Categoria: Roadie News

  • NERVOCHAOS anuncia nova formação e shows na França, Espanha e Portugal em junho

    NERVOCHAOS anuncia nova formação e shows na França, Espanha e Portugal em junho

    POR ASSESSORIA 

    O incansável NervoChaos acaba de anunciar sua nova encarnação, que conta com seu baterista, fundador e líder, Edu Lane, e apresenta os novos músicos; Vic Ferreira (vocal), Allan Marcus (guitarra), Rodrigo Augusto (guitarra), e para o baixo, trouxe de volta um velho conhecido dos fãs da banda: Hareton Salvanini, virtuoso baixista que já fez parte do NervoChaos no começo dos anos 2000, e que participou da demo “Disfigured Christ” (2000) e do álbum “Legion Of The Spirits Infernal” (2002).

    O NervoChaos aproveitou sua nova formação para anunciar a tour “Spreading the Eternal Death Cult”, com oito noites de pura brutalidade e caos espalhados pela França, Espanha e Portugal, ao lado dos franceses da banda Mercyless.

    Confira as datas:

    09.JUN – Bordeaux (France) @Salem

    10.JUN – Zaragoza (Spain) @Lo Intento

    11.JUN – Madrid (Spain) @Sala Barracudas

    12.JUN – Porto (Portugal) @Barracuda*

    13.JUN – Murcia (Spain) @Sala Spectrum

    14.JUN – Valencia (Spain) @16 Toneladas

    15.JUN – Barcelona (Spain) @Sala Boveda

    16.JUN – Montpellier (France) @Secret Place**

    *com HOLOCAUSTO CANIBAL

    **com VIOLENTOR

    www.nervochaos.net

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  • Vocalista MYLENA MONACO (SINAYA) se apresenta ao lado de grandes nomes do metal no Summer Breeze Brasil

    Vocalista MYLENA MONACO (SINAYA) se apresenta ao lado de grandes nomes do metal no Summer Breeze Brasil

    POR ASSESSORIA 

    No dia 29 de abril (sábado) a vocalista da Sinaya, Mylena Monaco, se apresentará no palco do Summer Breeze Brasil (no Memorial da América Latina), em uma jam session com os feras do Metal nacional: Eloy Casagrande (baterista, Sepultura), Alírio Netto (vocalista, Shaman), Raphael Dafras (baixista, Edu Falaschi), Mike Maeda (baterista, República) e Dallton Santos (guitarrista).

    O show deles será às 18h no Palco Waves, onde apresentarão vários clássicos do Metal, incluindo um som da Sinaya.

    Além disso, além da Sinaya, a Mylena segue trabalhando em alguns projetos paralelos e promete anunciar todos os detalhes nos próximos meses.

    O Summer Breeze é um festival alemão, e reconhecido como um dos maiores do mundo, e terá sua primeira edição em território brasileiro, nos dias 29 e 30 de abril, e entre as atrações, estão nomes como Krisiun, H.E.A.T., Skid Row, Testament, Benediction, Sepultura, Stone Temple Pilots, Crypta, Kreator, Parkway Drive, Avantasia, Grave Digger, The Winnery Dogs, Stratovarius, Napalm Death, Evergrey, entre outros.

    Para adquirir ingressos e demais informações, acesse: https://summerbreezebrasil.com/

    No dia 23 de Abril, no La Iglesia, acontecerá também o Extreme Vocal Fest, o primeiro evento focado em vocal extremo do Brasil. O evento contará com a participação de vários vocalistas, entre eles, Caio MacBeserra do Project46, Rappa Nui do InDharma, além da apresentação dos alunos do Extreme Vocal Club (fundado por Mylena), também rolará um talk sobre vocal extremo.

    Os ingressos antecipados estão disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/extremevocalfest, e você pode garantir a meia entrada levando 1 kg de alimento não perecível no dia.

    Siga ela nas Redes Sociais para ficar por dentro das novidades:

    Instagram: @mylenamonaco

    Facebook: facebook.com/mylenamonaco

    Youtube: youtube.com/c/MylenaMonaco

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  • “Monsters of Rock” divulga horários dos shows

    “Monsters of Rock” divulga horários dos shows

    POR ASSESSORIA 
    Monsters of Rock 2023 anunciou os horários dos shows da edição deste ano. A 7ª edição do evento ocorre no dia 22 de abril de 2023 (sábado), no Allianz Parque, em São Paulo, e vai reunir os mestres absolutos do rock mundial: KISS, SCORPIONS, DEEP PURPLE, HELLOWEEN, CANDLEMASS, SYMPHONY X e DORO.
    Confira a programação a seguir: 11h30 – Doro 12h30 – Symphony X 13h30 – Candlemass 15h00 – Helloween 16h30 – Deep Purple 18h45 – Scorpions 21h00 – KISS  

    Ainda há ingressos disponíveis no site Eventim https://www.eventim.com.br/monstersofrock2023.

    A produção também informou a lista de itens que o público não pode levar para o festival, entre eles estão máquinas fotográficas profissionais, gravadores e filmadoras, armas de fogo e branca de qualquer tipo ou espécie, guarda-chuvas, correntes e cinturões, canetas, tesoura, capacetes de motos, malabares e balões em geral, cigarros eletrônicos, bandeira com mastro, etc.

    Veja a lista completa dos itens proibidos:

    • Arma de fogo e branca de qualquer tipo ou espécie (facas, canivetes, etc);

    • Guarda-Chuvas (de qualquer tamanho);

    • Correntes e cinturões;

    • Objetos Pontiagudos (Canetas);

    • Objeto Perfuro Cortante (Tesoura, Cortador de unha, Lâmina de barbear);

    • Materiais ou objetos que possam causar ferimentos;

    • Capacetes de motos e similares.

    • Malabares e Balões em geral;

    • Dispositivos eletrônicos para Fumar(cigarros eletrônicos, e-cigaretes,

     e-ciggy, ecigar, entre outros e Juice (líquido para o vape);

    • Fogos de artifício e de estampido (de qualquer espécie);

    • Substâncias Tóxicas;

    • Bebidas Alcoólicas;

    • Remédios (exceto se acompanhados de prescrição médica);

    • Bandeira com mastro;

    • Papel em rolo de qualquer espécie, jornais e revistas;

    • Garrafas plásticas, latas, vasilhames, copo de vidro ou qualquer outro tipo

     de embalagem, contendo bebidas ou refrigerantes de qualquer natureza

     que, direta ou indiretamente, possam provocar ferimentos em caso de

     esforço físico isolado ou generalizado;

    • Máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável);

    • Gravadores e Filmadores;

    • Tablets e Notebooks;

    • Frutas inteiras;

    • pingentes, haste de selfie e roupas e acessórios com formatos e partes pontiagudas que possam machucar e causar lesões;

    • Alimentos: apenas permitido alimentos industrializados, com a embalagem lacrada originalmente como salgadinhos, bolachas. Frutas apenas cortadas.

    O público que comparecer ao Allianz Parque também encontrará merchandising oficial do festival à venda.

    Sobre as bandas

    Formada em Nova York em 1973 por Paul Stanley e Gene Simmons, o KISS promete fazer um show lendário no MONSTERS OF ROCK. Será um momento único, uma homenagem ao primeiro headliner do Monsters of Rock (1994) e aos fãs que vêm acompanhando o festival por quase três décadas. O legado do KISS continua a crescer, geração após geração, transcendendo idade, raça e credo. A banda, recordista de Discos de Ouro nos EUA, vai comemorar o cinquentenário no palco do Monsters, e essa apresentação será um dos últimos 50 shows do KISS no mundo!

    A noite será de estreias também no Monsters. Com 120 milhões de discos vendidos e mais de 5 mil shows em todo o planeta, o Monsters traz a lendária Scorpions, a mais bem-sucedida banda de rock alemã, com um show do Rock Believer Tour, do álbum lançado em fevereiro. Já se passaram mais de 50 anos desde que Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs vagavam pelas ruas de Hannover, quando formaram o Scorpions. Nessa jornada, eles vêm encantando os roqueiros com clássicos como: “Wind Of Change”, “Rock You Like A Hurricane” e “Still Loving You”.

    E mais um estreante dos sonhos no Monsters. Sim, o Deep Purple, simplesmente a realeza do rock, que faz parte da trilha-sonora de todos os roqueiros. Não há uma palavra suficientemente boa para definir a contribuição deles para a música. Em 2008, o Deep Purple recebeu o prêmio ‘Legend Award’ no World Music Awards. E em 2016, entraram para Hall da Fama do Rock and Roll. O 7º Monster será uma oportunidade única para rever Ian Gillan, Roger Glover, Ian Paice, Don Airey e Simon McBride.

    Já o Helloween, ícone absoluto do speed metal melódico, fará sua segunda apresentação no festival, a primeira foi em 1996. Aliás, essa banda alemã vive um momento singular. Estão percorrendo o mundo com a imbatível UNITED FORCES TOUR 2022-2023, que está enlouquecendo o público de todo o planeta com performances absurdamente perfeitas de Andi Deris, Michael Kiske, Michael Weikath, Kai Hansen, Markus Grosskopf, Sascha Gerstner e Dani Löble. Aliás, além de toda competência musical, é também a energia e o entusiasmo especial que definem o Helloween!

    Candlemass foi fundado, em 1984, pelo baixista e compositor Leif Edling e o baterista Matz Ekström, em Estocolmo, capital da Suécia. A banda é um dos maiores ícones do chamado doom metal, ao lado das bandas Pentagram, Saint Vitus e Trouble. O gênero recebeu esse nome influenciado pelo álbum de estreia do Candlemass, “Epicus Doomicus Metallicus”. Depois de duas pausas – entre 1994 e 1997 e 2002 e 2004 – voltaram totalmente energizados. Desde então foram várias turnês, seis álbuns de estúdio, o último lançado em 2022. “Sweet Evil Sun”. O Candlemass é formado por Leif Edling (baixo), Mats “Mappe” Björkman (guitarra), Lars Johansson (guitarra), Jan Lindh (bateria) e Johan Längqvist (vocal).

    Adorada pelos fãs brasileiros, a banda Symphony X está em plena forma. O grupo de metal progressivo, criado pelo guitarrista Michael Romeo em Nova Jersey (EUA), tem álbuns singulares como “Symphony X” (1994), “The Divine Wings of Tragedy” (1997), “The Odyssey” (2002), “Paradise Lost” (2007), “Iconoclast” (2011), e “Underworld” (2015). Para a apresentação no Monsters, Romeo, Russell Allen, Michael LePond, Jason Rullo e Michael Pinnella prometem levar os fãs a loucura!

    E não para por aí. O festival escalou a Metal Queen Doro Pesch! Foi Doro que marcou a estreia das mulheres no palco do primeiro Monsters of Rock da história – em 1986, em Castle Donington, na Inglaterra. Aos 16 anos, ela formou sua primeira banda, Snakebite. O primeiro álbum veio em 1983, “Burning The Witches”, que imediatamente conquistou os corações dos fãs de metal. Ela, que já foi eleita a Melhor Vocalista Feminina na Espanha por 30 anos, e incluída no Hall da História do Heavy Metal, nos Estados Unidos; em outubro foi premiada com o Lifetime Achievement Award, o mais prestigiado e importante prêmio da música alemã.

    SERVIÇO

    Data: 22 de abril de 2023 (sábado)

    Local: Allianz Parque, Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca (SP)

    Abertura dos portões: 10h

    Horários shows:           

    Doro – 11h30

    Symphony X – 12h30

    Candlemass – 13h30

    Helloween – 15h00

    Deep Purple – 16h30

    Scorpions – 18H45

    KISS – 21h00

    Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    INFORMAÇÕES DE VENDAS

    Mapa de Venda:

    Preços                                                          Inteira            Meia Pista Premium                                            R$1.180,00    R$590,00 Pista                                                            R$680,00       R$340,00 Cadeira Inferior                                           R$780,00       R$390,00 Cadeira Superior                                         R$480,00       R$240,00 VIP – Mirante Backstage                            R$2.500,00   R$1.910,00 VIP – Lounge Centenário                           R$1.500,00   R$1.110,00

    VIP – Backstage Mirante

    Esta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium:

    – Open Bar Open Food Premium, Kit Monsters, acesso exclusivo, banheiros exclusivo, loja de merchandising exclusiva, after show até 2 horas após o término do Festival, assistir o show na Pista Premium com acesso livre para o Backstage Mirante durante o festival (Obs. O Lounge Backstage Mirante, localizado no sexto andar do estádio, não possibilita visão direta do show)

    – Valores       

    Ingresso Inteira: R$1.180,00 / Ingresso Meia: R$590,00

    Mirante Backstage Pack: R$1.320,00

    Valor Inteira: R$2.500,00 / Valor Meia: R$1.910,00

    A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

    Lounge Centenário

    Esta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium:

    – Assistir o show na Cadeira Inferior em local privilegiado com acesso livre para o Lounge Centenário, Open Bar Open Food Premium, acesso exclusivo, banheiros exclusivo, loja de merchandising exclusiva, Lounge Centenário para descanso entre um show e outro.

    – Valores:

    Ingresso Inteira: R$780,00 / Ingresso Meia: R$390,00

    Lounge Centenário Pack: R$720,00 / Lounge Centenário Pack: R$720,00

    Valor Inteira: R$1.500,00 / Valor Meia: R$1.100,00

    A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

    Mais informações em http://monstersofrock.com.br/

    Vendas Online: Eventim – https://www.eventim.com.br/monstersofrock2023

    Bilheterias do Allianz Parque: na Bilheteria Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, SP

    Meia Entrada: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/categories/4409831535895-Meia-Entrada

    Formas de Pagamento: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/sections/4409733189271-Formas-de-Pagamento

    O parcelamento do ingresso será feito em 10x pelo SITE e em 3x na BILHETERIA

    Postos de vendas: Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

    Ponto de venda sem taxa de serviço:

    ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO – SÃO PAULO

    Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca, Cep. 05001-200 São Paulo/SP

    Após esta data, mediante disponibilidade e seguindo horário de funcionamento: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes, Cep. 05005-000 São Paulo/SP

    Dias e horários de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 17h, exceto em dias de jogos e shows.

    ATENÇÃO

    – Os ingressos de estudantes estão limitados a um ingresso por C.P.F.

    – NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS

    ITENS PROIBIDOS

    • Arma de fogo e branca de qualquer tipo ou espécie (facas, canivetes, etc);

    • Guarda-Chuvas (de qualquer tamanho);

    • Correntes e cinturões;

    • Objetos Pontiagudos (Canetas);

    • Objeto Perfuro Cortante (Tesoura, Cortador de unha, Lâmina de barbear);

    • Materiais ou objetos que possam causar ferimentos;

    • Capacetes de motos e similares.

    • Malabares e Balões em geral;

    • Dispositivos eletrônicos para Fumar(cigarros eletrônicos, e-cigaretes,

     e-ciggy, ecigar, entre outros e Juice (líquido para o vape);

    • Fogos de artifício e de estampido (de qualquer espécie);

    • Substâncias Tóxicas;

    • Bebidas Alcoólicas;

    • Remédios (exceto se acompanhados de prescrição médica);

    • Bandeira com mastro;

    • Papel em rolo de qualquer espécie, jornais e revistas;

    • Garrafas plásticas, latas, vasilhames, copo de vidro ou qualquer outro tipo

     de embalagem, contendo bebidas ou refrigerantes de qualquer natureza

     que, direta ou indiretamente, possam provocar ferimentos em caso de

     esforço físico isolado ou generalizado;

    • Máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável);

    • Gravadores e Filmadores;

    • Tablets e Notebooks;

    • Frutas inteiras;

    • pingentes, haste de selfie e roupas e acessórios com formatos e partes pontiagudas que possam machucar e causar lesões;

    • Alimentos: apenas permitido alimentos industrializados, com a embalagem lacrada originalmente como salgadinhos, bolachas. Frutas apenas cortadas.

