Categoria: Roadie News

  • SEAWALKER promove debate sobre Ufologia

    SEAWALKER promove debate sobre Ufologia

    O grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, que lançou um novo single e videoclipe, “Hidden”, em que a temática aborda a Ufologia, irá promover um debate sobre este tema nesta sexta-feira (23), às 20h. “O evento já ficou popularmente conhecido como ‘Hellalive’, título que é uma alusão à música ‘Helladise’, lançada em nosso álbum ‘Earthcode’, de 2011”, explicou o vocalista e baixista Filipe Duarte.

    O debate, que ocorrerá nas redes sociais do Seawalker – no canal do Youtube e na página oficial do Facebook –, contará com a presença do astrofísico e músico mineiro Teddy Bronsk. Além de já ter sido baterista do Witchhammer e Concreto, Bronsk atualmente integra o power trio Loss. “Se você gosta de Ufologia, se interessa pelo assunto ou mesmo nunca parou para pensar a respeito, prestigie este bate-papo”, concluiu Filipe Duarte.

    Hellalive: Debate sobre Ufologia Convidado: Teddy Bronsk (Astrofísico e professor de Física, além de baterista da banda Loss) Data: Sexta feira, dia 23/07 Horário: 20h – Onde: www.youtube.com/seawalkerofficial e www.facebook.com/seawalkermetal

    Ouça “Hidden” no Spotify: https://bit.ly/seawalkerhidden

    Confira o videoclipe “Hidden” do Seawalker em https://youtu.be/gl29Ei7KE0c

  • SUICIDAL ANGELS: Thrash Metal Em Tempos De Agressão

    SUICIDAL ANGELS: Thrash Metal Em Tempos De Agressão

    Dentre as bandas de thrash metal, sempre houve uma espécie de uma linha demarcatória, que colocava de um lado as bandas mais voltadas para o som clássico do heavy metal, e aquelas que levaram a sua música até o limite máximo da fronteira com o death metal. Sadus, Demolition Hammer, Destruction, Sepultura, o final da década de 1980 e início de 1990 foram ricos nessa sonoridade, que meio que ‘adormeceu’ durante quase uma década, salvo raras (e ótimas!) exceções. O grego Suicidal Angels, liderado pelo guitarrista e vocalista Nick Melissourgos, sempre guiou sua música para estes lados, como ele nos contou. Mais do que falar, é isso que ele e seus parceiros mostram em Years Of Aggression, sétimo e mais recente álbum de estúdio da banda. Confira abaixo o que Nick tem a nos dizer sobre esses quase vinte anos de agressão thrash!

    São vinte anos derramando thrash metal pelos palcos do mundo todo, uma grande conquista para uma banda nos dias atuais. Quando você olha para trás, você sente o tempo que passou, ou foi tudo rápido demais?

    Nick Melissourgos: Eu diria que foi mais a segunda opção (risos). Realmente foi muito, muito rápido. Eu nem mesmo consigo acreditar que já estou com 36 anos (risos). Tudo parece realmente muito recente, quando olho para trás é como se tudo tivesse acontecido ontem. Todas essas turnês que fizemos, os palcos em que tocamos, as confusões em que nos metemos, tudo está muito fresco na minha memória, é difícil colocar uma data nos eventos para lembrar exatamente de quando foram. É por isso que costumo guardar cartazes e outras recordações das turnês que fazemos, pois assim eu posso revisitar aqui, olhar e pensar ‘porra, já passaram quinze anos’ (risos). Mas eu também posso dizer que, ao olhar para trás, para os melhores e os piores momentos, não tem nem uma única coisa que eu gostaria de mudar, mesmo dos erros mais idiotas que cometi. Tudo está e deve estar para sempre lá, pois é a soma de todas essas coisas que faz de nós quem somos hoje. Não apenas como banda, mas também como pessoas.

    Com certeza. É interessante sentir essa convicção nas suas palavras. Mas acho que sempre foi assim, certo? Afinal, você começou essa banda quando tinha apenas 16 anos, certo?

