Laurence Miranda (vocal e guitarra), Luiz Amadeus (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Niko Teixeira (bateria) se reuniram no Audiolab Extreme Studio, em Taubaté (SP), para gravar um vídeo ao vivo para a música “Priest From Hell”, faixa de abertura do segundo álbum do Faces of Death, “From Hell “(2018). A formação atual da banda paulista de thrash/death metal vem ensaiando com frequência e se apresentará no dia 23 de julho no La Iglesia, em São Paulo (SP). “Além do recente lançamento de um novo single e clipe para mostrar a nossa nova fase com ‘When Calls The Death’, decidimos também gravar uma música ao vivo. Aliás, estamos, incansavelmente, ensaiando para apresentar um show insano no La Iglesia em 23 de julho, quando iremos apresentar o mesmo repertório do vídeo/álbum ao vivo ‘A Drink With The Death’”, revelou Laurence Miranda. “O áudio foi novamente produzido, mixado e masterizado pelo Niko Teixeira, que fez sua estreia com a gente justamente no single ‘When Calls The Death’ e agora mostra sua performance neste ensaio/live”, acrescentou.
Confira o vídeo ao vivo de ‘Priest From Hell’:
Faces of Death ao vivo em São Paulo:
Data: 23 de julho (sábado)
Horário: a partir das 20h
Atrações: Faces of Death, Scars e Deathgeist
Local: La Iglesia
Endereço: Rua João Moura, 515, galpão 6, Pinheiros
Ingressos antecipados em www.clubedoingresso.com/laiglesia
Em outubro de 2021 o Ratos de Porão comemorava exatos 40 anos enquanto gravava o um novo álbum, seu primeiro desde 2014. Neste meio tempo o Brasil passou por um processo de degradação política e social como não se via há décadas.
Se por um lado o país nunca esteve perto de resolver seus problemas estruturais, estes últimos anos trouxeram de volta a fome, a inflação, as ameaças de rompimento com a democracia e, como se não bastasse, uma pandemia.
O resultado de tudo isso foi “Necropolítica”, um álbum conceitual sobre a era Bolsonarista e a ascensão da extrema direita no país. A parte musical por sua vez traz uma revisitação do período crossover da banda no final da década de 1980, época igualmente marcada pela crise e desilusão.
Em mais de 40 anos de carreira, os Ratos conseguiram manter sua essência durante diversas fases. Só na década de 80, passaram pelo hardcore reto de influência americana da coletânea “SUB”, o d-beat nórdico-paulistano de “Crucificados Pelo Sistema” e o metalpunk sombrio de “Descanse em Paz” até chegarem na fórmula que para muita gente definiu mais do que todas a identidade da banda.
Trata-se da trilogia crossover, “Cada Dia Mais Sujo e Agressivo” (1987), “Brasil”(1989) e “Anarkophobia” (1990). Foi quando o Ratos de Porão viveu sua fase de atividade mais intensa e desenvolveu a receita mágica misturando precisão thrash metal, entrega hardcore e letras relatando a realidade nacional em tom hora satírico, hora jornalístico.
Dos anos 90 em diante a banda não parou de evoluir. Seguiu se reinventando a absorvendo novas influências a cada novo trabalho, mas o espírito da trilogia sempre se manteve como a fundação sobre a qual as novas ideias eram construídas.
E eis que agora esta fase gloriosa é revisita e atualizada no que talvez seja o álbum mais emblematicamente Ratos de Porão desde o “Anarkophobia”. E não há momento mais propício para isto.
No final da década de 80 o Brasil vendia o sonho da redemocratização mas entregava miséria, hiperinflação e violência, além de uma epidemia de HIV. Já na última década, a história se repetiu em tragédia e a bonança dos anos 2000 deu lugar a um pout-pourri distópico que trouxe volta a fome e a inflação dos anos 80 alinhada à demagogia autoritária da ditadura e, de gorjeta, a pandemia da Covid-19.
