Categoria: Roadie News

  • EYEHATEGOD e SAMSARA BLUES EXPERIMENT comandam Abraxas Fest 2018

    EYEHATEGOD e SAMSARA BLUES EXPERIMENT comandam Abraxas Fest 2018

    Os 5 anos de intensas atividades da Abraxas, tanto como produtora de turnês de bandas nacionais e internacionais, como de selo, com um cast de mais de 50 bandas brasileiras e gringas, serão celebrados em outubro no Abraxas Fest 2018, dias 13 e 14 em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, com respeitadas bandas estrangeiras e nomes em ascensão do cenário musical do país.

    Para o festival, a Abraxas traz pela primeira vez ao Brasil a lendária banda norte-americana de heavy metal Eyehategod, que é referência para todas as bandas do gênero sludge e dona de uma respeitada – e alucinada – carreira de 30 anos, com disco alçados a clássicos da música pesada.

    Os alemães do Samsara Blues Experiment também farão parte desta comemoração, agora em sua segunda visita ao Brasil, um ano depois da concorrida turnê com shows completamente lotados. De volta ao Brasil, o power trio divulga o último disco One With the Universe (que ganhou versão nacional – CD digipack – pela Abraxas Records), em que levaram à exaustão o finíssimo rock progressivo psicodélico.

    Em São Paulo, o Eyehategod e o Samsara Blues Experiment terão a companhia da Noala, sludge/post-metal da capital paulista, mais a clássica banda de doom metal brasiliense Into the Dust, conhecida como ITD. No Rio, os gringos dividem o palco com os paulistanos do avassalador Jupiterian e com os curitibanos do Pantanum e seu stoner doom psicodélico único.

    SERVIÇO Abraxas Fest em São Paulo Evento: www.facebook.com/events/428628674243793 Data: 13 de outubro de 2018 Horário: a partir das 17 horas Bandas: Eyehategod, Samsara Blues Experiment, Noala, ITD Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda 1071 – Barra Funda/SP Ingresso: R$ 120 (primeiro lote antecipado) até a véspera do show, online (com taxa de serviço) Vendas online: https://www.sympla.com.br/abraxasfestsp Venda física (sem taxa de conveniência): Yoga Para Todos (Rua Doutor Cândido Espinheira, 156 – Perdizes) – (11) 94314-7955 Volcom (Rua Augusta, 2490 – apenas em dinheiro) – (11) 3082-0213 Loja 255 na Galeria do Rock – (11) 3361-6951 Ratus Skate Shop (Rua Doná Elisa Fláquer, 286 – Centro, Santo André) – (11) 4990-5163 Na Hora: R$ 140 Censura: 16 anos

    Abraxas Fest no Rio de Janeiro Evento: www.facebook.com/events/1925147550842727 Data: 14 de outubro de 2018 Horário: a partir das 18 horas Bandas: Eyehategod, Samsara Blues Experiment, Pantanum, Jupiterian Local: Cais da Imperatriz Endereço: Rua Sacadura Cabral, 145 – Centro/RJ Ingresso: R$ 100 (primeiro lote antecipado) Venda online: https://www.sympla.com.br/abraxasfestrj Venda física (sem taxa de conveniência): Rocksession (Rua Conde de Bonfim, 80, loja 3 – subsolo – Tijuca) – 3168-4934 Tropicália Discos (Praça Olavo Bilac, 28 – Sala 207 – Centro) – 2224-9215 Hocus Pocus DNA (Rua 19 de fevereiro, 186 – Botafogo) – 3452-3377 Inside Rock (Avenida Amaro Cavalcanti, 157 – Méier) – 3985-8040 Sempre Música Catete (Rua Corrêa Dutra, 99; sobreloja 216 – Catete) – 2265-6910 Na hora: R$ 120 Censura: 16 anos

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  • ESCOLA ALEMÃ: um dos pioneiros do Metal em Goiás retoma as atividades

    ESCOLA ALEMÃ: um dos pioneiros do Metal em Goiás retoma as atividades

    Fundado incialmente no ano de 1986, a Escola Alemã é uma das primeiras bandas a surgir no estado Goiás dentro do estilo Heavy/Thrash Metal. O grupo esteve como um dos percursores entre os anos de 86 e 90, sendo um dos principais fomentadores do estilo e arrebatando uma legião de fãs na época com sua proposta pesada e tradicional.

