Categoria: Roadie News

  • PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    ‘Na Órbita do Medo’, o 10º registro do Projeto Trator, exalta tudo aquilo que o duo paulista martela há 12 anos de atividades: músicas fora do senso comum, e muita caoticagem, calibrada a partir da junção de momentos sludge, doom, stoner e punk. O novo EP tem quatro músicas, que já estão nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records. Ouça: https://ONErpm.lnk.to/ProjetoTrator.

    Paulo Uedo (guitarra/vocal) e Thiago Padilha (bateria) apresentam, como de costume, uma sonoridade orgânica, com pouquíssimos overdubs, captada junto a Sérgio Ugeda (ex-Hierfofante Púrpura) no estúdio Bem Maior, ainda em 2017. Antes de ganhar a versão definitiva do EP, as novas músicas – ‘Na Órbita do Medo’, ‘Asfixia’, ‘Vermes’ e ‘Absurdos’ – foram testadas ao vivo na turnê realizada ano passado na Argentina.

    A crítica social nas letras do disco ‘Fora Temer’ (2016) está ainda mais direta neste novo material, sem nunca deixar de lado a estética dadaísta, uma das mais fortes características do processo criativo lírico do duo. “Não é clichê, mas é o que a gente vive no dia a dia. O Fora Temer é uma referência boa pra entender o que se reflete nesse EP. Nada melhora, tudo piora na realidade brasileira”, desfere Paulo.

    Já a massa sonora do Projeto Trator traz as habituais referências a bandas como Eyehategod e Electric Wizard. “Na Órbita do Medo’ ainda tem diversas experimentações. “Trouxemos as jams ao estúdio, além de ficar mais perto do punk, com influência de Amebix e Discharge”, afirma Padilha. “Experimentação tem que ter e fazer show igual todo dia é chato. Por isso desta vez usamos loopings e delays. Tentamos nos aproveitar ao máximo”, completa Paulo.

  • Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    O ex-baterista do PANTERA e do DAMAGEPLAN, Vinnie Paul Abbott, morreu. Ele tinha 54 anos de idade.

    De acordo com o Las Vegas Review-Journal, Vinnie faleceu na sexta-feira em Las Vegas, onde ele tinha uma casa. Nenhum outro detalhe de sua morte foi revelado até o momento.

    O falecimento do baterista foi confirmado em suas páginas pessoais e no Facebook do PANTERA, onde um anúncio idêntico apareceu na noite de sexta-feira, 22 de junho.

    Vincent Paul Abbott, o Vinnie Paul faleceu”, dizia o comunicado. “Paul é mais conhecido por seu trabalho como baterista nas bandas PANTERA e HELLYEAH. Nenhum outro detalhe foi revelado até o momento. A família pede que, por favor, respeitem sua privacidade neste momento”.

    Vinnie Paul e seu irmão “Dimebag” Darrell Abbott fundaram o PANTERA na década de 1980. Quando o PANTERA se separou em 2003, eles formaram o DAMAGEPLAN. Em 8 de dezembro de 2004, enquanto se apresentava com o DAMAGEPLAN no Alrosa Villa em Columbus, Ohio, Dimebag foi baleado e morto no palco por Nathan Gale. Ele tinha 38 anos.

    Desde o assassinato de seu irmão, Vinnie Paul lançou vários itens relacionados ao irmão Dimebag através de sua gravadora Big Vin Records, incluindo DVDs e o livro de bolso He Came to Rock. Vinnie disse mais tarde que os lançamentos relacionados ao Dimebag não foram uma tentativa de lucrar com o fim trágico de seu irmão, mas sim uma maneira de manter o legado de Dimebag vivo.

    Durante os anos, Vinnie Paul foi persistente em negar uma possível reunião do PANTERA, que contaria com Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE) ocupando o posto de Dimebag. Vinnie declarou à Metal Hammer: “Eu não estou interessado, porque não há Dime, e, para mim, se não há Dime, não há PANTERA, essa é a minha razão. É passado. Eu segui em frente. Eu toco em uma banda chamada HELLYEAH, e eu realmente amo fazer isso. Estou ansioso para seguir em frente; não quero viver no passado”.

    Na última década, Vinnie manteve-se ativo em turnês e em estúdio com o HELLYEAH, cujo quinto álbum, Unden!Able, saiu em 2016.

