Categoria: Roadie News

  • NEIL TURBIN: CELEBRANDO OS 40 ANOS DE FISTFUL OF METAL NO BRASIL

    NEIL TURBIN: CELEBRANDO OS 40 ANOS DE FISTFUL OF METAL NO BRASIL

    Por Guilherme Spiazzi

    Pela primeira vez no Brasil, o vocalista original do Anthrax, Neil Turbin prepara-se para comemorar os 40 anos do lançamento de Fistful of Metal, disco que revelou a banda para mundo. Nas apresentações marcadas para o dia 21 no Correria Music Bar em Vila Velha/ES; dia 22 no CDM Metal Fest em Campo do Meio/MG e dia 23 na Jai Club em São Paulo/SP, Turbin tocará o disco de estreia na íntegra, além de revisitar as suas composições do EP Armed And Dangerous e de Spreading The Disease, ambos lançados em 1985, já com Joey Belladonna no vocal. Conversamos com Turbin sobre a importância de Fistful of Metal para o metal e sobre esse momento único e especial que os fã brasileiros verão.

    Como está a sua expectativa de comemorar algo tão especial e se apresentar pela primeira vez no Brasil?
    Neil Turbin:
    Estou muito empolgando com a oportunidade de poder tocar Fistful of Metal para os fãs brasileiros, de poder encontrar as pessoas cara a cara. Os fãs são o verdadeiro espírito e a essência do heavy metal. Música é vibração – é o que inspira a mim e as pessoas ao meu redor. É uma energia. É levantar as pessoas depois de uma semana cansativa de trabalhando. Há séculos a música é uma fonte de liberação e uma forma de você levantar as pessoas compartilhando algo. É como B.B. King falou para mim: “do meu coração para o seu coração”. É uma conexão entre o coração do artista e os corações do público. É vibração mutual que ressoa no tempo. Ter essa oportunidade de me conectar dessa maneira com os fãs brasileiros dessa maneira é o que me deixa empolgado.

    Lançado há praticamente 40 anos, Fistful of Metal continua ressoando na cabeça dos fãs. O que faz isso ser possível?
    Neil:
    Quando estávamos trabalhando na ideia do álbum, tínhamos a visão do espírito do heavy metal. Era isso o que eu tinha na cabeça. Eu me perguntava o que representa esse espírito. Eu era jovem e vivia no subúrbio de Nova Iorque (EUA). Sou original do Brooklin, mas fui criado no Queens (N.R.: espécie de bairros da região metropolitana). Passando pela cidade dentro do transporte público eu via que aquele era um lugar difícil. Em certos aspectos, era como se retrata no filme Cidade de Deus, só que de forma espalhada e não concentrada (como nas favelas). Caminhar pelas ruas de cabelos longos e jaqueta de couro fazia de você um alvo. As gangues o agrediam só porque você tinha um determinado visual. Porque era diferente dos outros. Felizmente nós sobrevivemos a isso. Claro que com o tempo o país mudou, mas era isso. Enfim, entusiasmo é uma palavra que define o sentimento da época.

    Essa é uma maneira interessante de celebrar os 40 anos da sua estreia. Existe alguma outra ideia de comemoração sendo discutida?
    Neil:
    Estou muito empolgado de fazer isso no Brasil. Eu acho que mais ninguém está celebrando isso. Mas tudo bem, pois nós estamos aqui. Se você perder algum dos shows, já era.


    Acredito que os fãs brasileiros de Anthrax, e especialmente desse disco, sempre desejaram, mas jamais pensaram que seria possível vê-lo cantando essas músicas ao vivo.
    Neil:
    Exato. Vamos lembrar que eu escrevi várias daquelas músicas. Por que eu não poderia cantar músicas que eu escrevi? Eu cuido da minha vida e sigo a minha carreira sem olhar para o lado. Estou focado nisso. Nós tocaremos músicas que eu escrevi ao lado do Anthrax, além da minha carreira solo e do DeathRiders.

    Como foi viver esse período de pleno início do metal ao lado da banda e porque você saiu logo na segunda semana da primeira turnê?
    Neil:
    Eu tinha 19 anos quando fizemos o disco, mas eu já conhecia alguns do caras desde os tempos de ensino médio. A vida na banda era um pouco diferente… Eu apenas não entendia os tipos de personalidade com quem eu estava me relacionando. Eu também não fazia ideia de que eu era um jovem das artes. Eu só queria ser o melhor que eu podia ser fazendo as coisas como um time. Eu não queria tentar comandar esse time ou algo assim. Por exemplo, fui para a Flórida com a minha família e trouxe camisetas de uma estação de rádio local de rock para eles. Depois, eu fiz aquelas mangas de cota de malha com fio de aço calibre 13 que pesavam cerca de 11kg cada. Eu tive que aprender como eram feitas as armaduras da época medieval para fazer aquilo. Mas eu fiz por mim. Você não queria ser metal? Isso é metal! Eu não queria ser o Metallica. Nunca quis isso. Acho que os outros caras queriam ser o Metallica, o Iron Maiden, o Judas Priest… Eu amava essas bandas, mas eu não queria ser eles. Para mim, era uma questão de ser original. Enfim, eu gastei centenas de horas fazendo diferentes adereços de cota de malha para cada um dos integrantes da banda. Há cerca de dez anos li uma entrevista em que eu fui acusado de tentar dizer como os caras deveria se vestir naquela época, quando na verdade eu apenas queria presenteá-los com algo que eu criei com as minhas próprias mãos. Algo semelhante aconteceu com relação a composição das músicas. Enfim… Eu percebi que na banda havia uma questão de controle. Não era sobre ser uma banda, mas de ter controle sobre o processo criativo. Eu achava que era para ser um trabalho em equipe, mas eu estava muito enganado. Eu não tinha interesses particulares, o meu negócio era tocar música. Eu queria ser parte do time. É por isso que eu não entendia por que eu era excluído das reuniões e das entrevistas. Quando você tem um grupo, a coisa deve se comportar como um time, mas havia todo o tipo de favoritismo. Eu tive que aguentar abuso verbal, psicológico e manipulações. A minha atitude era a de tocar a música que eu compus e as pessoas que viessem ver ou não. Era assim que eu pensava. Eu não estava lá para puxar o saco de ninguém. Mas não era disso que eles não gostavam… Eles estavam procurando por puxa sacos. Pra mim, ou trabalhamos como um time ou não trabalhamos. Atualmente eu penso exatamente da mesma forma. Durante os meus dois anos de Anthrax eu ensaiei, gravei demos, gravei um disco, fiz shows e não recebi absolutamente nada por isso. Fiz tudo de boa fé. Veja, não estou dizendo que não recebi royalties, mas eu não tenho um disco de platina por ter feito parte do “Big Four”. Tudo bem, eu sei que estou no Metal Hall of Fame – não estou aqui para ficar reclamando, mas teve gente que não compôs uma ou outra música em Fistful of Metal, mas o seu nome está lá como parte da composição. Inclusive, Howling Furies teve a minha contribuição, mas não me deram o crédito.

    Como pretende abordar essas músicas ao vivo agora?
    Neil:
    Existe uma diferença entre nós e uma banda tributo ao Iron Maiden, que apenas reproduz as músicas. A forma como eu toco as músicas é bastante diferente de como o Anthrax ou uma banda tributo as tocaria. O lance é que éramos jovens quando fizemos aquelas músicas e eu acho que há coisas que poderiam ser melhoradas. Uma delas é a afinação de algumas canções. Veja, eu não tenho problema nenhum para cantar o original, mas às vezes a entonação e a vibração funcionam melhor meio tom abaixo, por exemplo. A mesma coisa vale para a velocidade da música. Tem umas que parece que vão se arrastando. Você não quer isso num show. Uma coisa que não fizemos quando o disco foi gravado foi buscar pelo tempo correto ou pela afinação mais adequada. Não estou acusando ninguém de nada. Apenas éramos jovens e sem experiência. Com o tempo, é claro que a banda foi evoluindo nesse aspecto. Buscar o melhor resultado é essencial para mim. Foi por isso que peguei as músicas e arranjei da minha maneira. Se você espera escutar nota por nota, assim como no álbum, isso não acontecerá. Isso seria chato. O que estamos fazendo é um meio termo entre uma porrada thrash e Hibria ou Racer X. Guitarras e bateria super-rápidas, baixo nervoso e vocais impulsionando o som. Acho que isso representa uma significante diferença para o som.


    Você contará com uma banda de apoio aqui do Brasil. Como está sendo essa experiência de trabalhar a distância com músicos com os quais você nunca trabalhou?
    Neil:
    Formamos um time excelente e isso me deixa muito empolgado porque tocaremos essas músicas do jeito certo. Isso faz muita diferença. Serei acompanhado por uma banda fantástica com integrantes de outras ótimas bandas. Thales Statkevicius (guitarra, Hammathaz), Jaeder Menossi (guitarra, Interstellar Experience), Bill Martins (baixo, Hellish War) e Rafael Gonçalves (bateria, Brave) não formam uma banda de aluguel. Nós realmente nos comunicamos e estamos trabalhando juntos nessa. Os caras não estão apenas aprendendo uma versão antiga ou algo assim. Estamos fazendo algo empolgante.

    Antes de encerrarmos, já que você citou o HIBRIA, eu gostaria de saber o que você conhece do nosso metal.
    Neil:
    Eu sou um verdadeiro fã de metal internacional desde a década de 1980 e faz muitos anos que sou fã do metal brasileiro. Eu conheci o Angra lá no início… O HIBRIA realmente chamou a minha atenção com Steel Lord on Wheels (Defying the Rules, 2004). Eu também adorava o Shaman… Quem não ama um cantor como o Andre Matos? Eu já era fã de Kiko Loureiro antes dele tocar com o Megadeth.

    Foi uma ótima conversa, Neil. Aguardamos a sua chegada!
    Neil:
    Quero agradecer o time incrível da Som do Darma que está trabalhando para me levar para o seu país. É ótimo trabalhar com Eliton Tomasi e Susi dos Santos. Eles realmente estão trabalhando para promover a cena brasileira, assim como a Roadie Crew está contribuindo para manter o espírito do heavy metal vivo.

  • EREBOROS / QUANTUM / FORKILL / NĀDHA – Rio de Janeiro (RJ)

    EREBOROS / QUANTUM / FORKILL / NĀDHA – Rio de Janeiro (RJ)

    Texto e fotos: Vinícius de Castro Araujo

    No último dia 2 de abril (domingo) na casa Rock Experience, no Rio de Janeiro (RJ), tivemos a estreia da banda Ereboros nos palcos e para completar o cast do evento, Quantum, Forkill e Nādha fizeram as honras de começar o evento.


    A Quantum, banda criada em 2016 no Rio de Janeiro e formada por Lo Ferrera (vocal), Gabriel Miranda e Gabriel Viegas (guitarras), Depr3cho (baixo) e Emanuel Bazilio (bateria), subiu ao palco por volta das 18h e mandou um som no estilo mais moderno de metal, sem se prender a subgêneros. Como conta com um vocal feminino bem agressivo, já era possível notar influências de Jinjer, banda esta que teve o cover da faixa Perennial tocada no meio do breve set que incluiu, além de faixas autorais como Purgatório e Eternal, mais covers – Laid to Rest do Lamb of God e Nemesis do Arch Enemy. O som da casa ainda estava um pouco embolado no começo do set, mas foi melhorando ao longo da apresentação. O Quantum empolgou os presentes, em especial nos covers, com destaque para a vocalista Lo Ferrera.


    Às 19h10 tivemos os veteranos do Forkill, criado em 2010 na “Guanabara Bay Area” (RJ) e formado por Igor Rodrigues (vocal e guitarra), Ronnie Giehl (guitarra), Eduardo Martins (baixo) e Rodrigo Tartaro (bateria), músicos que mostraram como um show de thrash metal deve ser. Com um set focado em seu novo álbum, Sick Society, a banda agitou bastante e demonstrou uma ótima presença de palco. O público respondeu muito bem, as primeiras rodas da noite apareceram e o encerramento se deu com um perfeito cover de Metal Command, do Exodus.