    Nick: Isso, em 2001, eu ainda estava na escola. E também posso dizer que foi na época em que todas as pessoas estavam dizendo que o thrash metal estava morto. Se puxar na memória, você vai perceber que fazia sentido, pois ninguém estava fazendo thrash metal. Existia apenas alguns discos sendo lançados pelos grandes nomes, as bandas não estavam surgindo aos bocados. A cena estava quebrando em pedaços.

    Sim, isso foi se agravando por todos os anos noventa, ficou uma grande lacuna que era preenchida basicamente por bandas ‘festivas’ de thrash metal, que nunca foi o que realmente gostei.

    Nick: Nem eu, esse não é realmente o meu tipo de coisa. Por isso eu tinha uma ideia muito clara do que queria com a música do Suicidal Angels, não era para ser uma dessas bandinhas de cerveja e festinha. Thrash metal é algo mais sério. Pelo menos, na minha vida sempre foi assim.

    Entendo, eu sempre fui mais voltado para Sadus, Demolition Hammer, Devastation, Sepultura, e a cena alemã, essas coisas.

    Nick: Sim, exatamente, essas são as minhas principais referências também.

    Faz sentido, acho que por isso sempre identifiquei o Suicidal Angels mais com essas bandas do que com muitas outras mais proeminentes da Bay Area (EUA).

    Nick: Sim, e vou ser completamente honesto com você: nós nunca nos interessamos por fazer nenhum tipo de estereótipo, nunca nos interessou. Nós começamos a tocar thrash metal simplesmente porque era isso que amávamos! Nós tocamos thrash do jeito que gostamos, e gostamos dele violento e perigoso. O meu primeiro disco de thrash foi o Show No Mercy do Slayer, e quando eu ouvi aquilo eu fiquei muito impressionado, soava terrificante e mal, e era isso que eu queria! Eu tive aquele início quase que natural, comecei ouvindo metal clássico, Iron Maiden, Judas Priest, todas essas coisas, Blind Guardian. Eu estava no começo da minha adolescência e tinham alguns garotos mais velhos na escola que curtiam metal. Eram meus amigos, claro, e eu pedi que um deles, que considerávamos o especialista, me indicasse uma banda mais pesada que tudo aquilo, algo que eu ainda não tivesse ouvido. Foi ele que me emprestou o Show No Mercy, e eu quase roubei o disco dele (risos). Eu comecei a perguntar sobre isso para ele, e então ouvi o termo thrash metal. Daí vieram Sadus e Demolition Hammer, e em seguida toda aquela coisa do death metal da velha escola.

    É daí que vem essa aura mais extrema que permeia a música de vocês.

    Nick: Sim, dessa mistura profunda de thrash com death metal. Mas não é só isso, nós também sempre trazemos músicas mais cadenciadas e pulsantes em nossos discos, e essa variedade também vem dos discos clássicos de death metal. Eles eram ótimos em colocar andamentos diferentes nas músicas para cativar o ouvinte.

    Você diria que essa variedade de elementos é um compromisso seu com a música?

    Nick: Sim, mas não é algo que eu faço de propósito. É clichê, mas é algo que nasce naturalmente, pois não é como se eu sentasse e dissesse ‘ok, agora vamos fazer uma música rápida’. É uma coisa que vem com o fluxo do momento, uma onda que vem crescendo pela alma e indo para fora, para a guitarra, etc. Eu nunca coloco nenhum tipo de pressão sobre a maneira como devemos compor, tudo tem que ser natural, pois eu sinto que se fizesse isso, tudo o que produziríamos seria uma cópia do passado, ou um tipo de padrão que todo mundo finge amar e que nós intimamente não damos a mínima. Tem que vir da alma. A música se move conforme o humor, você não está correndo o tempo todo. Não padronizamos a nossa música.

    Sempre foi assim?

