A Die Ego é uma banda de metal londrina. Com influências que vão desde grupos clássicos, até os nomes da atualidade, o trio europeu apresenta uma proposta pronta para espancar os ouvidos de qualquer amante de ritmos contundentes e riffs de ganchudos.
2023 viu o lançamento do segundo álbum de estúdio da banda, “74 Days Staring At The Void”, produzido por Martin Furia (Destruction). Ele foi lançado em 31 de março e já está fazendo grande sucesso mundo afora. Nas palavras de Diego Fardel, guitarrista da banda, este álbum “é uma pura demonstração do estado emocional, pessoal e musical em que a banda se encontra”.
Após o lançamento do álbum de estreia “Culto” em 2020, o objetivo não era repetir o que já tinham feito nos trabalhos anteriores, mas fazer algo mais intenso que refletisse o caminho percorrido e mostrasse a personalidade da banda.
“Tivemos a oportunidade e o prazer de ter Martín Furia como produtor, que nos orientou para que cada música refletisse o que queríamos dizer”, acrescenta Diego. “Foi um aprendizado incrível que nos ajudou a crescer individualmente e como banda.
O guitarrista finaliza dizendo: “Para nós seria uma honra e um sonho poder levar nossa música e a mensagem da banda para a América Latina, onde sabemos muito bem que o público é muito apaixonado. Esperamos estar aí em breve e que isto pode ocorrer como sempre sonhamos”.
Para uma demonstração do poder do Die Ego, basta apertar o play em “The Serpent Bearer”:
A Die Ego foi formada por Diego Fardel (guitarra) e Gabe Scapigliati (vocal e baixo), no início de 2015. Com a entrada de Edoardo Mariotti (bateria), em 2021, eles encontraram o equilíbrio perfeito para a formação atual. A banda está atualmente focada em tocar ao vivo, esperando ansiosamente pela turnê italiana que começa agora, além da turnê pelo Reino Unido em outubro.
O tracklist de “74 Days Staring at The Void” traz as seguintes faixas:
Já está no ar o novo single do OCARADOMETAL, “Guerreiros MIDI”, disponibilizado em todas as plataformas digitais, além de um vídeo playthrough. A música fala sobre a utilização massiva de softwares e plugins nas produções atuais, onde muitas bandas criam suas músicas diretamente através destes sistemas, perdendo o lado “orgânico” das composições. Em outras palavras, há muita técnica e pouco feeling, onde diversas bandas tentam ser mais técnicas do que as outras, resultando num material robótico. Para exemplificar tal situação, a banda formada por Ian Garbinato (guitarra/vocal), Luana Cruz (vocal), Diego Marinho (baixo) e Gabriel Martens (bateria) gravou esta que é uma das músicas mais intricadas do grupo e ao mesmo tempo de fácil entendimento. Ian Garbinato, mais conhecido como OCARADOMETAL, explica: “Nesta música fizemos algo mais elaborado, com influências de Rock e Metal Progressivo, não deixando de lado uma pegada à la Death do “The Sound of Perseverance”, que é um exemplo de Death Metal onde a técnica vai de encontro ao feeling, ao contrário do que muitas bandas vêm fazendo hoje em dia”.
Ouça o single “Guerreiros MIDI” no Spotify:
Assista ao vídeo playthrough de “Guerreiros MIDI” no YouTube:
A banda OCARADOMETAL tem em suas fileiras dois dos maiores influenciadores do Rock/Metal das mídias digitais, Ian Garbinato e Luana Cruz,que juntos somam mais de 1 milhão e 300 mil seguidores. “Guerreiros MIDI” estará presente no próximo show do grupo, no dia 07 de julho, que será realizado no tradicional Bar Opinião, em Porto Alegre. Na ocasião, dividirão o palco com Psycho Decadence, Eskröta, Rage In My Eyes e Project46 na primeira edição do “Nova Geração Bravo Metal Fest”, festival organizado pela produtora porto-alegrense BRAVO METAL MGMT
Adquira ingressos do “Nova Geração Bravo Metal Fest” via Sympla:
O trio paraibano de death/thrash metal Korvak, formado por André Brito (vocal e baixo), Gabriel Pontes (guitarra) e Cláudio Montevérdi (bateria), disponibilizou em seu canal do YouTube o videoclipe para “March to Death“, faixa que integra seu segundo álbum, “Chapter II: World’s Duality“, lançado pela gravadora Thrash or Death Records e já disponível nas plataformas de streaming.
