O baterista do Voivod, Away, revelou à ROADIE CREW como a gravação de álbuns na Alemanha influenciou significativamente a sonoridade única do grupo canadense. Com a ajuda do produtor Harris Johns e a imersão na cena musical de Berlim, o grupo explorou novas possibilidades, afastando-se do estilo inicial. Away destacou que “War And Pain” e “Rrröööaaarrr” foram marcados por experimentações com pedais de efeito, porém, foi em Berlim, durante a gravação de “Killing Technology” e “Dimension Hatröss”, que a banda descobriu um novo mundo de possibilidades de gravação. Harris Johns e os fascinantes “racks” de efeitos impulsionaram a evolução sonora do Voivod, moldando seu som de maneira rápida e distinta.
A estadia prolongada na Europa, durante as turnês de “Rrröööaaarrr” e “Killing Technology”, proporcionou ao Voivod o tempo necessário para compor e gravar, aumentando seu foco e disciplina. Essa dedicação culminou na fase do álbum “Nothingface”.
Ao abordar a diversidade musical ao longo dos anos, que abrangeu gêneros como thrash metal, hardcore, punk rock, industrial, progressivo e psicodélico, Away enfatizou a rapidez com que as mudanças ocorreram. A banda estava constantemente aprendendo e descobrindo novas influências, como Killing Joke. “Não estávamos com aquela ideia de repetir o que tínhamos feito. Se um álbum tinha saído totalmente thrash, queríamos fazer algo diferente no seguinte. E se o próximo ficou bem psicodélico, pensávamos em outra coisa na sequência”, afirmou o baterista.
A jornada do Voivod em Berlim e a colaboração com Harris Johns provaram ser cruciais para o Voivod, que seguiu seus instintos e se manteve fiel à sua visão artística.
A banda mineira The Mist, que conta com Vladimir Korg (vocal), Thiago Oliveira (guitarra), Wesley Ribeiro (baixo) e Riccardo Linassi (bateria), retornará a São Paulo para um show especial no programa Música Extrema do SESC Belenzinho, que ocorrerá no dia 1º de julho, a partir das 20h. No repertório do show, faixas do mais recente EP, “The Circle of the Crow” (2022), e os clássicos. “É muito bom poder voltar a tocar no SESC Belenzinho, que sempre oferece eventos de qualidade para o público paulistano. Desta vez, com o guitarrista Thiago Oliveira, que é de São Paulo”, comentou Korg. “Tocaremos, além dos clássicos, as faixas do EP ‘The Circle of the Crow’, e também teremos nosso merch à venda no local. Esperamos todos para uma grande noite”, acrescentou.
Surgido há 35 anos na cidade de Belo Horizonte (MG) pelos remanescentes da banda Mayhem e contando com o ex-Chakal, Vladimir Korg, o The Mist fez a sua estreia fonográfica no ano seguinte com “Phantasmagoria”. Ganhou notoriedade por apostar em um som baseado no thrash metal convencional com o heavy metal. Em 1991, o agora quarteto gravou o trabalho que é considerado o clássico da banda, o conceitual “The Hangman Tree”, que marcou a estreia de Jairo Guedz (guitarra, atual The Troops of Doom e ex-Sepultura) e revelou Cello Dias como um compositor diferenciado. A aposta em climas soturnos e letras alegóricas e poéticas, flertando com o cinema e clássicos da literatura, como O Mágico de Oz e Peter Pan e a Terra do Nunca, se mostrou acertada.
Com uma nova alteração na formação, após a saída de Vladimir Korg, a banda mineira experimentou o metal industrial com “…Ashes to Ashes, Dust to Dust…” (EP, 1993). À época, o The Mist realizou alguns shows como trio, tendo Cello Dias no baixo e vocal, Jairo Guedz na guitarra e Chris Salles na bateria. Porém, para “Gottverlassen” (1995) foi recrutado Cassiano Gobbet, que entrou no posto de Cello Dias, que saiu para se juntar ao Soulfly, de Max Cavalera. Além disso, ocorreu a entrada do guitarrista Fabio Audrey para alguns shows. A banda, então, decidiu encerrar as atividades e retornou somente em 2018, quando Korg reativou o The Mist com Salles e Guedz. Wesley Ribeiro, baixista do Hellspunch, se juntou para a “The Scarecrow Tour”. Guedz saiu para criar o The Troops of Doom em 2020, e Chris Salles deixou a banda por motivos particulares. Edu Megale ficou encarregado da guitarra, mas após se mudar para Portugal cedeu o posto a Thiago Oliveira, que segue em turnê ao lado de Korg, Wesley Ribeiro e Riccardo Linassi.