     

    OFICIAIS VISITE: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

    TÚNEL DO TEMPO

    Há momentos em que, sem saber, você se torna testemunha da história. Um deles é participar do festival Monsters of Rock no Brasil: o primeiro evento temático de rock no país, o primeiro a ter uma home page, o primeiro a ter uma barricada de segurança Mojo, entre outras inovações.

    Nas seis primeiras edições, mais de 600 mil pessoas mergulharam nessa experiência contagiante, de som, luz, muita energia e paz. A primeira delas em 1994, um ano revolucionário. Ano do nascimento do www (world, wide, web), a primeira página na internet; dos primeiros celulares – os tijolões. O 1º Monsters of Rock no Brasil foi realizado dia 27 de agosto, no Estádio do Pacaembu. Na mesma noite, oito atrações de peso, em doze horas de shows: KISS, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin.

    No lendário 1º Monsters, às 2 da tarde, o Angra, com André Matos e Rafael Bittencourt, abriu o festival de heavy metal e hard rock, pela primeira vez realizado no Brasil, com plateia lotada, mais de 70 mil “metaleiros”. “Foi um orgulho pra nós abrimos o festival, que reúne bandas que nos influenciaram muito. Ficamos muito felizes”, declarou André Matos, nosso saudoso maestro, para a repórter Renata Netto, da Band, que cobriu o evento, que também teve flashes, ao vivo, na MTV Brasil.

    A vibe entre os headbangers era de total paz e conexão com os músicos, nesta primeira edição do Monsters. Festival que introduziu no Brasil os eventos temáticos, com palcos personalizados, que ano a ano foram se transformando em castelos medievais, pirâmides do Egito, palácios greco-romanos, e cenários de experiências futurísticas, tendo “Blade Runner” por referência e até avatares de personagens de videogame.

    Sempre trazendo novidades, a Mercury Concerts introduziu as áreas vips personalizadas, onde os músicos e patrocinadores interagiam durante as doze horas de evento. No primeiro ano, foi criada uma réplica de uma favela brasileira, que contava com a culinária típica incluindo acarajés feitos na hora pelas tradicionais baianas do Pelourinho.

    No quesito segurança, a produtora também é precursora. E foi no Monster of Rock que pela primeira vez foi utilizada no Brasil, um item de segurança que se tornaria obrigatório – as barricadas Mojo de contenção de público. Até então, a contenção do público era feita por grades.

    Entre as atrações internacionais, as demais edições Monsters of Rock trouxe bandas adoradas pelos brasileiros como Iron Maiden, Aerosmith, Megadeth, Motörhead, Whitesnake, Judas Priest e Helloween, além de rockstars do calibre de Ozzy Osbourne, Alice Cooper e King Diamond.

    MONSTERS OF ROCK BR

    1º Monsters of Rock – 27/08/1994– Pacaembu, na capital paulista, com oito atrações: KISS, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin. Inovação: primeiro festival temático no Brasil. Teve cobertura ao vivo da MTV Brasil.

    2º Monsters of Rock – 02/09/1995 – Pacaembu, na capital paulista, com nove atrações: Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Faith No More, Megadeth, Therapy, Paradise Lost, Virna Lisi, Clawfinger e Rata Blanca. Inovação: primeiro festival de rock no Brasil com Home Page própria, uma produção Mercury Concerts e Water Brothers Productions – para isso foi investido, inicialmente, US$ 35 mil. O site era uma revista eletrônica com muito conteúdo das atrações: reportagens, vídeos e fotos. Os shows foram transmitidos ao vivo e os artistas conversaram com os “internautas” em tempo real.

    3º Monsters of Rock – 24/08/1996 – Pacaembu, na capital paulista, com nove atrações: Iron Maiden, Skid Row, Motörhead, Biohazard, Raimundos, Helloween, King Diamond, Mercyful Fate e Héroes del Silencio. E uma edição no Rio de Janeiro, no Metropolitan, com três atrações: Iron Maiden, Skid Row, Motörhead.

    4º Monster of Rock – 26/09/1998 – Estádio de Atletismo Ícaro de Castro, no Ibirapuera, na capital paulista: Slayer, Megadeth, Manowar, Dream Theater, Saxon, Savatage, Glenn Hughes, Korzus e Dorsal Atlântica.

    5º Monsters of Rock – 19 e 20/10/2013 – Arena Anhembi, na capital paulista, com 15 atrações em dois dias de festival No dia 19: Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira e Hellyeah; no dia 20: Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche, Dokken, Dr Sin e Doctor Pheabes.

    6º Monster of Rock – 25 e 26/04/2015 – Arena Anhembi, na capital paulista, com 15 atrações: KISS, Judas Priest, Ozzy Osbourne, Yngwie Malmsteen, Manowar, Steel Panther, Unisonic, Doctor Pheabes, Accept, La Tierra, Primal Fear, Coal Chamber, Rival Sons e Black Veil Brides. Motörhead cancelou a apresentação na última hora (Lemmy teve uma crise gástrica).

    SOBRE A MERCURY CONCERTS

    A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais na América Latina e também pela idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses mais de 20 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Close-up Planet, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. Além disso, a Mercury também realizou no país shows e turnês de artistas de renome como AC/DC, Bon Jovi, Yes, Black Sabbath, David Gilmour, Sting, KISS, Guns N’ Roses e Aerosmith.

    Mais informações: 

    Site oficial: https://mercuryconcerts.com/

    Redes Sociais: @monstersofrockbr

    Vídeo Oficial: https://www.youtube.com/@MonstersOfRock

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  • RANKING CREW: edição #22 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    RANKING CREW: edição #22 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 22° episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Ricardo Campos listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia do Judas Priest, instituição britânica do heavy metal. 

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Judas Priest nos comentários do vídeo abaixo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

     
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  • BRUCE DICKINSON – São Paulo/SP

    BRUCE DICKINSON – São Paulo/SP

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    A ideia de fundir sonoridades de uma banda de rock com orquestra não é nova. A partir dos anos 90, quase todo mundo fez isso, de Aerosmith a Metallica, de Kiss a Nightwish. Só que a ideia é bem mais antiga. Nos idos 1969 (onde você estava em 1969?), Jon Lord escreveu a peça Concerto for Group and Orchestra, que foi gravada ao vivo pelo Deep Purple em 24 de setembro daquele ano e acabou marcando a estreia na banda de Ian Gillan e Roger Glover.

    E foi essa a base do show que Bruce Dickinson, confesso fã do Purple, trouxe ao Brasil para quatro apresentações – antes, havia feito sete shows em países do leste europeu.

    Diante de uma casa lotada e acompanhado por uma excelente banda, formada por Kaiter Z Doka (guitarra, Jon Lord), Tanya O’Callaghan (baixo, Whitesnake), John O’Hara (teclado, Jethro Tull) e Bernard Welz (bateria, Jon Lord, Don Airey), e por uma orquestra formada por músicos locais (convenhamos, botar uma orquestra inteira num avião não é uma empreitada exatamente barata…) e regida por Paul Mann, Bruce se mostrava completamente à vontade no palco. Depois de entrar em cena e explicar como funcionaria a apresentação (“não é uma banda acompanhada por uma orquestra, são banda e orquestra juntos”, definiu), deixou o palco já que o primeiro movimento da obra é totalmente instrumental. Mesmo sendo algo novo para boa parte dos presentes, a execução conquistou a plateia. Banda e orquestra alternaram partes e ambas puderem mostrar a excelência de seus integrantes.