Assim como o punk brasileiro foi filho da repressão do regime militar e o hardcore nos EUA e Reino Unido são resultado das mazelas da era Reagan/Thatcher, o Brasil bolsonarista fertilizou o terreno para “Necropolítica” com o esterco repressivo produzido pelo gado verde-e-amarelo.
O álbum poderia se chamar “Brasil parte 2”. Como no trabalho de 1989, trata-se mais uma vez de um disco conceitual sobre o país, uma ode às mazelas, à decepção e às massas que colaboram de maneira bovina com seu próprio destino de subdesenvolvimento enquanto assistem à decomposição social diante de seus olhos.
A maioria das bandas que duram décadas se contenta em viver das glórias do passado ou, pior, tentar se adequar às tendências do momento. Os Ratos de Porão nunca caíram nestas armadilhas e sempre souberam usar o próprio legado para criar coisas novas. Assim, “Necropolítica” não é um álbum de nostálgico ou retrô. É a reciclagem de um espírito que de repente volta a fazer sentido.
A produção do disco ficou por conta da própria banda no estúdio Family Mob em São Paulo, durante outubro de 2021. A mixagem foi feita em janeiro de 2022 por Fernando Sanches no estúdio El Rocha.
Ratos de Porão no “Kool Metal Fest”
O show de lançamento do Necropolítica acontece no dia 29 de maio, na pesada edição 2022 do Kool Metal Fest. O evento, em São Paulo, terá o Carioca Club como palco, a partir das 14h.
Além do RDP se apresentam a banda austríaca Belphegor e as nacionais Krisiun, Crypta, Nervochaos, Vazio e Cerberus Attack.
Adquira o ingresso antecipado (já no 3º lote) aqui.
CD e vinil colorido:
Necropolítica será lançado no Brasil em CD pelo selo Shinigami (compre aqui) e em vinil pela Fuzz On Discos, com pré-venda a partir desta sexta (13) e entrega a partir de 29 de julho aqui.
O vinil também será lançado na Europa, Japão e EUA, além de CD e vinil na Itália e na também na Argentina. São três opções de cores do vinil: vermelho (500 cópias), transparente esfumaçado (400 copias) e splatter (100 cópias).
Ficha técnica de Necropolítica:
Gravado no Family Mob Studios por Davi Menezes em outubro de 2021
Assistente de gravação: Otávio Rossato
Mixado e masterizado no Estúdio El Rocha em fevereiro de 2022 por Fernando Sanches
Backing vocals Jão, Juninho, Gordo e Rafa Di Sessa
Produzido por Ratos de Porão em São Paulo
Todas as músicas por Ratos de Porão
Letras traduzidas por Pedro Carvalho
Arte e layout por Raphael Gabrio
Revisão e arte final por Rodrigo Chã
Foto: Marcos Hermes
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O guitarrista e fundador do VIPER, Felipe Machado, lança “Primata”, seu segundo álbum solo, com apresentação ao vivo no programa Kiss Club, da Kiss FM. A apresentação será no dia 13 de maio, sexta-feira, a partir das 22h, no estúdio Espaço Som, em São Paulo. O show será transmitido ao vivo pela Kiss FM (92.5 MHz) e no canal oficial da rádio no Youtube. O programa é apresentado por Paul Martins e Rodrigo Branco.
A banda é formada por Felipe Machado (vocais, guitarra), Paulo Rocha (teclados), Fernanda Horvath (baixo) e Alexandre Alja (bateria). O repertório inclui canções do álbum “Primata”, como os singles “Medo do Novo”, “Quinze Anos” e “Na Praia”, além de músicas do primeiro disco do guitarrista, “FMSolo”, de 2015.
“Foi muito legal ver as canções do ‘Primata’ ganharem vida ao vivo, já que o processo de gravação é sempre muito técnico e solitário, sem muita interferência externa. Foi uma experiência incrível perceber como o repertório foi mudando ao longo dos ensaios, um processo orgânico e natural que acontece quando você reúne outros músicos para colaborar. E essa banda é incrível, pois são músicos que não são apenas talentosos em seus instrumentos, mas que injetaram criatividade nas composições”, afirma Felipe. A apresentação no Kiss Club contará também com a participação da Cali, grupo do vocalista Egípcio, ex-Tihuana.