    Após um hiato que perdurou por mais de 20 anos, a Escola Alemã retoma sua carreira e dá início à uma série de novidades sobre esse retorno tão aguardado por novos e velhos fãs de Metal nacional do centro-oeste brasileiro.

    O primeiro ato acaba de ser revelado, a banda acaba de assinar assessoria de imprensa com a Roadie Metal, que junto aos músicos estará assumindo a responsabilidade de criar e divulgar todo e qualquer conteúdo gerado pela Escola Alemã. O primeiro passo acaba de ser revelado, a assessoria libera aos saudosistas fãs da banda o Canal oficial do grupo no YouTube, o instagram e o press oficial liberado no site da Roadie Metal, confira:

    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCIOoDl4oZCKejKcmxxW4OYg

    Instagram: https://www.instagram.com/alemaescola/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/escola-alema/

    Facebook: https://www.facebook.com/bandaescolaalema/

    Escola Alemã tem em sua temática abordar assuntos sobre guerras, em especial a primeira e segunda guerra mundial. Os músicos em breve estarão disponibilizando no YouTube e em todas plataformas de Streaming as primeiras demos da atual fase para os fãs conferirem como está o processo atual de composições e gravações.

    Escola Alemã é formada por:

    Allan Paulino: Vocal

    Carlos D’Boa: Guitarra

    Cláudio Bezerra: Guitarra

    Acir Júnior: Bateria

    Breno Pessoa: Baixo

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  • MAYAN lança vídeo para “Saints Don’t Die”

    MAYAN lança vídeo para “Saints Don’t Die”

    O videoclipe oficial da música Saints Don’t Die do MAYAN – banda com o guitarrista e compositor do EPICA, Mark Jansen, ao lado de Jack Driessen (ex-AFTER FOREVER) e Frank Schiphorst – pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do novo álbum do MAYAN, Dhyana, que foi lançado na sexta-feira, 21 de setembro, via Nuclear Blast.

    Jansen declara: “Saints Don’t Die lida com guerras travadas as custas de jovens homens e mulheres, que são enviados para a batalha e sofrem as consequências durante toda a sua vida, enquanto os “santos” permanecem em suas torres de marfim, apenas puxando as cordas”.

    Sobre o álbum, Jansen afirma: “Nós nomeamos o nosso álbum Dhyana após a balada, o que é bastante incomum, mas foi bom e é o principal tema lírico do álbum. Nós escolhemos a música para ser nosso segundo vídeo (depois do ‘lyric video’ The Rhythm Of Freedom), já que ela mostra um lado diferente do MAYAN. Marcela Bovio e Laura Macrì cantam em dueto em espanhol, italiano e inglês!”

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  • CANNIBAL CORPSE e NAPALM DEATH: 14 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    CANNIBAL CORPSE e NAPALM DEATH: 14 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    Nem mesmo a chuva que desabou em vários pontos do Rio de Janeiro impediu o Circo Voador de receber um belo público para o início da turnê brasileira de dois pesos-pesados do metal extremo: Cannibal Corpse e Napalm Death, que depois tinham devastações marcadas para mais sete cidades (São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Fortaleza e Recife). Tudo bem que era noite de sexta-feira, mas o pé-d’água resolver dar as caras umas duas horas antes de soar a primeira nota – e olha que a Lapa, onde fica o Circo Voador, é um bairro acostumado a deixar pessoas ilhadas em bares, esperando que as ruas alagadas voltem a ser transitáveis. Mas, enfim, o que não falta é bar para matar o tempo.

    Fazendo valer a origem britânica, o Napalm Death começou pontualmente mais uma apresentação que, preciso fazer o registro, serve como argumento para derrubar viúvas desse ou daquele músico que não faz parte da banda. E me refiro a qualquer banda. Sem nenhum integrante da formação original, o quarteto hoje formado por Mark “Barney” Greenway (vocal), Shane Embury (baixo), Danny Herrera (bateria) e John Cooke (guitarra) matou a pau. Tudo bem que os três primeiros são veteranos, mas o último ainda é calouro – Mitch Harris compõe e grava, mas não sai em turnê desde 2014, quando Cooke passou a substituí-lo no palco.

