Categoria: Roadie News

  • KOOL METAL FEST – São Paulo (SP)

    KOOL METAL FEST – São Paulo (SP)

    Por Marcelo Gomes

    Fotos: Bemilson dos Santos

    A edição de 20 anos do “Kool Metal Fest”, realizada no último domingo (12) no Carioca Club, em São Paulo, trouxe várias atrações especiais. Dentre elas, o D.R.I., Ratos de Porão, Violator, Facada, Trovão e Vermenoise. Apesar da chuva, o público paulistano compareceu em peso.

    Com a casa ainda vazia, a primeira banda do festival foi o Vermenoise, trio sorocabano de grindcore formado por Chris Justtino nos vocais, Victor Costa na guitarra e Rafaela Bega na bateria, que subiram ao palco e mostraram sons do seu EP, O Outro (2020), entre outras musicas da carreira. A banda conseguiu preencher os espaços do palco numa apresentação poderosa, que teve rodas na pista logo de início. Um show curto mas intenso e barulhento.

    Em seguida foi a vez do Trovão, banda paulista de metal/hard que baseou seu set em músicas do debut, Prisioneiro do Rock N Roll, lançado no ano passado. Gustavo Trovão (vocal), Alexandre Gatti e Igor Senna (guitarras), Lucas Chuluc (baixo), Alexandre Vasiliev (teclado) e Alan Caçador (bateria) iniciou o set com Linha de Frente e O Brilho, mostrando um resgate daquela sonoridade dos anos 80 na linha do Saxon, com guitarras bem trabalhadas, teclados fazendo ambientações e vocais em português. O vocalista Gustavo Trovão faz um brinde e distribui doses de vodka para a fila do gargarejo antes de tocar a faixa Distante. Seguem com Princesa do Fogo, Furacão e finalizam com Prisioneiros do Rock N Roll. A banda encarna a estética oitentista em seu figuro e sua performance arrebatadora. O guitarrista Igor Senna é um show a parte, uma performance quase teatral que resgata o espírito rebelde e transgressor que por décadas fez parte da cena hard/metal. Mesmo com um estilo que destoou um pouco do resto do line-up do festival, fizeram um show que agradou bastante o público.

    Já o show do Facada foi brutal, pois a banda de grindcore de Fortaleza (CE) formada por James (vocal e baixo), Danyel Noir (guitarra) e Wilker Dangelo (bateria) começou a desgraceira assim que subiu no palco. O som não estava bem equalizado, mas o público nem ligou. Tendo seu nome gritado nos primeiros minutos, a recepção que a banda teve durante toda a apresentação foi calorosa. Seu som caótico, rápido e visceral deixou atordoado até os fãs acostumados com a música extrema. Durante os quase 40 minutos de show, o trio fez um setlist que passeou pelos seis álbuns de sua discografia e, ainda, apresentou uma faixa nova que traz críticas a quem usa uma certa rede social. Foi um show destruidor, parecia o fim do mundo!

    O Violator subiu ao palco e enfrentou problemas com a correia do baixo de Pedro. Levaram uns 5 minutos para resolver tudo e, enfim, começaram o show que, tranquilamente, foi o que o público mais agitou no festival. A banda de Brasília (DF), formada por Pedro Arcanjo (vocal e baixo), Pedro Augusto (guitarra), David Araya (bateria) e Felipe Nizuma (guitarra), iniciu o set com Ordered To Thrash. Já de início, o vocalista Pedro Arcanjo fez um stage diving com o baixo e tudo – as rodas estavam insanas e o público começou a subir no palco. A banda mandou Atomic Nightmare e aí alguém surgiu com uma prancha de body board e subiu ao palco, se jogou na galera e fez um crowd surfing. Como alguém conseguiu entrar com um negócio desses no show? Entre críticas ao ex-presidente Bolsonaro, o show seguiu com Respect Existence e False Messiah. Surge então mais uma prancha no público no meio das rodas insanas. Pedro Arcanjo então disse que aquela era uma noite muito especial, porque o Felipe Nizuma fazia sua estreia com o Violator em São Paulo. O vocalista disse que queria, para a próxima música, a maior roda da noite e aí tocam Toxic Death. Claro que ele foi atendido. O caos continuou com Futurephobia, Endless Tyrannies e Destined To Die. No encerramento, com United For Thrash, cerca de 30 fãs estavam em cima do palco. O show foi insano, pancadaria do início ao fim, e minha dúvida foi se o público teria pique para aguentar o RDP e DRI, que viriam na sequência.

    O Ratos de Porão vem fazendo shows para promover o álbum Necropolítica (2022). A festa que estava rolando até então, com o público subindo no palco, fazendo stage diving, entre outras ações, foi interrompida com a presença de seguranças no palco. As cortinas se abriram e, com João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Juninho (baixo) e Boka (bateria) no palco, e o massacre sonoro começou com Alerta Antifascista e Aglomeração. Bastou dois sons para a banda já ter seu nome gritado pelos presentes. O show seguiu com Amazônia Nunca Mais e Farsa Nacionalista. Gordo, então, aproveitou para agradecer os presentes e falar sobre a influência do DRI antes de tocar Ignorância.