    Bruce entrou no segundo movimento e aí a galera começou a se soltar mais, curtindo não só o vocal, mas também a movimentação do cantor, com uma abordagem obviamente muito diferente de sua performance com o Iron Maiden.

    O terceiro e último movimento voltou a alternar performances de banda e orquestra, com direito até a solo de bateria. Novamente, mesmo sem estar totalmente familiarizado com o que acontecia no palco, a plateia não economizou aplausos efusivos ao final da apresentação.

    Após uma pausa de uns vinte minutos, como é normal acontecer nos concertos eruditos, todos voltaram ao palco para, aí sim, começar o verdadeiro show de rock. Bruce iniciou o set com duas de suas músicas, Tears of the Dragon e Jerusalem, que ganharam muito em dramaticidade com a participação da orquestra.

    Depois disso, quem foi lá pra ouvir Deep Purple simplesmente se esbaldou. Pictures of Home e When a Blind Man Cries nos lembraram que, a despeito de estar com 64 anos, Bruce Dickinson é um dos maiores vocalistas da história e da atualidade, além de ser interessante notar como sua voz cai bem nas músicas do Purple.

    Em seguida, foi a vez de botar a galera pra cantar com Hush, que também recebeu um arranjo certeiro por parte da orquestra e, na sequência, os primeiros acordes do teclado de John O’Hara para Perfect Strangers transformaram o Vibra (que, para quem não está ligando o nome à pessoa, é o conhecido Credicard Hall repaginado) num show de rock. Bruce se esbaldou! Regeu os músicos com uma batuta igual à do maestro e até se juntou ao tecladista para tocar algumas notas. Ali também deu pra ver vários integrantes da orquestra, como a primeira violinista (spalla), agitando ao som do rock – para muitos, deve ter sido a primeira experiência com o gênero.

    Depois daquela saidinha fake, volta todo mundo ao palco para a parte final. Smoke on the Water tirou a galera das comportadas cadeiras que foram colocadas na pista e levou todo mundo pra junto do palco. E, quando todo mundo pensava que o show acabaria ali, a surpresa: pela primeira vez nesta turnê, Burn entrou no repertório – e, cá entre nós, foi a melhor do espetáculo, com banda afiada, orquestra dando o gás e Bruce alternando tranquilamente entre os vocais de David Coverdale e Glenn Hughes.

    Foi um daqueles shows a que você comparece sem estar cercado de altas expectativas e que te surpreende completamente. A performance dos envolvidos, o repertório e, principalmente, o talento de Bruce fizeram dessa uma noite mais que especial. A lamentar somente o local em que acomodaram a imprensa: numa lateral da parte superior da casa, da qual era impossível visualizar boa parte da orquestra. Como diria Millôr Fernandes, “por que me puseram na última fila, atrás da coluna?”

    Setlist

    Parte 1:

    1. Concerto for Group and Orchestra, First Movement: Moderato – Allegro
    2. Concerto for Group and Orchestra, Second Movement: Andante
    3. Concerto for Group and Orchestra, Third Movement: Vivace – Presto

    Parte 2:

    1. Tears of the Dragon (Bruce Dickinson)
    2. Jerusalem (Bruce Dickinson)
    3. Pictures of Home (Deep Purple)
    4. When a Blind Man Cries (Deep Purple)
    5. Hush (Joe South)
    6. Perfect Strangers (Deep Purple)

    Bis:

    1. Smoke on the Water (Deep Purple)
    2. Burn (Deep Purple)
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  • BRIAN JOHNSON é homenageado com estátua pela cidade onde ele fez seu primeiro show com o AC/DC

    BRIAN JOHNSON é homenageado com estátua pela cidade onde ele fez seu primeiro show com o AC/DC

    Neste último domingo (16), a cidade belga de Namur, através de uma campanha de crowdfunding lançada por Michel Remy, Mike Davister e Georges Boussingault, fãs do AC/DC, preparou uma homenagem para Brian Johnson. A cidade em que no dia 29 de junho de 1980 no Palais Des Expositions serviu de palco para o show de estreia de Johnson como frontman da banda australiana no lugar de Bon Scott que falecera quatro meses antes, inaugurou uma estátua com a imagem do cantor. O projeto teve o apoio também da rádio nacional RTBF Classic 21.

    Para a construção da estátua, feita pela empresa Design Stone, de Libramont, foi usada uma matéria-prima natural e de alta qualidade extraída na Bélgica: Pedra Azul Belga. Pesquisadores alegam que esse tipo de pedra tem entre 150 e 350 milhões de anos.

    “(Namur) é um lugar muito especial para mim”, disse Brian Johnsson, em vídeo, em agradecimento. “Foi a primeira vez que cantei com o AC/DC, e eu era um garoto (que estava) bem nervosa”, recordou. “Então, essa memória vai ficar comigo para sempre, (ainda mais) agora que você construíram essa estátua. Honestamente, eu não sou digno disso. Agradeço-lhes e aceitarei de bom grado”. Veja o vídeo de Johnsson.

    Veja alguns vídeos da cerimônia de inauguração da estátua de Brian Johnson na cidade de Namur, na Bélgica:
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  • Em projeto pioneiro, METALLICA lançará clipes especiais para surdos para todas as músicas de “72 Seasons”

    Em projeto pioneiro, METALLICA lançará clipes especiais para surdos para todas as músicas de “72 Seasons”

    Na última sexta-feira (14), o Metallica finalmente lançou seu novo álbum de estúdio, 72 Seasons, e assim como fez no antecessor, Hardwired… To Self-Destruct (2016), a banda está disponibilizando clipes e lyric videos para todas as músicas do disco. Só que agora, como se não bastasse, o Metallica resolveu ir além: será a primeira banda de heavy metal da história a lançar clipes em ASL (N.T.: Linguagem Americana de Sinais). O anúncio foi feito neste último sábado, 15 de abril, data em que o povo americano celebra o Dia Nacional da Língua Americana de Sinais. O primeiro vídeo disponível é o da própria 72 Seasons (veja abaixo),que apresenta interpretação de sinais por Amber Galloway, profissional já conhecida do público americano. Esse projeto dedicado aos fãs surdos é uma parceria do Metallica com a organização sem fins lucrativos Deaf Professional Arts Network (DPAN) e com a Amber G Productions, da mencionada Galloway.

    Em vídeo no canal oficial do Metallica, Tom Osbourne, fã surdo da banda, se mostrou grato pelo projeto: “É uma honra anunciar que em 25 de abril o Metallica lançará todos os videoclipes de 72 Seasons em ASL” – Tom se refere a data em que o Metallica terá terminado de lançar todos os clipes. “O Metallica é a primeira grande banda de rock a fazer isso”, ressaltou. Veja o vídeo de Tom:

    Metallica comentou a respeito dos vídeos em ASL e da atuação de Galloway, que se tornou conhecida por exercer esse trabalho em grandes festivais, entre eles o Lollapalooza. “Tem sido uma honra trabalhar com as equipies Amber DPAN, e esperamos que nossos fãs na comunidade surda e com deficiência auditiva gostem de experimentar o álbum através desses vídeos”.