Inspirada na série de TV americana “Mr. Robot”, que retrata um engenheiro de cibersegurança e hacker vivido por Rami Malek, enfrentando transtorno de ansiedade social e depressão clínica. A música, de acordo com André Brito, aborda como o “modo de vida/produção de hoje nos impede de pensar como estamos lidando com as formas de relações, deixando a vida passar na marcha da morte”.
Confira o clipe de “March to Death”, que contou com direção, roteiro e edição de Jaime Guimarães, em https://youtu.be/SYwAdupB-u4
Explorando o death e thrash metal fora da obviedade, com linhas de progressividade e psicodelia, o trio de Campina Grande chega ao décimo ano de estrada com dois EPs lançados, um split e dois álbuns full. “Nosso som traz referências de Death, Coroner, Testament, Slayer, Kreator, Destruction, Voivod, Black Sabbath, Rush e outros nomes da música pesada, mas costumamos falar que fazemos um metal ‘old school futurista’, pois também englobamos influências de outros subgêneros e estilos não só do metal. Essa ideia se baseia em mesclar elementos musicais locais, sendo o ‘underground’ brasileiro”, detalha Brito.
O quinteto PHIL CAMPBELL AND THE BASTARD SONS anunciou detalhes de seu terceiro álbum, Kings Of The Asylum. O álbum será lançado no dia 1º de setembro pela Nuclear Blast Records e será o primeiro lançamento de estúdio com o vocalista Joel Peters.
Para coincidir com o anúncio, a banda lançou um vídeo para o primeiro single do álbum, ‘Schizophrenia’, e anunciou que fará um show íntimo de lançamento no The Patriot em Crumlin, South Wales, no dia 7 de setembro. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 9h00 nesta sexta-feira, dia 23 de junho, aqui.
O próprio Phil Campbell comenta: “Estamos entusiasmados em finalmente anunciar que lançaremos nosso novo álbum “Kings Of The Asylum” no dia 1º de setembro. Esta é a primeira música nova com nosso novo vocalista Joel Peters e é totalmente incrível!”.
Tracklist Kings Of The Asylum:
1. Walking In Circles
2. Too Much Is Never Enough
3. Hammer And Dance
4. Strike The Match
5. Schizophrenia
6. Kings Of The Asylum
7. The Hunt
8. Show No Mercy
9. No Guts! No Glory!
10. Ghosts
11. Maniac
12. Monster (CD Bonus Track)
Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #17 do quadro Batalha de Álbuns. No Batalha de Álbuns, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.
Nesse episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Ricardo Campos põem em jogo as músicas de álbuns clássicos do thrash metal, Ride the Lightning e Master of Puppets, do Metallica, e Peace Sells… But Who’s Buying?, do Megadeth. Assista e ao final do episódio corre lá no Spotify da Roadie Crew e confira a Crewlist, nossa playlist com a “Tracklist Perfeita” com o resultado dessa edição do Batalha de Álbuns.
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Trinta anos após a sua criação, a lenda do death metal americano Nile voltou ao Brasil para um show único e se apresentou na capital paulista no último dia 18 de junho (domingo). Fazendo parte da “Latin American Tour 2023”, os americanos vieram divulgar seu mais recente trabalho, “Vile Nilotic Rites” (2019). Ao chegar na Jai Club, deparei-me com uma fila que dobrava o quarteirão, o que não foi surpresa considerando a lotação esgotada. No entanto, houve um atraso na abertura da casa, que estava programada para 17h, mas permaneceu fechada até 19h devido a um problema técnico. A banda ainda realizava a passagem de som, o que se estendeu até quase 20h, horário previsto para o início do show.