Discografia: Phantasmagoria (1989) The Hangman Tree (1991) …Ashes to Ashes, Dust to Dust… (EP, 1993) Gottverlassen (1995) The Circle of the Crow (EP, 2022)
Com mais de três anos de estrada, um álbum lançado e shows em grandes festivais brasileiros como o Rock in Rio, Angra Fest, Chama Rock e o Best of Blues and Rock, a banda Malvada anuncia nova vocalista e nova fase. A cantora e compositora Indira Castilho assume os vocais do grupo paulista de rock composto só por mulheres e chega ao projeto para somar com uma assinatura vocal potente e cheia de personalidade.
Sobre a relação com a banda, Indira conta que “já conhecia e vinha acompanhando as meninas desde o último lançamento ‘Perfeito Imperfeito’ e já rolava uma admiração grande pelas integrantes e pelo trabalho lançado. Malvada nunca passou despercebida”. Já a baterista Juliana Salgado comenta que “a entrada da Indira na banda está trazendo novas influências e uma roupagem diferente pro nosso som. A Malvada vai seguir o seu caminho e objetivo de se consolidar na cena do rock nacional com todo gás e energia, que se mantém”. Marina Langer, baixista, descreve esse momento elogiando a nova integrante: “A Indira é uma grande profissional com uma característica artística muito rica. Sua poderosa voz vai encantar e envolver a todos os fãs Malvados”, enquanto a guitarrista Bruna Tsuruda diz que espera “somar as identidades da Indira e da Malvada, criando uma unidade”.
Banda Malvada junto à nova vocalista Indira Castilho | Foto: Caike Scheffer
A banda se prepara para essa nova fase com um projeto que visa unir dois elementos: o trabalho que elas já vem realizando nos últimos anos e a essência que Indira traz em sua carreira solo, construindo uma nova roupagem para a identidade visual e também para a sonoridade. “Acredito que a fusão de influências e nossas referências na música vão trazer bons frutos. O público pode esperar por mais música boa e com um tempero novo!”, adianta a nova vocalista. E “é exatamente isso que eu espero: uma nova Malvada, mas sem perder a essência”, acrescenta Juliana.
Com relação às expectativas pelo que vem pela frente, as quatro integrantes dizem ser um momento de ansiedade e felicidade. Nas palavras de Indira é “uma mistura de sentimentos, estou animada, curiosa e, acima de tudo, feliz em fazer parte disso! Tô pronta pra me desafiar”. “A Indira vai somar demais com a pegada blues/jazz, seremos uma nova Malvada sem perder a essência que já temos”, comenta Juliana. Marina e Bruna reiteram que mal podem esperar pelo próximo álbum, comentando que a experiência de Indira com o jazz e o blues “irá trazer muita riqueza para a banda, marcando o início de uma nova era” e “que o próximo álbum vai ser diferente do primeiro, com uma sonoridade única”.
Já sobre a saída de Angel Sberse, ex-vocalista da Malvada e também compositora, a banda comenta que o momento não é de despedida e sim de novos caminhos. Angel dá início a uma nova fase de sua carreira, além de se dedicar mais a projetos de sua vida pessoal.
Uma nova fase vem aí para o projeto e o público pode esperar ainda mais rock’n’roll, uma vez que a banda já está em fase de produção do que vem pela frente. Junto ao nome de peso de Giu Daga na produção musical, a banda prepara um novo álbum, videoclipe e celebra uma agenda de shows cheia até o final do ano. E finalizam: “acompanhem nossa nova fase nas redes sociais e nos palcos, tudo que vem por aí está sendo preparado com muito carinho pros nossos fãs!”.