“Primata” é produzido por Val Santos, com mixagem de Val e Mauricio Cersosimo, e masterização de Mauricio Gargel. Além dos três singles mencionados, o álbum traz seis canções: “Deuses e Monstros”, parceria de Felipe Machado e Pit Passarell, conta com a participação do baixista francês Xavier Leblanc, da banda Metrô; “Cinco Minutos” é uma composição de Machado e Yves Passarell; “Alvo”, de Machado e do compositor carioca Alvin L, traz uma nova roupagem para a canção gravada pelo VIPER no álbum “Tem Pra Todo Mundo”; “Elnora”, versão da banda baiana Cascadura, tem solo do guitarrista Fabiano Carelli, do Capital Inicial; “New York City”, a única em inglês, foi composta durante uma temporada de Machado na cidade americana e teve uma versão remix lançada no álbum “FMX”.
Felipe Machado
Músico com carreira reconhecida no Brasil e no exterior, é fundador e guitarrista do VIPER, com quem lançou álbuns como “Theatre of Fate”, “Evolution” e “Maniacs in Japan”, gravado ao vivo em Tokyo. Realizou turnês e gravações pelo Japão, Europa, EUA e América do Sul, e já dividiu o palco de grandes festivais como “Monsters of Rock” e fez aberturas de shows para Metallica, Kiss e Black Sabbath, entre outras. Dividiu o palco com Paul Dianno, ex-Iron Maiden, e Marky Ramone, dos Ramones. Em 2013, o vocalista Andre Matos voltou ao VIPER e a banda fez uma turnê pela América do Sul que culminou com um show histórico no Rock in Rio. Em 2015, lançou o álbum “FM Solo”, primeiro trabalho como vocalista e compositor. Em 2020, DJs de renome internacional remixaram o repertório no disco em “FMX: FMSolo Remixes”. Jornalista e escritor, já passou pelos maiores veículos do país. É Editor de Cultura da revista Istoé e autor de diversos livros, entre eles ‘Um Lugar Chamado Aqui’, premiado como Melhor Livro de 2016 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e “Ping Pong – Um Jornalista pela China Olímpica”, indicado ao Prêmio Jabuti.
O aguardado segundo álbum da banda Matanza INC, intitulado Retórica Diabólica, tem a capa divulgada e ganha finalmente data oficial de lançamento: 10 de junho.
Agora em parceria com o selo Estelita de Recife, o Matanza INC anuncia também o lançamento do primeiro single do álbum, “Tudo Destruído”, dia 27 de maio.
A música terá direito a videoclipe dirigido pelo lendário Eduardo Kurt, que entre outros assina clipes clássicos da banda como “Ela Roubou meu Caminhão”, “Pé na Porta, Soco na Cara” e “Mulher Diabo”.
O Matanza INC conta com os integrantes do Matanza, que havia encerrado as atividades em 2018. O baterista Jonas Cáffaro e o baixista Dony Escobar acompanham o guitarrista, compositor e fundador da banda Marco Donida. O vocalista Vital Cavalcante (ex-Jason e Poindexter) completa o time.
“O material do disco foi desenvolvido durante a pandemia de Covid e respeitando as normas de isolamento social, os arranjos foram todos resolvidos de maneira remota, cada um em sua casa”. Só em novembro de 2021 a banda pode se reunir para ensaios presenciais, um mês antes de entrarem no estúdio High Five em São Paulo para o início das gravações.
Retórica Diabólica é um álbum que não apenas expande fortemente os horizontes musicais da banda como reforça as estruturas de sua identidade melódica. As letras seguem sarcásticas e provocativas, levantando questionamentos sobre a nossa percepção dos problemas do mundo.