    “Multinational Corporations”, uma das seis faixas extraídas do clássico álbum de estreia, “Scum” (1987), abriu os serviços para mostrar uma coisa: é preciso tirar o chapéu para Barney, e não necessariamente pela forte garganta. Na verdade, pela presença completamente hipnótica. Dá gosto de vê-lo agitando como uma criança, correndo até meio desengonçadamente pelo palco – de longe, parecendo até mesmo John Cleese na meia-idade num quadro do Monty Python para zoar maratonistas. Aliás, fico imaginando quantos quilômetros o vocalista não correu nos 70 minutos de show…

    E Barney estava tão alucinado que quebrou o microfone já na segunda música, “Instinct of Survival”, que contou com Cooke para segurar a onda até um roadie deixar tudo em ordem. “Amor e paz, meus amigos”, foram as primeiras palavras dirigidas ao público, bem inseridas nos pequenos discursos ao longo do set. E os destaques foram vários num repertório de 23 músicos, a ponto de valer citá-los um a um. A começar por “Practice What You Preach”, massacre sonoro que deixou Barney tão elétrico a ponto de ele ficar dando voltinhas no palco antes da canção seguinte.

    Depois, a lembrança da participação do saxofonista John Zorn em “Everyday Pox”, música que a tornou a roda na pista ainda mais absurda, assim como fizeram “Silence is Deafening”; “Call That an Option?” e seu discurso contra as armas nucleares; e “Suffer the Children”, com seu alerta para o mal causado pela religião e suas interferências. Não foi a primeira intervenção política, digamos assim – isso aconteceu com a referência ao fascismo em “Control”, que precedeu os menos de cinco somados de “You Suffer” e “Dead”. “Duas canções muito diferentes”, brincou Barney –, mas a melhor ainda estava por vir.

    Bradando “espírito de fraternidade e solidariedade”, Barney anunciou “Nazi Punks Fuck Off”, do Dead Kennedys. Ao fim da cacetada (e de uma belíssima roda), a resposta do público veio, com o perdão do bom francês, com um coro em homenagem àquele deputado federal fascista, racista, machista, misógino e homofóbico que concorre à Presidência da República: “Pau no cu do Bolsonaro”. “Não estou entendendo nada. Alguém pode traduzir para mim?”, pediu o vocalista, que soube o que os fãs estavam gritando e assinou em baixo: “Ótima sugestão”. E se estava bom demais, “Inside the Torn Apart” foi um desfecho digno de um baita show.

    O intervalo poderia ter durado mais de uma hora que os ânimos continuariam exaltados, no melhor sentido. E os fãs fizeram com que o Cannibal Corpse acompanhasse a arrebatadora apresentação da atração de abertura. Sim, os fãs, porque, convenhamos, os integrantes da banda nova-iorquina não passam do palco a mesma energia para a plateia. Isso é fato, mas há um ponto que pode ser discutido como subjetivo: o sentimento de já-ouvi-isso-antes-e-neste-mesmo-show que permeou a apresentação de 75 minutos de George “Corpsegrinder” Fisher (vocal), Pat O’Brien e Rob Barrett (guitarras), Alex Webster (baixo) e Paul Mazurkiewicz (bateria).

    Mas, ressaltando de outra maneira, os fãs não estavam nem aí para isso. Bastava reparar na roda animal em “Only One Will Die”, que veio na sequência de “Code of the Slashers” e abriu caminho para o riff matador da faixa-título do trabalho mais recente, “Red Before Black” (2017). Três das quatro músicas extraídas do 14º disco de estúdio da banda. As três primeiras do trabalho que, mesmo em ordem trocada, foram tocadas sem sair de cima – e vamos tirar o chapéu, porque o Cannibal Corpse basicamente passou a limpo a sua trajetória, esquecendo apenas os álbuns “Gallery of Suicide” e “Gore Obsessed” (2002).