    Pouco antes de sua morte, Vinnie gravou as faixas de bateria para o sexto álbum do HELLYEAH, no estúdio The Hideout em Las Vegas.

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  • THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    A superbanda THE DEAD DAISIES lançou um novo single e videoclipe, Dead And Gone, uma das favoritas dos seus fãs, presente no seu álbum mais recente, Burn It Down. O clipe combina elementos performáticos clássicos entrelaçados com aparições do personagem Undead, e foi criado, filmado e editado pelo lendário visionário de terror Tony Valenzuela.

    Durante a última série de shows na Europa, quando em Berlim, a banda filmou as sequências de performance na Black Box Music (RAMMSTEIN, 30 SECONDS TO MARS, LINKIN PARK, MARILYN MANSON) com as ‘aparições’ de zumbis sendo filmadas, por assim dizer, em Los Angeles, nos míticos estúdios da Daisyland.

    Ele também marca o início oficial da nova plataforma Daisyland da banda, que convida todo mundo de todo o mundo para fazer parte da jornada do grupo. Desde o primeiro dia, THE DEAD DAISIES queria proporcionar a todos os amantes da música rock um lugar para passear, se divertir e curtir a vibe sem se preocupar com nada. Daisyland é esse lugar!

    O vocalista, John Corabi fala sobre Dead And Gone: “Dead And Gone é uma daquelas faixas que devem ser tocadas em volume alto! Tem um ótimo groove, e é basicamente sobre viver a vida, (responsavelmente) se divertindo, e não deixar ninguém te julgar por querer ter alguma diversão!!!!”

    THE DEAD DAISIES está prestes a embarcar em sua segunda turnê japonesa, seguida por uma série de shows e festivais europeus com o KISS, JOE SATRIANI, SCORPIONS e GUNS N’ ROSES. Em agosto a banda deve retornar à América do Norte para um mês de shows com o velho companheiro e atual tecladista do GN’R, Dizzy Reed e seu HOOKERS & BLOW.

    THE DEAD DAISIES é formado por: Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO), John Corabi (MÖTLEY CRÜE, THE SCREAM), Marco Mendoza (WHITESNAKE, THIN LIZZY), Deen Castronovo (BAD ENGLISH, JOURNEY) e David Lowy (RED PHOENIX, MINK).

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  • LUCIFER: Confira o vídeo oficial para “Dreamer”

    LUCIFER: Confira o vídeo oficial para “Dreamer”

    O novo vídeo do LUCIFER, Dreamer, pode ser visto abaixo. A música é parte do segundo álbum de estúdio da banda, Lucifer II, que será lançado em 6 de julho pela Century Media Records.

    Além de uma nova gravadora, a continuação de Lucifer I, de 2015, também marca o primeiro lançamento da nova encarnação do LUCIFER, agora composta pela vocalista Johanna Sadonis, o guitarrista Robin Tidebrink e o multi-instrumentista Nicke Andersson, que toca bateria e também assumiu o baixo e a guitarra nas gravações de Lucifer II. A formação ao vivo da banda também conta com Martin Nordin (DEAD LORD) na guitarra, além do baixista Alexander Mayr.

    Lúcifer II foi gravado no Honk Palace em Estocolmo. Foi mixado por Ola Ersfjord (DEAD LORD, TRIBULATION, PRIMORDIAL) no Cuervo Recording Service em Madri.

    Sadonis comenta: “Estamos muito entusiasmados em trazer nosso pesado tanque de rochas para a monstruosa fortaleza da Century Media. Que lugar melhor para começar o novo capítulo! Isso deverá combinar tanto quanto Buck Dharma e seu bigode. Esta é uma união profana!”

    Jens Prüter, diretor de A&R da Century Media na Europa, acrescenta: “Estamos muito orgulhosos de apoiar os próximos capítulos do LUCIFER. Encontrei Johanna algumas vezes, e em todas elas fiquei impressionado com sua forte visão sobre o LUCIFER. A adição de Nicke Andersson é ainda mais interessante, porque ele sempre contribuiu com o mais alto nível de rock ‘n’ roll em todas as bandas em que esteve envolvido. Estou ansioso para ver a ascensão de LUCIFER!”