    Na sequência, às 20h20, tivemos o Nādha, mais uma banda do Rio de Janeiro, criada em 2020 e formada por Felipe Eregion (vocal e guitarra), Juan Carlos (guitarra), Bruno Rodrigues (baixo) e Jean Falcão (bateria), músicos que possuem uma vasta experiência no underground. Isto pode ser visto nas complexas composições, mostrando influências que vão desde Behemoth, Alice in Chains a Gojira. A banda fez um show focado no seu autointitulado debut e tocou quase todo o álbum dentro do tempo permitido, demonstrando que a experiência dos integrantes fez a diferença – Felipe tem uma presença de palco sensacional! Vale ressaltar que tocaram o cover de Andar Na Pedra dos Raimundos, dedicada ao saudoso Canisso.


    Por fim, às 21h45, tivemos a estreia do Ereboros, criado em 2022 e formado por Thiago Barbosa (vocal e baixo), Wederson Felix (guitarra), Alexandre Carreiro (guitarra) – este substituindo Caio Mendonça, que foi quem gravou o EP – e o prodígio Victor Mendonça (bateria). Como são figurinhas carimbadas em diversas bandas do underground carioca, como L.A.C., Gutted Souls, Forceps e Tellus Terror, o Ereboros se tornou uma espécie de supergrupo e criou uma aura ao seu redor. Com isso, a casa ficou abarrotada durante a apresentação da banda, que foi brutal e certeira. O show foi um misto de seriedade e festa, pois ao mesmo tempo em que a banda mandava faixas matadoras como Path of Solomon e Blasphemous Era, também se divertia com covers como o Children of the Grave (Black Sabbath) e The Troops of Doom (Sepultura), que contou com a participação de Alex Kafer, do The Troops of Doom.

    O Ereboros já nasceu pronto para palcos maiores e essa estreia mostrou que a cena nacional ganhou mais um medalhão para o metal extremo, que noite!

    Quantum – Setlist:
    Intro + Quantum
    Purgatório
    Helpless
    Perennial (Jinjer Cover)
    Paralyses
    Laid to Rest (Lamb of God Cover)
    Eternal
    Nemesis (Arch Enemy Cover)

    Forkill – Setlist:
    Intro (Open Wound)
    The Seed
    Braind Shaped Youth
    Merchants of Faith
    No Land Beyond Volga
    Let There Be Thrash
    Seven Plagues
    Violence Ritual
    Metal Command (Exodus Cover)

    Nādha – Setlist:
    Wheel of fortune
    The Marble and the Sculpter
    Umbra Penumbra
    Summons to Contest
    Ephemeral Being
    Canto Vil
    Sketches of Fagments
    Andar na pedra (Raimundos Cover)
    Anahata

    Ereboros – Setlist:
    Intro (The Omen)
    Corruptio Signum
    Dubium Sapientia Est
    Path of Solomon
    Embryo/Children of the Grave (Black Sabbath Cover)
    Blasphemous Era
    Troops of Doom (Sepultura Cover)
    Ereboros

  • MAX e IGGOR CAVALERA regravam EP “Bestial Devastation” e álbum “Morbid Visions” do SEPULTURA

    MAX e IGGOR CAVALERA regravam EP “Bestial Devastation” e álbum “Morbid Visions” do SEPULTURA

    Nesta sexta-feira (14), a comunidade metálica no mundo inteiro foi pega de surpresa com o anúncio de que os irmãos brazucas Max Iggor Cavalera regravaram os dois primeiros materiais oficiais do Sepultura, os cultuados EP Bestial Devastation e álbum Morbid Visions.

