Categoria: Roadie News

  • Bobby Dall não sabe se haverá um novo álbum do POISON

    Bobby Dall não sabe se haverá um novo álbum do POISON

    O baixista Bobby Dall diz que o POISON “deveria” estar fazendo um novo álbum de estúdio, mas afirma que não sabe se isso vai acontecer. O último álbum de material inédito do POISON foi Hollyweird, de 2002. Em 2007, eles lançaram Poison’d, um álbum de covers.

    Perguntado em uma entrevista com ‘All That Shreds’, se existe alguma chance do POISON gravar um novo álbum, o baixista disse: “Eu não vou falar besteira para você, e dizer que há alguma [nova música] sendo feita. Eu gostaria que tivesse? Sim, mas é uma questão de todo mundo na banda ter tempo. Mas todos têm outros compromissos, alguns têm filhos mais novos que os outros. Então, entre esses dois pontos, é difícil e, você sabe, existem questões de saúde quando você vai envelhecendo. Nós deveríamos estar fazendo um novo álbum? Certamente. Mas isso vai acontecer? Eu não sei”.

    Recentemente, o baterista Rikki Rockett admitiu que ele e outros membros do POISON nutrem certo ressentimento em relação ao vocalista Bret Michaels, cujas frequentes turnês como artista solo levaram a banda a uma pausa de cinco anos na estrada.

    “Acho que precisamos nos afastar um do outro e fazer outras coisas, mas, ao mesmo tempo, acho que ele passou tempo demais afastado”, disse Rockett. “Definitivamente há algum ressentimento, mas não ressentimento como eu querer que ele fracasse. Eu quero que ele se dê bem. Eu só queria que o POISON fosse importante também, e eu gostaria que [ele] colocasse um pouco mais de energia no POISON“.

    Atualmente o POISON segue na turnê Nothin’ But a Good Time 2018, ao lado do CHEAP TRICK e do POP EVIL.

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  • Maria Brink (IN THIS MOMENT): “Eu queria me apresentar de um jeito diferente de todos”

    Maria Brink (IN THIS MOMENT): “Eu queria me apresentar de um jeito diferente de todos”

    ‘Martin TheSwedishLad’ conduziu uma entrevista com a cantora Maria Brink e com o guitarrista Chris Howorth, do IN THIS MOMENT, em 7 de junho no Sweden Rock Festival em Sölvesborg, Suécia.

    Falando sobre a evolução sonora do IN THIS MOMENT desde o início da banda em 2005, Brink disse: “Acho que nós dois pensamos até Blood [2012], nós estávamos meio que… estávamos escrevendo músicas e fazendo nossas coisas, meio que tentando descobrir nosso som, mas nós não tínhamos uma identidade. Eu acho que estávamos fazendo coisas ‘fofas’, minhas letras eram ‘engraçadas’, algumas são especiais, e tem algumas músicas que são especiais, mas eu acho que foi a partir de Blood que começamos a deixar de lado ideias preconcebidas e começamos a encontrar nossa identidade e confiança, e realmente criar com seriedade o nosso som”.

    Howorth adicionou: “Paramos de nos importar com o que todo mundo pensava. Nós sempre fazíamos o que queríamos, mas sempre havia esse medo de simplesmente sair da caixa. E quando nos deparamos com a hora em que quase terminamos a banda, foi meio que “fazer ou morrer” para nós na época, e nós dissemos: “Vamos fazer isso. Vamos fazer o que quisermos”. E, ao mesmo tempo, Maria estava pensando ‘vou parar de usar um microfone de mão e vou começar a usar um microfone sem fio’”.

    Continua Brink: “No mundo do metal, se você estiver usando um microfone sem fio… Eu estava com tanto medo de fazer isso. Eu pensei ‘Eles vão me vaiar no começo’. Mas quando eu entendi isso… Quando tive esse momento libertador, quando eu entendi que se eu quisesse me apresentar de um jeito diferente de todos os outros, eu precisava sentir que poderia fazer isso, precisava me sentir confiante e forte o suficiente, eu precisava de uma razão para fazer isso. E então nós fizemos e funcionou. Mas, novamente, isso demandou que chegássemos nesse ponto onde não nos importávamos mais – tipo, ‘Eu não ligo se eu deveria gritar ou cantar, vamos fazer o que quisermos’. E quando começamos a ver essa força fluindo, nós ficamos, tipo, ‘Ok. Está dando certo’. E a partir daí, acabamos por seguir essa mesma abordagem”.

    O IN THIS MOMENT está se preparando para iniciar o processo de composição de seu próximo álbum de estúdio, previsto para 2019. O disco será a sequência de Ritual, lançado ano passado, que incluiu o cover para In The Air Tonight, de PHIL COLLINS.

    Ritual foi produzido pelo colaborador de longa data e indicado ao prêmio Grammy – Kevin Churko (FIVE FINGER DEATH PUNCH, OZZY OSBOURNE).

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  • METALLICA doa o valor do Polar Music Prize à instituições de caridade

    METALLICA doa o valor do Polar Music Prize à instituições de caridade

    De acordo com a Billboard, o METALLICA doou seu prêmio em dinheiro do Polar Music Prize para três instituições de caridade. 50% do prêmio de um milhão de coroas suecas (pouco mais de 130.000 dólares americanos) foi para a Stockholm City Mission, que apoia os desabrigados; 25% para a World Childhood Foundation, fundada pela rainha Silvia, da Suécia; e outris 25% para o Instituto Nacional de Música do Afeganistão, também ganhador Polar Music Prize deste ano.

    “Muitos dos vencedores do Polar Music Prize, ao longo dos anos, doaram seu dinheiro para caridade”, disse Marie Ledin, diretora do Prêmio, à Billboard. “Não é algo que pedimos a eles, mas apreciamos a generosidade. Sei que meu pai, Stig Anderson, ficaria muito feliz e orgulhoso de saber das grandes doações de caridade de nossos laureados”.

    Maior prêmio de música da Suécia, o Polar Music Prize foi fundado em 1989 por Stig “Stikkan” Anderson, o gerente e editor de música do ABBA. Um conhecido letrista, ele também foi o co-roteirista de muitos de seus primeiros sucessos. O prêmio foi apresentado pela primeira vez em 1992.

    O METALLICA recebeu o Polar Music Prize na noite de quinta-feira (14 de junho) em uma cerimônia em Estocolmo, onde o baterista Lars Ulrich e o baixista Robert Trujillo assistiram ao vocalista do GHOST, Tobias Forge, junto com membros da banda sueca CANDLEMASS e a dupla VARGAS & LAGOLA homenagearem a banda com uma performance do clássico do METALLICA Enter Sandman.

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  • Schmier (DESTRUCTION) está fora do PÄNZER

    Schmier (DESTRUCTION) está fora do PÄNZER

    O vocalista do DESTRUCTION, Schmier, saiu do PÄNZER, o “supergrupo” de heavy metal com Pontus Norgren (HAMMERFALL) e V.O. Pulver (G.U.R.D., POLTERGEIST) na guitarra e Stefan Schwarzmann (ACCEPT, ex-RUNNING WILD) na bateria.

    Schmier declarou em um comunicado: “Eu me diverti muito com o PÄNZER nos últimos anos, mas agora é hora de eu seguir em frente! Sim, é preciso seguir em frente.

    “Eu quero focar 100% no DESTRUCTION e nos próximos desafios. Um novo baterista e um novo disco…

    “Eu quero agradecer a todos os caras do PÄNZER, e espero que eles continuem sem mim, eu nunca fui um grande cantor de heavy metal, mas eu me diverti fazendo isso!

    “Adeus nunca são fáceis, mas eu preciso fazer isso para o bem do meu projeto de vida, minha privacidade e meu futuro!

    “Obrigado aos que apoiaram os meus anos no PÄNZER – unidos estamos! Vejo você em breve nos palcos do mundo…”

    O PÄNZER lançou seu segundo álbum, Fatal Command, em outubro passado, através da Nuclear Blast. A continuação de Send Them All To Hell, de 2014, marcou o primeiro lançamento do PÄNZER desde a saída do guitarrista Herman Frank (ACCEPT, VICTORY), que deixou o grupo para se concentrar em seu projeto solo.

    Em uma entrevista para o ‘Metal Master Kingdom’, Schmier disse sobre o PÄNZER: “As mudanças na formação são sempre um pouco difíceis, mas basicamente a espinha dorsal da banda não mudou nada; nós mantivemos tudo rolando. E é muito divertido. Para mim, é uma ótima alternativa para tocar heavy metal – apenas metal puro, e talvez muito alemão também. E não há limites, apenas fazemos o que queremos. Não há grandes expectativas de que tenhamos que soar como isso ou aquilo; é o metal velho e foda”.

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  • AFFRONT antecipa novo álbum com single ‘Monument to Hate’

    AFFRONT antecipa novo álbum com single ‘Monument to Hate’

    O trio carioca Affront dá prévia do sucessor de “Angry Voices” com o lançamento do single “Monument to Hate”. Gravado em junho no Estúdio Musicalico (RJ), com produção, mixagem e masterização de M.Mictian (vocal e baixo) e R.Rassan (guitarra), a música integrará o novo álbum, “World in Collapse”, que tem lançamento previsto para novembro. “Monument to Hate” aborda o tema sobre o crescimento da extrema direita pelo mundo, o radicalismo e o preconceito racial. “É a volta de um pesadelo vivido pela humanidade décadas atrás e que parece voltar à tona no mundo inteiro com atos de preconceito, racismo e ódio contra minorias”, comentou M.Mictian. “A arte capa foi feita por Edu Nascimentto, um conceituado Tatuador do Rio de Janeiro, e os backing vocais tiveram participação de Evandro Soares, nosso roadie”, acrescentou.

    Para acompanhar o lançamento do single, o trio tem datas agendada no Rio de janeiro e Santa Catarina, no River Rock Festival, em setembro. Além disso, um novo clipe para a faixa “There’s no Tomorrow”, que também integrará “World in Collapse”, é esperado para novembro. “O novo álbum, ‘World in Collapse’, traz uma temática permeada entre as 10 faixas que aborda fatos reais, como a eminência de guerras, o terror do radicalismo, o preconceito e a desunião no mundo”, adiantou M.Mictian.

    Contato: Facebook: facebook.com/affrontmetal/ YouTube: https://goo.gl/3gVWwf Shows e merchandising: [email protected] Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • L7 volta ao Brasil em dezembro

    L7 volta ao Brasil em dezembro

    Pioneiras do movimento feminista norte-americano no punk/grunge e do Riot grrrl lá no início da década de 1990, e detentoras de uma das sonoridades mais autênticas do rock, o L7 está de volta ao Brasil para dois shows em dezembro deste ano.
     
    Desde o retorno em 2014, após um hiato de 14 anos, a banda se mostra revigorada e tocando ao redor do globo com explosivos shows sold-out.
     
    O quarteto de Los Angeles, à época comparada à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.
     
    Desta Vez, se apresenta dia 1º de dezembro no Rio de Janeiro (Circo Voador) e dia 2/12 em São Paulo (Tropical Butantã). Antes, no dia 30 de novembro, a banda inicia a rápida turnê sulamericana em Santiago, no Chile.
     
    Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam – à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner.
     
    Após o retorno, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) já lançaram duas novas músicas, ‘I come back to bitch’ (que ganhou um videoclipe com ares de produção caseira, no melhor espírito grunge noventista), e a anti-Trump ‘Dispatch from Mar-a- Lago’.
     
    Legalização do aborto, defesa das liberdades civis e feminismo, temas como estes cada dia mais retumbantes, já eram abordados pelo L7 no início da carreira, pulverizadas em forma de músicas atemporais, raivosas e provocativas, não raramente cheias de sarcasmo, mas ao mesmo tempo encorajadoras.
     
    Bricks are Heavy, o terceiro álbum do L7 e que impulsionou o quarteto ao estrelato mundial, foi considerado pela edição norte-americana da revista Rolling Stone como um dos 100 discos “indispensáveis” dos anos 90. É neste registro que gravaram o hit ‘Pretend We’re dead’, um sucesso comercial que ultrapassou as barreiras do rock e levou a banda a outros públicos, do pop ao metal.
     
    O retorno do L7 ao Brasil é uma realização da Powerline Music, produtora que este ano já trouxe o Wavves e o Quicksand, e está à cabo das novas turnês – ainda em 2018 – do H20, The Toy Dolls, Built to Spill e Circa Survive. Também promove a inédita vinda da influente banda de punk rock norte-americana Against Me!, liderada pela vocalista transgênero Laura Jane Grace.
     
    Sem preconceitos, e longe do politicamente correto, junto aos contemporâneos do Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, o L7 ainda é um furacão na indústria musical.
    SERVIÇOS
    L7 no Rio de Janeiro (Circo Voador)
    Data: 1º de dezembro/2018
    Local: Circo Voador
    Horário: 19 horas
    Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
    1º lote – R$ 90 (promocional/meia entrada)
    1º lote – R$ 180 (inteira)
    Censura 16 anos
    L7 em São Paulo (Tropical Butantã)
    Bandas de abertura: Pin Ups e Deb and The Mentals
    Data: 2 de dezembro/2018
    Horário: 17 horas
    Local: Tropical Butantã
    Endereço: Avenida Valdemar Ferreira, 93 – Butantã
    1º lote $110,00 (promocional/meia entrada)
    2º lote 130,00 (promocional/meia entrada)
    Camarote 1º lote $180,00 (promocional/meia entrada)
    Camarote 2º lote $200,00 (promocional/meia entrada)
    Censura: 16 anos
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  • Classic Metal Records lança no Brasil dois álbuns do PRAYING MANTIS

    Classic Metal Records lança no Brasil dois álbuns do PRAYING MANTIS

    O Praying Mantis, pela primeira vez no Brasil, ganhou edições nacionais dos álbuns ” Legacy” (2015) e o mais recente álbum ” Gravity” (2018) da banda Praying Mantis, pela Classic Metal Records. Os álbuns já estão disponíveis no site do selo: www.classicmetal.com.br Em vídeo promocional da Classic Metal Records, Chris Troy, baixista do Praying Mantis, apresenta o álbum “Gravity”, deseja que os fãs apreciem o novo trabalho e compareçam nos shows da banda na América do Sul em 2019. Confira a seguir:

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  • Confira a versão acústica do hit “Edge of a Broken Heart”, do VIXEN

    Confira a versão acústica do hit “Edge of a Broken Heart”, do VIXEN

    Um dos nomes clássicos do hard rock dos anos 80, o VIXEN, lançará Live Fire em 6 de julho pela Rat Pak Records. Mixado por Michael Wagener, Live Fire apresenta 12 faixas ao vivo e foi gravado no lendário Arcada Theatre de Chicago durante a bem sucedida turnê do grupo em 2017. Além dos maiores clássicos da VIXEN, o trabalho também inclui uma versão de estúdio recém-gravada de You Ought to Know By Now, uma versão ao vivo de uma faixa inédita chamada Big Brother, e uma versão acústica totalmente nova do hit Edge Of A Broken Heart, que você pode conferir abaixo.

    Em relação a You Ought to Know By Now, a vocalista Janet Gardner diz: “Ela dá um gostinho dos dias clássicos da VIXEN, com uma energia e paixão revitalizada!”. A baixista Share Ross acrescenta: “Esta música é a conexão final entre nossa história com Jan e nosso futuro!”

    Falando do material ao vivo, a baterista Roxy Petrucci comenta: “É muito legal ver tantos fãs antigos e novos curtindo essas músicas clássicas enquanto as tocamos ao vivo, então faz sentido lançar este álbum ao vivo!”. A guitarrista Britt Lightning acrescenta: “Este álbum realmente capta toda a espontaneidade e energia da performance ao vivo da banda”.

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  • BAD WOLVES divulga o clipe de “Remember When”

    BAD WOLVES divulga o clipe de “Remember When”

    O vídeo do BAD WOLVES para a música Remember When pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do álbum de estreia da banda, Disobey, que ficou em 23º lugar na Billboard 200, com 19.000 unidades equivalentes do álbum, vendidas na semana que terminou em 17 de maio.

    O clipe Remember When explora o relacionamento do vocalista do BAD WOLVES, Tommy Vext, com seu irmão.

    “Meu irmão gêmeo está atualmente cumprindo 17 anos de prisão por tentativa de homicídio – [ele] tentou me matar durante uma invasão domiciliar quando estava chapado em 2010”, disse Vext em entrevista recente à Kerrang! “[Testemunhar contra ele] foi definitivamente um dos momentos mais difíceis da minha vida”.

    Remember When meio que cruza uma linha do tempo, e destaca duas pessoas que viveram exatamente a mesma vida, e tiveram exatamente as mesmas dificuldades, vantagens e desvantagens. Quem somos, como adultos, é definido pelas escolhas que fizemos e nossas vidas são reflexos dessas escolhas “.

    Disobey também inclui a cover do BAD WOLVES para o hit do THE CRANBERRIES, Zombie. A faixa atingiu o Top 15 na parada das rádios rock americanas, e foi número 1 no iTunes em vários países, incluindo o Reino Unido, a Suécia, o Canadá, a Nova Zelândia, a Austrália e o país natal dos CRANBERRIES, a  Irlanda.

    BAD WOLVES é formado pelo baterista John Boecklin (ex-DEVILDRIVER), o vocalista Tommy Vext (DIVINE HERESY, SNOT), os guitarristas Doc Coyle (ex-GOD FORBID), Chris Cain (BURY YOUR DEAD) e o baixista Kyle Konkiel (ex-IN THIS MOMENT).

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  • Pela primeira vez no Brasil, Eduardo “Speedo” Martinez B.A.ND.

    Pela primeira vez no Brasil, Eduardo “Speedo” Martinez B.A.ND.

    Chega pela primeira vez em nosso, Eduardo “Speedo” Martinez, vocalista do The Flaming Sideburns, reis nórdicos do rock garagem. Formado na Finlândia na metade dos anos 90, o The Flaming Sideburns logo se transformou no nome de maior projeção internacional de seu país, acompanhando o boom do Rock escandinavo, que revelou bandas como The Hives, The Hellacopters, Sahara Hotnights, Turbonegro e Gluecifer.

    Desde o lançamento do seu incandescente debut “It´s Time To Testify (1998 – Bad Afro Records), eles não pararam de fazer turnês pela Europa, Estados Unidos e América Latina. Misturando a garagem sessenteira dos The Sonics e dos Rolling Stones com tudo de bom que veio depois, como The Stooges, MC5, New York Dolls, Flaming Groovies, junto a toneladas de fuzz e um ritmo frenético. Eles contam com um dos melhores frontman’s da sua geração. O argentino Eduardo “Speedo” Martinez é um vocalista explosivo, uma mescla dos gritos do Little Richard com Jagger e o Iggy Pop. Um showman com uma presença e carisma únicos.

    Em visita a Argentina, Martinez decidiu juntar alguns de seus amigos para realizar uma turnê dando uma aula do autêntico e selvagem Rock And Roll. Completam a banda, o guitarrista Guido e baterista Dinamita Max, históricos membros das bandas Los Lotus e 50/50. Gaby Zero guitarrista da banda Coverheads, o terceiro guitarrista Mariano da B.M.F.C., e o baixista Diego Pellegrini da Nellys En Llamas.

    A turnê “Save Sudamérica Tour 2018” passa pela Argentina, Uruguai e Brasil, no repertório as músicas do The Flaming Sideburns, MC5 e mais algumas surpresas barulhentas. Um show imperdível para quem gosta de um Rock And Roll alto e selvagem no volume 10.

    No Brasil a turnê passa por Porto Alegre, quarta-feira dia 27, com uma aparição ao vivo no programa Radar da TVE RS, e segue com shows na sexta-feira dia 29, abertura da banda Sapo Boi e sábado, dia 30 em São Leopoldo, com as bandas, Pômica (São Leopoldo), Cor Do Invisível  (Canoas) e Sapo Boi (Porto Alegre).

    Shows:

    29/06 Sexta Feira

    Eduardo Martinez B.A.ND em Porto Alegre.

    Abertura: Sapo Boi

    20H – Ingressos R$20

    Gravador Pub

    Rua Conde de Porto Alegre, 22 – São Geraldo – Porto Alegre/RS

    Evento: https://tinyurl.com/embpoa

    30/06 Sábado

    Eduardo Martinez B.A.ND em São Leopoldo.

    Abertura: Sapo Boi, Pômica e Cor do Invisível

    21H – Ingressos R$ 15 antecipados e R$20 na hora

    Embaixada do Rock

    Rua Presidente Roosevelt, 806 – Centro – São Leopoldo/RS

    Evento: https://tinyurl.com/embsaoleo