    A apresentação do quarteto seguiu passeando por toda sua discografia. Faixas como Lei do Silêncio, Morte Ao Rei, Necropolítica, além de mais clássicos absolutos, como Crucificados pelo Sistema, Descanse em Paz e V.C.D.M.S.A. (Vivendo Cada Dia Mais Sujo e Agressivo). Rolou ainda uns sons do EP Isenton Paunoku, com versões da banda finlandesa Terveet Kadet com as famosas letras ácidas de João Gordo. O set seguiu com Difícil de Entender, Engrenagem, Toma Trouxa, Expresso da Escravidão e Conflito Violento – nessa última, o som começou a ficar mais baixo e oscilar. Por conta do tempo, o RDP fechou o show com Aids, Pop, Repressão, deixando Beber Até Morrer de fora. O show foi impecável, a banda mantém a pegada dos tempos de ouro e é inegável a influência que o RDP tem até hoje. O que falar de João Gordo, que completaria 59 anos de idade um dia depois do festival? Após todos esses anos, sua voz continua excelente e, definitivamente, é um caso a ser estudado.

    Chegada a hora da atração principal, a banda texana Dirty Rotten Imbeciles, considerada como “os pais do crossover”, subiu ao palco no horário previsto (20h30) para desfilar toda sua fúria sonora que vem influenciando muitas gerações após quatro décadas. Desfalcado de seu guitarrista original, Spike Cassidy, o D.R.I. trouxe Bryon Ruelas (Attitude Adjustment) para substituí-lo e atuar ao lado de Kurt Brecht (vocal), Gregg Orr (baixo) e Romb Rampy (bateria). O show se iniciou com The Application, seguida por Violent Pacification, já incendiando o público, que abria rodas a todo momento. “Paramos por dois anos por conta da pandemia, mas estamos de volta”, disse o vocalista antes de tocarem a dobradinha Mad Man e Couch Slouch.

    A seguinte foi Acid Rain, que não poderia faltar nessa celebração de 40 anos de banda. O som reúne metal, thrash, hardcore numa única faixa, um mix de estilos que consagrou o estilo do grupo. Um dos moshpits mais brutais rolou em Argument the War, que foi emendada com Who Am I. Era impressionante ver como os fãs ainda tinham fôlego depois de tantas horas de festival. Kurt então comentou que “é sempre muito bom fazer shows na América do Sul” e seguiram com Slumlord, Dead in a Ditch e Suit and Tie Guy.

    O poderoso riff de guitarra anuncia Manifest Destiny, de 4 A Kind (1988), e o público, que ainda estava agitando, começou a demonstrar o cansaço das longas horas durante o festival. Bryon mostrou um bom trabalho tanto nos riffs quanto nos solos, quando necessário. O show quase não teve intervalo e a banda emendou quase que uma canção na outra, não dando tempo para o público respirar. Não foi diferente com Syringes in The Sandbox.

    Como o próprio nome diz, em Thrashard o estilo é evidenciado fazendo os bangers baterem cabeça. Kurt parece não se cansar e sua voz continua intacta. O baixo de Gregg Orr dão início a How To Act e, então, o vocalista Kurt perguntou se os presentes sabiam agitar. Sem intervalos, mandaram Commuter Man. Não precisa nem dizer a reação dos fãs, que não deixavam a peteca cair,

    Então chegou a hora do baterista Rob Rampy fazer a introdução inconfundível de Nursing Home Blues. A banda fez uma pequena pausa, mostrando que o show estava perto do fim, mas não sem antes de tocar os hinos Beneath The Wheel, I’d Rather Be Sleeping, I Don’t Need Society e encerrar com The Five Year Plan. Com uma hora de show, o D.R.I, que esteve longe dos palcos por conta da pandemia, apresentou o melhor do estilo que a consagrou e todo mundo saiu satisfeito. A produção do festival está de parabéns, a organização foi impecável, com shows rolando dentro dos horários previstos, com intervalos e espaços para as pessoas irem ao bar e descansar. Enfim, uma ótima estrutura que conseguiu atender a todos. Que venha mais!

    Setlist – D.R.I.:

    01) The Application

    02) Violent Pacification

    03) Mad Man

    04) Couch Slouch

    05) Acid rain

    06) Argument the War

    07) Who Am I

    08) Slumlord

    09) Dead in a Ditch

    10) Suit And Tie Guy

    11) Manifest Destiny

    12) Syringes in Sandbox

    13) Thrashard

    14) How to Act

    15) Commuter Man

    16) Nursing Home Blues

    17) Beneath the Wheel

    18) I’d Eather Be Sleeping

    19) I Don’t Need Society

    20) The Five Year Plan

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  • Lendas do metal extremo, britânicos do NAPALM DEATH retornam a Curitiba em abril

    Lendas do metal extremo, britânicos do NAPALM DEATH retornam a Curitiba em abril

    POR ASSESSORIA 

    Uma das mais importantes bandas do metal extremo, responsável pela consolidação de todo um gênero musical, o grindcore, o Napalm Death retorna à América Latina em abril. Atração de grandes festivais no continente, como o The Metal Fest (Chile) e Summer Breeze (Brasil), o quinteto adiciona mais uma parada na sua rota: Curitiba. O grupo retorna a capital paranaense dia 29 de abril, sábado, dessa vez no palco do Basement Cultural.

    A abertura fica por conta de quatro  nomes da cena extrema brasileira: CrotchrotDesalmadoSurra Eskröta. Os ingressos estão à venda na plataforma Bilheto, por R$ 140 (2º lote, promocional), mais eventuais taxas. O show do Napalm Death em Curitiba é uma realização da Xaninho e Caveira Velha Produções.

    O Napalm Death surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Álbuns como Scum e From Enslavement to Obliteration alicerçaram toda uma cena. Todavia, a banda jamais deixou de ousar e testar novas sonoridades. Na entrada dos anos 1990, flertaram com o death metal cascudo, com o groove metal e até mesmo com o rap, e entraram no atual milênio com uma sonoridade revigorada, com clássicos como Enemy of the Music Business (2002) e The Code is Red… Long Live the Code (2005).

    Mostrando uma força impressionante, a banda ultrapassou a marca dos 40 anos de existência ainda lançando álbuns relevantes em um cenário repleto de bandas inovadoras. Seja qual for o cenário, o Napalm Death sempre é a referência máxima quando o assunto é brutalidade. Assistir o quarteto ao vivo é uma experiência única, que leva a agressividade musical a níveis estratosféricos.

    Serviço: Napalm Death em Curitiba Abertura: Desalmado, Surra, Eskröta

    Data: 29 de abril de 2023 (sábado) Local: Basement Cultural Endereço: Rua Des. Benvindo Valente, 280 – São Francisco Horário: 17h (abertura das portas) Classificação etária: 18 anos (menores de 18 anos, apenas com pais ou responsável. Obrigatória a apresentação do documento de identidade) Ingressos: R$ 140 (entrada promocional, 2º lote)

    Venda online e informações: https://bilheto.com.br/evento/1291/Napalm_Death

    Pontos de Vendas (Sem taxa)

    LET’S ROCK (Dinheiro, Débito e Crédito à vista) (Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106, lojas 03 e 04 – Centro – Curitiba/PR Segunda a sexta, das 9h às 19 / Sábado, das 9h às 15h

    Foto: Jelena Jakovljevic
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  • STORMWARNING: banda de melodic rock da Frontiers lança álbum de estreia autointitulado

    STORMWARNING: banda de melodic rock da Frontiers lança álbum de estreia autointitulado

    POR ASSESSORIA

    A banda de melodic rock Stormwarning lançou nesta sexta-feira, 17 de março, seu álbum de estreia autointitulado. O grupo assinado com a gravadora italiana Frontiers Music conta com os brasileiros Marcelo Gelbcke (guitarra) e Felipe Souzza (bateria), além do vocalista argentino Santiago Ramonda.

    Confira o álbum “Stormwarning” no Spotify aqui: 

    Desde o lançamento dos primeiros videoclipes “Eye of the Storm” e “Satellite Falling”, o Stormwarning obteve mais de meio milhão de visualizações no YouTube e chamou atenção pelo som original que evidencia o timbre oitentista de Santiago. A produção ficou por conta do próprio Marcelo e também de Sérgio Mazul (Semblant).

    “Esse é o segundo trabalho que faço com o Sério Mazul. É sempre um desafio quando escrevemos para um vocalista específico. A Frontiers nos pediu para compor um disco de melodic rock para o Santiago e acabou que foi um processo super tranquilo, porque eu e o Sérgio temos uma química legal. Nós compartilhamos da mesma visão. Eu cuidei mais da parte dos arranjos, engenharia, produção e gravação. Ele chegou com as temáticas e as letras. Ele já tinha várias ideias catalogadas e pudemos usar agora. O Santiago é um talento nato, com uma voz incrível! Ele toca guitarra muito bem também! Estou feliz em dividir esse disco com o público. Estou muito orgulhoso”, comemorou Marcelo Goelbcke.

    Já a respeito da sonoridade do álbum “Stormwarning”, Gelbcke disse que ficou orgulhoso do resultado e que cada música apresenta características individuais, tornando o tracklist heterogêneo dentro da proposta de melodic rock.

    “É um disco variado dentro do estilo que se propõe. São grandes refrãos, riffs de guitarra e solos muito instintivos. Cada disco que fazemos do zero é uma oportunidade de compartilhar nossa visão de música com o mundo. Conseguimos sair da zona de conforto. Não esperava repercussão tão grande! Sou grato a todos por isso”, concluiu.

    Confira o tracklist de “Stormwarning” abaixo:

    1. Eye Of The Storm 2. Satellite Falling 3. Sweet True Lies 4. Question Of Time 5. Neon Skies 6. Way Of The Warrior 7. Soldiers Of Love 8. Lovers In The Dark 9. Horizon Chase 10. Last Trip To Eden 11. Call Of The Wild

    Videoclipes:

    “Eye of the Storm”:

    “Sattelite Falling”:

    Line-up Stormwarning:

    Santiago Ramonda – vocalista Marcelo Gelbcke – Guitarra, baixo e teclado Felipe Souzza – Bateria

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  • TEST: duo insano apresentará seu grindcore na 15° edição do Setembro Negro Fest 2023

    TEST: duo insano apresentará seu grindcore na 15° edição do Setembro Negro Fest 2023

    POR ASSESSORIA 

    Uma das mais insanas formações do underground nacional estará na 15ª edição do Setembro Negro Festival; Estamos falando do Test, que se apresentará no sábado, dia 09, das 16:35 às 17:15.

    Formado em São Paulo/BR em 2010, fazendo Grindcore com elementos de Death Metal e Crustcore, o Test logo se destacou por algumas peculiaridades; primeiro que são um duo, ou seja, a banda não tem baixista. E depois, que eles ficaram “famosos” por se apresentarem na porta dos shows, dentro de uma Kombi, o que sempre gerava muitos comentários – e um aquecimento para a galera que estava “tomando uma”, ou aguardando para entrar nos shows. Eles também ficaram conhecidos como “os nômades do Grindcore”, uma vez que esse veículo já esteve em muitos lugares. Em alguns casos eles até se apresentam com a participação de outros músicos, neste caso, usando o nome de “Test Big Band”.

    A discografia do Test traz 4 álbuns; “Disco Normal” acaba de ser lançado. Além dos “full”, eles também possuem 4 EP’s, 5 discos ‘ao vivo’ e a participação em inúmeros splits.

    A formação do Test traz João Kombi (vocal e guitarra) e Barata (bateria).

    Assista o Test “ao vivo na escadaria”:

    A 15ª edição do festival traz bandas de vários estilos, como Heavy Metal, Death Metal, Thrash Metal, Black Metal, GrindCore, Gothic, Sludge e Doom Metal. Ao todo são 30 bandas, 03 dias, sendo 10 bandas por dia.

    Siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/582417270456029

    LOCAL: CARIOCA CLUB (R. CARDEAL ARCOVERDE, 2899 – PINHEIROS)

    TEL. 11 3813-8598 – Aceita-se cartão de crédito, debito e dinheiro.

    INGRESSOS:

    PISTA:

    1º LOTE PISTA MEIA – R$ 230

    1º LOTE PISTA PROMO + 1kg – R$ 230

    1º LOTE PISTA INTEIRA – R$ 460

    1º LOTE PISTA COMBO (3 dias) MEIA/PROMO +1kg – R$ 550

    1º LOTE PISTA COMBO (3 dias) INTEIRA – R$ 1.100

    CAMAROTE:

    1º LOTE CAMAROTE MEIA – R$ 330

    1º LOTE CAMAROTE PROMO + 1kg – R$ 330

    1º LOTE CAMAROTE INTEIRA – R$ 660

    1º LOTE CAMAROTE COMBO (3 dias) MEIA/PROMO +1kg – R$ 790

    1º LOTE CAMAROTE COMBO (3 dias) INTEIRA – R$ 1.580

    INGRESSOS SEM TAXA DE SERVIÇO/CONVENIÊNCIA APENAS NA BILHETERIA DO CARIOCA CLUBE, EM DINHEIRO, DE 2A À 6A DAS 12H ÀS 18H.

    INGRESSOS ONLINE:  https://www.clubedoingresso.com/evento/setembronegro

    Acompanhe os canais oficiais da Tumba Productions para novidades:

    www.tumbaproductions.com.br

    www.facebook.com/tumbaproductions

    www.instagram.com/tumbaprod

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  • CHROMESKULL: fúria desencadeada em novo single, “Dog Soldiers”

    CHROMESKULL: fúria desencadeada em novo single, “Dog Soldiers”

    POR ASSESSORIA

    Como seria uma junção de nomes como W.A.S.P., KISS e Judas Priest? No dia 16/03/2023 obtivemos a resposta, pois já está disponível o novo single da banda paulista de Heavy Metal CHROMESKULL.

    Intitulado “Dog Soldiers”, este trabalho traz uma pitada do que está por vir no novo álbum, “Screaming To The World”, e já pode ser encontrado em TODAS as principais plataformas de streaming do mundo, ouça agora:

    Encontre em seu serviço digital mais utilizado AQUI: https://li.sten.to/ChromeskullDogSoldiers

    Visando ampliar ainda mais a divulgação deste single, bem como do debut álbum supracitado, o CHROMESKULL já está com sua agenda de shows oficialmente aberta para 2023. Produtores interessados em mais informações basta escrever para [email protected] ou diretamente no WhatsApp/Telegram pelo número (46) 98838-7204 e entrar em contato.