    Nick: Sim, sempre. E continuará sendo, pode ter certeza. Vou lhe dizer uma coisa, lançamos Years Of Aggression em 2019, e se eu não sentir que tenho as músicas certas para um próximo registro, simplesmente vou esperar. Nós vamos esperar até termos as ideias certas para fazer um álbum no qual acreditamos. Sem datas, sem pressão. Essa tem sido uma constante nessa nossa caminhada de vinte anos.

    Sendo assim, quando sabe que é o momento certo de começar a compor um álbum?

    Nick: Eu nunca paro de compor. Da forma como escolhemos trabalhar, essa é a única maneira de funcionar. Não dá para sentar e esperar que as ideias venham, então, quando elas vêm, eu simplesmente corro para registrar as ideias.

    A capa de Years Of Agression foi mais uma vez criada por Ed Repka, certo?

    Nick: Ele é um artista fantástico, tem um currículo surpreendente, e eu realmente amo o estilo dele. Se você observar os trabalhos que ele fez conosco antes, e também o que ele fez para tantas outras bandas, perceberá que o traço é muito característico, você sabe que é uma arte dele, mas elas têm uma vibração diferente. É isso que me apaixona, quando ele trabalha com o Suicidal Angels, ele encapsula a essência da banda na sua arte, o que está na capa de Years Of Aggression é a essência da banda que somos!

    E esse é um trabalho muito difícil, captar a essência de uma banda/álbum e converter em uma imagem estática. Vocês costumam conversar com ele antes, discutir ideias?

    Nick: Usualmente tudo o que fazemos é passar para ele o nome do álbum, e talvez, apenas talvez nós demos uma dica muito pouco precisa do que queremos. Ele faz alguns rascunhos, mostra-nos, e talvez tenha alguma alteração, mas na maioria das vezes nós simplesmente olhamos e pensamos ‘que porra é essa, está incrível!’

    O que você pode nos dizer sobre a música Years Of Aggression, que inclusive serviu para batizar o álbum?

    Nick: Bem, ela é uma canção midtempo, baseada em bastante ‘groove’ e com camadas diferentes de vocais no refrão, pois queríamos algo ‘épico’, por assim dizer. Ela basicamente descreve a mutilação das gerações mais jovens pelas pessoas que nos entregaram o mundo nessa situação atual, o mundo em que nascemos. Parece que com tantas guerras as pessoas ficaram mais insensíveis, elas colocam seus filhos no mundo sem pensar, sem se importar, um mundo de filhos da guerra. Os pais nem explicam o que foi a guerra, não debatem, não dizem nada, nós somos jogados em um mundo que tem um monte de sujeira escondida sob o tapete e no qual estamos largados a própria sorte. Basicamente é isso.

    Outra que amo é The Roof Of Rats.

    Nick: Essa é uma das minhas favoritas também, tem muito groove, é um típico thrash violento, não? (risos). Infelizmente, ela tem a ver com um tema pessoal. Ela é dedicada ao meu melhor amigo de muitos anos, alguém que se mostrou ser o meu pior inimigo, alguém muito pior do que todos os outros, então, espero que ele saiba quem é.

    Uma mensagem final para os seus fãs no Brasil?

    Nick: Fiquem firmes naquilo que acreditam, Não se deixem ser enganados, sejam pessoas de mente e caráter forte, isso é o principal no mundo de hoje, amigos. Esperem pelo Suicidal Angels no Brasil, pois estamos loucos para tocar aí!

  • TORTURE SQUAD: Novo álbum de estúdio será lançado em 2022

    TORTURE SQUAD: Novo álbum de estúdio será lançado em 2022

    Não é segredo que no início de 2020, o Torture Squad vinha trabalhando em seu 9º álbum de estúdio, que viria para suceder à estreia da atual formação, com “Far Beyond Existence”. Infelizmente, a pandemia da Covid-19 e as medidas de distanciamento social, obrigaram a banda a parar com todo o processo de gravação e produção, que se encontrava caminhando para o final, fazendo com que o mesmo só fosse retomado nesse ano de 2021. Ainda sim, em virtude do momento difícil vivido por todos, a banda acaba de anunciar que o novo álbum só deve ser lançado, provavelmente, no primeiro semestre de 2022, por julgar esse um momento mais adequado para tal. O baterista Amílcar Christófaro falou um pouco a respeito dessa decisão.

