Categoria: Roadie News

  • SOILWORK anuncia novo álbum de estúdio, “Övergivenheten”

    SOILWORK anuncia novo álbum de estúdio, “Övergivenheten”

    Os veteranos do death metal melódico da Suécia SOILWORK retorna com grandes novidades! Após o lançamento do EP em Dezembro de 2021, está na hora de voltar com um álbum de estúdio após três anos. Orgulhosamente SOILWORK anuncia o 12º álbum intitulado “Övergivenheten” que será lançado pela Nuclear Blast no dia 19 de Agosto.

    Com uma evolução musical e lírica, SOILWORK se prepara para lançar o álbum mais complexo e elaborado de sua carreira e marca uma nova fase na carreira destes talentosos suecos. Não houve apenas um grande esforço dos músicos como também muito tempo para que os resultados da evolução de anos de experiência pudessem ser retratados corretamente em “Övergivenheten” para que todos os fãs puderem curtir.

    Pré-venda para o álbum aqui: https://bfan.link/overgivenheten

    Björn Strid comenta o novo álbum do SOILWORK: “O título do álbum só pode ser o pináculo da jornada musical desta banda – ela soma tudo o que nós fizemos em todos estes anos e também inclui aventuras musicais ousadas em qual a banda embarcou há uns 20 anos atrás. Para mim, esta música é o mais próximo do meu coração que uma música jamais chegou”.

    O anúncio do álbum “Övergivenheten” traz consigo o primeiro single que é a faixa-título ‘Övergivenheten’ e traz uma ótima introdução do que será o novo álbum de estúdio do SOILWORK em três anos.

    Ouça o novo single ‘Övergivenheten’ aqui: https://bfan.link/overgivenheten

    Assista ao videoclipe aqui:

    “Övergivenheten” será lançado nos seguintes formatos:

    CD Acrílico CD Digipak + Livreto 24 Páginas Vinil Duplo Gatefold + Livreto com 20 páginas Transparente (Lojas) Vinil Duplo Gatefold + Livreto com 20 páginas PRATA/AZUL Split (Correios + Atacado) Vinil Duplo Gatefold + Livreto com 20 páginas SPLATTER CURAÇAO c/ BRANCO e AZUL & SPLATTER CURAÇAO c/ PRETO e AMARELO (Correios) Vinil Duplo Gatefold + Livreto com 20 páginas AMARELO/AZUL Mesclados (Banda)

    SOBRE SOILWORK: SOILWORK foi formado em 1995 lançando seu álbum de estreia Steelbath Suicide em 1998 que na época recebeu um ótimo retorno da mídia especializada. Entre seu álbum de estreia e o clássico Figure Nr.5 se passaram apenas cinco anos o que significa que em 2005 a banda já tinha material suficiente para assinar com a Nuclear Blast em 2001 e consequentemente conquistando a posição de uma das bandas mais prestigiadas em seu segmento. Com um intervalo de três anos, também causado por causa da pandemia de COVID-19, SOILWORK está novamente de volta com o seu novo e 12º álbum “Övergivenheten” com previsão para ser lançado em Agosto de 2022. A banda também anunciou recentemente que Rasmus Ehrborn se juntou a banda para a posição de baixista no início deste ano completando a formação do SOILWORK. O sexteto sueco agora está pronto para estar presente em palcos ao redor do Mundo todo.

    Formação SOILWORK: Björn “Speed” Strid – vocais David Andersson – guitarras Sven Karlsson – teclados Sylvain Coudret – guitarras Bastian Thusgaard – bateria Rasmus Ehrnborn – baixo

    Mais informações: www.facebook.com/soilwork www.instagram.com/soilwork www.twitter.com/soilwork www.soilwork.org www.nuclearblast.de/soilwork

     

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  • ANGRA: a primeira banda brasileira de heavy metal a lançar sua própria plataforma de NFTs

    ANGRA: a primeira banda brasileira de heavy metal a lançar sua própria plataforma de NFTs

    Neste sábado, 14/05, às 14:00, Rafael Bittencourt promoverá mais um capítulo do “Angra Talks”, série de lives no canal do grupo no YouTube, em que reviverá estórias, falará sobre novidades e futuras ações e tirará dúvidas, sempre podendo contar com a participação dos fãs no chat.
    Dentre os demais assuntos em questão, também será abordada a vindoura turnê de comemoração aos vinte anos de “Rebirth”, álbum a marcar época trazendo inúmeras características que fizeram com que o som do Angra se tornasse único.
    E o bate-papo desta semana contará com a participação mais do que especial de Kiko Loureiro, além de divulgar a store do quinteto, que irá ao ar em 17/05, e os cem primeiros fãs cadastrados na plataforma terão prioridade na compra de itens exclusivos, além de receberem em primeira mão as novidades sobre os NFTs.
    No lançamento, estará disponível uma série de cartazes da nova turnê e itens colecionáveis do conjunto e, para comprar os ativos digitais, basta se cadastrar pelo site www.angra.tibs.com.br. A transação é feita com cartão de crédito e o anúncio fará do Angra a primeira banda de heavy metal brasileira a ter uma loja de NFTs.
    Sobre a novidade, o baixista Felipe Andreoli afirma: “Nosso negócio sempre foi e sempre será a arte. Já a maneira de conectar essa arte com os fãs vem mudando ao longo dos anos. A blockchain representa um universo de possibilidades em que poderemos oferecer experiências e itens exclusivos que até então não haviam sido explorados por nós”.
    Toda a estratégia da nova plataforma de NFTs do Angra tem a assinatura da startup DaX. “A música é um mercado bastante maduro fora do Brasil quando falamos de blockchain e ativos digitais e nada melhor do que iniciarmos esse projeto com uma banda nacional com expressão global. Esta é a nossa primeira iniciativa com o Angra, que terá um ano recheado de diversas surpresas para os fãs de heavy metal”, explica Claudio Olimpio, CEO da empresa.
    Acesse a plataforma:
    Para assistir ao Angra Talks, acesse:
    Assessoria Top Link
    Foto: Henrique Grandi

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  • Hellish War e Brave comemoram o resultado positivo da turnê com Steve Grimmett’s Grim Reaper

    Hellish War e Brave comemoram o resultado positivo da turnê com Steve Grimmett’s Grim Reaper

    A lenda da New Wave Of Britsh Heavy Metal, o Grim Reaper, esteve no Brasil em Abril. Atualmente liderado pelo seu vocalista e principal líder, Steve Grimmett, por isso mesmo hoje chamada de Steve Grimmett’s Grim Reaper, a banda realizou três novas apresentações no Bar da Garagem em Sorocaba/SP, no Wox Club em Pomerode/SC e no La Salsa em São Paulo/SP.

    Diferentemente das passagens anteriores do Grim Reaper no país, dessa vez Steve Grimmett esteve acompanhado pelos músicos brasileiros Vulcano (guitarra), Bil Martins (contrabaixo) e Rafael Gonçalves (bateria) e entregou um repertório exclusivamente formado por músicas dos três clássicos discos do Grim Reaper: “See You in Hell” de 1984, “Fear No Evil” de 1985 e “Rock You to Hell” de 1987.

    Tunê Steve Grimmett Grim Reaper em Pomerode com o Vulcano do Hellish War na guitarra

    Nos três shows da turnê, o Grim Reaper foi acompanhado por duas bandas brasileiras, o Hellish War e o Brave, estimulando a integração entre culturas através desse movimento cultural pluralista que é o heavy metal.

    O Hellish War é considerado um dos grupos de heavy metal tradicional mais relevantes do Brasil e nesses shows com o Grim Reaper esteve promovendo seu mais recente álbum, “Wine OF Gods”, que foi financiado pelo Proac Editais. “Wine OF Gods” é apontado por imprensa e público como um dos melhores trabalhos da carreira do quinteto paulista. Além de ter ficado entre os cinco álbuns mais vendidos da loja Die Hard, “Wine Of Gods” colecionou elogios de alguns dos mais importantes jornalistas e críticos de rock do país: “Melhor álbum do Hellish War!” (Leandro Coppi – Roadie Crew); “Uma aula de como se fazer o estilo” (Vitor Franceschini – Arte Metal); “Assombroso no quesito música de qualidade” (Celso Lopes – Rumors Mag). Entre as dez faixas que compõe o disco, “Warbringer” traz a participação especial de Chris Boltendahl do Grave Digger.

    JR, baixista do Hellish War, comentou um pouco sobre como foi a experiência de excursionar com o Grim Reaper e Brave peloo Brasil. “Esperávamos ansiosos pelo dia em que voltaríamos aos palcos, mas não imaginávamos que seria tão foda como foi. Foram apenas três shows, mas foram dias intensos de muito heavy metal, correria, camaradagem, empatia, entrega e muito aprendizado. Termos o privilégio de tocar ao lado do Steve Grimmett, que é um verdadeiro “metal heroe”, não tem como explicar a sensação. Acho que falar dele é como chover no molhado, mas preciso ressaltar sua força de vontade e humildade, que foi uma lição para todos nós. O cara com 62 anos de idade, sem uma das pernas, e em um país atrasado em relação às necessidades dos deficientes físicos, ainda por cima entregou shows memoráveis e sem reclamar uma única vez. Ele não é uma lenda da NWOBHM à toa. Isso eu digo. Foi muito bom rever velhos e novos amigos, encontrar os fãs. Podermos tocar músicas do nosso último álbum, “Wine Of Gods”, que saiu pouco tempo antes da pandemia se instaurar. Estarmos com nossos “brothers of metal” do Brave, que é uma excelente banda e excelentes pessoas para se excursionar juntos, sem palavras mesmo. Só temos a agradecer a oportunidade proporcionada pela Som Do Darma e pela confiança em nosso trabalho. Poder participar desta empreitada, foi algo único. Depois de todo o caos dos últimos dois anos, essa tour foi um sopro de alívio e agradecimento”. Além de JR, o Hellish War é formado por Bil Martins nos vocais, Vulcano e Daniel Job nas guitarras e Daniel Person na bateria.

    Ao vivo, Brave e Steve Grimmett em Sorocaba

    Já os shows do Brave foram baseados no repertório de seu mais celebrado disco até aqui, “The Oracle”. O terceiro álbum de estúdio da banda de Porto Feliz/SP reúne oito faixas inéditas e demonstra que o Brave não apenas mantém uma tradição, mas disponibiliza-a para novas possibilidades de interpretação. “The Oracle” foi indicado pelo Prêmio Dynamite 2021 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal” e recebeu resenhas bastante positivas: “Indicadíssimo” (Collector’s Room); “The Oracle é uma obra intensa e verdadeiramente honesta de quem acredita no heavy metal” (Um Metal por Dia); “…oito faixas completamente novas e de qualidade muito acima da média. The Oracle é resultado direto de mais uma bem vinda etapa de amadurecimento sonoro do Brave” (Sonorizando); “The Oracle é um excelente registro do Brave que mostra, mais uma vez, a força que o heavy metal ainda tem no Brasil” (Rock Master); “The Oracle é uma prova da capacidade dos brasileiros de nos surpreender sempre.” (Rock On Stage); “(…) o Brave está consolidado e é um grande nome do Metal nacional.” (Arte Metal). Sidney Millano, vocalista do Brave, também comentou sobre a turnê com o Grim Reaper e Hellish War. “Que grande satisfação relatar o quão foi importante e significativa a experiência para o Brave de realizar esse turnê com o Steve Grimmett’s Grim Reaper! O heavy metal, além de um meio de expressão artística, é sem dúvida também uma parceria entre semelhantes. Sem o qual não criaríamos laços de amizades suficientes para alcançarmos objetivos como esse! Foi muito além de dividir o palco com essa lenda viva (Steve Grimmett) acompanhados pelos irmãos do Helish War e mediados pela Som do Darma. Realizamos uma de nossas metas que é tocar em outro estado e apresentar músicas do nosso mais recente trabalho, o álbum “The Oracle”, além, é claro, de reprisar nossa faixa “Power in Battle” com a participação especial de Steve. O que dizer?! Estarmos juntos de uma lenda viva da New Wave of British Heavy Metal?! Vivenciamos a estrada, as situações e principalmente a nós mesmos como companheiros no projeto. Tudo isso em prol de fazermos o que adoramos, que é estar num palco interagindo com o público através do metal. Foi uma longa viagem, porém válida em cada momento! Tanto nas risadas quanto nos obstáculos. Steve é uma pessoa incrível, carismático, atencioso e muito humorado. Além de um grande exemplo de determinação! Realmente, foi uma honra estarmos juntos nessa “viagem”. Obrigado a todos, principalmente ao público de Sorocaba (Bar da Garagem), Pomerode/SC (Wox Club) e de São Paulo (La Salsa). Vocês foram demais! Valeu Susi, Eliton, Sr. Milton (Toshiba) e ao Hellish War. Foi uma experiência ímpar.” Além de Sidney, o Brave é formado por Ricardo Carbonero no baixo, Carlos Bertolazi na guitarra e Rafael Gonçalves na bateria. Mais Informações: www.instagram.com/hellishwar www.facebook.com/hellishwar www.instagram.com/bravepowermetal www.facebook.com/BravePowerMetal Press Release: Eliton Tomasi – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99134-3443

    Turnê Steve Grimmett Grim Reaper com Hellish War em Pomerode

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  • BRUNO SANTOS: músico lança versão “Anime Music Vídeo” do single “Balance”

    BRUNO SANTOS: músico lança versão “Anime Music Vídeo” do single “Balance”

    Se preparando para o lançamento de seu primeiro álbum solo, o esperado “The Harmony Of Dissonance”, programado para o mês de outubro, o guitarrista Bruno Santos (Hard N’Dogs, CrashKill) acaba de anunciar uma grande novidade aos seus fãs. O músico acaba de lançar um vídeo no formato AMV (Anime Music Vídeo) para a música “Balance”.

    Bruno falou um pouco mais a respeito da ideia desse novo vídeo: “Já me disseram que está música cairia bem em um filme de ação… então pensei que ficaria ainda melhor em um anime de ação. Dessa forma, criei essa versão AMV (Anime Music Vídeo) de “Balance”, com o foco no personagem Inosuke, do anime Demon Slayer.”

    Você pode conferir o vídeo de “Balance” no formato AMV aqui, a partir do link abaixo. Confira:

    Para acompanhar todas as novidades da carreira de Bruno Santos, acompanhe as redes sociais do músico.

    Site: https://beacons.ai/bdogsantos

    Facebook: https://facebook.com/bdogsantosguitar

    Instagram: https://instagram.com/bdogsantos

    YouTube: https://www.youtube.com/c/BdogSantosGuitar/videos

       

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  • CORPORATE DEATH: novo álbum disponível nas plataformas digitais

    CORPORATE DEATH: novo álbum disponível nas plataformas digitais

    A banda de Death Metal CORPORATE DEATH foi fundada em Jundiaí – cidade interiorana do estado de SP – no ano de 2001, por Flávio Ribeiro (vocal) e Damien Mendonça (baixo e guitarra). Passadas mais de duas décadas de estrada, o grupo lançou em Março deste ano o seu quarto álbum de estúdio – sucessor do aclamado “Reborn”, de 2017 – intitulado “IV: Homines In Bestiales Formas”.

    O disco, mixado e masterizado por Henrique Fioravanti (From Hellcords Studios), é uma cortesia dos selos Rapture Records, Cianeto Discos, Misanthropic Records e Extreme Sound Records, e marca o retorno do vocalista original e membro fundador Flávio Ribeiro, além de contar com as participações especiais de Aline Lodi (Exhortation, ex-frontwoman do CORPORATE DEATH), Laudmar Bueno (War Eternal), Evandro Miranda (Corporal Sores, Vile Existence, Akinetopsia), André Bairral (Fim da Aurora) e José Mantovani (Ayin, Desecrated Sphere, Collapse NR).

    “IV: Homines In Bestiales Formas” já se encontra disponível para audição em todas as principais plataformas de streaming.

    Tracklist: 01 – Mourning Of Angels (com Laudmar Bueno) 02 – Soulkeeper (com Laudmar Bueno e Evandro Miranda) 03 – Tides Of Misery (com Aline Lodi) 04 – Kill The Whore (com Laudmar Bueno) 05 – Silent Despair (com Aline Lodi e Laudmar Bueno) 06 – In The Shadows 07 – The Burden (com André Bairral) 08 – Judgement In Heaven

    Formação: Flávio Ribeiro – vocal e baixo Damien Mendonça – guitarra Rafael Cau – bateria

    Acompanhe todas as novidades do CORPORATE DEATH:

    Facebook: https://www.facebook.com/corporatedeath Instagram: https://www.instagram.com/corporate.death/ Bandcamp: https://corporatedeath.bandcamp.com/ Spotify: https://open.spotify.com/artist/03j7zZnrRzQsU50cleyVS0?si=M3SuShSNSz-WjdIsu-PMWA YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC7kGGUDuADB5L_rKmpUNEtw

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  • OZZY OSBOURNE será avô de filho de SID WILSON, DJ do SLIPKNOT

    OZZY OSBOURNE será avô de filho de SID WILSON, DJ do SLIPKNOT

    Um pequeno “morceguinho mascarado” está prestes a chegar à mansão dos Osbourne. Brincadeiras à parte, Kelly Osbourne anunciou na última quinta-feira (12), que ela e seu namorado, Sid Wilson, DJ do Slipknot, darão um neto ao velho madman Ozzy Osbourne.

    “Sei que tenho estado muito quieta nos últimos meses, então pensei em compartilhar com todos vocês sobre o porquê (disso)”, disse Kelly em uma postagem em seu Instagram, na qual exibe a imagem de seu exame de ultrassom.

    “Estou na lua para anunciar que vou ser mãe. Dizer que estou feliz não basta. Estou em êxtase!”, completou a ex-estrela adolescente do reality show The Osbournes, hoje com 37 anos.

    A notícia da gravidez veio quase três meses depois de Kelly revelar publicamente o seu namoro com o DJ, que até o momento não divulgou nenhuma postagem falando sobre a novidade.

    Quanto ao vovô Ozzy, essa não é a primeira vez que ele recebe esse tipo de notícia em 2022. Em março, seu filho Jack, que também aparecia em The Osbournes, revelou no Instagram que ele e sua noiva, Aree Gearhart, estão esperando o primeiro filho do casal. (Jack é pai de três filhos com sua ex-esposa, Lisa Stelly).

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  • METALLICA em Belo Horizonte (MG) – 12 de maio de 2022

    METALLICA em Belo Horizonte (MG) – 12 de maio de 2022

    Texto: Thiago Prata / Fotos: Denilton Dias

    O Metallica já havia executado com classe e fúria (por mais ambíguo ou antagônico isso possa parecer) a trinca Hardwired, Ride the Lightning e Wherever I May Roam, quando James Hetfield mencionou o fato de estarem na “terra natal do Sepultura”, culminando em gritos e palmas de 54 mil fãs que lotaram o coliseu do futebol mineiro, o Mineirão, na noite da última quinta-feira (12). “Por isso vocês são tão loucos”, arrematou o vocalista e guitarrista do grupo norte-americano, pouco antes da execução de Seek & Destroy, oriunda daquele que é considerado por muitos (ao lado de Show no Mercy, do Slayer, ambos de 1983) o marco-zero do thrash metal (sem contar demos e participações em coletâneas, claro). E juntamente com esse momento específico há um sentido simbólico.

    Lá na primeira metade da década de 1980, o Metallica (e outras bandas conterrâneas e contemporâneas) influenciou diretamente o Sepultura e toda uma cena que efervescia em Belo Horizonte. Seja pelo lirismo, as palhetadas rápidas, as vestimentas ou o puro sentimento emanado daquele então jovem quarteto que não intentava gravar videoclipes e queria cantar e tocar o mais alto possível, os monstros da Bay Area influenciaram os grupos mineiros (e de vários cantos do país). É sintomático ouvir Seek & Destroy quase que como uma homenagem… Ou melhor, uma celebração ali na terra do Sepultura, do Sarcófago, do Mutilator, do Overdose, do Chakal… De toda uma cena que, direta ou indiretamente, o próprio Metallica ajudou a graduar.

    Posto isso, vamos voltar alguns minutos em nossa construção narrativa. Após os brasileiros do Ego Kill Talent e os americanos do Greta Van Fleet (mais abaixo você confere a respeito desses dois shows), os fãs aguardavam ansiosamente a hora em que o Metallica subiria ao palco, prevista para as 21h. E para quem esperou dois anos por conta da pandemia (ou 41 desde o nascimento do grupo ou 33 desde a primeira vinda da banda ao país, em 1989, enfim…), alguns minutos de atraso do início da apresentação não iriam gerar insatisfação (ainda que a ansiedade de muitos estivesse elevadíssima). Mas foi o suficiente para a velha rivalidade do futebol. No local também conhecido como “Salão de Festas” para os atleticanos e “Toca III” aos cruzeirenses, vieram os cânticos de “Galo”, prontamente respondidos pelos torcedores celestes. Tudo de forma sadia, na brincadeira.

    Veio então o hino It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll), do AC/DC, para unir novamente todos no Mineirão em prol do Metallica, o time do coração de milhares ali presentes (inclusive eu): era a senha para a clássica introdução The Ecstasy of Gold, composição do saudoso Ennio Morricone na trilha do filme “The Good, The Bad and the Ugly” (1966). Diferentemente de outras praças, em que Whiplash era (um puta) pontapé inicial do setlist do Metallica, o Gigante da Bay Area subiu ao palco do Gigante da Pampulha com Hardwired, do mais recente trabalho de estúdio Hardwired… to Self-Destruct, de seis anos atrás, o que também não deixa de ser um baita começo – o público curtiu; a banda, idem.

    Os primeiros acordes de Ride The Lightning estremeceram o Mineirão, com o refrão sendo cantado em uníssono, assim como a primeira do “Black Album” (1991) da noite, Wherever I May Roam, quinta faixa do mais bem-sucedido disco do grupo. Aliás, Ride e Black foram os álbuns com mais músicas tocadas nesse show, com cinco, cada.

    Depois de Seek & Destroy, Moth Into Flame era mais uma de Hardwired…, contando com pirotecnia, para o deleite dos presentes, embora não tenha sido recebida da mesma forma que as anteriores. Coube a One conduzir a uma catarse espiritual no estádio, com James, Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) mandando ver. Importante salientar que eram notórios os erros de execução da banda até então, o que não atrapalhava o resultado final, nem o entusiasmo da galera presente. Em seguida, Hetfield, assim como em São Paulo, fez a piada do “se você for ter um bebê, tem um canto aqui do lado”, referindo-se ao parto realizado durante o show da banda em Curitiba, no último dia 7, e arrancando risadas da plateia e ao qual James ainda rotulou como “incrível”. Momento que antecedeu a um discurso de um emocionado vocalista que se dizia “inseguro” em estar nos palcos novamente e que foi ovacionado pelos fãs.

    A euforia tomou conta com Sad But True. Depois, uma “baixa” no ânimo do público (em comparação, logicamente) com a surpresa da noite Cyanide, de Death Magnetic (2008) – gosto é gosto, tem quem aprecie essa música; não é o caso deste que vos escreve, nem de muitos ali no Mineirão. The Unforgiven recolou o Metallica no jogo, e a trinca For Whom the Bell Tolls/Creeping Death/Fade to Black (todas de Ride) foi êxtase sonoro para os fãs mais old school. Antes do bis, Master of Puppets… E esta sempre vai merecer um capítulo à parte.

    A introdução de Master te “obriga” a fazer “air guitar”, “air drum”, “air bass”… E os riffs o convidam para bangear sem parar. Assim como o refrão o faz ficar rouco (se àquela altura você já não estivesse sem voz). O dueto de James e Kirk na parte do meio chegou a arrancar lágrimas, enquanto os telões mostravam imagens das clássicas cruzes dos cemitérios, em alusão à capa do imortal álbum de mesmo nome de 1986. Por sinal, as imagens nos telões ajudavam a criar todo um conceito ao show, como em One, For Whom the Bell Tolls, Cyanide e tantas outras.

    No bis, a parte acústica que inicia Fight Fire With Fire dava indícios de mais um convite ao mosh. Coisa linda ouvir o Metallica executando a primeira faixa de Ride. Interessante notar que o show em BH contou com gratas mudanças no repertório em comparação com outros lugares (felizmente, não tivemos que ouvir nada de St. Anger, algo que São Paulo precisou aguentar com a péssima Dirty Window). O encerramento, no entanto, não abriu espaço para mais novidades. Nem era preciso. Nothing Else Matters (com alguns erros de execução no fim, OK, tá valendo) e a antológica Enter Sandman encerraram uma noite para lá de marcante para todos que foram conferir na “terra natal do Sepultura” os “responsáveis pelo embrião de uma das mais importantes cenas do país e do mundo do metal”. Ou, se você achar que há um exagero quanto a isso, os pais (novamente, ao lado do Slayer) de um gênero que ajudou a cunhar muitas bandas clássicas brotadas em solo verde-amarelo. E isso não é pouco!

    Aberturas

    Por volta das 18h30, a banda brasileira Ego Kill Talent cumpriu muito bem sua função de abertura para os dois grupos norte-americanos. Com uma junção de hard moderno, heavy e grunge, acento pop e flertes com outros estilos, Jonathan Dörr (vocal, ex-Reação em Cadeia), Theo Van Der Loo (baixo e guitarra, ex-Sayowa), Jean Dolabella (bateria e guitarra, ex-Sepultura, Diesel e Udora), Raphael Miranda (bateria e baixo, ex-Sayowa) e Niper Boaventura (guitarra e baixo, ex- PullDown) mostraram muita energia, aquecendo o público. Não faltaram aplausos e gritos efusivos.

    O Greta Van Fleet veio em seguida para uma aula de hard rock. E, sim, aos críticos de que a banda é uma “cópia do Led Zeppelin”, há pelo menos de se reconhecer que foi um show muito bom – para dizer o mínimo. Em promoção ao álbum The Battle at Garden’s Gate (2021), a banda formada pelos irmãos Kiszka – o vocalista Josh, o guitarrista Jake e o baixista, pianista e tecladista Sam – e o baterista Danny Wagner fez um set curto, porém, extremamente competente. Do início com Built By Nations ao encerramento com o hit Highway Tune, destilou uma fusão muito bem-vinda de qualidade técnica, química, diversão e rock’n’roll. Obviamente eles não são o Led Zeppelin (apesar de Jake aludir a Jimmy Page, inclusive com as vestimentas). Mas são o Greta Van Fleet, e cabe a você reconhecer isso.

     

    Em suma, mais uma noite histórica no Mineirão. E que o Metallica, o Greta e o Ego possam voltar novamente a Belo Horizonte. A gente agradece!

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  • GRAHAM BONNET BAND lança novo álbum, “DAY OUT IN NOWHERE”, com brasileiro na guitarra

    GRAHAM BONNET BAND lança novo álbum, “DAY OUT IN NOWHERE”, com brasileiro na guitarra

    Depois de mostrar aos fãs a roupagem moderna e pesada dos singles “IMPOSTER” e “UNCLE JOHN“, chegou a hora da GRAHAM BONNET BAND finalmente lançar o aguardado álbum “DAY OUT IN NOWHERE”, que conta com o veterano brasileiro CONRADO PESINATO, nas guitarras.

    Ouça “Day Out In Nowhere” aqui

    Disponibilizado pela renomada gravadora italiana Frontiers SRL, o álbum é o terceiro da banda do icônico vocalista GRAHAM BONNET, famoso por suas passagens por RAINBOW, ALCATRAZZ, MSG e IMPELLITTERI. Com onze faixas ao todo, “DAY OUT IN NOWHERE” tem produção assinada por CONRADO PESINATO e pela baixista BETH-AMI HEAVENSTONE.

    “Lembra um pouco nossos dois primeiros álbuns e reflete diferentes períodos de minha carreira, só que com uma pegada contemporânea. Estou muito feliz de reunir na Graham Bonnet a minha amiga Beth-Ami e também o grande Conrado Pesinato, que tem um estilo único de tocar guitarra”, diz GRAHAM BONNET.

    Para CONRADO PESINATO, que mora na Califórnia desde 2010 e nesse período já realizou shows com o próprio GRAHAM BONNET e com nomes como MARCO MENDOZA, ex-integrante do THIN LIZZY e WHITESNAKE, o lançamento de “DAY OUT IN NOWHERE” é a concretização de um longo trabalho.

    “Estou muito feliz de finalmente mostrar ao público o resultado de muito trabalho não só como guitarrista, mas também como produtor. Foi um grande desafio, mas a recepção por parte dos fãs e da crítica deixam claro que fizemos um ótimo trabalho”, disse CONRADO PESINATO.

    A formação da GRAHAM BONNET BAND é completada pelo tecladista ALESSANDRO BERTONI e pelo baterista SHANE GAALAAS. Além disso, “DAY OUT IN NOWHERE” conta com participações especiais de artistas renomados, como JEFF LOOMIS (ARCH ENEMY, NEVERMORE), JOHN TEMPESTA (THE CULT, WHITE ZOMBIE), MIKE TEMPESTA (POWERMAN5000), ROY Z (HALFORD, BRUCE DICKINSON) e DON AIREY (DEEP PURPLE, RAINBOW).

    CONFIRA ABAIXO O TRACKLIST DO ÁLBUM “DAY OUT IN NOWHERE”

    1. Imposter 2. 12 Steps to Heaven 3. Brave New World ft. Roy Z 4. Uncle John 5. Day out in Nowhere 6. The Sky is Alive 7. Davidʼs Mom 8. When Weʼre Asleep ft. Mike Tempesta, John Tempesta 9. Itʼs Just a Frickinʼ Song ft. Don Airey 10. Jester ft. Jeff Loomis, Kyle Hughes 11. Suzy

    LINEUP

    Vocal: Graham Bonnet Guitarra: Conrado Pesinato Baixo: Beth-Ami Heavenstone

    Músicos convidados:

    Teclado: Alessandro Bertoni Bateria: Levi Dokus Bateria: Shane Gaalaas Guitarra: Jeff Loomis Violão: Takanori Ozaki Bateria: Kyle Hughes Bateria: John Tempesta Bateria: Mike Tempesta Guitarra: Roy Z Arranjos de orquestra: Shota Nakama e Antonio Teoli

    SOBRE A GRAHAM BONNET BAND

    GRAHAM BONNET BAND conta na sua formação com parceiros de longa data de Graham, com destaque para o brasileiro CONRADO PESINATO nas guitarras. O veterano guitarrista mora na Califórnia desde 2010 e nesse período já realizou shows com o próprio GRAHAM BONNET e com nomes como MARCO MENDOZA, ex-integrante do THIN LIZZY e WHITESNAKE. A formação da GRAHAM BONNET BAND é completada pela baixista BETHAMI HEAVENSTONE, pelo tecladista ALESSANDRO BERTONI e pelo baterista SHANE GAALAAS.

    SPOTIFY – GRAHAM BONNET BAND

    Social Media GRAHAM BONNET BAND: https://www.facebook.com/grahambonnetmusic https://www.instagram.com/grahambonnetofficial/ https://www.instagram.com/bethamiheavenstone/ https://www.instagram.com/conradopesinato/

    Social media THE BRIDGE PRESS: https://www.facebook.com/thebridgepressbr https://www.instagram.com/thebridgepressbr/

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  • MAX e IGGOR CAVALERA comemoram 25 anos do álbum “Roots” com turnê especial na América Latina, acompanhados de DINO CAZARES

    MAX e IGGOR CAVALERA comemoram 25 anos do álbum “Roots” com turnê especial na América Latina, acompanhados de DINO CAZARES

    A partir do mês de julho, os irmãos Max e Iggor Cavalera farão uma turnê comemorativa pela América Latina, celebrando os 25 anos do lançamento do álbum Roots, um dos grandes clássicos do metal mundial e que faz parte da discografia de vida dos irmãos Cavalera.

    O segredo do sucesso do álbum Roots é a mescla de elementos da cultura indígena, da música brasileira e do metal. Algumas das músicas foram gravadas em uma tribo Xavante e contaram com o auxílio dos indígenas nas vocalizações.

    Dino Cazares acompanha os irmãos Cavalera na turnê latino-americana

    Músicos renomados colaboraram com a produção desse projeto que ao fim se transformou em um dos melhores álbuns já lançados na história do metal mundial. Max e Iggor celebrarão este legado de glórias e ainda bastante vivo no coração dos headbangers, com treze apresentações especiais passando por México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Brasil.

    Para tornar esta celebração ainda mais especial, os irmãos Cavalera contarão como convidado especial com o lendário guitarrista Dino Cazares, um dos mais importantes nomes da música pesada. O músico marcou época no começo dos anos 1990 com a criação do Fear Factory, banda de relevância inegável para a renovação do Metal naquela década, e que segue atuante até hoje. Dino Cazares também participou do Brujeria, com quem gravou discos icônicos como Matando Güeros e Raza Odiada, e tocou no Divine Heresy e Asesino. No ano passado, Cazares começou a tocar ao lado de Max Cavalera com o Soulfly.

     

    Confira as datas confirmadas:

    21 de Julho – Monterrey, MEX

    22 de Julho – Mexico City, MEX

    23 de Julho – León, MEX

    24 de Julho – Querétaro, MEX

    26 de Julho – San José, CRC

    28 de Julho – Bogotá, COL

    30 de Julho – Lima, PER

    31 de Julho – Santiago, CHI

    2 de Agosto – Brasília, BRA

    4 de Agosto – Curitiba, BRA

    5 de Agosto – Rio De Janeiro, BRA

    6 de Agosto – Ribeirão Preto, BRA

    7 de Agosto – São Paulo, BRA

    Informações sobre os locais, vendas online e valores serão divulgadas na próxima semana através das redes sociais da plataforma Honorsounds. 

    O álbum Roots, lançado em 1996, representou uma revolução musical dentro do cenário Metal, ao apostar em riffs e afinações mais baixas, amplificando o peso e alicerçando a sonoridade que seria abraçada pelo New Metal logo depois, além do inovador uso de batidas tribais em complemento, referência esta retratada até mesmo na capa do disco.

    O intercâmbio cultural com a tribo dos Xavantes rendeu algo memorável musicalmente e rendeu um aumento no interesse pela cultura indígena pelos fãs do estilo e pelo público em geral.

    Envolvidos com a música pesada desde os anos 1980, Max e Iggor seguem trabalhando com diversos projetos e bandas. O baterista, que se tornou uma referência do thrash metal por sua pegada única e força, além de integrar o time do Cavalera Conspiracy, tem um projeto eletrônico chamado MixHell e o duo industrial Petbrick.

    O guitarrista e vocalista Max Cavalera lidera o Soufly há 24 anos, lançando discos de sucesso e fazendo incessantes turnês mundiais, e recentemente lançou álbuns com projetos como o Go Ahead and Die e Killer be Killed. Frontman único, com uma magnética presença de palco e atitude, Max segue sendo uma das vozes mais icônicas do metal brasileiro no mundo.

     

    Outras informações:

    www.honorsounds.com.br

    @honorsounds
    Foto: Jim Louvau
     

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  • AIRBOURNE anuncia show único no Brasil, em São Paulo

    AIRBOURNE anuncia show único no Brasil, em São Paulo

    Um dos maiores nomes do Rock and Roll na atualidade, o Airbourne retorna ao Brasil para única apresentação. O quarteto australiano se apresenta no dia 28 de agosto, domingo, a partir das 17  horas, no palco da Fabrique Club, em São Paulo. Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto, e também no Manifesto Bar, sem taxa de conveniência.

    O show será uma celebração de um dos mais conceituados bares de Rock do Brasil, o Manifesto Bar, que completa 28 anos de atividades ininterruptas, se tornando um reduto clássico para os admiradores de Rock e Metal. Durante este tempo, o local recebeu fãs de todos os cantos do Brasil e exterior, e também artistas de peso, como membros do Deep Purple, Iron Maiden, Saxon, Manowar, entre tantos outros, que foram curtir a noite no local.

    O Airbourne se destacou logo com o primeiro disco, o visceral Runnin’ Wild (2007), agradando fãs de Rock and Roll direto ao ponto, trazendo similaridades com o AC/DC e outros grandes nomes do Rock and Roll, porém imprimindo uma identidade própria e única em suas composições. Os trabalhos seguintes colocaram a banda nas paradas de diversos países e consolidaram o Airbourne no cenário mundial.

    O grupo é formado pelos irmãos Joel O’Keeffe (vocal e guitarra) e Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Matt “Harri” Harrisson (guitarra). Visitando pela segunda vez o Brasil – após um show explosivo em São Paulo em 2017 – já realizaram shows e turnês ao lado de grandes monstros da música pesada como o Iron Maiden, Mötley Crüe, Motörhead e os Rolling Stones.

    A banda divulga atualmente o mais recente álbum, Boneshaker, lançado pela gravadora Spinefarm Records em 2019, que marcou a estreia de Harrison em estúdio. Mesmo trazendo esta mudança na formação, o grupo manteve a linha dos quatro trabalhos de estúdio anteriores, ao mesmo tempo buscando uma gravação mais orgânica, e obteve excelente retorno dos fãs e da crítica especializada.

    Antes de passar pela América Latina, o Airbourne realiza extensa turnê pela Europa para shows como headliner e passagens por grandes festivais como Download, Hellfest Open Air, Rock the Ring e Rock im Park. Em setembro, embarcam para mais uma excursão pela América do Norte.

    Famosos por suas apresentações enérgicas e poderosas, o Airbourne oferece uma segunda chance aos fãs brasileiros de ter esta experiência única de vê-los em ação ao vivo.

    SERVIÇO Airbourne em São Paulo Data: 28 de agosto de 2022 (domingo) Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda Horário: 17h (portões) Ingressos: R$ 190 (1º lote pista/promocional) Venda online: https://www.bilheto.com.br/evento/755/Airbourne

    Mais informações: www.manifestobar.com.br

    Foto: Martin Philbey/Divulgação

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