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.instagram.com/_chromeskull_/ https://facebook.com/Chromeskull/ https://www.youtube.com/@Chromeskull https://li.sten.to/ChromeskullOfficial https://sanguefrioproducoes.com/artistas/CHROMESKULL/101 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • LOKUST: ouça novo EP “Human Beast” com participações de vocalista do IL NIÑO e de ex-baixista de ANDRE MATOS

    LOKUST: ouça novo EP “Human Beast” com participações de vocalista do IL NIÑO e de ex-baixista de ANDRE MATOS

    POR ASSESSORIA 

    Em seu novo EP, “Human Beast”, o Lokust, banda do guitarista norte-americano Matt Bidart, reuniu um time de peso, que conta com – além de Matt na guitarra e nas composições – Addasi Addasi (guitarra e produção, Black Oil), Bruno Ladislau (baixo, ex-André Matos), Adriano Daga (bateria, Malta) e Ryan Knights (bateria).

    “Human Beast” está disponível nas plataformas digitais, e pode ser conferido aqui:

    O EP  conta com o seguinte tracklist:

    1-11:11

    2-Human Beast

    3-Another Way

    4-Don’t Let Go

    5-Push

    A gravação/produção é assinada pelo brasileiro Addasi Addasi (NervoChaos) dos estúdios Fuel Music (California) e a masterização de Brendan Duffey (Angra, etc). A capa é de autoria de Xtudo Obze.

    O Lokust também gravou “Exciter” do Judas Priest, que será usado num tributo à lendária banda inglesa, e que contou com os músicos, Matt Bidart (guitarra), Arilio Netto (vocal, Shaman, Queen Stravaganza, ex-Khalice, Age Of Artemis), Roy Z (guitarra, Bruce Dickinson, Halford…), Conrado Pesinato (guitarra, Graham Bonnet band), Bruno Ladislau (baixo, André Matos), Adriano Daga (bateria, Malta) e Addasi Addasi (guitarra, Black Oil).

    Esse cover de “Exciter” também ganhará uma versão em vídeo, com animação, feita pelo talentoso artista, Leandro Franco.

    O vídeo e single/tributo de “Exciter” estreará em breve nos canais oficiais do Lokust – para não perder, siga as redes da banda.

    Uma pequena prévia pode ser conferida aqui:

    Acompanhe o Lokust em seus canais oficiais:

    www.lokustmetal.com

    www.facebook.com/lokustband

    www.instagram.com/lokustmetal/

    https://www.youtube.com/watch?v=tVHURLqGgFk

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  • Após cancelar vinda ao Brasil, SAXON se retira de turnê europeia; BIFF BYFORD testou positivo para COVID

    Após cancelar vinda ao Brasil, SAXON se retira de turnê europeia; BIFF BYFORD testou positivo para COVID

    Após anunciar na última semana que o guitarrista Paul Quinn está se aposentando de turnês, e consequentemente cancelar sua vinda à América do Sul, incluindo o show que faria no Brasil pelo festival “Monsters of Rock”, o Saxon confirmou que também está cancelando o restante de sua turnê europeia. O motivo é que o vocalista Biff Byfford foi diagnosticado com Covid.

    A banda afirmou que irá trabalhar para compensar as datas que foram canceladas em Dresden, Linz e Ulm.

    Até o presente momento, o Saxon não informou quem será o substituto de Paul Quinn.

    Atualmente, o Saxon divulga o seu novo álbum de covers, More Inspirations. O álbum sucede o bem aceito Carpe Diem lançado no ano passado.

    Pic By Fernando Pires / www.flpires.com.br

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  • BLACK CROWES – São Paulo/SP

    BLACK CROWES – São Paulo/SP

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    Foram décadas intensas. O Black Crowes surgiu, criou merecidíssima fama mundial e aí se meteu em desavenças, rompimentos e reconciliações até, finalmente, os irmãos Chris (vocal) e Rich Robinson (guitarra) resolveram se entender e recolocar a banda na ativa, o que nos permitiu, após uma ausência de quase 30 anos, revê-los em ação. Valeu a espera!

    A noite de 14 de março, plena terça-feira, viu uma multidão que não chegou a entupir o Espaço Unimed, em São Paulo/SP, mas que deixou o local bem cheio e repleto de uma energia pra lá de positiva.

