Categoria: Roadie News

  • ERASY “Doom/Stoner Metal que permeia entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo”

    ERASY “Doom/Stoner Metal que permeia entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo”

    Mesmo ainda desconhecido por muitos aqui no Brasil, a cena Doom/Stoner Metal está viva e com representantes de peso. A Erasy é uma prova disso, com suas músicas que permeiam entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo vem cativando muitos apreciadores pelo mundo. O seu fundador Luciano Penelu nos fala à respeito desta banda que ainda vamos ouvir falar muito, muito em Breve!

    Foto por: Divulgação

    A ERASY é uma banda realmente diferenciada e me chamou muito a atenção quanto ao seu estilo, uma sonoridade que remete muito aos macabros acordes de Iommi e com vocais ultra rasgados… como surgiu a ideia da banda?

    Luciano Penelu: Creio que a sonoridade foi surgindo aos poucos, quando a gente se juntava para tocar Black Sabbath. Com o tempo, cada um foi introduzindo sua própria identidade no projeto, expondo gostos e influências, e o resultado é este que temos hoje!

    Ao ouvir o ótimo CD “The Valley Of Dying Stars” fazemos uma viagem entre o clássico e o brutal, uma mistura de estilos feito com muito bom gosto e competência. Como está sendo a divulgação e a reação dos headbangers?

    Luciano Penelu: Ficamos muito gratos pelas palavras! Com relação à repercussão, acreditamos que vem sendo muito positiva. O disco foi resenhado por ótimos zines e revistas especializadas (incluindo a própria Roadie Crew), comentado por bangers do Brasil e do exterior e divulgado em muitos canais especializados em Doom / Stoner Metal. Não poderíamos estar mais satisfeitos.

    ERASY “The Valley Of Dying Stars”

    O estilo apresentado aqui, não é muito comum entre as bandas nordestinas e no Brasil inteiro também, me lembro de ouvir algo dentro desse estilo à muitos anos quando existia a banda Centennial. Quais as suas principais influências? claro além do Black Sabbath que notamos influências em todas as faixas.

    Luciano Penelu: De fato a cena Doom / Stoner / Sludge ainda é bastante restrita, sobretudo no Brasil, mas observamos um crescimento nos últimos anos. Há cada vez mais bandas e mais público interessado nesta vertente lenta e viajada de Metal. Quanto às influências para além do Sabbath, podemos citar Eyehategod, Saint Vitus, Pentagram, Crowbar, Acid King, Bongzilla, entre outras que abriram caminho para que bandas como nós pudessem desenvolver algo nesta linha sonora, que me parece recuperar um pouco da tradição do Doom e injetar nela doses suplementares de peso.

    As letras também são profundas, na banda quem escreve as letras? nos fale um pouco de todo conceito lírico abordado neste trabalho…

    Luciano Penelu: Sou o responsável pelas letras, e posso dizer que elas foram tomando este formato muito naturalmente. Somente depois de prontas pude notar de fato que havia um fio, uma coerência entre as faixas do disco. Creio que assim o foi pois elas abordam temas que combinam perfeitamente com a sonoridade densa e arrastada: a solidão do homem contemporâneo e a falta de perspectiva diante do caos da existência são menções constantes neste disco. Depois veio a ideia do título do álbum e do discurso do personagem de Marlon Brando em Apocalypse Now, que pode ser ouvido em “Telling lies”, ambos extraídos do poema “The hollow men”, de TS Eliot.

    Foto por: Divulgação

    A banda vem do interior da Bahia, a segunda maior cidade do estado onde existem bandas respeitadas pelos seus muitos anos na luta pelo Underground como Deformity BR e o Martyrdom. Como você vê a cena local? e a cena como um todo?

    Luciano Penelu: A cena feirense é de fato muito interessante. Diversas bandas importantes como as que você cita pavimentaram o caminho deste cenário que hoje, podemos dizer, é muito representativo. Produtores locais organizam eventos de Metal constantemente apesar das dificuldades, que, diga-se de passagem, não são feirenses, mas nacionais, como a falta de publico, de uma casa para realizar os eventos etc. Acho que a cena de Feira, apesar de todas as turbulências, é rica e atuante.

    O Baterista Vurmum também é baterista do Martyrdom, quanto a você e os outros membros, tocam em mais algumas bandas? 

    Luciano Penelu: Joilson (baixista) toca na Clube de Patifes, uma tradicional banda de Blues. Eu e Léo (guitarrista) já tivemos outros projetos, mas hoje estamos focados na Erasy.

    Este trabalho está tendo distribuição internacional?

    Luciano Penelu: Não, toda a repercussão internacional veio dos meios digitais, como bandcamp, facebook, etc.

    Foto por: Divulgação

    Há um tempo atrás uma das bandas referência do Doom Metal nacional o The Cross voltou à ativa, e vocês estão na ativa desde 2012. Você sente que possa estar havendo uma retomada do estilo no estado?

    Luciano Penelu: Uma retomada, talvez não, pois creio que ainda é uma vertente muito restrita por aqui. Contudo, gostaria muito que esta cena crescesse e que aparecessem mais e mais bandas na mesma linha.

    Para os fãs do estilo, o surgimento de uma banda como a Erasy é uma prova que o estilo está mais vivo do que nunca. O CD “The Valley Of Dying Stars” lançado em 2016 ainda se encontra disponível? 

    Luciano Penelu: Sim, sem dúvida. Quem se interessar, pode adquirir o disco conosco através do facebook, ou com os nossos parceiros do Resistência Underground e do The Metalvox.

    Quanto ao um novo material, podemos esperar mais um CD em breve?

    Luciano Penelu: Temos um projeto em andamento, que deve ser lançado até o final do ano. Fechamos uma parceria com a Doom Stew Records (EUA) para um compacto de 7”, com músicas inéditas. Estamos muito empolgados com a possibilidade do diálogo internacional e com os caminhos que ele pode abrir para a banda.

    Luciano Penelu, muito obrigado por nos ceder gentilmente esta entrevista e espero pode vê-los aqui em breve para celebrarmos com muitas cervejas o verdadeiro metal imortal e com muitos headbanging… o Espaço é seu…

    Luciano Penelu: Nós é que agradecemos, meu caro! É sempre bom poder divulgar o nosso trabalho, ainda mais quando a palavra é franqueada por um irmão com a sua trajetória dentro do underground. Espero que a gente se encontre em breve para uma cerveja, em São Paulo ou na Bahia!

    Assista abaixo o lyric video de “Sea Of Sadness”. Altamente recomendado para amantes do bom e velho Black Sabbath e que curtam belos vocais rasgados. Assista, ouça e comprove:

  • TARJA: Assista ao vídeo ao vivo “Undertaker”

    TARJA: Assista ao vídeo ao vivo “Undertaker”

    A ex-vocalista do NIGHTWISH, Tarja Turunen, revelou a segunda música de seu novo álbum ao vivo, Act II.

    Undertaker foi gravado ao vivo em Milão, Itália e mostra um lado ligeiramente diferente da rainha finlandesa do rock sinfônico.

    Filmado durante a turnê mundial da TARJA, intitulada The Shadow Shows, durante a qual a influente vocalista de rock pesado circulou o mundo 7,5 vezes com mais de 300.000 km percorridos e tocou mais de 200 shows em 40 países, diante de 1 milhão de pessoas, Act II contém o set intimista de 75 minutos do vocalista, filmado e gravado ao vivo no Metropolis Studio, além da performance ao vivo de tirar o fôlego de um de seus shows em Milão, na Itália, entrevistas e galerias de fotos inéditas.

    Act II será oficialmente lançado em 27 de julho via earMUSIC, e estará disponível em versão nacional via earMUSIC/Shinigami em duas versões, CD duplo e DVD.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LED ZEPPELIN: Em setembro será lançada versão remasterizada de “The Song Remains The Same”

    LED ZEPPELIN: Em setembro será lançada versão remasterizada de “The Song Remains The Same”

    O ano de 1973 representou o auge do sucesso de uma das maiores bandas de todos os tempos, o Led Zeppelin. E foi neste ano, nos dias 27 e 29 de julho, que a banda performou, ao vivo, a trilha sonora do filme de mesmo nome, “The Song Remais The Same”, no Madison Square Garden, em Nova York. Produzida por Jimmy Page, a trilha do filme foi originalmente lançada pela gravadora da banda, a Swan Song Records, em 1976.

    No dia 7 de setembro, uma nova edição da trilha sonora de “The Song Remains The Same” revive a catarse de 1973, com áudio recém-remasterizado. Este lançamento segue a recente reedição do álbum ao vivo da banda, “How The West Was Won”, e completa a série de reedições deluxe de seus clássicos, que começou em 2014, até chegar à comemoração do 50º aniversário do Led Zeppelin. Coincidentemente, John BonhamJohn Paul JonesJimmy Page e Robert Plant fizeram seu primeiro show ao vivo juntos, sob o nome “The New Yardbirds” na época, também no dia 7 de setembro, só que do ano de 1968. “The Song Remais The Same” será lançado em vários formatos pela Atlantic/Swan Song. O Super Deluxe Boxed Set será o lançamento mais requintado e elaborado da série de reedições, recriando a intrincada gravação da edição original do set, e também marcará a primeira vez que o filme completo e a trilha sonora estarão disponíveis em um mesmo pacote. No set de quatro LPs, Page fez uma mudança na sequência de faixas, permitindo que a épica versão de 29 minutos de “Dazed And Confused” estivesse em sua totalidade em um lado do vinil pela primeira vez. Ainda serão confirmados os formatos que chegarão ao Brasil.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • RAZOR: Lenda canadense do Speed/Thrash Metal toca no Setembro Negro Festival

    RAZOR: Lenda canadense do Speed/Thrash Metal toca no Setembro Negro Festival

    Os canadenses do Razor se apresentam no Brasil em Setembro. O show acontece na 12ª edição do festival Setembro Negro, que rolará nos dias 29 e 30/09, e também contará com as bandas Aeternus, Enthroned, Morbid Saint, Schirenc Plays Pungent Stench, Purgatory, Human Atrocity, Vulcano, At The Gates, Manger Cadavre?, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Taake, Infested Blood e Coven.

    Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2045030379098810/

    O Razor foi formado em 1983, em Guelph, Ontario, e desde então, se tornou uma das referências do Speed/Thrash Metal mundial. A banda existiu de 1983 a 1992. Deram uma pequena parada até 1997, onde se reuniram novamente, e estão na ativa desde então.

    A discografia do quarteto possui oito álbuns de estúdio, um EP e um disco ‘ao vivo’. Entre esses álbuns estão os clássicos ”Executioner’s Song” (85), “Evil Invaders” (85), “Malicious Intent” (86), “Custom Killing” (87) e o magnifico “Violent Restitution” (88)

    A formação do Razor traz Bob Reid (vocais), Dave Carlo (guitarra), Mike Campagnolo (baixo) e Rider Johnson (bateria).

    Assista o Razor ao vivo no Paraguai em 2017:

    https://www.youtube.com/watch?v=Nq6qQaSXMv4

    Acompanhe o Razor em seu Facebook oficial:

    https://web.facebook.com/RazorThrashBand/

    SERVIÇO: 12ª Edição FESTIVAL SETEMBRO NEGRO

    Dias: 29 e 30 de Setembro (Sábado e domingo)

    Local: Carioca Club Pinheiros (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – Sao Paulo/SP)

    Tel. (11) 3813-8598 / www.cariocaclub.com.br

    PROGRAMAÇÃO:

    Sábado (29/09)

    13:00 – ABERTURA PORTAS

    14:00 – 14:30 – HUMAN ATROCITY (30”)

    14:45 – 15:20 – INFESTED BLOOD (35”)

    15:35 – 16:15 – PURGATORY (40”)

    16:30 – 17:10 – AETERNUS (40”)

    17:25 – 18:10 – TAAKE (45”)

    18:25 – 19:15 – VULCANO (50”)

    19:30 – 20:30 – RAZOR (60”)

    20:45 – 21:55 – COVEN (70”)

    Domingo (30/09)

    14:00 – ABERTURA PORTAS

    15:00 – 15:30 – MANGER CADAVRE (30”)

    15:45 – 16:20 – DECOMPOSED GOD (35”)

    16:35 – 17:15 – AMEN CORNER (40”)

    17:30 – 18:10 – ENTHRONED (40”)

    18:25 – 19:10 – MORBID SAINT (45”)

    19:25 – 20:15 – SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH (50”)

    20:30 – 21:30 – WOLFBRIGADE (60”)

    21:45 – 22:55 – AT THE GATES (70”)

    INGRESSOS:

    https://www.clubedoingresso.com/setembronegrofestival

    Página oficial do festival: www.facebook.com/SetembroNegroFestival

    Página oficial da Tumba Produções: www.facebook.com/tumbaproductions

  • Revelação do doom dinamarquês, KONVENT assina com a Napalm Records

    Revelação do doom dinamarquês, KONVENT assina com a Napalm Records

    A banda de doom/death metal dinamarquesa KONVENT fechou um contrato com a Napalm Records.

    No ano passado, o KONVENT lançou uma demo, que rapidamente se tornou o início de uma recepção calorosa na cena underground dinamarquesa, e desde então elas têm tocado em toda a Dinamarca com ótimas críticas.

    A banda comentou o novo contrato: “Estamos extremamente orgulhosas por nos unirmos à Napalm Records em nossos próximos lançamentos, nos quais estamos atualmente trabalhando. Essa colaboração nos dará a ajuda e o suporte de que precisamos para levar nossa música adiante, e mal podemos esperar para mostrar para vocês tudo isso, no próximo ano, quando lançarmos nosso primeiro álbum pela Napalm Records”.

    No momento, a banda está se concentrando em criar material, que como dito, deverá ser lançado em 2019. Esteja atento, um novo grande álbum de death/doom metal está vindo por aí.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    ‘Na Órbita do Medo’, o 10º registro do Projeto Trator, exalta tudo aquilo que o duo paulista martela há 12 anos de atividades: músicas fora do senso comum, e muita caoticagem, calibrada a partir da junção de momentos sludge, doom, stoner e punk. O novo EP tem quatro músicas, que já estão nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records. Ouça: https://ONErpm.lnk.to/ProjetoTrator.

    Paulo Uedo (guitarra/vocal) e Thiago Padilha (bateria) apresentam, como de costume, uma sonoridade orgânica, com pouquíssimos overdubs, captada junto a Sérgio Ugeda (ex-Hierfofante Púrpura) no estúdio Bem Maior, ainda em 2017. Antes de ganhar a versão definitiva do EP, as novas músicas – ‘Na Órbita do Medo’, ‘Asfixia’, ‘Vermes’ e ‘Absurdos’ – foram testadas ao vivo na turnê realizada ano passado na Argentina.

    A crítica social nas letras do disco ‘Fora Temer’ (2016) está ainda mais direta neste novo material, sem nunca deixar de lado a estética dadaísta, uma das mais fortes características do processo criativo lírico do duo. “Não é clichê, mas é o que a gente vive no dia a dia. O Fora Temer é uma referência boa pra entender o que se reflete nesse EP. Nada melhora, tudo piora na realidade brasileira”, desfere Paulo.

    Já a massa sonora do Projeto Trator traz as habituais referências a bandas como Eyehategod e Electric Wizard. “Na Órbita do Medo’ ainda tem diversas experimentações. “Trouxemos as jams ao estúdio, além de ficar mais perto do punk, com influência de Amebix e Discharge”, afirma Padilha. “Experimentação tem que ter e fazer show igual todo dia é chato. Por isso desta vez usamos loopings e delays. Tentamos nos aproveitar ao máximo”, completa Paulo.

  • Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    O ex-baterista do PANTERA e do DAMAGEPLAN, Vinnie Paul Abbott, morreu. Ele tinha 54 anos de idade.

    De acordo com o Las Vegas Review-Journal, Vinnie faleceu na sexta-feira em Las Vegas, onde ele tinha uma casa. Nenhum outro detalhe de sua morte foi revelado até o momento.

    O falecimento do baterista foi confirmado em suas páginas pessoais e no Facebook do PANTERA, onde um anúncio idêntico apareceu na noite de sexta-feira, 22 de junho.

    Vincent Paul Abbott, o Vinnie Paul faleceu”, dizia o comunicado. “Paul é mais conhecido por seu trabalho como baterista nas bandas PANTERA e HELLYEAH. Nenhum outro detalhe foi revelado até o momento. A família pede que, por favor, respeitem sua privacidade neste momento”.

    Vinnie Paul e seu irmão “Dimebag” Darrell Abbott fundaram o PANTERA na década de 1980. Quando o PANTERA se separou em 2003, eles formaram o DAMAGEPLAN. Em 8 de dezembro de 2004, enquanto se apresentava com o DAMAGEPLAN no Alrosa Villa em Columbus, Ohio, Dimebag foi baleado e morto no palco por Nathan Gale. Ele tinha 38 anos.

    Desde o assassinato de seu irmão, Vinnie Paul lançou vários itens relacionados ao irmão Dimebag através de sua gravadora Big Vin Records, incluindo DVDs e o livro de bolso He Came to Rock. Vinnie disse mais tarde que os lançamentos relacionados ao Dimebag não foram uma tentativa de lucrar com o fim trágico de seu irmão, mas sim uma maneira de manter o legado de Dimebag vivo.

    Durante os anos, Vinnie Paul foi persistente em negar uma possível reunião do PANTERA, que contaria com Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE) ocupando o posto de Dimebag. Vinnie declarou à Metal Hammer: “Eu não estou interessado, porque não há Dime, e, para mim, se não há Dime, não há PANTERA, essa é a minha razão. É passado. Eu segui em frente. Eu toco em uma banda chamada HELLYEAH, e eu realmente amo fazer isso. Estou ansioso para seguir em frente; não quero viver no passado”.

    Na última década, Vinnie manteve-se ativo em turnês e em estúdio com o HELLYEAH, cujo quinto álbum, Unden!Able, saiu em 2016.

    Pouco antes de sua morte, Vinnie gravou as faixas de bateria para o sexto álbum do HELLYEAH, no estúdio The Hideout em Las Vegas.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    A superbanda THE DEAD DAISIES lançou um novo single e videoclipe, Dead And Gone, uma das favoritas dos seus fãs, presente no seu álbum mais recente, Burn It Down. O clipe combina elementos performáticos clássicos entrelaçados com aparições do personagem Undead, e foi criado, filmado e editado pelo lendário visionário de terror Tony Valenzuela.

    Durante a última série de shows na Europa, quando em Berlim, a banda filmou as sequências de performance na Black Box Music (RAMMSTEIN, 30 SECONDS TO MARS, LINKIN PARK, MARILYN MANSON) com as ‘aparições’ de zumbis sendo filmadas, por assim dizer, em Los Angeles, nos míticos estúdios da Daisyland.

    Ele também marca o início oficial da nova plataforma Daisyland da banda, que convida todo mundo de todo o mundo para fazer parte da jornada do grupo. Desde o primeiro dia, THE DEAD DAISIES queria proporcionar a todos os amantes da música rock um lugar para passear, se divertir e curtir a vibe sem se preocupar com nada. Daisyland é esse lugar!

    O vocalista, John Corabi fala sobre Dead And Gone: “Dead And Gone é uma daquelas faixas que devem ser tocadas em volume alto! Tem um ótimo groove, e é basicamente sobre viver a vida, (responsavelmente) se divertindo, e não deixar ninguém te julgar por querer ter alguma diversão!!!!”

    THE DEAD DAISIES está prestes a embarcar em sua segunda turnê japonesa, seguida por uma série de shows e festivais europeus com o KISS, JOE SATRIANI, SCORPIONS e GUNS N’ ROSES. Em agosto a banda deve retornar à América do Norte para um mês de shows com o velho companheiro e atual tecladista do GN’R, Dizzy Reed e seu HOOKERS & BLOW.

    THE DEAD DAISIES é formado por: Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO), John Corabi (MÖTLEY CRÜE, THE SCREAM), Marco Mendoza (WHITESNAKE, THIN LIZZY), Deen Castronovo (BAD ENGLISH, JOURNEY) e David Lowy (RED PHOENIX, MINK).

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LUCIFER: Confira o vídeo oficial para “Dreamer”

    LUCIFER: Confira o vídeo oficial para “Dreamer”

    O novo vídeo do LUCIFER, Dreamer, pode ser visto abaixo. A música é parte do segundo álbum de estúdio da banda, Lucifer II, que será lançado em 6 de julho pela Century Media Records.

    Além de uma nova gravadora, a continuação de Lucifer I, de 2015, também marca o primeiro lançamento da nova encarnação do LUCIFER, agora composta pela vocalista Johanna Sadonis, o guitarrista Robin Tidebrink e o multi-instrumentista Nicke Andersson, que toca bateria e também assumiu o baixo e a guitarra nas gravações de Lucifer II. A formação ao vivo da banda também conta com Martin Nordin (DEAD LORD) na guitarra, além do baixista Alexander Mayr.

    Lúcifer II foi gravado no Honk Palace em Estocolmo. Foi mixado por Ola Ersfjord (DEAD LORD, TRIBULATION, PRIMORDIAL) no Cuervo Recording Service em Madri.

    Sadonis comenta: “Estamos muito entusiasmados em trazer nosso pesado tanque de rochas para a monstruosa fortaleza da Century Media. Que lugar melhor para começar o novo capítulo! Isso deverá combinar tanto quanto Buck Dharma e seu bigode. Esta é uma união profana!”

    Jens Prüter, diretor de A&R da Century Media na Europa, acrescenta: “Estamos muito orgulhosos de apoiar os próximos capítulos do LUCIFER. Encontrei Johanna algumas vezes, e em todas elas fiquei impressionado com sua forte visão sobre o LUCIFER. A adição de Nicke Andersson é ainda mais interessante, porque ele sempre contribuiu com o mais alto nível de rock ‘n’ roll em todas as bandas em que esteve envolvido. Estou ansioso para ver a ascensão de LUCIFER!”

    Originalmente, o LUCIFER foi formado em Berlim (ALE) em 2014, com Sadonis atuando ao lado de membros de CATHEDRAL, ANGEL WITCH e LADYTRON. O primeiro single de sete polegadas, Anubis, e o álbum de estreia, Lucifer I, foram lançados pela gravadora britânica Rise Above Records, estabelecendo rapidamente o grupo como um novo nome promissor na crescente cena que busca revitalizar o excelente hard rock dos anos 70, com uma boa dose de proto metal e doom adicionado à mistura. Citando BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, BLUE ÖYSTER CULT, LUCIFER’S FRIEND, STEPPENWOLF, HEART e FLEETWOOD MAC como inspiração, a banda LUCIFER corrompeu as almas de muitos, e alcançou reconhecimento internacional em turnês pela Europa, EUA, Canadá e Japão.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • CORPORATE DEATH “O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema”

    CORPORATE DEATH “O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema”

    Damien Mendonça, Aline Lodi e Rafael Cau

    O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema no underground nacional e o Corporate Death é um excelente exemplo. Com seu estilo calcado em um primoroso Death Metal convidamos os membros Damien Mendonça e Rafael Cau para essa entrevista onde eles nos trazem importantes informações e anunciam que em 2019 serão iniciados os trabalhos para o novo álbum.

    A banda Corporate Death foi fundada em 2001 e desde então vem trilhando o caminho da mais pura Brutalidade com seu excelente Death Metal. Durante todo esse tempo de atividade quais foram as maiores conquistas no seu ponto de vista?

    Damien e Rafael: Primeiramente muito obrigado pela oportunidade e pelo espaço cedido para a banda. Acreditamos que a maior conquista é de tocarmos as pessoas com nossa música. Lutamos para compor, gravar e divulgar nosso trabalho e mesmo com todas as dificuldades de incentivo no Brasil, a resposta positiva do público headbanger é muito gratificante.

    Em 2003 vocês lançaram um Rehearsal e dois anos depois a demo “Ways to the Madness” (2005). Como foi a receptividade do público nessa época?

    Damien e Rafael: Na verdade a gravação da música “Loser” foi um ensaio na casa do Rafael Cau com 1 microfone gravado em fita, e foi lançado só para termos um primeiro registro. Depois disso a banda ficou em hiato e só gravamos o Ways to the Madness pouco mais de 1 anos depois. Tivemos uma repercussão excelente graças às boas resenhas da mídia especializada, e fizermos muitos shows de divulgação.

    Rafael Cau, Aline Lodi e Damien Mendonça

    Vemos que entre os lançamentos do Corporate Death existem longos espaços de tempo. Qual a maior dificuldade enfrentada por parte da banda quanto aos lançamentos de seus álbuns?

    Damien e Rafael: Temos que conciliar as atividades da banda com nossa vida profissional, estudo e família. Infelizmente não conseguimos nos dedicar totalmente ao Corporate Death mas sempre tratamos a banda com seriedade e profissionalismo. Gravar um álbum exige muito tempo, dedicação e principalmente dinheiro. Então trabalhamos com um espaço de tempo razoável para oferecer um material com qualidade.

    O primeiro Álbum “Terminate Existence” é uma obra prima, considerado por muitos um grandioso trabalho e que teve seu lançamento feito por um importante selo a Die Hard. A divulgação do mesmo foi satisfatória?

    Damien e Rafael: Na verdade não foi feita uma divulgação satisfatória na época, além do resultado geral da gravação e mixagem não nos agradar. Temos planos de remixar e relançar o Terminate Existence em breve para a comemoração dos seus 10 anos.

    Acredito que esse álbum logo de cara se tornou uma referência para o estilo pela sua alta qualidade musical e técnica. Para você este álbum foi o fator determinante para a projeção do Corporate Death no mundo?

    Damien e Rafael: A banda está em constante evolução.  Nós amadurecemos muito por causa dele, e após essa experiência evoluímos muito em diversos aspectos. Gostamos muito das composições do Terminate Existence. Esse álbum foi o nosso ponto de partida e com certeza abriu muitas portas.

    Quanto a cena gringa, houve uma distribuição por lá?

    Damien e Rafael: O Terminate Existence é um pouco raro para fora do país. Quem tinha mais contato com o Fausto da Die Hard era o Paulo e todo o trâmite do lançamento foi feito por ele, então temos poucas informações da forma como o álbum foi distribuído, e em geral sobre esse lançamento.

    Rafael Cau, Aline Lodi e Damien Mendonça

    Em 2014 ainda com a mesma formação vocês lançaram o segundo álbum “Angels & Worms” após 6 anos do lançamento do primeiro álbum. Este trabalho foi lançado pelo selo italiano Murdher Records. Este lançamento feito por um selo europeu ajudou a difundir definitivamente o nome Corporate Death no velho continente?

    Damien e Rafael: Na verdade o Angels & Worms foi gravado com Rafael Cau na bateria e já estava bem encaminhado nas composições quando o Paulo Pinheiro deixou a banda. Quanto ao lançamento do Angels & Worms, a Murdher Records fez uma excelente distribuição do nosso trabalho na Europa. Por lá é bem fácil encontrar esse material, mas por aqui é bem raro.

    Esse mesmo álbum nunca teve seu lançamento em nossas terras. Por que não foi lançado no Brasil?

    Damien e Rafael: Hoje em dia os selos especializados em música extrema batalham para lançar o material sempre em parcerias. Na época encontramos alguns selos interessados mas não o suficiente para o lançamento. Lançamos o CD promo (100 cópias) de forma independente e a Murdher Records gostou do trabalho da banda e decidiu lançar o CD.

    Para nossa surpresa o vocalista Flávio Ribeiro se desligou da banda logo após o lançamento de “Angels & Worms”, afinal foram 13 anos à frente do line-up com sua voz poderosa. Qual o motivo desse afastamento tão repentino?

    Damien e Rafael: Todos os anos com o Flávio foram uma excelente fase de nossas vidas. Fizemos ótimas músicas e shows mas devido a algumas divergências e desgaste de ambas as partes ele decidiu deixar a banda. Foi uma época difícil, mas com essa separação seguimos em frente com o Corporate Death e hoje o Flávio continua com seu poderoso vocal à frente da banda Vizaresh onde também toca baixo. O Vizaresh é mais uma força extrema somando no death metal nacional.

    Terminate Existence – 2008

    Para sua substituição vocês nos pegam de surpresa novamente. Entra na banda a Aline Lodi que é muito conhecida por integrar a banda Exhortation e claro, uma vocalista Brutal. Como foi que surgiu a ideia para a entrada desta que pra mim é uma das melhores vocalistas do Brasil?

    Damien e Rafael: Tocamos com o Exhortation em alguns festivais e já conhecíamos o pessoal a algum tempo. A ideia principal quando chamamos a Aline para a banda foi de iniciar uma nova fase no Corporate Death. Não queríamos um vocalista que tentasse imitar o vocal do Flávio e como a Aline tem um vocal com personalidade decidimos fazer o convite. Ela aceitou de imediato o desafio e a cada ensaio sua evolução mostrou que ela foi uma escolha certa para a banda.

    Quando ouvi o Single “Ignorance Prevails” fiquei impressionadíssimo com a adaptação dela na banda. Por um momento parecia que ela sempre foi integrante da banda pois seus vocais caíram como uma luva nas composições da banda. Como foi a repercussão deste material junto aos fãs?

    Damien e Rafael: A repercussão foi muito boa e recebemos um feedback positivo desse single. Isso nos motivou ainda mais para continuarmos com as composições do próximo álbum.

    Logo após este single de 2016 a banda vem com “Reborn” título muito justo ao vermos toda a trajetória da banda. Afinal uma banda reformulada. Este trabalho foi lançado pela união de três selos e para muitos o melhor álbum da banda desde então. O que vocês nos falam a respeito?

    Damien e Rafael: Esse trabalho é muito especial para a banda, como foi dito anteriormente cada álbum marca uma fase de nossas vidas. Reborn é um álbum brutal como os anteriores mas tem uma dinâmica diferente, mostra um Corporate Death mais sólido. Temos muita gratidão com os selos (Misanthropic Records, Cianeto Records e Brutaller Records) por acreditarem na banda e investirem no lançamento desse CD.

    Angels & Worms – 2013

    A Aline Lodi mostrou muita competência neste trabalho, ela está como membro efetivo ou está apenas dando suporte à banda?

    Damien e Rafael: A Aline já faz parte da história do Corporate Death há mais de 4 anos e é membro efetivo da banda sem sombra de dúvida.

    Quanto aos shows para divulgação do álbum, vocês têm viajado e tocado em outros estados Brasileiros?

    Damien e Rafael: Não recebemos muitas propostas para tocarmos fora do estado mas a banda está com a agenda aberta para shows.

    Este álbum também está tendo uma boa divulgação fora do Brasil?

    Damien e Rafael: Sim, estamos recebendo um ótimo feedback de fora sobre o Reborn e os selos contribuem muito para isso.

    Com essa formação destruidora a banda pretende nos brindar com mais trabalho em breve?

    Damien e Rafael: Estamos em processo de composição, com muitas ideias amadurecendo, e pretendemos entrar em estúdio em 2019 para o próximo álbum.

    A banda é originaria de Jundiaí cidade bem perto da capital e que parece ter uma cena bem forte. Como você vê a cena atual?

    Reborn – 2017

    Damien e Rafael: Na nossa cidade os shows são muito raros. Não vemos mais shows lotados como antigamente, mas a cena underground ainda respira, principalmente no interior. O Brasil tem excelentes bandas na ativa, e é a ajuda de todos que nos mantém em pé.

    A banda apresenta temáticas bem fortes em suas letras como anti religião, Niilismo e o lado negro da vida humana. Quem é o compositor mais ativo na questão lírica? e quais as suas principais fontes de inspiração?

    Damien e Rafael: Cada álbum teve um método de composição diferente. Atualmente todos escrevem letras na banda. A principal fonte de inspiração é a fraqueza humana que atribui suas responsabilidades em fantasmas imaginários.

    Meus velhos amigos Damien Mendonça e Rafael Cau, eu agradeço imensamente gentileza em me receber e por toda a atenção à essa entrevista. Um forte abraço e o espaço é de vocês…

    Damien e Rafael: Muito obrigado pela oportunidade dada a nós e às bandas do metal nacional.

    Abaixo o vídeo gravado da apresentação do Corporate Death no Umbra Ad Aeternum Fest 2