    E entre as favoritas dos fãs que mais se destacaram, como “Evisceration Plague”, “Kill or Become”, “Devoured By Vermin” e “A Skull Full of Maggots”, era impossível não se impressionar com a estupidez instrumental de Webster e O’Brien, porque é simplesmente absurdo o que esses dois tocam. E quando Corpsegrinder deixava de lado seu gutural assustador e parava de bater cabeça alucinadamente – ou seja, quando resolvia falar com o público –, mostrava um senso de humor, digamos assim, que não combina com um sujeito daquele tamanho.

    “Você tirou da mão dele. Isso é sacanagem”, disse ele antes de “The Wretched Spawn”, pegando outra garrafa d’água e entregando com segurança na mão do fã que havia sido surrupiado. “Se vocês estão interessados em bater cabeça, esta é a música. Tentem me acompanhar. Vocês não vão conseguir, mas podem tentar assim mesmo”, provocou antes “I Cum Blood”, responsável pela roda mais matadora de toda a noite. E não, ninguém conseguiu acompanhar Corpsegrinder. Até mesmo as sete pessoas, incluindo duas meninas, que subiram ao palco na canção seguinte, “Make Them Suffer”, para bater cabeça e foram gentilmente convidadas a voltar para a pista. Gentilmente, mesmo, porque o oitavo fã não teve a mesma sorte, uma vez que o roadie que ficava ao lado da bateria obviamente perdera a paciência.

    “Esta é a última música da noite, mas se vocês agitarem bastante… Bem, ela continuara sendo a última música da noite”, Corpsegrinder deu uma zoada antes de “Call That an Option?”. Os fãs agitaram como se fosse, mas obviamente não era. E eles sabiam disso. Estavam todos esperando uma canção específica, como bem anunciou o vocalista: “Vamos tocar mais uma, e vocês sabem qual. Mas vou dizer assim mesmo”. E “Hammer Smashed Face” fez o Circo Voador estremecer com o coro em alto e bom som dos fãs. Duas bandas e duas horas e 25 minutos de música extrema para uma cidade que merece uma sacudida do mesmo nível.

  • SIRENIA divulga nova música, “Love Like Cyanide”

    SIRENIA divulga nova música, “Love Like Cyanide”

    A banda norueguesa SIRENIA lançará seu novo álbum, Arcane Astral Aeons, no final de outubro pela Napalm Records. O sucessor de Dim Days Of Dolor de 2016 marca o segundo álbum da banda a apresentar a vocalista francesa Emmanuelle Zoldan, que substituiu a cantora espanhola Ailyn Giménez García há dois anos.

    O ‘lyric video’ oficial da música Love Like Cyanide, com a participação de Yannis Papadopoulos do BEAST IN BLACK, pode ser visto abaixo.

    O guitarrista e líder do SIRENIA, Morten Veland, comentou: “Estamos muito satisfeitos em apresentar a arte do nosso novo álbum, Arcane Astral Aeons. Mais uma vez trabalhamos com o designer Gyula Havancsák para criar uma obra de arte que realmente adorne o coração e alma da nossa música.

    “O álbum foi gravado nos estúdios Audio Avenue (Noruega) e Sound Suite Studios (França), enquanto a mixagem e masterização ocorreram em Hansen Studios (Dinamarca) com o engenheiro de mixagem Jacob Hansen.

    “Este álbum é algo único para nós, pois é o primeiro que fizemos junto com nossos fãs; todos que apoiaram nossa campanha de contribuição contribuíram diretamente para o financiamento do álbum e para torná-lo o que acabou sendo”

    “Estamos muito orgulhosos do que alcançamos juntos, e estamos muito ansiosos para compartilhar com vocês, esperando que todos vocês achem isso tão especial quanto nós”.

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  • NASHVILLE PUSSY: Confira o vídeo “She Keeps Me Coming And I Keep Going Back”

    NASHVILLE PUSSY: Confira o vídeo “She Keeps Me Coming And I Keep Going Back”

    O novo vídeo do NASHVILLE PUSSY, She Keeps Me Coming And I Keep Going Back, pode ser visto abaixo. A música é tirada do último álbum da banda, Pleased To Eat You, que foi lançado na sexta-feira, 21 de setembro, via earMUSIC.

    Lemmy (MOTÖRHEAD) pessoalmente abençoou o NASHVILLE PUSSY chamando-os de “a última grande banda de rock’n’roll da América” – e Lemmy certamente entendia das coisas.