São Paulo, 23 de junho de 2023 – A renomada banda Dr. Sin está se preparando para voltar aos palcos com um show épico na cidade de São Paulo. Este show é uma parceria com a banda mineira de heavy metal Medjay, que também conta com a abertura da Armiferum. Formado por Andria Busic (vocal e baixo), Ivan Busic (bateria) e Thiago Melo (guitarra), o Dr. Sin é conhecido pela sua energia contagiante e habilidades musicais impressionantes. Com um histórico de festivais icônicos como Rock in Rio, Hollywood Rock, M2000 Summer Concerts, Live n Louder, Skol Rock, Monsters of Rock e shows com bandas como Steve Vai, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Pantera, Ian Gillan, Bon Jovi, ACDC, Glenn Hugues, Kiss, o Dr. Sin é um dos maiores nomes do Hard Rock brasileiro em todo o mundo.
Este show em São Paulo marca uma ocasião especial, pois o Dr Sin apresentará músicas de seu primeiro álbum, intitulado “Dr. Sin”. Com uma mistura de músicas inéditas e os clássicos amados pelos fãs, o público pode esperar uma performance carregada de emoção e uma produção visual deslumbrante. Não perca a oportunidade de testemunhar o retorno triunfante do Dr Sin em São Paulo. Prepare-se para uma experiência musical inigualável que ficará gravada na memória por muitos anos.
Assista Dr. Sin – “Never Go Down”:
Sobre a Medjay:
Com uma proposta de fazer um power metal com influência da musicalidade árabe e com conceito calcado na mitologia e cultura egípcia, a Medjay tem em seu fundador, o baixista Samuka, um historiador e grande entusiasta da ideia de fundir Power Metal e sonoridades étnicas.
Seu primeiro álbum “Sandstorm”, teve a produção e mentoria do Rafael Bittencourt, além de participações da May Undead do Torture Squad e da soprano Marilia Zangrandi. No segundo álbum da banda, intitulado “Cleopatra VII”, com produção de Tiago Della Vega, a banda contou com participações da vocalista Mafra, May Undead e a Oula Al Saghir, cantora Sírio/Palestina que está refugiada no Brasil desde 2015.
A ideia desse projeto surgiu há alguns anos quando seu fundador e baixista procurava criar uma banda autoral séria onde ele pudesse colocar em suas letras e conceito, a cultura Egípcia. Samuka é Historiador e Filósofo, apaixonado por essa rica cultura com seus mitos e histórias, Medjay foi pensada como uma banda de Heavy Metal com influências da musicalidade Árabe.
Após vários shows ao lado de bandas como Angra, Korzus e Torture Squad, a banda trouxe várias novidades para o público neste evento exclusivo. A Medjay é formada por Samuka (baixo), Phil Lima (vocal e guitarra), Freddy Daniels (baixo) e Riccardo Linassi (bateria).
Assista o videoclipe de Medjay – “Shemagh in Blood”:
Serviço:
Dr. Sin e Medjay – Abertura: Armiferum
Data: 18 de agosto de 2023
Local: Espaço Fabrique
Endereço: R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01152-000
Horário: 19hh00
Ingressos online: https://fansociety.com.br/dr-sin-medjay-e-armiferum-em-sp__4848/
Valores: R$ 40 (lote promocional) e R$ 60 (inteira)
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Trezzy, banda versátil do rock nacional desde 2013 e que ganhou destaque na mídia nacional com o disco de estreia Circo XIII (2017), acaba de lançar ‘Nunca…’, mais um single que reforça seu autêntico rock cantado em português dentro da estética sonora do rock americano. A música chega nas plataformas de streaming pela Canil Records.
‘Nunca…’ é uma canção explosiva, com muito groove e vocais que intercalam entre o melódico e graves mais rasgados, na mesma linha do single anterior, ‘Quem é você?’.
A nova música do Trezzy traz a reflexão de que nuances e intensidades de relacionamentos são construídos na mente de cada indivíduo.”Nem sempre é aquilo que você acredita ser. É sobre não se recuperar de uma perda, acreditar no que já não é mais e/ou no que não existe mais”, contextualiza a banda, hoje formada por Joonior Joe (vocal), Dieego Lessa (baixo), Dinho Milano (bateria) e Guilhos (guitarra).
O novo single tem produção da banda ao lado dos renomados produtores Adriano Daga e do norte-americano Brendan Duffey (duas vezes nomeado ao Grammy e nove vezes ao Grammy Latino, que já trabalhou no disco Circo XIII). A masterização e a mixagem foram feitas nos Estados Unidos, no Brendan Duffey Audio, na Flórida.
O single anterior: Quem é você?
Quem é você? foi lançada via Canil Records em novembro de 2022.
O Trezzy surgiu em 2013 com a proposta de fazer rock em português. Foi criada por Joonior Joe, um dos fundadores da Base Rock, coletivo de bandas idealizado há alguns anos para fomentar a cena da música independente de São Paulo, ao lado da Mattilha (também do cast da Canil Records), Sioux 66, entre outras.
Dos primórdios à nova canção ‘Quem é você?’, que marca uma nova fase, o Trezzy traz influências múltiplas dentro do estilo, com arranjos elaborados e autenticidade do som próprio.
Os dois primeiros singles da banda, “Manipula” e “Ninguém Vai Nos Salvar”, foram gravados e produzidos pelos irmãos Andria e Ivan Busic (Dr. Sin) no Estúdio Sonata 84 entre os anos de 2013 e 2014 e alcançaram relativo reconhecimento nas mídias especializadas da época.
Nos anos seguintes, a banda firmou a sua sonoridade e gravou mais seis músicas, produzidas por Brendan Duffey no Norcal Estúdios (SP): “Alguém assuma o meu lugar”, “Redenção”, “Sombras”, “Adeus e nunca mais”, “Tente entender” e “Suas certezas”. Com elas, o grupo alcançou outros patamares.
Em 2015, o Trezzy foi a banda de abertura no show do Lizzy DeVine (Ex-Vains of Jenna). Seus clipes, disponíveis no YouTube, foram veiculados no programa TVZ, do canal Multishow. E seus singles “Manipula” e “Sombras” integraram o setlist de rádios nacionais e internacionais, como a Kiss FM e a 89 FM.
Com uma maturidade musical e identidade bem definida, o quarteto lançou seu álbum de estreia em outubro de 2017. Com 13 faixas gravadas em São Paulo, com mixagem e masterização na Califórnia, “Circo XIII” propõe uma experiência à altura dos tempos áureos do rock brasileiro.
O trabalho rendeu vários frutos: em dezembro de 2019, por exemplo, o Trezzy se apresentou no Allianz Parque para mais de 15 mil pessoas ao lado de grandes artistas do Rock e da música brasileira, como Titãs, Dr. Sin, Supla, Claudia Leite e Fernando e Sorocaba.
Como as pedras não podem parar de rolar, a banda segue trabalhando em
composições para o novo álbum, que deve ser lançado via Canil Records em 2024.
O Trezzy inclusive já recebeu elogios de Kiko Loureiro, do Megadeth. “Se você quiser fazer rock em português como os caras do Trezzy, dá uma olhada, é fantástico. É bem feito, organizado, de nível gringo”.
A banda de Heavy/Thrash Metal SONS OF SIN pegou seus fãs de surpresa com o lançamento de uma versão pesada para uma música inesperada, a clássica “Lay All Your Love On Me”, da banda sueca de música pop, ABBA, constatando a versatilidade e a dinâmica do SOS.
Confira como ficou a versão do SONS OF SIN abaixo:
Sobre a escolha da música, o vocalista e guitarrista Iggy Red comentou:
“Fizemos uma escolha consciente entendendo a proporção que a canção tem ganhado nas mídias sociais. As pessoas estão cada vez mais interessadas por músicas dos anos 70 e 80. Além disso, uma versão da canção do Avantasia que é uma banda referência para nós também nos impulsionou a fazer a nossa versão. Somos uma banda voltada para o autoral, mas ao longo do tempo faremos algumas versões de canções com as quais nos conectamos de alguma forma”.
A versão de “Lay All Your Love On Me” antecipa uma série de novos lançamentos do Sons of Sin que deve ser disponibilizado em breve e que serão anunciados através do Instagram da banda, @sosthebandofficial. A música gravada no BHS & Abbey Road Vibratom teve produção de Iggy Red e mixagem e masterização de Macel Teixeira. A arte da capa é de Luis Fernando Ribeiro da Hell Yeah Music Company. A música também vem no embalo da repercussão do EP “Pandemic Sin”, lançado pela banda em em 5 de Abril de 2023.
Para este lançamento a banda contou com a participação especial do baixista indiano Sahil Desphande. A atual formação do Sons of Sin conta com Iggy Red nos vocais, Hugo Kairos no baixo, Ricky H. na guitarra, Andre Pousa no teclado e Remmy J. na bateria.
O Sons of Sin, ou SOS, como também costuma ser chamada, carrega em sua curta mas proeminente trajetória, três singles, que após remasterizados tornaram-se o EP “Pandemic Sin”, além de duas canções do antigo projeto do vocalista Iggy, Riders Machines, gravadas ao vivo no show Live At BHS, além de versões de duas outras canções também da Riders Machines gravadas ao vivo em estúdio.
Mesmo tendo sua identidade definida pelo Heavy/Thrash, o Sons of Sin busca elementos em outros gêneros para tornar sua música ainda mais interessante e expressar sua mensagem da forma mais honesta e visceral possível, tornando suas composições avassaladoras, mas cheias de propósito.
Ouça o EP “Pandemic Sin” abaixo:
Saiba mais sobre a Sons of Sin e seus próximos lançamentos através do Instagram @sosthebandofficial
Créditos Fotografia: Banda – Divulgação
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No início de 2022, a banda de Death Metal ex-brasileira e agora multinacional ESCARNIUM quebrou seu silêncio pela primeira vez em seis anos, lançando o EP de duas músicas, “Through the Depths of the 12th Gate”. Foi a declaração da banda de que eles voltaram melhores do que nunca e em seu novo terceiro álbum, eles provaram isso. “Dysthymia” – uma palavra que se refere à depressão leve e persistente – é uma oferta de seis músicas que demonstra totalmente o poder da nova formação completa do ESCARNIUM, exibindo orgulhosamente influências de Vital Remains, Morbid Angel e Incantation,
“Dysthymia” é uma pesada e obscura placa de Death Metal que aborda dois tópicos: doenças mentais e os horrores do mundo moderno. Diz o líder da banda e guitarrista Victor Elian: “Passei a vida inteira tentando entender que porra se passava na minha cabeça, como um sentimento eterno de dor e vazio, e em 2020 cheguei ao fundo do poço e tive que fazer algo a respeito. Eu tentei tantos tratamentos e nada funcionou. Finalmente, recebi o diagnóstico adequado. Com o diagnóstico em mãos, tudo ficou mais claro: “Tenho, distimia… sou distímico. É uma depressão, não forte o suficiente para me fazer querer me matar, mas forte o suficiente para tirar toda a minha qualidade de vida; é paralisante e debilitante”.
O guitarrista contou ainda que ficou um pouco cansado dos temas tradicionais do Metal e queria explorar novas possibilidades: “Ao longo dos anos, e sendo culpado disso no passado, fiquei um pouco cansado dos típicos temas líricos do “Metal” e queria explorar algumas outras coisas. Saindo da pandemia e aprendendo tudo isso sobre mim, parecia o momento perfeito. Comecei a explorar esse novo território lírico com o primeiro single que lançamos, “Through the Depths of the 12th Gate”, nossa primeira música nova em algum tempo”.
Composto de seis faixas, “Dysthymia” traz ainda um cover do GRAVE, para a faixa “Into the Grave”, presente no disco de estreia homônimo dos suecos, lançado em 1991. Por fim, o guitarrista define um pouco mais o álbum e seu título: “Acho que o nome deste álbum reflete muito o zeitgeist deste mundo fodido em que estamos. Este álbum está muito conectado à minha vida pessoal e pensamentos sobre o estado da humanidade”. “Dysthymia” está disponível no formato CD com Slipcase, lançado pelo selo Cianeto Discos.
A banda tocantinense, VOCIFER, uma das principais responsáveis por levar a bandeira da preservação da cultura amazônica pelo mundo, disponibilizou mais um importante capítulo de sua riquíssima trajetória, o álbum “Jurupary”, explorando as lendas por trás de uma controversa figura do folclore amazônico.
O álbum conta com as participações mais que especiais de Luis Mariutti (Sinistra), Thiago Bianchi (Noturnall), Daísa Munhoz (Vandroya, Soulspell, Twilight Aura), Daniel Mazza (Banda Inutilismo), Fábio Laguna (Angra, EduFalaschi, Freakeys) e Tambores doTocantins.
Ouça o álbum “Jurupary” abaixo:
“A boa aceitação do nosso primeiro álbum nos permitiu ousar mais nesse segundo disco, além de mostrar nossa evolução e maturidade musical, tanto na parte técnica quanto nas composições”, comentou o vocalista JoãoNoleto.
Orientados pelos relatos coletados pelo folclorista e explorador ErmannoStradelli, a Lenda de Jurupari foi adaptada pela VOCIFER, traçando paralelos com o nosso tempo acerca de questões cruciais para a humanidade.
Na lenda de Jurupari, conta-se que a indígena Ceuci comeu o mapati, uma fruta proibida para mulheres quando se encontravam no período fértil. O suco da fruta escorreu pelo seu corpo até suas partes íntimas e assim foi concebido um menino. Como punição, Ceuci foi expulsa da aldeia. Na realidade, o pai da criança era o próprio Sol, conhecido entre os indígenas como Guaraci. Quando chegou a hora do nascimento, seu filho revelou ser uma criatura sabia que viria ao mundo trazer novos costumes e leis para os homens, assim como a dança e a música. Este menino era Jurupari.
Um pouco mais dessa história pode ser conferida através do primeiro videoclipe da VOCIFER lançado para o álbum, a animação para a música “The Voice of the Light”. Confira abaixo:
O álbum tem gravação, produção, mixagem e masterização do renomado produtor Thiago Bianchi (Noturnall, ex-Shaman), no Estúdio Fusão. A arte da capa do álbum é de Wendell Araújo. Fundada em 2016, a atual formação da Vocifer conta com João Noleto nos vocais, Lucas Lago no baixo, Pedro Scheid e GustavoOliveira nas guitarras e Alex Cristopher na bateria. A produção do álbum teve parte de seus recursos patrocinados através de incentivo público gerado pela Lei Aldir Blanc.
“Jurupary” marca a estreia do guitarrista Gustavo Oliveira em estúdio, uma vez que o músico passou a integrar a banda logo após o lançamento do primeiro álbum, “Boiuna”, e também a estreia oficial do baterista Alex Cristopher, que gravou o álbum anterior como músico contratado.
Saiba mais sobre a VOCIFER e acompanhe todas as novidades sobre o lançamento de “Jurupary” através do Instagram @vocifer
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A fúria do novo single da experiente banda paulistana de punk rock/hardcore Statues On Fire está latente no título da faixa, ‘I Hate Your God’, já nas plataformas de streaming. O lançamento é do selo Repetente Records (selo de três músicos do CPM 22, Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, junto ao diretor artístico Rick Lion), com distribuição digital da Ditto Brasil.
‘I Hate Your God’ é um hardcore furioso e vigoroso que braveja contra a hipocrisia e manipulação de falsos líderes religiosos, que infelizmente existem às pencas por aqui no Brasil.
O single, o primeiro que levará ao quarto disco da Statues on Fire, é o cartão de visitas ‘porrada’ da atual fase da banda e, ao mesmo tempo, uma música que ressalta o hardcore potente que caracteriza e diferencia a banda, sempre no balanço exato entre agressividade e passagens melódicas.
A Statues comenta sobre a nova música: “Não é novo em dizer que a religião é usada para convencer e manipular as pessoas, entrando em suas maiores fraquezas e incertezas, basta ver aqueles pastores fundamentalistas americanos, bem com pegar a história do mundo, quando Roma fez engolir o cristianismo como religião oficial. Não cabe a mim dizer se Deus existe, o lance é essa interpretação do que foi escrito há séculos e tirar as suas próprias conclusões”.