    “O que nós desejamos realmente é que a virada de 2021 para 2022, seja um momento de renovação para toda a humanidade, e que todos os acontecimentos dos últimos dois anos fique como algum tipo de aprendizado. Desejamos de que 2022 em diante,  as pessoas venham com uma energia renovada, deixando toda a obscuridade vivida para trás. Tudo que vem ocorrendo nos últimos tempos, tem sido impiedoso e doloroso demais, e esperamos que isso fique no passado, com o próximo ano abrindo um portal de energia renovada para todos nós. É nesse momento, no qual todos olham para frente, é que queremos apresentar nosso novo álbum, nossas novas músicas.”

    Além disso, outros 2 aspectos pesaram na decisão da banda. O primeiro deles, é que, obviamente, a escolha de deixar o álbum para 2022, permite que a banda trabalhe no mesmo com mais calma, ainda mais em um período onde a pandemia não está vencida, e cuidados e distanciamento ainda se fazem necessários. O segundo é a decisão da banda de fazer o restante do ano de 2021, como um período de celebração dos 20 anos de lançamento de seu 3º álbum de estúdio, “The Unholy Spell”. Para tanto, em breve a banda estará anunciando dois eventos, onde pretende tocar o trabalho na íntegra.

    Para acompanhar todas as novidades do Torture Squad, acompanhe a banda em suas redes sociais.

    Torture Squad:

    May “Undead” Puertas – vocal

    Rene Simionato – guitarra

    Castor – baixo

    Amilcar Christófaro – bateria

    Mais informações:

    Site Oficial: www.torturesquad.net.br

    Facebook: www.facebook.com/torturesquad

    Instagram: https://www.instagram.com/torture_squad/

    YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

    Spotify: https://open.spotify.com/artist/6E3iq1WfZbw2YEeTKVZYJR?si=oQ-74pdnTmmThENy8pB4TQ

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  • Em clima de contestação, SKID LIFE apresenta single e clipe ‘Salvation’

    Em clima de contestação, SKID LIFE apresenta single e clipe ‘Salvation’

    O Skid Life, grupo heavy/thrash metal formado em 2004 em Buritama (SP) por Anthony Juno (vocal e guitarra) e completado atualmente por Billie (baixo e vocal) e Gar (bateria), antecipa o novo álbum, “Awake”, com mais um single e videoclipe, desta vez para “Salvation“. “Segunda do repertório do novo álbum, ‘Salvation’ trata de um tema delicado, mas que deve ser abordado, a disputa/briga política travada entre ambas as partes e como isso influencia e afeta no convívio das pessoas. Vemos filhos brigando com os pais, amigos brigando entre si, entre muitos outros exemplos. Na verdade, todos deveriam se unir para combater o inimigo em comum, que é todo e qualquer tipo de Governo que tem como objetivo subtrair e oprimir o povo”, explicou Anthony Juno. “Com um andamento mais suingado e até meio progressivo no seu final, ela busca um pouco da energia do Sepultura no começo dos anos 90. A letra faz menções a situações que se tornaram comuns nos últimos tempos e tenta abrir os olhos das pessoas para quem é o verdadeiro vilão da história. É nesse clima de contestação e energia que nós damos sequência em nosso mais recente trabalho”, acrescentou o baixista Billie.

    Confira o clipe de “Salvation”, dirigido por Marcos Borini, produzido pelo Camaleão Magenta e SL Records gravado no Espaço Fabrique, em https://youtu.be/e2Wy1ROcxjo

    “O vídeo traz inserts de desigualdade e problemas que o nosso país enfrenta há anos e imagens da banda em sua mais alta performance da música. A ideia do clipe é conscientizar as pessoas de que o nosso país está sofrendo e precisa de ajuda, precisa de união do povo”, observou o baterista Gar.

    Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Cbass (SP) por Diego Castro, o novo álbum, “Awake”, será lançado em agosto pela SL Records. Além de Black Sabbath, o Skid Life possui influências de bandas como Megadeth, Metallica, Sepultura, Slayer, Gojira e Alice in Chains. “Nosso som mescla o clássico heavy metal ao thrash metal e o som de Seattle dos anos 90. O novo álbum terá nove músicas autorais, incluindo a instrumental ‘Bennu’, além de um cover do Black Sabbath. Também contamos com a participação especial do guitarrista Yohan Kisser (Sioux 66) na faixa ‘Rock Bottom’. O repertório abre com uma música longa, de 10 minutos, intutilada ‘Awake’, que fala basicamente sobre o retorno da banda após um pequeno hiato entre 2018 a 2019”, concluiu Juno.

    Discografia:
    “The Dog” (2008)
    “Change Your Mind” (2012)
    “Incollections” (2015)
    “There’s no Peace” (2017)
    “Awake” (TBR, 2021)

    Sites relacionados:

    Facebook: www.facebook.com/SkidLife1
    Instagram: @skidlifeofficial
    Youtube: https://www.youtube.com/SkidLifeOfficial

    E-mail: [email protected]

    Foto: Natália Pedroza

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/ | [email protected]

  • ARNALDO ROGANO é o novo baterista do MADRE SUN, que anuncia a volta aos palcos internacionais

    ARNALDO ROGANO é o novo baterista do MADRE SUN, que anuncia a volta aos palcos internacionais

    A banda brasileira baseada em Londres Madre Sun, está com novidades!

    O grupo, que se tornou uma das revelações do rock em 2020 com seu EP de estreia, The Speed Of Light, começa uma nova fase ao lado do baterista Arnaldo Rogano, que coleciona passagens por bandas como Blind Pigs, Cavalar, Olho Seco, Vertigo, Armada, Anjos da Noite e Future Shock.

    E as novidades não param por aí: a banda também anunciou a volta aos palcos para o dia 28 de agosto na casa de shows The Cavern, em Londres, que já está recebendo shows presenciais devido a vacinação avançada no país. “Estamos muito empolgados para voltar aos palcos após mais de um ano. Temos muitas novidades para esse show além de músicas novas e do nosso novo batera, o Arnaldo [Rogano]”, compartilham Tyson Schenker, Matt Eduardo Cavina.

    Confira o pôster da apresentação e ouça o EP The Speed Of Light logo abaixo:

    Fonte: Wikimetal

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  • FORKILL: Regravação de “Killed At Last” é lançada nas plataformas digitais

    FORKILL: Regravação de “Killed At Last” é lançada nas plataformas digitais

    Os thrashers cariocas do FORKILL quebraram o silêncio e lançaram o single “Killed At Last”, uma regravação da música presente originalmente no debut “The Sound of the Devil’s Bell”, lançado em 2019. Na época, a banda contava com outro vocalista, e agora coube a Igor Rodrigues, que também é guitarrista, a tarefa de impor sua marca na música, ao mesmo tempo em que dão continuidade nas gravação do terceiro álbum. Intitulado “Sick Society”, o trabalho ratificará a união e produtividade da formação atual, que conta ainda com Ronnie Giehl (guitarra),  Gustavo Nascimento (baixo) e Rodrigo Tartaro (bateria). Serão 10 músicas inéditas, e segundo Giehl“as novas composições estão com uam pegada certeira e agressiva. A entrada do Igor deu um gás maior na banda, e além disso, há uma parceria muito forte entre os integrantes, o que tem facilitato o processo de composição e gravação”.

    Ouça “Killed At Last” no Youtube:

    Entretanto, com um acidente de skate envolvendo Igor Rodrigues, a banda teve que dar uma pausa nas gravações das guitarras, atrasando um pouco o processo. As gravações estão sendo realizadas no Tellus Studio, com o produtor Daniel Escobar¸ que já havia trabalhado com o FORKILL em “The Sound of the Devil’s Bell” e na regravação de “Killed At Last”. Para Igor Rodrigues, está sendo uma experiência empolgante: “Apesar de estarmos vivendo uma pandemia, quando entramos no estúdio, com todos os cuidados sanitários possíveis, tenho a sensação de que os problemas todos se foram, e através da música, que no nosso caso é a mais agressiva possível, é uma forma de extravasar tudo isso. As gravações, mesmo com a pausa, estão indo muito bem e o material está ficando matador!”.

    Ouça “Killed At Last” no Spotify:

    Ouça “The Sound of the Devil’s Bell” no Spotify:

    Contatos:

    Facebook: http://www.facebook.com/forkill.thrash

    Instagram: http://www.instagram.com/forkillofficial

    Youtube: http://www.youtube.com/forkillofficial

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • HYLIDAE: “Erguendo a bandeira do Metal do Acre” – ROADIE CREW

    HYLIDAE: “Erguendo a bandeira do Metal do Acre” – ROADIE CREW

    A nova edição da conceituada revista Roadie Crew está disponível e em sua conhecida seção cenário trouxe uma entrevista com a banda de Death/Thrash Metal HYLIDAE. Este abrangente bate-papo, conduzido por Thiago Prata, abordou o início da carreira dos acreanos e principalmente o atual trabalho, “Unbreakable Curse”, falando um pouco mais sobre seu modo de composição, gravação, temas líricos e MUITO mais.

    A entrevista completa pode ser conferida na edição #262, Julho de 2021 com capa de Edu Falaschi.

    Em outras notícias, o HYLIDAE lançou, em homenagem ao Dia Mundial do Rock, um vídeo tributo ao Slayer com a faixa “Chemical Warfare”, assista agora:

    Encontre HYLIDAE nas principais plataformas de streaming e download do mundo em apenas um clique, acesse: https://li.sten.to/UnbreakableCurse Contato para shows (PRESENCIAIS OU EM LIVES): E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções Sites relacionados: https://www.facebook.com/hylidaeband https://www.instagram.com/bandahylidae https://www.youtube.com/channel/UC6-M-H5sIxXMR7OGugkjklw https://sanguefrioproducoes.com/artistas/HYLIDAE/76 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • KK’S PRIEST lança o novo single “Brothers of the Road”

    KK’S PRIEST lança o novo single “Brothers of the Road”

    O KK’s Priest, banda composta pelos ex-integrantes do Judas Priest, o líder KK Downing (guitarra) e o vocalista Tim “Ripper” Owens, está feliz em anunciar o lançamento do single Brothers Of The Road (< acesse) de seu álbum de estreia, Sermons of the Sinner. O álbum será lançado via Explorer1 Music Group/EX1 Records no próximo dia 1º de outubro.

    A banda também anunciou uma peça de colecionador limitada, um pergaminho que narra o conteúdo lírico de Sermons of the Sinner. O pergaminho apresenta letras de todas as dez faixas do álbum; medindo 14×50″ em papel pergaminho enrolado em pontas de metal. Também está incluído um certificado de autenticidade assinado por KK Downing. O pergaminho autografado pode adquirido acessando AQUI.

    Os fãs podem pré-encomendar o álbum de estreia em vários formatos, incluindo uma edição limitada exclusiva de vinil de metal autografado (Silver Disc), com CD bônus, através da loja online da banda AQUI. O álbum também pode ser pré-salvo por meio de todas as plataformas de streaming digital.

    O KK’s Priest mostra no álbum um heavy metal moderno que remete ao que os fãs sempre amaram em KK Downing e em sua música, que ainda soa fresca. A abertura do álbum vem em alta velocidade com Hellfire Thunderbolt, mais a faixa-título Sermons of the Sinner, Raise Your Fists e Wild and Free, que revelam a paixão e o excesso que os fãs de metal curtem. A interação da guitarra é intensa e inspiradora, e a banda está disparando em todos os cilindros. Sermons of the Sinner é uma declaração musical de que, após um longo hiato, a jornada pelo heavy metal de KK Downing está longe de terminar. “Todo o conceito é o fato de continuar orgulhosamente a ser quem sou, e o que sou, e fazer o que faço”, declara Downing. “Já se passaram quase dez anos. Estou de volta fazendo música”, comemora o icônico guitarrista.

    KK’s Priest fará uma turnê mundial assim que as restrições atuais forem suspensas. Detalhes da turnê serão anunciados.

    Conecte-se com o KK’S PRIEST:

    Site – www.kkspriest.com Facebook – www.facebook.com/KKsPriest Twitter – https://twitter.com/KKsPriest Instagram – www.instagram.com/kkspriest

    SOBRE O KK’S PRIEST

    Da esq. p/ dir.: Tony Newton (baixo) KK Downing (guitarra), Tim “Ripper” Owens (vocal), A. J. Mills (guitarra), Sean Elg (bateria)

    Após anos desfrutando silenciosamente da vida longe da estrada e das gravações intensas em estúdio, KK Downing voltou ao palco em agosto de 2019. Seus ex-companheiros de banda haviam recebido o prêmio do Heavy Metal Hall Of Fame no festival alemão “Wacken Open Air” naquele verão, e o membro do conselho do H.M.H.O.F., Steve Goldby, queria dar ao guitarrista o seu prêmio no “Bloodstock” (ING). A partir daí, a conversa levou Downing a tocar algumas músicas com Ross The Boss, lendário guitarrista do Manowar e do The Dictators. A apresentação eletrizou a multidão e revigorou Downing. Em novembro daquele ano, ele fez um show em Wolverhampton, Reino Unido, ao lado de Tim “Ripper” Owens, Les Binks (ex-baterista do Judas Priest), David Ellefson (ex-baixista do Megadeth) e de Hostile A.J. Mills (guitarra). Abrangendo o catálogo do Judas Priest, este excelente e bem-sucedido show enviou ondas de choque por todo o mundo do metal: KK Downing estava de volta e os fãs estavam claramente famintos por mais. Em vez de simplesmente confiar em seus sucessos anteriores e ir para a estrada tocando músicas clássicas do Priest, o renomado guitarrista fez o que sempre fez: criou novas músicas.

    Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]

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  • CJ SNARE passa mal e FIREHOUSE faz shows com ANDREW FREEMAN (LAST IN LINE) no vocal

    CJ SNARE passa mal e FIREHOUSE faz shows com ANDREW FREEMAN (LAST IN LINE) no vocal

    Nos últimos dias 9 e 10 de julho, o Firehouse, banda americana de hard rock que explodiu no início dos anos 90, pouco antes de o gênero sucumbir e sair dos holofotes, se apresentou ao vivo sem o seu vocalista, o co-fundador CJ Snare, nos shows realizados nos Estados Unidos, precisamente em Moline, Illinois, no TaxSlayer Center, e em Ashland, Virginia, no Richmond Harley Davidson. O motivo foi que no dia do primeiro show Snare sentiu uma indisposição estomacal devido a uma doença que não foi revelada. Por sua vez, o restante do grupo – Bill Leverty (guitarra), Michael Foster (bateria) e Allen McKenzie (baixo) – preferiu não cancelar os shows e se apresentou com o vocalista do Last in Line, Andrew Freeman, em substituição.

    Na manhã do dia 9, Snare se pronunciou em sua página oficial no Facebook e explicou a situação:

    “Acordei esta manhã e estava com dor de estômago. Fui ao médico. Não preciso de orações, pensamentos ou abraços. Só preciso que as pessoas compreendam que não estarei em Moline ou Ashland para fazer os shows do Firehouse. Minhas desculpas a todos os envolvidos. Nosso bom amigo Andrew Freeman estará cantando em meu lugar no fim de semana e espero que todos o recebam nesses shows. Por favor, divirtam-se. Estarei de volta na próxima semana cantando em Ohio. Um grande amor para minha banda e para todos os nossos fãs”.

    Confira abaixo vídeos do primeiro show do Firehouse com o apoio de Andrew Freeman no vocal.

    Andrew Freeman

    Passados os shows, Freeman agradeceu o convite para substituir Snare nas duas noites: “Me diverti muito apoiando o Firehouse no fim de semana passado. Ótimos shows e ótimos caras. Agradeço a CJ Snare, Bill Leverty, Michael Foster e Allen McKenzie por confiarem em mim para fazer o trampo. E obrigado ao meu amigo Joey Arias e Tony Avitar por tornarem isso mais fácil!”.

    Além de tocar com o Last in Line, Freeman se apresentou com três dos membros originais do Bulletboys Mick Sweda (guitarra), Lonnie Vencent (baixo) e Jimmy D’Anda (bateria) – no Lies, Deceit & Treachery e substituiu Joe Elliott quando o Def Leppard se apresentou no cruzeiro “Hysteria on the High Seas”, em janeiro de 2016.

     

    Quanto ao Firehouse, o grupo formado em Charlotte, na Carolina do Norte, alcançou o estrelato internacional logo em seu homônimo álbum de estreia, que foi lançado em 1990. Músicas como as contagiantes Don’t Treat Me Bad e All She Wrote, além da balada Love of a Lifetime, se tornaram hits, inclusive no Brasil. Com o álbum seguinte, Hold Your Fire (1992), a banda se manteve em alta com o apoio de músicas como Reach for the Sky e a romântica When I Look into Your Eyes. O último grande momento do Firehouse aconteceu com o álbum seguinte, simplesmente intitulado 3 (1995). O carro-chefe de 3 foi a balada I Live My Life For You, que no Brasil foi tema da novela “A Próxima Vítima”. Na ocasião, o grupo (ainda com o baixista original Perry Richardson, hoje no Stryper) veio ao Brasil para promover o álbum em programas de rádio e TV, entre eles o Xuxa Park (Globo), Programa Livre (SBT) e Programa Raul Gil (Record).

    Da esq. p/ dir.: Michael Foster, Allen McKenzie, Bill Leverty e o vocalista CJ Snare, que já está recuperado e voltou a fazer shows com o Firehouse

    Desde então, além de materiais ao vivo, acústico, compilações e de regravações, o Firehouse lançou mais três álbuns de inéditas, sendo o último Prime Time (2003), que foi gravado com o baixista carioca Dario Seixas (Jack Russell’s Great White, Stephen Pearcy, Takara, Crown of Thorns, Neil Turbin, Herman Rarebell). Nenhum desses materiais, no entanto, obteve algum sucesso comercial e todos acabaram passando batido do grande público. No Brasil, o Firehouse fez shows em duas ocasiões: em 2007, no “Hard in Rio” – realizado no Circo Voador (RJ), com abertura de Ted Poley (Danger Danger, Bone Machine, Melodica, Poley/Pichler, Poley/Rivera, Prophet, solo) – e em 2013, no Manifesto Bar, em São Paulo.

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  • LUIS MALDONALLE estreia novo disco em CD e fita K7

    LUIS MALDONALLE estreia novo disco em CD e fita K7

    O tão aguardado novo álbum de Luis Maldonalle, “Viking Heart”, já está em pré-venda. O lançamento oficial será no dia 30 de julho, data em que o disco terá o seu lançamento digital, mas quem quiser se antecipar, já pode solicitar sua cópia!

    Os pedidos podem ser feitos via direct, por E-mail ou Whatsapp, mas há combos especiais! O primeiro, com a opção de adquirir o CD junto a uma camiseta com a arte do álbum e, o segundo, sendo o SuperKit, onde o interessado pode pedir o CD, a camiseta, um pôster autografado A3 com adesivos e uma fita K7, formato no qual “Viking Heart” também está sendo disponibilizado!

    Acesse https://linktr.ee/Maldonalle para fazer o seu pedido!

    Curta o single “The Blood Eagle”, faixa que estará no álbum “Viking Heart”, no Spotify:

    Mais informações: Instagram: https://www.instagram.com/maldonalle/

    Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100004950408243

    YouTube: https://www.youtube.com/user/luismaldonalle

     

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