    Originalmente, o LUCIFER foi formado em Berlim (ALE) em 2014, com Sadonis atuando ao lado de membros de CATHEDRAL, ANGEL WITCH e LADYTRON. O primeiro single de sete polegadas, Anubis, e o álbum de estreia, Lucifer I, foram lançados pela gravadora britânica Rise Above Records, estabelecendo rapidamente o grupo como um novo nome promissor na crescente cena que busca revitalizar o excelente hard rock dos anos 70, com uma boa dose de proto metal e doom adicionado à mistura. Citando BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, BLUE ÖYSTER CULT, LUCIFER’S FRIEND, STEPPENWOLF, HEART e FLEETWOOD MAC como inspiração, a banda LUCIFER corrompeu as almas de muitos, e alcançou reconhecimento internacional em turnês pela Europa, EUA, Canadá e Japão.

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  • CORPORATE DEATH “O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema”

    CORPORATE DEATH “O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema”

    Damien Mendonça, Aline Lodi e Rafael Cau

    O interior de São Paulo sempre mostrando sua força extrema no underground nacional e o Corporate Death é um excelente exemplo. Com seu estilo calcado em um primoroso Death Metal convidamos os membros Damien Mendonça e Rafael Cau para essa entrevista onde eles nos trazem importantes informações e anunciam que em 2019 serão iniciados os trabalhos para o novo álbum.

    A banda Corporate Death foi fundada em 2001 e desde então vem trilhando o caminho da mais pura Brutalidade com seu excelente Death Metal. Durante todo esse tempo de atividade quais foram as maiores conquistas no seu ponto de vista?

    Damien e Rafael: Primeiramente muito obrigado pela oportunidade e pelo espaço cedido para a banda. Acreditamos que a maior conquista é de tocarmos as pessoas com nossa música. Lutamos para compor, gravar e divulgar nosso trabalho e mesmo com todas as dificuldades de incentivo no Brasil, a resposta positiva do público headbanger é muito gratificante.

    Em 2003 vocês lançaram um Rehearsal e dois anos depois a demo “Ways to the Madness” (2005). Como foi a receptividade do público nessa época?

    Damien e Rafael: Na verdade a gravação da música “Loser” foi um ensaio na casa do Rafael Cau com 1 microfone gravado em fita, e foi lançado só para termos um primeiro registro. Depois disso a banda ficou em hiato e só gravamos o Ways to the Madness pouco mais de 1 anos depois. Tivemos uma repercussão excelente graças às boas resenhas da mídia especializada, e fizermos muitos shows de divulgação.

    Rafael Cau, Aline Lodi e Damien Mendonça

    Vemos que entre os lançamentos do Corporate Death existem longos espaços de tempo. Qual a maior dificuldade enfrentada por parte da banda quanto aos lançamentos de seus álbuns?

    Damien e Rafael: Temos que conciliar as atividades da banda com nossa vida profissional, estudo e família. Infelizmente não conseguimos nos dedicar totalmente ao Corporate Death mas sempre tratamos a banda com seriedade e profissionalismo. Gravar um álbum exige muito tempo, dedicação e principalmente dinheiro. Então trabalhamos com um espaço de tempo razoável para oferecer um material com qualidade.

    O primeiro Álbum “Terminate Existence” é uma obra prima, considerado por muitos um grandioso trabalho e que teve seu lançamento feito por um importante selo a Die Hard. A divulgação do mesmo foi satisfatória?

    Damien e Rafael: Na verdade não foi feita uma divulgação satisfatória na época, além do resultado geral da gravação e mixagem não nos agradar. Temos planos de remixar e relançar o Terminate Existence em breve para a comemoração dos seus 10 anos.

    Acredito que esse álbum logo de cara se tornou uma referência para o estilo pela sua alta qualidade musical e técnica. Para você este álbum foi o fator determinante para a projeção do Corporate Death no mundo?

    Damien e Rafael: A banda está em constante evolução.  Nós amadurecemos muito por causa dele, e após essa experiência evoluímos muito em diversos aspectos. Gostamos muito das composições do Terminate Existence. Esse álbum foi o nosso ponto de partida e com certeza abriu muitas portas.

    Quanto a cena gringa, houve uma distribuição por lá?

    Damien e Rafael: O Terminate Existence é um pouco raro para fora do país. Quem tinha mais contato com o Fausto da Die Hard era o Paulo e todo o trâmite do lançamento foi feito por ele, então temos poucas informações da forma como o álbum foi distribuído, e em geral sobre esse lançamento.

    Rafael Cau, Aline Lodi e Damien Mendonça

    Em 2014 ainda com a mesma formação vocês lançaram o segundo álbum “Angels & Worms” após 6 anos do lançamento do primeiro álbum. Este trabalho foi lançado pelo selo italiano Murdher Records. Este lançamento feito por um selo europeu ajudou a difundir definitivamente o nome Corporate Death no velho continente?

    Damien e Rafael: Na verdade o Angels & Worms foi gravado com Rafael Cau na bateria e já estava bem encaminhado nas composições quando o Paulo Pinheiro deixou a banda. Quanto ao lançamento do Angels & Worms, a Murdher Records fez uma excelente distribuição do nosso trabalho na Europa. Por lá é bem fácil encontrar esse material, mas por aqui é bem raro.

    Esse mesmo álbum nunca teve seu lançamento em nossas terras. Por que não foi lançado no Brasil?

    Damien e Rafael: Hoje em dia os selos especializados em música extrema batalham para lançar o material sempre em parcerias. Na época encontramos alguns selos interessados mas não o suficiente para o lançamento. Lançamos o CD promo (100 cópias) de forma independente e a Murdher Records gostou do trabalho da banda e decidiu lançar o CD.

    Para nossa surpresa o vocalista Flávio Ribeiro se desligou da banda logo após o lançamento de “Angels & Worms”, afinal foram 13 anos à frente do line-up com sua voz poderosa. Qual o motivo desse afastamento tão repentino?

    Damien e Rafael: Todos os anos com o Flávio foram uma excelente fase de nossas vidas. Fizemos ótimas músicas e shows mas devido a algumas divergências e desgaste de ambas as partes ele decidiu deixar a banda. Foi uma época difícil, mas com essa separação seguimos em frente com o Corporate Death e hoje o Flávio continua com seu poderoso vocal à frente da banda Vizaresh onde também toca baixo. O Vizaresh é mais uma força extrema somando no death metal nacional.

    Terminate Existence – 2008

    Para sua substituição vocês nos pegam de surpresa novamente. Entra na banda a Aline Lodi que é muito conhecida por integrar a banda Exhortation e claro, uma vocalista Brutal. Como foi que surgiu a ideia para a entrada desta que pra mim é uma das melhores vocalistas do Brasil?

    Damien e Rafael: Tocamos com o Exhortation em alguns festivais e já conhecíamos o pessoal a algum tempo. A ideia principal quando chamamos a Aline para a banda foi de iniciar uma nova fase no Corporate Death. Não queríamos um vocalista que tentasse imitar o vocal do Flávio e como a Aline tem um vocal com personalidade decidimos fazer o convite. Ela aceitou de imediato o desafio e a cada ensaio sua evolução mostrou que ela foi uma escolha certa para a banda.

    Quando ouvi o Single “Ignorance Prevails” fiquei impressionadíssimo com a adaptação dela na banda. Por um momento parecia que ela sempre foi integrante da banda pois seus vocais caíram como uma luva nas composições da banda. Como foi a repercussão deste material junto aos fãs?

    Damien e Rafael: A repercussão foi muito boa e recebemos um feedback positivo desse single. Isso nos motivou ainda mais para continuarmos com as composições do próximo álbum.

    Logo após este single de 2016 a banda vem com “Reborn” título muito justo ao vermos toda a trajetória da banda. Afinal uma banda reformulada. Este trabalho foi lançado pela união de três selos e para muitos o melhor álbum da banda desde então. O que vocês nos falam a respeito?

    Damien e Rafael: Esse trabalho é muito especial para a banda, como foi dito anteriormente cada álbum marca uma fase de nossas vidas. Reborn é um álbum brutal como os anteriores mas tem uma dinâmica diferente, mostra um Corporate Death mais sólido. Temos muita gratidão com os selos (Misanthropic Records, Cianeto Records e Brutaller Records) por acreditarem na banda e investirem no lançamento desse CD.

    Angels & Worms – 2013

    A Aline Lodi mostrou muita competência neste trabalho, ela está como membro efetivo ou está apenas dando suporte à banda?

    Damien e Rafael: A Aline já faz parte da história do Corporate Death há mais de 4 anos e é membro efetivo da banda sem sombra de dúvida.

    Quanto aos shows para divulgação do álbum, vocês têm viajado e tocado em outros estados Brasileiros?

    Damien e Rafael: Não recebemos muitas propostas para tocarmos fora do estado mas a banda está com a agenda aberta para shows.

    Este álbum também está tendo uma boa divulgação fora do Brasil?

    Damien e Rafael: Sim, estamos recebendo um ótimo feedback de fora sobre o Reborn e os selos contribuem muito para isso.

    Com essa formação destruidora a banda pretende nos brindar com mais trabalho em breve?

    Damien e Rafael: Estamos em processo de composição, com muitas ideias amadurecendo, e pretendemos entrar em estúdio em 2019 para o próximo álbum.

    A banda é originaria de Jundiaí cidade bem perto da capital e que parece ter uma cena bem forte. Como você vê a cena atual?

    Reborn – 2017

    Damien e Rafael: Na nossa cidade os shows são muito raros. Não vemos mais shows lotados como antigamente, mas a cena underground ainda respira, principalmente no interior. O Brasil tem excelentes bandas na ativa, e é a ajuda de todos que nos mantém em pé.

    A banda apresenta temáticas bem fortes em suas letras como anti religião, Niilismo e o lado negro da vida humana. Quem é o compositor mais ativo na questão lírica? e quais as suas principais fontes de inspiração?

    Damien e Rafael: Cada álbum teve um método de composição diferente. Atualmente todos escrevem letras na banda. A principal fonte de inspiração é a fraqueza humana que atribui suas responsabilidades em fantasmas imaginários.

    Meus velhos amigos Damien Mendonça e Rafael Cau, eu agradeço imensamente gentileza em me receber e por toda a atenção à essa entrevista. Um forte abraço e o espaço é de vocês…

    Damien e Rafael: Muito obrigado pela oportunidade dada a nós e às bandas do metal nacional.

    Abaixo o vídeo gravado da apresentação do Corporate Death no Umbra Ad Aeternum Fest 2
  • DORO: Disponível primeiro trailer de “Forever Warriors, Forever United”

    DORO: Disponível primeiro trailer de “Forever Warriors, Forever United”

    O tão aguardado novo álbum da cantora alemã Doro Pesch será lançado em 17 de agosto pela Nuclear Blast. O 20º LP de DORO, Forever Warriors, Forever United será um grande marco para a carreira da vocalista, seu primeiro álbum duplo de estúdio, e que trará 24 músicas novas, incluindo algumas surpresas impressionantes.

    Abaixo você pode conferir o primeiro trailer de Forever Warriors, Forever United. Falando sobre o novo álbum, a vocalista alemã diz: “Há alguns grandes hinos no álbum, incontáveis músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve dar a você a sensação de poder e, portanto, contém muita energia”.

    A capa do álbum foi mais uma vez criada pelo artista favorito de DORO, Geoffrey Gillespie. Ele retrata Doro no meio de um enxame headbangers selvagens exalando atitude, poder e vibrações positivas.

    “A capa e o título formam uma unidade perfeita”, explica Doro, “exatamente como deveria ser. Tudo se encaixa perfeitamente com as músicas, que também abordam alguns temas políticos”.

    “Há alguns grandes hinos no álbum, inúmeras músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve transmitir poder para você, então ele contém muita energia!”

    Doro continua: “Em Forever Warriors, Forever United, haverá muitos heróis do rock. Os fãs já podem ficar curiosos sobre os muitos músicos convidados envolvidos.”

    O guitarrista Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO, THE DEAD DAISIES) e o ex-guitarrista do WARLOCK, Tommy Bolan – que também contribuiu para o aclamado LP Triumph & Agony” em 1987 – farão parte do novo álbum.

    De acordo com Doro, a primeira música que ela escreveu para o novo álbum é uma faixa dedicada ao icônico líder do MOTÖRHEAD e seu amigo de longa data, Ian “Lemmy” Kilmister. “Chama-se Living Live to the Fullest”, diz ela.

    Seguindo a tradição, haverá também uma música em alemão no álbum – uma faixa midtempo abordando o tema da amizade profunda, assim como feito há anos em Für Immer.

    A muito aguardada continuação de Raise Your Fist, de 2012, será o primeiro lançamento da cantora alemã desde o single Love’s Gone To Hell, de 2016. No ano passado, Pesch celebrou o 30º aniversário do álbum Triumph And Agony, do WARLOCK, apresentando o álbum na íntegra em shows selecionados em todo o mundo.

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  • MAYAEN estreia com o clipe da faixa ‘Mudlord’

    MAYAEN estreia com o clipe da faixa ‘Mudlord’

    Dois nomes conhecidos da cena Stoner brasileira uniram forças e ideias para misturar o hype e o clássico com o Mayaen. Como prévia do EP de estreia que sai nesta sexta-feira, 22 de junho, pela Abraxas Records, saiu hoje o videoclipe da música ‘Mudlord’. Você pode conferir o clipe abaixo.

    Mayaen é um prolongamento natural da Lively Water e do Stone House on Fire: mistura pontual do stoner rock com rock alternativo, com riffs, batidas cadenciadas e refrões potentes. A música do clipe, ‘Mudlord’, é sobre um orixá, Obaluaê, que no candomblé é o filho de Iemanjá. “É um orixá que é ligado a tudo que é desgraça”, ele completa.

    O clipe reverencia o DIY (Do It Yourself). Foi gravado num home studio na casa de Leal. “Improvisamos e mandamos bala”, conta Mazzeu. A produção trabalha com ângulos fechados e cortes rápidos, com os takes se abrindo de acordo com o andamento da música, que dá uma ideia de movimento.

    Acompanhe o site e as redes sociais da Abraxas para informações atualizadas sobre este e outros lançamentos do selo.

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  • MORCROF: álbum ao vivo “Live At The Brazilian Swamp” chega ás plataformas digitais

    MORCROF: álbum ao vivo “Live At The Brazilian Swamp” chega ás plataformas digitais

    Um dos nomes mais representativo da cena metálica extrema brasileira, os paulistanos do Dark Metal Morcrof, segue aos poucos disponibilizando sua vasta e histórica discografia nas principais plataformas digitais, como iTunes, Spotify, Deezer e YouTube (inclui live álbuns, demos, álbuns de estúdios, Dvd’s e muito mais). O registro da vez trata – se do Live álbum “Live At The Brazilian Swamp”, que foi gravado na abertura do show da lendária Varathron no Brasil em 2015, e que teve seu lançamento concretizado em 2017.
    “Live At The Brazilian Swamp” conta com 04 músicas, registrados pelo Rog666 Vídeos, masterizado no KW Home Studio, licenciado pela produtora Storm Productions (organizadora do show) e lançado pelo selo Erinnys Productions. A arte de capa foi desenvolvida pelo tatuador e desenhista Allan Luís.
    O álbum encontra-se disponível nas lojas digitais, com banda (via facebook) e com o selo Erinnys Productions.
    No momento a banda concentra-se nos últimos detalhes da mixagem e masterização do novo full-length, “.:.codex.gnosis.apokryphv.:.arcano.verba.revelatio.:.”, a ser lançado nos próximos meses.
    Tracklist:
    1. In Monolitus Ex Auorum Spiritus Mundus
    2. Ad Infinitum (Awakening the Archetype of Being)
    3. Portae Ex Solis Sursum Aquilonem
    4. Proliferous Equilibrium of Fohat
    Ouça “Live At The Brazilian Swamp” na íntegra:
    iTunes/Apple Music: https://apple.co/2tj147y
    Google Play Music: encurtador.net/ajqL2
    Links Relacionados:
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  • ACCEPT: Novo trabalho ao vivo já tem nome e data de lançamento!

    ACCEPT: Novo trabalho ao vivo já tem nome e data de lançamento!

    A lenda do heavy metal teutônico ACCEPT lançará um novo disco ao vivo, Symphonic Terror – Live At Wacken 2017, em 23 de novembro via Nuclear Blast. Os fãs podem esperar um show exclusivo do ACCEPT, filmado em 3 de agosto de 2017 no lendário festival Wacken Open Air, onde a banda fez o maior e mais extraordinário show de sua carreira, diante de 80.000 fãs, além de milhares de outros que acompanharam a apresentação via live stream.

    O concerto de duas horas foi dividido em três partes, mostrando todo o poder criativo do ACCEPT: A primeira parte contou com a estreia das novas faixas Die By The Sword e Koolaid, além de algumas das músicas mais populares da banda, como Restless And Wild e Pandemic. A parte intermediária apresenta o guitarrista Wolf Hoffmann acompanhado por uma orquestra sinfônica, tocando as melhores faixas de seu recente álbum solo, Headbangers Symphony, que inclui versões heavy metal de alguns dos maiores compositores clássicos do mundo (por exemplo, de Beethoven, Mozart, Vivaldi). E, na parte derradeira do show, os fãs puderam bater suas cabeças para o ACCEPT nos hinos (também acompanhados pela orquestra), Princess of the Dawn, Breaker, Fast as a Shark e Metal Heart, bem como em canções mais novas, como Stalingrad , Shadow Soldiers e Teutonic Terror. O encerramento conta com uma versão de oito minutos do maior clássico do ACCEPT, Balls To The Wall.

    Após a apresentação no Wacken, Hoffmann disse a ‘TotalRock’: “Foi fenomenal. Nós realmente não sabíamos o que esperar. Fizemos alguns ensaios e outras coisas, mas essa foi a primeira vez que estivemos no palco com uma orquestra. Foi algo totalmente diferente do que normalmente fazemos, mas soou fantástico e eu me senti ótimo, todo mundo sorria, as pessoas da orquestra se divertiram muito, o maestro estava de ótimo humor e todo mundo estava tipo, ‘Isso é divertido’. Tudo foi muito, muito bom e não poderia ter sido melhor”.

    Ele continuou: “Muita preparação rolou – foram meses falando sobre isso, organizando tudo, definindo as escalas e escrevendo todas as partituras para todos, porque tocando com uma orquestra, você não pode simplesmente ir lá e tocar”.

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  • PAUL McCARTNEY: Novo álbum, “Egypt Station” sai em setembro

    PAUL McCARTNEY: Novo álbum, “Egypt Station” sai em setembro

    Paul McCartney te convida para uma viagem musical em seu novo disco “Egypt Station”, que será lançado no dia 7 de setembro, pela Universal Music.

    Dividindo um título com uma das pinturas de Paul, “Egypt Station” é o primeiro disco de músicas inéditas do artista desde o bem-sucedido “New” de 2013. Duas faixas inéditas apresentam a nova fase do lendário Beatle – a lamentosa “I Don’t Know” (https://umusicbrazil.lnk.to/IDontKnowPR  e a áspera “Come On To Me” (https://umusicbrazil.lnk.to/ComeOnToMePR) e representam o disco que foi gravado entre Los Angeles, Londres e Sussex e produzido (com exceção de uma faixa de Ryan Tedder) por Greg Kurstin (Adele, Beck, Foo Fighters).

    Sobre o título do aguardado novo disco, Paul diz, “Gostei das palavras ‘Egypt Station’. Elas me lembram dos discos em vinis que costumávamos fazer… ‘Egypt Station’ começa em uma estação na primeira música e a cada nova faixa visitamos uma nova estação. Foi essa a ideia que seguimos para criar cada faixa do disco a partir disso. Acho que ela veio de um sonho, mesmo lugar de onde as músicas surgem”.

    Verdadeiras à inspiração por trás do título, as 14 faixas de “Egypt Station” combinam para formar um repertório único para uma viagem musical. Dos primeiros aos últimos acordes entra a “Estação 1” e “Estação 2”, cada canção encontra Paul capturando um lugar ou momento diferente e transportando o ouvinte para o próximo destino. Paradas ao longo do caminho incluem uma meditação acústica sobre o cotidiano (“Happy With You”), um hino atemporal que se encaixaria virtualmente em qualquer disco de qualquer era McCartney (“People Want Peace”) e um final épico de quase 7 minutos com uma música cujo arranjo remete aos combos anteriores de Paul (Despite Repeated Warnings”). O resultado é uma viagem por um caleidoscópio milenar de músicas de diferentes eras e localidades, mas que mantém as raízes nos dias de hoje, com as melodias e letras inconfundíveis de Paul McCartney guiadas por toda sua sensibilidade.

    A confirmação do lançamento de “Egypt Station” acaba com a especulação sobre o novo disco de Paul McCartney que começou quando todas as fotos do perfil do artista foram apagadas e Paul visitou diversos postos turísticos de Liverpool. O início do álbum foi um show surpresa feito no dia 9 de junho em um pequeno pub de Liverpool, o Philharmonic Pub, durante o qual a faixa “Come On To Me” foi apresentada ao lado de diversos clássicos da carreira do músico. Mais detalhes estão por vir…

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