    Formado em 1997, o NASHVILLE PUSSY pregou o seu desleixado evangelho ao longo das duas últimas décadas ao lado do MOTÖRHEAD em todos os fronts do rock, da Ásia para a Europa e vice-versa.

    Criado com uma dieta rígida, a base de pilhas de amplificadores Marshall, guitarras Gibson, garrafas de Jack Daniels e erva, o NASHVILLE PUSSY é o filho bastardo do ‘boca suja, e demente caipira Blaine Cartwright e a motorista de trator, aluna da escola de modelos nuas e guitarrista prodígio Ruyter Suys. O NASHVILLE PUSSY rapidamente ganhou uma reputação por ser como “um AC/DC com um Angus mulher”, pelos solos de guitarra frenéticos no estilo ‘blues-meets-punk’ e as hilariantes “rimas de berçário da prisão” de Blaine.

    Os deuses do rock sorriram para o NASHVILLE PUSSY na criação do novo álbum de estúdio da banda, Pleased To Eat You. Combinando os talentos do produtor Daniel Rey (RAMONES, WHITE ZOMBIE, RAGING SLAB) e do engenheiro de estúdio David Barrick (BLACK STONE CHERRY, THE KENTUCKY HEADHUNTERS, MARSHALL TUCKER BAND), a banda estava ansiosa por um novo lançamento, e por canções que irão afundar os seus dentes.

    Pleased to Eat You é o sétimo registro de estúdio do NASHVILLE PUSSY.

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  • HARDCORE SUPERSTAR divulga o vídeo de “You Can’t Kill My Rock N’ Roll”

    HARDCORE SUPERSTAR divulga o vídeo de “You Can’t Kill My Rock N’ Roll”

    A banda sueca de hard rock HARDCORE SUPERSTAR lançou um videoclipe para a faixa título do seu novo álbum de estúdio, You Can’t Kill My Rock N’ Roll. O clipe foi mais uma vez filmado e editado por Max Ljungberg.

    You Can’t Kill My Rock ‘N’ Roll, será o décimo primeiro álbum da carreira dos suecos, e será lançado no final do ano pela Gain Music Entertainment.

    You Can’t Kill My Rock N’ Roll chega para dar sequência a lista de grandes singles presentes em You Can’t Kill My Rock N’ Roll, que já dispõe das faixas Baboon, Have Mercy on Me, Bring The House Down, Electric Rider e AD/HD.

    Electric Rider é descrita em um comunicado de imprensa como “três minutos e 40 segundos do clássico som do HARDCORE SUPERSTAR, envolto em um contagiante ‘doce groove satânico’ que garantem à banda seu terceiro ‘radio hit’ em sequência”

    O HARDCORE SUPERSTAR estreou Electric Rider ao vivo em seu show recente em Norrköping, e em poucos minutos, filmagens de fãs foram enviadas ao YouTube e para vários fóruns onde receberam aplausos arrebatadores, confirmando que esta é uma escolha natural para um single.

    O novo single une-se ao atual setlist na turnê mundial do HARDCORE SUPERSTAR, que inclui várias datas com os compatriotas do MUSTASCH na Suécia, antes de seguirem adiante para a Finlândia, Espanha, Itália e Austrália, tudo isso após o dia de abertura do prestigiado Sweden Rock Festival, em junho.

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  • DESTRUCTION – Belo Horizonte/MG – 20 de setembro de 2018

    DESTRUCTION – Belo Horizonte/MG – 20 de setembro de 2018

    POR THIAGO PRATA

    Sempre que o Destruction aterrissa em Belo Horizonte, a cidade se torna receptáculo dos riffs certeiros do guitarrista Mike Sifringer, dos vocais rasgados (e os tradicionais gritinhos agudos) de Marcel Schirmer, responsável também pelo baixo, de clássicos destilados com muita fúria e mosh. Quatro anos depois de sua última passagem pela capital mineira, porém, o trio alemão resolveu presentear seus súditos colocando um pouco mais de ingredientes em seu caldeirão de thrash metal – muito bem-vindos por sinal.

    Com uma nova formação, contando agora com o baterista Randy Black (ex-Annihilator, Primal Fear) no lugar de Wawrzyniec “Vaaver” Dramowicz, o grupo surpreendeu na noite dessa quinta-feira (20), no Mister Rock, revisitando pérolas de um passado longínquo, como Black Mass (do magistral EP de estreia Sentence of Death, de 1984), um deleite aos mais nostálgicos aficionados, sem se esquecer de injetar algumas doses de petardos mais recentes, vide Armageddonizer (de Day of Reckoning, de 2011).

    Antes, porém, de mais uma aula dos mestres germânicos, coube aos mineiros do Hell’s Punch aquecer o público, presente em um número razoável durante a abertura – mas que foi aumentando assim que se aproximava a hora do Destruction subir ao palco. E o quarteto das Gerais deu seu recado com um set de cerca de meia hora de duração, recheado de músicas próprias e uma dobradinha de covers do Slayer, Angel of Death/Raining Blood.

    Às 22h30, o Destruction começava a desferir seus golpes, começando com a imortal Curse the Gods – que maneira perfeita de iniciar um show! Obviamente, obras old school eram as mais bem recebidas pelo público, como Tormentor. Mas canções da fase anos 2000, a exemplo de Nail to the Cross –já detentora do rótulo de clássico – também testaram os pescoços dos headbangers na casa. Houve espaço ainda para Dethroned, do mais recente disco de estúdio, Under Attack (2016) – isso sem contar a compilação lançada no ano passado, Thrash Anthems II.

    Schirmer tinha o público nas mãos. No entanto, é preciso enfatizar também a usina de riffs que é Mike Sifringer. Sem dúvida alguma, um dos maiores guitarristas da história do thrash metal, mesmo não tendo o merecido crédito que outros baluartes como Gary Holt e Kerry King ostentam. Randy Black, por sua vez, esbanjou toda sua competência e, como não poderia ser diferente, brilhou em um solo de bateria.

    Entre uma música e outra, Schirmer mostrava simpatia ao arriscar algumas palavras em português. “Boa noite”, “cerveja” e “um brinde” estavam presentes em seu repertório. O set seguia em alta com Total Desaster, a já citada Black Mass (nunca tocada em solo tupiniquim em turnês anteriores, como frisou o frontman), Thrash Attack e tantas outras, antes do bis alucinante com a excelente Thrash ‘till Death, a cover do The Exploited Fuck the USA – e um discurso do vocalista, vociferando contra os políticos e a corrupção no Brasil e em outras partes do mundo – e a sempre impactante Bestial Invasion, o grand finale de uma destruição de 1h30 de duração.

  • HEAVIEST: Show no SESC Santo André em Setembro

    HEAVIEST: Show no SESC Santo André em Setembro

    Com quatro anos de estrada e shows internacionais na bagagem, a HEAVIEST acaba de lançar o álbum “The Wall Of Chaos-t”, com participações de consagrados músicos gringos. E, já que a banda nasceu no ABC Paulista, o show de estreia será no Teatro do SESC Santo André, em 28 de setembro (sexta-feira), às 21h.

    Coproduzido por ROY Z, que assina trabalhos de gigantes do heavy metal mundial (Bruce Dickinson, Helloween, Sepultura, Judas Priest etc.), o novo disco tem ainda participações especiais do lendário vocalista norte-americano ZAK STEVENS (Savatage, Circle II Circle e Trans-Siberian Orchestra); do virtuoso guitarrista finlandês MATIAS KUPIAINEN (Stratovarius) e do grande guitarrista brasileiro Lucas Bittencourt.

    Distribuído pela Shinigami Records nas principais lojas de departamento do Brasil, o disco se encontra também nas plataformas de streaming: Deezer, Spotify, iTunes e Google Play; e pode ser adquirido pelos sites www.SowStore.com.br e www.HeaviestBand.com. Ouça, aqui: https://goo.gl/yeUTx6

    Registrar a realidade vivenciada por pessoas ao redor do mundo, em diferentes situações, sentimentos, culturas, crenças e governos é o mote de “The Wall Of Chaos-t”. Compostas pelos integrantes da banda, as músicas visam sensibilizar e chamar a atenção para assuntos da atualidade, alguns deles pouco explorados e conhecidos, e já vem recebendo inúmeras críticas positivas dos ouvintes, fãs, músicos e principais veículos especializados.