    Quem abriu os trabalhos foi o Hurricanes, banda criada em Santa Maria/RS e hoje radicada em São Paulo. Abrir show de um nome há muito esperado como era o caso do Black Crowes pode ser uma empreitada perigosa, mas Rodrigo Cezimbra (vocal), Leo Mayer (guitarra), Henrique Cezatino (baixo) e Guilherme Moraes (bateria) tiraram de letra com uma performance eletrizante e um show totalmente calcado nos anos 70. Misture Led Zeppelin, Rolling Stones, Lynyrd Skynyrd, um pouco do próprio Black Crowes dos primórdios, coloque uma pitada de The Who e aí temos o som do quarteto. Incrementado pelo teclado de Jimmy Pappon e pelas backing vocals Julia Danesi e Lucille Berce, o grupo apresentou em meia hora sete músicas de seu repertório, todas elas devidamente empolgantes. Pra deixar tudo com mais ares setentista, a própria indumentária dos músicos remetia àqueles tempos, com direto a muita calça boca-de-sino, além de instrumentos vintage. Dava quase pra sentir o cheiro de patchouli…

    De acordo com o guitarrista Leo Mayer, foi “um grande feito” para o Hurricanes ter sido convidado para a abertura. Ele diz que muita gente pediu para a banda abrir para os americanos e “por sorte isso caiu nas mãos certas e o convite aconteceu. Inclusive, os Crowes escutaram nosso som e aprovaram a abertura. Isso foi incrível!” E completa: “O feedback foi e está sendo maravilhoso!” O disco de estreia do Hurricanes está prometido para junho próximo.

    Pontualmente às 21h30 (felizmente isso é algo que está mudando por aqui; chega de atrasos abusivos e intermináveis!), Chris e Rich Robinson entraram em cena, acompanhados por Nico Bereciartua (guitarra), Sven Pipien (baixo), Brian Griffin (bateria), Erik Deutsch (teclado) e Mackenzie Adams e Leslie Grant (backing vocals) – dessa turma, apenas Pipen teve passagens mais longas na banda, nos anos 90 e início dos 2000. Porém, nada que comprometesse a performance esfuziante do grupo.

    Chris surgiu em cena com movimentação incessante, apesar dos 56 anos de idade. Melhor que isso, esteve o tempo todo sorridente, parecendo estar sinceramente feliz por estar ali – e isso faz toda a diferença em se tratando de um show de rock. Seu irmão Rich mantinha a postura discreta que adotou ao longo de toda a carreira – quem toca como ele toca não tem que fazer nada, apenas deixar a guitarra falar. E como ela falou! Sabe aquele timbre que todo guitarrista com influências setentistas busca e pouquíssimos conseguem? Rich tem isso na ponta dos dedos. Riffs sempre certeiros e solos repletos de técnica e feeling (outra meta que poucos alcançam) foram a tônica da apresentação.

    Já Chris provou porque é um dos melhores cantores da história do rock. Segurou o show de uma hora e meia com os mesmos alcance e potência do início de carreira, além de em cena ser um misto de Mick Jagger com Rod Stewart.

    A turnê atual do grupo celebra seu trabalho de estreia, Shake Your Money Maker, lançado em 1990 e até hoje seu maior sucesso (foi nada menos que disco quíntuplo de platina nos EUA). Assim, a primeira parte do show teve o álbum apresentado na íntegra. E o fato de um disco segurar (e muito bem!) mais da metade de um show mostra como de fato é um registro para ser lembrado. Tudo ali funciona à perfeição no palco, desde o início com Twice as Hard e seu riff irresistível, emendando com a stoneana Jealous Again, passando pela versão de Hard to Handle, de Otis Redding, pelo rock básico Thick n’Thin, pela lindíssima balada She Talks to Angels (que transformou o Espaço Unimed num grande coral) e desfechando com mais dois petardos com cara de Rolling Stones, Struttin’ Blues e Stare it Cold.

    A segunda parte da apresentação teve mais seis temas, quatro deles do segundo álbum da banda, The Southern Harmony and Musical Companion (1992), com destaque para a que encerrou o show (antes do famoso “bis”), a genial e conhecidíssima Remedy. Aquela saidinha fake e na volta Virtue and Vice não empolgou tanto e botou ponto final na noitada.

    Pra quem não tinha visto a banda em sua primeira passagem por aqui em 1996, como este que vos fala, e já tinha perdido a esperança de ver Black Crowes ao vivo, foi uma noite inesquecível. É sempre bom ver essa turma veterana ainda com sangue nos olhos e mostrando que foi feita para estar em cima de um palco. Sorte de quem viu.

    Setlist Black Crowes

    Parte 1 – Shake Your Money Maker

    Twice as Hard

    Jealous Again

    Sister Luck

    Could I’ve Been so Blind

    Seeing Things

    Hard to Handle (Otis Redding)

    Thick n’Thin

    She Talks to Angels

    Struttin’ Blues

    Stare it Cold

    Parte 2

    Sometimes Salvation

    Wiser Time

    Thorn in My Pride

    Sting Me

    Remedy

    Bis

    Virtue and Vice

    Setlist Hurricanes

    Through the Lights

    The Bird’s Gone

    How Do You Love?

    Waiting

    Devil’s Deal

    Flowers

    Purple Clouds

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  • DEAFHEAVEN – São Paulo (SP)

    DEAFHEAVEN – São Paulo (SP)

    Por Vitor Rubens Swerts da Silva

    Fotos: Rafael Andrade

    No último dia 12 de março, o Deafheaven realizou sua segunda apresentação em solo brasileiro, após uma espera de quase sete anos, em um show único em São Paulo. A banda de blackgaze, composta por George Clarke (vocal), Kerry McCoy e Shiv Mehra (guitarras), Chris Johnson (baixo) e Daniel Tracy (bateria), continua a promover seu mais recente álbum, Infinite Granite (2021). O show ocorreu no Fabrique Club, localizado na Barra Funda, e contou com a abertura da banda curitibana Terraplana.

