Categoria: Roadie News

  • Editora divulga trecho de “Rainbow in the Dark”, autobiografia do icônico RONNIE JAMES DIO

    Editora divulga trecho de “Rainbow in the Dark”, autobiografia do icônico RONNIE JAMES DIO

    Antes de morrer, em 2010, Ronnie James Dio estava escrevendo sua autobiografia, contando a história de como saiu da cena de rock regional de Nova York para liderar três grupos do rock e heavy metal inovadores: Rainbow (com o ex-guitarrista do Deep Purple, Ritchie Blackmore), Black Sabbath, e sua própria banda, Dio. Ao longo da última década, a viúva de Dio, Wendy, e o renomado jornalista musical Mick Wall concluíram o livro, chamado “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”, com lançamento mundial em 2021. No Brasil, o livro será lançado em agosto, pela editora Estética Torta.

    Neste trecho exclusivo do livro, Dio conta como Sharon Osbourne o apresentou ao guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, e revela as dúvidas que ele teve sobre substituir Ozzy Osbourne. Ao mesmo tempo, o cantor se lembra da emoção que sentiu ao começar um novo capítulo para a banda icônica, culminando no que seria o sucesso de platina da banda em 1980, “Heaven and Hell”.

    “Rainbow in the Dark: A Autobiografia” de Dio chega ao mercado brasileiro em 31 de agosto, com aproximadamente 350 páginas e acabamento de luxo, com capa dura, verniz localizado e pintura trilateral. A pré-venda acontece através do site da editora, aqui.

    A editora também lança, concomitante com a autobiografia, a graphic novel Holy Diver: uma adaptação para quadrinhos da história por trás do principal álbum solo de Dio. Garantindo o combo livro + HQ, a editora oferece um desconto de 20% sobre o valor dos produtos, além de um pôster exclusivo. Para adquirir o combo, acesse aqui.

    Confira trecho de “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”:

    Enquanto isso, Wendy tinha feito amizade com Sharon Arden, que logo se tornaria Sharon Osbourne. Sharon estava trabalhando para o pai, Don Arden, um dos empresários mais temíveis do mundo da música. No Reino Unido, era conhecido como Mr. Big. Don gostava de se gabar que tinha ligações com a máfia, gostava que soubessem que carregava uma arma e tinha vários bordões que gostava de usar, como “Tenta a sorte”. Particularmente, era o que a frase sugeria se você fosse otário o bastante para contrariar Don.

    Don ganhou dinheiro empresariando artistas tão diversos como Little Richard, Gene Vincent, The Animals, The Small Faces, ELO e, agora, Black Sabbath, para citar apenas alguns. Ele era tão rico, que morava em uma enorme mansão em Beverly Hills que já havia sido propriedade de Howard Hughes. Sharon morava com Don na mansão. Foi por intermédio da conexão de Wendy com Sharon que fui convidado para conhecer os caras do Sabbath. Tudo se deu de modo muito simpático e polido, quando partimos não pensei mais no assunto. Eles estavam se preparando para fazer seu próximo álbum com Ozzy e eu ainda estava pensando em meu próximo passo.

    Então o destino resolveu dar uma mãozinha. Certa noite, eu estava no Rainbow quando chegou o alto e taciturno guitarrista do Sabbath, Tony Iommi. Gostei de Tony imediatamente. Sabia que ele era o líder musical do Sabbath, o mentor por trás de alguns dos riffs de guitarra mais clássicos da história do rock. Começamos a conversar e descobrimos que ambos estávamos pensando em fazer um álbum solo. Tony confidenciou-me que a banda havia acabado de expulsar Ozzy. Ozzy foi o primeiro a admitir que era o pior inimigo de si mesmo naquela época, num período em que seu consumo de álcool e drogas estava completamente fora de controle. Ele, dificilmente, foi o único astro do rock a sofrer esse destino. Tony explicou que o baixista da banda e letrista mais frequente, Terry “Geezer” Butler, também estava passando por alguns problemas familiares. Daí a inclinação de Tony em considerar algum tipo de projeto solo.

    Naquele momento, eu queria experimentar ideias e sugeri uma possível colaboração. Podia ser que sim. Podia ser que não. Um dia, talvez. Quem sabe, nada demais. A próxima coisa que me lembro é de estar na parte de trás da limusine de Tony rumo a um estúdio em Los Angeles, onde ele queria me mostrar e tocar essa “ideia para uma música”, mas estava tendo problemas em terminar sem um vocalista e algumas letras. Quando ele apertou o play no console, não pude acreditar no que estava ouvindo! Essa não era uma ideia improvisada que ainda precisava de uma tonelada de trabalho. Este era, de pleno direito, o bestial Sabbath!

    Começava melancólica e incandescente, violões ágeis, realçados por trechos mágicos de guitarra. Então, de repente, após cerca de 40 segundos, lá estavam, saindo dos alto-falantes como uma tempestade de relâmpagos, os derradeiros riffs monstruosos. Nenhum outro guitarrista na história do rock poderia ter surgido com algo parecido. Pesado, puro, mas ainda brilhando como um farol. Antes que a música tivesse chegado à metade, antes que Tony pudesse perguntar o que eu estava pensando, já estava rabiscando as palavras que me vieram imediatamente.