    Constituída desde o fim de 2017 por Alax William (vocal), Guto Mantesso (guitarra), Renato Dias (baixo) e Vito Montanaro (bateria), a nova formação da HEAVIEST apresenta em seu canal oficial do Youtube o Lyric Video da faixa “Blood” e os videoclipes de “Fire It Up” e “Like Those Ones”, que contaram com superprodução e o apoio das empresas Sow Store, Promo Led Eventos, Vitrine Animada, BZP, Lafstudio, Stone Guitar Company, Sem Destino Couro e MondoCão Filmes. Assista ao recém-lançado “Like Those Ones”, aqui: https://goo.gl/Ry8z1j

    STORMS OF DEATH – PROJETO INTERNACIONAL DE APOIO A SÍRIA

    Após a divulgação do videoclipe “Fire It Up” pela HEAVIEST em seu canal no YouTube, o vocalista Alax William e o guitarrista Guto Mantesso foram convidados pelo músico sírio Adnan Al Hamdan para gravar uma música para o projeto intitulado STORMS OF DEATH. Com a participação de dezenas de músicos escolhidos ao redor do mundo por apoiarem a causa e o fim dos conflitos na Síria, o projeto internacional se encontra em fase final de produção e estará disponível, em breve, em todas as plataformas streaming.

    TRAJETÓRIA DA BANDA

    Criada em 2014, a HEAVIEST lançou um ano depois o seu primeiro álbum intitulado “Nowhere”, pelo selo alemão Power Prog. Divulgado no Brasil pela MS Metal Records e distribuído pela Voice Music, o CD conta com videoclipes das faixas “Decisions” e “Nowhere”, essa última inclusa no jogo de grande sucesso “Guitar Flash”, com mais de um milhão de acessos.

    Rodeado de positivas críticas, a HEAVIEST esteve entre os 10 melhores nas categorias “Melhor Banda”, “Melhor Álbum”, “Melhor Capa”, “Melhor Guitarrista” e “Melhor Baterista” na votação popular de “Melhores do Ano Nacional” do site especializado Whiplash. A banda se apresentou em diversas cidades brasileiras e países da América Latina ao lado de grandes nomes do rock e do heavy metal, como Dr. Sin, Andre Matos e Warrel Dane.

    Em 2017, o cantor e compositor Alax William assumiu o microfone da banda. Também frontman da banda Confessori, criada pelo baterista Ricardo Confessori (Shaman, ex-Angra), Alax William possui mais de 20 anos de experiência na música. Considerado uma das vozes mais versáteis da atualidade, segundo grandes nomes da música e portais de mídia especializados, o artista e foi eleito Melhor Vocalista Brasileiro de Rock de 2017 pelo portal especializado Metal na Lata.

    SERVIÇO

    Evento: HEAVIEST – Show de Lançamento do Álbum “THE WALL OF CHAOS-T”

    Data: 28 de Setembro (sexta-feira) | Horário: 21h | Local: Teatro do SESC Santo André Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André (SP). Tel.: (11) 4469-1311.

    Ingressos: https://goo.gl/DTsFbL e nas Bilheterias das Unidades Sesc após 19/09, 17h30.

    Valores: R$20 (inteira) | R$10 (meia-entrada) | R$6 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena).

    Meet & Greet: ao final do evento.

    Estacionamento e Lanchonete no local.

    *Permitida entrada de crianças acompanhadas de pais/responsáveis mediante documentos

    FICHA TÉCNICA

    HEAVIEST

    Alax William (Voz), Guto Mantesso (Guitarra), Renato Dias (Baixo) e Vito Montanaro (Bateria)

    PÁGINAS OFICIAIS

    www.HeaviestBand.com

    www.Facebook.com/HeaviestBand

    www.Instagram.com/HeaviestBand

    CONTATO: Viviane Monteiro – (11) 94252-3248 / [email protected]

  • H2O retorna ao Brasil com turnê comemorativa de álbum clássico

    H2O retorna ao Brasil com turnê comemorativa de álbum clássico

    ‘Still Here’, ‘What Happened?’, ‘1995’, ‘Unconditional’ são apenas algumas das 10 faixas do álbum Nothing to Prove, lançado pelo H20 em 2008, e que são essenciais em todos os muitos shows que esta banda nova-iorquina de hardcore promove pelo mundo. Alçado a ‘disco clássico’ da banda e do gênero, os 10 anos de lançamento de Nothing to Prove serão comemorados no Brasil em uma turnê especial, que passa por quatro capitais a partir do dia 27 de setembro. A tour é uma realização da Powerline.