Após a resolução dos contratempos, as portas finalmente se abriram, e já era possível notar algumas alterações no Jai Club. Foram adicionados mais um par de PAs e a mesa de som foi realocada para acomodar melhor os fãs. O atraso foi compensado quando Karl Sanders (vocal e guitarra), Scott Eames (vocal e guitarra), Julian Guillen (baixo) e George Kollias (bateria) subiram ao palco às 20h35 ao som de “Sacrifice Unto Sebek”.
O Nile iniciou sua apresentação de forma avassaladora, criando uma roda de mosh desde o primeiro momento. Vale destacar que a adição dos PAs extras trouxe maior potência sonora, e os bumbos soavam como metralhadoras. Em seguida, tocaram “Defiling Gates of Ishtar” e emplacaram um dos clássicos, “Kafir!”, do excelente “Those Whom The Gods Detest” (2009). A brutalidade com que Kollias espancava a bateria era impressionante, e os fãs retribuíram cantando e causando um verdadeiro pandemônio na pista.
Sob os gritos de “Nile!”, Karl expressou sua felicidade em retornar ao Brasil: “Posso ouvir vocês gritando para eu entender por que nós voltamos?” A casa veio abaixo. Sem dar trégua, a banda executou “Call To Destruction”, e ninguém ficou parado. Cerveja voava e pessoas perdiam seus celulares em meio aos insanos mosh pits. Karl agradeceu a recepção calorosa e anunciou a faixa-título do trabalho mais recente, “Vile Nilotic Rites”. Apesar de curta, a música foi intensa e técnica, com muitos riffs e ótimos solos de guitarra característicos da banda. Foi a vez de Scott anunciar a clássica “In The Name of Amun”, cuja breve introdução foi prelúdio para o apocalipse que se abateria impiedosamente durante a execução.
Uma música que não era tocada há algum tempo retornou ao setlist, para alegria dos fãs: “Lashed To The Slave Stick”, cantada de forma brutal por Scott. Outra celebrada foi “Sarcophagus”, com um som mais arrastado que deu uma trégua às rodas, mas fez os headbangers balançarem suas cabeças. Em seguida, emendaram com um trecho de “4th Arra of Dagon”, que foi acompanhado com os punhos erguidos e gritos de ‘Hey’, em uma verdadeira devoção aos músicos. A banda fez uma breve pausa para recuperar o fôlego, mas foi surpreendida por um coro de ‘olé, olé, olé… Nile’. Com um sorriso estampado nos rostos, executaram mais uma recente, “Long Shadows of Dread”, mostrando que não perderam sua essência e mantiveram a sonoridade que os consagrou no estilo.
O show caminhou para o fim com “The Howling of Jinn” e “Black Seeds of Vengeance”, que instauraram o caos pela última vez. Apesar de ter durado apenas 1 hora, a sensação que permaneceu foi a de que um rolo compressor havia passado por todos os presentes, tamanha foi a intensidade e brutalidade entregues pelo Nile em sua performance.
Nile – Setlist:
01) Sacrifice unto Sebek
02) Defiling Gates of Ishtar
03) Kafir!
04) Call to Destruction
05) Vile Nilotic Rites
06) In The Name of Amun
07) Lashed To the Slave Stick
08) Sarcophagus
09) 4th Arra of Dagon
10) Long Shadows of Dread
11) The Howling of Jinn
12) Black Seeds of Vegeance
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A New Wave Of British Heavy Metal marcou um momento de transformação, com bandas emergentes e cheias de energia surgindo no Reino Unido, abrindo caminho para um novo capítulo na história do Metal. O guitarrista e vocalista John Mortimer, do Holocaust, que já teve músicas gravadas pelo Metallica, Gamma Ray e Six Feet Under, revelou certa vez à ROADIE CREW algumas de suas memórias mais marcantes, como mudar o nome de Preying Mantis para evitar confusão com o Praying Mantis.
Relembrando a atmosfera da NWOBHM, ele destacou o sentimento de empolgação que permeava o ar. Cada semana trazia o surgimento de uma nova banda com singles e álbuns independentes, além de shows que cativavam o público. “Existia um tipo de sentimento de que algo novo esta acontecendo, algo que certamente teria consequências. Agora, quando olhamos para trás e escutamos as coisas daquela época, de 80 à 83, soa datado e antigo, mas naqueles dias era uma coisa bem radical e nova”, disse.
