Categoria: Roadie News

  • NARNIA: banda sueca anuncia lançamento de “Ghost Town”, seu 9º álbum de estúdio

    NARNIA: banda sueca anuncia lançamento de “Ghost Town”, seu 9º álbum de estúdio

    Por assessoria 

    Vinte e sete anos em uma carreira que continua a crescer, a banda de metal sueca Narnia dá grandes passos em um capítulo emocionante com o novo álbum  ‘Ghost Town’. O quinteto experiente mais uma vez mostra como moldar uma obra-prima com este futuro clássico do metal melódico.

    No nono álbum de estúdio, ‘Ghost Town’Narnia escolheu a cereja do bolo de seu vasto catálogo. Você não pode simplesmente rotular este álbum como um álbum de metal neoclássico ou um álbum de power metal, mesmo que esses elementos estejam presentes. Há também partes que são progressivas, modernas, pesadas ou apenas criativamente diferentes. Mas você pode resumir dizendo que esta é uma peça bem trabalhada de metal clássico e melódico.

    O co-fundador, guitarrista e produtor CJ Grimmark é o arquiteto crucial do som da banda, e também seu principal compositor junto com o co-fundador e vocalista Christian Liljegren e o baixista Jonatan “Jono” Samuelsson. Por meio de letras e melodias bem formuladas, criadas para aprimorar a música, a equipe de compositores explorou novos modos de expressão que estão bem representados em canções como ‘Thief’ , com seu arranjo dramático, imagens carregadas de ansiedade e expressivas e o progressivo ‘Modern Day Pharisees’, uma canção que trata do assunto da hipocrisia.

    A faixa-título, ‘Ghost Town’, foi apresentada pela primeira vez ao animado público ao vivo no Sweden Rock Festival 2022 e agora é uma parte óbvia do set list com sua sonoridade bombástica e refrão para todos cantarem juntos. O coração do NarniaAndreas “Habo” Johansson, faz um trabalho tremendo atrás da bateria, e não poupa energia.

    Martin Härenstam e seus teclados receberam um espaço grande, mas de bom gosto, no disco, e variam em som de sintetizadores vintage a piano de cauda.

    A joia neoclássica do álbum, ‘Rebel’, com um aceno para as primeiras influências da banda, deve agradar aos fãs de longa data. Mas também, músicas mais imediatas, como as que logo agradarão ao público ‘Hold On’, ‘Wake Up Call’ e ‘Alive’. ‘Descension’, por outro lado, é mais progressiva, mas há um fio comum constante e claro ao longo de toda a produção que une as canções de maneira brilhante.

    ‘Out of the Silence’ continua de onde ‘The War That Tore the Land’ (lançada em 2019) parou, como a única balada do álbum. Apresentado pelo vocalista do Saviour Machine, Eric Clayton, que lê a oração do Pai Nosso com sua profunda voz de barítono operístico.

    ‘Glory Daze’ é talvez a música mais pesada do álbum, que também aborda um dos maiores problemas da atualidade: Estresse e correr atrás do vento. Algo que o próprio Liljegren experimentou durante um esgotamento.

     – Músicas diferentes irão agradar a pessoas diferentes liricamente, mas cobrimos uma variedade de tópicos ao longo do álbum, e tenho certeza que as pessoas serão capazes de se relacionar com elas, tanto musicalmente quanto espiritualmente. Algumas dessas músicas se destacam um pouco do nosso repertório anterior, mas sem abandonar nossas influências históricas. Liljegren explica e continua:

    – Este é um álbum com uma mensagem positiva aliada a uma música bombástica. Você não pode ter um sem o outro quando se trata do NarniaLiljegren conclui.

    Letras que fazem refletir aliadas à ampla amplitude musical que a banda possui, aliada a uma produção sólida, é a marca musical do Narnia que percorre todo o álbum.

    Se o último álbum de estúdio ‘From Darkness to Light’ (2019) marcou o caminho, ‘Ghost Town’ é uma sequência mais do que digna com vida própria.

    ‘Ghost Town’ teve sua arte de capa feita por Jani Stefanovic e é produzido por CJ Grimmark, mixado pelo engenheiro de som da banda, Viktor Stenquist, e masterizado por Thomas Piec Johansson. Estará disponível em todas as plataformas digitais, CD e vinil em 10 de março de 2023, em colaboração com Sound Pollution Distribution.

    Tracklist:

    1 – Rebel

    2 – Thief

    3 – Hold On

    4 – Glory Daze

    5 – Descension

    6 – Ghost Town

    7 – Alive

    8 – Modern Day Pharisees

    9 – Out Of Silence

    10 – Wake Up Call

     

    Faça o pré-save de ‘Ghost Town’ na plataforma de sua preferência no link abaixo:

    https://orcd.co/n014

     

    Para contatos, redes sociais, etc:

    https://linktr.ee/narniatheband

     

     

    Narnia é:

     

    Christian Liljgren – Vocal

    CJ Grimmark – Guitarra

    Jonatan Samuelsson – Baixo/Backing Vocal

    Martin Härenstam  – Teclados

    Andreas “Habo” Johansson – Bateria

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  • KING OF SALEM: lançado primeiro disco da carreira da banda

    KING OF SALEM: lançado primeiro disco da carreira da banda

    Por assessoria

    KING OF SALEM lançou neste sábado, 19 de novembro, o seu primeiro álbum da carreira, “Sovereign”, através da MS Metal Records.

    O disco contém 11 faixas e a banda já disponibilizou lyric vídeos de “Before The End“, “He Found Me” e “Column Of Fire”, singles pertencentes ao referido trabalho.

    Confira o track list:

    1 – Call From Heaven (Intro); 2 – Your Name; 3 – Column of Fire; 4 – Follow You; 5 – Before the END; 6 – Redemption; 7 – David; 8 – He Found Me; 9 – The Way; 10 – Death Debt; 11 – Back to the Father.

    Fundada em 2019 por Erick Estrada (guitarra), Samuel Estrada (batería) e Lean Van Ranna (voz) , Daniel Ornelas (guitarra), e o recém agregado, Bruno Escobar (baixo). O quinteto já lançou três singles, “He Found Me”, “Column Of Fire” e “Before The End“, todos pertencentes ao referido disco.

    Para mais informações sobre as atividades da banda, KING OF SALEM e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • CANNON OF HATE: disponibilizado novo álbum nas plataformas digitais

    CANNON OF HATE: disponibilizado novo álbum nas plataformas digitais

    Por assessoria 

    A CANNON OF HATE disponibilizou o seu novo álbum, “Democracia de Plástico“, nas plataformas de streaming.

    O disco também pode ser adquirido em mídia física pelo valor de R$25,00 (frete incluso para todo o Brasil). Pix para pagamento: [email protected].

    O álbum foi finalizado em 2021 e contará com o lançamento de 500 unidades pela gravadora, Desordem Music.

    Para mais informações sobre as atividades da banda CANNON OF HATE e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • OPUS MIND: debut lançado nas plataformas online

    OPUS MIND: debut lançado nas plataformas online

    Por assessoria 

    OPUS MIND lançou o seu primeiro disco, “Human Sins”, nas plataformas digitais através da MS Metal Records e com distribuição da Tratore. A capa do álbum foi feita pelo artista gráfico, Rômulo Dias.

    A introdução do material foi composta por dois ótimos músicos que arranjaram violinos e celloLuiz Fernando Moreira ( @violin_in2 ), violinista de palco e solista há mais de 10 anos, tocou na Orquestra sinfônica MS, na Orquestra Sociedade Lírica Villa Lobos (Campo Grande), professor de música escola Input – São Paulo/SP; e Jaci T. Santos ( @violin_nbrush ) pianista e violinista há 3 anos, professora poliglota de Inglês há mais de 17 anos, formada em Português e Árabe pela USP, artista plástica e professora no CNA há mais de 17 anos.

    O álbum contém a participação especial de dois guitarristas: Valves, excelente guitarrista da banda, Terra Incógnita de Anápolis/GO, no primeiro solo da faixa, “Human Sins“; e Luis Maldonalle, guitarrista virtuoso neoclássico de Goiânia/GO de carreira internacional, no solo da faixa, “The Flight of the Phoenix”, além da participação especial do vocalista, Gabriel Alves da banda, Behind The Horror, de Nova Jersey.

    O trabalho é repleto de músicas que falam sobre a imperfeição humana, teorias sobre a vida, período pandêmico e também sobre fanatismo religioso, mesclando o Power Metal clássico com sonoridades atuais que deram um som diferenciado para a banda.

    Para mais informações sobre as atividades da banda OPUS MIND e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • NANU VILLALBA comenta sua saída da NERVOSA

    NANU VILLALBA comenta sua saída da NERVOSA

    Após o comunicado oficial da Nervosa feito nas redes sociais na última terça-feira (20) sobre a saída de Nanu Villalba, a baterista argentina se manifestou, também em suas mídias. Em seu comunicado a banda havia dito: “Com este post queremos informar aos nossos “fans” e seguidores que Nanu Villalba não faz mais parte da Nervosa por não encontrarmos um acordo em comum”. Explicou a nota, sem informar sobre o que se refere o mencionado acordo. De sua parte, Nanu disse: “Como alguns de vocês já devem saber, não faço mais parte da Nervosa. Eu adoraria poder contar a verdade sobre o que aconteceu, mas: 1) Assinei um contrato que me proíbe falar sobre o que aconteceu; e, 2) Não seria profissional de minha parte revelar publicamente as causas e motivos. Palavras não me vêm para agradecer a cada um de vocês pelo apoio incondicional em tão pouco tempo. O mínimo que mereciam em troca era um ótimo álbum, mas fica para a próxima”.

    Sobre o mencionado álbum, a Nervosa afirmou que apesar da saída de Nanu, isso não afetará a agenda de gravação do próximo trabalho de estúdio. “As composições e pré-produção do álbum continuam normalmente e entraremos no estúdio em 1 mês”. Até o momento, porém, a banda não informou se já tem o nome de quem se juntará a Prika Amaral (guitarra), Diva Satanica (vocal) e Helena Kotina (baixo). Nanu Villalba havia entrado na Nervosa em agosto, para o lugar da baterista grega Eleni Nota, que precisou deixar o grupo para cuidar de um ainda não divulgado problema de saúde.
    Nanu Villalba
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  • CHRIS ADLER explica porque não esteve com o MEGADETH na cerimônia do Grammy em 2017

    CHRIS ADLER explica porque não esteve com o MEGADETH na cerimônia do Grammy em 2017

    Após várias indicações em anos anteriores, em 2017 finalmente Dave Mustaine conseguiu alcançar um grande objetivo de carreira, conquistar um Grammy Awards com seu Megadeth. O lendário grupo americano de thrash metal foi premiado na categoria “Melhor Performance de Metal” com a faixa-título de DystopiaO álbum marcou a estreia de Kiko Loureiro e teve a bateria gravada por Chris Adler, do Lamb of God, que sempre foi fã confesso do Megadeth. Após as gravações, Adler caiu na estrada com o Megadeth, porém em meio a turnê, bem antes da premiação do Grammy, optou por deixar a banda e então passou as baquetas para o belga Dirk Verbeuren, então baterista do Soilwork. E foi com Verbeuren que o Megadeth compareceu à premiação. 

    Em parte da série “My 3 Questions to”, de Jonathan MontenegroAdler foi perguntado sobre o motivo de não ter ido receber o prêmio com a banda. “A cerimônia em si, eu não participei. Essa foi uma decisão boa e mútua, pois Dave e eu concordamos que para Dirk sentir que ele era parte da banda e Dave apoiar isso, ele deveria estar lá. E eu não tive nenhum problema com isso”, admitiu. “Na verdade, fui eu quem recomendou Dirk para o cargo. Então eu achei ótimo. E eles foram legais o suficiente para me enviar o meu próprio (troféu) com o meu nome. Então é uma coisa boa o tempo todo. Claramente, fiquei muito feliz com isso”, disse Adler, mostrando que não havia motivos para ressentimentos. 

    Há dois anos, em entrevista ao Saint Vitus BarAdler relembrou o quão especial foi o momento em que ele foi convidado para tocar em sua banda favorita. “Estou em L.A., estou gravando a bateria (para o álbum VII: Sturm Und Drang, do Lamb of God). Estávamos em turnê em 2005 com o Megadeth. E recebi uma ligação bem cedo na manhã – tipo, seis da manhã. E era o (antigo) técnico de guitarra de Dave Mustaine, um cara chamado Willie G., com quem me tornei um bom amigo ao longo da turnê; um cara legal. E Willie, disse, ‘Ei, seu telefone vai tocar em cerca de cinco minutos, e você deve respondê-lo’. E eu fiquei, tipo, ‘Ok, claro.’. E o telefone toca em cinco minutos, e é Dave. E Dave disse, ‘Ei, gostei da turnê com você. (Rolavam) Boas conversas de vez em quando’. Ele não é um cara particularmente sociável em turnê, mas nós saímos algumas vezes para tomar café da manhã ou algo assim. ‘Eu realmente gostaria de voltar e fazer um álbum bem doentio de thrash, e estou interessado em ter você fazendo parte disso, se você quiser’. E foi um momento tipo ‘câmera escondida’. ‘Está rolando alguma coisa?’. Realmente, foi a banda que mudou minha vida, e agora estou em uma ligação que está prestes a mudar minha vida novamente”. 

    Desde 2020, Chris Adler, que atualmente não toca mais no Lamb of God, tem lançado regularmente uma série de singles com sua nova banda, Firstborne, que, curiosamente, conta com James LoMenzo, do próprio Megadeth, no baixo.

    Megadeth, com Dirk Verbeuren, exibindo sua conquista do Grammy Awards em 2017
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  • NILE toca no Brasil em 2023

    NILE toca no Brasil em 2023

    Lenda do death metal americano, o Nile passará pelo Brasil em 2023. Em show único, o grupo tocará no Jai Club, em São Paulo, no dia 18 de junho.

    Confira abaixo a agenda completa.

    Ingressos podem ser obtidos diretamente com a produtora Dark Dimensions, através do WhatsApp (11) 994697487 ou do email [email protected].

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  • Banda francesa de metal, LOMOR, lança novo álbum, “Perseverance of Sickness”

    Banda francesa de metal, LOMOR, lança novo álbum, “Perseverance of Sickness”

    Por assessoria

    Lomor mais uma vez impressionou ao lançar seu último videoclipe, “The Great Defender”, subliminar e enérgico para acompanhar seu álbum de estreia. Assista ao vídeo da música aqui: 

    Como uma sequência lógica de seu videoclipe de estreia cheio de adrenalina e energia, ‘Psykoz’, lançado em outubro, e “The Great Defender” em dezembro, Lomor finalmente revela seu álbum de estreia, ‘Perseverance of Sickness’. Escute aqui: 

    Menos de um ano após a gravação e mixagem de Sébastien Camhi do Studio ArtMusic (Heart Attack, Akiavel, Impureza, …), Lomor lançou seu primeiro álbum “Perseverance of Sickness”, que permanece na linha de um Old School Thrash misturando Punk ou MetalCore às vezes! O espírito resolutamente “Rock’n’Roll” em palco explode energia e potência, em riffs rápidos e potenciados. Procurando ativamente por um booker, a banda já está trabalhando em projetos de turnê para 2023 na França.

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  • HATE SPECTRUM lança o impactante álbum de estreia Egotrip

    HATE SPECTRUM lança o impactante álbum de estreia Egotrip

    Por assessoria

    Hate Spectrum, banda do vocalista Eder Santana, desenvolveu um trabalho intenso, com diversos lançamentos importantes. Para encerrar o ano em grande estilo e celebrar a ascensão meteórica do grupo, foi disponibilizado em todas as plataformas digitais o álbum de estreia “Egotrip”, com treze faixas.

    O material reúne singles previamente disponibilizados e diversas músicas inéditas, que contam com temas líricos bastante contundentes e música igualmente forte e enérgica. Um exemplo disto é a brutal e veloz “World Demise”, que aborda a iminente destruição do mundo pelas mãos do homem.

    Assista ao videoclipe:

    Já conhecido por suas letras impactantes, o Hate Spectrum entrega músicas como “Lying to Your Face”, sobre governo autoritário, armamentista e desaparecidos políticos vítimas da ditadura; “Promisse Land” fala do período de inquisição e caça às bruxas promovido pela igreja e “BYT (Bite your tongue)” é uma crítica aos coachings, good vibes e ao positivismo ilusório e ineficaz. Outras faixas com forte apelo são “A Nation Built on Blood”, que segundo Eder, é “sobre o descobrimento do Brasil e de como a nação foi construída com base no sangue de escravos. Fala também sobre a resistência dos quilombos, Zumbi e como isso reflete hoje em nossa luta diária para combater o racismo”.

    Ouça o álbum Egotrip: https://open.spotify.com/album/0alPyiH6bN0L8UbGHop0z8

    Outro destaque é a abordagem de “I Can’t Breathe”, que como o nome sugere, é sobre casos de racismo pela polícia: “Ela retrata os momentos finais de angústia de George Floyd, assassinado em Minneapolis, no dia 25 de maio de 2020, estrangulado pelo policial branco. A música também fala sobre outro caso de violência policial que aconteceu no Brasil, como a morte de Genivaldo de Jesus Santos após uma abordagem de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na cidade de Umbaúba, em maio deste ano”, adiciona o vocalista e compositor. Vale lembrar que esta última vítima era um homem negro, diagnosticado com esquizofrenia, que foi torturado e assassinado por agentes da PRF, em uma espécie de câmara de gás improvisada dentro de uma viatura.

    O mundo e sua realidade nos agridem diariamente, e o Hate Spectrum utiliza disto como combustível para rebater e criticar as atrocidades e problemas sociais. Com Egotrip, a banda liderada por Eder Santana leva a música pesada a um novo patamar. Para divulgar o disco, realizarão uma série de shows pelo Brasil nos próximos meses.

    Conheça mais o Hate Spectrum e acompanhe a agenda da banda: @hatespectrum.

    Você pode ouvir o álbum Egotrip gratuitamente no YouTube: http://bit.ly/hatespectrum-egotrip

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  • JUDAS PRIEST | PANTERA – São Paulo (SP)

    JUDAS PRIEST | PANTERA – São Paulo (SP)

    Por Luiz Tosi

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    No último domingo (18), São Paulo recebeu a primeira edição do Knotfest Brasil, festival que traz, além do Slipknot, banda que dá nome ao evento, os veteranos do Judas Priest, a volta do “Pantera” e as bandas Bring Me the Horizon, Sepultura, Trivium, Mr. Bungle, Motionless In White, Vended, Project46, Oitão e Jimmy & Rats. Antes, porém, os bangers paulistanos ganharam de quebra uma apresentação solo Judas Priest, com direito a abertura do Pantera, realizada na quinta-feira (15) no Vibra São Paulo (antigo Credicard Hall).

    Confesso que nunca fui um grande fã de Pantera. Longe de achar ruim, apenas não me faz tanto a cabeça. É um tipo de banda que basta um ‘Greatest Hits’ na minha coleção. De qualquer modo, me colocando no lugar dos fãs, acho que não teria curtido nadinha eles se reunirem usando esse nome. Preferiria que preservassem a “lenda”, adotando um nome-tributo (“Cowboys From Hell” funcionaria bem). Mas enfim, é direito deles.

    Dos membros originais, apenas o vocalista Phil Anselmo compareceu, uma vez que o baixista Rex Brown foi diagnosticado com Covid-19 ainda durante a passagem da banda pelo Chile, e teve que ser substituído por Derek Engemann, companheiro de Anselmo nas bandas The Illegals e Scour; transformando então o “Pantera” numa espécie de “Phil Anselmo & Friends”. Com relação aos membros convidados, Zakk Wylde sempre pareceu a escolha mais óbvia, já que os rumores sobre essa reunião com ele na guitarra datam de 2013, antes mesmo de o baterista Vinnie Paul falecer. A presença de Charlie Benante foi outra escolha previsível e acertada, não só pela suas técnicas “baterísticas”, como também pela relação de amizade de mais de 25 anos entre Anthrax e Pantera.

    A expectativa pela apresentação do Pantera era grande por parte do público, que veio em peso para ver a banda. Pela minha pesquisa “Data-Camisetas”, dá para dizer que o Pantera praticamente dividiu o Vibra SP com o Judas Priest. A banda entrou com A New Level, levando alguns fãs às lagrimas. Ninguém parecia se importar que de “Pantera” mesmo, só tinha Phil Anselmo, e o público realmente abraçou a ideia da volta da banda. Alguns chegaram até a gritar “não acredito que eu estou vendo Pantera”. Acho que vai continuar sem ver, mas deu para entender o ponto.

    Verdade seja dita, a banda fez por merecer a recepção calorosa entregando um ótimo show. O setlist agradou dos mais fanáticos, que cantaram (berraram?) as letras até de faixas menos óbvias como Yesterday Don’t Mean Shit; até os “fãs de Greatest Hits”, como eu. Difícil ficar parado com Becoming, I’m Broken, 5 Minutes Alone e Walk, ou com os hinos Mouth for War e Cowboys From Hell. Também não faltaram homenagens aos irmãos Abbot. “Há um milhão de coisas que eu poderia dizer agora, mas tudo o que vou dizer é que cada nota que tocamos, cada letras e cada melodia são para Vinnie e Dime”, disse Anselmo logo no início do show. No meio do show, um dos momentos mais emocionais, quando os telões um vídeo em tributo aos irmãos, primeiro ao som de Cemetery Gates e, em seguida, com a banda executando Planet Caravan, cover do Black Sabbath.

    O público foi bastante participativo, mas se portou de modo bem comedido. Nada de moshpit, pula-pula e stage dive. Em contrapartida, sobrou celular pro alto, gravando tudinho. Outro detalhe que chamou a atenção foi a presença de Rob Halford ao lado do palco durante grande parte do show do Pantera e parecendo gostar bastante.

    Quanto às performances, não tenho muito embasamento para avaliar o vocal de Phil Anselmo, que costuma ser questionado pelos fãs, mas não achei nada de errado com a sua performance. Pelo contrário, gostei muito. Entendedores, por favor, comentem. Água no chope à parte, Derek Engemann tirou o desafio de letra e entregou uma performance bastante sólida e segura no baixo. Mas o que todo mundo queria ver mesmo era Charlie Benante e Zakk Wylde.

    Benante é um nerd-cdf, como tal, parece ter estudado cada detalhe de Vinnie. Do som de bateria, trigado como o do baterista do Pantera, à interpretação em si, tudo pareceu pensado nos detalhes para levar o público de volta à experiência de sentir a bateria do amigo ao vivo. E aqui o verbo correto é “sentir” mesmo. Aplausos para Charlie. Já Zakk Wylde… bom, Zakk Wylde foi Zakk Wylde. E, como era de se esperar, Zakk Wylde tocando Pantera soa exatamente como… Zakk Wylde tocando Pantera. Ele nem de longe tentou replicar e capturar o som e a pegada de Dime. Não fez questão nenhuma de emular o guitarrista original, abusando dos seus harmônicos e timbres característicos. Ficou interessante, porém, nem sempre funciona. Como Phil, Charlie e Derek executam vocais, bateria, baixo em linhas bem próximas às versões originais, a guitarra de Zakk acabava se destoando como o “elemento diferente” e, às vezes, isso acaba te tirando das músicas. This Love foi um exemplo disso. De qualquer modo, maioria esmagadora dos fãs parece ter aprovado Zakk e essa nova encarnação do Pantera. Sendo assim, quem sou eu para discordar? Vinda longa ao Pantera!

    O intervalo para troca de palco foi extremamente lento, atrasando bastante o início do show do Judas Priest. A nota negativa da noite vai a desorganização, o despreparo e a falta de estrutura do Vibra SP. Uma aula de ineficiência na organização das filas de entrada e orientação do público, além de filas intermináveis nos banheiros (entupidos) e bares que fizeram muitos fãs perderem parte dos shows. E para piorar, ainda durante o show do Pantera a cerveja acabou! Como diria um amigo meu: tétrico.

    Completando 50 anos da sua formação, o Judas Priest tem se mantido vivo e ativo com classe e brilhantismo únicos, mesmo tendo atravessado uma série de turbulências e adversidades que vão de dramas via imprensa entre a banda e o ex-guitarrista K.K. Downing, ao afastamento do guitarrista Glenn Tipton devido a um diagnóstico de mal de Parkinson, passando por um tratamento de câncer de Rob Halford. Sem falar na ideia esdrúxula de sair em turnê com apenas um guitarrista – decisão que foi revista rapidinho, tamanha a reação negativas dos fãs.

    Nessa turnê, os membros originais, Rob Halford (vocal) e Ian Hill (baixo), seguem acompanhados pelos seus fiéis escudeiros, o guitarrista Richie Faulkner e o espetacular baterista Scott Travis. O time é completado pelo produtor da banda (e de tantas outras), Andy Sneap, que dá uma força fazendo as vezes de Glenn Tipton, executando suas partes à perfeição.

    Como já é tradição nas apresentações do Judas, War Pigs, clássico do Black Sabbath, avisa que o show vai começar. A abertura também é uma tradição: The Hellion (gravada) e Electric Eye, faixas de abertura de Screaming For Vengeance, de 1982 e o disco que define heavy metal para 9 em 10 fãs do gênero. O entrosamento de mais de trinta anos entre Ian Hill e Scott Travis resultou em das melhores cozinhas do heavy metal, criando a base perfeita para qualquer guitarrista brilhar. E Richie Faulkner aproveita essa oportunidade como poucos. Esse já está em casa. Mas logo na primeira música, fica claro quem é o dono da noite: que fase maravilhosa essa do Rob Halford. Aos 71 anos de idade, ele transborda confiança e consegue como poucos entender suas fortalezas e seus limites. Rob conhece todos os atalhos e recursos e técnicas e tecnologias à sua disposição para entregar uma performance impecável. Vestido com couro e lantejoulas, ele impressiona em cada detalhe. Não é à toa que ele é o Deus Metal.

    O setlist foi uma ótima surpresa, bem mais voltado para as faixas “straight metal” e quase todo calcado nos anos 80. Após Electric Eye, vem a trinca Riding on the Wind, You’ve Got Another Thing Comin’ e Jawbreaker, que volta ao setlist depois de seis anos. A seguinte é Firepower, faixa-título do mais recente álbum, de 2018 – disparado, o melhor lançamento desde o retorno de Rob Halford para a banda, em 2003. Faixas menos manjadas e algumas surpresas como Devil’s Child, Steeler e Between the Hammer and the Anvil caíram muito bem ao lado de outras mais consagradas como as mid-tempo Turbo Lover e Metal Gods e as bofetadas Screaming for Vengeance e Painkiller. Ainda tivemos uma das minhas favoritas, The Green Manalishi (With the Two Prong Crown), cover do Fleetwood Mac devidamente apropriado pelo Priest ainda nos anos 70 e, no bis, as magnânimas Hell Bent for Leather, com Halford entrando com a sua moto no palco, Breaking the Law e Living After Midnight, o Rock And Roll All Nite deles.

    Cada uma à sua maneira, no fim foram duas apresentações dignas dos nomes que essas duas bandas carregam. Não sabemos se esse Pantera vai durar, assim como não sabemos até quando esse Judas Priest dura, mas, se essa for a última passagem dos dois pelo Brasil, terão deixado uma ótima memória.

    Pantera – Setlist:

    A New Level

    Mouth for War

    Strength Beyond Strength

    Becoming

    I’m Broken

    5 Minutes Alone

    This Love

    Yesterday Don’t Mean Shit

    Fucking Hostile

    Vídeo tributo a Dimebag e Vinnie com trecho de Cemetery Gates

    Planet Caravan (cover de Black Sabbath)

    Walk

    Domination / Hollow

    Cowboys From Hell

    Judas Priest – Setlist:

    Intro (gravada): The Hellion

    Electric Eye

    Riding on the Wind

    You’ve Got Another Thing Comin’

    Jawbreaker

    Firepower

    Devil’s Child

    Turbo Lover

    Steeler

    Between the Hammer and the Anvil

    Metal Gods

    The Green Manalishi (With the Two Prong Crown)

    Screaming for Vengeance

    Painkiller

    Hell Bent for Leather

    Breaking the Law

    Living After Midnight

       

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