“Black Sunday” foi a primeira faixa a ser divulgada em nova versão, quando o Freakyshow resolveu que iria relançar todos os singles de seu EP de estreia, “The Prelude of the Nightmare”, após passarem por uma nova produção, visando uma melhor qualidade sonora!
Dotada de peso, melodia e ornamentada por riffs marcantes, não tardou para que a música recebesse também um videoclipe à altura. O clipe estreou no dia 15 de julho e foi produzido pela banda em parceria com a Caixão Produtora, com direção de Xtudo Obze, trazendo cenas dos músicos intercaladas por imagens macabras, na linha de Horror Metal que os caracteriza!
Assista, agora, o clipe de “Black Sunday”, da Freakyshow, no YouTube, clicando abaixo:
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A banda carioca de hard rock Evil Motor, um dos precussores do Stoner no Brasil, lançou nessa última Quarta (28) seu novo single. “The Blast”, ótima faixa de hard rock e rock´n roll, veio com um videoclipe e foi disponibilizada no Youtube e no streaming, atrelando peso e boa melodia com uma dose generosa de energia.
O quarteto, formado nos anos 90 na cidade de Teresópolis, é um dos primeiros nomes do país relacionados ao cenário Stoner, tendo lançado o álbum “Atomic Vacuum” em 1999. Seu lançamento anterior foi a faixa “Tell of My”, e mais material já se encontra em processo de produção, trazendo a banda de volta à ativa como nunca!
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A Abraxas Records lança nas plataformas de streaming o disco de estreia da Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio à viagens psicodélicas e camadas de fuzz.
O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo embebido nas referências do sci-fi, nas viagens espaciais, no etéreo e no passional. Esses elementos se estabelecem, criando de forma subjetiva – e muito vinculada ao interpretativo – o início de uma saga.
Mission Pilots and the Dropkick Apollo foi gravado em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira.
Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências para o material consistente e empolgante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina.
A BANDA
Formada em 2012, a Mission Pilots and the Dropkick Apollo inicia sua jornada tocando em pequenas festas na região.
Instrumental, busca uma sonoridade que une o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigada por uma camada psicodélica.
Já com um repertório autoral, a banda logo é chamada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do rock chapado, dentre eles, três realizados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless.
PRÓXIMO LANÇAMENTO
Já está em produção uma graphic novel que aprofunda a narrativa do disco de estreia. A intenção da banda é ampliar a experiência auditiva para outras plataformas.
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Inconsolavelmente, o mundo do rock e do heavy metal tem vivido uma semana tenebrosa. Não bastasse o anúncio das mortes do vocalista do Metal Church, Mike Howe (leia), na última segunda-feira (26) e de Joey Jordison, baterista co-fundador do Slipknot (leia), no dia seguinte, agora foi a vez de Dusty Hill, lendário e icônico baixista e vocalista do ZZ Top.
O anúncio foi feito há poucos instantes, nesta quarta-feira (28), através dos outros dois integrantes Billy Gibbons e Frank Beard, nas redes sociais da banda.
“Estamos tristes com a notícia de que nosso compadre, Dusty Hil, faleceu enquanto dormia em sua casa em Houston, Texas. Nós, junto a legiões de fãs do ZZ Top em todo o mundo, sentiremos falta de sua presença firme, sua boa natureza e seu comprometimento duradouro em prover uma base monumental ao ‘Top’. Estaremos eternamente conectados àquele ‘Blues Shuffle em dó’ Você fará muita falta, amigo”.
Joseph Michael Hill tinha 72 anos. Como de praxe, o motivo da morte do músico ainda não foi informado – talvez ainda nem seja sabido e deva estar sendo investigado. No entanto, recentemente, Hill havia sofrido uma lesão no quadril que o forçou a se ausentar de alguns shows que seus parceiros acabaram fazendo nos Estados Unidos.
Dusty Hill, Frank Beard, e Billy Gibbons em ação com o ZZ Top – Foto: Rick Kern/WireImage
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“‘Simultaneamente apocalíptico e ensurdecedor”.
– METAL HAMMER UK
“Com “Vortex “, os musicos do JINJER estão provando que são muito mais do que um modelo de vídeo de reação e se posicionam corretamente no topo do metal progressivo.”
– FUZE GER
“Wallflowers marca outro grande passo na evolução e maturação do metal moderno ucraniano”
– ROCK HARD IT
“… o peso e a intensidade que os ajudaram a se tornar uma das bandas pesadas mais reconhecidas dos dias de hoje”
– METAL HAMMER PL
O anúncio do novo álbum do JINJER, Wallflowers, que será lançado no dia 27 de agosto pela Napalm Records, não só causou repercussão imediata em todo o mundo, encantando críticos internacionais e fãs, como também provou ser um sucesso nas plataformas digitais, com o primeiro single da banda, “Vortex“, atingindo 2,5 milhões streams / visualizações!
Continuando seu caminho imparável para o topo, a banda acaba de lançar seu segundo single “Mediator” e um novo videoclipe esmagador. A segunda faixa tirada do novo álbum demonstra mais uma vez que sua visão sonora única, combinada com a atitude visual da banda, é mais do que incomparável. Uma bateria frenética combinada com ataques de baixo e guitarra tecnicamente competentes e rápidos, fundindo-se com a mistura única dos vocais claros de Tatiana Shmayluk, que transita entre passagens pungentes como o rap e rosnados ferozes. O bombardeio audiovisual de alta qualidade da faixa atrai o espectador para o encanto do espetáculo progressivo e constrói a antítese visual da utopia pós-moderna tematizada na faixa.
JINJER sobre o tom do novo single:
“Com o passar dos anos, muitas vezes percebemos que o mundo ao nosso redor está longe de ser o que esperávamos. Aos nossos olhos quando crianças tudo parecia bem mais colorido, melhor e otimista, não parecia? Quando tudo deu errado? Quando tudo ficou tão cinza? Isso é realmente culpa do mundo? Ou é apenas sobre nós perseguirmos os objetivos errados? As carreiras, ambições e realizações erradas, ao invés de abraçar uma verdade importante? Reformulando John Lennon, se alguém perseguir outra coisa que não a felicidade, então não entendeu nada da vida”.
Assista:
O Jinjer já se prepara para sua turnê na América Latina em 2022 e não vê a hora de estar frente a frente com seus fãs! Confira abaixo as datas e locais dos shows:
5 Mai: Foro Independencia, Guadalajara, Mexico
6 Mai: Cafe Iguana, Monterrey, Mexico
8 Mai: Venue TBA, Mexico City, Mexico
10 Mai: Peppers Club, San Jose, Costa Rica
12 Mai: Yield Bar, Lima, Peru
13 Mai: La Cupula, Santiago, Chile
14 Mai: El Teatro Flores, Buenos Aires, Argentina
15 Mai: Complejo Sala Show, Montevideo, Uruguay
17 Mai: OCulto, Porto Alegre, Brazil
18 mai: Tork ‘N Roll, Curitiba, Brazil
20 Mai: Mirage, Limeira, Brazil
21 Mai: Carioca Club, Sao Paulo, Brazil
22 Mai: Broken Tattoo Fest, Bogota, Colombia
25 Mai: Hangar 18, Panama City, Panama
27 Mai: Teatro Cas Di Cultura, Oranjestad, Aruba
Aqui um vídeo com um resumo dos último 5 shows que foram realizados na América Latina :
A turnê foi reagendada duas vezes, primeiro para dezembro de 2020 e depois para Abril e maio de 2021, mas agora temos a feliz notícia de que desta vez o Jinjer poderá tocar para seus fãs no Brasil e demais países da América Latina novamente a organizada pela IDL Entertainment.
Ian Di Leo, diretor de IDL Entertainment, nos conta: “Logo após de 2 postergações em um momento tão difícil a nível mundial, reconheço o amor dos fãs pela banda, assim como também o especial afeto que Jinjer tem com os fãs Latinoamericanos, tem sido os motores para que esta turnê não morra. E assim que com muito sacrifício, orgulho e esperança é que anunciamos esta reprogramação tão importante para todos nós.”
Todos os ingressos comprados para os shows que aconteceriam em 2020 e 2021 serão aceitos nos shows de 2022, salvo casos em que os promotores locais prefiram efetuar a troca dos ingressos.
Aguarde o anúncio oficial dos shows ou entre em contato com o promotor local do show da sua cidade para saber como proceder.
Tracklisting:
1 Call Me a Symbol
2 Colossus
3 Vortex
4 Disclosure!
5 Copycat
6 Pearls and Swine
7 Sleep of the Righteous
8 Wallflower
9 Dead Hands Feel No Pain
10 As I Boil Ice
11 Mediator
JINJER
Tatiana Shmayluk – Vocal
Roman Ibramkhalilov – Guitarra
Eugene Abdukhanov – Baixo
Vlad Ulasevich – Bateria
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“Inception”, debut álbum do guitarrista RENAN LOURENÇO, desta vez ganhou destaque na rádio Alternativa 98.1FM do programa “El Canto de Las Hadas”, no México.
O full-length foi lançado pela Alternative Music Records e conta com a participação de @eduardanuy (Solo, Dr. Sin, Sinistra) na guitarra e @dereksherinianofficial (Sons of Apollo, Dream Theater, Yngwie Malmsteen, Black Country Communion) nos teclados. “Inception” foi gravado e produzido por Alexandre Bressan (@3em1estudio) e todas as músicas foram escritas e arranjadas por Renan Lourenço.
Para mais informações sobre as atividades do guitarrista RENAN LOURENÇO e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail[email protected].
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Tendo estreado em grande estilo no ano de 2020, com o ótimo álbum “Genocide Apocalypse”, o Arsenal Renegade se credenciou desde então a ocupar um posto no escalão de cima do Heavy/Power Nacional. Um dos destaques do trabalho é a música “Beyond the Battlefield”, que no final do ano passado recebeu um vídeo oficial que traz uma forte reflexão sobre as calamidades causadas pelas guerras. Confira o vídeo no link abaixo:
Composto por 11 faixas, o álbum “Genocide Apocalypse” se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming musical. Ouça o álbum no Spotify no link abaixo:
Para se manter informado das novidades do Arsenal Renegade, fique ligado nas redes sociais da banda.
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Formada por integrantes do Tuatha de Danann, Cartoon e The Neverknow, em 2013 o Kernunna lançou o seu único álbum “The Seim Anew” Digipack, disco que já estava fora de catálogo, e agora está sendo relançado em edição especial. O som do Kernunna é uma excelente mistura de Folke e Prog Metal.
Ele terá encarte com 20 páginas com músicas comentadas por Bruno Maia e Edgard Brito, fotos da época, uma música inédita (“Down on the Road Ahead”), 4 sons remixados e a versão demo de “Dreamer”.
Veja o vídeo da inédita “Down on the Road Ahead”:
Bruno Maia falou sobre esse material: “Eu acredito que este álbum era a continuação natural de onde o Tuatha tinha parado no álbum ‘Trova di Danú’. Ele amplificou a carga progressiva que já dava as caras no ‘Trova’, elevando nossa musicalidade a outro nível de complexidade e sofisticação. É, com certeza, um dos melhores discos que já lancei. Tínhamos uma certa implicância com a mixagem original do disco, mas conseguimos achar os arquivos originais de algumas faixas e as remixamos, ficou muito legal.”
Ele também falou sobre a música inédita que estará nessa nova edição; “Resolvemos gravar ‘Down on the Road Ahead’ pois não tivemos tempo de gravar para o disco na época. Daí, como é uma música do Khadhu, o Cartoon a gravou e a imortalizou em seu ótima álbum ‘Unbeatable’. A nossa versão ficou mais Hard Rock, com um toque Southern, talvez meio Black Label Society, o que nos agradou muito.”
O álbum está disponível gratuitamente nas plataformas digitais, e com músicas que não constam no disco físico, como a faixa “Dreamer”, remixada – além das demos de “Kernunna” e “Snark”.
Quem estiver interessado em adquirir o álbum, podem fazer através dos seguintes canais:
Whatsapp: 35-9.9734.5995
[email protected][email protected]
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Apesar do pouco tempo de atividade, já que a estreia aconteceu em 2019, a banda sul catarinense atualmente formada por Alyson Garcia (vocal), Diego Bittencourt (guitarra e vocal) e Gilson Naspolini (bateria), merece ter o seu material ouvido com atenção. Sobretudo, o seu recém-lançado single – For the Weak. Nele, o grupo transparece uma rapidamente adquirida maturidade, além de reforçar a personalidade musical que vem sendo lapidada. Numa breve conversa, Garcia nos conta o eles vêm aprontando. Confira.
A estreia com End’evour (2019) colocou a banda no mapa e o EP All the Evil(2020) deu um norte para a sonoridade do grupo. Agora temos o single For the Weak. O que vocês pretendem com esse lançamento?
Alyson Garcia: O single veio como uma amostra, um material inicial que dará a cara de um novo disco que será gravado entre agosto e setembro desse ano. Ele representa o início de uma nova era que estamos trazendo. Além disso, quisemos lançar esse single para mostrar a nova comunicação visual, que era uma coisa que já queríamos ter mudado. Buscávamos por algo mais moderno, mais limpo e fácil de ser visualizado. Nova identidade musical, visual e uma amostra da produção de Adair Daufembach, que também trabalhará conosco nesse novo álbum.
Você fala do início de uma nova era. O que representa essa nova fase?
Alyson: Sabe que eu refleti sobre isso no dia em que o single foi lançado. Fiz uma avaliação de onde estamos e para onde estamos indo. Lá no início, Bittencourt praticamente recrutou os músicos para End´evour… O convite veio quando eu nem estava mais cantando com banda. Eu não tinha o preparo que tenho hoje. Além da repaginada no som e na identidade visual, também tem a questão da saído do baixista, André Schneider. Apesar de ele ter contribuído muito com a banda, inclusive participando de For the Weak, por questões pessoais ele não pode continuar conosco.
Essa mudança na formação gerou alguma preocupação com relação à continuidade dos planos já traçados para 2021?
Alyson: Nesse momento não estamos preocupados. A prioridade é criar material. Estamos mais unidos e mais maduros. De End´evour para cá houve uma mudança da água para o vinho. Continuando com a mesma garra, mas sonhando ainda mais. Se no início a amizade prevalecia, hoje temos a amizade e um compromisso muito maior. Sabemos que logo encontraremos alguém que será contratado ou integrado ao grupo. De qualquer forma, essa pessoa deverá se adaptar ao nosso ritmo de trabalho e estar ciente do grau de responsabilidade. A banda é uma família e não adianta o cara ser bom, mas não ter os mesmos anseios, nível crítico etc.
Esse nível crítico é refletido na contínua melhora nos seus lançamentos. Sabendo disso, como For the Weak surgiu?
Alyson: Quando fizemos All the Evil a ideia era continuarmos ativos, além de mostrar a evolução musical da banda. Naquela época, já tínhamos em mente fazer um disco que refletisse o nosso melhor em termos de arte, produção musical etc. A ideia era achar a cara do nosso som. Inclusive, numa de nossas conversas, Bittencourt, que é o principal compositor, perguntou como queríamos soar. Se queríamos seguir a linha de Arcanum, The Devil’s Hand… Ainda, consideramos o que o pessoal estava curtindo, que tipo de comentários recebíamos dos streamings. Analisamos as impressões e entendemos a veia musical que deveríamos seguir. Calhou de Daufembach estar em Criciúma (SC) (N.R.: cidade natal de ambos banda e produtor) no final de 2020 e Naspolini sugeriu de trabalharmos uma música com ele no início desse ano. Bittencourt pegou o rascunho de uma ideia para vermos o que conseguiríamos desenvolver. Foi interessante, pois começamos a trabalhar nas ideias e quando Daufembach teve contato com a música, ele mudou tudo (risos). Eu tinha uma ideia de linha vocal que foi aprimorada junto dele. Apesar de termos tido bons resultados no passado, precisávamos desse olhar de fora, um olhar diferenciado de um profissional, para realmente produzir a banda.
Como você enxerga o resultado da produção de For the Weak?
Alyson: Ousadia. Essa é a palavra que me vem à mente. Essa música soa diferente porque ousamos tanto na composição, quanto na produção. Eu, por exemplo, abordei o vocal de forma diferente tanto em termos de técnica, quanto interpretação, fazendo coisas que foram feitas nos lançamentos anteriores. Eu entrei na música com vontade de trazer um novo As the Palaces Burn. Inclusive, fiz coisas diferentes daquelas sugeridas pelo produtor e no final das contas ele concordou com a minha ideia. Acho importante a banda estar sempre se reinventando. Não posso falar especificamente dos outros instrumentos, mas percebo que tanto Bittencourt quanto Naspolini estão mais soltos. Ainda escuto a música e percebo coisas diferentes – a sua complexidade sonora. Sempre gostei de bandas como Queensrÿche por conta da produção. Agora estamos conseguindo implementar no som algo que eu já queria trazer desde o início.
Que mensagem é trazida em For the Weak?
Alyson: Ela trata de religião – de pessoas sendo manipuladas. Sabemos que muitas pessoas em momento de fraqueza sentimental acabam sendo manipuladas. Vemos muito isso na questão religiosa. Você percebe que as pessoas estão desesperadas e o pessoal tira tudo delas. Esse é um tema que trata da questão humana.
Finalizando, quando esse novo disco será lançado?
Alyson: Estamos definindo tanto o título quanto a data de lançamento, mas há chances de ele sair até o final do ano!
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Aos 46 anos, um dos fundadores do Slipknot, Joey Jordison, faleceu. O anúncio foi feito nesta terça-feira (27) através de um comunicado da família do também ex-Murderdolls, Scar the Martyr, Sinsaenum e recentemente formador do Vimic:
“Estamos com o coração partido em compartilhar a notícia de que Joey Jordison, prolífico baterista, músico e artista faleceu pacificamente enquanto dormia, em 26 de julho de 2021. A morte de Joey nos deixou com o coração vazio e sentimentos de tristeza indescritíveis. Por aqueles que conheceram Joey, entenderam sua sagacidade, sua personalidade gentil, coração gigante e seu amor por todas as coisas, família e música”.
O comunicado acrescenta: “A família de Joey pediu que amigos, fãs e mídia respeitem nossa necessidade de privacidade e paz neste momento incrivelmente difícil. A família fará um funeral privado e pede à mídia e ao público que respeitem seus desejos”.
Jordison formou o Slipknot em sua terra natal, Iowa, em 1995, junto com o percussionista Shawn Crahan e o baixista Paul Gray. O Slipknot anunciou em dezembro de 2013 que Jordison e a banda estavam “se separando” depois de quase duas décadas juntos, embora o baterista tenha dito mais tarde em entrevistas que ele foi demitido. “Sem reunião da banda? Nenhuma. Alguma coisa da gerência? Não, nada ”, esbravejou Jordison em uma entrevista de 2016 para a Metal Hammer. “Tudo que eu recebi foi um e-mail estúpido dizendo que eu estava fora da banda a qual dediquei minha vida toda para criar, porra”.
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