Categoria: Roadie News

  • KIKO LOUREIRO: negócios para criativos nas listas de livros mais vendidos

    KIKO LOUREIRO: negócios para criativos nas listas de livros mais vendidos

    O livro do músico Kiko Loureiro, Negócios para criativos, foi lançado em julho e de imediato se tornou um sucesso de vendas. A obra do guitarrista está em segundo lugar dos mais vendidos no país, na seção de Negócios, de acordo com a Publishnews, que publica semanalmente o ranking dos mais bem sucedidos livros no Brasil. O material também entrou no ranking da conceituada revista Veja.

    Na obra, o artista mostra sua ampla visão sobre o mercado da música e passa este conhecimento aos leitores, mostrando que é possível tornar os sonhos mais improváveis uma realidade de sucesso. Kiko busca sempre utilizar conceitos empreendedores e de inovação para alavancar ainda mais sua carreira e suas criações, e estimula seus seguidores a fazer o mesmo.

    Em Negócios para criativos, o autor oferece caminhos para unir trabalho na carreira artística com sucesso profissional, por meio de dicas simples para aproveitar as oportunidades e tornar-se um empreendedor. O livro tem prefácio escrito pelo renomado produtor musical Rick Bonadio, que produziu alguns dos maiores sucessos da música brasileira, como discos de Tihuana, Mamonas Assassinas e Charlie Brown Jr.

    Ao longo de uma carreira de sucesso, o Kiko Loureiro cofundou e integrou a renomada banda brasileira Angra, recebeu diversos prêmios de melhor guitarrista do mundo e se tornou figura constante nas capas das maiores publicações sobre o instrumento. Atualmente integra o grupo americano Megadeth, com a qual se tornou o primeiro brasileiro a receber um Grammy com uma banda de metal, pelo álbum Dystopia.

    Garanta já o seu exemplar: https://gt.kikoloureiro.com/negocios-para-criativos/

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  • JERRY CANTRELL (ALICE IN CHAINS) lança “Atone”, single e clipe de seu novo álbum, “Brighten”

    JERRY CANTRELL (ALICE IN CHAINS) lança “Atone”, single e clipe de seu novo álbum, “Brighten”

    O icônico guitarrista, vocalista, compositor e cofundador do Alice Chains, Jerry Cantrell, lança nesta sexta-feira (30) Atone, primeiro single de seu novo álbum solo, Brighten. O álbum está disponível para pré-encomenda e pré-save AQUI.

    Jon Blistein, da Rolling Stone, disse: “Atone é uma faixa pesada, embora seja sustentada por um som sinistro enquanto os riffs de guitarra atingem com coragem e ameaça, bem como um pouco de mal-estar psicodélico”, explica. “O tempo está acabando”, lamenta Cantrell, que complementa o refrão: “Tenho que encontrar uma maneira de expiar / Tentando encontrar uma maneira de expiar”.

    OUÇA AQUI

    O riff rola segue como um trem de carga em fuga sublinhado pelo som cinematográfico. Conforme o ímpeto aumenta, ele entoa o refrão melodioso antes de uma pausa psicodélica, e um refrão contundente que evoca o espírito incendiário do álbum.

    O vídeo é um acompanhamento perfeito para a música, pois é uma compilação de imagens em preto e branco de Jerry tocando a música em locais ao ar livre, como Joshua Tree, Salton Sea, Phoenix e Los Angeles. O vídeo foi dirigido como um esforço de equipe por Jerry, o fotógrafo e músico Jim Louvau, o cantor e guitarrista Greg Puciato, o artista visual Jesse Draxler e o fotógrafo Tony Aguilera. Assista:

    Falando sobre Atone, Jerry comenta: “Como um fã das trilhas sonoras de Ennio Morricone e dos filmes de Sergio Leone, tem um pouco daquela vibe fora da lei, com uma batida de caipira psicopata legal. Isso vem batendo na minha mente por mais de 20 anos, me assombrando. Às vezes, leva um tempo para uma boa ideia encontrar sua melhor forma. Esse foi o caso com Atone.

    O veterano artista oferece uma outra dimensão de seus reconhecíveis sons de guitarra e, ao mesmo tempo, apresenta seus vocais característicos.

    Jerry diz: “Estou na banda há quase 34 anos. É sempre meu primeiro e principal compromisso, mas é bom explorar coisas diferentes e adicionar outro capítulo a um crescente corpo de trabalho. Após o término da última turnê do Alice in Chains, pensei sobre a possibilidade de fazer outro disco meu.”

    O guitarrista fez dois shows solo esgotados em Los Angeles, junto com um grupo eclético de músicos e amigos, vários dos quais aparecem em Brighten.

    Jerry continua: “Foi divertido tocar músicas que eu não tocava há anos em Boggy Depot e em Degradation Trip. Tyler Bates não apenas me apresentou a muitos músicos legais, como também me ajudou a montar a banda para os shows, e tocar comigo. Brighten nasceu desses shows. Era como um disco da velha guarda dos anos setenta, onde uma multidão de músicos tocava”, sorri Cantrell. “Então, não é uma banda definida. Eu tenho que fazer música com um monte de pessoas que nunca tive antes, junto com amigos como Duff, Tyler e Gil, com quem trabalhei anteriormente.”

    A paleta sônica expansiva de Jerry incorpora tudo, desde de órgão moody e pedal steel potente até os refrãos catárticos e riffs herméticos que são a marca registrada de seu som.

