Categoria: Roadie News

  • Trio de hard psicodélico HAMMERHEAD BLUES apresenta o single ‘Thrill of the Moonrise’

    Trio de hard psicodélico HAMMERHEAD BLUES apresenta o single ‘Thrill of the Moonrise’

    O power trio Hammerhead Blues, formado por Otavio Cintra (vocal e baixo), Luiz Cardim (guitarra) e Willian Paiva (bateria), apresenta “Thrill of the Moonrise“, terceiro single antecipando o lançamento do novo álbum, intitulado “After the Storm” e que será lançado no segundo semestre. Com captação de áudio, mixagem e masterização no Estúdio Urutu, a música mantém a estrutura e a base musical do trio, focada no hard rock psicodélico. “‘Thrill of the Moonrise’ é uma das músicas que melhor sintetiza a energia do Hammerhead Blues no palco. A letra passeia por histórias vividas por nós na estrada e foi escrita em um momento em que não podíamos nos ver ou tocar por conta da pandemia. É uma música que fala sobre liberdade, e identidade”, explica Luiz Cardim. “É total descarrego! Tanto no palco quanto nesse registro de estúdio em que fizemos questão de gravar ao vivo com todos tocando juntos na mesma sala”, completa Willian Paiva.

    Confira o single “Thrill of the Moonrise” em https://youtu.be/SR4tsRpOhDc

    Os singles anteriores, “Around the Sun” e “Roger’s Cannabis Confusion”, foram lançados no ano passado. “O single de ‘Around the Sun’ foi o primeiro após o debut, ‘Caravan of Light’ (2017), e saiu em videoclipe. Já ‘Roger’s Cannabis Confusion’ vem com nossa linguagem setentista em um groove arrastado de blues psicodélico”, esclarece Cardim.

    BIO
    Dez anos atrás, Luiz e Otavio faziam parte da Electric Age, banda independente de destaque no Monsters of Rock 2013, mas a dupla se juntou a Willian para fazer longas jams pelas noites de São Paulo. Daí surgiu o Hammerhead Blues, que lançou o EP homônimo em 2015 e o álbum de estreia, “Caravan of Light” em 2017, um dos destaques do então recém-chegado selo carioca Abraxas.

    O trio também se destaca por suas performances coesas e energéticas, tendo em seu currículo a participação em importantes eventos, como ‘Congresso Bruxólico’ (Joinville/SC), ‘Aldeia Rock Fest’ (Aldeia Velha/RJ), ‘Festival Rock na Cidade’ (89FM/São Paulo), ‘Expo Music’ (SP) e ‘Comic Con’ (SP). Além disso, tocou com grandes nomes do cenário internacional, como Samsara Blues Experiment (ALE), Mars Red Sky (FRA) e uma turnê nacional ao lado de Radio Moscow (EUA).

    AGENDA
    O próximo show está marcado para o dia 17 de junho (sábado), a partir das 19h, no Rising Power, que fica na Rua Coronel Fernando Prestes, 677, no Centro de Santo André/SP. Ingressos antecipados (R$ 25) para o evento, que também contará com a presença da banda The Wind, estão disponíveis em https://tinyurl.com/mr3vkfc6. “Claro que neste show vamos tocar a ‘Thrill of the Moonrise’, que é uma explosão de rock, um grito preso na garganta que a gente solta depois de tantos anos de estrada juntos. É uma música de muita energia e vamos mostrar isso no palco”, conclui Otavio Cintra.

    Site relacionado: https://linktr.ee/hammerheadblues

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  • DREAM WILD revela capa de seu disco de estreia, “Omen To Battle”

    DREAM WILD revela capa de seu disco de estreia, “Omen To Battle”

    POR ASSESSORIA 

    O Dream Wild é, definitivamente, uma banda cult. Formada em 1995 na cidade de Votorantim, região metropolitana de Sorocaba, o grupo sempre foi muito querido pelos headbangers, tanto da velha como da nova escola.

    Os shows da banda sempre foram caracterizados pela quantidade e diversidade do público. Fãs de todos os estilos do metal sempre se uniam em frente ao palco para levantar seus punhos cerrados e curtir o heavy metal tradicional do Dream Wild.

    E foram tantos shows nesses 25 anos! Savatage, Angra, Salário Mínimo, Dark Avenger, Wizards, Circa (com membros do Yes), André Matos, Torture Squad, Hellish War, Portrait, foram algumas entre tantas outras bandas que o Dream Wild já dividiu o palco.

    E por sempre priorizar os palcos, o Dream Wild frequentou pouco os estúdios, embora sem prejuízo ao processo criativo, que sempre se manteve ativo. Os setlists dos shows do Dream Wild raramente incluíam covers e a banda até coleciona músicas que são consideradas clássicas: “Metal Warriors”, “Breaking Heads”, “Time Of Confusion”, são algumas delas.

    Então eis que, depois de 25 anos e do lançamentos de algumas demos, EPs e singles, o Dream Wild anuncia aquele que será considerado seu primeiro álbum, “Omen To Battle”.