Foto: Marcelo Marafante
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Os thrashers cariocas do FORKILL estão lançando um vídeo clipe para a música “The Seed”, que fará parte de seu novo álbum, “Sick Society”. O vídeo clipe foi gravado no Tellus Estúdio em Niterói/RJ e contou com a produção de Felipe Borges (dono do Tellus Estúdio) e imagens de Ramon Melo. Segundo o vocalista e guitarrista Igor Rodrigues, a letra segue uma temática baseada na história e literatura de Shakespeare: “Em “The Seed”, assim como no restante do disco, procuramos abordar temas que possam agregar valor histórico, literário, político e cultural. Acredito na música como uma ferramenta de transformação e compartilhamento de conhecimento.”
Composto de doze faixas e uma bônus track, este será o terceiro trabalho do grupo, que é formato por Igor Rodrigues (guitarra/vocal), Ronnie Giehl (guitarra), Gustavo Nascimento (baixo) e Rodrigo Tartaro (bateria). A arte da capa foi criada por Marcelo DoD. “Sick Society” será lançado em formato físico pela Dark Sun Records, assim como em todas as plataformas digitais. As gravações do álbum foram realizadas no Tellus Studio, com o produtor Daniel Escobar¸ que já havia trabalhado com o FORKILL no álbum “The Sound of the Devil’s Bell” e na regravação de “Killed At Last”, relançada como single em 2021.
Assista ao vídeo clipe de “The Seed”:
Ouça o álbum “The Sound of the Devil’s Bell” no Spotify:
A sexta-feira 13 é considerada sinônimo de má sorte – ou até mesmo de maldição. Mas não se trouxermos isso para o Rock pesado. Afinal, foi numa sexta-feira, 13 de fevereiro de 1970, que os britânicos e o mundo conheceram o icônico álbum homônimo de estreia da clássica banda Black Sabbath, trabalho esse considerado o criador do Heavy Metal. E também numa sexta-feira 13, só que dessa vez de maio e 52 anos depois, que o vocalista, compositor e multi-instrumentista Fabiano Negri lança “ZebathY”, seu mais novo álbum solo em formato físico e digital.
E há uma relação profunda entre este disco e o trabalho de estreia de Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward. Além do Black Sabbath ser a banda preferida de Fabiano Negri, esta é sua primeira incursão solo em um álbum totalmente Heavy Metal. “A ideia inicial era fazer um álbum que buscasse a sonoridade dos primórdios do metal”, comentou Fabiano. Mais que isso, o músico aproveitou para criar um álbum conceitual tratando do preconceito velado que ele identifica contra as mulheres no ambiente do Rock e logicamente do Heavy Metal, em especial nas redes sociais. “Desde o simples ‘não gosto de bandas com vocal feminino’ até o escracho, uma combinação de sexismo, machismo e misoginia”, identifica ele. Assim, a história gira em torno de uma mulher que teve a vida destruída por conta dos preconceitos, entrega-se a vícios e padece com a depressão. Porém, tudo sofre uma reviravolta quando uma entidade oferece um acordo de vingança contra quem causou-lhe tanto mal. O desfecho? Só ouvindo esse trabalho e acompanhando as letras para saber!
Uma história densa como essa, que em alguns momentos se aproxima do horror, merece um som à altura. Assim, o peso predomina por todas as 8 faixas de “ZebathY”. A guitarra bem timbrada de Fabiano (que também gravou vocais e bateria; Ric Parma encarregou-se do baixo) é o fio condutor auxiliada por criativos arranjos de bateria, o que faz com que o trabalho tenha o clima que seu tema exige.
Antecipando o lançamento, três singles já foram divulgados pelo músico, “The Pure And The Damned”, tema que abre o álbum, “The Night Stairway” e “Seven Reasons To Die”,todas com suas melodias e riffs instigantes.
O tracklist de “ZebathY” é:
1- The Pure And The Damned (04:18)Confira em: https://youtu.be/36j3LZdtrKE2- The Night Staryway (05:49)Confira em: https://youtu.be/cRl0t7e1FVE3- Seven Reasons To Die (06:07)Confira em: https://youtu.be/bvskrdVEc_w4- The Universal Builder (04:46)5- Envy’s Lust (04:57)6- Bloody Dawm (04:40)7- Princess’ Stoned Sleep (05:02)8- ZebathY (The Mistress Of Darkness) (08:20)
“ZebathY” foi gravado no Sonic Paw Studio, com a produção conjunta entre Fabiano Negri e Ric Parma, e contou com a participação mais que especial de Ian Pinheiro, filho de Fabiano, que gravou bateria na faixa “Bloody Dawn” e backing vocals em “Princess’ Stoned Sleep”. Arte de capa e encarte são assinados por Wagner Galesco.
Os monstros do Thrash Metal brasileiro SCARS, que completaram recentemente três décadas de fundação, enfim retornam aos palcos com força total após mais de dois anos impossibilitados por conta da pandemia. Batizada como “Violent Tour 2022”, a turnê promoverá o mais recente trabalho de estúdio “Predatory”, lançado via gravadora internacional Brutal Records (EUA/Canadá) em parceria com a Proper Music (Europa) e Voice Music (Brasil) em agosto de 2020, recebendo muitos elogios tanto do público como da mídia especializada por todo mundo.
A “Violent Tour 2022”, que se inicia esse mês no dia 21 de maio, no Caveira Velha, Jandira/SP, já conta com seis datas confirmadas e está prestes a se expandir ainda mais incluindo cidades como Sorocaba, Santos e muitos outras fora de São Paulo. Confira as datas já confirmadas:
21/05 – Caveira Velha, Jandira/SP (com as bandas Necromancia e Mortom)02/07 – 74 Club, Santo André/SP
09/07 – Estúdio 5dois3, Itú/SP
10/07 – Hocus Pocus, São José dos Campos/SP (com a banda Metauro)23/07 – La Iglesia, São Paulo/SP (com as bandas Faces Of Death e Deathgeist)06/08 – Casa Rock, Campinas/SP
Nesse tempo de pandemia, o quinteto paulistano formado por Régis F. (vocal), Alex Zeraib (guitarra rítmica), Ricardo Lima (guitarra solo), Marcelo “Mitché” (baixo) e João Gobo (bateria) não ficaram parados, bem longe disso, produziram muitos videoclipes, participaram de diversos festivais online, shows em formato live, lançaram dois EPs ao vivo por último um Boxset digital comemorativo de 30 anos intitulado “Scars 30 Years – The Singles Collection” contendo 37 faixas nunca lançadas anteriormente. Paralelamente a isso, logo após a flexibilização do uso da máscara no país, voltaram aos ensaios e começaram a desenferrujar a máquina aniquiladora thrash semana após semana para trazer o melhor que a banda têm: suas apresentações brutais e dilacerantes ao vivo!
Vale lembrar que esses shows de retorno serão especiais por serem os primeiros de Ricardo Lima (guitarra) com a presença de público, já que os últimos antes da pandemia ainda contavam com o ex-guitarrista Thiago Oliveira. Ricardo já fez algumas apresentações com a banda em eventos online e sem público, e todos estão disponíveis no canal oficial da banda no YouTube.
“Todos nós do SCARS estamos muito empolgados com esse retornos aos palcos e contando os dias para o primeiro show que será no tradicional Caveira Velha, em Jandira. Será formidável reencontrar todos nossos amigos, fãs, parceiros das casas, técnicos de som e luz, além de voltar a dividir os palcos com grandes colegas nossos do underground como, por exemplo, o Necromancia, Deathgeist, e novos colegas com quem nunca tocamos antes, como o Faces Of Death e o Mortom. Se preparem, pois será violento! Nos vemos na estrada!”, comentou com entusiasmo Alex Zeraib (guitarra)
E as novidades não param por aí! Em comemoração à volta aos palcos, a banda disponibilizou como single a versão de “Ghostly Shadows”, faixa originalmente presente em “Predatory” e lançada unicamente como videoclipe, apresentando também nova mixagem e solos gravados por Ricardo Lima!
Confira “Ghostly Shadows (New Mix)” aqui.
“Nossos ensaios tem sido muito brutais e isso mostra que estamos super bem entrosados, com energia de sobra e prontos para encarar qualquer palco! Tenho certeza que ao final dos shows o público e banda estarão exaustos e, com certeza absoluta, felizes!”, finalizou Ricardo Lima (guitarra).
Aguardem mais datas e mais novidades para breve!
Discografia:“Ultimate Encore” (Split/1994)
“The Nether Hell” (EP/2005)
“Devilgod Alliance” (Álbum/2008)
“Armageddon” (Single) (Digital/2019)
“Silent Force” (Single) (Digital/2019)
“Armageddon On Tour” (Compilação) (Digital/2019)
“The V8 Sessions: Vol.1” (Live) (Digital/2019)
“Predatory” (Álbum/2020)
“The V8 Sessions: Vol.2” (Live) (Digital/2019)
“Scars 30 Years – The Single Collection” (Box Set) (Digital/2021)
“Ghostly Shadows (New Mix)” (Single) (Digital/2022)
Formação:Regis F. – Vocal
Alex Zeraib – Guitarra Rítmica
Ricardo Lima – Guitarra Solo
Marcelo “Mitché” – Baixo
João Gobo – Bateria
Ouça SCARS em:
Bandcamp:https://scarsthrash.bandcamp.comSpotify:https://spoti.fi/3L8SAVUYouTube:www.youtube.com/SCARSTVSoundcloud:https://bit.ly/3yzwQQ4Apple Music:https://apple.co/3yz5kSLMídias Sociais:Instagram:www.instagram.com/scars.thrashFacebook:www.facebook.com/scars.thrashFoto por Márcia Martins
Edição por Johnny Z.
Foto: Márcia Martins / Edição: Johnny Z.
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O Stratosphere Project, projeto do músico, compositor e multi instrumentista, Flávio Brandão, lançou nesta sexta-feira, 13 de Maio, o seu novo single, “Immortal Eyes”, dando o pontapé para o lançamento de seu próximo álbum, “LifeStealing Years”. Composta, produzida e executada pelo próprio Flávio Brandão, “Immortal Eyes” já está disponível em todas as plataformas de streaming e pode ser conferida abaixo:
Para o lançamento de “LifeStealing Years”, Flávio contou com inúmeros convidados nacionais e internacionais, que enriqueceram as composições com suas próprias interpretações e singularidades. O single “Immortal Eyes”, especificamente, contou com a colaboração do músico Ricardo Janke nos vocais.
“Immortal Eyes, composta em 1997, é uma canção de Power Metal inspirada em bandas como Stratovarius, Helloween, entre muitas bandas famosas da época. Eu participei ativamente do desenvolvimento dessa música junto com meus antigos colegas de banda, Igor Thurler, Tácito Reis e Allan Saint’Clair, e rearranjei em 2021 para o lançamento do EP “Lifestealing Years”. A letra fala sobre um ser imortal que se deslumbra com o mundo ao seu redor”.
Enquanto o novo álbum não sai, conheça mais sobre o projeto através dos discos lançados anteriormente:
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Um dos atrativos do canal oficial do Metallica no You Tube é que a banda costuma disponibilizar vídeos com filmagens profissionais de algumas músicas que toca em seus shows por várias cidades por onde passa no mundo. Entre ontem (11) e hoje (12), dia em que faz em Belo Horizonte (MG) o último show de sua turnê pelo país, o Metallica disponibilizou dois vídeos, um para Blackened e outro para No Remorse, filmados em sua apresentação em Porto Alegre, ocorrida no último dia 5 de maio, no Estacionamento da FIERGS.
Assista-os:
O show de Porto Alegre, que foi o primeiro da atual passagem do grupo pelo Brasil, aconteceu dois dias antes de o Metallica tocar no Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR), onde aconteceu um dos episódios mais marcantes de sua longa carreira. A banda já estava perto de encerrar seu show, quando no decorrer do hit Enter Sandman, música de abertura de seu clássico quinto e homônimo álbum – mais conhecido como “Black Album” -, a fã de nome Joice M. Figueiró teve que ser levada às pressas ao ambulatório do local, onde deu à luz a Luan Figueiró. O ocorrido ganhou repercussão mundial e no dia do show da banda em São Paulo, 10 de maio, o próprio James Hetfield ligou para o casal Joice e Jaime Figueiró para parabenizá-los (leia aqui).
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E a novela sobre um possível tributo ao Van Halen continua. Após o ex-baixista do MetallicaJason Newsted revelar que foi chamado por Alex Van Halen para se juntar com à ele e Joe Satriani para um tributo ao Van Halen, e também de o próprio guitarrista confirmar que essa reunião, que inclui David Lee Roth, tem sim sido conversada há meses, agora surge o nome de Michael Anthony na história.
Em entrevista ao The Mitch Lafon and Jeremy White Show, Anthony afirmou que esteve em negociações com seus ex-companheiros Alex e Diamond Dave, porém alega que os planos não foram muito longe. O ex-baixista do Van Halen falou que ficou surpreso ao saber do envolvimento de Newsted, porque ele também estava em conversações sobre essa homenagem ao legado da banda e também do saudoso guitarrista Eddie Van Halen. “A única coisa que foi tipo uma surpresa para mim foi o lance do Jason Newsted quando ele saiu por aí dizendo que o Alex tinha falado com ele no ano passado ou algo assim”, disse Anthony. “O que é interessante, porque eu realmente estava falando em uma teleconferência com Irving Azzoff (ex-empresário do Van Halen), Alex e Dave no ano passado, então eu não sei do que se tratava o lance do Jason”.
Anthony também mencionou Satriani: “Falei com Joe sobre isso, e foi mais, sabe, somente algo falado por cima. Espero que algo aconteça no futuro por aqui. Acho que Joe estava mencionando em algumas das entrevistas que é mais uma celebração da banda e da música o que chamá-la de ‘Van Halen’. Obviamente, Eddie sendo provavelmente a parte mais integral de toda a banda, você não pode realmente chamá-la de Van Halen depois disso”, disse Anthony, acrescentando que Alex ainda “estava de luto” por seu irmão.
Em relação ao seu substituto no Van Halen nos últimos anos da banda, Wolfgang Van Halen, filho de Eddie, que não tem sido incluído nas reuniões sobre esse tal tributo, Anthony opinou: “Ele saiu e tocou com a banda ou algo assim, mas acho que ele está em sua própria música agora, e tenho certeza que em algum momento ele vai tocar algumas coisas do Van Halen, mas no momento eu acho que ele está mais focado em suas coisas. Ele não quer ser conhecido como filho de Eddie Van Halen a vida toda. Ele quer sair e fazer um nome para si próprio, o que eu entendo totalmente”.
Em relação a Joe Satriani, em uma recente entrevista o guitarrista falou da responsabilidade de se envolver nesse possível tributo. “Para mim, era uma perspectiva terrível de fazer algo assim, mas percebi que era algo que seria um verdadeiro trabalho de amor para mim. Fiquei muito honrado de aceitar o desafio”, dando a entender que, de fato, essa reunião será concretizada.
Já o vocalista David Lee Roth foi um tanto quanto polêmico em sua declaração no Van Halen News Desk: “Em minha mente, ‘Van Halen 4k’, na era da COVID, vai precisar de dois de nós para cada posto: Satriani e (Steve) Lukather, Anthony e Newsted, Al ou Tommy Lee (baterista do Mötley Crüe). Provavelmente, a única que poderia fazer meu trabalho hoje seria a (cantora pop) Pink”.
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