O renomado cantor chileno, voz de Drake e Dolezall, Felipe del Valle, também começou a desenvolver sua carreira solo, lançando o single ‘A La Tumba Llegaré’, música de heavy power metal na qual mostra todo o seu potencial vocal.
“Todos os projetos que participei não são 100% power metal e sempre quis fazer algo desse estilo, então trabalhar sozinho me dá muito mais independência composicional”, diz Felipe del Valle sobre como surgiu o projeto, acrescentando: “Esse single fala sobre como sempre temos que fazer o que gostamos, mesmo que o caminho seja muito difícil. Quando consideramos um norte, temos que chegar lá de qualquer maneira, até morrer, mas sempre com as botas calçadas”.
‘A La Tumba Llegaré’ vem acompanhada de um lyric video feito pelo chileno Boris Ojeda, enquanto a equipe por trás da música é formada por: Felipe del Valle (voz), Benjamín Cisterna (bateria) e Nicolás Arce (guitarra, baixo e Produção).
Acompanhe as redes sociais de Felipe del Valle em @fidelval (Youtube), felipe.d.briceno (Facebook), @filipdelvalle (Instagram), Spotify e todas as plataformas digitais.
A banda paulistana Parque Florenza, formada em 2019 por André Carvalho (vocal e guitarra), Rapha Paiva (guitarra), Carol Bertevello (baixo) e Rafael Hidalgo (bateria), vem conquistando seu espaço no cenário. Com dois álbuns lançados – “Pessoas” (2019) e “Utopia/Distopia” (2022) –, além do single “Catarse” (2023), o grupo realizará o “Florenza Fest” no dia 17 de setembro (domingo), a partir das 19h, no La Iglesia (SP). O evento contará com a presença das bandas Bruxax e Emphuria.
A Parque Florenza traz em suas músicas, que mesclam pop e metal, reflexões para temas sociais e pessoais. Acima de tudo, é uma banda com uma mensagem bem definida: “Quando a gente muda o mundo a nossa volta muda!” O grupo conquistou o prêmio “Up the Band”, do programa Autoral Brasil (Kiss FM), sendo escolhido entre mais de 6 mil artistas.
Já a Bruxax, que conta com Bia Maza (vocal), Emily C. (guitarra), Jubaas (baixo) e Rodolfo P. (bateria), une a densidade e peso do heavy metal à sensibilidade da música pop e elementos da música eletrônica, tendo nomes como Spiritbox, Placebo, David Bowie, Warpaint, Nina Simone e Evanescence entre suas referências. Após ter suas primeiras composições em inglês, o quarteto lançou o single “Você Sou Eu”, mostrando o frescor e a versatilidade desse novo nome do rock nacional.
A Emphuria nasceu da crença de que cada ser humano deve ser ouvido e por isso usa seu espaço para dar voz a todos que se sentirem conectados à verdade da banda, levando como propósito a empatia e a coletividade, trazendo letras que vão desde os nossos sentimentos mais profundos até causas e questionamentos sociais. Os músicos demonstram um equilíbrio fundamental entre a técnica e o feeling, somados à amplitude vocal de Gui Buxini, que transita naturalmente entre vozes clean, agudos e scream explosivos, transmitindo emoções quase palpáveis. Nu Metal, Pop e Rap fundem-se entre grooves, beats e graves, que mostram um grupo preparado para o mundo, herdando a criatividade e a explosividade de Linkin Park, Bring me the Horizon e Fever 333.
“O Florenza Fest é uma celebração do rock cantado em português! Temos no som do Park Florenza muitas referências de música brasileira, o que soma muito na nossa mensagem, e a gente buscou bandas que tivessem essa característica para o evento. Bruxax e Emphuria têm um som muito pesado, mas mesclam a muitas vertentes e outros estilos, o que soma muito no festival. Temos que valorizar o rock em português, essa é ideia do Fest. Vai ser uma festa maravilhosa!”, comentou o vocalista e guitarrista André Carvalho (Parque Florenza).
Serviço – “Florenza Fest”:
Atrações: Parque Florenza, Bruxax e Emphuria
Data: 17 de setembro (domingo)
Horário: 19h (abertura) | 20h (shows)
Local: La Iglesia
Endereço: Rua João Moura, 515 – Galpão 6, Pinheiros – São Paulo/SP
Ingressos em https://www.clubedoingresso.com/evento/florenzafest
Instagram:
https://www.instagram.com/iglesia_borratxeria/https://www.instagram.com/parqueflorenzaoficial/https://www.instagram.com/emphuria/https://www.instagram.com/bruxaxofficial/
Os paulistas da banda de Sludge MetalOCTODEMON preparam o lançamento de seu novo Single “The Call“.
O Single apresenta a nova formação do time, que agora conta com Rodrigo Gonçalves (Vulgar Pantera Tribute) nos vocais, e Rafael Pacheco (do canal Metal Vrau) na guitarra.
“The Call” é inspirada em um dos contos do livro “O Rei de Amarelo“, do escritor estadunidense Robert W. Chambers, autor do gênero “horror” e um dos precursores do chamado horror cósmico.
A banda, formada em 2017, tem como principais influências nomes como Black Sabbath, Black Label Society, Crowbar, Corrosion of Conformity e Red Fang.
Seu primeiro lançamento, o EP “Desert Dance”, de 2018, teve produção dos próprios músicos e apresenta uma mistura de Desert Rock, Hard Rock setentista, Rock N’ Roll e uma forte atmosfera de Stoner Rock.
“The Call” é o primeiro Single do álbum “The Dark Æon”, e tem lançamento confirmado para o dia 15 de Setembro. O pré save já está disponível nas plataformas digitais.
“The Call” faz parte de uma série de Singles que serão redistribuídos, e que foram registrados pela nova formação do grupo. A arte da capa foi desenvolvida pelo músico e designer, Gustavo Pereira.
A OCTODEMON foi formada no início de 2017, em São Paulo com a ideia de fazer um som pesado, obscuro e cru. O grupo pratica um mix da atitude e crueza do Rock N’ Roll, a agressividade do Heavy Metal, o peso noise do Grunge Rock e a atmosfera do Stoner e Sludge Metal, acrescentados à temáticas de horror, espiritualismo, a crueldade humana e dilemas do nosso cotidiano.
OctoDemon é:
Rodrigo Gonçalves – vocal
Gustavo “Guz” Pereira – guitarra
Rafael Pacheco – guitarra
Paulo “Paulinho” Moraes – baixo
Daniel Moraes – bateria
Para mais informações sobre as atividades da banda OCTODEMON e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail[email protected].
O Aerosmith anunciou nesta segunda-feira (11) o reagendamento de algumas datas de sua turnê de despedida, “Peace Out… Farewell Tour”, para 2024. O motivo foi que no último sábado (09), Steven Tyler sofreu danos ao exigir demais de sua voz durante show realizado na UBS Arena, em Elmont, Nova York (EUA). Disse o próprio Steven através das redes sociais oficiais do Aerosmith:
“Estou com o coração partido em dizer que recebi ordens médicas estritas para não cantar pelos próximos trinta dias. Sofri danos nas cordas vocais durante o show de sábado, o que levou a um sangramento subsequente. Precisaremos adiar algumas datas para que possamos voltar e dar a vocês o desempenho que vocês merecem”.
A banda garante que todos os ingressos comprados anteriormente serão honrados para as datas remarcadas. Reembolsos estarão disponíveis para aqueles que não puderem comparecer. Os fãs com perguntas sobre reembolsos são solicitados a entrar em contato com seu ponto de compra.
Bandas de gêneros extremos como grind, crust, D-beat, powerviolence e death metal se reuniram para um tributo ao Type O Negative. Intitulado Blast No.1 – Blastbeat Tribute to Type O Negative será lançado no próximo dia 22 de setembro. O projeto, meticulosamente curado pela 783Punx, reúne 19 covers fascinantes de algumas das bandas mais voláteis do mundo.
Em um tributo único, as bandas pegam músicas icônicas, muitas vezes mais arrastadas, do Type O Negative e as transformam em faixas aceleradas em versão grindcore. “Pegue uma música do Type O Negative lenta e longa e a converta em uma música grindcore curta e super rápida, mas tente mantê-la mais reconhecível possível”, disse Edi da 783Punx. Bandas como Hellbastard, Schismopathic, Proletar e Abaddon Incarnate estão entre todas que colaboraram.
Ouça o álbum em primeira mão na playlist abaixo:
Um destaque especial do lançamento físico é seu elemento visual, misturando o estilo clássico do Type O Negative com símbolos familiares a todos os fãs de blastcore. Ada, do Bite the Dust, é creditado pela arte.
O tributo vem em vários formatos e edições, incluindo um CD padrão, um box set com CD deluxe e várias edições de fita e LP. Cada oferta inclui recursos exclusivos, como encartes de 24 páginas, adesivos especiais e até um pacote de camisetas.
CD: jewel case com encarte de 24 páginas com fotos da banda e interpretações especial da capa do álbumBoxset CD Deluxe: Caixa de pizza “7 contendo um CD deluxe, dois cartões postais e uma camiseta colorida estampada frente e costas e de origem ética.Fita: vem em duas versões – varejo e exclusiva da banda – embalada em uma caixa de plástico com um adesivo hype e J-Card.LP Deluxe: 180g, preto, alojado em um pesado formato gatefold, com impressão de tela no lado D. Além disso, vem com adesivos e cartões postais de 12x12cm.Todas essas variantes podem ser pré-encomendadas agora no Linktree do 783Punx.
Confira o tracklist: 01. KANNIBAL KRIS (Germany) – Are You Afraid02. TASK FORCE BEER (Germany) – Prelude To Agony03. SCHISMOPATHIC (Poland) – I Don’t Wanna Be Me04. HELLBASTARD (England) – We Hate Everyone05. DISHELL (Poland) – Xero Tolerance06. VERANO’S DOGS (Italy) – Love You To Death07. HERIDA PROFUNDA (Poland) – All Hallows Eve08. BOTTOM (Poland) – Be My Druidess09. GENDO IKARI (Scotland) – Kill You Tonight10. PLAGUE BEARER (Poland) – Creepy Green Light11. PROLETAR (Indonesia) – Angry Inch12. BOYCOTT THE BAPTIST (England) – Everything Dies13. WILL COPE (Lithuania) – Some Stupid Tomorrow14. ASSUR (Belgium) – Christian Woman15. EMISSAIRES OF SIN (Wales) – Black No. 1 (Little Miss Scare-All)16. HOT COPS (England) – My Girlfriend’s Girlfriend17. SKITZO (USA) – Unsuccessfully Coping With The Natural Beauty Of Infidelity18. ABADDON INCARNATE (Ireland) – Dead Again19. THE ATROCITY EXHIBIT (England) – Der Untermensch
Kill Devil Hill photographed at the rehearsal studio in North Hollywood on 12/12/11.
A exótica banda alemã Lord of the Lost, que em abril passou pelo Brasil sendo uma das atrações da edição de estreia do festival Summer Breeze, lançou um novo videoclipe, para No Respect for Disrespect. A música faz parte do álbum atual da banda, o número 1 das paradas oficiais da Alemanha, Blood & Glitter. A mistura de vídeos criativos enviados pelos fãs do Lord of the Lost (foram mais de 500 recebidos) e clipes da própria banda tocando a música em casa, certamente irá entreter e fornecero um grande “obrigado” aos fãs em todo o mundo que apoiaram a banda por todos esses anos.
O Lord of the Lost falou sobre No Respect for Disrespect: “Até onde pode ir a tolerância quando tolera a intolerância? No Respect for Disrespect é uma canção sobre o paradoxo da tolerância e diz de forma eloquente e reflexiva: ‘Até aqui e não mais’. Como este tópico afeta a todos nós, foi importante para nós fazermos esse vídeo com o maior número possivel de pessoas maravilhosas do nosso público. Porque sem todas essas pessoas não somos nada e só juntos somos fortes!”.
Confira o novo videoclipe da banda, para No Respect For Disrespect:
O ano de 2023 foi bastante agitado para o Lord of the Lost, incluindo grandes destaques como a representação da Alemanha no Eurovision Song Contest em maio, mais uma abertura de turnê do Iron Maiden, vários shows com ingressos esgotados e um verão cheio de grandes aparições em festivais.
Em seu oitavo álbum, o Lord of the Lost entra em uma nova era de visuais emocionantes do glam rock dos anos 70 e adiciona uma mistura de influências de new wave e pop dos anos 80, bem como elementos góticos e eletrônicos ao seu próprio e relevante estilo de metal moderno, impressionando fãs e críticos.
Lord of the Lost ao vivo no Summer Breeze Brasil | Foto: Roberto Sant’Anna/Roadie CrewLORD OF THE LOST:Chris Harms – vocal e guitarraPi Stoffers – guitarraClass Grenayde – baixoGared Dirge – piano, sintetizador, percussão e guitarraNiklas Kahl – bateria
O AC/DC está a todo vapor para sua volta aos palcos desde 2016. A maior banda australiana da história será uma das atrações do segundo dia do aguardado festival americano “Power Trip”, em 7 de outubro, no Empire Polo Club, que fica localizado em Indio, Califórnia. Para esta apresentação, o AC/DC não terá a presença de Phil Rudd na bateria, mas sim de Matt Laug, músico que trabalhou com Alice Cooper, Slash’s Snakepit, Alanis Morrissette e outros. Laug, de 55 anos, já dividiu palco com o próprio AC/DC. Foi em 2001, quando ele estava tocando com Slash e o AC/DC divulgava o álbum Stiff Upper Lip.
Nas últimas duas décadas, Laug tem tocado e gravado com o ex-guitarrista de Tom Petty and the Heartbreakers, Mike Campbell, no Dirty Knobs. “Tenho muita sorte de poder trabalhar com amigos que são grandes músicos. Acho que quando você tenta ser o melhor que pode ser, isso atrai outros que fazem o mesmo”, disse o bateria em uma entrevista em 2020. “Procuro ser profissional, o que significa ter uma atitude humilde, conhecer as músicas antes de ir para os ensaios, chegar aos ensaios e shows a tempo e dar o meu melhor”.
Matt Laug
Em suas redes, o AC/DC compartilhou um áudio de ensaio para o “Power Trip” e mencionou o retorno do baixista Cliff Williams e a contribuição de Matt Laug:
“PWR UP (prepare-se) para o Power Trip! Ouça o ensaio dos garotos se preparando com Cliff Williams, que está saindo da aposentadoria para o festival, e Matt Laug na bateria”.
PWR UP for Power Trip! Listen to the rehearsal of the boys powering up with Cliff Williams, who's coming out of retirement for the festival and Matt Laug on drums. pic.twitter.com/FdpX3bf65a
Ainda não está muito claro se Phil Rudd está fora ou não do AC/DC de modo definitivo. Ele se juntou ao grupo em 1975, saiu em 1983 e retornou em 1994. Em 2020, Rudd retornou mais uma vez para o AC/DC para as gravações de álbum mais recente da banda, Power Up. Entre 2015 e 2016, ele teve que lidar com as consequências legais de sua prisão em 2014, por ameaçar matar um ex-funcionário. A sentença foi de oito meses de prisão domiciliar. Enquanto isso, durante a “Rock or Bust World Tour”, o AC/DC contou com os serviços de Chris Slade, seu baterista no período de 1989 a 1994.
Ressentido, em 2020, em entrevista à Rolling Stone, Chris Slade revelou que “Ninguém nunca me ligou e disse: ‘A propósito, você não é o baterista atual’ ou “A propósito, Phil está na banda há três anos’; ninguém nunca disse isso. No que me diz respeito… Deus, eu sou filosófico o suficiente para perceber que Phil pode muito em estar de volta à banda. Não faço ideia. Eu não tinha ideia nenhuma da última vez quando me ligaram antes da (turnê) Rock or Bust. Estou aberto a todas as possibilidades. É assim que as pessoas devem ser, de mente aberta”. E parece que a declaração de Chris não pegou bem com seus antigos parceiros de AC/DC, visto que dessa vez a banda optou por Laug e não por ele para ocupar o lugar de Rudd no festival Power Trip. De sua parte, Slade desejou boa sorte a Matt Laug em suas redesno último domingo (10), porém não perdeu a oportunidade para cutucar o guitarrista Angus Young:
“Conheço Matt, é um cara muito legal desde a época em que eu morava na Califórnia. Ele é um baterista muito capaz e abstêmio, e colocará a bateria exatamente onde Angus quer: no fundo do palco. Desejo-lhe toda a sorte“
Para o AC/DC, a apresentação no festival “Power Trip” será histórica. Além de a apresentação ser a primeira ao vivo da banda em sete anos e com um baterista diferente, marcará o retorno de Cliff Williams da aposentadoria e a volta do vocalista Brian Johnson aos palcos desde que foi substituído por Axl Rose nas últimas 23 datas da turnê “Rock or Bust”, já que na ocasião corria o risco de perder por completo sua audição caso permanecesse fazendo shows barulhentos com a banda”.
O “Power Trip” acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de outubro terá também como atrações Metallica, Iron Maiden, Guns N’ Roses, Tool e Judas Priest (que entrou no lugar de Ozzy Osbourne).
Com seu novo e autointitulado álbum, o quinto numa história que começou logo ali atrás, em 2014, o Beyond the Black apresenta uma maturidade que já distancia o grupo alemão do rótulo ao qual foi colocado, o de metal sinfônico. E a responsabilidade é da vocalista, instrumentista e compositora Jennifer Haben, hoje acompanhada por Chris Hermsdörfer e Tobias Lodes (guitarras), Kai Tschierschky (bateria) e, ao vivo, Linus Klausenitzer (baixo). Com um número já considerável de mudanças na formação, a banda é o retrato da sua líder, que, nesta entrevista, mostra que tanto não perdeu a simpatia quanto, numa época de estrelas instantâneas e sazonais, sua agradável timidez.
Como você está, especialmente depois da fase mais grave da pandemia? Jennifer Haben: Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou, mas há sempre uma oportunidade na mudança, e eu sempre olho para isso. Então está tudo bem por aqui. Ver o copo meio cheio é o que sempre tento fazer.
A pandemia atingiu duramente a indústria musical, especialmente os artistas, que não puderam sair em turnê. Mas acredito que isso deu a você tempo para trabalhar de forma mais relaxada no novo material, certo? Jennifer: Claro! Eu costumo dizer que é sempre bom ter um pouco mais de tempo para compor as músicas e pensar no que queremos fazer, por isso acredito que essa é uma das razões pela qual o novo disco soa tão confiante. Passamos bastante tempo pensando nas questões básicas e sabíamos exatamente o que queríamos antes de começarmos a compor e a gravar. Isso nos ajudou por um lado, ainda que tenha sido péssimo por outro.
E me parece que a letra de “Is There Anybody Out There?” está diretamente relacionada à pandemia… Jennifer: Sim, está, mas preciso dizer que tudo no novo álbum está de alguma forma relacionado com o que sentimos durante a pandemia. Mesmo que sempre tenhamos momentos assim nas nossas vidas, creio que desta vez, com a pandemia, todos sentimos as mesmas coisas ao mesmo tempo. Foi algo singular, e acredito que é uma razão por que talvez agora você possa pegar essa música e perceber ‘Ok, eu senti exatamente isso!’, ou seja, se sentir sozinho com os seus pensamentos, pensar que está enlouquecendo e aí descobrir que todo mundo estava se sentindo exatamente assim. Você deve se lembrar de falar com amigos e familiares por videochamadas e perceber que todos estavam falando sobre as mesmas coisas, as mesmas sensações, e isso fazer você se sentir compreendido. Foi assim que eu me senti. É claro que parece fácil falar disso quando há pessoas por aí que não tinham quem os ouvisse ou com quem pudessem falar, então quis abordar esse sentimento, também.
Jennifer Habben (Foto: Heilemania/Divulgação)
Exatamente, e minha questão é exatamente nesse sentido, porque a letra se encaixa no que muitas pessoas passaram depois de ficarem confinadas por tanto tempo. Houve um problema de saúde mental… Jennifer: Eu tive a sorte de ter mais gente perto de mim nesse período do que nos anos anteriores, então isso foi muito bom. Também foi bom ter mais tempo para estar com outras pessoas, mesmo que não fosse pessoalmente, porque todos podíamos nos conectar, afinal, todos tínhamos tempo e disposição para isso. Claro que foi tudo foi muito difícil, especialmente para as pessoas que costumam fazer muitas turnês e que estão sempre por aí. Eu tentei fazer com que esse trabalho, agora de volta ao mundo normal, pudesse ajudar também quem não teve companhia por perto naquele período.
E em que sentido a letra de “Free Me” se encaixa nesse contexto, porque ela parecer ser bastante pessoal… Jennifer: O disco inteiro é sobre se encontrar, e isso é algo muito pessoal: encontrar o que você realmente quer, todas as coisas que podíamos pensar a respeito naquele período. Essa música teve uma sensação Shakespeariana enquanto a compusemos, mas o resultado ficou ótimo, inclusive com o videoclipe, que mostra duas Jennifers se conectando de alguma forma, no qual há dois mundos diferentes, porque, no fim das contas, você encontra as respostas sobre tudo o que você está buscando dentro de si mesmo. Foi algo que descobri sobre mim mesma durante aquele período, de uma maneira bem intensa, então tentei dar continuidade ao contar para outras pessoas.
Mas se “Winter is Coming” não for sobre “Game of Thrones”, ainda mais com aquele videoclipe, você realmente precisa me explicar o significado dela (risos)… Jennifer: (rindo bastante) Sim, é! A música foi escrita antes de começarmos esse álbum, então não diz nada sobre autoconhecimento (risos), mas se pensarmos nela como uma metáfora, ainda assim foi perfeita para a época, porque sempre temos de encarar certas coisas. A ideia da canção foi do guitarrista, só que eu realmente adorei porque sou uma fã nerd de “Games of Thrones” (risos).
Então aqui vai a pergunta de um milhão de dólares: você gostou do desfecho da série? Jennifer: Ah, não faça essa pergunta! (risos) É muito doloroso! (risos) Não, eu não gostei! Prefiro até pensar que não aconteceu, porque não consigo entender por que fizeram um fim como aquele. Talvez eles quisessem que ficássemos comentando a respeito o tempo todo, embora tenha sido a pior coisa que poderiam ter feito. É a única razão que vejo para terem feito aquilo envolvendo a Khaleesi.
Falamos muito breve sobre videoclipes, e o Beyond the Black você já fez seus para o novo álbum, todos muito bem produzidos. Eu costumo dizer que o YouTube é a nova MTV, mas qual a importância para a banda? Jennifer: Boa pergunta. Eu realmente gosto de fazer vídeos incríveis, que não pareçam baratos, que pareçam caros… Bom, na verdade, eles são bem caros (risos), mas calculamos como distribuir os custos entre os clipes. Decidimos qual é o que mais vale a pena, é assim que é feito. O mais importante é que a ideia principal seja boa e que possamos fazer tudo para dar corpo a essa ideia com o orçamento que temos, mostrando para as pessoas que Beyond the Black está aqui, porque dominaremos o mundo! (risos) Usamos esses grandes efeitos, como no de “Reincarnation”, que foi algo muito divertido de fazer! Pessoalmente, também é muito importante para mim interpretar esses papéis, poder fazer um pouco de cosplay aqui e ali, porque é algo que amo fazer. Não disse a você que sou nerd? (risos) Não sei por que não tínhamos nada disso antes, mas agora senti que era a hora de fazer. É bom poder combinar tudo isso no novo disco.
Esse lado de atuação é uma novidade para mim. Você já pensou em tentar um papel num filme ou numa série? Jennifer: Eu amo atuar, realmente, e adoraria tentar! Gosto desse elemento da atuação que é poder demonstrar diferentes sentimentos com expressões faciais. Não sei o quão boa eu sou para aprender letras sem que tenham as melodias junto (risos), mas acredito que me daria bem num papel que exigisse estar totalmente apaixonada e morrer por isso, algo bem dramático. Creio que poderia fazer isso bem! (risos)
Curiosamente, dois dos videoclipes são de duas das minhas três músicas favoritas em “Beyond the Black”, e “Dancing in the Dark”, por exemplo, ainda é a abertura perfeita para os shows. Apesar de estar no meio do setlist… (risos) Jennifer: É muito legal você dizer isso, porque tive o mesmo pensamento enquanto estávamos terminando o disco e pensando em quais músicas tocaríamos ao vivo. Quando combinamos isso com os elementos que precisam preencher um show, como solo de bateria e efeitos visuais para o deleite da plateia, temos de imaginar de uma forma diferente. Porém, musicalmente falando, “Dancing in the Dark” é a música perfeita para abertura, de fato. Como primeira música, poderíamos bater palmas junto com o público, fazer com que ele entre no ritmo do show, então imagine a primeira música fazendo o público dançar? Seria incrível! Sempre acreditei que a canção de abertura deve ser aquela que mexa com as pessoas na plateia no sentido de colocá-las para dançar, e nunca tivemos isso. Agora eu preciso pensar a respeito, sobre onde a colocarei nos próximos shows (risos).
E como eu mencionei uma, farei o mesmo com as outras duas, a começar por “Reincarnation”. Os elementos de música celta são o molho principal da canção… Jennifer: É como se fosse a apresentação do disco para os ouvintes, porque se eu tivesse de mostrar do que se trata o “Beyond the Music” em apenas uma música, seria “Reincarnation”. De certa forma, ela está baseada em tudo que apresentamos, e o tema também trata do que queríamos falar nas demais letras, que é se encontrar e fazer o melhor por si mesmo.
Por último, “Not in Our Name”, especialmente porque o groove e o toque de metal moderno trazem um ar de novidade ao estilo da banda. E ainda tem a letra… Jennifer: E mais uma vez há um elemento nerd na nossa conversa (risos), porque eu estava assistindo a filmes, séries e animes, então talvez você encontre algo sobre “Demon Slayer” nela (risos) (N.R.: no Brasil, a série de anime da Netflix se chama “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba”). Foi uma grande inspiração porque assisti a todas as temporadas direto durante a pandemia, e também teve alguns filmes com trilhas sonoras do Hans Zimmer. E como pensamos muito nos nossos fãs, criamos alguns grupos no Facebook para conhecê-los melhor, para tentar entender quem estava ouvindo nossa música, e descobrimos que o mais importante é que eles são bastante confiantes ao demonstrar suas emoções, então ter criado uma grande comunidade, onde isso pudesse ser feito, foi responsável pela sensação geral durante a composição de “Not in Our Name”. Somos essas pessoas, temos essas emoções, estamos aqui juntos.
Tobias Lodes, Kai Tschierschky, Jennifer Haben e Chris Hermsdörfer (Foto: Heilemania/Divulgação)
Uma pergunta inevitável: por que dar o nome da banda ao novo álbum? Jennifer: Ah, isso aconteceu durante o processo de composição, e a vontade de chamá-lo simplesmente de “Beyond the Black” veio do questionamento ‘o que é o Beyond the Black?’, então a resposta é o disco, são os temas que falamos nas letras, é a música que criamos para ele. A sensação foi a de que nos encontramos, porque é o trabalho que melhor define o Beyond the Black, mais do que qualquer coisa que fizemos antes, então não poderíamos ter outro título que não fosse o nome da banda. E ele também é um novo começo para nós, porque é o primeiro álbum em nosso novo selo, temos uma nova equipe trabalhando conosco. No começo, tínhamos o pessoal da Universal nos países que falam alemão, e a Napalm cuidava do restante do mundo, sendo que nós sempre estávamos conectados com o pessoal da Universal, então o novo disco foi uma mudança completa de time. Eu tinha 18 anos quando começamos a reunir a equipe original, não sabia nada sobre a parte de negócios e fui descobrindo quais são as minhas forças, o que eu realmente não entendo, coisas assim, e era difícil encontrar o meu lugar numa equipe que crescia tanto. Agora, com essa nova equipe da Nuclear Blast eu senti um ‘Ok, este é o meu espaço. Eu faço isso, e você faz aquilo!’ (risos), e isso é libertador! Não que o time antigo fosse ruim ou algo assim, nada disso, é só que agora há algo novo até mesmo para mim. Essa é outra razão por que o disco soa tão bem, porque se trata de um novo começo.
Depois do lançamento de “Heart of the Hurricane” (2018), eu perguntei a você sobre as mudanças na formação. Quase seis anos depois, você provou que o Beyond the Black é mesmo uma banda, certo? Jennifer: Definitivamente! E é como a minha família. Não poderia imaginar fazer isso sozinha, porque sempre quis ter comigo pessoas que tivessem os mesmos objetivos, então sinto que nós quatro agora estamos olhando para a mesma direção, e essa é uma ótima sensação!
E considerando que Chris, Tobias e Kai continuam ao seu lado, é a prova de que não é difícil trabalhar com você (risos)… Jennifer: (rindo) Eu não sei se é difícil trabalhar comigo, mas sempre penso em todo mundo. O que mais aprendi durante o período de mudanças é que a comunicação é a coisa mais importante, e essa é uma das razões de a primeira formação não existir mais. Para completar, eu tinha 18 anos à época. Não sabia de absolutamente nada, mas aprendi muita coisa ao longo desses anos, o que foi muito bom para mim.
E quando falamos sobre o Brasil, você me disse que adoraria vir ao país para curtir o carnaval. Ainda está na sua lista de desejos? Jennifer: Com certeza! Isso é um desejo absolutamente pessoal! (risos) Eu adoraria ir ao Brasil no período do carnaval porque parece ser uma festa incrível, e um dia eu realmente estarei. Depois da pandemia, pensei que estaríamos um pouco mais seguros para dar prosseguimento a alguns rumores sobre possibilidades de tocar no seu país, mas tudo ficou ainda um pouco confuso sobre biossegurança. No momento, tudo o que posso dizer é que existem outras possibilidades, mas eu espero um dia aproveitar o carnaval no Brasil, mesmo que como turista. Sei que muitos fãs de heavy metal não curtem a música do carnaval brasileiro, mas eu também não gosto da música que toca na Alemanha durante o carnaval (risos). Então, se eu não curtir, tudo bem, porque o que gosto mesmo é de me fantasiar. É muito divertido! (risos)
O Beyond the Black ainda não chegou ao décimo aniversário, mas já acumula várias conquistas. Como você descreveria o trajeto de Songs of Love and Death (2015) até agora? Jennifer: A jornada toda teve muitos altos e, também, muitos baixos, mas no momento parece que só vai subir, o que causa uma sensação maravilhosa. O novo disco veio acompanhado de muitos comentários positivos, e isso é o melhor de tudo, é a melhor sensação do mundo!, porque sempre penso nos haters: ‘Onde eles estão?’. Onde estão vocês, haters? (risos) Eu amo o que estamos fazendo agora, e isso é o que mais importa. Acredito que estamos no caminho certo!
Obrigado pelo papo, Jennifer, e o espaço final é todo seu. Jennifer: Obrigada a você por me receber mais uma vez, Daniel, e espero ver todos os fãs brasileiros muito em breve. Desejo que todos se cuidem e se mantenham saudáveis e seguros!
Começa nesta semana a nova turnê brasileira do The Toy Dolls, em que a clássica banda de punk rock britânica comemora 40 anos de atividades. Serão quatro shows: Porto Alegre (13/09, Bar Opinião), Curitiba (15/09, CWB Hall), São Paulo (16/09, Carioca Club) e Rio de Janeiro (17/09, Agyto).
A turnê pela América do Sul, que já passou por Chile e Argentina, é uma realização da Powerline junto à Hellnoise.
Reconhecida mundialmente há mais de quatro décadas como uma banda de letras bem-humoradas, não raramente em tom de deboche, e com um dos instrumentais mais enérgicos do cenário punk rock, o The Toy Dolls celebra 40 anos de história.
Formada pelo influente guitarrista/vocalista e compositor Michael ‘Olga’ Algar ao lado de Tommy Goober (baixo) e The Amazing Mr. Duncan (bateria), a banda nasceu em 1979 na cidade de Sunderland, norte da Inglaterra.
De lá pra cá, lançou 13 álbuns de estúdio, dezenas de ‘best of ‘ álbuns, álbuns ao vivo e box sets. São 40 anos de constantes turnês, shows e festivais ao vivo em todo o mundo, tocando em casas lotadas, do Leste Europeu à América do Sul.
Em paralelo, Olga, o grande protagonista do The Toy Dolls e reconhecido mundialmente como um dos melhores guitarristas punk por fãs e músicos, participou de vários álbuns de artistas, escreveu e produziu canções para bandas, programas de TV e anúncios de TV.
A banda teve sua música usada em filmes, jogos de PlayStation e música incidental para TV em todo o mundo. Do primeiro lançamento ‘Dig That Groove Baby’ ao último, ‘Episode XIII, a essência está intacta e a banda envelhece com classe.
Ao vivo, The Toy Dolls entrega um espetáculo punk de respeito: o show de palco é repleto de saltos e danças sincronizadas, coreografias, guitarras giratórias e melodias altamente viciantes.
No repertório de best of, as indefectíveis “Alec’s Gone”, “The Lambrusco Kid”, “Nellie The Elephant”, “When the Saints” e tantas outras emblemáticas canções do punk rock certamente farão a festa de banda e público no próximo mês de setembro aqui no Brasil.
Foto: Daniel Claudin
SERVIÇO
The Toy Dolls em Porto Alegre
Data: 13 de setembro de 2023
Horário: 19 horas
Local: Bar Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre/RS
Ingressos on-line: https://bileto.sympla.com.br/event/81720/d/188676/s/1275968
Valores:
Inteira Solidária |3º Lote – R$ 170,00 (+ R$ 25,00 taxa)
Meia Entrada | 3º Lote – R$ 160,00 (+ R$ 24,00 taxa)
Clube ZH | 1º Lote – R$ 160,00 (+ R$ 24,00 taxa)
Inteira | 1º Lote – R$ 320,00 (+ R$ 48,00 taxa)
Censura: 18 anos (Menor de idade apenas acompanhado do pai ou responsável)
The Toy Dolls em Curitiba
Data: 15 de setembro de 2023
Horário: 20 horas
Local: Bar CWB Hall
Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 72 – São Francisco, Curitiba/PR
Ingressos on-line: https://www.bilheto.com.br/evento/1340/The_Toy_Dolls–Tour_40_anos
Valores:
Pista Inteira:
Inteira 2º Lote – R$ 300,00
Pista Meia 2ºLote – R$ 150,00
Camarote Inteira 2º Lote – R$ 560,00
Camarote Meia 2º Lote – R$ 270,00
Censura: 18 anos (Menor de idade apenas acompanhado do pai ou responsável)
The Toy Dolls em São Paulo
Data: 16 de setembro de 2023
Horário: 18 horas
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arco Verde, 2899 – Pinheiros/SP
Ingressos on-line: https://pixelticket.com.br/eventos/13218/toy-dolls-em-sao-paulo
Valores:
Pista Meia Entrada/Promocional 3º Lote – R$ 210,00
Pista Inteira 3º Lote – R$ 420,00
The Toy Dolls no Rio de Janeiro
Data: 17 de setembro de 2023
Horário: 18 horas
Local: Agyto
Endereço: Avenida Mem de Sá, 66 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
Ingressos on-line: https://pixelticket.com.br/eventos/13219/toy-dolls-no-rio-de-janeiro
Valores:
Pista – Meia Entrada/Promocional 2º Lote – R$ 150,00
Pista – Inteira 1º Lote – R$ 260,00
Censura: 18 anos (Menor de idade apenas acompanhado do pai ou responsável)
O Angra foi confirmado como a atração principal do tradicional festival ProgPower USA, que será realizado em 2024. A data integra a aguardada turnê do próximo álbum do grupo, Cycles of Pain, que será lançado em novembro. A banda sobe ao palco no dia 04 de setembro, para encerrar a noite em grande estilo.
A relação da banda com o tradicional festival é antiga. O Angra se apresentou no ProgPower nos anos de 2002, 2005, 2015 e 2018, sempre com shows memoráveis, e agora levará ao território americano a turnê de divulgação do novo trabalho. A edição 2024 do festival terá também atrações como Leprous, Dark Tranquility e Scar Symmetry, entre outros.
O Angra lança o 10º álbum de estúdio da carreira, Cycles of Pain, no dia 03 de novembro, pela gravadora europeia Atomic Fire. O trabalho trará participações especiais de renomados artistas como Amanda Somerville, Lenine, Vanessa Moreno e Juliana D’Agostini. O primeiro single divulgado foi “Ride Into the Storm”, e na sexta-feira (15 de setembro), chega às plataformas de streaming a faixa “Tide of Changes”, junto a um cinematográfico videoclipe. O disco está disponível na pré-venda em diversos formatos, pela NerdStore.
Produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward (que trabalhou em álbuns clássicos do Angra como Rebirth e Temple of Shadows), Cycles of Pain marca um novo capítulo na vitoriosa carreira do grupo, com mais de trinta anos de estrada. Aclamado desde os anos 1990 como um dos grandes nomes do metal brasileiro com alcance mundial, o Angra, empresariado pela Top Link Music, atualmente conta com os guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione (Rhapsody, Vision Divine) e o baterista Bruno Valverde.
As datas da turnê do álbum Cycles of Pain estão disponíveis no site oficial da banda.