    “Omen To Battle” foi gravado no Estúdio 8 em Tatuí/SP com o produtor Iago Pedroso e vai reunir nove faixas: “Omen To Battle”, “Battlefield”, “Pass Over On Opressor”, “Revelations”, “Headbangers”, “Reality Overdose”, “Heroes Of Life”, “Walls Of Eternity” e “Receptors”.

    “Omen To Battle” contará três participações mais do que especiais: Andre Tulipano, vocalista e guitarrista da consagrada Steel Warrior, participa nos vocais da música “Revelations”, já o grande vocalista Leandro Caçoilo, do Viper, fará uma participação especial na música “Receptors”, e, por fim, Joe Moghrabi, grande compositor e guitarrista brasileiro, participa na música “Headbangers”.

    A capa de “Omen To Battle” foi desenvolvida pelo renomado designer João Duarte (Metal Church, Angra) e, segundo o vocalista Marcio Rodrigues, reflete o conceito das letras e músicas do álbum.

    “As dificuldades que enfrentamos hoje em dia ainda são as mesmas que nossos antepassados vivenciaram através dos tempos, tais como conflitos e batalhas – tanto internos quanto externos. As épocas diferentes na mesma arte mostram o ciclo interminável e vicioso da humanidade em torno da violência. As pequenas irmãs, de vermelho, simbolizam laços que transcendem o tempo e representam a essência da magia frente ao caos.”

    A faixa “Reality Overdose” foi a primeira lançada como single. Dois outros singles antecederão o lançamento do álbum: “Revelations” com a participação de André Tulipano sai no próximo dia 09 de Junho e “Receptors”, com a participação de Leandro Caçoilo, sai no dia 14 de Julho.

    “Omen To Battle”, o álbum completo, será lançado no dia 11 de Agosto.

    Para ouvir “Reality Overdose”, acesse: Spotify: https://spoti.fi/2VLHnqI Deezer: https://bit.ly/2UjhGwS iMusic: https://apple.co/3AEcC5v Youtube: https://youtu.be/uB6A3UoXyho (Vídeo Oficial)

    O Dream Wild é atualmente formado pelos membros originais da banda, os guitarrista Ilde Carvalho e Marcos Santos, o baterista Daniel Mestre, o baixista Andrew Albuquerque e também o vocalista Marcio Rodrigues.

    Mais Informações: www.facebook.com/dreamwildband www.instagram.com/dreamwildband

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  • GATILHO CANHOTO: “Dá Um Like” questiona a busca de relevância nas redes sociais; assista ao novo lyric video

    GATILHO CANHOTO: “Dá Um Like” questiona a busca de relevância nas redes sociais; assista ao novo lyric video

    POR ASSESSORIA 

    Já está disponível o lyric video de estreia dos paulistas do GATILHO CANHOTO, intitulado “Dá Um Like”. O trabalho, produzido por Fama Produções Artísticas, traz uma forte crítica ao atual momento em que vivemos, no qual as pessoas vivem uma incessante busca por relevância nas redes sociais, além de mostrar um pouco mais do que está por vir no debut álbum, “Quem Manda Aqui”, assista agora:

    “Quem Manda Aqui” está previsto para ser lançado no próximo dia 13/07/2023 no formato físico e digital, e ganhará também uma tiragem exclusiva em vinil. Siga o GATILHO CANHOTO em suas redes sociais e fique por dentro de todos seus lançamentos: Instagram: https://www.instagram.com/gatilhocanhoto/ YouTube: https://www.youtube.com/@GATILHOCANHOTO Sangue Frio Produções: https://sanguefrioproducoes.com/artistas/GATILHOCANHOTO/104

    CONTATO PARA SHOWS E TURNÊS: E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.instagram.com/gatilhocanhoto/ https://www.youtube.com/@GATILHOCANHOTO Fonte: Sangue Frio Produções

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  • Revelação do rock nacional, ÉCLAIR lança novo single, “Olhos Alheios”

    Revelação do rock nacional, ÉCLAIR lança novo single, “Olhos Alheios”

    A banda Éclair acaba de lançar sua mais nova música “Olhos Alheios”, que promete conquistar os fãs do rock alternativo. Com uma letra forte e uma melodia contagiante, a música retrata a luta pela liberdade e a resistência contra a opressão.

    A faixa começa com um tom melancólico, com a voz marcante de Éclair cantando “Crio, recrio, declaro a morte, lanço a mão da vida, a própria sorte”. A partir daí, a música ganha força, mostrando a determinação do personagem em construir seu próprio caminho.

    Com uma letra que confronta o poder e a ganância, “Olhos Alheios” mostra que a luta pela liberdade e pela autonomia é um caminho difícil, mas necessário. A música é um chamado à resistência e à coragem de lutar contra aqueles que tentam nos subjugar. O refrão é a parte mais marcante da música, com a banda cantando “E se os olhos alheios tentarem te induzir, a crer que o certo não é o que está aqui”.

    É um chamado para não se deixar influenciar pelas opiniões alheias, e sim buscar a própria verdade. “Olhos Alheios” é uma música que tem tudo para se tornar um hino da resistência e da luta pela liberdade. Com uma letra poderosa e uma melodia contagiante, a faixa promete conquistar os fãs de rock.

    “Olhos Alheios”:

    Produção: Marcello Pompeu (Korzus) – Mix/Master: Adriano Ferreiro do estúdio Boomer Studio -Participação: Ciça Moreira Distribuído por Ditto music brasil.

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  • ALINE HAPP lança primeiro disco em carreira solo

    ALINE HAPP lança primeiro disco em carreira solo

    POR ASSESSORIA 

    O período da pandemia para os trabalhadores das artes foi uma fase de reinvenção. Com isso em mente, a cantora carioca Aline Happ, vocalista da banda de metal sinfônico Lyria, decidiu investir em seu projeto solo. Em sua casa, começou a gravar vídeos com versões folk e celta de sucessos do pop e rock internacionais, de Rihanna até Iron Maiden. A iniciativa alcançou fãs no mundo inteiro e resultou no disco “Branching Out”, primeiro álbum solo da artista, que traz versões inéditas e canções autorais.

    Ouça o álbum: https://album.link/alinehapp_branchingout

    “Estávamos em época de pandemia e o Lyria não podia se reunir. Eu não queria deixar nossos fãs sem novos conteúdos e o projeto solo surgiu como mais uma forma de expressar a minha criatividade e versatilidade musical, além de homenagear algumas das minhas influências e inspirações. Eu sempre gostei de diversos estilos musicais, especialmente o rock, o metal, o folk e a música celta. Então eu decidi criar versões Gothic/Folk/Celtic de canções que marcaram a minha vida, tanto do rock quanto do pop. Eu também quis mostrar um lado mais pessoal e intimista da minha arte.”, destaca Aline Happ.

    Indo contra a ideia de que ninguém investe mais em álbum, “Branching Out” é fruto de um bem-sucedido financiamento coletivo, o trabalho chegou a superar a meta inicial de 20 mil reais, alcançando mais de 40 mil reais, entre apoios nacionais e internacionais.

    “Quando comecei a postar as minhas versões, recebi muito apoio e feedback positivo dos meus fãs e de novos ouvintes, pedindo por um álbum. Percebi também que as minhas versões tinham uma identidade sonora e poderiam ser reunidas em um trabalho mais completo e coeso, como um álbum, então fiz um crowdfunding para isso. Na verdade, a ideia inicial era que o álbum fosse apenas de versões, mas durante o processo, eu compus várias músicas e escolhi quatro para fazerem parte do ‘Branching Out’. Um disco tem um valor artístico e simbólico grande, pois representa uma jornada musical e emocional do artista. E meus fãs gostam muito de trabalhos completos, principalmente material físico como CDs e LPs.”, avalia Aline.

    A iniciativa de contar com a ajuda dos fãs já havia funcionado antes na carreira da artista. A primeira vez foi antes de lançar “Catharsis”, o disco de estreia do Lyria, em 2014. Com ajuda daqueles que acreditavam no sonho da banda, os músicos alcançaram 8 mil dólares, superando a meta. Quatro anos depois, foi a vez de unir forças para o álbum “Immersion”, que seguiu a mesma fórmula de sucesso e superou a marca anterior, chegando a 13 mil dólares.

    Explorando novas possibilidades musicais e artísticas, sem esquecer de suas raízes no rock, “Branching Out” é a busca de Aline Happ em levar os fãs para um mundo de magia, utilizando elementos como harpa, flauta, guitarras, percussão, violino, sintetizadores, coro, entre outros.

    “‘Branching Out’ significa se ramificando ou se expandindo. Escolhi esse nome porque ele representa bem o conceito do meu projeto solo. Queria trazer um pouco de magia para a vida das pessoas através da música! No Lyria, falo muito sobre sentimentos e, no projeto solo, quero também despertar sensações para um universo de fantasia. Este novo disco é uma mistura de nostalgia e inovação, de tradição e modernidade, é uma jornada a um mundo de magia e mistério!”, declara Aline.

    Em um processo intuitivo e orgânico, Aline Happ produziu “Branching Out” entre lágrimas e sorrisos: em dezembro de 2021, com a morte de sua avó, surgiu a primeira música autoral, “Flower of Light”, em sua homenagem. Desde então, outras três canções foram escritas e entraram para o disco, que traz influências de bandas clássicas como Linkin Park, Kansas, Nightwish e Scorpions, e de artistas como Sarah Brightman, Enya, Celtic Woman, entre outras.