    Morbid Visions Bestial Devastation foram regravados no The Platinum Underground, estúdio localizado em Phoenix, no Arizona (EUA) e tiveram produção dos próprios Cavalera, com engenheria de som de John Aquilino e mixagem e masterização de Arthur Rizk. Já as capas dos dois discos foram repaginadas pelo requisitado Eliran Kantor

    Outro grande atrativo, é o fato de que os Cavalera incluíram nos dois lançamentos duas músicas inéditas, compostas na época desses discos. Trata-se de Sexta-Feira 13, incluída na regravação de Bestial Devastation, e de Burn the Dead, presente na nova versão de Morbid Visions.  

    Max Cavalera comentou: “À medida em que ficamos mais pesados, ano após ano, às vezes você tem que voltar para onde tudo começou! Regravamos Bestial Devastation Morbid Visions com o som incrível de agora, mas com seu espírito cru e atemporal. A obra de arte reflete os tempos em que estamos vivendo agora. Apocalíptico pra caramba! Também temos duas novas faixas com riffs daqueles dias, lembrados de cor!”.

    Iggor completa: “Eu sempre senti que as gravações de nossos trabalhos anteriores não faziam justiça à maneira como executávamos as músicas. Então, este é um momento muito especial em nossas vidas que estamos muito orgulhosos de mostrar a vocês, fãs reais, a nossa verdadeira representação dos incríveis discos Bestial Devastation Morbid Visions com uma identidade visual insana… Aproveite e vemos vocês no pit!”. 

    Confira abaixo os track lists e novas capas dos dois discos:

    Morbid Visions:

    1. Morbid Visions 2. Mayhem 3. Troops Of Doom 4. War 5. Crucifixion 6. Show Me The Wrath 7. Funeral Rites 8. Empire Of The Damned 9. Burn The Dead

    Bestial Devastation: 1. The Curse 2. Bestial Devastation 3. Antichrist 4. Necromancer 5. Warriors Of Death 6. Sexta Feira 13 Faça o pré-save do álbum Bestial Devastation (aqui) e do EP Morbid Visions (aqui), via Nuclear Blast. Em breve, mais informações sobre os dois lançamentos.
    Foto: Jim Louvau

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  • Desidratado, GENE SIMMONS passa mal em show do KISS em Manaus e apresentação é interrompida

    Desidratado, GENE SIMMONS passa mal em show do KISS em Manaus e apresentação é interrompida

    O KISS está no Brasil novamente fazendo a sua suposta turnê de despedida (digo suposta porque em se tratando de KISS é difícil continuar caindo nessa), “End of the Road World Tour”, e na última quarta-feira (12), em passagem por Manaus, o lendário Gene Simmons sofreu uma desidratação pelo calor da cidade e durante o show da banda passou mal e precisou se sentar por alguns minutos.

    “Vamos ter que parar”, alertou Paul Stanley, apontando para Simmons, que estava sendo atendido por membros da equipe técnica da banda. “Vocês sabem o quanto amamos Gene, e ele está obviamente doente. E nós vamos ter que parar para cuidar dele, porque nós o amamos, certo?”, disse Stanley, que pediu à multidão que gritasse o nome de Gene. Na sequência, Gene tocou Say Yeah sentado por um tempo.

    Veja o vídeo, em trecho do telejornal SBT Brasil:

    No dia seguinte, no Twitter, Gene Simmons falou sobre o ocorrido: “Olá a todos, obrigado pelos bons votos. Estou bem”, garantiu. “Ontem, no Estádio de Manaus, no Brasil, senti fraqueza por causa da desidratação. Paramos por cerca de cinco minutos, bebi um pouco de água e então tudo ficou bem. Nada grave. Amanhã, (é a vez do) Estádio de Bogotá (Colômbia). Nos vemos lá”.

    Posteriormente, Gene fez um novo post dizendo: “Ok, garotos. Não é grande coisa. Obrigado por seus votos gentis. Ontem à noite tocamos na Arena da Amazônia/Brasil. A umidade e a temperatura estavam nas alturas. Eu estava desidratado e fui forçado a sentar por uma música. Voltamos ao palco em 5 minutos e terminamos o show.

    E no canal do YouTube da Roadie Crew assista o Ranking Crew com o Kiss  

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  • METALLICA lança novo álbum, “72 Seasons”, clipe de “Sleepwalk My Life Away” e série de lyric videos

    METALLICA lança novo álbum, “72 Seasons”, clipe de “Sleepwalk My Life Away” e série de lyric videos

    A espera acabou! Nesta sexta-feira (14), o Metallica está lançando, via Blackened Recordings, o seu aguardado novo álbum, 72 SeasonsJunto ao lançamento do disco, James HetfieldLars UlrichKirk Hammett Robert Trujillo disponibilizaram também um novo videoclipe, para a extensa faixa Sleepwalk My Life Away. Esse novo sucede os clipes de 72 Seasons, If Darkness Had A SonScreamingSuicide e Lux Æterna. Para o vídeo, filmado em Los Angeles no dia 11 de fevereiro, o Metallica contou novamente com a direção de Tim Saccenti .  Assista:

    O 11° álbum de estúdio do Metallica, sucessor de Hardwired… To Self-Destruct (2016) teve sua premierè em cinemas do mundo todo e com som surround na noite passada (13). Cada música de 72 Seasons teve seu próprio vídeo exibido nas telonas, juntamente com um papo bem humorado e comentários da banda sobre o processo de gravação e das composições. Desde a madrugada dessa sexta-feira, aliás, o Metallica foi disponibilizando em seu canal no YouTube os lyrics videos de várias faixas do disco (confira-os abaixo). 72 Seasons está sendo lançado em LP duplo de vinil preto e com variantes de cores em edição limitada, CD e no formato digital.

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  • OVERKILL lança novo álbum e clipe da faixa-título, “Scorched”

    OVERKILL lança novo álbum e clipe da faixa-título, “Scorched”

    Um dos lançamentos mais aguardados do thrash metal em 2023, Scorched, vigésimo álbum de estúdio do Overkill, um dos grupos mais adorados do gênero, foi lançado nesta sexta-feira (14), via Nuclear Blast. E junto ao lançamento do disco, o grupo de Nova Jersei, que anteriormente já havia revelado os singles Wicked PlaceThe Surgeon, disponibilizou também um novo videoclipe, para a faixa-título do disco. 

    Confira o videoclipe de Scorched

    Scorched contou com mixagem do requisitado Colin Richardson, com assistência de Chris Clancy e masterização de Maor Appelbaum. Já a capa, é de autoria de Travis Smith. As músicas de Scorched são todas de autoria dos dois únicos membros originais da banda, Blitz Verni. O novo álbum do Overkill, está sendo lançado em vários formatos, tais como CD (estojo tradicional), cassete e vinil verde florescente.

    Track list de Scorched

    1. Scorched
    2. Goin’ Home
    3. The Surgeon
    4. Twist of the Wick
    5. Wicked Place
    6. Won’t Be Comin’ Back
    7. Fever
    8. Harder They Fall
    9. Know Her Name
    10. Bag o’ Bones

    Ontem, 13 de abril, véspera do lançamento de Scorched, o Overkill embarcou para sua turnê europeia “Killfest”, acompanhado de seus conterrâneos contemporâneos do thrash metal Heathen. O giro europeu começou em Bochum, na Alemanha, e se estende até o dia 29 de abril, com o último show sendo em Barcelona, na Espanha.

    OVERKILL

    Bobby “Blitz” Ellsworth (vocal)

    Dave Linsk – guitarra

    Derek “The Skull” Tayler – guitarras

    D.D. Verni – baixo

    Jason Bittner – bateria

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  • HUGO MARIUTTI lança single “Too Late”, inspirado em sonoridades britânicas

    HUGO MARIUTTI lança single “Too Late”, inspirado em sonoridades britânicas

    POR ASSESSORIA 

    O ex-guitarrista do Shaman e produtor musicalHugo Mariutti lança hoje, 13 de abril, seu novo single solo “Too Late” via ForMusic Records. A música deve fazer parte do próximo disco da carreira, que sucede A Blank Sheet of Paper(2014) e For a Simple Rainy Day (2017).

    Marcada por calmos riffs de guitarra e bateria constante, “Too Late” reflete sobre uma relação que não soube valorizar a tempo que tudo vivido foi real. “Neste trabalho escrevi letras bem pessoais, algumas até com duplo sentido, onde quem escuta pode ter uma percepção diferente”, revelou Hugo. O videoclipe dirigido por Caike Scheffer explora essa introspecção e solidão através de imagens em preto e branco que mostram o guitarrista caminhando à noite em uma rua deserta.

    Os instrumentos da recém-lançada faixa foram quase inteiramente produzidos por Mariutti, que também mixou a música. Apenas a bateria e os pianos mais elaborados foram gravados, respectivamente, por Edu Cominato e Flavio Marchesin, e Pedro Turcão foi responsável pela masterização.

    Ouça Too Late: https://bfan.link/hm-too-late

    O terceiro álbum de Hugo, com previsão de lançamento para início de junho, deve contar também com o single “Blur”, divulgado em fevereiro. O disco está sendo desenvolvido já há algum tempo e é o mais desafiador da trajetória solo. “Tento evoluir em cada projeto”, disse o guitarrista. “As composições desse trabalho estavam fora da minha zona de conforto para cantar. Ao invés de adaptá-las, mantive os tons originais para passar maior emoção. Precisei então treinar bastante”.

    A sonoridade do músico é altamente influenciada pela música britânica: tanto baladas das décadas de 1950 e 1960 quanto pós-punk e brit-pop, tendo como inspiração artistas que vão desde Gerry & The Pacemakers até Slowthai.

    Siga Hugo Mariutti nas redes sociais: Instagram | Facebook | Twitter Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]

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  • LUIS MARIUTTI lança cerveja oficial do Mariutti Team

    LUIS MARIUTTI lança cerveja oficial do Mariutti Team

    POR ASSESSORIA 

    O Mariutti Team, liderado pelo renomado baixista brasileiro, Luis Mariutti, lançou sua cerveja oficial em parceria com a Cervejaria Everest em três rótulos: Red Ale com Malte Whisky e Malte Chocolate – Vol. Alc 8% Ipa – Vol. Alc. 6.9% Weiss com Ginseng, Guaraná e Cardamomo – Vol. Alc.5.7% O anúncio foi realizado durante o Mariutti Team Fest 3, que celebrou o aniversário de Luis Mariutti, no último dia 22 de Março, com transmissão ao vivo pelo canal do Mariutti Team no YouTube. As vendas da cerveja já estão disponíveis com exclusividade no site www.cervejariaeverest.com.br Assista abaixo o vídeo da Live do Mariutti Team Fest 3:

    Mais informações através do Instagram @mariuttiteam

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  • NARNIA: banda sueca lança vídeo para faixa-título do álbum “Ghost Town”

    NARNIA: banda sueca lança vídeo para faixa-título do álbum “Ghost Town”

    POR ASSESSORIA 

    Lançado no dia 17 de março, ‘Ghost Town’ já está no topo das paradas suecas há algumas semanas. Jornalistas de todo o mundo elogiaram o álbum e o interesse pela banda atingiu novos níveis. No segundo semestre desse ano, uma tour que vai levar a banda para países como Espanha, México, Brasil, e Guatemala vai começar, mas já existe rumores de que mais datas serão adicionadas à programação da turnê, que se estenderá até 2024.

    Depois de um lançamento de álbum agitado, Narnia agora segue, depois do vídeo  para a música‘Wake Up Call’ já ter sido visto mais de 10.000 vezes, com um vídeo para a faixa-título ‘Ghost Town’.

    – A resposta ao álbum foi esmagadora, para dizer o mínimo, e constantemente ouvimos de muitos lugares que ‘Ghost Town’ é classificado como o melhor Narnia já feito. explica o vocalista da banda Christian Liljegren que continua:

    – Com isso para trás, estamos extremamente esperançosos com o que está por vir. O interesse tem sido grande desde organizadores em várias partes do mundo, então parece que agora temos um momento que é diferente de tudo que já vimos tinha antes. É ótimo acompanhar isso com um vídeo para a faixa-título com sua mensagem importante, que eu acho que muitas pessoas precisam ouvir hoje.

