Categoria: Roadie News

  • KIN WAGON: recomeçando do zero em grande estilo em single

    KIN WAGON: recomeçando do zero em grande estilo em single

    Por assessoria

    A banda de Hard Rock KIN WAGON, liderada pelo experiente cantor Lean Van Ranna, músico que já passou por muitas bandas e projetos de renome (inter)nacional, lançou no dia 20 de janeiro em todas as plataformas digitais, através dos selos GL Music/Ingrooves/Universal Music, o single “Return To Zero”, faixa que estará presente no vindouro EP de estreia intitulado “First Arrival”.

    Confira o single “Return To Zero” (feat. Caio Gaona) em https://ingrv.es/return-to-zero-y2c-o

    Guitarras e Sintetizadores por Yuri Donatti Arranjos vocais e letras por Yuri DonattiLean Van Ranna e Carlos Nogarolli Arranjos de teclados por Nilver Pérez e inserções por Yuri Donatti

    Produzido por Yuri Donatti e Lean Van Ranna, mixado e masterizado por Anderson Sherman“Return To Zero” tem uma sonoridade como uma espécie de elo perdido entre o Hard Rock americano e o europeu, marcando uma nova fase musical para a KIN WAGON. Acompanhando o lançamento do single, um vibrante lyric video foi criado pelo artista gráfico Ricardo Janke, que também assina a bela arte da capa do single, trazendo imagens do clássico filme Top Gun: Ases Indomáveis (1986), com Tom Cruise.

    Assista “Return To Zero” (Lyric Video feat. Caio Gaona):

    https://youtu.be/1SANSLFIGtc

    Um dos grandes destaques em “Return To Zero”, e consequentemente dos próximos lançamentos, é o baterista Caio Gaona. Profissional há mais de 15 anos, é idealizador do projeto Geek Batera, na qual tornou-se uma referência no meio Geek. Seu trabalho é extremamente reconhecido por compositores de trilhas sonoras de Hollywood, EUA, graças a seus incríveis covers de bateria em seu canal no Youtube, chegando inclusive a tocar na CCXP e no Cinematographo Guardiões da Galáxia no MIS (Museu da Imagem e Som, em São Paulo). Recentemente foi convidado para gravar a bateria em uma nova trilha sonora oficial da DC Comics!

    A relação das faixas de “First Arrival” é: “All I Want”“Return To Zero”“Sunrise Will Shine”“New Dawn” e “Promised Land”.

    “Queremos trazer nessa nova fase uma sonoridade com altas doses de energia e alto astral e, principalmente, dar aos ouvintes sensações de alegria e otimismo em mensagens positivas de vivências cotidianas, autoajuda, sempre realçando o dom da vida e ressaltando ser eterna assim como o amor ao próximo”, comentou Lean Van Ranna.

    Os próximos passos da KIN WAGON serão lançar todas as outras faixas como singles avulsos, todos com suas próprias artes gráficas exclusivas e, logicamente, finalizar e lançar o tão sonhado álbum completo, cujo processo de produção já está bem avançado. O Hard N’ Heavy da KIN WAGON prima por abranger influências e referências clássicas, sem perder a qualidade técnica e a coerência musical do estilo sem se prender a rótulos, proporcionando aos ouvintes verdadeiras sensações instigantes de déjà-vu e muito alto astral.

    Mais Informações:

    Formada por Lean Van Ranna (King Of Salem, Excalibur, Auryah, Menahem, A Taste Of Freedom, Masterful, Melodius Deite, etc) em 2020 sob o nome Road To Prize, priorizava uma sonoridade mais voltada para o AOR e Melodic Rock, chegando a lançar o single “All I Want”, em 2021, antes de entrar num curto hiato. No ano seguinte retornou as atividades como KIN WAGON, trazendo uma nova formação e, principalmente, uma sonoridade mais pesada e calcada no Hard N’ Heavy, Glam Metal, até pitadas de Blues, sem deixar suas raízes do Hard Rock e AOR dos anos 80 e 90 de lado.

    Atualmente radicada em São Paulo, mas com renomados integrantes vindo também do Rio de Janeiro, Curitiba e Peru, a KIN WAGON é formada por Lean Van Ranna (vocal), o experiente músico peruano Nilver Pérez (teclado, sintetizadores, Revlin Project, Solo), Anderson Sherman (baixo), Caio Gaona (bateria, Toth, Geek Batera, Triscore, ex-Tuff) e agora Johnny Moraes (guitarra/Hevilan/ex-Warrel Dane/ex-Pastore), substituindo Yuri Donatti (Demach) que deixou a banda recentemente por motivos particulares.

    Para fãs de: Whitesnake, Dokken, Def Leppard, Journey, Survivor, Bon Jovi, Eclipse, H.E.A.T.

    Ouça KIN WAGON em:

    Spotify: https://sptfy.com/kinwagon Deezer: https://bit.ly/kinwagon Amazon: https://amz.run/6Jf7 Apple Music: https://apple.co/3XyCRpC

    Mídias Sociais/Contato:

    Facebook: https://www.facebook.com/kinwagonofficial Instagram: https://instagram.com/kinwagonofficial Youtube: https://www.youtube.com/kinwagon E-mail: [email protected]

    Fotos por Ricardo Janke

    JZ Press “Sua arte em evidência!” E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/jzpressassessoria Instagram: www.instagram.com/jzpressassessoria

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  • Morre DAVID CROSBY, vocalista e fundador do CROSBY, STILLS & NASH e do THE BYRDS

    Morre DAVID CROSBY, vocalista e fundador do CROSBY, STILLS & NASH e do THE BYRDS

    David Crosby, vocalista, compositor e fundador das bandas de folk rock Crosby, Stills & Nash e The Byrds faleceu aos 81 anos. A confirmação foi dada à Variety através da esposa do músico, Jan Dance, que não informou a causa da morte.

    Diz o comunicado:

    “É com grande tristeza, depois de uma longa doença, que nosso amado David (CrozCrosby faleceu. Ele estava amorosamente cercado por sua esposa e alma gêmea, Jan, e seu filho, Django. Embora ele não esteja mais aqui conosco, sua humanidade e bondosa alma continuarão a nos guiar e a nos inspirar. Seu legado continuará a viver através de sua música lendária. Paz, amor e harmonia para todos os que conheceram Davi e aqueles que ele tocou. Sentiremos muito a sua falta. Neste momento pedimos gentilmente respeito e privacidade enquanto sofremos e tentamos lidar com nossa profunda perda. Obrigado pelo amor e orações”.

    David Crosby era filho de Floyd Crosby, diretor de fotografia vencedor do Oscar da categoria por “Tabu”.

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  • METALLICA apresenta “Screaming Suicide”, nova música e clipe do próximo álbum, “72 Seasons”

    METALLICA apresenta “Screaming Suicide”, nova música e clipe do próximo álbum, “72 Seasons”

    Após explorar bem Lux Æterna, o Metallica apresenta nesta quinta-feira (19) o segundo single e videoclipe de seu próximo álbum de estúdio, 72 Seasons. Trata-se de Screaming SuicideJames Hetfield falou a respeito da nova música:

    Screaming Suicide aborda a palavra tabu do suicídio. A intenção é comunicar sobre a escuridão que sentimos por dentro. É ridículo pensar que devemos negar que temos esses pensamentos. Em um ponto ou outro, acredito que a maioria das pessoas já pensou sobre isso. Enfrentá-lo é falar o não dito. Se é uma experiência humana, devemos ser capazes de falar sobre isso. Você não está sozinho.”

    Hetfield também falou sobre o novo clipe: “Há um novo vídeo dirigido por Tim Saccenti também! Trabalhamos pela primeira vez com Tim em Lux Æterna e ficamos tão impressionados que pedimos a ele que voltasse para a segunda rodada”.

    Confira o vídeo:

    72 Seasons estará disponível em 14 de abril de 2023 através da Blackened Recordings, de propriedade da própria banda. Produzido por Greg Fidelman com os membros fundadores James Hetfield e Lars Ulrich, e com mais de 77 minutos, o álbum de 12 faixas, 11° de estúdio, é o primeiro de inéditas desde HardwiredTo Self-Destruct, de 2016. Pré-encomendo o álbum aqui.

    Confira o tracklist de 72 Seasons

    72 Seasons

    Shadows Follow

    Screaming Suicide

    Sleepwalk My Life Away

    You Must Burn!

    Lux Æterna

    Crown of Barbed Wire

    Chasing Light

    If Darkness Had a Son

    Too Far Gone?