    Lidando com desafios que foram desde a perda pessoal até a resolução de questões relacionadas à prensagem, logística, entre outras, Aline também foi a responsável por programar instrumentos, tocar pandeirola, criar arranjos, mixar e masterizar todas as músicas, além de gravar e editar os vídeos, divulgar e gerenciar o projeto solo nas redes sociais, além de ser responsável pelo design, letras e músicas. Aline contou com a parceria de Patrick Happ para as fotos do álbum e também para as letras de “Join Me”, “Sea of Dreams” e “Home”. Rod Wolf, também do Lyria, gravou as guitarras e violões de “Join Me”, “Sea of Dreams”, “Home” e “Stairway to Heaven”.

    “Felizmente, tive o apoio dos meus fãs, que me ajudaram via Patreon e Padrim, e claro, também contei com o auxílio no crowdfunding, que foi essencial para tirar esse projeto do papel. Convidei o Rod Wolf da minha banda Lyria para dar um ‘toque’ Rock n’ Roll para algumas das canções e o trabalho dele ficou incrível! Ele apoiou meu projeto solo desde o início, participando do primeiro vídeo do meu canal, além de entender muito bem a proposta e o que eu queria para cada faixa. Além disso, contei com a ajuda do meu marido, Patrick, que também já participa do processo criativo do Lyria”, elogia Aline.

    Pensado para ser um disco que se tornasse um registro da expansão da trajetória de Aline Happ como artista, o álbum “Branching Out” não é uma ruptura com o Lyria, e sim, um complemento. Tal como dito é “Join Me”, um dos principais singles do disco, um dos propósitos do álbum é convidar os fãs de rock, música celta, folk e classical crossover para conhecer o trabalho de Aline, e posteriormente, mais do metal sinfônico nacional.

    Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Folk/Celtic de canções do rock, do metal e do pop mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. O Lyria foi fundado em 2012 e, de lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades, além de ser pioneiro no Brasil na transmissão de shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

    Acompanhe Aline Happ

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  • LARS ULRICH (METALLICA): “Ver a “Master of Puppets” se tornar um fenômeno no verão de 2022 é alucinante!”

    LARS ULRICH (METALLICA): “Ver a “Master of Puppets” se tornar um fenômeno no verão de 2022 é alucinante!”

    A nova edição da Roadie Crew, #274, traz o Metallica como destaque principal de capa. Os gigantes de São Francisco (EUA) acabam de lançar seu novo álbum de estúdio, 72 Seasons, e Lars Ulrich Rob Trujillo, contaram detalhes das gravações e de tudo referente ao disco. Entretanto, a dupla, que há 20 anos forma a cozinha mais duradoura do grupo, também falou de outros assuntos. Lars, por exemplo, falou de suas impressões quanto a explosão do hino Master of Puppets ocorrida em 2022, depois que a música que dá nome a obra-prima lançada pelo Metallica em 1986 surgiu em uma cena do episódio final da quarta temporada da série Stranger Things, da Netflix.

    O baterista começou falando sobre a sensação que sente por ver finalmente as músicas da banda aparecendo em filmes e séries. “Nós dizíamos não para tudo, então, alguns anos atrás, fizemos um movimento de 180° e nós basicamente dissemos: ‘Por que não estamos compartilhando nossa música? Ela deve ser jogada para o mundo. Pare de ser tão protetor com isso’.”

    A inclusão de Master of Puppets em Stranger Things foi tão comentada e popularizada na época, que a música acabou disparando no Spotify com milhões de novos streamings. Nos EUA e no Reino Unido, esse clássico do Metallica alcançou o Top 50 semanal da plataforma. Já a cena do filme foi considerada tão épica que a Netflix decidiu disponibilizá-la no canal oficial de Stranger Things. Assista:

    Ulrich explicou como aconteceu a inclusão de Master of Puppets na série: “Stranger Things foi um seriado legal, nós ficamos sabendo sobre ele através dos nossos filhos, então quando tivemos a oportunidade, dissemos: ‘Sim, vamos fazer isso’. E então se tornou esse fenômeno cultural. Master of Puppets é uma canção de heavy metal que ultrapassa oito minutos, que foi lançada em 1986, então o fato de ter se tornado um fenômeno no verão de 2022 é absolutamente alucinante”, vibrou. “Foi totalmente inesperado encontrar ciranças na rua e nos shows dizendo: ‘Oi, tenho 10 anos e te vi pela primeira vez através de Stranger Things Master of Puppets‘.

    Nesse sentido, Lars se mostrou favorável a outras músicas do Metallica aparecerem no cinema e na TV futuramente: “Agora nós mais ou menos dizemos sim para tudo. Dentro dos limites, claro”. 

    Você pode conferir a entrevista completa do Metallica na nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #274 ou fazer a sua assinatura, acesse o site https://roadiecrew.com/roadie-shop ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

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  • TARJA fala dos desafios que enfrentou em seu início no NIGHTWISH quando não conhecia tanto o heavy metal

    TARJA fala dos desafios que enfrentou em seu início no NIGHTWISH quando não conhecia tanto o heavy metal

    Atualmente divulgando a sua recém-lançada coletânea intitulada Best Of: Living the Dream (2022), a influente cantora finlandesa Tarja Turunen atendeu a Roadie Crew para falar a respeito deste trabalho na nova edição da revista, #274. E já que o título da compilação fala em viver o sonho, a sempre simpática Tarja recordou seu início na música como uma garota que sonhava em ser uma vocalista lírica, mas que acabou inserida no heavy metal quando ainda nem sabia muito sobre o estilo que acabou lhe consagrando. 