    No ano passado, Cantrell co-produziu Brighten com Paul Fig (engenheiro de longa data), também assumiu o comando como co-produtor junto com o compositor de filmes Tyler Bates (“300”, “John Wick). Refletindo um espírito clássico, eles receberam um elenco dinâmico de coadjuvantes, incluindo os bateristas Gil Sharone e Abe Laboriel, Jr. (Paul McCartney), o mestre do pedal steel Michael Rozon, Vincent Jones no piano, Wurlitzer e órgão. Outras lendas do rock adicionadas à diversão deste LP, incluindo Duff McKagan (Guns N’ Roses, Loaded), Greg Puciato (Dillinger Escape Plan) lidando com todos os vocais de fundo e Joe Barresi (Tool, Queens of the Stone Age) supervisionando a mixagem de Brighten.

    Juntos, eles gravaram oito músicas originais e fecham o álbum com um cover aprovado por Elton John de seu clássico Goodbye como final. “Madman Across The Water é um dos meus discos favoritos de todos os tempos”, exclama Cantrell. Por respeito a Elton, eu não incluiria, a menos que ele dissesse que estava tudo bem. Ele tocou piano em Black Gives Way to Blue, que escrevi para Layne (Staley, saudoso vocalista original do Alice in Chains), então procurei Elton, ele me ouviu e me disse: “Você deve usar, com certeza!”. Consegui a aprovação do próprio homem. Não consegui pensar em uma maneira melhor de fechar o álbum!”.

    Para comemorar seu lançamento, Atone estará disponível em várias configurações, incluindo um single de vinil de 12 polegadas com um lado B que inclui uma versão instrumental exclusiva (com brilho na embalagem escura), vinil de 180 gramas e um vinil vermelho-sangue exclusivo para a Jerry Cantrell Webstore. Cada compra individual de vinil de Atone inclui um disco Flexi vermelho, um conjunto de palhetas vermelhas e um download instantâneo da música.

    Brighten está disponível para pré-encomenda em qualquer lugar agora e será oferecido em um osso exclusivo com vinil dourado de 180 gramas na loja de Jerry. CDs assinados limitados também estarão disponíveis na loja on-line para pré-encomenda.

    TRACKLIST:

    Atone

    Brighten

    Prism of Doubt

    Black Hearts and Evil Done

    Siren Song

    Had To Know

    Nobody Breaks You

    Dismembered

    Goodbye

    MÚSICOS EM ATONE:

    Jerry Cantrell – Guitar, bass, vocals, keys

    Greg Puciato – Background vocals

    Duff McKagan – Bass

    Gil Sharone – Drums

    Abe Laboriel Jr. – Drums

    Tyler Bates – Strings, percussion, guitar

    Vincent Jones – Piano, keys, & strings

    Jordan Lewis – Piano

    Michael Rozon – Pedal steel

    Lola Bates – Background vocals

    Matias Ambrogi-Torres – Strings

     

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    SOBRE JERRY CANTRELL

    Além dos riffs imediatamente identificáveis ​​e dos vocais igualmente reconhecíveis, Jerry Cantrell sempre será conhecido como compositor, em primeiro lugar. Essas canções compõem seu catálogo influente como cofundador, vocalista e guitarrista principal do icônico Alice In Chains e como um artista solo cuja música ressoa em toda a cultura. Ele escreveu dois álbuns solo aclamados – Boggy Depot (1998) e Degradation Trip Volumes 1 e 2 (2002) – e apareceu no topo de das paradas de todos, de Metallica e Deftones a Ozzy Osbourne. Sua música pode ser ouvida nos filmes da Academy®, é vencedor do prêmio Cameron Crowe e Judd Apatow, além de franquias de grande sucesso, como “John Wick” e “Homem-Aranha”. Ao longo de sua carreira, ele recebeu onze indicações ao GRAMMY®, registrou vários sucessos em primeiro lugar no rádio, vendeu mais de 30 milhões de discos e recebeu o prêmio 2020 para fundadores do Museu de Cultura Pop como parte do Alice In Chains. Sem mencionar que a Guitar World o citou como um dos “100 maiores guitarristas de todos os tempos”. Além disso, ele recebeu o prêmio Stevie Ray Vaughan da MusiCares, além de apoiar várias instituições de caridade ao longo dos anos. No entanto, ele continua a colocar as músicas em primeiro plano em seu terceiro solo, Brighten. Lideradas pelo single Atone, essas músicas são uma adição valiosa ao repertório de Cantrell e ao maior cancioneiro de rock ‘n’ roll americano.

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  • WHITE STONES lança novo single e clipe, “New Age of Dark”

    WHITE STONES lança novo single e clipe, “New Age of Dark”

    Como baixista da lenda do progressivo Opeth, Martín Méndez ganhou popularidade mundial e agora ele retorna com outro triturador de death metal virtuoso que captura o medo, a perda de controle e o desespero do bloqueio em oito novas faixas. Para Dancing Into Oblivion, seu projeto White Stones vai mais longe no caminho do metal extremo progressivo com rosnados assustadores, intermezzi induzido pelo jazz e um nível incrível de perfeição técnica.

    Agora o White Stones revela seu segundo single, incluindo um lyric video da música New Age of Dark. Dominado por uma atmosfera ameaçadora de medo e isolamento, New Age of Dark foi escrito durante o bloqueio e captura todo o desespero e sensação de sufocação que todos nós conhecemos muito bem desde que o Covid começou. Assista ao clipe agora:

    Obtenha a música digitalmente e salve previamente o álbum AQUI.

    Depois do lançamento de Kuarahy coincidir com a explosão da pandemia mundial e todas as consequências que ela gerou, o White Stones, projeto de Martín Mendez (baixista do Opeth), está pronto para lançar seu segundo álbum. Quando o White Stones lançou Kuahary, se tornou a primeira banda espanhola a assinar com a Nuclear Blast Records, consolidando seu primeiro álbum como um marco sem precendentes. Agora, com Dancing Into Oblivion, a banda retorna com um som mais compacto, tendo trabalhado muito, garantindo a máxima atenção a cada detalhe para um resultado ainda melhor do que o primeiro álbum.