    Room of Mirrors

    Inamorata

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  • TONY DOLAN relembra sua entrada no VENOM em 1989 e revela a condição que impôs para estar na banda

    TONY DOLAN relembra sua entrada no VENOM em 1989 e revela a condição que impôs para estar na banda

    Quando o Venom lançou seu álbum de estreia, Welcome to Hell (1981), rapidamente se tornou uma das referências mais cultuadas para aqueles que se enveredavam para o lado obscuro da música pesada. Com o álbum seguinte, Black Metal (1982), Cronos (baixo e vocal), Mantas (guitarra) e Abadon (bateria) simplesmente deram a luz à um novo gênero, que acabou sendo batizado com o mesmo nome do disco. O trio britânico parecia indestrutível, no entanto, em 1988 Cronos saiu para seguir carreira solo e a banda recrutou Tony “Demolition Man” Dolan, do Atomkraft. Na nova edição da ROADIE CREW (#272), falamos com Tony Dolan, que, acompanhado por Mantas, hoje divulga There’s Only Black, segundo álbum do ‘outro’ Venom, o Venom Inc.. Além de falar do novo disco, Dolan relembrou sua entrada no primeiro Venom, em 1989. 

    “Foi uma época interessante”, disse Dolan ao repórter Valtemir Amler. “Eu tinha o Atomkraft desde 1979 e aos poucos fomos criando um bom nome. Acho que nosso melhor momento foi em 1987, quando excursionamos pela então chamada Cortina de Ferro, o Leste Europeu. Aquela turnê foi grande, corremos a Europa com Exumer e Nasty Savage. Foi uma experiência intensa e essas coisas cobram um preço mais alto de algumas pessoas. Ao finalizarmos aquele giro, nosso guitarrista (Rob Mathew) resolveu sair. Pouco depois, o vocalista Ian Swift também decidiu pular fora, então as coisas estavam estranhas. Por um lado, tínhamos lançado um bom álbum (Future Warriors, 1985) e feito uma ótima turnê; por outro, metade da banda tinha pulado fora. Fiquei decepcionado e resolvi tirar um tempo pra mim, longe da música. Algumas semanas mais tarde, recebi uma ligação dizendo que Abaddon do Venom e Eric Cook, que era o agente da banda, queriam me encontrar em um pub para conversar.

    Dolan completou dizendo que não imaginava o que estaria por vir: “Achei que seria uma conversa entre amigos, uma espécie de atualização sobre o que nossas bandas estavam fazendo, essas coisas. Bem, eu falei sobre minhas experiências com o Atomkraft e tudo que eles falavam era sobre o quanto Calm Before the Storm (Venom, 1987) havia sido ruim e sobre Cronos ter deixado a banda e partido para os EUA levando os guitarristas (Mike Hickey e Jimmy Clare). Ao mesmo tempo, eles contavam, o Venom tinha a oportunidade de lançar três novos álbuns com a Music for Nations, que tinha se tornado um selo importante ao lançar o EP Jump in the Fire, do Metallica (1984). Então, Abaddon me disse: ‘Precisamos de um novo baixista/vocalista, alguém que conheça as nossas músicas, que saiba tocá-las e que não tenha medo de sair em turnê e encarar o nosso público. Então, estamos pensando em quem poderia fazer um bom trabalho”.

    Mesmo com essa deixa, Dolan garante que ainda não havia se tocado de que ele era a pessoa ideal na visão dos membros remanescentes do Venom: “Eu estava tocando guitarra no Atomkraft e nem imaginei que estivessem falando de mim (risos). Comecei a pensar em pessoas que conhecia e fui sugerindo o que me vinha à mente. No fim das contas, eles cansaram e disseram: ‘Olha, só existe uma pessoa que conhece essa banda o suficiente, que é amigo o suficiente para estar ao nosso lado e essa pessoa é você!’ Tudo que consegui dizer naquele momento foi ‘puta merda!’ (risos gerais)”.

    Dolan revelou que sua reação naquele momento foi positiva, mais antecipou que impôs uma condição para entrar na banda: “Me senti honrado e tranquilo com aquele convite, pois nunca me vi como o cara que estava entrando no Venom para substituir Conrad (Lant, o popular Cronos). Se fosse esse o caso, nunca teria aceitado e jamais roubaria o trabalho de um amigo. Conrad estava com sua própria banda, fazendo sua música, e então fui convidado para o Venom. Eles eram meus amigos, eu amava a música deles e eles precisavam de mim para seguir adiante. Então, por que diabos eu não entraria na banda dos meus amigos? Ainda assim, impus uma condição, e jamais teria feito isso se ela não fosse atendida”.

    E o vocalista/baixista esclareceu qual foi a condição imposta: “Deixei claro que me uniria ao Venom se Mantas estivesse na banda, caso contrário, eu estava fora. Eles já haviam conversado com ele antes e Mantas disse algo como ‘nem fodendo’. Eric pediu que tentasse convencê-lo a mudar de ideia. Fui até Mantas, pedi que ele voltasse para o Venom e a resposta dele foi: ‘Só volto se você vier comigo.’ E respondi: ‘Eu vou estar, pois essa foi a minha condição para entrar na banda, que você estivesse ao nosso lado.”

    Você pode conferir a entrevista completa do Venom Inc. na nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #272 ou para fazer a sua assinatura, acesse o site https://roadiecrew.com/roadie-shop ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

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  • BILLY SHEEHAN revela quais são os três álbuns mais importantes de sua carreira

    BILLY SHEEHAN revela quais são os três álbuns mais importantes de sua carreira

    No aguardo do lançamento do terceiro álbum de estúdio de sua banda The Winery Dogs, o mestre das quatro cordas Billy Sheehan concedeu entrevista ao canal Sonic Perspectives, onde falou não apenas de III, que estará disponível no próximo dia 3 de fevereiro, como também dos álbuns que mais impactaram sua carreira.

    Sobre o novo álbum do The Winery Dogs, supergrupo de hard rock que é completado por seu ex-parceiro de Mr. Big Richie Kotzen e pelo multibandas Mike PortnoySheehan aceitou a comparação do entrevistador de que soa como uma mistura dos dois discos anteriores, The Winery Dogs (2013) e Hot Streak (2015). “Ouvi Mike descrever o disco dessa maneira desde o início, então acho que você está bem alinhado com o que é o nosso sentimento sobre ele. Sim, é uma espécie de combinação de ambos, você sabe que é bom no segundo álbum ver o quão longe poderíamos passar da linha e coisas assim, e algumas coisas legais nesse disco que eu amo, mas o primeiro disco do Winery Dogs é um dos meus discos favoritos de todos os tempos”.

    Aproveitando o gancho, Sheehan revelou quais são seus três álbuns favoritos da carreira: “Eat ‘Em and Smile (1986 – David Lee Roth), Lean Into it (1991 – Mr. Big) e o primeiro disco do Winery Dogs foram discos importantes na minha vida e carreira, e simplesmente o disco do Winery Dogs realmente significou muito para mim”.

    E por falar em The Winery Dogs, a banda retorna ao Brasil em abril e tocará, respectivamente, no Rio de Janeiro (27), Curitiba e em São Paulo (30), onde será uma das atrações do segundo dia da primeira edição do festival alemão “Summer Breeze”, que acontecerá no Memorial da América Latina.

    Mais informações sobre o Summer Breeze Brasil, acesse http://www.summerbreezebrasil.com/

    Confira a entrevista completa de Billy Sheehan ao The Sonic Perspectives:

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  • INSOMNIUM estreia novo single, “The Witch Hunter”

    INSOMNIUM estreia novo single, “The Witch Hunter”

    Por assessoria 

    No próximo dia 24 de fevereiro, os melancólicos headbangers finlandeses do Insomnium lançarão o seu 9° álbum de estúdio, Anno 1696, através da Century Media Records. Baseado num conto de Niilo Sevänen (bass/vocals), Anno 1696 é tecido com dor e os últimos vestígios de esperança. Como uma prévia deste próximo álbum, o novo single, The Witch Hunter, está disponível aqui; O vídeo visualizer, criado por David Minall//Cloud Music Typography, você confere agora:

    O guitarrista Markus Vanhala comenta a faixa: “É um bom exemplo de uma canção que cresce e encontra as suas próprias asas durante o processo de estúdio. Definitivamente, tem um toque cinematográfico; o enredo precisa da essência da viagem em frente. Na verdade, fiz uma demo vocal em finlandês para esta canção, lendo e gritando a história de Niilo, mas apenas mantive o nome e o traduzi de ‘Noidanmetsästäjä’ para inglês. Mas essa é outra história e uma versão secreta que os ‘forasteiros’ nunca encontrarão.” (risos)

    O baixista/vocalista Niilo Sevänen acrescenta: “Esta é uma composição de Markus Vanhala; não soa realmente como o arquétipo da canção Insomnium e tem alguns elementos muito interessantes. Na minha opinião, é uma das canções que mais melhorou no estúdio, e tornou-se um dos singles. Liricamente, ainda conta a história do ponto de vista do Caçador de Bruxas”.

    O guitarrista Ville Friman conclui: “Para mim, esta canção tem um forte toque cinematográfico, e posso facilmente viajar para a história na minha cabeça quando fecho os meus olhos”.

    Pré-encomenda Anno 1696 como 2CD Artbook Edition, 2LP+CD gatefold com gravação do lado D, 2LP gatefold (apenas nos EUA), caixa de jóias em CD ou álbum digital aqui: https://Insomnium.lnk.to/Anno1696. Vídeos de singles anteriormente lançados também podem ser vistos abaixo:

    White Christ (feat. Rotting Christ’s Sakis Tolis):

    Lilian:

    Insomnium online: www.insomnium.net www.facebook.com/insomniumofficial www.instagram.com/insomniumofficial www.twitter.com/insomniumband

    Foto: Terhi Ylimäinen

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  • BLACK PRIEST revela segundo single do álbum de estreia

    BLACK PRIEST revela segundo single do álbum de estreia

    Por assessoria

    O grupo niteroiense de heavy metal Black Priest, formado pelo vocalista Vinicius Libânia (The Priest), o guitarrista Raphael Ribeiro (The Spectre), o baixista Gg Neto (The Evil) e o baterista Phill Drigues (The Healer), dá uma prévia do álbum de estreia, “Fatal“, com o lançamento do single “Predator’s Lust“, com temática inspirada no livro “Lady Killers: Assassinas em Série“, de Tori Telfer. Assim como ocorreu na produção do EP “The Soul Scar” (2021), a música foi gravada, mixada e masterizada por Franklin Vilaça no FK estúdio, em Niterói (RJ).

    Enquanto não sai o videoclipe, que será lançado no início de abril, confira “Predator’s Lust” em 

    https://youtu.be/Aa_aLJ3lryI

    “Assassinato e loucura colidem em ‘Predator’s Lust’, o nosso mais novo single, que fará parte do repertório do álbum ‘Fatal’. A música não fala especificamente de um dos vários contos do livro, mas da coletânea como um todo, que traz inúmeros casos de mulheres assassinas ao longo da história”, explica Vinicius Libânia (The Priest). “Em nosso caso, a letra conta a história de Margot, uma psicopata que seduz seus amantes, os arrasta para a morte dentro de sua própria casa e ainda conta com a ajuda da família para ocultar os corpos”, acrescenta o vocalista.

    O primeiro full-length da banda, “Fatal”, programado para sair até o mês de abril, sucede o EP “The Soul Scar”. “Após o EP nós buscamos experimentar novas sonoridades, mas sem perder a sua essência do doom e do metal clássico. Raphael Ribeiro traz alguns riffs com a pegada prog da Stone Frame, sua banda original, e Phill Drigues contribuiu com sua agressividade nos pedais duplos característicos de suas influências do thrash metal e do metalcore”, conclui o baixista Gg Neto.

    Ouça nas plataformas de streaminghttps://ditto.fm/predators-lust

    Mídias sociais: Instagram: https://instagram.com/blackpriest_banda Facebook: https://www.facebook.com/bandablackpriest/

    E-mail: [email protected]

    Imprensa – ASE Music: http://www.asepress.com.br/music/ www.instagram.com/ase_press/ [email protected]

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  • CRS (Cirrosis), banda de death metal do México, explora novos horizontes melódicos com “The Failure”

    CRS (Cirrosis), banda de death metal do México, explora novos horizontes melódicos com “The Failure”

    Por assessoria 

    CRS é uma banda de Death Metal de Sonora, México, formada em 1991 sob o nome de Cirrhosis. Atualmente é formado por Francisco “Chucky” Oroz, Sir OZ, Hideki Inukai, Octavio Ramírez e Kello González. Pela sua habilidade técnica e pela incorporação de elementos progressivos e solos melódicos, CRS rapidamente ganhou notoriedade no cenário local e nacional. Suas apresentações ao vivo foram caracterizadas por sua intensidade e fúria, logo se tornando uma banda cult.

    Em 2022 assistimos ao regresso dos CRS aos palcos depois de mais de vinte anos. Da mesma forma, assistimos à inclusão dos já referidos Inukai e González na segunda guitarra e baixo, respectivamente, consolidando a formação formal do que muitos conhecem como Cirrhosis. Os CRS começam o ano de 2023 com o pé direito, oferecendo-nos um novo single intitulado “The Failure”. Para surpresa dos seus seguidores, esta música oferece um som diferente do que estamos habituados, um death metal melódico na veia dos Arch Enemy e com uma convidada especial “Kath Danzig”, que alterna os vocais com Sir Oz. O resultado é uma música muito digerível, que sem perder o som e a força de um bom death metal, cria uma música com um bom groove que com certeza ficará nos seus ouvidos pelo resto do dia.

    Refira-se que o primeiro dueto masculino e feminino de vozes guturais foi Chris Barnes e Karyn Crisis numa canção de Six Feet Under em 2001. Provavelmente estamos a falar do primeiro e único caso até à data, com um dueto de vozes guturais masculinas e mulher na história do Metal Mexicano.

    O CRS sem dúvida se tornou uma referência do metal bem feito no México, não só por ser uma banda pioneira no estilo, mas também pelo seu profissionalismo e qualidade de nível internacional, sendo reconhecido por diversos meios de comunicação ao redor do mundo e principalmente por seus fiéis fãs. “The Failure” surge neste 2023, para deixar ainda mais claro que o CRS consegue aquilo a que se propõe e que a sua versatilidade parece não ter limites. Menção especial merece o som impecável desta gravação com uma produção marcante de dar inveja a qualquer banda reconhecida. Como se não bastasse, o single foi mixado em Dolby Atmos, sendo uma das primeiras bandas de metal da América Latina, senão a primeira, a lançar uma mixagem com esse recurso.

    CRS (Cirrosis) é: Francisco “Chucky” Oroz: Guitarra Kello González: Baixo Octavio Ramírez: Bateria Sir Oz: Vocais Hideki Inukai: Guitarra

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  • BRET MICHAELS (POISON) recorda o passado e homenageia estações de rádio e locutores em novo clipe solo

    BRET MICHAELS (POISON) recorda o passado e homenageia estações de rádio e locutores em novo clipe solo

    Após a “The Stadium Tour”, uma mega turnê de hard rock a qual o Poison excursionou por três meses pela América do Norte em 2022 com Mötley CrüeDef LeppardJoan Jett & The Blackhearts, o vocalista Bret Michaels volta a concentrar agora suas atenções para sua carreira solo. E a novidade é que o cantor americano lançou nesta quarta-feira (18), um novo single, intitulado Back in the Day (A Road Trip Anthem), acompanhado de um videoclipe que ilustra imagens e vídeos de seu passado.

    Michaels comentou o vídeo: “Back in the Day é verdadeiramente um retrocesso moderno a um hino de viagem de bem-estar. O vídeo reflete a sensação dos primeiros vídeos da MTV com chroma-key, legendas pop-ups e fotos nunca antes vistas e imagens Hi-8 originais da minha juventude”.

    O frontman do Poison também falou sobre a música: “É uma música que realmente reflete sobre grandes momentos e presta homenagem às estações de rádio e DJs que elevaram a música, trazendo-nos grandes músicas que resistiram ao teste do tempo, músicas que todos os meus amigos e eu cantávamos junto naquela época e agora. A música é uma linguagem universal destinada a nos unir, não a nos dividir, e é exatamente disso que se trata essa canção. Também é muito divertido cantar junto, assim como o vídeo para assistir, pois tece uma história da minha vida e da música que a abalou!”.

    Assista ao videoclipe de Back in the Day (A Road Trip Anthem):

    Em julho próximo, Bret Michaels fará alguns shows ao vivo pela turnê “Part-Gras”, e para acompanhá-lo ele contará com bandas amigas, como Night RangerJefferson Starship, além de participações especiais de Steve Augeri (ex-vocalista do Journey) e Mark McGrath (Sugar Ray), além de um convidado surpresa.

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  • Morre VAN CONNER, baixista do SCREAMING TREES

    Morre VAN CONNER, baixista do SCREAMING TREES

    Início de 2023 pesado (no mais triste sentido) para o mundo da música. Após os falecimentos de Sebastian Marino (AnvilOverkill), Jeff BeckRobbie Bachman (Bachman-Turner Overdrive), do diretor de clipes Bruce Gowers (Queen, Rush) e da filha de Elvis PresleyLisa Presley, agora chega a notícia da morte do baixista Van Conner, que fundou em 1985, em Ellensburg, Washington (EUA), a veterana banda grunge Screaming Trees.

    A informação foi compartilhada no Facebook por seu irmão, o guitarrista do Screaming Trees Gary Lee Conner:

    Van Conner, baixista e compositor do Screaming Trees, morreu ontem (17) à noite de uma doença prolongada aos 55 anos. Foi uma pneumonia que o levou no final. Ele era um dos amigos mais próximos que eu já tive e eu o amava imensamente. Sentirei sua falta para sempre, para sempre e para sempre”.

     

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