    Com a simpatia que lhe é habitual, Tarja começou refletindo sobre a relação do título de sua nova coletânea com sua trajetória na música. “Acho que esse é um título que expressa muito bem a maneira como me sinto em relação ao que tenho feito por todos esses anos. Posso dizer que estou ‘vivendo o sonho’ desde o começo, pois é realmente inacreditável pensar quanto anos já passaram, quanto tempo já ficou para trás o quão ocupada estive durante todo esse tempo. Também é difícil acreditar que eu poderia estar tão feliz, que eu poderia ter aprendido tanto e crescido tanto como artista e como mulher desde o início da minha carreira solo, então, acho que ‘vivendo o sonho’ é como eu sempre vou definir a minha vida como cantora”, explicou. 

    Perguntada pelo repórter Valtemir Amler se ainda consegue encontrar em sua memória aquela antiga Tarja, a que começou a viver a vida na música, a cantora respondeu que, “Sim, sempre que fecho os olhos eu ainda me encontro com ela. Lembro que quando comecei minha carreira solo, me postei diante do desconhecido como uma jovem mulher corajosa, uma mulher que queria conquistar tudo, mas que de fato não sabia o que havia para ser conquistado. Então, eu tinha coragem, mas também estava nervosa com isso”, admitiu. “Todos, incluindo eu mesma, acreditavam que eu já era uma cantora consolidada, mas de repente tudo tinha mudado, lá estava eu sozinha, tendo que encontrar minha voz, meu som, meu estilo, tudo, e de alguma maneira consegui fazer isso. Então, tem sido um lindo sonho esse que venho vivendo, e ainda gosto de fechar os olhos e agradecer àquela jovem Tarja do passado por ter tido a coragem de dar os primeiros passos para que chegássemos aqui”.

    Tarja também falou dos desafios aos quais se deparou para viver seu sonho, inclusive no seu início no Nightwish, sua ex-banda. “(…) houve alguns desafios desse tipo, coisas que precisei superar nos primeiros dias. Bem no começo, quando estava no Nightwish, eu me sentia muito solitária no meio musical, pois não existiam tantas garotas fazendo isso”, recordou. Eu era uma garota de um país distante tentando começar uma carreira musical, tudo parecia um desafio enorme, mas desde o começo me senti abençoada por possuir essa voz. Sentia que, se conseguisse extrair o máximo do que minha voz poderia oferecer, isso seria o suficiente para cativar as pessoas e fazê-las notar a minha presença. E sempre fui muito honesta com os outros e comigo mesma, sempre deixava claro para as pessoas ‘não sei nada sobre metal’, e era realmente assim (risos). Meu foco era total na música clássica, meu sonho era ser uma vocalista lírica, e quando aceitei tocar numa banda de metal, fui exposta para um público que eu não conhecia, estava sendo entrevistada, analisada e julgada por repórteres de revistas que não conhecia, com critérios que também não conhecia. E todos me abraçaram”, revelou. “Eu preciso ser bem clara quanto a isso: desde o começo, o público e a mídia do metal me apoiaram muito, eles me viam como uma garota que trabalhava duro, que estava lutando para conquistar seus próprios sonhos enquanto empoderava outras garotas e guiava o metal por um novo rumo. Eu via isso e pensava: ‘Uau, essas pessoas podem mesmo ser tão legais assim?’. Eu havia encontrado um novo amor na minha vida, que era o metal. Então, focando na sua pergunta, definitivamente o fato de ser da Finlândia fez com que me vissem como uma pessoa diferente, mas nunca senti que eu precisaria mostrat algo mais, que precisaria ir além apenas por ser finlandesa ou por ser mulher. Digo isso porque sei que muitas pessoas passaram por esse tipo de situação. De certa forma, minha voz sempre abriu as portas para mim, e acho que muito disso tem a ver com ter aparecido justamente no meio metal”.

    Você pode conferir a entrevista completa da Tarja na nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #274 ou fazer a sua assinatura, acesse o site https://roadiecrew.com/roadie-shop ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

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  • Está no ar o episódio #14 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #14 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #14 do quadro Batalha de Álbuns. No Batalha de Álbuns, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    Nesse episódio, os apresentadores Luiz TosiTony Monteiro Ricardo Campos põem em jogo as músicas dos álbuns 1984, 5150 e Women and Children First do Van Halen. Assista e ao final do episódio corra no Spotify da Roadie Crew e confira a Crewlist, nossa playlist com a “Tracklist Perfeita” com o resultado dessa edição do Batalha de Álbuns.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

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  • EVIL INVADERS – São Paulo (SP)

    EVIL INVADERS – São Paulo (SP)

    Por Nelson Souza Lima

    Fotos: André Santos

    Final de semana de Virada Cultural em São Paulo. Vários palcos montados pela cidade e nenhum deles dedicado ao metal. É, faz tempo que o rock pesado deixou de ser destaque deste grande evento organizado pela Prefeitura Municipal de São Paulo e que chegou à sua 18ª edição. Sim, tivemos algumas poucas exceções como o punk rock dos Ratos de Porão, Garotos Podres e Gritando HC na Casa de Cultura Butantã, bem como Cólera na Casa de Cultura Tremembé; ao Black Pantera no Palco Rio Cabuçu e ao tributo para a saudosa Rita Lee na Arena Anhangabaú, comandado por Beto Lee. Contudo, os bangers não ficaram órfãos neste período. O show da Evil Invaders, promovido pela Solid Music e Caveira Velha Produções, ocorreu na Jai Club no último dia 28 de maio (domingo) e atraiu um público razoável, que matou saudades dos belgas após sete anos. Em tour pela América Latina e, antes de aportar em solo brazuca, os invasores malignos tocaram no México, Costa Rica, Colômbia, Peru e Chile. A banda encerra a tour em Taubaté, interior de São Paulo, no dia 4 de junho. Ou seja, não dá pra reclamar.

    Integrado por Joe (garganta/caras e bocas/guitarra), Max (guitarra), Joeri (baixo) e Senne Jacobs (bateria), o Evil Invaders veio divulgar seu terceiro álbum, “Shattering Reflection”, de 2022. Seguindo todo o manual do metal das antigas, o quarteto mostrou uma das mais insanas performances vistas em São Paulo. Os mimizentos dirão que é chiclê. Mas é um bate cabeça de alto nível. Stage dives, “Hey, hey, hey”, solos, riffs, trabalho vocal de prima, rodas e cervejas aos montes. Rolou tudo isso e, no final da apresentação, o vocalista Joe, como bom banger que é, pulou do palco e foi para os braços da galera. Antes de tudo isso, quatro bandas fizeram o esquenta e, apesar da chuva e frio, mostraram ótimos shows provando que o Brasil está muito bem representado quando o assunto é heavy/thrash/speed metal.

    O cast trouxe as paulistas Eskrota, Biter, Night Prowler e Flagelador. Essa última, apesar de criada em Nitéroi (RJ), está em São Paulo há tanto tempo que se tornou patrimônio da terra da garoa. Devido a algumas questões logísticas houve alteração na ordem das bandas e o trio Eskröta, que havia se apresentado dias antes no SESC Belenzinho, tocou primeiro, abrindo os trabalhos por volta das 18h. Com apenas seis anos de trajetória, a banda surgida em Rio Claro, interior de São Paulo, mostra o quanto se torna madura a cada novo trabalho. No palco Yasmin Amaral (vocal e guitarra) e Tamyris Leopoldo (baixo e backings) dão prova que lugar de mulher é onde quiser, inclusive (e principalmente) no palco.

    Uma sonoridade encorpada indo do thrash ao hardcore/crossover, trabalhando temas como feminismo e injustiças sociais em português. Neste show, alguns bleast beats e metrancas ficaram a cargo de Cleber Castellano, batera convidado da vez. Jhon França, batera e produtor que trabalha com as meninas desde 2020, assistiu a competente apresentação da plateia.

    A voz de Yasmin é firme nos guturais e, no set curto, deram prova de que é uma banda com muito a contribuir na cena pesada. No repertório, músicas dos álbuns “Atenciosamente, Eskröta” (2023), “Cenas Brutais” (2021) e do EP T3RROR” (2022). Na ‘intro’, um áudio falando de crimes brutais, feminicídios e todo tipo de violência e injustiças praticadas contra mulheres foi a deixa para “Cena Tóxica”, seguida por “Bife do Inferno” e demais porradarias como “Playbosta”, “Grita”, “Homem é assim mesmo” e um final com direito a rodas na emblemática “Mulheres”, algo que também ocorreu no SESC Belenzinho.

    Sai a Eskrota para adentrar outro ótimo representante da cena metal do interior paulista. Vindos de Indaiatuba, o quarteto Biter é uma banda que, desculpe a brincadeira, entra “mordendo” no palco. Tudo nos caras é caprichado. Do visual retrô ointentista com tachas, couro, correntes, cabelos compridos e até bigodinhos no melhor estilo Graham Oliver do Saxon. Mas o melhor de tudo é a sonzeira heavy/speed detonada por músicos competentes que sabem o que estão fazendo. E fazem bem. Como dito, por questões logísticas as bandas tiveram que encurtar os sets e, no caso do Biter, mesmo com tempo escasso tiveram grande performance.