    “In the misty morning, on the edge of time, we’ve lost the rising sun, a final sign…”.

    Então eu estava cantando no microfone, Tony rolando o som, um sorriso enorme estava esculpido em seu rosto. Era a primeira coisa que Tony e eu escrevíamos juntos, e era uma das melhores. Chamamos de “Children of the Sea” e, da primeira vez que reproduzimos a demo, nas primeiras horas da manhã seguinte, nós dois sabíamos. Isso é o que faríamos a seguir, acontecesse o que acontecesse.

    No início, a conversa era eu trabalhar com Tony em seu álbum solo. Essa noção foi rapidamente dissipada à medida que criamos juntos mais e mais músicas incríveis. Com Ozzy definitivamente fora e Geezer começando a voltar de sua crise familiar, Tony e Bill deram o próximo passo lógico e me convidaram para entrar no Black Sabbath. A verdade é que ele nunca quis terminar o Sabbath. Ele simplesmente não conseguia ver como poderiam continuar sem Ozzy.

    Admito que, de início, evitei a expectativa. Estava desesperado para fazer minhas próprias coisas novamente, depois de anos trabalhando sob as leis de Ritchie Blackmore. Eu também não tinha certeza de como diabos deveria substituir Ozzy Osbourne no Black Sabbath. Diferentemente dos anos seguintes, quando grupos como Van Halen, Bad Company, Iron Maiden, e até mesmo Queen, conseguiram trazer um novo frontman impunemente, no final dos anos 1970, a ideia de uma banda mundialmente famosa, como o Sabbath, substituir seu frontman era considerado impensável. Led Zeppelin sem Robert Plant, Rolling Stones sem Mick Jagger? Sacrilégio.

    O fato de eu já ser bem conhecido do público do rock, como o cantor do Rainbow, era uma faca de dois gumes, a meu ver. Eu poderia, no fim, afastar tanto os fãs do Sabbath quanto do Rainbow. Por outro lado, na opinião de Tony, trazer um novo vocalista, do qual ninguém nunca tinha ouvido falar, era um risco muito maior. Tony me disse que tinha certeza de que eu era capaz de ser o substituto. Bem, vocalmente, com certeza. Ozzy era um grande frontman, mas um grande cantor? Não muito. Mas Ozzy era o Sabbath, no que dizia respeito às legiões de fãs em todo o mundo. Como eles iriam gostar do cara americano do Rainbow, não importa o quão bem eu pudesse cantar?

    Alguém que, definitivamente, não achava que eu estava à altura do trabalho era Don Arden, que enlouqueceu ao descobrir o que Tony tinha feito, ameaçando com todo o tipo de retaliação. Don sabia muito profundamente, no entanto, que a situação com Ozzy não era mais sustentável. Também fazia anos que aquela formação não tinha um recorde de sucesso nos Estados Unidos. A certa altura, até sugeriu que eu compusesse com Tony e cantasse no álbum, mas que levassem Ozzy para uma turnê.

    Quando Tony disse a Don onde ele poderia enfiar aquela ideia estúpida, aquilo foi o fim do Sabbath, no que dizia respeito a Don. Ele cancelou o aluguel da casa que estava alugando para eles e vendeu o contrato de gestão empresarial para um cara chamado Sandy Pearlman, então empresário do Blue Öyster Cult, uma das muitas bandas americanas dos anos 1970 a ser diretamente influenciada pelo pioneirismo do Sabbath. Ele então disse a Sharon para começar a cuidar de Ozzy como um artista solo: o início de uma estrada longa e incessantemente sinuosa que merece um livro próprio.

    Porém, para ser justo com Don, eu também ainda não estava inteiramente convencido. O que inclinou minha mão no final foi a absoluta qualidade das canções que Tony e eu estávamos compondo. Isso, mais o fato de que Tony me garantiu que não seria como a minha situação no Rainbow, onde Ritchie era o chefe e ponto-final. Se eu me juntasse a ele no Sabbath, seria como um parceiro com voz em pé de igualdade, tanto musicalmente quanto ao que dizia respeito aos negócios.

    O argumento decisivo, em verdade, foi quando Wendy pegou e me disse com toda franqueza: “Ronnie, temos menos de 800 dólares no banco, precisamos fazer alguma coisa!”.

    Wendy estava certa, é claro. Sempre estava. Liguei para Tony: “Ok, cara, tô dentro. Quando começamos?”.

    Trecho extraído de Rainbow in the Dark: A Autobiografia © 2021 by Estética Torta. Todos os direitos reservados.

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  • AS THE PALACES BURN estreia single e lyric video “For The Weak”

    AS THE PALACES BURN estreia single e lyric video “For The Weak”

    Com a nova identidade visual, As The Palaces Burn estreia com exclusividade na Roadie Crew a música For The Weak, o primeiro single do novo álbum de estúdio. O novo trabalho está previsto para estrear ainda esse ano, a banda está em estúdio gravando o aguardado segundo disco sob o comando de Adair Daufembach na produção. Para promover esta nova fase, o single For The Weak, chega com o lyric video com estreia mundial nesta segunda-feira, 26 de Julho. For The Weak é uma amostra do que vamos trazer no novo álbum. A faixa aborda em seu tema a crise no âmbito geral da existência do ser humano e o cansaço mental somados à crise existencial”, explica o guitarrista Diego Bittencourt. “Aguardem um álbum moderno e sofisticado!”, ressalta o vocalista Alyson Garcia. As The Palaces Burn apresenta uma sonoridade voltada ao metal moderno. A banda une o domínio técnico com influências do heavy metal old school para criar riffs fortes e pesados, acentos e tempos quebrados na medida certa. As The Palaces Burn irá provar que a música visionária nunca usa uma etiqueta de gênero.

    A banda segue com a ideia de lançar documentários sobre todas as produções, e apresentar conteúdo diferenciado para fãs e mídia especializada, por isso, As The Palaces Burn também disponibilizou em seu canal do Youtube o mini-documentário sobre a produção do novo single, com making of, curiosidades e relatos dos músicos. Assista AQUI.

    As The Palaces Burn surgiu em 2018 com quatro músicos profissionais, idealizado pelo guitarrista Diego Bittencourt, que  baseou a sonoridade da banda com uma mescla de influências que vão desde o Heavy Metal tradicional, passam pelo Thrash Metal e culminam no Metal Progressivo, ousando colocar uma pitada de metal moderno, buscando assim um equilíbrio entre peso, melodia, ritmo e linhas vocais muito versáteis.
    A banda formada no Sul do Brasil iniciou a carreira em 2019 com o álbum de estreia  ‘End´evour’  , que alcançou grandes resultados na imprensa e entre os fãs, e ótimos shows de divulgação, incluindo abertura para as bandas Brujeria, Noturnall Mike Portnoy. Em 2020, o grupo lançou seu mais novo trabalho para divulgar uma nova fase, o EP ‘All the Evil’, produzido pela própria banda no Estúdio IMGN e mixado e masterizado pelo renomado Adair Daufembach (Tony MacAlpine, Hibria, Project 46, Semblant, Angra, Claustrofobia).
    Formação: Alyson Garcia (vocal) Diego Bittencourt (guitarra e vocal) Gilson Naspolini (bateria)

    Gênero:  Heavy Metal

    Artwork: Gigante Propaganda

    Fotografia: Gilson Naspolini

    Para mais sobre AS THE PALACES BURN visite os canais oficiais INSTAGRAMFACEBOOK e YOUTUBE

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  • AURA: banda lança clipe de música baseada em carta de despedida de um suicida

    AURA: banda lança clipe de música baseada em carta de despedida de um suicida

    O Aura, banda do litoral paulista acaba de lançar um vídeo clipe divulgando o single “Vida que Segue”, música presente no seu primeiro álbum com lançamento previsto para o segundo semestre.

    A banda tem se mostrado singular em alguns aspectos e o primeiro deles é o fato de praticarem um vigoroso Prog Metal com letras totalmente em português, desafiando as ideias pré-concebidas de que “Metal em português não funciona”.

    Apostando suas fichas na importância de temáticas sérias e atuais, “Vida que Segue” foi totalmente inspirada na carta de despedida de Bruno Pontes, também morador do litoral paulista (Cananéia) e que antes de se suicidar deixou um enorme desabafo na sua página do facebook, repercutindo à época na imprensa de todo país.

    Sobre a decisão de fazer uma música sobre o tema, o vocalista Américo Ortega declarou: “me deparei com uma notícia de um rapaz da cidade de Cananeia que estava desaparecido, mas teria deixado uma carta de despedida na sua página no facebook. O nome desse rapaz era Bruno Pontes. Mesmo não o conhecendo, fiquei muito triste e comovido com a história. Procurei o Anibal, guitarrista da banda e falei pra ele: “Queria fazer uma música sobre suicídio e tenho até uma história real. Daí surgiu a letra de “Vida que Segue” que é exatamente a carta de despedida do Bruno Pontes que traz algumas mensagens importantíssimas para que as pessoas tenham mais atenção e se conscientizem sobre esse tema tão delicado”.

    Amplificando o cuidado da banda para tratar de um tema tão delicado e por vezes, considerado tabu em nossa sociedade, a banda preparou através de suas redes sociais (principalmente no instagram @auraprogmental) uma campanha de conscientização e prevenção ao suicídio levantando a hashtag #amortepodeesperar, trazendo dicas e depoimentos de especialistas, de pessoas que sofrem com a depressão e a ansiedade, além de amigos e da ex-namorada do próprio Bruno Pontes. A intenção do Aura com a campanha é  lidar com a temática da música de maneira séria e informativa para quem passa pelo problema ou tem conhecidos que necessitam de um olhar mais atento. Sobre isso, o vocalista complementa “Esperamos que essa música ajude outras pessoas e queria aproveitar para falar para pessoas que tem depressão, que estão passando por algum tipo de problema e não estão sabendo lidar com esses problemas: “nunca guardem tudo pra si. Falem com alguém. Seja um amigo, um familiar, um conhecido. Seja até um desconhecido. Às vezes uma palavra dessa pessoa pode te confortar e até salvar sua vida. Então, fale com alguém, não fique de canto. Fale com alguém”.