    O giro começa sábado, 22, na Colômbia, e ainda passa pela Argentina e Chile antes de desembarcar no Brasil para quatro shows – Rio de Janeiro (27/9), Curitiba (28/9), São Paulo (29/9) e Porto Alegre (30/9). Destaque para a apresentação na capital paulista, marcada no Fabrique Club, que terá como convidadas as nacionais Questions, uma verdadeira instituição do hardcore brasileiro com quase 20 anos de intensas atividades, e da novata Instável.

    Toby Morse, o carismático vocalista do H20, que antes de formar a banda foi roadie do Sick of it All, virá acompanhado do irmão Todd Morse, também guitarrista do Offspring e que compôs, gravou e tocou junto à atriz Juliette Lewis na banda Juliette and the Licks, mais Adam Blake (ex-Shelter, baixo), Todd Friend (bateria) e Rusty Pistachio (guitarra, vocais).

    ‘Nothing to Prove’, que será executado na íntegra nestes shows, teve a proeza de agradar desde fãs de Minor Threat, Agnostic Front, Madball até os ligados ao hardcore melódico, com Ignite e Millencolin. Foi produzido por Chad Gilbert (guitarrista/vocalista fundador do New Found Glory) e ganhou notoriedade pelo conjunto de canções melódicas, com refrões altamente viciantes e letras que exaltam um estilo de vida por meio conceito PMA (Positive mental attitude, algo como Pensamento Positivo), além de críticas sociais.

    Confira o videoclipe da música ‘What Happened?’, com participação de lendas do hardcore, como Lou Koller (Sick of it All) e Matt Skiba (Alkaline Trio): https://www.youtube.com/watch?v=c1kgZLgWpb8.

    Além disso, praticamente toda a discografia do H20 está disponível no Spotifyhttps://open.spotify.com/artist/4mQm8gcXNNyzNQRqYKTKqo.

    H2o dia 27 de setembro no Rio de Janeiro (RJ) Evento: https://www.facebook.com/events/1753683981333904 Data: 27 de setembro de 2018 Horário: a partir das 18 horas Local: Teatro Odisseia Endereço: avenida Mem de Sá, 66 Ingresso: R$ 100 (meia entrada e promocional, 2º lote); R$ 160 (inteira) https://pixelticket.com.br/eventos/1950/h2o-no-rio-de-janeiro Censura: 18 anos

    H2o dia 28 de setembro em Curitiba (PR) Evento: https://www.facebook.com/events/294940394366999 Data: 28 de setembro de 2018 Horário: a partir das 20h30 Local: Basement Cultural Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260, 80520-020, São Francisco Ingresso: R$ 80 (2º lote – meia), R$ 160 (2º lote – inteira) https://pixelticket.com.br/eventos/1948/h2o-em-curitiba Censura: 16 anos

    H2o dia 29 de setembro em São Paulo (SP) Evento: https://www.facebook.com/events/182011915910056 Bandas de abertura: Questions e Instável Data: 29 de setembro de 2018 Horário: a partir das 18 horas Local: Fabrique Club Endereço: rua Barra Funda, 1071 Ingresso: R$ 110 (pista/meia entrada, 2º lote), R$ 110 (pista/promocional – doe 1 quilo de alimento não perecível); R$ 220 (inteira) www.clubedoingresso.com/h2o-sp Censura: 16 anos

    H2o dia 30 de setembro em Porto Alegre (RS) Evento: https://www.facebook.com/events/417450938707531 Data: 30 de setembro de 2018 Horário: a partir das 18 horas Local: Bar Preto Zé Endereço: rua João Alfredo, 486, Cidade Baixa Ingresso: R$ 75 (meia entrada, 1º lote), R$ 85 (promocional, 1º lote) https://pixelticket.com.br/eventos/1949/h2o-em-porto-alegre Censura: 16 anos

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