    Em oito anos de estrada, Brian Adriano (vocal e baixo), Diego Alcon (guitarra e vocal), Jimmy Walker (guitarra) e Anderson Bregatin (bateria) já têm no currículo turnês ao lado de gigantes como Iron Angel, Nuclear Warfare, Ambush e o próprio Evil Invaders. Essa brodagem com os belgas ficou estreita após o show que dividiram juntos em 2016, quando da primeira passagem da Evil Invaders no Brasil. Diego Alcon diz que a relação entre os grupos gerou uma boa amizade. “Inclusive eu mantenho contato com o Joe via whatsapp. Então pra gente foi uma grande satisfação poder dividir novamente o palco com eles. Além de ser uma bandassa que curtimos muito eles se tornaram nossos camaradas. Sem contar que o evento todo foi animal. Uma noite pra banguear até o fim”, diz o guitarrista da Biter.

    Na Jai, os caras mostraram músicas do novo split “Danger at First Bite” e mais antigas do disco estreante “The Eyes of The Bite”, de 2017. O set teve “Nightfall”, “Midnight City”, “Mistress of Darkness”, “Broken Dreams”, “Eye To Eye”, “Heavy Metal Hurricane” e “The Eyes of the Biter”. Sete porradas com direito a rodas e banguers batendo cabeças de forma insana. O único ponto negativo foi a guita de Jimmy Walker que estava mais baixa que os demais instrumentos. Fora isso, Biter deu aula de heavy metal.

    Outra mostra de profissionalismo e heavy metal foi a apresentação do Nigth Prowler A princípio pode parecer que a banda surgida em Osasco, na grande São Paulo em 2017, faça algo na linha do AC/DC, uma vez que têm o mesmo nome de uma música do grupo  de Angus Young. (“Night Prowler”, a música está no “Highway To Hell”, de 1979). Mas a sonoridade do quinteto integrado por Fernando Donassi (vocal), Luke D. Couto (guitarra), Igor Senna (guitarra), Gabriel Teixeira (baixo) e Vinicius Talamonte (bateria) vai pelo Heavy/speed/power com guitarras nervosas dobradas, licks, riffs e solos de extrema competência. É uma banda relativamente nova, porém no palco o quinteto tem coesão e precisão absurdas. As guitas de Couto e Senna se completam brilhantemente. Alternam os solos e a presença de palco é digna dos bons tempos do Def Leppard ou Judas Priest.

    A cozinha segura de Teixeira (com direito a solos com tapping e hammer) e Talamonte dão todo o apoio para o trabalho das guitas e segurança para os vocais de Donassi. Realmente é incrível o nível dos caras. No set do NP músicas do disco estreante “No Escape…”, de 2018, como “Never Surrender”, “Stranger”, “Burning Desire” e “Make It Real”. O show estava tão insano que Igor Senna desceu no palco e foi pro meio dos fãs numa performance de prima. Mais uma grande apresentação  numa noite impecável.

    Mas tinha muito pela frente. Com mais de vinte anos de estrada, o Flageladör é patrimônio da música extrema nacional. Cinco discos na bagagem, turnês devastadoras ao lado de bandas como Exciter, Nuclear Assault, R.D.P., Mayhem, Krisiun, Sufocation e Grim Reaper atestam a competência do quarteto. Liderada pelo vocalista/guitarrista/verdugo Armando Macedo o Flagelador traz na formação atual Alan Magno (baixo/backing), Junior Bezerra (guitarra) e o polivalente Vinícius Talamonte na bateria. O batera trabalhou dobrado, já que minutos antes tinha tocado com o Night Prowler.

    O Flageladör em mais de duas décadas angariou uma base sólida de fãs. Ver a galera cantando as músicas de ponta a ponta, bangueando e fazendo rodas insanas é a maior prova do quanto Armando Macedo e companhia são batalhadores do metal. A harmonia das guitas é precisa com solos irados, o baixo de Magno não deixa brechas e a bateria de Talamonte é martelada com trabalho de pedal duplo de torcer o pescoço. Pra mostrar que têm o metal nas veias mandaram, entre outras, “Missão Metal”, “Queimando nas Chamas do Heavy Metal”, “Anjo Exterminador” e “Obcecado por Sangue”, que encerrou o set.

    Como já disse outras vezes, shows em casas pequenas permitem que os fãs vejam as bandas se prepararando em pleno palco. Não foi diferente com o Evil Invaders. Quando Joe, Max, Joeri e Senne Jacobs subiram para montar o equipo muita gente chegou perto pra acompanhar os caras. De boa, sem alvoroço, todos ali na expectativa e às 21h26 os belgas deram início ao que seria uma das mais loucas apresentações que a Jai Club presenciou. O quarteto nesta tour brasileira está variando o set entre dezessete, quinze e doze canções. Acredito que pelo horário mostraram o set mais curto, mas que não desanimou os fãs. Ao contrário, foram doze petardos com direito a tudo o que manda a cartilha: rodas, stage dive, muitos “hey,hey, hey”.