    Você pode assistir ao clipe de “Vida que Segue” no link abaixo:

    Acompanhe a campanha da banda com depoimentos e informativos através do instagram oficial: @auraprogmetal

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  • Por Dentro com Paulo Baron: Billy Sheehan, Jay Jay French e Wolf Hoffmann

    Por Dentro com Paulo Baron: Billy Sheehan, Jay Jay French e Wolf Hoffmann

    No programa Por Dentro com Paulo Baron, junto do renomado jornalista Regis Tadeu, em seu canal de YouTube, no qual o CEO da @toplinkmusic entrevista os amigos que colecionou em seus 32 anos de show business, você confere agora a entrevista com os convidados Billy Sheehan, baixista do Mr. Big, Jay Jay French, guitarrista do Twisted Sister, Wolf Hoffmann, guitarrista do Accept e o renomado fotógrafo Mark Weiss, responsável por inúmeras capas de álbuns dos anos 80s.

    Nesta entrevista, que é mais uma reunião de amigos, os convidados contaram algumas histórias sobre suas carreiras na música, além de responderem a tópicos como, por exemplo, empresariamento de bandas. Essa é uma conversa completa que você não pode perder.

    Durante a entrevista, Jay Jay French comenta sobre a possibilidade de um dia retornar com sua banda Twisted Sister: “Esse ano eu farei 49 anos de Twisted Sister, desde que comecei. Nós nos aposentamos em 2016 e sinceramente eu não sinto falta de tocar, eu não sei se eu conseguiria. Nós tocamos 9 mil shows, contando desde lá de trás em 73. Se somar todas as datas que fizemos 5 shows por noite, 6 noites por semana, são muitos shows. Eu estou ok com isso, pois nós retornamos por 14 anos quando deveriam ter sido apenas 2. E o Paulo, por mais 3 ou 4 anos, nos levou para a América do Sul, e se isso não tivesse acontecido eu teria perdido uma boa parte da minha vida. E se acontecer, aconteceu, mas eu não sinto falta de tocar.”

    Assista ao episódio completo em: 

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  • BULLET FOR MY VALENTINE lança novo single/clipe “Parasite”

    BULLET FOR MY VALENTINE lança novo single/clipe “Parasite”

    O Bullet For My Valentine lançou Parasite, segundo single e clipe de seu recém-anunciado álbum, que leva o nome da banda.

    Assista ao clipe do novo single Parasite:

    “Para Parasite, nós apenas queríamos deixar a música tocar”, diz a diretora Fiona Garden. “A intensidade e a fúria da faixa dilaceram, pura performance e vitalidade. Ao longo do caminho, em um mundo definido pela luz ofuscante e pelo trabalho gráfico fenomenal do artista Carl Addy, vemos esta nova encarnação infinita dos cortes de avatar aM sendo ritualisticamente infectada e arrastada ainda mais para o esquecimento ilimitado. Nenhum gafanhoto foi prejudicado na produção deste vídeo”.

    O The Guardian chamou o primeiro single, Knives, de “um ataque sônico”, acrescentando que a faixa exibia “riffs de guitarra de ginástica, vocais rosnados e mais batidas de bateria em quatro minutos do que na maioria dos álbuns”. O Rock Sound concordou, chamando-o de “uma placa cruel e violenta de metal moderno e feroz”, enquanto  que a Metal Hammer comentou, “O BFMV está de volta, na melhor forma de suas vidas.”

    A banda comenta sobre o novo single: “Parasite é uma LOUCURA absoluta do início ao fim! Facilmente, uma das faixas mais desafiadoras que já compusemos – não poderíamos estar mais animados para finalmente lançá-la.”

    Bullet For My Valentine (o álbum) será lançado no dia 22 de outubro, via Spinefarm /Search & Destroy.

    “Acho que é o lado mais feroz do Bullet For My Valentine que já conheci”, disse o guitarrista Michael “Padge” Paget. “É hora de lançarmos um álbum realmente furioso, pesado e agressivo. Mal posso esperar para fazer uma careta no palco!” Matt Tuck começou a compor o álbum em setembro de 2019, antes que a pandemia do Coronavirus trouxesse uma parada brusca no início de 2020. Porém, em junho de 2020, Tuck e o produtor de longa data, Carl Bown, que co-produziu o álbum de 2015, Venom, e produziu e mixou Gravity, pegaram o ritmo novamente. Juntos, eles se acomodaram no Treehouse Studio, em Chesterfield, onde o restante do álbum foi escrito.

    A pré-venda do sétimo álbum de estúdio do Bullet For My Valentine está agora disponível, com download instantâneo dos singles Knives e Parasite, e com opções de pacotes especiais, incluindo um recorte exclusivo do cenário usado na turnê mundial “Venom”, que rolou entre 2015 a 2017, além de camisetas, moletons, cassetes de ouro e prata e vinil limitado. Solicite sua cópia AQUI.