    O show do Terraplana começou pontualmente às 18h. Composta por Stephani Heuczuk (baixo e voz), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silvério (bateria), a banda de shoegaze apresentou um repertório de belas melodias sem deixar de lado o peso dos instrumentos.

    Por volta das 19h10, o Deafheaven subiu ao palco e logo de cara iniciou o set com uma pedrada, Black Brick. O público pulava e batia cabeça regido pelo maestro George Clarke, que a todo momento fazia gestos chamando a atenção do público para o palco. Enquanto uma gravação da breve Irresistible tocava ao fundo, Clarke agradeceu a presença dos fãs e os convida a se aproximarem mais ainda do palco para ouvirem Sunbather. Socos eram desferidos ao ar em compasso, e numa primeira pausa tranquila da música o público aplaudiu e ovacionou, mas Clarke não satisfeito fez o sinal pedindo ao público que abrisse uma roda ao centro. A música volta a estourar enquanto o mosh se formava no meio da galera. Ao fim da música o vocalista deixou a cargo da plateia a parte final, que cantava a plenos pulmões: ‘Always and forever! Always and forever!’.

    Antes de dar prosseguimento ao show, George Clarke agradeceu ao público e convidou os casais a dançarem ao som de Shellstar, bela canção do novo álbum tocada com um certo peso a mais ao vivo. Para os fãs que duvidavam das músicas do mais recente trabalho, bem mais melodiosas e cantadas com o vocal limpo, neste momento a banda provou que era manter a energia alta. In Blur veio na sequência, com destaque para o solo de Shiv Mehra. Chega então a vez de Great Mass of Color, o grande hit do último álbum que deve permanecer no set list das próximas turnês, muitos pulavam, outros socavam o ar, alguns batiam cabeça e outros até mesmo choravam. O refrão foi entoado como hino e em diversos momentos Clarke simplesmente deixou que todos cantassem em seu lugar. Certamente um dos pontos altos da noite.

    O público aproveita para descansar um pouco durante a melodiosa introdução de Canary Yellow e Clarke logo volta a cantar com seu gutural potente, sem dar sinal algum de cansaço, a não ser pela roupa encharcada de suor. A banda se mostra em total harmonia e apresenta uma versão impecável da música. Após o fim da música inicia-se a introdução de Mombasa, também do novo álbum. Clarke retorna ao vocal limpo enquanto o público é embalado pelas notas tranquilas, quase como uma canção de ninar. A música lentamente evolui até uma explosão final, onde o vocal gutural de Clarke rasga mais uma vez o momento de tranquilidade, a bateria se acelera em um frenesi e as guitarras entrelaçam seus solos em consonância até o épico fim. A banda sai do palco enquanto é ovacionada, respira durante alguns instantes e retorna para o encore.

    George Clarke agradece mais uma vez a presença dos fãs, pede desculpas pelo longo hiato de shows no Brasil e promete que não demorarão a retornar. Por fim ainda anuncia que um novo álbum será lançado no ano que vem. O som de uma distorção e sinos começa a tocar e o público sabe o que está por vir, Brought to the Water. Dessa vez o espaço aberto para o mosh é maior e ao redor os participantes aguardam o momento para entrarem. A Música se inicia com o seu clima pesado ditado pelo baixo marcante de Chris Johnson, digno de trilha sonora de filme de terror, enquanto é possível ver todo o tipo de pessoa em meio ao mosh. Em meio ao solo Clarke faz seus movimentos, como se regesse o público e chamasse mais uma vez para que participassem do momento final da música.

    Enquanto a banda ajeita seus instrumentos para o gran finale, Clarke agradece a todos e dedica a última música a todos os fãs presentes, a todos que fizeram a noite ser possível e a sua equipe. Kerry McCoy dedilha algumas notas e logo inicia a inconfundível Dream House. O público está disposto a entregar suas últimas energias e é impossível ver alguém parado na multidão. Clarke aproveitou o solo lento da música para tocar as mãos dos fãs à beira do palco. A música retoma, e sorrindo o vocalista nem pensa duas vezes antes de apontar o microfone para o público cantar. Até o fim da música o cantor alterna cantando e deixando para o público cantar até o último “I want to dream”.

    Após o fim do show, os integrantes, muito simpáticos e atenciosos, deram autógrafos, tiraram fotos e conversaram com alguns fãs que permaneceram no local. A noite termina apenas com pontos positivos, o Fabrique Club apresenta uma ótima acústica e com uma boa visão do palco por todos os lugares da pista. O Deafheaven termina sua turnê na América Latina voltando a tocar apenas em abril no Roadbrun Festival, na Holanda.