    Confira agora o primeiro clipe em ASL do Metallica, para a música 72 Seasons

    Outra novidade em termos de imagens sobre o 11° álbum de estúdio do Metallica, é que neste último domingo (16) o grupo disponibilizou clipes em animação para as músicas Room of Mirrors e Shadows Follow, ambos produzidos por Tristan Zammit. Hoje, foi a vez de o Metallica compartilhar o vídeoclipe de Too Far Gone?, esse produzido pelos estúdios Team Rolfes. Confira os três clipes: 

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  • DEEP PURPLE: OS PASSOS PRÁTICOS DE UM MONSTRO DO ROCK A CAMINHO DO BRASIL

    DEEP PURPLE: OS PASSOS PRÁTICOS DE UM MONSTRO DO ROCK A CAMINHO DO BRASIL

    Março de 2023. O Deep Purple estava em turnê pelo Japão, e Don Airey reservou alguns minutos num dia de folga, entre as apresentações em Tóquio e Hiroshima, para falar dos shows num outro país marcado na história da banda inglesa e do próprio tecladista: o Brasil, onde ele, Ian Gillan, Roger Glover, Ian Paice e o novato Simon McBride são uma das atrações do festival Monsters of Rock, que acontece no dia 22 de abril, no Allianz Park, ao lado de Doro Pesch, Symphony X, Candlemass, Helloween, Scorpions e KISS – o grupo ainda se apresenta em Brasília (com o KISS) no dia 18 de abril.

    E o papo foi da apresentação no festival com os “velhos amigos” do Scorpions do KISS às lembranças dos shows com Ozzy Osbourne no Rock in Rio de 1985, passando pelo que significa o Deep Purple em sua vida e pela saída do guitarrista Steve Morse, que decidiu ficar mais tempo em casa com a esposa, Janine, que luta contra um câncer. Boa leitura.

    Boa noite, Don. Como você está? Qual o sentimento de finalmente poder estar em turnê novamente?Don Airey: Durante os primeiros estágios da pandemia, nós pensamos: ‘Bem, esse é o fim da vida como a conhecemos. Não haverá mais turnês, não tocaremos mais ao vivo’. Mas com as pessoas sendo vacinadas, tudo isso voltou a ser possível, então é muito bom estar de volta à estrada. No começo, ficamos um pouco nervosos com a possibilidade de sermos contaminados (pelo vírus da Covid-19), então tivemos alguns shows cancelados, só que está tudo correndo bem agora. A máquina está rodando, e estamos aproveitando mais do que jamais aproveitamos.

    E o Deep Purple está voltando ao Brasil depois de cinco anos. Claro, tivemos a pandemia do novo coronavírus nesse período, mas quais são as expectativas?
    Don: Sabe, a verdade é que, por causa das nossas idades, estamos obviamente nos aproximando do fim da nossa carreira como banda. Com isso em mente, tudo tem sido mais prazeroso, e nós nos esforçamos muito mais para fazer tudo certo. De todo o meu tempo no Deep Purple, acredito que nunca soamos tão bem quanto agora, então estamos extremamente animados para voltar ao seu país e mostrar isso aos fãs brasileiros.

    Será uma turnê de quatro datas, incluindo o festival Monsters of Rock, em São Paulo, com um elenco estelar. Há alguma atração que você gostaria de ver?
    Don: Claro! Estamos bastante empolgados por poder tocar num estádio, ao ar livre, com KISS e Scorpions, que são velhos amigos nossos. É uma combinação que torna tudo muito prazeroso e divertido, porque será ótimo estar rodeado de velhos amigos. Principalmente, aliás, nossos amigos brasileiros, porque estivemos aí muitas vezes, e é sempre uma boa perspectiva tocar no Brasil.

    Você tem vindo ao Brasil com o Deep Purple desde 2003, mas a sua primeira vez no país foi com Ozzy Osbourne em 1985, no Rock in Rio. Claro que o país mudou muito nesses anos, então quais são suas lembranças?
    Don: Olha, até agora eu tinha certeza de que a minha primeira vez no Brasil havia sido com a Electric Light Orchestra, em 1997 (risos) (N.R.: na verdade, em 1994, no Olympia, em São Paulo). A banda tinha Bev Bevan, Mik Kaminski e Kelly Groucutt, mas lembro que não foi anunciada como ELO, apenas como “The Orchestra” ou algo assim. Claro que nós tocamos músicas da ELO, mas não foi realmente a minha primeira vez no país (risos). O Brasil é sempre muito diferente dos outros lugares onde tocamos. Fizemos um show em Goiânia que foi incrível, e o Rio de Janeiro é uma das cidades mais lindas do mundo. Sentimo-nos muito especiais quando estamos lá, e a minha maior e melhor lembrança é mesmo de tocar no Rock in Rio com o Ozzy para um público de 600 mil pessoas! (N.R.: foram duas apresentações com o Madman, nos dias 16 e 19 de janeiro, e o festival teve um público total de 1,38 milhão de espectadores em dez dias.) Foi inacreditável! Além disso, foi também meu último show com o Ozzy, então, que encerramento!

    E há a sua ligação com a música brasileira, que você sempre faz questão de mostrar em seus solos por aqui…
    Don: Ah, sim! Eu gosto muito de bossa nova e do trabalho de Tom Jobim. Na verdade, Tom é um dos meus compositores favoritos de todos os tempos. Ele fez músicas lindas e mudou o mundo com elas.

    Nosso tempo é curto, então tenho só mais algumas perguntas gerais. Para começar, como foi a sensação de ter lançado um dos melhores discos da carreira do Deep Purple, “Whoosh!” (2020), e de repente não poder fazer uma turnê?
    Don: Foi decepcionante não podermos sair em turnê por causa da pandemia, e o disco ainda saiu durante o lockdown. Não havia nada que pudéssemos fazer, porque não dava para segurá-lo. “Whoosh!” se perdeu um pouco, infelizmente. Apesar de muitos fãs terem comprado, foi um trabalho que não teve o avanço comercial que poderia ter tido. Mas foi um álbum ótimo de compor e gravar, e tudo correu suavemente. Bob Ezrin nos fez trabalhar de maneira muito eficiente, novamente, e o resultado foi exatamente o que você disse. Concordo totalmente que seja um dos melhores discos do Deep Purple.

    E depois a banda lançou “Turning to Crime” (2021), um ótimo e divertido trabalho. E creio que foi algo para manter as mentes sãs, não?
    Don: Verdade, e foi um disco feito individualmente. Não nos reunimos para gravá-lo. Cada um fez em sua casa, em seu próprio estúdio, por causa do lockdown. Até por isso, em vez de criarmos material novo, optamos por fazer um álbum de covers. Devo dizer que a mente por trás dessa ideia foi o Bob Ezrin, que fez um excelente trabalho juntando as peças. Há músicas maravilhosas no disco, como “Rockin’ Pneumonia and the Boogie Woogie Flu”, “Lucifer” e “Shape of Things”, mas todas têm uma sonoridade incrível.

    Na sequência, Steve Morse deixou o Deep Purple depois de 28 anos de banda. É uma grande mudança no coletivo, mas como foi para você?
    Don: Muito triste. Sabíamos que algo estava acontecendo com Steve, e eventualmente ele disse que não havia outra opção senão deixar o Deep Purple. Existe um lado prático na banda, porque é preciso pensar ‘temos que encontrar outra pessoa’ quando alguém decide sair. Analisando friamente, não é grande coisa, na verdade. porque se temos compromissos, temos de honrá-los. Assim, tivemos muita sorte de o Simon McBride estar disponível. Eu e Ian (Gillan) já tínhamos trabalhado bastante com ele, então era uma escolha óbvia. E tem sido um grande sucesso até agora.

    E Simon tem a grande responsabilidade de seguir o caminho de Ritchie Blackmore e Steve Morse. Além disso, ele é um nome novo para muitos fãs do Deep Purple…
    Don: Quando alguém sai de uma banda, ela sai mesmo. Não dá para sair e ficar ao mesmo tempo, porque há um lado muito importante no Deep Purple, que é o de fazer turnês. Nós somos uma banda de palco, então precisamos de alguém capaz de se comprometer com isso e, também, com o outro lado, o de ficar dentro de um estúdio gravando, longe de casa por muito tempo. Isso não é para todo mundo, por isso tivemos muita sorte ao encontrar alguém que poderia fazer esse trabalho de maneira hábil, especialmente depois de algo terrível como o Steve ter de nos deixar. É assim que as coisas são numa banda, porque não se olha muito para trás. Se você quer estar na indústria da música, é preciso olhar para frente. Deixamos a função de olhar para trás para os jornalistas, uma vez que vocês podem fazer isso, tirar suas próprias conclusões e passá-las para o público. No entanto, nós passamos boa parte do nosso tempo olhando para frente, porque é isso que precisa ser feito se quisermos estar numa banda.

    E depois de 21 anos no Deep Purple, como você descreveria a sua jornada na banda até agora?
    Don: Ótima pergunta. Olha, tem sido muito memorável! Essa banda me modificou muito, mudou bastante a minha vida, e tem sido muito boa para a minha família. Tenho netos, e todos eles são grandes fãs do Deep Purple. Um deles, de 5 anos, tem sua própria guitarra e amplificador e toca nossas músicas enquanto as ouve no YouTube. E ele já esteve em alguns shows! É um privilégio maravilhoso ainda poder tocar na minha idade (N.R.: Airey tem 74 anos) e dividir isso com a minha família, e devo isso ao Deep Purple. É muito especial fazer parte disso, e sou extremamente agradecido por estar numa banda como essa.

    Obrigado pelo seu tempo, Don, e até o Monsters of Rock.
    Don: Ah, nós nos veremos em breve! Foi muito bom falar com você. Foram ótimas perguntas.

  • TIM “RIPPER” OWENS: COM UM PÉ NO PASSADO, MAS COM A VOZ NO PRESENTE E NO FUTURO

    TIM “RIPPER” OWENS: COM UM PÉ NO PASSADO, MAS COM A VOZ NO PRESENTE E NO FUTURO

    A relação com o Brasil é antiga e fértil, e o amor pelo heavy metal, compartilhado com os fãs. E é exatamente isso que Tim “Ripper” Owens traz ao país em sua nova passagem por aqui, agora acompanhado de Udo Dirkschneider numa turnê com clássicos e joias de Judas Priest e Accept – e se você consegue conceber algo mais genuinamente heavy metal do que esse combo… Bom, Tim falou dos shows – que rolam em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre nos dias 23, 26 e 27 de abril, respectivamente – e do sentimento de se sentir em casa no Manifesto, onde vai acontecer a apresentação na capital paulista. E também rolaram palavras sobre o ótimo “Return to Death Row”, seu novo EP de inéditas, e da inclusão do Judas Priest no Rock & Roll Hall of Fame. Confira. Na última vez em que nos falamos, sobre o lançamento do KK’s Priest, a pandemia também foi assunto. Agora que tudo está praticamente voltando ao normal, como você está? Tim: “Ripper” Owens: Estou bem, obrigado por perguntar! Assim como todo mundo, estou lentamente me recuperando de toda essa loucura. E estive ocupado, gravando bastante coisa nesse período. Lancei um EP solo que tem recebido ótimas resenhas e está indo muito bem; e finalizei o novo CD do KK’s Priest, que deve ser lançado muito em breve, então sigo ocupado, na verdade. Eu gostaria de falar sobre “Return to Death Row”, mas antes tem a sua vinda ao Brasil com Udo Dirkschneider. É um combo muito interessante, porque teremos dois vocalistas lendários juntos. Qual é a expectativa sobre esse novo retorno ao país? Tim: Cara, eu estou ansioso! Fiz uma turnê com o Udo antes, e a levamos ao Brasil em 2015: era o Metal Singers, que ainda tinha Blaze Bayley e Mike Vescera, e foi ótimo. Eu e Udo nos demos muito bem, então será muito bom subir ao palco para tocar músicas que cresci ouvindo, porque sempre fui fã dele, assim como muitas outras pessoas são, mas a diferença é que agora somos amigos. É um show bem divertido e diferente, porque subo para cantar umas oito músicas, sendo três ou quatro do “Jugulator” (1997) e do “Demolition” (2001) com umas clássicas do Judas Priest que estarão no meio; Udo canta algumas músicas; e, enfim, vamos cantar juntos algumas outras tanto do Accept quando do Judas. Acredito que é uma grande apresentação para os fãs conferirem, além de ser diferente dos meus shows solo. Quando faço uma turnê só minha, incluo material do meu EP solo, do KK’s Priest e até do Iced Earth. Há um monte de coisas diferentes, mas neste com o Udo é apenas Judas Priest e diversão. Duas perguntas sobre o setlist: você cantará algumas músicas do Accept com o Udo, então, quais são as suas favoritas? Escolheu alguma música em particular? Tim: Olha, espero poder cantar “Balls to the Wall’ com ele, porque conheço melhor essa música do que as minhas próprias canções! (risos) Na verdade, eu cantei essa com ele numa outra vez, mas espero que ele me dê mais partes para cantar, porque me lembro de ter cantado só o refrão na primeira vez (risos). Para mim, o objetivo seria cantarmos uma música do Judas Priest juntos, alguma bem animada e fácil, tipo “Living After Midnight”, que agita bastante a plateia para cantar junto, e é isso que também acontece com “Balls to the Wall”. Não tenho certeza, mas acredito muito que essas duas estarão no setlist para fazermos juntos. Seria bom cada um de nós ter umas oito ou nove músicas para apresentarmos separadamente, e aí termos duas para cantarmos juntos. Assim teríamos um show longo e divertido. Mas a verdade é que eu canto qualquer coisa que queiram que eu cante! Ainda assim, o mais interessante, ao menos para mim, é a possibilidade de ouvir material do “Jugulator” e do “Demolition”, grandes discos do Judas Priest que muitos fãs infelizmente ignoram. “Blood Stained”, por exemplo, é uma das minhas favoritas da banda em todos os tempos… Tim: Cara, muito obrigado mesmo por dizer isso! … E como o Judas apagou essa parte de sua própria história, que bom que ainda podemos ouvir na sua voz outras grandes músicas como “Burn in Hell”, “Hell is Home”, “One on One”… Tim: Curioso você mencionar estas três músicas, porque estarão no setlist! Elas estão sempre nos meus setlists, e eu também adoro “Lost and Found”, “Jugulator”, “Blood Stained” e “Bullet Train”. Já toquei “Dead Meat” e “Machine Man” ao vivo… São tantas músicas boas para tocar! Já fiz turnês pela América do Sul apresentando várias dessas músicas, como também fiz turnês misturando outras canções para fazer todo mundo feliz. Esse é o problema de fazer turnê com alguém como eu, que esteve em tantas bandas, porque tenho de fazer todo mundo feliz, e o melhor é que eu ainda consigo cantar os clássicos do Judas como eles devem ser cantados. Você tem vindo regularmente ao Brasil desde a sua primeira vez com o Judas Priest, nos anos 1990, e construiu uma relação bem legal com o país. Como você explicaria isso? Tim: É verdade, e fiz muitos amigos aí. Muitos deles músicos, porque tive tantas grandes bandas tocando comigo nesses últimos dez anos. O lance de ir ao Brasil e, especialmente, de tocar no Manifesto é que lá foi o lugar onde fiz meu primeiro show solo. Alguém entrou em contato e disse: ‘Por que não vem tocar aqui? Arrumaremos uma banda para lhe acompanhar!’, e foi a primeira vez que fiz isso. O Brasil abriu as portas para que eu fizesse isso regularmente depois. Gosto muito de tocar no Manifesto, e foram poucas as minhas turnês que não passaram por lá, mas procuro sempre incluir a casa na roteiro. Sinto-me bem lá, fiquei amigo dos donos, a equipe é ótima, e eu sempre me divirto muito.
    Foto: Ricardo Ferreira
    Sobre o EP “Return to Deathrow”, assim que eu soube que Jamey Jasta e Nick Bellmore estavam envolvidos no projeto, tive certeza de que seria algo interessante, porque adoro o que eles fizeram com Dee Snider (N.R.: nos álbuns “For the Love of Metal”, de 2018, e “Leave a Scar”, 2021). Tim: Cara, foi realmente incrível o que eles fizeram com o Dee Snider! Foi algo que eu não ouvia há sei lá quando tempo. Os discos são muito, mas muito bons, e foram o que me levaram a fazer o EP, porque Jamey estava tentando me convencer a fazer isso havia dez anos! Ele disse: ‘Cara, será aniversário de 25 anos do “Jugulator”, e você precisa fazer algo mais pesado! Precisamos aproveitar essa onda do “Jugulator”!’, e aí eu topei! Amo o “Return to Deathrow”, acredito que ficou um trabalho realmente muito bom. É pesado, com influências de thrash metal, mas vocalmente ainda sou eu, e os refrões são cativantes. É muito bom, mesmo! Você mencionou a influência de thrash metal, então podemos falar da primeira faixa, “Die While We’re Alive”, provavelmente a música mais rápida da sua carreira e com algo novo: um vocal que beira o gutural. E você está ainda mais agressivo do que nunca na faixa-título, “Return to Death Row”… Tim: Sim! Sempre tive fãs desse estilo de música e, por sorte, sou um vocalista que gosta de cantar o que quer que seja que eu tenha de cantar. Seja death metal, hardcore, algo mais anos 1079… Não importa. Sou afortunado por poder tentar, e acredito que o grande lance do EP é essa agressividade direta, mas com grandes melodias. Vocalmente, eu tenho cantado muito bem desde o ano passado, porque perdi a minha voz cinco anos atrás. Fiquei com 60%, e do nada ela voltou! Minhas notas altas voltaram, a agressividade está lá, e foi bom fazer um disco assim. Aliás, o novo álbum do KK’s Priest tem um pouco dessa influência, também. É bem agressivo vocalmente. Pode anotar. É difícil apontar uma música favorito num EP (risos), mas hoje eu poderia dizer que é “The Night (Take it Back)”, porque soa como uma versão moderna do thrash metal dos anos 1980, e é legal que na sequência venha “Silent Cage”. Foi uma boa ideia colocar uma música mid-tempo para ouvinte se recuperar (risos). Tim: E é Curioso você dizer isso, porque quando Jamey começou a me mandar as músicas, a primeira que gravei foi “Die While We’re Alive”, que é pesada para cacete! Na sequência, ele mandou “Return to Death Row”, e depois foi a vez de “The Night (Take it Back)”, então perguntei para ele: ‘Cara, será que você pode mandar alguma música que seja mid-tempo, porque você está me matando!’ (risos) Esse EP tem muitas músicas incríveis, e olha que são apenas seis. Imagine se fossem dez ou um pouco mais… Iria crescer mais ainda! Ou seja, vocês já estão pensando em fazer um álbum completo juntos. Tim: Com certeza! Era o plano desde o início, quando nos reunimos. Faríamos o EP e o lançaríamos como um teaser, para depois lançarmos um disco completo. Agora, é só acertarmos quando começaremos o novo trabalho. Você disse que perdeu e recuperou a sua voz. Isso teria algo a ver com o fato de você estar se cuidando? Vi que agora você consegue vestir uma camiseta tamanho M do “Jugulator” (risos). Isso tem algo a ver com estar cuidando melhor do seu corpo e da sua saúde? Tim: (rindo) Ah, você viu o post no Twitter! (risos) Na verdade, eu sempre malhei! É algo que sempre fiz, realmente, assim como também sempre cuidei da minha voz. Perdi peso, mas sempre fui à academia, fazia toda a parte aeróbica e, também, musculação. O lance é que eu sempre fui grande. Sobre a voz, ela voltou com força total no ano passado, mas não tinha sumido completamente. Acontece que agora ela voltou aos 100%, então não preciso mais me preocupar com isso no palco. Canto constantemente, e não houve mudança desde que perdi peso. Na verdade, cheguei a ficar preocupado que pudesse perder um pouco da potência da voz ao emagrecer, mas isso não aconteceu. Está tudo bem. Preciso perguntar sobre a Rock & Roll Hall of Fame, porque acredito que não houve justiça na inclusão do Judas Priest no museu. Mesmo o Les Binks estava lá, enquanto você, que teve a responsabilidade de substituir Rob Halford, foi ignorado. Qual o sentimento? Tim: Minha única reclamação é que eu deveria ter feito parte de alguma forma. Que fosse mencionando o meu nome no palco, mas nem isso eles fizeram. Porém, é preciso ter em mente que isso vem de um gerenciamento que decidiu em 2022 que o Judas Priest teria somente um guitarrista no palco, então não é que estejam tomando decisões inteligentes. Ninguém ali poderia ser um neurocirurgião, com certeza (risos). Essa é a minha única reclamação, mas fiquei feliz pelos caras. Para falar a verdade, eu não assisti ao evento. Sei que Richie (Faulkner) tocou porque ele está na formação atual, e espero que tenham falado o nome dele no palco (risos). Foi uma pena, porque eles ficaram quase dez anos comigo, tivemos uma nomeação ao Grammy (N.R.: em 1999, “Bullet Train” concorreu na categoria Best Metal Performance), fizeram um filme baseado na minha história (N.R.: “Rock Star”, de 2001, com Mark Wahlberg)… Nós tivemos uma história ótima, um período realmente muito bom, e não ser sequer mencionado no palco foi ridículo, para ser completamente franco. Isso só mostra porque o Iron Maiden toca para 15 mil pessoas: porque o gerenciamento deles é foda. Depois que li as autobiografias de KK Downing e Rob Halford, fiquei pensando sobre o seu período na banda. Você já pensou em escrever as suas memórias? Seria a oportunidade de eternizar o seu lado da história, e não somente sobre o Judas Priest, mas sobre toda a sua carreira… Tim: Eu adoraria e já pensei nisso, mas não sei se colocaria tudo o que aconteceu na minha carreira no livro (risos). Tenho muita roupa suja, também, e tanto sobre mim quanto sobre outras pessoas (risos). Mas a verdade é que, no geral, as pessoas têm sido muito boas para mim. Foi assim no Judas Priest, e o meu tempo com o Yngwie Malmsteen também foi ótimo, então eu não caçaria as pessoas. Talvez falasse sobre coisas que fiz quando era jovem, porque há grandes histórias para serem contadas, até mesmo coisas pessoais que aconteceram durante todos esses anos, como ter conhecido meus ídolos, ter feito amigos e me tornando uma família com o Judas e com o Dio. Se eu tiver o escritor certo, aquele que sente comigo para falar sobre isso, e se eu puder fazer dinheiro com isso, porque não farei se não puder ganhar dinheiro, eu faço. Estou numa fase da minha vida em que nada mais acontece de graça. Muito obrigado pela entrevista, Tim. Foi um prazer falar com você novamente, e nos vemos em São Paulo. Tim: Claro, e o prazer foi meu! Dá um grito e levanta a mão lá da plateia, porque temos de beber uma cerveja!
  • FIFTH ANGEL anuncia novo álbum, “When Angels Kill”, e lança videoclipe

    FIFTH ANGEL anuncia novo álbum, “When Angels Kill”, e lança videoclipe

    POR ASSESSORIA 

    O poderoso FIFTH ANGEL tem o orgulho de anunciar seu épico quarto álbum, ‘When Angels Kill’, que será lançado no dia 16 de junho de 2023 pela Nuclear Blast Records. Para os fãs do FIFTH ANGEL ou fãs de power metal melódico em geral, este álbum é simplesmente um “item indispensável”. Combinando as letras e a temática da última trilogia de álbuns do FIFTH ANGEL em um álbum com um conceituo duplo semelhante ao “Keeper of the Seven Keys” do Helloween, “The Wall” do Pink Floyd ou “Operation Mindcrime” do Queensryche, ‘When Angels Kill’ é matador e em nenhum momento possui preenchimentos. Cada música foi transformada em um trabalho independente, e as versões em vinil duplo, CD e em formato digital têm quase setenta minutos de duração.