    A discografia do Evil Invaders é pequena são apenas três álbuns lançados e um EP: “Pulses of Pleasure”, EP de 2013, “Feed Me Violence” (2017), “Surge of Insanity – Live in Antwerp” (2018) e o recente “Shattering Reflection” (2022). A banda equilibrou o set. Abriram com “Feed Me Violence” e “Mental Penitentary”, duas porradas do debut. Chama atenção o fato de Senne Jacobs espancar a batera sem dó e com um sorriso enorme. Deixa claro quanto se diverte durante os show. Porém, quando iam iniciar “Hissing In Crescendo” mostrou aos amigos de banda e para o público que havia estourado a pele da caixa da batera. Risos generalizados e show interrompido. Levou alguns minutos para a troca da caixa e a apresentação recomeçou no gás. Joe, canta, toca, faz caretas e canta como se estivesse possuído. Grande frontman pedia a todo instante que fizessem a roda. Os brothers da Biter também subiam no palco para o stage dive. Caos total.

    Além de “Hissing In Crescendo”, o novo disco contribuiu com as insanas “In Deepest Black”, “Sledgehammer Justice” e “Die For Me”, essa última com direito a uma fã subir no palco e fazer o stage dive por duas vezes. Irado. A parte final do set trouxe “Pulses of Pleasure” e “Fast Loud ‘N’ Rude”, do EP “Pulse of Pleasure”. Uma das mais empolgantes foi “Torture By The Beast”, single de 2013. No encerramento o inferno veio à tona com “Raising Hell”, de “Surge Of Insanity – Live In Antwerp”, o disco ao vivo gravado na Bélgica, em 2018.

    E como eu disse lá em cima o avassalador Joe foi pro stage dive pra distribuir abraços e selfies com os fãs. Grande encerramento e aula de como se faz um show de Metal. Outro ponto a ser destacado é o fato dos belgas fazerem vários shows em solo brasileiro. Diferentemente dos vizinhos, o Brasil é um país continental o que dificulta o deslocamento de fãs de regiões mais distantes para o Sudeste, onde invariavelmente as bandas se apresentam. Antes de encerrarem a tour no interior de São Paulo, os Invaders passam por Curitiba (30/05), Florianópolis (31/05), Porto Alegre (01/06), Brasília (02/06), Cuiabá (03/06) e Taubaté (04/06).

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  • MOTÖRHEAD: lançado oficialmente vídeo ao vivo de “I Got Mine”, gravado em 2007

    MOTÖRHEAD: lançado oficialmente vídeo ao vivo de “I Got Mine”, gravado em 2007

    Motörhead acaba de lançar uma nova faixa de seu próximo lançamento, Live at The Montreux Jazz FestivalI Got Mine. Lançada originalmente como single em junho de 1983, precedendo o álbum Another Perfect Day, a música ganha nova vida com uma poderosa versão ao vivo de 2007 em comemoração de seu 40° aniversário.

    Gravada durante a turnê “Kiss of Death” no lendário Auditorium Stravinski, no dia 7 de julho, durante a edição de 2007 do mundialmente reconhecido Montreux Jazz Festival, esteve show é uma tremenda declaração de quão potente o trio Lemmy KilmisterPhil Campbell Mikkey Dee era, não apenas com um dos setlists mais diverso de suas décadas juntos, mas também pelas performances individuais que provam o quão no auge de suas habilidades cada integrante se encontrava.

    Assista o novo vídeo ao vivo de I Got Mine

    Live at The Montreux Jazz Festival ’07 será lançado em LP duplo, CD duplo e formato Digital.

    Veja abaixo todos os detalhes dos lançamentos de Live at The Montreux Jazz Festival ’07 e não deixe de visitar www.iMotorhead.com para novidades e atualizações.

    LP AND CD TRACKLIST:     1. Snaggletooth 2. Stay Clean 3. Be My Baby 4. Killers 5. Metropolis 6. Over The Top 7. One Night Stand 8. I Got Mine 9. In The Name Of Tragedy 10. Sword Of Glory 11. Rosalie 12. Sacrifice 13. Just ‘Cos You Got The Power 14. Going To Brazil 15. Killed By Death 16. Iron Fist 17. Whorehouse Blues 18. Ace Of Spades 19. Overkill
    Foto: Lionel Flusin

    SOBRE O MONTREUX JAZZ FESTIVAL

    O Montreux Jazz Festival é um renomado festival de música criado por Claude Nobs e realizado anualmente em Montreux, Suíça, durante duas semanas em julho. Agora em seu 55º ano, o festival atrai 250.000 amantes de música do mundo todo para a costa do Lago de Genebra. O Montreux Jazz Festival celebra os artistas emergentes e contemporâneos da indústria, enquanto presta homenagem aos lendários artistas da música. Originalmente um festival de puro jazz desde o início em 1967, o Montreux começou a apresentar outros estilos de música ao longo das décadas e hoje recebe artistas de todos os gêneros imagináveis. Artistas que já passaram pelo palco de Montreux incluem Etta James, Bob Dylan, Elton John, Lauren Hill, Aretha Franklin, David Bowie, James Brown, Kendrick Lamar, Leonard Cohen, Marvin Gaye, Miles Davis, Nina Simone e muitos mais. 

    Foto: Lionel Flusin

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