    Os tópicos abordados neste segundo álbum baseiam-se nos sentimentos que o próprio Martín afirma ter vivido durante o bloqueio imposto pela pandemia do Covid-19. “Eu comecei muito calmo em março quando Kuarahy foi lançado e o bloqueio começou. Compus o novo álbum e ele fluiu muito bem. É meu ponto de vista, dos sentimentos que tive durante o período de bloqueio neste ano estranho. Aproveitei o momento e estou animado com isso”, revela o músico.

    Os altos e baixos emocionais que uma situação com essa gera se refletem neste álbum. Como Méndez diz, “é uma mistura de sentimento durante o bloqueio, sentimentos que vão do medo à incerteza, bem como passar pela confusão quando você não sabe sobre o futuro e sente quase como se o tempo tivesse parado. Músicos podem ser os últimos que vão voltar a trabalhar e não temos sinais de que vai voltar tão cedo, o que me deixa uma grande incerteza. Tenho uma família e tenho que cuidar dela. Essa situação gera um sentimento de desconforto que você pode sentir no álbum”, confessa, acrescentando também que “do contrário, tem sido bom passar tanto tempo em casa com a família e aqueles pequenos e pacíficos momentos também estão na música. Optei por incluir alguns interlúdios entre as músicas para que haja um maior contraste e seja mais fácil de apreciar os diferentes sentimentos no decorrer”.

    Os elementos musicais mais marcantes neste novo disco são os gêneros díspares que conseguem coexistir. Há um elemento de agressão, que pode ser visto elevando-se em um freseni instrumental, assim como complexidades suaves e delicadas que desenvolvem uma atmosfera que envolve o ouvinte. Existem dinâmicas distintas entre as músicas, com interlúdios permitindo que o ouvinte respire fundo e aprecie o que está ouvindo. Descrevendo o tipo de música, Martín diz: “É difícil definir o estilo deste álbum. Não gosto de rotular a música. Isso é metal para mim. Tem elementos da minha interpretação do death metal, mas tem outras influências conscientes de outros gêneros também. Isso me mostra como músico e revela meu gosto musical na inquietação de tentar fazer algo diferente”. Enquanto explica, Méndez relembra o processo de composição deste disco. “O primeiro que compus foi Chain of Command, onde tive a ideia de escrever canções mais ousadas do que no disco anterior, onde me restringi e não queria tocar algo muito técnico, eu só queria criar algo que fosse mais fácil para o ouvido. Neste aqui, eu queria fazer algo um pouco mais elaborado e técnico musicalmente, para adicionar um pouco de cor. A primeira influência que eu tinha para Chain of Command foi de um álbum de John Coltrane & Wulbur Harden, enquanto em New Age of Dark a influência veio ouvindo Deicide, então as influências são realmente muito variadas ao longo deste álbum”.

    Algo que a banda estava deliberadamente visando neste álbum é a brevidade. O vocalista Eloi Boucherie afirma como ele e Méndez pensam “é melhor um álbum que você queira ouvir de novo, do que um álbum que você deseja terminar antes que termine”, então, “te deixa querendo mais”.

    O processo de composição de Dancing Into Oblivion, foi muito semelhante ao anterior, Kuarahy, mas com algumas mudanças claras. Martín compôs todos os instrumentais para o álbum, mas, como ele diz, “deixei seções abertas à interpretação de cada um dos outros músicos, tanto na bateria quanto na voz. Eloi escreveu as letras desta vez e depois fizemos um workshop com eles juntos enquanto trabalhavam nas partes vocais para obter o resultado final em estúdio”.

    O White Stones voltou a gravar no Farm of Sounds Studios (Barcelona) propriedade do cantor Eloi. Eles ficaram satisfeitos com o som de Kuarahy e com a experiência da gravação desse álbum e o conforto de fazer tudo com as suas próprias ferramentas tornou tudo mais fácil. “Tudo foi ‘caseiro’, porque é uma forma de trabalhar e uma filosofia de que gosto. Você tem mais controle e pode fazer cumprir melhor suas ideias”, explica Méndez, que também criou a capa de Dancing Into Oblivion, junto com Sandra, sua parceria por muitos anos.

    A mixagem final e a masterização deste segundo álbum foi feita por Jaime Gómez Arellano, no Orgone Studios (Reino Unido) porque a banda estava mais do que satisfeita com o trabalho que fez no Kuarahy e queriam repetir essa grande experiência. Eloi, como cantor e também o sujeito que gravou a música enviada para o Orgone Studios, reconhece. “A gravação teve mais experi~encia e uma melhor qualidade de som porque tomamos melhores decisões durante a pré-produção graças a um maior nível de autoconsciência de nós mesmos como uma banda. Jaime nos conhecia melhor também, o que simplificou o processo e por sua vez ajudou a tornar Dancing Into Oblivion o melhor possível”.

    O line up foi aprimorado com a participação do multifacetado Joan Carles Marí Tur na bateria (que também toca em outras bandas, como Face the Maybe). Os solos de guitarra ficaram a cargo de João Sassetti (que já fazia parte do line up de turnê do White Stones). Sassetti vive em Portugal e não podia estar no estúdio em Barcelona, por isso gravou os seus solos e enviou-os digitalmente para interpretação nas orações finais. A gravação dos instrumentos tem sido mais orgânica e, como diz Boucherie, “O som original foi retido tanto quanto possível em cada elemento” e “Trouxe um estoque natural / cru para Dancing Into Oblivion exatamente como a banda esperava.

    Dancing Into Oblivion será lançado em CD, Vinyl (clear & black / red marbled) e também digital, no dia 27 de agosto. Pré-encomende o álbum aqui.

    Tracklist: 01. La Menace 02. New Age Of Dark 03. Chain Of Command 04. Iron Titans 05. Woven Dream 06. To Lie or to Die 07. Freedom in Captivity 08. Acacia

    Martín Méndez  | Baixo e Guitarra Joao Sasseti | guitarra solo Eloi Boucherie | Vocal Joan Carles Marí Tur | bateria

    www.facebook.com/WhiteStonesOfficial www.instagram.com/white_stones_official www.twitter.com/white_stones

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  • VELVET CHAINS: Banda lança single “Tattooed” e lidera movimento de expansão do novo rock americano

    VELVET CHAINS: Banda lança single “Tattooed” e lidera movimento de expansão do novo rock americano

    De Las Vegas para o mundo. A banda Velvet Chains foi formada na tradicional cidade americana, em 2018, por músicos experientes no circuito local. A proposta sonora do grupo aposta no Rock com andamentos contagiantes, cozinha segura e melodias de guitarra e vocal cativantes, daquelas que grudam na cabeça. A música do quarteto é uma mistura de estilos e personalidades musicais consequentes do intercâmbio cultural: Jerry Quinlan (voz e guitarra) e Noelle Schertzer (bateria) são dos Estados Unidos, Laurent Cassiano (guitarra) ébrasileiro e o baixista Nils Goldschmidt líder do projeto é chileno.

    Guiada pelo que de melhor foi feito no Grunge e no Hard Rock dos anos 1990 e 2000, a sonoridade do Velvet Chains tem como referências grupos como Guns N’ Roses, Alice in Chains e Pearl Jam, entre tantos outros de estilos diferentes, cujos elementos são condensados para criar um ambiente único e característico do estilo que impactou novas gerações e mudou o jeito do jovem ouvir rock.

    A mistura de estilos e nacionalidades tem um excelente histórico em grandes nomes da música mundial, como no The Strokes, Ill Niño ou no Slayer, este com dois latinos em sua formação clássica que marcou história no metal. Toda a riqueza artística desta mescla de origens e influências será condensada e apresentada amplamente ao público no dia 24 de setembro, quando o conjunto coloca no mercado o seu álbum de estreia, Icarus.

    Para celebrar este importante passo em sua jornada, o Velvet Chains contará com convidados especiais em algumas faixas. O guitarrista Richard Fortus (Guns N’ Roses) gravou no vindouro single “Tattooed” já disponível em todas as plataformas digitais. A concepção lírica aliada à qualidade sonora é outro fator importante: “Nosso objetivo era escrever músicas com letras importantes, que ao mesmo tempo abrangessem diferentes gêneros dentro do Rock dos anos 90 aos 2000. Você encontrará um pouco de Rock pesado, um pouco de Grunge, um pouco de Pop Punk e muito mais neste disco”, explica Nils, o fundador da banda.

    Icarus

    O álbum de estreia da Velvet Chains, Icarus, foi composto em parceria com o multiplatinado compositor Drew Lawrence. As gravações aconteceram no começo de 2021, em diferentes estúdios: a bateria foi registrada no The Hideout e o baixo no The Tone Factory, ambos em Las Vegas, enquanto guitarra e vocal foram gravados no The Killroom, em Seattle. O trabalho de engenharia de som ficou com Greg Williamson, enquanto a mixagem e masterização ficaram a cargo de Tristan Hardin. O primeiro single do trabalho, “Tattooed”, recém-lançado “Fala sobre como lidar com extremos nos relacionamentos e mascarar a dor originada disto”, explicam. A música vem acompanhada de um impactante videoclipe, produzido pelo renomado Dean Karr (Marylin Manson, Iron Maiden, Velvet Revolver etc.), que concebeu toda a narrativa do vídeo, que traz cenas fortes unidas ao som marcante da Velvet Chains. Um segundo single será divulgado antes do álbum completo: “Strangelove”, escrita em parceria por Nils e Drew: “Trata-se de uma atração/amor ímpar que nunca funcionaria, pois beira a obsessão. Esta provavelmente é a mais amigável para as rádios, pois é bem mais otimista do que o resto de nossas músicas. Agora ela se tornou uma das nossas favoritas para tocar ao vivo”, conclui Nils.

    Foto (painel): Katarina Benzova 

    Info:

    Website: https://velvetchainsband.com

    Instagram: https://www.instagram.com/velvetchainsband

    Facebook: https://www.facebook.com/velvetchains

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  • Em novo videoclipe, “Machines”, SUCK THIS PUNCH alia narrativa crítica à roteiro cômico

    Em novo videoclipe, “Machines”, SUCK THIS PUNCH alia narrativa crítica à roteiro cômico

    Formado atualmente por Tadeu Bon Scott (vocal), Phil Seven (guitarra), Matheus Bonon (baixo) e o novo baterista Roger Busatto (bateria), o Suck This Punch surgiu na cidade de Limeira, interior de São Paulo, em 2015. O primeiro álbum, intitulado “Fire, Cold And Steel”, saiu no mesmo ano, reunindo 10 composições próprias de uma sonoridade bastante original: uma releitura do classic rock pela perspectiva do peso e agressividade do thrash metal contemporâneo.

    Depois de cinco anos de shows em várias regiões do Brasil, o Suck This Punch retornou aos estúdios para a gravação de dois novos single, “Alone” e “Shout It Out”. Ambas estão no tracklist do segundo e novo álbum de estúdio que a banda lançou recentemente: “The Evil On All Of Us”.

    “The Evil On All Of Us” foi gravado no Nock Studio Alive em Limeira com produção de Marcos Nock e financiado através do Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras (Lei Aldir Blanc). Lançado em Abril pela Voice Music em CD e para todas as plataformas digitais, “The Evil On All Of Us” reúne nove faixas, incluindo os dois singles: “Machines”, “You’re The Best Gun (Against The System)”, “Alone”, “Just Follows”, “Shout It Out”, “We All Live In a Hole”, “Coward”, “Blindman” e “Sons Of War”. Depois dos vídeos de “Alone”, “Shout It Out” e “Blindman”, o Suck This Punch lança mais um videoclipe, dessa vez para “Machines”.

    De acordo com o vocalista Tadeu Bon Scott, “Machines” alia uma narrativa crítica-social à um roteiro cômico que percorre diferentes períodos na história do rock.

    “Machines traz uma viagem por entre as fases do rock e metal desde a década de 60 até os dias atuais. A ideia foi aliar roteiro e figurino cômicos a uma narrativa dramática e crítica, que expõe sobre o fracasso do homem na busca por poder, tornando-se vítima da manipulação pelo sistema, ou seja, máquinas sem sentimentos, vazias, prontas para cumprir ordens e destruir para crescer e se multiplicar. Filmado nas dependências do Nock Studio Alive em Limeira, o cenário encontra a banda presa a uma matrix, sugerindo uma falsa consciência de mudança. Machines é mais uma produção feita em parceria com o Nock Studio Alive, De Carli Films e maquiagem de Manu Crizostomo.”

    “Machines” já está disponível no canal do Suck This Punch no Youtube: 

    Ouça também “The Evil On All Of Us” nas plataformas digitais. Spotify: https://spoti.fi/3uHrNbp Deezer: https://bit.ly/31XOGLn iTunes: https://apple.co/3mygiA4 Amazon: https://amzn.to/3fRIZqq Youtube: https://bit.ly/3a0zMsa

    Também estão disponíveis os vídeos de “Blindman”:

    ”Shout It Out”:

    “Alone” 

    A versão física de “The Evil On All Of Us” pode ser adquirida nas principais lojas do Brasil, inclusive nas Lojas Americanas AQUI.

    Mais Informações: www.facebook.com/Suckthispunch www.instagram.com/suckthispunch

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  • VEUMOR: Confira o videoclipe da música “Autodestruição”

    VEUMOR: Confira o videoclipe da música “Autodestruição”

    Os mineiros do VEUMOR seguem trabalhando pesado na divulgação do atual trabalho “Quando a Morte Cumpre seu Dever”, porém ainda visam promover seu debut álbum “Insula Morgue”, lançado em 2017 pelo selo Anaites Records. Em 2019 a banda divulgou seu primeiro videoclipe, para a faixa “Autodestruição”, gravado no Minotauro Studio e produzido por Breno Cecílio, assista:

    Siga o VEUMOR em todas suas redes sociais e fique por dentro de suas atualizações:

    Facebook: https://www.facebook.com/veumor777 Instagram: https://www.instagram.com/veumorband/ Bandcamp: https://veumor1.bandcamp.com/releases Encontre a banda em sua principal plataforma de streaming com apenas um clique, acesse: https://li.sten.to/QAMCSD Contato para shows (PRESENCIAIS OU EM LIVES): E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções Sites relacionados: https://www.facebook.com/veumor777 https://www.instagram.com/veumorband/ https://www.youtube.com/channel/UC6PyLInuqFf1TZ8WMtddjzQ https://veumor1.bandcamp.com/releases https://sanguefrioproducoes.com/artistas/VEUMOR/88 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • SEPULTURA: livro sobre os primórdios da banda é relançado

    SEPULTURA: livro sobre os primórdios da banda é relançado

    A editora Estética Torta anuncia o relançamento do livro “Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)”. Escrito por Silvio “Bibika” Gomes, primeiro empresário do Sepultura, juntamente com o jornalista André Barcinski, este livro estava fora de catálogo há quase duas décadas e agora ganha uma reedição de luxo pela editora em capa dura, acabamento premium e conteúdos extras, com novas imagens exclusivas.

    O livro chega ao mercado em 15 de novembro de 2021, mas pode ser adquirido em pré-venda no site da editora com 30% de desconto.

    Sepultura: Os Primórdios (1984-1998) AQUI

    Durante 18 meses, os dois escritores entrevistaram mais de 60 pessoas e reuniram cerca de cem fotos, a maioria nunca publicada. Dividido em vários capítulos, “Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)” desmente alguns mitos criados pelos próprios integrantes da banda, por exemplo, a história de que o vocalista Max Cavalera teria partido para Nova York, em 1988, com vários álbuns do grupo para conseguir um contrato com alguma gravadora. Na verdade, Max já havia negociado um acordo com a Roadrunner e só estava indo aos EUA para acertar detalhes.

    O Sepultura poderia atingir o sucesso que teve tendo um guitarrista que ligava seu instrumento a um captador acionado por um interruptor de luz, um baterista que pendurava um prato em um cabo de vassoura e um músico que havia entrado na banda apenas por ter um baixo novinho em folha, mesmo não sabendo tocar uma nota sequer? A resposta é simples: a banda brasileira com mais prestígio no exterior, com shows realizados em mais de 50 países e milhões de discos vendidos.

    Links relacionados: Site Oficial: https://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/ Instagram: http://instagram.com/esteticatorta Facebook: https://www.facebook.com/esteticatorta

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  • NEAL SCHON confirma retorno de DEEN CASTRONOVO ao JOURNEY, que passa a ter dois bateristas

    NEAL SCHON confirma retorno de DEEN CASTRONOVO ao JOURNEY, que passa a ter dois bateristas

    O guitarrista do Neal Schon, confirmou nas redes sociais que Deen Castronovo está retornando ao seu posto de baterista do Journey.

    Schon confirmou o retorno de Castronovo em uma sequência de comentários no Facebook, em uma postagem do San Francisco Chronicle sobre o Journey, que ele compartilhou na última quarta-feira (28). Um fã comentou no post, ‘Então, Deen Castronovo está de volta à banda em tempo integral agora?’, ao que Schon simplesmente confirmou que “sim”.

    Em resposta a outro fã que pediu à banda para trazer Deen de volta, Schon escreveu: “Deen está de volta. Temos dois bateristas agora com Narada (Michael Walden), que se juntou à banda em 2020”.

    Schon não revelou até que ponto Castronovo participará dos compromissos imediatos e futuros do Journey.

    O guitarrista deu pistas do retorno de Castronovo na terça-feira (27), quando tweetou uma foto que parecia ser dos ensaios para o show da banda na sexta à noite, no Aragon Ballroom, em Chicago, antecedendo a apresentação do Journey no Lollapalooza, domingo. “Ok… Double Trouble Chicago, Narada M Walden, e o retorno de Deen Castronovo na bateria (…)”.

    Na manhã desta quinta-feira (29), Schon twittou outra foto de ensaio com Walden e Castronovo sentados atrás de seus respectivos kits. “O poder por trás de nós”, escreveu o guitarrista.

    Castronovo atuou como baterista do Journey de 1998 a 2015, quando foi demitido após ser preso sob a acusação de estupro, abuso sexual e agressão. Mas o relacionamento dele com Schon é anterior ao seu período no Journey por mais de uma década. Em 1987, Schon convidou Castronovo para tocar no supergrupo de hard rock Bad English, juntamente ao tecladista do Journey, Jonathan Cain, o vocalista John Waite e o baixista Ricky Phillips.

    No último mês, o Journey lançou a sua primeira música nova em uma década, The Way We Used to Be. Schon disse que um novo álbum também está sendo elaborado, o que marcaria o primeiro material de estúdio do Journey desde Eclipse, de 2011.

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  • STEVE HACKETT lança “Fox’s Tango”, segundo single de “Surrender of Silence”

    STEVE HACKETT lança “Fox’s Tango”, segundo single de “Surrender of Silence”

    O lendário guitarrista Steve Hackett lançará no próximo dia 10 de setembro o seu novo álbum de estúdio, Surrender of Silence, via Inside Out Music. O álbum traz 11 novas canções, sendo que Steve trabalhou duro no lockdown e, pela primeira vez, completou dois álbuns de estúdio para serem lançados neste mesmo ano de 2021!

    Agora, Hackett lança o videoclipe de Fox’s Tango, que é o segundo single do novo álbum. Assista:

    https://youtu.be/H3syJOPqdC4

    Steve explica: “Uma canção de protesto contra as desigualdades da vida – em outras palavras, os pobres versus os ricos. Com os conflitos atuais, se não conseguirmos aprender a dividir a terra, vamos nos ver compartilhando os cemitérios. Uma música para um mundo desequilibrado. Fox’s Tango me deixa com muita raiva!”

    Assista o clipe do primeiro single, Wingbeats:

    Surrender of Silence foi lançado em 10 de setembro de 2021 como um CD de edição limitada + Blu-ray Mediabook em capa dura, CD Jewel padrão case, Gatefold 2LP + CD & LP-Booklet e Álbum digital via Inside Out Music. Encomende agora aqui: https://stevehackett.lnk.to/SurrenderOfSilence

    Seguindo os passos de seu diário de viagem, o clássico-acústico Under A Mediterranean Sky, que foi lançado em janeiro e atingiu o 2° lugar no UK Classical Album Chart, Surrender of Silence é mais uma exploração do amor de Hackett pela world music, descobrindo diferentes sons, humores e texturas para entregar um álbum de rock de extraordinária variedade, poder e beleza.

    Assim como Under A Mediterranean Sky, Surrender of Silencen também foi gravado durante o Lockdown e, novamente, Hackett convocou alguns de seus amigos musicais do mundo todo para contribuir. A banda regular de turnê de Hackett, composta por Roger King (teclados, programação e orquestrações), Rob Townsend (sax e clarinete), Jonas Reingold (baixo), Nad Sylvan (voz) e Craig Blundell (bateria), é complementada por Phil Ehart e Nick D’Virgilio (bateristas), pelas talentosas vocalistas Amanda Lehmann, Durga e Lorelei McBroom, além de Christine Townsend (violino e viola), Malik Masurov (tar) e Sodirkhon Ubaidulloev (dutar).

    Este novo álbum é totalmente elétrico…

    “As teias de aranha do Lockdown são explodidas de uma só vez aqui”, diz Steve Hackett. “Com a monstruosa seção rítmica de Jonas, Craig, Nick e Phil junto com o saxofone e clarinete baixo de Rob, Nad, Amanda e eu nos vocais, o poderoso e sombrio órgão de Roger e minha guitarra, mergulhamos com força em uma liberação selvagem de energia”, vibra.

    Nossa jornada nos leva das orquestrações clássicas da Rússia (Natalia), às planícies da África (Wingbeats) e às misteriosas costas orientais (Shanghai to Samarkand), tudo através das profundezas do oceano (Relaxation Music for Sharks (Featuring Feeding Frenzy)). The Devil’s Cathedral reúne os talentos de toda a banda de Hackett em turnê, apresenta o órgão gótico atmosférico de King e uma exibição poderosa de ritmo de Blundell e Reingold. Os vocais de Hackett nunca estiveram melhores e seu dueto com Amanda Lehmann adicionam emoção em Scorched Earth e um lamento pelos horrores ambientais os quais nosso planeta enfrenta. Ao longo das guitarras de Hackett, são adicionados uma rica aquarela de cores com solos crescentes e melodias intrincadas entrelaçadas.

    “É um álbum ‘sem barreiras’, surfando nessa onda, libertando os demônios, sonhos e pesadelos, todos se espatifando na costa”, explica Hackett.

    “Gostei do poder deste álbum, permitindo que minha guitarra gritasse de alegria e raiva… E, mais uma vez, voando por oceanos para terras distantes. É ótimo conectar-se criativamente com músicos de lugares distantes, especialmente quanto todos nós não conseguimos nos encontrar. Todos nós temos uma voz em nossa cacofonia de som e clamamos juntos em Surrender of Silence!”.

    Tracklist de Surrender of Silence:

    1 The Oliterati (02:17)

    2 Natalia (06:17)

    3 Relaxation Music for Sharks (Featuring Feeding Frenzy) (04:36)

    4 Wingbeats (05:20)

    5 The Devil’s Cathedral (06:31)

    6 Held in the Shadows (06:20)

    7 Shanghai to Samarkand (08:27)

    8 Fox’s Tango (04:21)

    9 Day of the Dead (06:25)

    10 Scorched Earth (06:03)

    11 Esperanza (01:04)

    Steve Hackett compartilha os créditos de composição com Jo Hackett e Roger King em várias faixas. Todas elas foram gravadas por King e produzidas por ele e Steve no Siren. Surrender of Silence será lançado no dia 10 de setembro como um CD de edição limitada + Blu-Ray Mediabook em capa dura, CD padrão Jewel Case, Gatefold 2LP + CD e LP-Booklet, e álbum digital via Inside Out Music.

    Sobre Steve Hackett

    Steve Hackett juntou-se ao Genesis no início de 1971 e ganhou reputação internacional como guitarrista na formação clássica da banda ao lado de Peter Gabriel, Tony Banks, Mike Rutherford e Phil Collins. O intrincado trabalho de guitarra de Hackett foi um elemento chave dos álbuns Nursery Cryme (1971) até Wind and Wuthering (1977), incluindo o clássico Selling England by the Pound, de 1973.

    Após deixar o Genesis no final de 1977, a carreira solo de Hackett, que agora abrange mais de 30 álbuns, demonstrou sua extraordinária versatilidade, tanto com a guitarra quanto com o violão. Hackett é conhecido como um músico de rock imensamente talentosos e inovador, além de um guitarrista virtuoso e compositor clássico, e isso foi reconhecido em 2010 quando ele foi aceito no Rock Hall of Fame. Ele também trabalhou ao lado de Steve Howe do YES no supergrupo GTR. As composições de Hackett têm influências de muitos gêneros, incluindo jazz, clássico e blues. Pra seus últimos trabalhos de estúdio, The Night Siren (2017) e At the Edge of Light (2019), Hackett explorou as influências da world music. Turnês recentes viram Hackett celebrar seu período com o Genesis, incluindo uma tour espetacular em 2018, na qual ele realizou sua ambição de longa data de apresentar as obras do Genesis ao vivo com sua banda e uma orquestra.

    O Lockdown imposto pela pandemia global em 2020 provou ser um período particularmente criativo para Hackett. Ele começou lançando Selling England by the Pound & Spectral Mornings: Live at Hammersmith, uma gravação ao vivo da turnê de enorme sucesso de 2019 com o 40° aniversário de um de seus álbuns solo mais amados. O bloqueio também deu à Hackett a oportunidade de compor e gravar dois novos álbuns de estúdio, o hit das paradas clássicas do Reino Unido, Under A Mediterranean Sky e o próximo, Surrender of Silence.

    STEVE HACKETT Online: www.hackettsongs.com 

    www.facebook.com/pages/Steve-Hackett/123101228589

    www.twitter.com/HackettOfficial

    http://hackettsongs.com/tour.html

    INSIDEOUTMUSIC Online: www.insideoutmusic.com www.youtube.com/InsideOutMusicTV www.facebook.com/InsideOutMusic www.twitter.com/insideouteu
    Foto: Tina Korhonen

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  • VAL SANTOS lança lyric video para “Savage Hearts”

    VAL SANTOS lança lyric video para “Savage Hearts”

    Com lançamento de 1986, primeiro disco solo do produtor e guitarrista Val Santos, que chegou ao mundo via Wikimetal Music em 28 de maio, o artista estreou uma série de lyric videos que irão dar visuais para as faixas com o single “Warriors Of Metal”, o cover da banda Triumph, em “Allied Forces”, e logo depois, os visuais para “Cross The Line” assinados pelo celebrado MRossi. A sequência continua com o lyric video criado por Jean Santiago para a faixa “Savage Hearts”.

    “Essa música eu compus baseada na banda Japonesa chamada Loudness, e chamei 3 guitarristas que conhecem bem a época que o Loudness era bem conhecido, ou seja, os anos 80″, Val conta. Os escolhidos para a missão foram João Márcio e Beto Richieri, especialistas na sonoridade oitentista e que já foram companheiros de bandas com Guilherme Martin, baterista do VIPER. O terceiro guitarrista escalado foi o mestre em metal, o paulistano Edu Simões. Já os vocais  da faixa ficaram por conta de Roberto Gutierrez, da banda Hollowmind, que também foi companheiro de composição de Santos na canção.

    O guitarrista e produtor Val Santos foi buscar inspiração na década de 1980 para seu primeiro álbum solo: 1986 recriando o estilo thrash metal e heavy metal que dominou a década e influenciou roqueiros em todo o mundo. No ano homenageado no título, considerado um período histórico para o estilo, foram lançados clássicos como Master of Puppets (Metallica), Reign in Blood (Slayer) e Peace Sells… But Who’s Buying? (Megadeth), entre outros. A década de 1980 foi também a época em que Val Santos começou a ouvir heavy metal e a conviver e trabalhar com bandas que despontavam no cenário brasileiro, como VIPER, Vodu e Volkana.

    Começava ali uma das carreiras mais talentosas e versáteis do heavy metal brasileiro. Depois de fundar a banda Zuris, Val Santos foi baterista do VIPER e o responsável por muitos dos arranjos que podem ser ouvidos no álbum mais clássico da banda, Theatre of Fate. Mais tarde passou a tocar guitarra e formou o Toyshop com o baterista Guilherme Martin e o guitarrista Gabriel Weinberg, banda que ficou popular nos anos 1990 ao combinar o som pesado e influenciado por Ramones com a linha melódica mais pop da vocalista Natacha.

    O Toyshop assinou contrato com a gravadora holandesa Roadrunner e lançou o primeiro álbum em 1999. Gravado em Los Angeles com produção de Sylvia Massy (Red Hot Chilli Peppers, Tool), “Party Up” fez da banda um sucesso do rock alternativo. Além de “Run Away” e “Everybody Crazy”, que fizeram parte da trilha sonora do sucesso de Hollywood “Holiday in the Sun”, em 2001, o single “Daydream” chegou ao primeiro lugar nas paradas de TVs e rádios europeias. O Toyshop fez turnês pelos EUA e Brasil, onde o álbum também ganhou rádios. Com Nando Machado no baixo, a banda se reuniu novamente em 2016 e lançou o álbum Candy pelo selo ForMusic Records, com produção de Mauricio Cersosimo (VIPER, Emicida, Skank).

    Como guitarrista, Val Santos voltou ao VIPER em 2007 para a gravação de All My Life. Nesse álbum, também foi o compositor de três músicas, “Cross the Line”, “Dreamer” e “Miracle” e fez shows pelo Brasil e América do Sul. Depois de atuar como produtor dos álbuns solo de Felipe Machado (FMSolo, de 2015, e Primata, com previsão de lançamento ainda para 2021), Val Santos também compôs as canções “I Spit on Your Grave” e “Empire of Demise” para o álbum de 2020 do Vodu, “Waking With Fire”.

    1986 já nasce como um clássico do thrash metal brasileiro. Além das grandes composições e excelente produção, o álbum reúne participações especiais de músicos brasileiros que fizeram do país um dos expoentes do estilo pesado no mundo. Mais que uma volta no tempo, o primeiro álbum solo de Val Santos é a prova de que o metal continua atual e poderoso como nunca. Para quem ainda tem dúvidas, basta fazer a prova – feche os olhos e aumente o volume: bem-vindo a 1986Ouça o disco aqui.

    1986 – Faixa a Faixa “Fire”: O primeiro single e música que abre o álbum foi inspirada em “Battery”, do Metallica É mortalmente veloz e conta com uma técnica de afinação mais grave que o normal, em Dó, para ficar ainda mais pesada. O vocal foi feito por Alexandre Grunheidt; o primeiro solo de guitarra é de Val Santos, o segundo é de Yohan Kisser, guitarrista da banda Sioux 66 e filho de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura. A letra é do baixista Rob Gutierrez, ex-HollowmindSilverage e FMSolo.

    “Cross the Line”: O segundo single de 1986 foi gravado originalmente em 2007 no álbum All My Life, do VIPER, banda em que Val Santos foi guitarrista entre 2006 e 2008. “Sempre quis regravá-la”, afirma Val. O vocal é de Rob Gutierrez e a afinação, pesadona, também é em Dó.

    “Destruction“: Som típico da “Bay Area”, região em São Francisco, Califórnia, que ficou famosa como berço do Thrash Metal e de bandas como Metallica, Slayer, Exodus, Megadeth e Testament. O vocal é de Alexandre Grunheidt do Ancesttral. O solo é de Thiago Oliveira (Warrel Dane e Seventh Seal).

    “Dreamer”: Nova versão de mais uma composição de Val Santos gravada no álbum All My Life, do VIPER. Aqui o vocal é de Brunno Mariante e o solo de guitarra é de Marcos Naza (Skyscraper).

    “Dead Words”: Uma das músicas mais pesadas do álbum, também traz a afinação mais grave, em Dó. O vocal é de Leandro Caçoilo e o solo de guitarra, de Felipe Machado, ambos músicos do VIPER.

    “Miracle”: Mais uma regravação de uma música do álbum All My Life, do VIPER. O plano inicial era que ela fosse gravada por Andre Matos, ex-vocalista do VIPER e amigo de Val Santos de infância. Com a morte de Andre, em 2019, o vocal ficou a cargo de Bruno Sutter, do Massacration.

    “Desert of Ideas”: Essa é a única música do álbum gravada com bateria acústica, uma vez que todas as outras tiveram baterias eletrônicas arranjadas e programadas por Val Santos. A bateria aqui está a cargo de Sergio Facci, baterista que gravou o álbum Theatre of Fate, do VIPER, além de músico do Vodu e Volkana. Os solos de guitarra são de Rodrigo Alves, músico e produtor de Santos, e Fabiano Carelli, guitarrista que toca com o Capital Inicial Dinho Ouro Preto. O baixista é Rodrigo Ferrari, que tocou com Val Santos no Toyshop.

    “Savage Hearts”: Música baseada na banda Loudness, especificamente na faixa “In The Mirror”. Sendo esta a canção com mais solos de guitarra no disco, tendo 4 guitarristas, Val Santos, Beto Richieri, João Marcio Eduardo Simões. A faixa possui vocais magistrais de Rob Gutierrez que também compôs a letra e gravou os baixos.

    “Superheroes”: Essa canção é uma homenagem aos geeks, uma vez que Val Santos é fã de cartoons de animações, além de Star Wars, Marvel, DC e todo esse universo nerd. O vocal é de Brunno Mariante.

    “Warriors of Metal”: A canção que fecha o projeto é, na verdade, a primeira canção de Val Santos, composta quando ele tinha 16 anos para a sua primeira banda, Zuris. Cantada por Mauro Coelho, tem solo de Marcos Kleine, do Ultraje a Rigor e PAD – mais um amigo de infância de Val Santos que participa do álbum.

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