Com 10 anos de atividades, Statues on Fire acumula 5 turnês pela Europa e se consolida como uma das melhores bandas do punk e hardcore nacional. Um vigor único que será mais potencializado pelo time da Repetente!
Statues on Fire é formada pelos experientes Andre Alves (vocal e guitarra), Lalo Tonus (baixo), Alex Silva (bateria) e Regis Ferri (guitarra).
Statues On Fire
A Statues On Fire foi formada em outubro de 2013 na cidade de Santo André (São Paulo) por experientes músicos do punk, hardcore e metal nacional: Andre Alves (vocal e guitarra, músico da icônica Nitrominds que fará um show de reunião no dia 15 de outubro, no Hangar 110), Lalo Tonus (baixo, também do Nitrominds), Alex Silva (bateria) e Regis Ferri (guitarra).
A banda acumula diversas turnês pelo Brasil e cinco giros pela Europa.
São três discos até agora lançados: o debut Phoenix (2014), o segundo No Tomorrow (2016) e, na sequência, veio Living in Darkness (2019).
Todos os álbuns foram lançados no exterior por gravadoras internacionais na Europa, Estados Unidos e Japão.
Na Europa, os discos foram lançados pela Rookie Records, de Hamburgo (Alemanha), uma gigante do punk rock no Velho Continente.
Desde o disco de estreia, a Statues on Fire contou com assinatura de nomes de peso da música em seus trabalhos: Marcello Pompeu e Heros Trench (ambos do Korzus) foram os responsáveis pela produção.
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Uma das novas forças do Doom Metal/Stoner, a banda Weedevil têm feito muito barulho com o lançamento do Split “Cult of Devil Sounds” (Smolder Brains Records, México) – ao lado dos mexicanos da banda Electric Cult – além dos shows com a nova formação. As músicas do Weedevil neste split, são: “Darkness Inside” e “Burn It”. A primeira delas, ganhou um vídeo bem bacana que pode ser conferido abaixo.
Assista “Darkness Inside”:
https://www.youtube.com/watch?v=g-mzEvdEw8M
O Weedevil foi formado em 2019, em São Paulo, pelo baterista Flávio Cavichiolli (Forgotten Boys/Pinups), e de cara já chamou a atenção por seu som pesado, e seus temas macabros e ‘esfumaçados’.
A estreia oficial nos palcos, aconteceu em dezembro de 2019, ao lado dos suecos da banda Asteroid.
Em maio de 2020, eles lançaram o EP “Weedevil”, com 5 faixas. Em junho de 2021 mais um EP, “The Death Is Coming”, com 2 faixas.
Em abril de 2022, lançaram seu álbum de estreia, “The Return”, em CD (Mutilations Records, Brasil) e em vinil (D.H.U. Records, Holanda). Esse disco traz cinco faixas poderosas, o que cravou de vez o nome da banda no cenário underground nacional (e mundial!). Após o lançamento desse material, eles sofreram algumas baixas na formação, ficando apenas o seu fundador, Flávio.
Com a banda rapidamente restaurada, a formação atual conta, além de Flávio, com Dark Jordão (guitarra, Fuzzly, ½ Badvibe), Renan Casarin (guitarra, Mudness), Daiana Velona (baixo, Cult Of Enthroohy) e Mauren McGee (vocais, McGee & The Lost Hope).
Dessa formação saíram as novas músicas – duas delas no já citado split “Cult of Devil Sounds”. A banda está preparando material para o segundo álbum, que a considerar pelo histórico do Weedevil, não deve demorar para ver a luz.
Entre as apresentações que a banda tem realizado, não podemos deixar de citar os shows com a banda icônica Pesta (MG) no Iglesia La Borratxeria, em junho de 2022; no festival Dopesmoke (Bahia) em novembro do mesmo ano; e em maio desse ano, como headliner da 5ª edição do Bruxa Fest.
Para mais informações, siga o Weedevil em seus canais oficiais: