Categoria: Roadie News

  • GLENN HUGHES faz show em Porto Alegre em novembro tocando clássicos do DEEP PURPLE

    GLENN HUGHES faz show em Porto Alegre em novembro tocando clássicos do DEEP PURPLE

    POR ASSESSORIA 

    O veterano Glenn Hughes mantém acessa a chama do rock por gerações. Carregando o título de The Voice of Rock com brilho na voz, o inglês também é conhecido pelo groove de baixo capaz de aquecer plateias mundo afora. E é com seu show incendiário que o artista retorna a Porto Alegre em 7 de novembro, no Opinião (José do Patrocínio, 834), às 21h. A apresentação é uma homenagem aos 50 anos do álbum “Burn”, e tem repertório que inclui ainda clássicos de outras fases do Deep Purple.

    Antes de desembarcar por estes pagos, Hughes deixou um recado para os fãs: “Estou muito feliz em retornar a América Latina. É sempre incrível me apresentar pra vocês e eu mal posso esperar pra ver os sorrisos e rostos emocionados novamente. Estou trabalhando com um time sensacional e é seguro dizer que será uma turnê incrível”!

    GLENN HUGHES EM FLORIANÓPOLIS

    Local

    Bar Opinião (Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa)

    Cronograma:

    20h — Abertura da casa

    21h00 — Glenn Hughes

    Informações:

    Opinião Produtora

    www.opiniao.com.br

    (51) 3211-2838

    Ablaze Productions

    E-mail: [email protected]

    www.ablazeproductions.com.br

    Glenn Hughes e o clássico “Burn”:

    Foi em 1973 que o baixista e vocalista Glenn Hughes (ex-Trapeze) entrou para o Deep Purple substituindo ninguém menos do que Roger Glover, outro mago dos graves. Mesmo carregando o groove do soul nas quatros cordas e um vocal potente, Hughes não assumiu as duas funções (baixo e voz) de início. Foi convocado o então novato cantor David Coverdale, que entrou no lugar de Ian Gillan. Ao lado de Ritchie Blackmore, (guitarra), Jon Lord (teclado) e Ian Paice (bateria), os recém-chegados músicos lançaram um dos álbuns de maior poder de fogo do Purple: “Burn” (1974).

    O objetivo da turnê atual de Glenn Hughes é trazer à tona novamente o fervor desse clássico disco que completa 50 anos em 2024. Mesmo que o veterano inglês não tenha sido creditado à época como autor das faixas, é sabido que teve participação fundamental no processo de criação. Tanto que, na edição do 30º aniversário do registro, seu nome foi incluído na lista de compositores.

    O disco já abre com a incendiária faixa-título e seus riffs poderosos, trazendo ainda uma inflamada divisão de vozes entre Hughes e Coverdale. Dali para diante o que se ouve é uma sessão digna para dança do fogo. Faixas como ‘Might Just Take Your Life’, ‘Sail Away’, ‘You Fool No One’ e ‘Mistreated’ não deixam o clima esfriar.

    Resumo

    O que: Glenn Hughes — Celebração 50 anos do “Burn”

    Quando: Terça-feira, 7 novembro, às 21h

    Onde: Opinião (José do Patrocínio, 834)

    Foto: Neil Zlozower
  • Top Link Music anuncia turnê sul-americana do URIAH HEEP com data única no Brasil

    Top Link Music anuncia turnê sul-americana do URIAH HEEP com data única no Brasil

    POR ASSESSORIA 

    A Top Link Music anunciou nesta quarta-feira (13), em suas redes sociais, uma turnê da lendária banda Uriah Heep pela América do Sul.  Com mais de 50 anos de carreira e incontáveis clássicos do Rock em seu catálogo, um dos mais importantes nomes do rock mundial retorna ao continente para apresentações em Lima, Peru (05/12); Santiago, Chile (07/12) e São Paulo, Brasil (10/12), no Tokio Marine Hall.

    Celebrando mais de cinco décadas de estrada e uma extensa discografia com 25 álbuns de estúdio, sem contar dezenas de registros ao vivo, o Uriah Heep trará aos fãs sul-americanos um repertório repleto de canções que marcaram gerações.

    Publicação da produtora Top Link Music: https://www.instagram.com/p/CxISlcYttEf/

    Assistir ao Uriah Heep é uma oportunidade única de viajar no tempo ao som de clássicos atemporais como “Gypsy”, “Easy Livin’”, “July Morning” e “Lady in Black”, entre tantos outros. No repertório, a banda apresentará sucessos de todas as suas fases. Os ingressos para as datas no Peru e Chile já estão disponíveis. Para a única apresentação no Brasil, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, a venda começa no dia 15 de setembro para clientes Tokio Marine Hall, e dia 17 para o público geral.

    Formado no final dos anos 1960, o Uriah Heep conquistou o mundo com álbuns clássicos como Look At Yourself e Demons and Wizards, e seguiu em atividade contínua no decorrer das décadas. Atualmente, o grupo é formado pelo membro original Mick Box (guitarra), o vocalista Bernie Shaw, o tecladista Phil Lanzon, o baixista Davey Rimmer e o baterista Russell Gilbrook. O mais recente lançamento de estúdio do grupo é Chaos & Colour, que recebeu excelentes críticas da imprensa especializada.

    05/12 – Lima, Peru @ C.C Leguía

    07/12 – Santiago, Chile @ Club Chocolate

    10/12 – São Paulo, Brasil @ Tokio Marine Hall

    Siga o perfil da Top Link Music no Instagram para ficar por dentro das novidades @toplinkmusic.

    Foto: Richard Stow
  • Banda australiana FUTURE STATIC lança novo single, “Roach Queen”

    Banda australiana FUTURE STATIC lança novo single, “Roach Queen”

    POR ASSESSORIA 

    Uma das bandas pesadas mais comentadas da Austrália, o quinteto de Melbourne Future Static está empolgado em revelar o altamente antecipado álbum de estreia completo, Liminality, que será lançado em 24 de novembro de 2023, via Wild Thing Records. Ao lado de Liminality, a banda revelou o emocionalmente carregado e impactante hino “Roach Queen”, e seu cativante videoclipe, que fará parte do próximo álbum.

    Para coincidir, a primeira turnê internacional do grupo para a Europa e o Reino Unido começa neste fim de semana, incluindo datas com The Omnific (AU), além de participações nos lendários festivais alemães Reeperbahn e Euroblast. Após conquistar o circuito de shows australianos e a recente reimaginação do metal super carregado de “Gasolina”, o lançamento de Liminality marca o próximo passo na carreira muito promissora da banda.

    Uma fusão inata de metalcore, metal progressivo, rock alternativo e sensibilidades pop, Liminality é exemplificado por seus singles profundos; a visceral “Roach Queen”, a efervescente “Plated Gold” – com vocais convidados de Sean Harmanis do Make Them Suffer, e os aclamados singles anteriores “Waves” e “Venenosa”Liminality também destaca o impressionante duo vocal da banda, com a baixista Kira Neil mostrando seu talento vocal e química mágica ao lado da eletrizante vocalista nascida em Melbourne, criada em Barcelona, Amariah Cook; destacado no labirinto progressivo The Hourglass e na sensação de alt-pop-core Chemical Lobotomy

    Liminality representa residir em um estado de limbo e vazio, um título adequado para um álbum escrito durante os extremos bloqueios de Melbourne; retratando o estado emocional da banda na época. A banda não era estranha aos efeitos do limbo, seja no processo de escrita em isolamento induzido pela pandemia, ou na maratona de dois anos de turnês domésticas sob demanda que se seguiu, incluindo grandes festivais e atos de apoio como os super astros do metal progressivo Jinjer (Reino Unido) e o ex-aluno do Eurovision Voyager (AU), antes de lançar um álbum completo. O álbum evoluiu para ser o trabalho mais colaborativo da banda até o momento, com as vozes musicais únicas de todos os membros presentes em uma declaração artística coesa, mas diversificada. Usando as camadas incessantes de guitarras solo envolventes, riffs esmagadores e vocais limpos dinâmicos, seguidos por melodias vocais únicas e empilhadas pelas quais o Future Static é conhecido, o álbum flui por uma combinação de diferentes inspirações de gênero e temas. 

    A vocalista Amariah proclama: “Estamos muito orgulhosos de finalmente lançar nosso primeiro álbum completo, que trabalhamos incansavelmente e provocamos multidões nos últimos dois anos. Tudo neste álbum veio do coração e da alma da banda. A melhor maneira de descrevê-lo? É a representação física da amizade, do trabalho em equipe e do nosso amor incondicional pela música”. O álbum foi produzido, mixado e masterizado por Christopher Vernon (Windwaker, The Beautiful Monument). A arte foi comandada pelo guitarrista Jack Smith, com Liminality retratando o espaço entre materializar e deteriorar em serenidade absoluta.

    O novo single “Roach Queen” entrelaça riffs agitados, e um refrão antológico e cheio de inspiração. No centro de tudo isto está o desempenho versátil de Amariah, que se estende por palavras faladas sinistras, rugidos guturais, gritos e vozes cantadas. O impacto das contribuições de Amariah aqui é elevado ainda mais considerando o facto de que a faixa deriva do seu significado e letra de um episódio reprimido na juventude da vocalista. “”Roach Queen” fala de uma experiência traumática que tive quando criança no primeiro apartamento em que eu e a minha família vivemos quando nos mudámos para Barcelona”, recorda Amariah. “O lugar estava infestado de baratas e, durante muito tempo, tive pesadelos em que elas entravam na minha boca enquanto eu dormia, possivelmente causando uma doença mais grave que se materializou na época.” 

    O videoclipe de “Roach Queen”, filmado e realizado pelo mestre Colin Jeffs (Make Them Suffer, Alpha Wolf), está fortemente ligado à história que Amariah retrata liricamente. No entanto, Amariah quis acrescentar que essa experiência (e qualquer uma das experiências mais sombrias que possa ter vivido no seu passado) é o que a tornou tão poderosa e independente agora, daí ter escolhido uma “Rainha” como sua personagem. “O nome “Roach Queen” pareceu-me adequado”, explica Amariah. “Surgiu instantaneamente, juntamente com a letra, uma vez que a canção tem conotações de uma independência e força desenvolvidas que resultaram desta experiência.” Amariah continua: “Colin acertou em cheio na execução, utilizando a estética do terror e a figura autoritária da ‘Rainha’ como representação da superação de demónios e traumas pessoais.”

      Roach Queen está disponível agora. Pré-Save/Pré-Venda do seu álbum de estreia Liminality AQUI. Faixas: 01. Chemical Lobotomy 02. Venenosa 03. Roach Queen 04. Icarus 05. …And The Walls Were Built 06. Waves 07. Iliad [Featuring Luke Taylor of Heartline] 08. Will I? 09. The Hourglass 10. Halfway Across The World 11. Plated Gold [Featuring Sean Harmanis of Make Them Suffer] 12. The Embers

    Sobre o Future Static:

    O quinteto de Melbourne Future Static cria um som emocionante e alternativo, melódico e progressivo para formar uma marca única de música pesada que é diferente de qualquer outra. Os singles de estreia da nova vocalista Amariah Cook, “Waves” (2021) e “Venenosa” (2022), além da capa de metalcore alimentada por adrenalina de “Gasolina” (2023), atraíram aclamação significativa da crítica; obtendo apoio fervoroso de veículos como SiriusXM (EUA), New Noise Magazine (EUA), Triple J (AU), ABC Rage (AU), Kerrang! (UK), Metal Hammer (UK), 89FM – A Rádio Rock (BR), Wikimetal (BR), Spotify e Apple Music. As apresentações em festivais incluem Knight & Day, Unify Forever, Unify Off The Record, Alpha Wolf’s CVLTFEST, tocando no Bigsound com grandes elogios da indústria, além de serem escolhidos a dedo como convidados especiais do Jinjer, Voyager, Destroy Rebuild Until God Shows, RedHook, Caligula’s Horse e Windwaker, só para citar alguns. Os Future Static estão preparados para causar uma impressão duradoura no palco global, trazendo a sua fusão visceral de subgéneros pesados.

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  • STARMEN: a energia e a alegria do hard rock sueco em seu novo álbum, “Starmenized”

    STARMEN: a energia e a alegria do hard rock sueco em seu novo álbum, “Starmenized”

    POR ASSESSORIA 

    Com os olhos postos nas estrelas, a banda sueca de hard rock Starmen regressa com o seu quarto álbum – ‘Starmenized’. Depois de estrear inesperadamente com dois discos em 2020 e seguir com outro álbum em 2021, os caras estão de volta com uma sequência verdadeiramente emocionante. Entre a cavalgada de sucessos do álbum, o hard rock melódico ocupa o primeiro lugar, com músicas que são difíceis de resistir, graficamente embaladas em um estilo retrô de quadrinhos com um tema contínuo que exala super-heróis e estrelas do rock.

    Quando a banda lançou seu terceiro álbum ‘By the Grace of Rock ‘n’ Roll’ em 2021, pessoas ao redor do mundo começaram a notar seriamente o Starmen. Além de um honroso segundo lugar no Juryn (O Júri) da revista Sweden Rock Magazine, palavras de elogio vieram dos EUA, América do Sul, Austrália, Japão e Europa. Palavras inspiradoras, que com certeza ajudaram a banda no estúdio, pois em ‘Starmenized‘ a motivação está no auge.

    No mesmo estilo dos heróis do rock dos anos 70 e 80, a banda vai até o fim em termos de imagem com maquiagem completa e acompanhamento de roupas de palco, onde cada integrante tem sua cor. Claro, você pode ver referências às bandas dessa época na aparência e no estilo musical, mas é aí que as semelhanças terminam. Starmen escreve suas próprias músicas e não tem medo de trazer a música das décadas anteriores para o presente.

    Também neste álbum, todos os membros participam nos vocais principais, embora seja principalmente controlado por Red Starman também conhecido como Kristian Hermanson (ex-Friends, The Poodles etc) e também grande parte do baixista Gold Starman também conhecido como Jonatan Samuelsson (Narnia).

    O álbum abre com uma batida rápida do novo baterista da banda, Silver Starman (John Hector), na música ‘Liar’, onde Purple Starman (Andreas Lindgren), também mostra suas habilidades como um guitar hero. Um verdadeiro começo voador que mostra uma banda faminta e pronta para novas aventuras. A música é lançada como single e vídeo, assim como a segunda faixa: ‘Rockstar’, uma música mid-tempo fácil de cantar, onde Gold assume os vocais principais.

    Outro single e vídeo é, além da faixa-título também o encerramento do álbum, ‘Starmenized’ – onde todos os membros compartilham os vocais principais nos versos. E em ‘Radioactive’, nos é mostrado como Red é uma máquina de sucesso com seu senso para letras, melodias e arranjos. Algo que também é claramente perceptível em ‘Tears Never Dry’, que realmente parece um futuro clássico da discografia do Starmen.

    Através da única balada do álbum, ‘I Die For You’, passando pela um pouco mais sombria ‘Black Moon Rising’ e pela uptime ‘Just A Stranger’, chegamos às canções AOR com aroma dos anos 80, ‘Renegade Jenny’, escrita pela dupla Purple e Gold e a realmente melodiosa ‘Word Up (We All Bleed Red)’, com Red e Gold compartilhando os vocais principais.

    Em resumo, Starmen oferece uma verdadeira cavalgada de sucessos de hard rock melódico, onde eles selecionaram cuidadosamente dez pepitas de ouro das cerca de trinta músicas que tiveram para escolher. O álbum tem um tema gráfico adequado que gira consistentemente em torno de super-heróis e estrelas do rock em um estilo retrô de quadrinhos.

    Das 10 faixas do álbum, Starmen lançará pelo menos 8 vídeos! O nível de ambição está no auge e também há rumores de que a banda está se preparando para dar sequência ao álbum ao vivo.

    ‘Starmenized’ é produzido por Kristian Hermanson e foi lançado pela gravadora Melodic Passion Records em colaboração com a Sound Pollution Distribution no dia 8 de setembro de 2023.

    TRACKLIST:

    1. Liar
    2. Rockstar
    3. Tears Never Dry
    4. I Die For You
    5. Radioactive
    6. Black Moon Rising
    7. Renegade Jenny
    8. Just a Stranger
    9. Word Up (We All Bleed Red)
    10. Starmenized

    Ouça  “Starmenized” em sua plataforma digital favorita:

    https://orcd.co/starmenized

    Videoclipes:

    ‘Liar’

    ‘Rockstar’

    ‘Radioactive’

    ‘Starmenized’

    Starmen é:

    Red Starman (Kristian Hermanson): Voz e guitarra base

    Purple Starman (Andreas Lindgren): Guitarra solo e vocal

    Gold Starman (Jonatan Samuelsson): Baixo e vocal

    Silver Starman (John Hector): Bateria e vocal

     

    Contato:

    Site: https://starmen.se/

    Facebook: https://www.facebook.com/starmen.se

    E-mail: [email protected]

    Instagram: @starmen.rock

    Youtube: https://bit.ly/2Z93xkL

    Foto: Peter Lindgren
  • BRAVECORE lança primeiro single/clipe após o EP ‘Devastação’

    BRAVECORE lança primeiro single/clipe após o EP ‘Devastação’

    Single “Entre quatro paredes” marca estreia da nova formação | Foto: Eddie Junior Fotografia | @edjuniorfoto

    A banda paulista de metalcore Bravecore, formada por Adriano Moura (vocal), Yves Remont (guitarra), Ralf Reimann (baixo e backing vocals) e Leandro Chechter (bateria), apresenta o single e videoclipe “Entre quatro paredes“, o primeiro lançamento após o EP “Devastação” (2022). “O clipe, captado no Estúdio Trigger e no topo de um prédio do bairro da Vila Mazzei, em São Paulo, vai de encontro com a letra motivacional, que envolve temas como depressão e autoanálise”, comenta o baterista Leandro Chechter, que também dirigiu o clipe. Primeiro trabalho com a nova formação, “Entre quatro paredes” foi gravada no Dark&Fuzzy Studios. “Devido à entrada dos novos integrantes, Adriano e Ralf, a música apresenta novas referências, com mais pegada do metalcore moderno, djent e progressivo. Procuramos não perder a identidade, já que não deixa de ser uma evolução do primeiro EP, que veio com metalcore e groove Metal. A mudança se deu de forma natural, pois, além do amadurecimento, compusemos juntos no estúdio”, analisa Chechter. Confira o clipe de “Entre quatro paredes” em https://tinyurl.com/4dptf9ej Criada em novembro de 2018 por Matheus Paulo (ex-guitarrista) e Leandro Chechter (ex-L.O.T.U.S), a banda adotou o nome que mais ia de acordo com seus objetivos: Bravecore “Nosso ex-guitarrista sugeriu Coragem HC, mas retruquei com Bravecore, o núcleo corajoso. Também escolhi a nossa mascote pela coragem da águia, que deve quebrar o próprio bico para continuar a viver”, revela o baterista. O grupo estreou em janeiro de 2022 com o EP “Devastação”, que pode ser acessado nas principais plataformas de streaming. A faixa-título, que saiu em videoclipe, é um protesto contra a corrupção e o descaso na política, além dos acontecimentos da guerra de modo geral. O segundo clipe foi para “Império da arrogância”, que conta com a participação de Guilherme Barboti, da banda Incêndio. Ouça nas plataformas de streaming: https://onerpm.link/464644253118 Próximos shows: 24/09 – Sede Motoclube Falcões – Domingo Rock (Guarulhos/SP) 01/10 – Guarulhos Metal Fest Massacration (Guarulhos/SP) 03/12 – Hippie Sujo – Indústria Underground 8 (Guarulhos/SP) 16/12 – Fabrique Club (SP) – Metalcore Fest 16 17/12 – Mister Rock – Metalcore Fest 17 (Belo Horizonte/MG) Mídias sociais: Facebook: https://www.facebook.com/BravecoreOfficial Instagram: https://www.instagram.com/bravecore_official E-mail: [email protected] Assessoria de Imprensa – ASE Music: http://www.asepress.com.br/music/ www.instagram.com/ase_press/ [email protected]
  • TORMENTA: novo EP, “Homo Deus”, é um elo entre seu thrash tradicional e novos elementos

    TORMENTA: novo EP, “Homo Deus”, é um elo entre seu thrash tradicional e novos elementos

    Por VHPress

    Quatro anos após o lançamento de seu mais bem sucedido trabalho, o segundo ‘full-lenght’ “Batismo da Dor” (2019), a banda ribeirão-pretana de Thrash Metal, Tormenta, retorna com um novo EP. Trata-se de “Homo Deus”, trabalho que celebra os 25 anos de carreira do grupo.

    Gravado no Under Studio em Ribeirão Preto/SP por Romulo Felício (Necrofobia), “Homo Deus” apresenta 4 faixas inéditas, mostrando toda identidade dentro do Thrash e expandindo a sonoridade da banda para um horizonte maior. A arte da capa ficou por conta de Filipe Pagliuso. O EP marca o retorno do baterista Luis Fregonesi, repetindo a formação que gravou “Batismo da Dor”, que é completada por Rogener Pavinski (vocal/guitarra), Flávio Santana (guitarra) e Fernando Henriques (baixo).

    “Esse EP foi lançado a partir de um edital da Secretaria de Cultura de Ribeirão Preto, do qual nos escrevemos e fomos selecionados, e começamos a trabalhar nele. A princípio seria a introdução mais três faixas, mas por falta de tempo, optamos por incluir mais uma instrumental fechando o trabalho. Musicalmente a primeira intro e a faixa título fazem parte da mesma estrutura, foram desenvolvidas em sequência. Já a terceira faixa, ‘Capela de Ossos’, traz uma estrutura que descende mais do álbum “Batismo da Dor”. Enquanto ‘Homo Deus’ traz uma pegada mais moderna, ‘Capela de Ossos’ é mais tradicional”, conta Rogener Pavinski.

    Sobre os temas líricos, o músico explica que “a ‘Homo Deus’ fala da decadência da espécie humana, que não é mais sapiens, o topo da evolução pelo contrário, traz só destruição, a própria extinção… Já ‘Capela de Ossos’ é uma reflexão de vida e morte, inspirada na Capela de Ossos, localizada em Évora, cidade de Portugal, e traz uma reflexão sobre a transitoriedade da vida.”

    “Homo Deus” está disponível nas principais plataformas digitais:

    https://tormenta.hearnow.com/

     

    E também no Youtube:

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_kRD10hryLcH2HYmIZc9ishaqivvAiCtqA

    Formada em 1998, em Ribeirão Preto, a Tormenta se caracteriza por se inspirar no Thrash Metal moldado à brasileira e oitentista, apostando em letras em português. Mas, a banda paulista nunca fechou seu leque, tanto sonoramente, quanto liricamente, sempre soando versátil, apostando em temas reflexivos, filosóficos e sociais.

    Siga a Tormenta:

    https://www.tormentametal.com/

    https://www.facebook.com/tormentametal/

    https://www.instagram.com/tormenta_oficial/

  • KALAMITY KILLS, de JAMIE ROWE (GUARDIAN), lança debut esta semana; álbum traz membros do KORN, L.A. GUNS e mais convidados

    KALAMITY KILLS, de JAMIE ROWE (GUARDIAN), lança debut esta semana; álbum traz membros do KORN, L.A. GUNS e mais convidados

    Kalamity Kills, nova banda de Jamie Rowe, vocalista da lendária banda cristã de hard rock Guardian, anunciou o lançamento de seu homônimo álbum de estreia, em todos os canais digitais, para a próxima sexta-feira, 15 de setembro. A pré-venda já está disponível no iTunes e na Amazon.

    Financiado pelos fãs via Kickstarter, o álbum foi produzido e projetado pelo multi-instrumentista Jamey Perrenot em East Nashville, TN. O álbum conta com participações especiais  de Ray Luzier (Korn), Kiarely Castillo (Conquer Divide), Ace Von Johnson (L.A. Guns), Greg Upchurch (3 Doors Down), Luke Easter (Tourniquet), Julia Lauren Bullock (The Foxies/The Dead Deads) e também do ex-companheiro de Rowe no Guardian, o guitarrista Tony Palacios.

    “Estou muito animado para lançar este álbum”, disse Rowe“Faz muito tempo! Estou muito orgulhoso das músicas e mal posso esperar para que todos as ouçam. Desde o primeiro dia, Jamey Perrenot entendeu o que eu queria fazer musicalmente e foi além para transformar os sons que eu ouviu na minha cabeça em realidade! Mesmo que o Kills seja a minha música e visão, não seria o que é sem Jamey.

    Kalamity Kills é um álbum de 11 faixas que mistura elementos de hard rock, metal, por e rock eletrônico. O álbum explode com guitarras pesadas, bateria forte e vocais apaixonados. As canções de Kalamity Kills têm temas sobre a experiência humana compartilhada: amor, perda, dor, autodestruição, esperança e, finalmente, redenção.

    “Este álbum é certamente sobre a minha jornada pela vida”, explica Rowe“É sobre os vales profundos e as estações do topo das montanhas. Crua e sem filtros, é uma história musical sobre encontrar esperança neste mundo caótico em que vivemos. Poderia ser a história de qualquer um, porém é contada com meu próprio sotaque. Musicalmente, foi ótimo ter tantos músicos que respeito fazendo parte desse disco. Eu gosto de rock and roll que soa “grande”, como meus heróis de infância faziam. Também joguei fora o livro de regras do álbuns de estreia. Incluí não um, mas dois covers reimaginados dos anos 80, What’s On Your Mind (Pure Energy) – originalmente gravada pelo Information Society e com a participação de Kiarely, do Conquer Divide – I Still Believe música do The Call, que ficou conhecida por Tim Capello na trilha sonora do filme The Lost Boys). Ambas ficaram matadoras!”.

    Com um álbum de estreia de canções fortes e uma formação de talentosos músicos convidados, o Kalamity Kills está pronto para fazer algum barulho no mundo do hard rock e além.

    Confira o lyric video de Dearest Enemy (Pressure) com Ray Luzier na bateria: 

    Assista também o lyric video de Burn:

    Sobre Jamie Rowe

    Jamie Rowe é conhecido como vocalista do Guardian, uma das bandas mais aclamadas do hard rock cristão. Sua experiência em turnê inclui shows em 36 países. Como compositor, Rowe escreveu treze músicas que ficaram em 1° lugar em rádios cristãs de rock.

  • SUFFOCATION anuncia novo álbum de estúdio, “Hymns From the Apocrypha”

    SUFFOCATION anuncia novo álbum de estúdio, “Hymns From the Apocrypha”

    POR ASSESSORIA 

    As lendas do death metal nova iorquino anunciam hoje seu novo álbum de estúdio intitulado ‘Hymns From The Apocrypha’ e será lançado no dia 3 de Novembro pela Nuclear Blast Records. O sucessor do álbum ‘…of the Dark Light (2017)’ é o primeiro registro de estúdio do novo vocalista Ricky Meyers levando a banda para novas fronteiras da música extrema, provando que sem dúvida esta formação fez com que o novo álbum soasse ainda mais pesado e punitivo sonicamente. SUFFOCATION alcançaram a perfeição do death metal.

    A banda hoje também anuncia um aperitivo do que o novo álbum com a faixa/videoclipe “Seraphim Enslavement”. O videoclipe ameaçador foi dirigido e editado por Tom Flynn com design de personagem por Kyle Monroe e é a combinação visual perfeita com os vocais monstruosos de Ricky Myers.

    Derek Boyer comentou: “Este é meu quinto álbum de estúdio com o SUFFOCATION e este álbum ficou FODA! Ele possui todos os elementos brutais, técnicos e reviravoltas caóticas musicais que todos esperam do SUFFOCATION, mais novos elementos que são de outra dimensão e que ninguém espera da gente. Este esforço adicional é graçar ao trabalho do Christian Donaldson (que mixou e masterizou Live In North America) e ele absolutamente DESTRUIU neste álbum! Não vemos a hora de trazer estas músicas para o palco e destruir tudo que virá em nosso caminho!”.

    Ouça a nova faixa “Seraphim Enslavement” aqui: https://suffocation.bfan.link/sesg

    Assista ao videoclipe “Seraphim Enslavement” aqui:

    Pré-venda/Pré-salve Hymns From The Apocrypha aqui: https://suffocation.bfan.link/hftaa

    Tracklist Hymns From The Apocrypha: 1. Hymns From The Apocrypha 2. Perpetual Deception 3. Dim Veil Of Obscurity 4. Immortal Execration 5. Seraphim Enslavement 6. Descendants 7. Embrace The Suffering 8. Delusions Of Mortality 9. Ignorant Deprivation

    SUFFOCATION anunciou sua ‘Hymns From The Apocrypha European Tour 2024’ com SANGUISUGABOGGENTERPRISE EARTH ORGANECTOMY. A turnê de 31 datas começa em 24 de janeiro em Dortmund e terá paradas em Barcelona, Viena e Copenhague antes de concluir em Antuérpia em 25 de fevereiro. Terrance Hobbs afirma: “Estamos muito empolgados para vê-los novamente na ‘Hymns From The Apocrypha European Tour 2024’. Temos um line-up incrível para esta, com o incrível SANGUISUGABOGG, nossos amigos do ENTERPRISE EARTH e o devastador ORGANECTOMY!! Estamos chegando para esmagá-los e entregar um Death Metal americano sério para seus ouvidos – esperamos ver todos vocês, fanáticos por Death Metal, na roda!” Os ingressos para a turnê estarão à venda a partir de sexta-feira, 15 de setembro de 2023, às 11:00 CEST | 10:00 horário do Reino Unido. Compre seus ingressos aqui: https://lnk.to/SUFFOCATION-EU2024 As datas confirmadas para a ‘Hymns From The Apocrypha European Tour 2024’ do SUFFOCATION são: 26.01.24 DE Dortmund – Junkyard 27.01.24 FR Paris – Petit Bain 28.01.24 FR Toulouse – Le Rex 29.01.24 ES Bilbao – Stage Live 30.01.24 ES Madrid – Mon Live 31.01.24 ES Barcelona – Salamandra 01.02.24 FR Lyon – MJC Ô Totem 02.02.24 CH Aarau – KiFF 03.02.24 IT Milan – Legend Club 04.02.24 AT Salzburg – Rockhouse 05.02.24 HU Budapest – Dürer Kert 06.02.24 AT Vienna – Viper Room 07.02.24 DE Munich – Backstage 08.02.24 DE Karlsruhe – Die Stadtmitte 09.02.24 DE Frankfurt – Das Bett 10.02.24 NL Drachten – Drachten Deathfest 11.02.24 DE Hannover – Faust 12.02.24 DK Copenhagen – Pumpehuset 13.02.24 DE Hamburg – Logo 14.02.24 PL Poznań – 2Progi 15.02.24 CZ Prague – Futurum 16.02.24 DE Chemnitz – AJZ 17.02.24 DE Berlin – Hole44 18.02.24 NL Tilburg – Poppodium 013 19.02.24 UK Bristol – The Fleece 20.02.24 UK Birmingham – Asylum 21.02.24 UK Glasgow – Slay 22.02.24 UK Manchester – Club Academy 23.02.24 UK London – O2 Academy Islington 24.02.24 UK Southampton – The Loft 25.02.24 BE Antwerp – Zappa O SUFFOCATION levou cerca de um mês e meio para gravar “Hymns from the Apocrypha”. Eles se isolaram no InLine Studio que pertence a Hobbs e Boyer em Long Island. A dupla se responsabilizou pela engenharia e co-produção, junto com Christian Donaldson (BENEATH THE MASSACRE, INGESTED), que também foi recrutado para mixar e masterizar, com a assistência de Dominic Grimard (CRYPTOPSY, SHADOW OF INTENT). Com uma arte de capa deslumbrante do ilustrador grego Giannis Nakos da Remedy Art Design (VOMITORY, THE CROWN), “Hymns from the Apocrypha” é caracteristicamente SUFFOCATION. É intransigentemente brutal, artisticamente audacioso e pesado. Claramente, o SUFFOCATION, à medida que comemoram seu 35º aniversário, está no auge de seu potencial. Death metal ou morra! “Hymns from the Apocrypha” estará disponível digitalmente e nos seguintes formatos:
    • CD Acrílico
    • Vinil
    • Marrom com respingos brancos
    • Branco com corona marrom (exclusivo para pedidos por correio, limitado a 600)
    • Fita cassete
    • Tonalidade fumê (exclusiva da banda, limitada a 200)
    • Dourado (exclusivo para pedidos por correio, limitado a 500)
    SUFFOCATION tem material exclusivo de “Hymns from the Apocrypha” disponíveis em www.nightshiftmerch.com/collections/suffocation. O SUFFOCATION também passará no mês que vem pelo México com sua ‘Darkness Within Mexico Tour 2023’ que já possui 6 datas, seguida por sua ‘Ancient Unholy Rising Tour 2023’ com a banda lendária de death metal INCANTATION como co-headliner. A turnê de 26 datas começará no dia 7 de novembro em Baltimore e percorrerá a América do Norte com apresentações em Montreal, Seattle e Houston antes de concluir em Greensboro no dia 4 de dezembro. As bandas de abertura são SKELETAL REMAINS e STABBING. Ingressos disponíveis aqui: www.suffocationofficial.com/tour  ‘Darkness Within Mexico Tour 2023’ 10.14.2023 MX Aguascalientes – Korobba 10.15.2023 MX Queretaro – Chihuahuas Bar 10.18.2023 MX Merida 10.19.2023 MX Monterrey – Cafe Iguana 10.21.2023 MX Hermosillo 10.22.2023 MX Mexico City Ancient Unholy Uprising’ Tour 2023  com co-headliner INCANTATION e apoio de SKELETAL REMAINS e STABBING 11.07.2023 US Baltimore, MD – Baltimore Soundstage 11.08.2023 US Reading, PA – Reverb 11.09.2023 US Brooklyn, NY – Warsaw 11.10.2023 US Providence, RI – Alchemy 11.11.2023 CA Trois-Rivières, QC – Amphithéâtre Cogeco 11.12.2023 CA Montreal, QC – Studio TO 11.13.2023 CA Toronto, ON – Lee’s Palace 11.14.2023 US Detroit, MI – The Sanctuary 11.15.2023 US Chicago, IL – Reggies 11.16.2023 US Madison, WI – The Annex 11.17.2023 US Lawrence, KS – The Granada 11.18.2023 US Denver, CO –  HQ 11.20.2023 US Richland, WA – Ray’s Golden Lion 11.21.2023 US Seattle, WA – El Corazon 11.22.2023 US Portland, OR – Bossanova Ballroom 11.24.2023 US San Francisco, CA – DNA Lounge 11.25.2023 US San Diego, CA – Brick By Brick 11.26.2023 US Los Angeles, CA – 1720 11.27.2023 US Phoenix, AZ – Rebel Lounge 11.28.2023 US Albuquerque, NM – Launchpad 11.29.2023 US Oklahoma City, OK – 89th Street Collective 11.30.2023 US Dallas, TX – Granada Theater 12.01.2023 US Houston, TX – Scout Bar 12.02.2023 US San Antonio, TX – Paper Tiger 12.03.2023 US New Orleans, LA – Southport Music Hall 12.04.2023 US Greensboro, NC – Hangar 1819 SUFFOCATION é: Terrence Hobbs | Guitarra Derrek Boyer | Baixo Eric Morotti | Bateria Charlie Errigo | Guitarra Ricky Myers | Vocais
    Foto: Jason Carlson
  • ROB ROCK: A MÚSICA COMO PROTAGONISTA

    ROB ROCK: A MÚSICA COMO PROTAGONISTA

    Prestes a desembarcar no Brasil para uma turnê ao lado do Narnia em setembro, passando por Belo Horizonte (22), São Paulo (23), Rio de Janeiro (24), Curitiba (26), Goiânia (27), Fortaleza (29) e Recife (30), Rob Rock conversou com a ROADIE CREW sobre as expectativas em relação a sua segunda passagem pelo país – desta vez, o vocalista terá o suporte dos integrantes da banda sueca: CJ Grimmark (guitarra), Jonatan Samuelsson (baixo), Martin Härenstam (teclados) e Andreas Johansson (bateria). Mas a conversa abrangeu, também, seu trabalho ao lado de Chris Impellitteri, o breve passado com o M.A.R.S., a questão do rótulo do cristianismo no heavy metal… Confira e se prepare para os shows!

    Os piores momentos da pandemia ficaram para trás, então como você está depois do que aconteceu?
    Rob Rock: Estou bem, obrigado por perguntar! Peguei Covid e tive alguns problemas pulmonares, mas superei tudo. E tenho fé de que todos ficaremos bem de agora em diante.

    Ótimo, porque tem a turnê com o Narnia no Brasil…
    Rob: … E eu espero me divertir! Sair em turnê com um monte de caras que você conhece, ama e se dá bem só pode ser divertido! E sem muito estresse, espero (risos).

    E você esteve no Brasil em 2016, numa turnê com a Leather Leone. Quais são suas lembranças?
    Rob: Lembro-me de que as pessoas eram ótimas e que os shows foram muito divertidos. Tivemos uma resposta muito boa, mas também lembro que a parte da viagem até o seu país foi um pesadelo! (risos) Lembro-me de retornar ao hotel pouco antes da meia-noite e ter de acordar às 6h do dia seguinte para estar no aeroporto, só que apenas para ficar o dia inteiro esperando no saguão! Vocal e fisicamente, foi muito cansativo para mim, então expressei minhas dificuldades com viagens quando conversei com o promotor desta vez, e ele está fazendo o possível para melhorar os horários dos voos, de modo que eu possa dormir um pouco entre os shows, porque a única coisa que realmente cura a voz é dormir.

    Rob Rock

    Naquela época, você apresentou um ótimo setlist, com músicas da sua carreira solo, do Impellitteri e do M.A.R.S.? O que você está preparando para os fãs brasileiros dessa vez?
    Rob: A mesma coisa, basicamente, embora com músicas diferentes, canções de cada um dos meus discos solo, talvez uma do Joshua, provavelmente alguma coisa do Impellitteri. Como eu tocarei com o Narnia, apresentaremos músicas que soem bem nesse formato, porque normalmente eu uso duas guitarras nos meus álbuns solo, E na turnê temos teclados e o CJ na guitarra, então será um pouco diferente. E tem sido interessante tocar as músicas com essa configuração nos ensaios! Acredito que ficará bom ao vivo porque não será exatamente igual, e essa diferença é que será interessante. Além disso, toquei em bandas com teclados antes, então estou familiarizado com esse som. E gosto dele.

    Devo dizer que alguns fãs esperavam por algo do “Nasty Reputation” (1991), único álbum que você gravou com Axel Rudi Pell. Alguma chance dessa vez?
    Rob: Bem, eu não sei… Qual música você gostaria de ouvir?

    “I Will Survive”, “Wanted Man” ou a faixa-título, mas ficaria feliz se fosse apenas a sua interpretação de “When a Blind Man Cries”, do Deep Purple…
    Rob: Boa ideia, e eu amo essa música! Não estou ciente de tudo o que foi lançado no Brasil e na América do Sul, mas soube recentemente que o catálogo completo do Impellitteri será lançado no seu país, e isso é uma ótima notícia. Sei que os discos do Avantasia foram lançados, mas não tenho certeza se o “Nasty Reputation” saiu aí, mas parece que foi, certo?

    Honestamente, só lembro de cópias importadas. E quanto aos discos do Impellitteri, serão apenas os oito primeiros álbuns, ou seja, sem contar os EPs…
    Rob: Mas já é um começo, né? (risos)

    A propósito, perguntei a Christian Liljegren (N.R.: vocalista do Narnia) sobre a possibilidade de uma jam, como a que vocês fizeram em 2005, quando cantaram juntos “Eagle” (N.R.: no Metal Fest, na Alemanha). Vai rolar, certo?
    Rob: Sim, e nós vamos pensar numa música para tocarmos juntos, porque é uma boa ideia. Só não posso falar mais nada sobre isso (risos).

    A turnê no Brasil está sendo chamada por alguns de “Icons of Christian metal”. Qual é a sua opinião sobre isso?
    Rob: Eu nunca fui rotulado como cantor cristão, mas é lisonjeiro ser chamado de “ícone do metal cristão”. Fico feliz com isso, porque minha fé em Jesus Cristo é prioridade na minha vida, então é importante para mim cantar sobre isso. Consigo fazer isso com o Impellitteri, mas a banda também não é rotulada como white metal, não é uma banda assumidamente cristã. Nos anos 1980 e 1990, tentaram encaixotar qualquer banda que cantasse sobre cristianismo marcando-as como “bandas cristãs”, e nós não queríamos ser rotulados dessa forma, para sermos deixados num canto. Queríamos deixar que a música falasse por ela mesma, porque vem do coração, e é assim que deveria ser. Não gosto quando me rotulam do ponto de vista do marketing, mas se você é cristão e quer falar ‘dá uma olhada nessa banda’ para outros cristãos e não cristãos, também, por causa do conteúdo cristão das letras, eu fico feliz com isso, afinal, eu quero agradar a Deus, quero que minhas letras reflitam uma mensagem positiva e desejo que as pessoas se sintam elevadas com a minha música. O heavy rock e o rock melódico me elevam, me energizam, são a trilha sonora da minha vida, por isso quero que sejam a trilha sonora das vidas de outras pessoas. Deus me deu esse talento, e quero dividi-lo.

    E perguntei sobre isso porque o rótulo da turnê pode ser interpretado como algo para determinado público, quando deveria ser para todos. É um show de música, um show de heavy metal, e mensagens positivas não machucam…
    Rob: Sim, é exatamente isso! Eu não quero ser prejulgado sem que a minha música seja ouvida. Ouça a música, curta o momento e depois decida se gosta ou não do que ouviu, mas ao menos dê uma chance às canções, às melodias, às mensagens. Além disso, como você bem disse, não vai doer! (risos) Só vai lhe fazer bem!

    Vamos falar um pouco da sua carreira, a começar pelo Impellitteri. A quantas anda o novo álbum?
    Rob: As músicas estão compostas, e agora estou trabalhando nos vocais, colocando as melodias e as letras. Entraremos em estúdio em breve para gravar as baterias, e gravarei os vocais depois dessa turnê.

    Tem algo que eu gostaria de compartilhar, que é o nível de composição depois de todos esses anos. Por exemplo: “Venom” (2015) é um dos meus discos favoritos do Impellitteri…
    Rob: É ótimo ouvir isso. Obrigado! O novo álbum tem músicas muito boas, também, e com a mesma vibração. Acho que você realmente vai gostar!

    E quem sabe a sua segunda vinda ao Brasil não abre a porta para o Impellitteri tocar por aqui…
    Rob: Sim, e já falei com o Chris sobre isso! Vamos ver o que acontece depois do novo disco, e talvez possamos fazer isso porque agora, com um público formado até mesmo ao fim da turnê Rob Rock-Narnia, fará sentido ir com o Impellitteri enquanto os shows estão frescos na memória de todos. Especialmente agora, mesmo, também porque os discos estão sendo lançados no Brasil, então faz todo sentido!

    Embora Graham Bonnet e Curtis Skelton tenham gravado com o Impellitteri, você começou com a banda em 1985, e eu costumo dizer que a sua voz é tão importante quanto a guitarra do Chris. Você se sente assim?
    Rob: Sem dúvida! Não vou mentir para você dizendo que não (risos), mas sou um grande fã do Graham. Cresci ouvindo a voz dele, e o “Down to Earth” (N.R.: quarto álbum de estúdio do Rainbow, de 1979) é um dos meus discos favoritos de todos os tempos. É um prazer ser listado ao lado do Graham, que é uma lenda! E o disco gravado com o Curtis, o “Pedal to the Metal” (2004) é um grande trabalho. Sabe, Chris tem o próprio nicho quando toca suas músicas, e essa é a parte principal do Impellitteri, claro, mas a química se torna a original da banda quando a minha voz é adicionada.

    De fato, há uma química inegável entre você e o Chris…
    Rob: Porque o que nós temos é mais uma relação como a de irmãos. Podemos sair juntos e falar o que quisermos. Passamos por muita coisa juntos nos lugares onde tocamos no início do Impellitteri, em New England, e nos conhecemos há tanto tempo que nos entendemos perfeitamente. Na verdade, às vezes nem precisamos falar muito para que isso aconteça. Na atual fase do novo álbum, por exemplo, ele já fala ‘Rob, faça o que tiver que fazer’. A relação durante gravações, vídeos e todas essas coisas é muito confortável.

    Voltando um pouco mais no tempo, eu gostaria de falar sobre M.A.R.S., uma verdadeira definição de supergrupo, e o álbum “Project: Driver” (1986), que é incrível. Quais são suas lembranças daquela época?
    Rob: Eu tocava em pequenas casas de shows naquela época, mas recebi um convite para participar da audição, então voei para Los Angeles, fiz o teste e fiquei com a vaga. Na hora, pensei: ‘Meu Deus, eu finalmente consegui! Depois de tanto trabalho, eu consegui!’, porque estava muito animado. Tony (MacAlpine), Rudy (Sarzo), Tommy (Aldridge) e eu gravamos as músicas, e Mike Varney negociou o disco, mas as gravadoras falavam ‘é pesado demais’, ‘é progressivo demais’, ‘não é isso que toca nas rádios’, e ficamos nessa. Enquanto ninguém tomava decisão alguma, Rudy e Tommy tentavam organizar uma turnê mesmo sem o álbum ter sido lançado, e foi aí que tudo começou a acabar, porque David Coverdale fez uma proposta que eles não podiam recusar. Tommy e Rudy conversam comigo e com o Tony, e falaram: ‘Vamos entrar no Whitesnake para gravar os videoclipes e fazer a turnê do ’87 (N.R.: o multiplatinado “Whitesnake”)’. Naquele momento, todos os meus sonhos, todos os que acreditei que iriam se realizar, sumiram! Puf! Eu havia me mudado para Los Angeles e reorganizado toda a minha vida, mas teria que começar tudo de novo. Embora muito boa, foi uma época traumática para mim, porque desacelerou de 100 a 0 em pouco tempo.

    Quase 40 anos depois, seria interessante uma reunião para completar essa lacuna e, quem sabe, até um novo álbum…
    Rob: Durante todo esse tempo, nós quatro nunca falamos sobre isso, até porque ficamos todos ocupados, felizmente (risos). Mas, olha, eu adoraria! Seria bem insano!

    Uma pergunta que sempre quis fazer a você: em 2000, você conseguiu ter Jake E. Lee como convidado em seu primeiro álbum solo, “Rage of Creation” (N.R.: Lee gravou os solos em “All I Need” e “Media Machine”). Era uma época em que ele estava basicamente desaparecido, então como foi entrar em contato com o Jake?
    Rob: Um cara com quem eu estava trabalhando à época, um grande amigo meu chamado Chris (risos), foi quem sugeriu o Jake. Ele disse que o conhecia e que o Jake não estava fazendo nada na época, mas que deveria voltar a tocar. Eu e Roy Z tínhamos duas músicas que seriam… Bom, nós pensamos que seria muito foda se Jake E. Lee pudesse gravar os solos nelas (risos). Assim, Chris falou com Jake, que foi ao estúdio num dia, sentou-se na sala de controle, arregaçou uns solos e saiu, e essa foi a última vez que eu o vi, porque ele desapareceu de novo! (risos) Foi ótimo tê-lo no disco, ótimo poder ressuscitá-lo por um momento, e fico feliz de ver o Jake novamente na ativa, gravando novos álbuns, porque ele é incrível!

    Ainda sobre a sua carreira solo, você já lançou quatro ótimos discos, mas já se passaram 16 anos desde o último, “Garden of Chaos”. Quando os fãs poderão ouvir um novo trabalho?
    Rob: Ah, já estou trabalhando nisso. Na verdade, falei recentemente sobre isso com o Roy Z, então agora é só acertar nossas agendas. Também conversei com o CJ, porque compusemos umas músicas juntos. Por enquanto, só tenho demos, por isso o próximo passo é juntar as músicas. Isso é algo que demanda tempo, mas haverá outro álbum solo.

    Como já estamos chegando ao fim, tenho mais uma pergunta que sempre quis fazer a você: a música tem “The Voice of Rock”, Glenn Hughes; tem “The Voice”, Steve Perry; e tem “The Voice of Melodic Metal”, você. Qual o sentimento?
    Rob: É ótimo! A imprensa europeia me chamava assim nos anos 2000, e por isso é usado como apelido, mas, verdade seja dita, eu jamais diria isso sobre mim mesmo. Sou um grande fã de melodic metal, e há tantos grandes vocalistas no estilo! O termo se tornou uma boa ferramenta de marketing, porque a imprensa europeia pegou firme nisso quando lancei meu primeiro disco solo, e eu obviamente fiquei muito feliz quando li e ouvi, feliz por dizerem isso de mim. Acontece que sou um cara tímido, e você deve ter percebido isso (risos), então uso essa termo como apelido nas ações de marketing, para promover os shows e discos. Pessoalmente, e difícil para mim aceitar ser a voz do melodic metal, porque acredito que há muitos vocalistas excelentes por aí.

    Para terminar, Rob: já são 40 anos de música, com mais de 20 álbuns lançados e mais por vir. Se você tivesse que escolher cinco desses discos para representar o Rob Rock cantor e artista, quais você escolheria? E por quê?
    Rob: Caramba! Você deveria ter me avisado antes que faria essa pergunta antes! (risos) Bom, o primeiro é o “Rage of Creation”, porque tem um time básico de composição, eu e Roy Z, que é mágico. É coisa boa, mesmo. Com o Impellitteri, gosto de “Screaming Symphony” (1996) e “Answer to the Master” (1994). Claro, “Project: Driver”, do M.A.R.S., sempre terá um lugar especial, porque foi o primeiro disco que fiz e que me trouxe para o lado do hard rock. Para completar, acredito que o “Holy Hell” (N.R.: terceiro trabalho solo, de 2005) é outro disco que me representa bem.

    Obrigado pelo papo, Rob, e nos vemos em breve.
    Rob: Sim, espero poder encontrar você para lhe dar um abraço! E vejo todos vocês em breve!

  • BRYCE VANHOOSEN, do SILVER TALON, doa guitarra para o festival beneficente Volcanic Strike no Havaí em parceria com a Jackson Guitars

    BRYCE VANHOOSEN, do SILVER TALON, doa guitarra para o festival beneficente Volcanic Strike no Havaí em parceria com a Jackson Guitars

    POR ASSESSORIA 

    O guitarrista do SILVER TALONBryce VanHoosen, firmou parceria com a Jackson Guitars e enviará uma guitarra para sorteio ou leilão em festival beneficente para vítimas dos incêndios no Havaí. Em 8 de agosto de 2023, uma série de incêndios florestais devastadores começou em Maui, Havaí, causando evacuações, danos extensos e uma trágica perda de vidas, com pelo menos 114 mortes confirmadas em Lahaina. A propagação dos incêndios foi atribuída a condições climáticas secas e tempestuosas devido a uma área de alta pressão ao norte do Havaí e ao furacão Dora ao sul do Havaí. O incêndio extremamente destrutivo que assolou Maui já é considerado o mais mortal já registrado nos Estados Unidos nos últimos cem anos.

    Para colaborar com os esforços em ajudar a população local, VanHoosen, com a colaboração da Jackson Guitars, vai enviar uma guitarra SLA3Q Pro Plus para o festival Volcanic Strike que será realizado em Maui nos dias 29 e 30 de setembro. Segundo a organização do evento, toda a arrecadação será doada para as pessoas da comunidade, assim como doarão ingressos para as 25 primeiras pessoas que apresentarem um documento de identidade de Lahaina, uma região localizada no Condado de Maui. Além disso, todos os lucros das mercadorias do patrocinador Print House Maui também serão doados. Haverá ainda bilhetes de rifa disponíveis para compra no festival, com prêmios doados por diversos apoiadores locais e internacionais, incluindo a Jackson GuitarsThrasher MagMaui Tattoo CompanyAloha Skate Boards e muito mais. A organização ainda fez um pedido: “Quando visitar Maui, lembre-se de que as pequenas empresas precisam de seu apoio agora mais do que nunca. Por favor, faça compras e escolha locais para refeições que terão um impacto direto em nossa economia local.”

    Em publicação nas redes sociais, o guitarrista comentou: “Esta guitarra está a caminho do Volcanic Strike Fest em Maui para ajudar a arrecadar dinheiro para os esforços de combate aos incêndios em Lahaina e Kula. Como alguns de vocês devem saber, minha esposa é de Maui e passei muito tempo visitando sua família e amigos na ilha. Então, ver as imagens de Maui e ouvir relatos durante os incêndios do mês passado realmente me atingiu”.

     Assista ao vídeo de Bryce VanHoosen apresentando a guitarra:

    SILVER TALON, oriundo de Portland, Oregon, segue trabalhando no sucessor de “Decadence and Decay”, lançado em 2021 e que contou com a participação especial de Andy La Rocque (King Diamond, Death) na música “Resistance 2029”. Wyatt Howell (vocal), Bryce VanHoosen e Devon Miller (guitarras) e Walter Hartzell (baixo), que no ano passado lançaram o EP “Bloodflow”, contendo dois covers, para “The Only One”, do Cro-Mags e “We Die Young”, do Alice in Chains, agora focam neste vindouro lançamento, já em processo de pré-produção e que sairá provavelmente no ano que vem.

    Ouça o EP “Bloodflow” via Spotify:

     Ouça o EP “Bloodflow” via YouTube:

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