    Set list – TERRAPLANA:

    1 – Me Encontrar

    2 – Me Esquecer

    3 – Olhar pra Trás

    4 – Conversas

    5 – Memórias

    6 – Fall

    7 – Você

    8 – Cais

    Set list – DEAFHEAVEN:

    1 – Black Brick

    2 – Irresistible

    3 – Sunbather

    4 – Shellstar

    5 – In Blur

    6 – Great Mass of Color

    7 – Canary Yellow

    8 – Mombasa

    9 – Brought to the Water

    10 – Dream House

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  • MANOWAR vem ao Brasil em setembro

    MANOWAR vem ao Brasil em setembro

    MANOWAR, uma das mais aclamadas bandas de Heavy Metal do planeta, acaba de incluir a América do Sul no “Crushing The Enemies Of Metal Anniversary Tour 2023”. Serão apresentações no Brasil e na Colômbia, com produção da Mercury Concerts. No Brasil o show será em São Paulo, em 23 de setembro, no Espaço Unimed; e na Colômbia, em 20 de setembro, em Bogotá, no Movistar Arena. A venda dos ingressos no Brasil começará dia 22 de março, no site Ticket360.

    “Nossos Manowarriors em ambos os países têm clamado pelo MANOWAR, e a Mercury Concerts ouviu o pedido e fez isso acontecer! Os fãs têm esperado ansiosamente por esse momento, e agora estamos aí! Estamos realmente felizes com esse retorno à América do Sul e faremos dessas apresentações uma experiência inesquecível, nossos fãs merecem”, afirma Joey DeMaio, baixista e co-fundador da banda. A última vez que o MANOWAR se apresentou no Brasil foi uma catarse, em um show lendário no Monsters Of Rock, em 2015. Já na Colômbia, vão se apresentar pela primeira vez.

    A banda é formada pelos fundadores, o baixista Joey DeMaio e o vocalista Eric Adams. Mais o lendário guitarrista Michael Angelo Batio, que entrou recentemente, e o baterista Dave Chedrick.

    No “Crushing The Enemies Of Metal Anniversary Tour” o MANOWAR está celebrando os mais de quarenta anos do verdadeiro metal e os oito álbuns de estúdio mais idolatrados da banda. A turnê está percorrendo a Europa, e os fãs têm testemunhado performances épicas, ao estilo de “The Sign of Hammer”, com uma produção espetacular. Em cada um dos shows, o MANOWAR oferece aos headbangers e todos os fãs de metal, a oportunidade única de extravasar a energia ao som de um setlist quente, com todos os sucessos das mais de quatro décadas de estrada que contempla os hits “Battle Hymns”, “Into Glory Ride”, “Warriors Of The World” e muito mais.

    MANOWAR surgiu nos anos 1980 em Nova York (EUA) e explodiu no cenário do Metal, com músicas que se tornaram hinos de guerra, totalmente diferente de tudo. Assim, cativaram o público ao redor do mundo com uma mensagem de esperança, perseverança, paixão e determinação. Em mais de quatro décadas de estrada são numerosos discos de Ouro e de Platina, mais de 40 turnês, inclusive como headliners, com públicos entre 10 mil e 50 mil pessoas.

    Marque na sua agenda, garanta seu ingresso e prepare-se para uma experiência do mais poderoso e verdadeiro metal, como nunca antes!

    SERVIÇO

    MANOWAR – Crushing The Enemies Of Metal Anniversary Tour 2023

    Cidade: São Paulo

    Data: 23 de setembro de 2023 (sábado)

    Local:  Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – SP

    Portas:           19h30

    MANOWAR:   21h30                      

    Classificação Etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    Preços                      Inteira                      Meia

    Pista Premium          R$ 600,00                R$ 300,00

    Pista                          R$ 360,00                R$ 180,00

    Mezanino                  R$ 640,00                 R$ 320,00

    Camarote A               R$ 750,00                 R$ 375,00

    Camarote B               R$ 700,00                 R$ 350,00

    Ingressos a venda a partir do dia 22/03/23 às 10h – Ingressos Parcelados em até 3X sem juros

    Na internet: https://www.ticket360.com.br/evento/26670/ingressos-para-manowar

    Postos de venda: Confira no link qual o ponto de venda mais próximo: https://www.ticket360.com.br/ponto-de-venda

    Ponto de venda sem taxa de conveniência:

    Bilheterias do Espaço das Américas

    Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP

    Horário de Funcionamento: De Segunda a Sábado das 10h às 19h, Exceto Feriados.

    Meia Entrada:

    Confira a política de meia entrada em: https://www.ticket360.com.br/meia-entrada

    Sobre a Mercury Concerts

    A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais na América Latina e também pela idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses mais de 20 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Close-up Planet, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. Além disso, a Mercury também realizou no país shows e turnês de artistas de renome como AC/DC, Bon Jovi, Yes, Black Sabbath, David Gilmour, Sting, KISS, Guns N’ Roses e Aerosmith.

    Mais informações: 

    Site oficial: https://mercuryconcerts.com/

    Redes Sociais: @monstersofrockbr

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