo selo Xmusick, para saber mais acesse: https://sanguefrioproducoes.com/n/3270
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O quarteto brasileiro de death grind Desalmado lança nesta sexta-feira, 16 de julho, videoclipe para a música “Hollow”, segundo single do novo álbum da banda, cujo título e data de lançamento serão anunciados em breve. “Hollow” conta com participação especial da cantora argentina de música alternativa Noelia Recalde, considerada uma das mais belas vozes da nova geração do país vizinho.
A sonoridade conseguida em “Hollow”, bastante diferente de outros trabalhos do Desalmado, marca definitivamente um ponto inédito na biografia da banda, assim como a estética do videoclipe que é sombria e angustiante. “Essa música ganhou o contorno lírico perfeito diante de um período angustiante da minha vida”, afirma o vocalista Caio Augusttus.
O filme foi realizado pelo experiente diretor Walter de Andrade, responsável também pela edição da obra. Além das imagens da banda, o vídeo de “Hollow” traz cenas protagonizadas pelo ator Valber Rodrigues. “Foi o primeiro vídeo nosso em que sentimos a necessidade de ter alguém interpretando a letra da música literalmente. Provavelmente também nunca tivemos uma letra de música com um sofrimento tão pessoal para todos nós”, acrescenta o guitarrista Estevam Romera.
A música, gravada no estúdio Family Mob, foi produzida, mixada e masterizada por Hugo Silva, que também é responsável pela produção dos últimos três trabalhos da banda: ‘In Grind We Trust’ (2016), ‘Save Us From Ourselves’ (2018) e o EP ‘Rebelião’ (2020). “Foi no Family Mob que nós conhecemos o trabalho da Noelia Recalde, que gravou algumas músicas com o Hugo. Foi ele quem sugeriu de incluirmos algumas vocalizações da Noelia na ‘Hollow’ e encaixou perfeitamente com a proposta da música”, conclui o baixista Bruno Teixeira.
Desalmado anuncia também a recém contratação pelo selo europeu BloodBlast Distribution, distribuidora digital que é braço da maior gravadora de música extrema do mundo, Nuclear Blast, e no Brasil serão lançados pela Xaninho Discos.
Formado em 2004, Desalmado está hoje na vanguarda da cena underground paulistana, sendo uma das maiores bandas da cena do metal no Brasil. Completando 17 anos de estrada em 2021, a banda acumula grandes conquistas, sendo levada para a cena gringa pelo ex-Sepultura, Max Cavalera, que indicou Desalmado como uma das bandas que ele mais curte na atualidade.
O Desalmado se apresentou em diversos festivais em todas as regiões do Brasil e contabiliza três turnês pela Europa. A discografia da banda é composta pelos seguintes álbuns: ‘Hereditas’ (2008), ‘Desalmado’ (2012), ‘Estado Escravo’ (2014), ‘In Grind We Trust’ (split album com a banda Homicide, 2016) ‘Save Us from Ourselves’ (2018) e ‘Rebelião’ (2020).
Gênero: Death Grind
Produção, mixagem e masterização: Hugo Silva
Gravação: Family Mob Studio
Arte da Capa: Jeca Paul
Fotografia: Maya Melchers
Formação:
Caio Augusttus (vocal)
Estevam Romera (guitarra)
Bruno Teixeira (baixo)
Ricardo Nützmann (bateria)
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Nesta sexta-feira (16), o grupo alemão Rage lançou o single e o videoclipe da música Virginity, primeira amostra de seu próximo álbum de estúdio, Resurrection Day, que será lançado no dia 17 de setembro, via Steamhammer – no Brasil via SPV/Shinigami/Sound City.
Confira o vídeo de Virginity:
Os fãs do Rage vibraram quando em meados de 2020 o vocalista e baixista Peavy Wagner apresentou a nova formação do grupo com dois guitarristas, anunciando um retorno à constelação que havia gravado clássicos como Black in Mind e End of All Days. Após a saída de Marcos Rodriguez no ano passado, Stefan Weber (ex-Axxis) foi alistado, seguido apenas algumas semanas depois por Jean Bormann (Angel Inc, Rage & Ruins). O quarto membro da banda é o baterista Vassilios “Lucky” Maniatopoulos, que está com o Rage desde 2015. A formação atual pôde ser vista e ouvida pela primeira vez no videoclipe de The Price of War 2.0, uma releitura da música homônima do álbum Black in Mind, que está disponível em todos os principais canais online desde junho de 2020. Imediatamente depois, o quarteto começou a trabalhar em seu novo álbum, Resurrection Day. “Estou surpreso com a rapizez com que a nova formação se formou em uma equipe homogênea e como os talentos de cada membro da banda se tornaram efetivos”, disse Wagner, olhando para trás em uma fase de produção altamente criativa e comentando sobre os últimos lançamentos do Rage: “Sinto que, por um lado, nossa música ainda é típica do Rage, enquanto que por outro soa muito mais fresca”.
O Rage gravou doze novas canções, cobrindo uma gama estilística que dificilmente poderia ser mais característica da banda, desde faixas de thrash metal cru, como Virginity (que também é o primeiro single e vídeo), The Age of Reason e Extinction Overkill, até peças mid-tempo, como Arrogance and Ignorance e Monetary Gods, e a balada direta, Black Room, que equilibra as coisas. “Os fãs do Rage terão exatamente o que eles querem em Ressurection Day, e mais uma surpresa ou outra”, promete Peavy, mencionando, em particular, Traveling Through Time, tema que explora os extremos entre golpear “grooves de tiroteio” (citação de Peavy) e momentos épicos. “A música é inspirada no compositor renascentista Giorgio Mainerio”, explica ele. “Há uma peça de Mainerio chamada ‘Schiarazula Marazula’, com um tema maravilhoso que costumo tocar em casa ao violão”. Jean e eu adaptamos para se adequar ao formato do Rage e demos à música uma perspectiva rítmica diferente, que acrescentou intensidade. Nunca fizemos um número como Travelling Through Time antes”, completa.
Portanto, podemos esperar por um álbum muito especial do Rage e, claro, eventualmente, também por shows ao vivo. Desde que a situação o permita, Peavy e seus companheiros embarcarão em uma grande turnê europeia em novembro de 2021. Com Resurrection Day no setlist, os shows com certeza se transformarão em eventos altamente explosivos!
Tracklist:
1 Memento Vitae (Overture) 1:14
2 Resurrection Day 4:18
3 Virginity 3:41
4 A New Land 3:49
5 Arrogance and Ignorance 5:00
6 Man in Chains 4:36
7 The Age of Reason 4:22
8 Monetary Gods 3:54
9 Mind Control 4:14
10 Traveling Through Time 4:13
11 Black Room 4:49
12 Extinction Overkill 5:52
Resurrection Day será lançado nas seguintes configurações:
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