    OUÇA O NOVO SINGLE ‘WHEN ANGELS KILL’: https://fifthangel.bfan.link/waksg.ema

    ASSISTA AO VIDEOCLIPE PARA ‘WHEN ANGELS KILL’:

    Ken Mary (baterista e produtor do FIFTH ANGEL) comentou: “‘When Angels Kill’ é na verdade mais uma trilha sonora para um filme que ainda não foi feito. Este novo álbum combina muitos dos assuntos dos últimos três álbuns e tece uma história convincente. É muito fácil visualizar o “filme” enquanto você ouve este álbum. No geral, é uma história profunda e sombria, mas os assuntos sobre os quais a banda sempre escreveu tratam do estado da humanidade. Temas de engano da mídia, guerra, terrorismo, opressão, traição, desastres naturais e a batalha pela sobrevivência estão todas entrelaçadas. Nós até mencionamos muitos dos títulos das músicas dos álbuns anteriores nas novas letras, o que, pelo que eu sei, não foi feito antes em um álbum conceitual. Esperamos que os fãs sintam que este álbum é algo muito especial”

    A história de ‘When Angels Kill’ começa no futuro, quando Phoenix, um jovem preso em um mundo passando por enormes mudanças, determina que o astuto, enganador e implacável líder global que está escravizando bilhões não o subjugará. Embora pareça inútil e até fatal resistir, Phoenix se junta a um remanescente de pessoas que lutam por um mundo melhor. Amor traiçoeiro, eventos catastróficos, isolamento e desgraça iminente escurecem seus dias, mas Phoenix de alguma forma mantém sua vontade de sobreviver. A história termina com um final surpreendente.

    FIFTH ANGEL – When Angels Kill Data Lançamento: 16 Junho, 2023

    01.    Descent Into Darkness 02.    When Angels Kill 03.    Resist The Tyrant 04.    On Wings Of Steel 05.    We Are Immortal 06.    Empire Of Hate 07.    Run To The Black 08.    Seven Angels 09.    Blinded And Bleeding 10.    Kill The Pain 11.    Five Days To Madness 12.    Ashes To Ashes 13.    The End Of Everything 14.    Light The Skies

    SOBRE FIFTH ANGEL:

    A cena musical de Seattle em meados dos anos 80 era um terreno fértil para talentos excepcionais. Heavy metal foi uma nova onda de música que estava varrendo o mundo, e FIFTH ANGEL é um dos antepassados ​​da lendária cena metal de Seattle que produziu bandas icônicas de metal como Queensryche e Metal Church.

    Em 1984, os amigos de escola Ted Pilot (vocalista), Ed Archer (guitarrista) e o baterista Ken Mary (Alice Cooper, Flotsam and Jetsam, House of Lords) uniram forças com o guitarrista James Byrd e o baixista John Macko. Inspirado pelo sucesso do Queensryche, que evitou tocar em clubes para escrever, gravar e lançar sua própria música de forma independente, o FIFTH ANGEL escolheu um caminho semelhante. Eles se concentraram em aprimorar suas habilidades de composição e gravação, criando o incrível álbum de estreia “FIFTH ANGEL”, que hoje se destaca como um clássico do metal que influenciou inúmeras bandas.

    Co-produzido com o famoso produtor musical Terry Date, (Pantera, Soundgarden, White Zombie), “Fifth Angel” foi a primeira produção de Date. O álbum, gravado nos estúdios de Steve Lawson em Seattle e lançado pela primeira vez nos Estados Unidos pela Shrapnel Records, foi distribuído na Europa por meio de uma gravadora novata chamada RoadRunner Records, com sede na Holanda. O álbum rapidamente se tornou um clássico cult na comunidade do metal europeu, ficando acima de muitos lançamentos de grandes gravadoras. A Epic Records ficou sabendo da banda e ficou tão impressionada com “Fifth Angel” que assinou com a banda um contrato de sete álbuns por US $ 21 milhões. Remasterizando a gravação e relançando o álbum com novas capas, a Epic revelou o FIFTH ANGEL para uma audiência mundial em 1988.

    A banda recebeu ótimas críticas e foi apontada na imprensa como a “próxima grande novidade” em todas as principais revistas de metal da época, incluindo Hit Parader, Kerrang!, RIP, Metal Edge, Metal Forces e muitas outras. Kerrang! chegou a anexar um disco flexível com a música da banda na capa e dar a dobra central da revista para a banda também.

    No final de 1988, a banda entrou em estúdio mais uma vez, desta vez com o produtor Terry Brown (Rush). A Epic Records lançou “Time Will Tell” do FIFTH ANGEL em agosto de 1989. “Time Will Tell” viu a saída do guitarrista principal James Byrd e a introdução do prodígio da guitarra Kendall Bechtel. O vídeo para “Time Will Tell” foi lançado para promover o álbum e entrou em alta divulgação na MTV. Um single adicional do álbum, “Midnight Love”, tornou-se a música tema do programa de uma das rádios mais importantes dos Estados Unidos, capitaneada pelo renomado atleta Howard Stern, por mais de quatro anos.

    No entanto, os ventos da mudança estavam começando a agitar a indústria da música, e quando o grunge atingiu o mercado musical dos Estados Unidos no início dos anos 90 (música que ironicamente também foi criada praticamente em Seattle), o FIFTH ANGEL se desfez. Mas esse não é o fim da história…

    FIFTH ANGEL foi convidado para ser a atração principal do festival Keep It True na Alemanha em 2010. A recepção foi incrível, com uma multidão impressionada cantando as letras de todas as músicas. Esse impulso positivo plantou as sementes para um novo álbum.

    Finalmente, vários dos membros começaram a compor e gravar juntos, e o entusiasmo coletivo foi muito forte com a música que foi criada. A Nuclear Blast assinou com a banda um novo contrato de gravação baseado em uma demo de três músicas que foi enviada em 2017 e, no outono de 2018, o FIFTH ANGEL lançou seu primeiro novo álbum em quase 30 anos, “The Third Secret”.

    O álbum contou com os incríveis talentos de Kendall Bechtel, Ken Mary e John Macko. O guitarrista original Ed Archer logo retornou e, junto com dois novos membros, Steve Carlson no vocals e Ethan Brosh na guitarra solo, a formação foi concluída após uma saída inesperada de Kendall Bechtel no final de 2018.

    “The Third Secret” liderou as paradas da Deaf Forever (ALE), Rock Hard (ALE) e várias outras revistas internacionais, e trouxe o grupo de volta às paradas. Em 2019, a banda voltou aos palcos do festival, liderando o festival Metal Assault em Würzburg, Alemanha, e depois se apresentando nos festivais Rock Hard e Alcatraz no verão daquele ano.

    FIFTH ANGEL aparecerá nesta primavera no festival Keep It True mais uma vez com a formação atual e também se apresentará em Alcatraz (BE) no final de agosto de 2023.

    Formação do FIFTH ANGEL em ‘When Angels Kill’ Steve Carlson – Vocais Ken Mary – Bateria John Macko – Baixo Ed Archer – Guitarras Steve Conley – Guitarras Jim Dofka – Guitarras Principais

    Foto: Shane Eckert

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