    TRACKLIST:

    1.    Parasite 2.    Knives 3.    My Reverie 4.    No Happy Ever After 5.    Can’t Escape The Waves 6.    Bastards 7.    Rainbow Veins 8.    Shatter 9.    Paralysed 10. Death By A Thousand Cuts

    Recentemente, o Bullet For My Valentine fez história ao ser a atração principal do evento “Download Festival”, em Donington Park, no mês passado. A Kerrang! resumiu seu desempenho perfeitamente, dizendo: “Afiado, liso e com cada trecho de solo soando imenso, eles fecham o fim de semana com confiança e poder”.

    Além da turnê anterior já anunciada turnê no Reino Unido, o BFMV agora revela uma extensa temporada europeia para janeiro e fevereiro de 2022. Tomando lugar na Alemanha, França, Espanha, Itália e mais. O itinerário completo das próximas apresentações está listada abaixo:

    Turnê Bullet For My Valentine no Reino Unido em novembro de 2021:

    Out 31: Nottingham Motorpoint Arena Nov 01: Edinburgh Corn Exchange Nov 02: Hull Bonus Arena Nov 04: Manchester O2 Victoria Warehouse Nov 05: London Eventim Apollo Hammersmith Nov 07: Cardiff Motorpoint Arena Nov 09: Brighton Centre

    Turnê europeia Bullet For My Valentine em Janeiro/fevereiro de 2022:

    JANEIRO Qui 27: Tilburg, NL O13 Sex 28: Offenbach, DE Stadthalle Sáb 29: Berlin, DE Verti Music Hall Seg 31: Warsaw, PL Expo XX1

    FEVEREIRO Ter 01: Prague, CZ Forum Qui 03: Hamburg, DE EOA Sáb 05: Munich, DE Zenith Dom 06: Antwerp, BE Trix Ter 08: Cologne, DE Palladium Qua 09: Luxembourg, LX Rockhal Qui 10: Zurich, SU SamDomg Hall Sáb 12: Zagreb, HR Culture Factory Dom 13: Budapest, HU Barba Negra Ter 15: Paris, FR Olympia Qui 17: Milan, IT Alcatraz Sex 18: Toulouse, FR Bikini Sáb 19: Barcelona, SP Sant Jordi Club Seg 21: Madrid, SP Vistalegre Ter 22: Lisbon, PO Sala Tejo

    A pré-venda de ingressos para todos os shows europeus já está disponível através do fã-clube oficial “Army of Noise“, inscreva-se AQUI. A venda geral começa em 27 de junho às 06h00, via www.bulletformyvalentine.com. Todos os ingressos para shows no Reino Unido já estão disponíveis.

    O BULLET FOR MY VALENTINE É:

    Matt Tuck – vocal e guitarra base Michael “Padge” Paget – guitarra solo Jamie Mathias – baixo Jason Bowld – bateria

    SOBRE BULLET FOR MY VALENTINE

    Desde sua formação em 1998, o Bullet For My Valentine se tornou uma das maiores bandas de metal, ultrapassando 1 bilhão de streams apenas nos Estados Unidos, vendendo mais de 3 milhões de álbuns em todo o mundo e ganhando três Discos de Ouro, além de definir o metalcore britânico com sua agora estreia clássica, The Poison.

    Por três anos consecutivos, o BFMV foi eleito a Melhor Banda Britânica do Kerrang! Awards – no qual também foram premiados por Melhor SingleMelhor Banda ao Vivo e Melhor Revelação Britânica. Não foi apenas a imprensa e os fãs que lhes deram tanta fé – até mesmo os heróis que os inspiraram em primeiro lugar, bandas como Iron Maiden e Metallica, escolheram pessoalmente o BFMV para pegar a estrada e dividir o palco.

    Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]

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  • ANDRE MATOS: Biografia “O Maestro do Heavy Metal” será relançada em nova edição com extras inéditos

    ANDRE MATOS: Biografia “O Maestro do Heavy Metal” será relançada em nova edição com extras inéditos

    A editora Estética Torta acaba de anunciar uma nova edição do livro “Andre Matos: O Maestro do Heavy Metal”, biografia que se esgotou rapidamente desde seu lançamento, em novembro de 2020. Escrita por Eliel Vieira e Luis Aizcorbe, “O Maestro do Heavy Metal” é a primeira e única biografia dedicada e autorizada pela familia à vida do cantor. A nova edição do livro chegará ao mercado em 15 de novembro de 2021, mas já está em pré-venda no site da editora, com desconto.

    Compre o livro AQUI

    Em comunicado, a editora Estética Torta explica sobre o relançamento e os extras:

    “Tínhamos muitos dilemas quanto a fazer ou não uma nova edição ou tiragem do livro “Andre Matos: O Maestro do Heavy Metal”.

    O primeiro dilema era de reimprimir ou não. O custo de impressão, com a sobrecapa de acetato e páginas coloridas, é muito alto. Mesmo se fizéssemos a mesma tiragem de antes, o custo de gráfica seria maior que a edição do ano passado, por causa dos aumentos recorrentes de papel. Só que não faríamos a mesma tiragem de antes, teríamos que fazer uma tiragem menor agora, porque muita gente já comprou. Produzir uma tiragem menor, com custo de gráfica maior, significaria aumentar bastante o preço do livro, que já era considerado elevado por muita gente.

    Optamos por fazer uma edição mais simples: ainda em capa dura, mas sem a sobrecapa, e com páginas em preto e branco, em vez de coloridas. Desta forma, poderíamos fazer uma tiragem menor, mantendo o preço de capa de antes.

    O segundo dilema que tínhamos era o seguinte: em abril deste ano tivemos acesso a um acervo gigantesco de um colecionador, com fotos, filmagens e até demos jamais divulgadas, das fases do Andre no Angra, Shaman e Solo. Nosso dilema era: disponibilizar esse conteúdo inédito na nova edição, ou não? Não queríamos que as pessoas que compraram a primeira edição se sentissem “prejudicadas”, mas sabíamos que acrescentar esses novos conteúdos ajudariam a vender mais dessa nova edição. E são materiais legais demais para mantermos guardados – materiais que foram cedidos precisamente para entrarem numa nova edição!

    O leitor que tem a primeira edição, com páginas coloridas, guarde seu livro a sete chaves. Você tem um tesouro em mãos, que se tornará mais raro e valioso a cada dia que passar. A versão com páginas coloridas não será produzida nunca mais!”

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    Foto (painel): Leandro Nogueira Coppi

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  • THUNDER anuncia edição expandida de seu álbum Top 3 “All the Right Noises”

    THUNDER anuncia edição expandida de seu álbum Top 3 “All the Right Noises”

    As lendas do rock britânico Thunder, anunciaram o lançamento da edição expandida de seu 13º álbum de estúdio, All The Right Noises, para o dia 24 de setembro, via BMG. O material vem na sequência do lançamento original do álbum, feito no início deste ano. O álbum original manteve alcançou a posição #3 e angariou críticas positivas:

    “Um tour de force elegante de destreza de composição e execução veloz”Classic Rock

    “Rock and Roll turbulento”Press Association

    “Carrega o legado de grandes canções de rock”Fireworks.

    A nova edição expandida trará um DVD do “Thunder TV Special”, e inclui músicas extras não exibidas quando o mesmo foi transmitido em março. Gravado em fevereiro e originalmente transmitido como evento por streaming, o especial de TV foi uma resposta ao adiamento da turnê de arena de 2021 para 2022. Bem conhecido por seus enérgicos shows ao vivo, o conceito de tocar um show ao vivo simulado sem público não funcionou bem para o Thunder, já que os fãs são sempre uma grande parte da energia em suas apresentações. A solução foi filmar uma performance ao estilo de TV, no clima do “Old Gray Whistle Test” ou “Later… With Jools Holland”, com uma audiência se juntando a eles em tempo real via Zoom. E assim nasceu o “Thunder TV Special”.

    Filmado no Siyan Studios, em High Wycombe, o webcast dessa performance única foi transmitido por 48 horas no fim de semana do lançamento do álbum. O show foi composto de um setlist de quase todas as músicas do novo álbum, além de alguns de seus maiores sucessos, um Zoom Q&A (perguntas e respostas) com membros do fã clube e mudanças de set de plugado para acústico. O set de 90 minutos foi um grande sucesso entre os fãs do Thunder em todo o mundo. O Classic Rock falou sobre isso: O Thunder está em sua melhor forma, obviamente amando se apresentar novamente, e, sobretudo, eles acentuam o evento neste especial de TV”.

    Os fundadores do Thunder, Danny Bowes e Luke Morley, também embarcarão em uma turnê pelo Reino Unido em novembro de 2021. Os shows serão baseados no novo livro dos companheiros de banda Danny & Luke – The First 50 Years (1971-2021), que será lançado em setembro, e conta a história de quando eles se conheceram na escola secundária para alcançar o sucesso com o Thunder, e até os dias atuais.

    Os shows de arena do Thunder começarão em maio de 2022, culminando em 28 de maio na SSE Wembley Arena, em Londres.

    Tracklist:

    CD1 Last One Out Turn Off The Lights Destruction The Smoking Gun Going To Sin City Don’t Forget To Live Before You Die I’ll Be The One Young Man You’re Gonna Be My Girl St George’s Day Force Of Nature She’s A Millionairess

    CD2  Firebird Hero The Fires That Roar Pariah You’re Gonna Be My Girl (Live) Destruction (Live) Last One Out Turn Off The Lights (Live) Don’t Forget To Live Before You Die (Live) Going To Sin City (Live) I’ll Be The One (Live) She’s A Millionairess (Live) Young Man (Live)

    DVD

    Thunder TV Special:

    • Intro
    • Last One Out Turn Off the Lights
    • Destruction
    • She’s A Millionairess
    • St George’s Day *
    • The Devil Made Me Do It
    • Going to Sin City
    • Don’t Forget to Live Before You Die
    • I’ll Be the One
    • Serpentine
    • A Better Man
    • The Smoking Gun
    • Force of Nature *
    • Love Walked In
    • You’re Gonna Be My Girl
    • Young Man
    • Dirty Love

    *Não incluídas no stream original

    Plus: Behind The Scenes & Bloopers Question Time Promo Videos:

    • Last One Out Turn Off the Lights
    • Going to Sin City
    • You’re Gonna Be My Girl
    • I’ll Be the One

    Faixas de áudio:

    • Last One Out Turn Off the Lights (Single Edit)
    • You’re Gonna Be My Girl (Single Edit)
    • Destruction (Single Edit)
    • I’ll Be the One (Single Edit)
    • The Smoking Gun (Radio Session)

    Formato: 2CD+DVD Digipack. Encarte de 20 páginas.

    THUNDER LIVE – DATAS 2021-22

    Danny & Luke Tour 2021 1 November: Playhouse, Whitley Bay, England 2 November: Spa Theatre, Scarborough, England 3 November: Town Hall, Airdrie, Scotland 4 November: Beacon Arts Centre, Greenock, Scotland 6 November: Theatre Severn, Shrewsbury, England 7 November: Town Hall, Birmingham, England 8 November: Town Hall, Loughborough, England 9 November: Town Hall, Stourbridge, England 11 November: Landmark, Ilfracombe, England 12 November: Memorial Hall, Frome, England 14 November: Corn Exchange, Ipswich, England 15 November: Apex, Bury St Edmunds, England 17 November: Corn Exchange, Exeter, England 18 November: Grand Pavilion, Porthcawl, Wales 19 November: Ffwrnes, Llaneli, Wales 20 November: Lowther Pavilion, Lytham St Annes, England 22 November: Kings Hall, Ilkley, England 23 November: The Hawth, Crawley, England 25 November: Corn Exchange, Bedford, England 26 November: Shanklin Theatre, Shanklin, England 28 November: McMillan Theatre, Bridgwater, England 29 November: The Y Theatre, Leicester, England 30 November: Chequer Mead, East Grinstead, England

    Thunder 2022 Arena Tour Saturday 21st May: Glasgow Armadillo, Scotland Sunday 22nd May: Leeds First Direct Arena, England Thursday 26th May: Cardiff Motorpoint Arena, Wales Friday 27th May: Birmingham Resorts World Arena, England Saturday 28th May: London SSE Wembley Arena, England

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  • Live Debate: PAULO BARON e REGIS TADEU conversam com DEE SNIDER

    Live Debate: PAULO BARON e REGIS TADEU conversam com DEE SNIDER

    Em uma super live no canal de YouTube do Regis TadeuPaulo Baron convidou seu amigo Dee Snider, o lendário vocalista do Twisted Sister para um bate papo super especial.

    Nesta sexta-feira dia 23 de julho, a partir das 20 horas, no canal de YouTube do Regis Tadeu, acompanhe essa conversa ao vivo, onde os principais temas serão o vindouro álbum solo de Dee Snider, Leave a Scar, sua live streaming que irá realizar no dia 29 de julho para divulgar seu novo álbum onde além de apresentar suas novas músicas irá tocar clássicos do Twisted Sister e também vão conversar sobre toda sua carreira.

    Além disso você poderá participar dessa conversa, isso mesmo, através do superchat você poderá perguntar ao Dee Snider o que você sempre quis saber. Faça sua pergunta, mas aguente a resposta! Como vocês sabem Dee Snider não tem papas na língua para responder.

    Acompanhe essa super live hoje, sexta-feira dia 23 de julho, a partir das 20 horas no canal de YouTube do Regis Tadeu.

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  • MAX CAVALERA: “Eu sou mais influenciado do que influenciador”

    MAX CAVALERA: “Eu sou mais influenciado do que influenciador”

    Dando sequência em uma série de lives bombásticas, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu Max Cavalera para um bate-papo sobre o Go Ahead And Die e demais assuntos ligados à sua extensa carreira, seja com o Sepultura, Soulfly, Cavalera Conspiracy e agora com esta verdadeira máquina metálica que tem ao lado de seu filho Igor Amadeus Cavalera, que é responsável por guitarras, baixo e vocal, enquanto Zach Coleman, do Black Curse, é o dono das baquetas. Tendo como convidado especial Sergiomar Menezes, do site Rebel Rock, o staff do canal pôde tirar algumas dúvidas sobre a atual fase de Max e seus planos futuros.

    Segundo Max, Go Ahead And Die é algo “é totalmente cru, não tenta ser sofisticado, é o contrário, a gente abraça a podreira”, afirmando que está muito feliz com o álbum e que a recepção está muito boa e que muita gente quer ver esse material ao vivo. Carregando uma pegada mais crua e primitiva, o debut autointitulado do trio é um reflexo das influências de Max, principalmente naquilo que ele ouvia na década de 1980, dizendo que “esse disco está na sua coleção desde os anos 80, só que saiu semana passada. Aquele sentimento que você já tem esse disco, e você tem esse disco desde 87, na sua coleção de discos antigos desde 87, mas saiu esse ano, saiu agora”.

    Deixando bem claro que será metaleiro para o resto da vida e que vendeu sua alma para o Metal, Max relembrou a fase em que ficou distanciado desse seu irmão Iggor Cavalera, comentando sobre o primeiro show de retorno dos dois juntos aos palcos e os projetos que vieram a seguir. Outro projeto que ele está envolvido agora, as lives do Max Tracks, é na verdade, segundo ele, um jeito de mostrar aos fãs como ele criou aqueles riffs, sem cobrar nada por isso. Enquanto trabalha na divulgação do Go Ahead And Die e do Killer Be KilledMax segue compondo para o próximo disco do Soulfly. Ele revelou também qual seu álbum preferido do Cavalera Conspiracy, citando “Psychosys”, onde há um nível maior de raiva e “sangue nos olhos”, segundo comentou, lamentando que não houve turnê de divulgação do álbum. Um novo álbum do Cavalera Conspiracy, talvez um EP, só será visto após das turnês do Soulfly.

    Questionado por ser uma influência para inúmeras bandas ao longo das décadas, Max diz: “eu sou um estudante de Metal, tento achar bandas novas e entro em contato com elas, eu continuo sendo influenciado, mas eu acho muito legal influenciar outras bandas, como o Gojira, influenciado pelo “Roots”. Vejo que o trabalho não foi em vão”, mas admite: “eu sou mais influenciado do que influenciador”. O ídolo do Metal brasileiro sente muito orgulho do passado e da época em que mal sabiam tocar e falar inglês. Recentemente ele, Jairo Guedz (guitarra) e Iggor gravaram uma versão estilo “quarentena” de “Antichrist”, o que fez Max relembrar aquela época: “a gente era moleque, não sabia tocar direito, eu nem falava inglês direito, meio que ia imitando o Venom, Bathory… então é uma coisa muito legal esse lance… É totalmente verdadeiro o sentimento que a gente passa nesses discos, mas a gente tá com raiva, juntamente com a situação que a gente tava no brasil, a gente tava bem revoltado. O Brasil naquela época era um pais perfeito para esse tipo de som, e hoje também”.

    Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

    Finalizando o mês de julho, o HEAVY CULTURE receberá, no dia 27/07, o guitarrista Karl Sanders do Nile, e no dia 30/07 a equipe receberá a banda Headhunter D.C. com Sérgio Baloff (vocal) e Paulo Lisboa (ex-guitarrista) fazendo um raio X do álbum “Born… Suffer… Die”, que completa 30 anos.

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/heavyculturebra Grupo: https://www.facebook.com/groups/159610798712141 Instagram: https://www.instagram.com/heavyculture Youtube: https://www.youtube.com/HeavyCulture E-mail: [email protected] Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

    Foto (painel): Fernando Pires (Roadie Crew)

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  • BAYSIDE KINGS busca a urgência do agora no novo single ‘Miragem’, que ganhou videoclipe

    BAYSIDE KINGS busca a urgência do agora no novo single ‘Miragem’, que ganhou videoclipe

    Com músicas em português e a parceria na distribuição digital com a Olga Music (braço da Ada Music), o BAYSIDE KINGS chega ao segundo single desta nova fase: Miragem, mais uma canção com reflexão existencialista por meio de um hardcore punk maduro e aberto.

    Confira o vídeo de Miragem: 

    Ouça no streaming: https://ada.lnk.to/miragem.

    No single sucessor de Existência (lançad0 em junho) a banda santista deixa mensagem mais densa. Mensagem aborda a dualidade do sentimento de busca, como explica o vocalista Milton Aguiar:

    “Estamos constantemente em busca de um ponto final, pensando sempre no futuro e não raramente, neste processo, esquecemos do presente, do viver o agora”.

    ‘Miragem’ critica a sensação do futuro que nunca chega e o sentimento de desconexão com a existência, com o agora. “Miragem fala destas buscas, às vezes utópicas quando não se leva em consideração o momento atual, o viver o presente”, completa Milton.

    A sonoridade acompanha a profundidade da letra e, em Miragem, o BAYSIDE KINGS soa mais melódico, cadenciado, com influência do post-hardcore da emblemática banda canadense Alexisonfire, mas sem perder o horizonte da agressividade do seu peculiar hardcore punk – agora cantado em português para igualmente melhor reverberar suas mensagens.

    Miragem, assim como Existência, fazem parte do primeiro EP do atual momento da banda, já nomeado #livreparatodos.

    A mudança O cenário sócio-político nacional de 2018, conta Milton, foi o ponto de partida para a mudança na forma de levar a mensagem do BAYSIDE KINGS. “O agora e o futuro daquele tempo demandava à banda atingir nosso público e ir além de quem já nos conhece, e com uma mensagem uniforme”.

    As letras em português, portanto, é uma forma de conversa com outros públicos, outras culturas, além de estreitar a relação com a já sólida base de fãs e pessoas ligadas ao hardcore punk.

    “Queremos abrir novos campos de diálogo”, revela o vocalista, que estudou as métricas do português para adequar a sua forma de cantar – bandas como Colligere e Mais que Palavras são algumas referências para este processo. O resultado está em Existência, em que cada palavra da música é entendida.

    “Um recomeço, com a experiência e maturidade de 10 anos. “Queremos coisas novas e esse é o momento ideal”, completa Milton.

    Arte: Nanda Bond (@nanda_bond)

    Ficha Técnica:

    Miragem foi gravada no TOTH, em Guarulhos (São Paulo) Mix, master e produção de Danilo de Souza e Fernando Uehara (músicos do Bullet Bane)

    Acompanhe as novidades da Bayside Kings:

    https://linktr.ee/baysidekings

    Bayside Kings - Foto: Jow Head
    Bayside Kings – Foto: Jow Head

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