    ‘Ghost Town’ teve sua arte de capa feita por Jani Stefanovic e é produzido por CJ Grimmark, mixado pelo engenheiro de som da banda, Viktor Stenquist, e masterizado por Thomas Piec Johansson. E está disponível em todas as plataformas digitais, CD e vinil em colaboração com Sound Pollution Distribution.

    Para os brasileiros, duas boa notícias chegaram. A primeira é que ‘Ghost Town’ irá receber um lançamento nacional, ficando o mesmo a cargo do selo MusiK Records, responsável também pelos lançamentos dos ábuns ‘Narnia’ (2017), ‘From Darkness To Light’ (2019) e dos álbuns de estréia dos projetos The Waymaker (‘The Waymaker’ em 2020) e Flames Of Fire (‘Flames Of Fire’ em 2022), ambos capitaneados por Christian Liljegren. E a segunda é que o grupo irá fazer uma nova turnê por aqui, dessa vez acompanhados do lendário vocalista Rob Rock (soloImpelliteriDriver, outros). Datas, locais e links para compra de ingressos logo abaixo e para demais informações, o contato é (22) 997132793.

    22/09: Belo Horizonte – Caverna Pub

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-bh

    23/09: São Paulo – Legends Music Bar

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-sp

    24/09: Rio de Janeiro – Agyto

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-rj

    26/09: Curitiba – Basement Cultural

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-pr

    27/09: Goiânia – Bolshoi Pub

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-go

    29/09: Fortaleza – Hard Noise

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-ce

    30/09: Recife – Estelita

    https://www.clubedoingresso.com/evento/narnia&robrock-pe

     

    Track list ‘Ghost Town’:

    1 – Rebel

    2 – Thief

    3 – Hold On

    4 – Glory Daze

    5 – Descension

    6 – Ghost Town

    7 – Alive

    8 – Modern Day Pharisees

    9 – Out Of Silence

    10 – Wake Up Call

     

    Ouça o  álbum ‘Ghost Town’ na plataforma de sua preferência no link abaixo:

    https://orcd.co/n014

     

    ‘Rebel’ (Lyric Video)

    ‘Hold On’

    ‘Wake Up Call’

    Para contatos, redes sociais, etc:

    https://linktr.ee/narniatheband

    Narnia é:

    Christian Liljgren – Vocal

    CJ Grimmark – Guitarra

    Jonatan Samuelsson – Baixo/Backing Vocal

    Martin Härenstam  – Teclados

    Andreas “Habo” Johansson – Bateria

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  • Doomed to Hell: Electric Funeral Records lança compilação com bandas da Alemanha, Brasil e Canadá

    Doomed to Hell: Electric Funeral Records lança compilação com bandas da Alemanha, Brasil e Canadá

    POR ASSESSORIA 

    O selo brasileiro Electric Funeral Records, referência em lançamentos na América Latina, lança novo projeto de compilação digital: DOOMED TO HELL! A nova compilação conta com 11 bandas da cena independente de diversos países como Alemanha, Brasil e Canadá:

    Midnight Guest, Chester Doom, Susurro, Murdock, Skid Life, The Anmer, Staut, Hellway Patrol, Hard Point, Corram Para As Colinas e Psychotic Apes.

    Através desse movimento, o selo espera levar um pouco de cultura, entretenimento, conforto e reflexão através da música. A compilação vem para democratizar a música alternativa e dar visibilidade a diversas bandas e movimentações artísticas ao redor do mundo. O lançamento do material digital está disponível via Bandcamp.

    A Electric Funeral Records conta com mais de 100 lançamentos entre digital e midia física, e registra mais de 1 milhão e 700 mil plays nas plataformas de streaming com suas bandas lançadas.

    Doomed To Hell: https://electricfuneralrecords.bandcamp.com/album/doomed-to-hell

     

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