Porém, sobre a interação com outros nomes da cena, Mortimer revela que, devido ao isolamento geográfico na Escócia, o Holocaust não tinha um contato próximo com grupos como Iron Maiden, Saxon, Samson, Blitzkrieg, Praying Mantis e Witchfynde. No entanto, relembra uma conversa interessante nos bastidores de um show com Bruce Dickinson, quando o vocalista ainda fazia parte do Samson. Apesar de não serem amigos pessoais dos músicos das bandas inglesas, o respeito mútuo e a camaradagem do movimento da NWOBHM eram palpáveis.
Apesar de preferir outras músicas do Holocaust, Mortimer destaca “Heavy Metal Mania” como uma que captura perfeitamente a atmosfera do movimento na NWOBHM.
Hoje o BLACKBRIAR anuncia seu novo álbumA Dark Euphony, que será lançado no dia 29 de setembro pela Nuclear Blast Records. ADark Euphony traz 11 novas faixas. Juntamente com o álbum, o BLACKBRIAR também lança um novo vídeoclipe para a música ‘Cicada’.
Zora Cock comenta:
“Reza a Lenda de que as cigarras já foram humanas. Quando as Musas vieram ao mundo, elas encantaram algumas pessoas para que cantassem, elas amavam tanto cantar que se esqueciam de comer e dormir e morriam. As Musas recompensaram estes transformando-os em cigarras que cantam continuamente. Nesta música, peço à minha musa que me transforme em uma cigarra depois que eu morrer.”
1. An Unwelcome Guest
2. Far Distant Land
3. Spirit of Forgetfulness
4. Bloody Footprints in the Snow
5. The Evergreen and The Weeping Tree
6. Cicada
7. My Soul´s Demise
8. We Make Mist
9. Thumbelina
10. Forever and a Day
11. Crimson Faces
Algumas semanas atrás, o BLACKBRIAR também anunciou sua ‘The Euphonic Downfall Tour 2023’ ao lado da banda AD INFINITUM. Eles terão o apoio da banda PHANTOM ELITE. ‘The Euphonic Downfall Tour 2023’ inclui 10 datas na Alemanha, Holanda e Suíça.
Datas da turnê: The Euphonic Downfall Tour 2023
apoio: PHANTOM ELITE
26.09 DE – Saarbrucken, Garage
27.09 DE – Munich, Backstage
28.09 NL – Utrecht, Tivoli
29.09 NL – Heerlen, Nieuwe Nor
30.09 DE – Oberhausen, Resonanzwerk (+)
02.10 DE – Hamburg, Logo
03.10 DE – Leipzig, Hellraiser
05.10 DE – Aschaffenburg, Colos-Saal
06.10 CH – Solothurn, Kofmehl (*)
07.10 CH – Schaffhausen, Kammgarn (*)
(+) festival
(*) plus opener – INFINITAS
Formado em 2012 por Zora Cock, René Boxem, Bart Winters e Frank Akkerman, Blackbriar criou seu primeiro single em 2014 com ‘Ready to Kill’, mas foi o segundo single de 2015, ‘Until Eternity’, que realmente os impulsionou na cena. Uma faixa arrebatadora com um vídeo igualmente atraente e bonito que possui mais de 18,1 milhões de visualizações desde sua estreia e continua atraindo curiosos. Aproveitando o burburinho crescente em torno deles, eles gravaram e lançaram de forma independente seu primeiro EP, Fractured Fairytales, além de adquirir um segundo guitarrista – Robin Koezen. Este EP estabeleceu uma base impressionante para o som etéreo e de tirar o fôlego da banda e trouxe novas oportunidades, incluindo datas para uma turnê que passou pela Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Suíça, República Tcheca, Hungria e muito mais, onde tocaram ao lado de EPICA, HALESTORM, IN THIS MOMENT, DELAIN e MAYAN. Para seguir em frente com controle total de seus ideais criativos, a banda financiou com sucesso o EP seguinte intitulado We’d Rather Burn, e o trouxe à vida em outubro de 2018. Este EP seria a primeira vez que a banda trabalharia ao lado do cultuado produtor Joost van den Broek, e essa colaboração permitiu que o som caprichoso e enigmático de Blackbriar atingisse novos patamares sonoros. A banda lançou no mesmo dia um vídeoclipe feito por eles mesmos para a faixa ‘I’d Rather Burn’, o EP consequentemente exibiu uma sensação mais forte de atmosfera onírica e trouxe aos ouvintes contos lindamente sombrios de bruxas, criaturas da floresta e sereias do mar. O tecladista Ruben Wijga (ex-Re-Vamp) começou a assumir um papel maior e começou a fazer shows e se envolveu completamente no processo de composição das músicas desde Fractured Fairytales.
Seguiu-se um agitado 2019, a banda lançou o mais obscuro single ‘Snow White and Rose Red’ em maio daquele ano. Um dueto com Ulli Perhonen, sua visão dos contos de fadas dos Grimm apresentava visuais cinematográficos impressionantes para acompanhar a trilha fascinante. Continuando a se aprofundar nos reinos dos contos de fadas, o BLACKBRIAR fechou o ano com seu terceiro EP, Our Mortal Remains. Sempre aprimorando sua mistura inebriante de narrativa e musicalidade de tirar o fôlego, o EP também trouxe novas oportunidades ao vivo. Seguiram-se pequenas turnês esgotadas com o EPICA em 2019 e 2020, bem como uma apresentação de abertura esgotada para o show de lançamento do álbum Apocalypse & Chill, do Delain, em Utrecht. Os planos para o futuro da banda foram suspensos devido ao COVID-19. Defendendo sua independência contínua, que incluía tudo, desde a composição de músicas, manutenção de sua presença na web, supervisão de merchandising, bem como filmagem e produção de seus próprios vídeos e fotos, Blackbriar procurou seus fãs assíduos e leais para obter fundos para tornar seu trabalho completo.
Os fãs atenderam com fervor ao apelo, atingindo a meta dos € 25.000 em menos de 24 horas, terminando com um total de € 70.000 para a gravação do álbum. Foi uma conquista impressionante para uma banda independente, provando sua forte presença na Internet, com mais de 214.000 inscritos no YouTube e 46,1 milhões de visualizações de canal, além de 27,6 milhões de transmissões no Spotify e 150.000 ouvintes mensais. Entrando em 2021, a banda abriu um pouco mão do controle ao assinar com a Doomstar Bookings para ajudar a apoiar adequadamente seu primeiro álbum de estúdio, The Cause of Shipwreck, lançado em abril daquele ano. Foi gravado com o renomado produtor Joost van den Broek (Epica, Ayreon, Powerwolf) no Sandlane Recording Facilities, e este lançamento mostrou a evolução contínua da banda com sua narrativa gótica magistralmente sombria e estética teatral. No palco e ao vivo, a banda alcançou o sucesso com seis shows esgotados em casas de shows holandesas, estendendo-se posteriormente a mais territórios europeus, como Alemanha, Bélgica, Suíça, França e República Tcheca.
Apesar de um 2021 de muito sucesso, a banda ainda ansiava por mais, lançando seu último single, ‘Fairy of the Bog’ em dezembro daquele ano. A faixa é uma mistura de folclore, mito e história antiga regional em um pacote mais místico e mágico, mostrando o que o BLACKBRIAR faz de melhor. Em abril, a banda se separou do membro fundador e baixista Frank Akkerman, dando as boas-vindas a Siebe Sol Sijpkens, da Holanda, como seu novo baixista. Um artista feliz e enérgico com uma vida inteira de apresentações globais, ele é uma adição bem-vinda á banda que está em contínuo esforço. Com sua visão olhando firmemente para o futuro, com uma grande gravadora por trás deles, eles estão de olho em 2023 para evocar seu canto de sereia mais mortal até agora. Muito elogiados e nomeados três vezes para ‘Melhor Artista’ no EuroSonic/Noorderslag’s Popgala Noord Awards (2018, 2020, 2022), e apoio contínuo dos fãs com totais mensais atuais de streaming no YouTube e Spotify se aproximando de 1 milhão de transmissões, o mundo está preparado e pronto para uma jornada espetacular. BLACKBRIAR continua subindo e está pronto para atraí-lo para o mar para que que seja arrastado por ganchos viciantes, paisagens sonoras cinematográficas e narrativas sombrias e caprichosas.
BLACKBRIAR é:
Zora Cock – VOZ
René Boxem – BATERIA
Bart Winters – GUITARRAS
Robin Koezen – GUITARRAS
Siebe Sol Sijpkens – BAIXO
Ruben Wijga – TELCADO
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O Armageddon Metal Fest, um dos festivais de heavy metal mais aguardados do Brasil, tem o prazer de anunciar que a lendária banda Angra foi confirmada como a primeira atração principal do próximo evento, como um dos headliners. O evento será realizado no sábado, 18 de novembro, na Bless (Rua Monsenhor Gercino, 60) em Joinville, Santa Catarina.
O Angra, uma banda brasileira de power metal formada em 1991, tem estado na vanguarda da cena do metal há mais de três décadas. Com sua combinação única de elementos de metal progressivo, sinfônico e heavy metal tradicional, o Angra cativou público ao redor do mundo. Celebrando seu 30º aniversário, estão atualmente em uma turnê especial que apresenta os grandes sucessos da carreira.
O Armageddon Metal Fest promete uma experiência única para os fãs do metal, apresentando uma programação diversificada de bandas nacionais e internacionais, que serão anunciadas em breve. Os ingressos para o evento estão disponíveis para compra online através da plataforma Bilheto. O setor pista promocional, devido a grande procura, se encontra no segundo lote, por R$ 180.
Os fãs são incentivados a garantir seus lugares antecipadamente para não perderem a oportunidade de presenciar o festival. O Armageddon Metal Fest 2023 está de volta, para ficar!
Para mais informações, siga o festival no Instagram @armageddonmetalfest.
Serviço
Armageddon Metal Fest 2023 – Desolation Rising
Data: 18 de novembro de 2023 (sábado)
Local: Bless
Endereço: Rua Monsenhor Gercino, 60 – Joinville/SC
Horário: a partir das 15h
Classificação etária: 16 anos
Com três anos de estrada, a banda INSIDIOUS NATURE, oriunda de São Luís, capital maranhense, tem como proposta musical utilizar elementos do Metal Progressivo e técnico em seu Death Metal, englobando influências de nomes como Death, Cynic e Beyond Creation. Em 2022 o grupo fez sua estreia lançando o single “Doomed Epilogue”, música que explora os elementos musicais supracitados e cuja letra aborda loops temporais e multiverso. A música também foi lançada em formato de videoclipe, com gravação e produção realizadas por Dayvisoon Trindade da Dayfilms.
Em junho de 2023, Pitter Cutrim (vocal), Rogers Rocha (guitarra), André Urbano (guitarra), Lucas Abreu (baixo) e Lucas Mano (bateria) lançam o primeiro álbum da banda, “A Prelude To The Endless”, composto de seis faixas pesadas, intensas e técnicas. Todo o processo de mixagem e masterização foi realizado no KM4 Produções por Ruan Cruz, enquanto a capa é uma criação de Eron Araújo. O álbum conta com duas participações especiais: Mey Sales escreveu a letra e gravou os vocais limpos na faixa “Hannya” e a vocalista Selv Lopes (Deep Hatred)gravou os backing vocals e alguns trechos principais da faixa “Endless”.
No dia 10 de junho a banda participou do festival União Metal VII, na Associação da Telemar, em São Luís/MA, onde dividiu o palco com as bandas Blasfemador, Attomik War, Fast Evil, PancreatiteNoise, Restriction, ComportamentoEstranho e Basttardz. Neste evento o INSIDIOUS NATURE tocou o álbum na íntegra, além de uma música nova e um mini tributo ao Death.
Confira o track list de “A Prelude To The Endless”:
1 – Beware
2 – Hannya
3 – Endless
4 – Diseased
5 – Uncovered
6 – Doomed Epilogue
Ouça “A Prelude To The Endless” no Spotify:
Ouça “A Prelude To The Endless” no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=W8g6IGreeTo
Assista ao vídeo clipe de “Doomed Epilogue” no YouTube: