Categoria: Roadie News

  • RANKING CREW: edição #11 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    RANKING CREW: edição #11 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 11° episódio, os apresentadores Ricardo Batalha, Daniel Dutra e Leandro Nogueira Coppi listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia do Twisted Sister.

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Twisted Sister nos comentários do vídeo abaixo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    *E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

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  • GEOFF TATE – São Paulo/SP

    GEOFF TATE – São Paulo/SP

    Por Luiz Tosi

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    Enquanto o Queensrÿche caminha em direção ao futuro com o lançamento do excelente Digital Noise Alliance, novo material com o vocalista Todd La Torre, seu ex-vocalista Geoff Tate continua celebrando seu passado. Primeiro, foi tocando Operation:Mindcrime (1988) na íntegra, espetáculo que passou pelo Brasil em 2017 e que, neste ano, chega a uma década em cartaz, agora em celebração ao seu 35º aniversário. Mas como nem só de Operation… vive o legado do Queensrÿche, Tate desta vez criou um show igualmente especial e juntou no mesmo set o antecessor e o sucessor de …Mindcrime, os clássicos Rage For Order (1986) e Empire (1990), ambos tocados na íntegra. A turnê “Rage+Empire” passou por São Paulo (SP) na última sexta-feira (20), no Tokio Marine Hall. O vocalista, que teve sua apresentação na véspera, no Rio de Janeiro, cancelada e substituída por um set acústico, ainda se apresentou em Limeira (SP) no sábado.

    A melhor coisa que aconteceu para o Queensrÿche, que estava definitivamente em uma espiral descendente de álbuns pavorosos, foi se separar de Tate. E vice-versa. A banda segue soltando ótimos álbuns com La Torre no comando, e a opção de Tate por celebrar seus melhores álbuns de estúdio com o Queensrÿche tem sido nada menos que brilhante.

    A abertura ficou por conta dos gaúchos do Marenna, banda capitaneada pelo vocalista Rod Marenna, que está promovendo seu novo álbum, Voyager, que foi lançado em 2022 pela gravadora dinamarquesa Lions Pride Music. Voyager é um álbum irretocável, que combina uma produção extremamente cuidadosa com performances brilhantes por parte de todos os membros. – Spoiler: o álbum está na minha lista de “Melhores do Ano” da Roadie Crew. A minha empolgação com Voyager obviamente gerou grande expectativa para ver o Marenna ao vivo. E eles não decepcionaram, a banda manda bem demais no palco. Marenna e seus parceiros Luks Diesel (teclados), Edu Lersch (guitarra), Bife (baixo) e Arthur Schavinski (bateria) entregam tudo, esbanjando confiança, técnica, energia e (o mais importante) alegria.

    O único ponto baixo foi o desinteresse do público pelo Marenna. Quando a banda subiu ao palco, a casa estava praticamente vazia, com cerca de cem pessoas – se tanto. Mesmo com chuva, muitos preferiram ficar no boteco da esquina do que entrar para vê-los. E dos que entraram muitos ainda estavam pelos bares, fumódromo e área do merchã. Olhem com atenção para o Marenna!

    Às 22h, ao som de Losfer Words (Big ’Orra), obra-prima instrumental do clássico Powerslave (1984) do Iron Maiden, quando Geoff Tate e sua banda se preparavam para entrar no palco, o público melhorou, porém seguiu fraco, chegando a pouco menos da metade da capacidade do Tokio Marine Hall.

    Rage For Order não é um disco “fácil”, por assim dizer. Trata-se de uma obra densa, dramática, sombria e introspectiva. Com Rage…, o Queensrÿche virou Queensrÿche, encontrando a identidade que mudou os rumos do metal ao se transformar em uma das pedras fundamentais do prog metal, pavimentando o caminho para obra-prima do gênero: Operation: Mindcrime. A primeira metade deste álbum é muito forte, com a espetacular faixa de abertura, Walk In The Shadows, as dramáticas I Dream in Infrared e The Killing Words, enquanto Surgical Strike é uma faixa direta, assim como The Whisper e, claro, a atmosférica Gonna Get Close to You, ousado cover de Lisa Dalbello, de 1984, com direito a uma coreografia bem divertida dos membros da banda. A segunda metade do álbum é mais climática, como as espetaculares London e Screaming In Digital. A balada que fecha o álbum, I Will Remember, foi tocante. Mesmo contando com um arsenal de hinos e uma voz acima de qualquer suspeita, Geoff fez questão de se cercar de músicos de altíssimo nível e juntou um timaço, com cara de banda mesmo, e não de apenas um apanhado de ‘hired guns’. Alex Hart Kieran Robertson (guitarras), Danny Laverde (bateria), Jack Ross (baixo) e o brasileiro Bruno Sá (teclados) reproduziram à perfeição não só os sons mas também os climas dos álbuns originais. Nem mesmo o péssimo som do Tokio Marine Hall conseguiu estragar a experiência.

    Tate, que passou por uma cirurgia cardíaca emergencial no meio do ano passado, pareceu leve e descontraído, demonstrando muita felicidade por estar de volta aos palcos. Sua voz continua impecável, combinando técnica e experiência ele chega a arriscar até aqueles agudos inalcansáveis de quatro décadas atrás com muito conforto e segurança.

    Com algumas pausas entre músicas para se dirigir ao público, o vocalista se mostrou bastante comunicativo. Na última, observou que o Queensrÿche estava à frente de seu tempo. E estava mesmo. Rage for Order apontaria para o auge criativo do grupo.

    O intervalo entre os dois sets foi bastante demorado, esfriando o público que já era pequeno. Claro que Tate e sua banda precisavam descansar, mas poderiam ter entretido os fãs com vídeos no telão, como faziam/fazem muito bem bandas como Rush e Dream Theater em suas turnês aos moldes “An Evening With”. Poderiam, por exemplo, ter passado partes do documentário Building Empires, lançado em VHS em 1992, incluindo imagens e depoimentos raros da época; isso deixaria o público no clima. No entanto, bastou a introdução de Best I Can para a empolgação voltar voando. E ficou claro que, apesar do amor e admiração por Rage For Order, a expectativa era mesmo pelo mulltiplatinado Empire, o disco que elevou o Queensrÿche a um patamar que pouquíssimas bandas de heavy metal conseguiram alcançar. A atmosfera mais “pra cima” do disco era sentida por todos, inclusive de cima do palco. Era como se “Geoff Tate Rage” tivesse aberto para “Geoff Tate Empire”.

    Ouvir Rage For Order e Empire consecutivamente em um ambiente ao vivo rapidamente mostra a evolução do Queensrÿche durante esse período. Talvez sabendo que seria impossível fazer outro Operation:Mindcrime, algo que até hoje ninguém, nem mesmo o Queensrÿche, conseguiu, com Empire a banda de Seattle fez um dos maiores discos de hard/metal de todos os tempos: poderoso, acessível, complexo e cativante. Sem as restrições do conceito, eles fizeram com que cada música funcionasse individualmente e não apenas como parte de um todo. Realmente, não houve outro álbum do Queensrÿche como esse.

    Foi divertido ouvir The Thin Line ao vivo. Embora a música seja um pouco lenta, ela tem ótimas melodias e ganhou um toque especial com Tate no saxofone. Então veio Jet City Woman, um dos singles do disco – nesse você podia ver a banda absorvendo a energia dos fãs. Another Rainy Night (Without You) é aquela que faz todos cantarem (mal) a plenos pulmões. A faixa-título foi umas das mais celebradas. Com mensagem forte, ninguém fica indiferente a versos como “Got an AK-47 for his best friend / Business the American way” e “Brother killing brother for the profit of another / Game point, nobody wins”. A reta final de Empire com faixas magníficas de apelo mais comercial como Silent Lucidity, Hand On Heart e a balada Anybody Listening?, caiu legal para aterrissar o público, encerrando maravilhosamente bem uma noite longa – talvez longa até demais, somando-se os dois discos e o intervalo foram quase duas horas e meia de apresentação. Ainda havia tempo para mais uma e a banda voltou para o bis com Eyes Of A Stranger, pérola com o gostinho de Operation: Mindcrime.

    No fim das contas, parece que todos estão felizes, o Queensrÿche rejuvenesceu com a chegada de La Torre e Tate é simplesmente estupendo ao vivo quando revisita os álbuns mais antigos da banda. O Queensrÿche pode continuar sua caminhada em direção ao futuro tranquilamente, pois o seu legado está muito bem preservado. Agora é torcer para uma turnê com a íntegra de Queensrÿche (EP, 1983) e The Warning (1984). Dedos cruzados!

    Setlist Marenna

    1. Voyager
    2. Never Surrender
    3. Pieces Of Tomorrow
    4. Breaking The Chains
    5. You Need To Believe
    6. Wait
    7. Out Of Line
    8. Too Young To Die
    9. Had Enough

    Setlist Geoff Tate

    Rage For Order:

    1. Walk In The Shadows
    2. I Dream In Infrared
    3. The Whisper
    4. Gonna Get Close To You
    5. The Killing Words
    6. Surgical Strike
    7. Neue Regel
    8. Chemical Youth (We Are Rebellion)
    9. London
    10. Screaming In Digital
    11. I Will Remember

    Empire:

    1. Best I Can
    2. The Thin Line
    3. Jet City Woman
    4. Della Brown
    5. Another Rainy Night (Without You)
    6. Empire
    7. Resistance
    8. Silent Lucidity
    9. Hand On Heart
    10. One And Only
    11. Anybody Listening?

    Encore:

    1. Eyes Of A Stranger

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  • CONDENADOS: duo chileno apresenta clipe de ‘Mi Maldición’

    CONDENADOS: duo chileno apresenta clipe de ‘Mi Maldición’

    Após antecipar o novo álbum com o single “Jinete Ácido”, o duo chileno Condenados apresenta o clipe para “Mi Maldición“, segundo single extraído de “El Camino de la Serpiente”, previsto para ser lançado em 10 de fevereiro pela Evil Confrontation Records em CD e nas plataformas de streaming. Embora com uma sonoridade contemporânea e um conceito mais atual, “Mi Maldición” é inspirada no som tradicional do blues rock dos anos 70, de bandas como Pappo, Días de Blues, Wicked Lady, Sir Lord Baltimore e Pentagram.

    “Tentar captar os diferentes planos mentais e capturar um sentimento dentro de uma música em um videoclipe não é fácil. Neste caso, é um convite para entrar nas profundezas da psique humana, deixando para trás todos os medos”, explica o vocalista e guitarrista Fernando Vidal. “Mostramos a jornada rumo à mais profunda escuridão humana, onde residem todas as forças animais e viscerais que nos tornam humanos. Ao mesmo tempo, mostramos a face humana materialista em relação às letras. A inspiração vem das experiências com a própria vida, de uma reflexão profunda que faz a viagem se tornar cada vez mais intensa até chegar ao clímax que vai de acordo com a própria música”, completa.

    Assista ao clipe de “Mi Maldición” em https://youtu.be/NIIlezoQUkU

    “Este videoclipe é uma viagem pelo que é conhecido como ‘a noite escura da alma’, a reviravolta final que qualquer pessoa que queira se tornar autoconsciente deve experimentar. Esse processo interno chamado ‘o trabalho das sombras’ é definido como tornar-se plenamente consciente de nossa escuridão interior para finalmente experimentar a morte final da armadilha do ego que se interpõe entre o que você pensa que é e o que realmente é”, detalha o baterista Matias Moreno.

    Confira o repertório de “El Camino de la Serpiente“, gravado e mixado por Matias Moreno, com masterização a cargo de Benjamín Guerra (Souvenir Studios):

    1. Alma Podrida
    2. El Diablo
    3. Condenados
    4. Jinete Ácido
    5. Mi Maldición
    6. El Carro y la Torre
    7. En el Templo
    8. Humo Negro
    9. La Mano del Destino
    10. El Camino de la Serpiente
    11. Tierra de Cementerio
    12. Lucifer

    O Condenados pratica um som pesado cantado em espanhol que mescla o heavy rock dos anos 70 e o chamado proto heavy metal, combinação que gera intensas emoções entre os fãs do som mais denso e visceral. “Temos como referências bandas como Black Sabbath, Sir Lord Baltimore, Pentagram e outras de proto metal underground dos anos 70. “El Camino de la Serpiente” captura a essência do conceito de rock pesado dentro das mentes de Fernando Vidal e Matias Moreno.

    Contato e mídias sociais: https://linktr.ee/condenadosdoom

    Ouça no Spotify: https://tinyurl.com/mr3hzrr6

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/music/
    www.instagram.com/ase_press/
    [email protected]

  • Morre o radialista LEOPOLDO REY

    Morre o radialista LEOPOLDO REY

    Faleceu na noite de ontem, 20 de janeiro, o radialista Leopoldo Rey, que comandou os programas Rock Show, Rock Sandwich e Reynação, e trabalhou na Kiss FM. Também foi um dos autores do Livro Negro do Rock, uma das primeiras enciclopédias do rock pesado, escreveu para Rock Brigade, Bizz e na editora Som Três.

    Leopoldo Rey iniciou carreira na Rádio Técnica de Atibaia ZYR 95 no começo dos anos de 1960, trabalhou na extinta emissora Excelsior AM e FM, comandando o Programa Rock Show e Rock Sandwich, respectivamente, ao lado do saudoso Kid Vinil, André Barbosa Filho (B. Anderson), Valdir Montanari, Antonio Celso, Mauricio Kubrusly, além do colega de emissora Cleber Machado e o diretor Alberto Curado.

    Comandou o Programa Reynação na extinta 97FM Rock de Santo André (SP), na década de 1980, também foi responsável pela seleção musical e produziu vários programas como o Teen Spirit ao lado de Ciro Bottini nesta emissora e também na Transamérica FM como programador musical novamente em parceria com ele, até a metade da década de 1990 e, posteriormente, na Kiss FM como produtor e programador. Foi colunista das revistas especializadas em Rock como Rock Brigade, Bizz, Som Três, além de escrever críticas, resenhas e colaborações em outras revistas.

    Descanse em paz, professor.

  • TONIC BREED lança clipe de “Fuel the Fire”, com DIRK VERBEUREN (MEGADETH) e BERNT JANSEN (WIG WAM)

    TONIC BREED lança clipe de “Fuel the Fire”, com DIRK VERBEUREN (MEGADETH) e BERNT JANSEN (WIG WAM)

    Da Noruega, o Tonic’s Breed está lançando seu novo videoclipe, para a faixa-título de abertura do mais recente EP, Fuel the Fire. O vídeo apresenta os convidados Dirk Verbeuren (Megadeth/Cadaver) e Bernt Jansen (Artch/Wig Wam).

    Fuel the Fire: uma música que se repete duas vezes com dois finais diferentes, o que se correlaciona com a letra. Um novo começo, digamos assim. Rápida, energética e groovy. Você tem de tudo nesta música com toneladas de riffs. A única raça tônica a incluir blast beats – Dirk Verbeuren é uma fera na bateria!”, diz o fundador do grupo, Patrik K. Svendsen.

    Confira:

    Tonic Breed foi criado em 2006 como um quarteto de thrash completo, que se desfez abruptamente em 2019. Com muita reflexão do membro fundador Svendsen, ele decidiu tomar as rédeas para reinventar a banda e manter sua vela acesa para seu próximo lançamento como parte de seu novo capítulo. O resultado é agora um exército thrash de um homem só, liderado por Svendsen, com o apoio de amigos do metal para dar aos metalheads um thrash cru e enérgico, com elementos melódicos e grooveados.

    Intitulado Fuel the Fire, o EP de quatro faixas foi gravado ao longo de 18 meses com vários engenheiros de som de diferentes países, juntamente com os músicos convidados Dirk VerbeurenBernt JansenBjörn Strid (Soilwork), Martin Skriubakken (Endezzma) e Oliver Palotai (Kamelot).

    “Sendo uma banda completa por treze anos, o Tonic Breed ganhou toneladas de experiência na cena musical. Após a terceira e última separação em 2019, decidi reinventar a banda. Agora opero sozinho como compositor, mas com grande companhia em minhas músicas. Acredito que o EP não vai decepcionar a base de fãs do Tonic Breed. As músicas iniciais estão lá em cima, no beco que eles esperariam”, acrescenta Svendsen.  

    O EP Fuel the Fire do Tonic Breed foi lançado em 22 de julho de 2022 e está disponível em todas as plataformas digitais, incluindo Spotify e Apple Music.

    Tracklist: 1. Fuel the Fire (4:56) ft. Dirk Verbeuren (Megadeth), Bernt Jansen (Artch/Wig Wam) 2. No Rocks on the Scotch (4:11) ft. Björn Strid (Soilwork), Martin Skriubakken (Endezzma) 3. H.E. Antagonist (3:43) ft. Oliver Palotai (Kamelot) (guitar solo) 4. Blood Moon (4:07)

    EP Length: 16:57

    Line Up do EP: Patrik K. Svendsen Convidados: Dirk Verbeuren (Megadeth), Bernt Jansen (Artch/Wig Wam), Björn Strid (Soilwork), Martin Skriubakken (Endezzma), Oliver Palotai (Kamelot)

    Para mais informações:​ ​https://tonicbreed.com​ ​https://facebook.com/tonicbreed​ ​https://instagram.com/tonicbreed

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  • CULTURA TRES lança o novo single, “Proxy War”; assista ao lyric video

    CULTURA TRES lança o novo single, “Proxy War”; assista ao lyric video

    Por assessoria 

    Na última sexta-feira, 13 de janeiro, os metaleiros sul-americanos de longa data CULTURA TRES lançaram o segundo single de seu próximo álbum Camino De Brujos com lançamento previsto para 7 de abril de 2023 via Outono Music/Universal Music nas Américas e Bloodblast no resto do mundo.

    “‘ProxyWar’ é uma mistura grande sonora de thrash e sludge metal psicodélico. Com participação de Paulo Jr. do poderoso Sepultura, essa música foi produzida de forma orgânica e realista. Seu bumbo duplo explode como se viesse dos discos de ouro do Slayer. Sem bateria sampleada, sem apresentações falsas, este é o verdadeiro negócio. comenta o vocalista Alejandro Montoya.

    OUÇA O SINGLE: https://umusicbrazil.lnk.to/CaminoDeBrujos/

    Recentemente, o baixista do SEPULTURA, Paulo Xisto Pinto Jr. passou a integrar a banda.

    Em 2019, depois de saber sobre os planos para um novo Cultura Tres, sugeri ao Ale e ao Juanma que eu me juntasse à banda. A música é muito orgânica. muita influência dos anos 90 e um pouco de hardcore também. Pessoalmente [Neste disco], me inspirei nos baixistas que mais amava nos anos 70, entusiasma-se Paulo Xisto Pinto Jr.

    Mais sobre “Camino De Brujos” Videoclipe oficial de “The World and Its Lies”:

    No estúdio, a banda explorou novas ideias e encontrou um denominador comum. O estilo resultante manteve elementos do passado psicodélico-sludgy, mas incorporou o groove de uma vibe mais orientada para o metal, algo que Paulo trouxe com sua influência do SEPULTURA.

    Então, como deve soar a música pesada sul-americana hoje em dia? A resposta é fácil – basta ouvir Camino De Brujos, um álbum que explora texturas musicais novas e antigas. O poder do thrash metal encontra a estranheza do sludge e a sensação melancólica do rock clássico.

    O título do álbum ‘Camino de Brujospode ser traduzido aproximadamente como Caminho das Bruxas. Você se lembra da pequena história sobre deixar seu subconsciente fazer escolhas artísticas? Bem, este é um dos melhores exemplos: ‘Camino de Brujos’ é a linha principal cantada em cima de um riff lento e incômodo, a música é preenchida com percussão ritual tribal, típica das práticas de magia negra da América do Sul. A frase não só acabou sendo a única letra cantada na música, mas também deu nome e identidade ao álbum”, explica Alejandro Londono Montoya.

    Camino De Brujos será lançado em formato CD e digital. Faça o pre-save do album: https://lnk.to/culturatres_cdb

    Tracklist deCamino De Brujos:

    1. The World and Its Lies 2. Time Is Up 3. Signs 4. The Land 5. Proxy War 6. 19 Horas 7. Zombies 8. De Maracay 9. The Smell of Death 10. Camino de Brujos

    O álbum Camino De Brujos foi gravado por Juan M. De Ferrari Montoya & Alonso Milano Mendoza no AJM Sound Studios, Amsterdam (HOL) e no Reborn Studios, Artesa de Segre (ESP). Alejandro Londono Montoya cuidou da mixagem e da masterização no AJM Sound Studios em Amsterdam. A arte do trabalho foi feita por Damian Michaels.

    CULTURA TRES: Alejandro Londono Montoya – vocal, guitarra Paulo Xisto Pinto Jr – baixo Juan de Ferrari Montoya – guitarra Jerry Vergara Cevallos – bateria

    CULTURA TRES online: www.culturatres.com https://www.facebook.com/culturatres https://www.instagram.com/culturatres https://twitter.com/culturatres https://www.youtube.com/@culturatres https://open.spotify.com/artist/45fLb3bqmql3U2OrFiJhDU

    Conheça Outono Music: https://www.instagram.com/outono.music

    Da esquerda para a direita: Jerry Vergara Cevallos, Paulo Xisto Jr, Alejandro Londono Montoya e Juan de Ferrari Montoya

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  • SUPERNOISE disponibiliza o vibrante single e videoclipe de “Rising Sun”

    SUPERNOISE disponibiliza o vibrante single e videoclipe de “Rising Sun”

    Por assessoria

    Após o estrondoso sucesso do primeiro single, a banda Supernoise volta à cena com o single “Rising Sun“, uma faixa memorável que mostra a força do hard rock com melodia e energia. A faixa, lançada através da parceria Outono Music / Universal Musicestá disponível nas principais plataformas de streaming e o videoclipe, no canal oficial da banda no YouTube.

    Assista ao clipe: 

    https://youtu.be/K1tJ5qNmBao

    Apesar de ser um nome emergente do cenário do rock nacional, a Supernoise é formada por músicos do mais alto gabarito. Preparando os fãs para o lançamento de seu primeiro álbum completo, o grupo disponibilizou em novembro o single “Seven Desires“, e agora, “Rising Sun“.

    Ouça agora o single “Rising Sunhttps://umusicbrazil.lnk.to/RisingSun/

    Antes do lançamento do álbum de estreia, que deve ser disponibilizado ao público no primeiro semestre, a banda lançará outros singles para divulgar o trabalho. O disco contará com onze músicas autorais.

    O vocalista do Supernoise, Cristopher Clark, ganhou destaque no cenário nacional com os holofotes do concurso televisivo X Factor Brasil, no qual se sagrou o vencedor da primeira edição, o que lhe rendeu um contrato com a Sony Music Brasil para um álbum solo. Todavia, ele tem uma carreira muito mais longeva.

    Além disso, integram o grupo os músicos Fernando Prado (guitarra), Helio Leite Cosmo (baixo) e Ricky Machado (bateria), que juntos com Clark formavam a Father Milk Reunion, referência na noite paulistana. Com o advento da pandemia, os amigos de estrada buscaram esperança na música e se uniram de forma virtual e começaram a compor músicas autorais, e assim surgiu o Supernoise, que aposta no hard rock com peso, melodia e técnica. Se prepare para se render a mais nova força do Rock nacional.

    Mais informações: @supernoiseband

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  • ALÍRIO NETTO relança “The Journey So Far” com faixas extras no streaming

    ALÍRIO NETTO relança “The Journey So Far” com faixas extras no streaming

    Por assessoria

    Atualmente em turnê com o Queen Extravaganza na Europa, o ator e cantor Alírio Netto não para de surpreender os fãs com material inédito. Como um presente para aqueles que acompanham a carreira solo do cantor, “The Journey So Far” chega em todas as plataformas de streaming com faixas extras e muitas surpresas.

    Alírio Netto comenta sobre “The Journey So Far”: “Este show foi um marco em minha carreira, onde pude expressar com meus amigos todos os momentos de minha carreira de mais de 20 anos de estrada. Foi um show especial que agora posso liberar para quem curte o meu trabalho”, disse o vocalista.

    Ouça “The Journey So Far”: https://links.altafonte.com/wkybnqx Assista o show:

    “The Journey So Far” foi filmado pela Foggy Filmes, de Junior Carelli e Rudge Campos, e produzido no estúdio Fusão, por Thiago Bianchi. No show, Alírio Netto apresenta músicas de sua carreira solo, Age of Artemis, Khallice, Jesus Christ Superstar, além de músicas com a participação especial do Angra, Livia Dabarian, Fernando Quesada, Junior Carelli, entre outros.

    SOBRE ALÍRIO NETTO

    Alírio é uma das vozes mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco, no estúdio ou atuando em um teatro musical, Alírio causa uma forte impressão com sua voz poderosa, alcance incrível e controle. Atualmente, ele é o vocalista da banda Shaman. “Eu me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.

    Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman como substituto do saudoso Andre Matos.

    Alírio também participou de várias produções musicais de teatro, incluindo o protagonismo de “Galileo” em “We Will Rock You”, a produção musical oficial do Queen. Ele também foi mais tarde anunciado como o vocalista da banda “Queen Extravaganza”, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alírio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman.”

    O ator e cantor também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera live action da Disney. Além disso, Alirio também desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de “Jesus Christ Superstar”. Também atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado o Melhor Ator Principal de 2014 pelo jornal “Estado de São Paulo”. Com isso, as portas se abriram para ele em seu país, onde logo se seguiram as apresentações em alguns dos principais programas de TV do Brasil. Apresentou-se no maior talk show do país, apresentado por Jô Soares, entre vários outros programas de TV como Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu, e também atuou no programa de TV “Good Morning LA” nos Estados Unidos junto com o Queen Extravaganza.

    Mais informações: https://www.alirionetto.com https://www.facebook.com/nettoalirio/ https://instagram.com/alirio_netto https://www.youtube.com/c/AlírioNetto  

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  • TWILIGHT AURA lança faixa inédita, “Sacred Earth”, com letra sobre a ação humana no mundo

    TWILIGHT AURA lança faixa inédita, “Sacred Earth”, com letra sobre a ação humana no mundo

    Por assessoria

    Depois de lançar o álbum “For a Better World” e receber elogios da crítica especializada brasileira, a banda Twilight Aura lança a faixa inédita “Sacred Earth” em todas as plataformas de streaming. Composta por Andre Bastos e com letras Peter Lilley, a faixa é a primeira composição inédita da banda em 2023. “A ideia de fazer e lançar essa música começou com uma conversa com um amigo chamado Peter Lilley, que mora na Inglaterra. Após o lançamento de “For a Better World”, Peter quis conhecer a gente por causa da participação especial de Alessandro Del Vecchio, de quem ele também é muito fã. Começamos a trocar mensagens e desenvolver a nossa amizade”, disse Andre Bastos. Assista lyric vídeo de “Sacred Earth”:

    Ouça “Sacred Earth”https://onerpm.link/666458859417 Com foco na reflexão sobre as consequências das ações dos seres humanos em relação a natureza, temas que puderam ser vistos no álbum “For a Better World”, “Sacred Earth” trás uma sonoridade mais direta e com uma linha melódica muito cativante. “Em algum momento, Peter Lilley disse que havia escrito algumas letras que gostaria que fossem utilizadas em alguma música. Eu pedi e ele me passou essas letras e eu escolhi a “Sacred Earth” por achar que combina bem com a proposta da nossa banda. Fiz a música em cima dessa letra, e achei que estava com um astral tão legal que propus para o pessoal da banda que a gente lançasse como um single assim que ela estivesse pronta”, completou Andre. Mais uma vez, a música foi produzida, mixada e masterizada por Tito Falaschi, que já trabalhou com a banda no álbum anterior. “Fizemos o esquema Twilight Aura de produção de sempre: baterias gravadas pelo Claudio na Austrália, teclados pelo Leo na Inglaterra, eu fiz as minhas guitarras aqui nos EUA, o Filipe gravou os baixos dele no Brasil, onde Rodolfo fez também a parte dele, e a Daísa colocou as vozes no estúdio RMS, do interior de São Paulo, na cidade de Agudos, que já trabalhou bastante com a SoulSpell”, explicou o guitarrista. Sobre a letra, Peter Lilley escreve: “We seem to have been fighting this cause forever and it seems that we will continue to fight it forever. But does forever really last forever. How much time do we really have?” Peter Lilley. A tradução em português seria algo como: “Parece que temos lutado por essa causa desde sempre e que continuaremos nessa luta para sempre. Mas o sempre realmente dura pra sempre? Quanto tempo ainda temos, realmente?”

    Comandada pelo guitarrista Andre Linhares Bastos (ex-Angra e Skyscraper) e completada por Rodolfo Elsas (guitarra), Filipe Guerra (baixo, ex-Skyscraper, Wizards, Preacher e Revenge), Leo Loebenberg (teclados) e Claudio Reis (bateria), a Twilight Aura apresenta como vocalista a experiente Daísa Munhoz, conhecida por seus trabalhos com as bandas Soulspell e Vandroya. “For a Better World” foi lançado pela gravadora Metal Relics e está disponível em todas as plataformas de streaming no Brasil. O álbum tem influências claras de Power Metal, mas atualizado para os tempos atuais. Com isso, a Twilight Aura resgata a energia que o gênero necessita e traz ainda melodias e refrões cativantes. Ouça “For a Better World”: https://onerpm.link/496154494604 Assista videoclipe de “Inner Prison”:

    Assista também “Watching the Sky”:

    Compre “For a Better World”: https://metalrelics.com.br/produto/twilight-aura-for-a-better-world-new-album/ Mais informações: Site Oficial: https://twilightaura.com/ Instagram: https://www.instagram.com/twilight.aura.band/ Facebook: https://www.facebook.com/twilight.aura.band/

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  • WARBRINGER anuncia box “Total War – The Complete Cassette Box Set”

    WARBRINGER anuncia box “Total War – The Complete Cassette Box Set”

    Os thrashers do Warbringer em parceria com a M-Theory Audio, anuncia o lançamento de Total War – The Complete Cassette Box Set agendado para o próximo dia 10 de fevereiro. Coletando todos os seis álbuns da banda americana com faixas bônus em cada uma das mesmas sessões de gravação. Além disso, a caixa inclui cobiçadas gravações demo da banda: Born of the Ruins, de 2005, e One By One the Wicked Fall, de 2006. O material, limitado a 250 cópias, vem alojado em uma caixa de estilo caixa de fósforos camuflada, com patch do Warbringer, adesivo, pin. Já disponível AQUI.

    Abrangendo mais de 15 anos de música, pode-se ouvir e apreciar a jornada iniciada por adolescentes inspirados por suas influências até se transformar em um rolo compressor internacional em termos de gravação e de turnê, abrindo novos caminhos e inspirando uma próxima geração. Oficialmente licenciado da antiga gravadora Century Media e da atual gravadora Napalm RecordsTotal War… introduz cada um dos álbuns da banda  no formato clássico de cada um, com sua própria caixa colorida. E cada álbum incluindo faixas bônus das mesmas sessões, incluindo b-sides e versões cover, totalizando 12 músicas adicionais. 

    “Guerreiros da Estrada! Começando o novo ano “trancado e carregado” e estamos animados em anunciar nossa colaboração com a M-Theory Audio para trazer à você Total War – The Complete Cassette Box Set“, exclama o baterista Carlos Cruz. “Este é um lançamento limitado que você não quer perder, então pré-encomende o seu agora! Nos vemos na estrada!”

    O WARBRINGER continua em turnê em apoio ao seu lançamento de 2020 da Napalm RecordsWeapons of Tomorrow. O lançamento notável prova o verdadeiro domínio de seu ofício e estimulou uma mudança para a frente de todo um gênero – transportando o thrash para uma nova era. Com base em seu ataque internacionalmente aclamado, com Weapons of Tomorrow, o Warbringer apresenta uma abordagem técnica renovada e um foco maior no estilo lírico e vocal único. O disco pega a promessa do lançamento anterior da banda, Woe to the Vanquished, e a leva adiante, apresentando o Warbringer em seu melhor momento.

    Infelizmente, o lançamento do sexto álbum da banda no início da pandemia e das paralisações obrigatórias provou ser difícil para esses obstinados que foram forçados a se sentar fora da estrada por dois anos, voltando aos palcos em toda a América no ano passado, primeiro apoiando a turnê “Beneath the Arise” dos irmãos Cavalera e, em seguida, liderando sua própria jornada com as lendas da Bay Area Heathen e os jovens iniciantes Misfire.

    Em seguida, o Warbringer retornará aos mares a bordo do cruzeiro 70000 Tons of Metal deste ano, antes de alguns shows de crossover do sul da Califórnia se apresentando em 10 de fevereiro em Oxnard com Dead Heat e 11 em  Pomona com Excel e Fueled By Fire. Todos os shows são apenas o aquecimento para suas datas europeias de primavera, onde eles cruzarão o continente se apresentando ao lado de bandas como Evil Invaders e Schizophrenia, da Bélgica, Mason da Austrália e, finalmente, Hellripper da Escócia para as datas do Reino Unido. Com um regresso previsto para Agosto para atuar em prestigiados festivais europeus.

    Formado no final de 2004, o Wabringer passou a ser uma das bandas de thrash metal mais consistentes e bem conceituadas da nova geração. Depois de lançar duas demos, a banda estourou com sua estreia em 2008, War Without End – um disco que ilustra uma energia frenética e agressão que estava ausente do metal há algum tempo. A banda continuou a redefinir seu som em cada um de seus próximos quatro álbuns que definiram a carreira – Waking Into Nightmares de 2009, Worlds Torn Asunder de 2011, Warbringer IV: Empires Collapse de 2013 eWoe To The Vanquished de 2017, seu primeiro via Napalm Records (Billboard – #8 New Artist Albums, #17 Hard Music Albums, #26 Current Rock e #29 Independent Current Albums). O Warbringer reforçou sua lista de apresentações fazendo incansaveis turnês internacionais pelos cinco continentes com artistas icônicos como Megadeth, Exodus, Arch Enemy, Testament, Napalm Death, Iced Earth, Nile, Suffocation, Kreator, Soilwork, Overkill, Sepultura, Hatebreed, Nevermore, Dark Tranquillity e muito mais, e se viu trabalhando com grandes nomes da indústria em cada novo álbum – criando com produtores como Steve Evetts (Symphony X, DevilDriver, The Dillinger Escape Plan), Bill Metoyer (Slayer, D.R.I., Dark Angel), a lenda do thrash Gary Holt (guitarrista, Slayer/Exodus) e Mike Plotnikoff (In Flames, All That Remains, Fear Factory). O quinteto em constante evolução continua a renovar o seu potente conceito a cada ano que passa, sem nunca perder o foco no futuro. 

    WARBRINGER é: John Kevill – Vocal Adam Carroll – Guitarra                                                                                                                                      Carlos Cruz – Bateria Chase Becker – Guitarra Chase Bryant – Baixo Mais informações: FACEBOOK INSTAGRAM TWITTER A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
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