Categoria: Roadie News

  • MEGADETH anuncia o primeiro “Megacruise”

    MEGADETH anuncia o primeiro “Megacruise”

    O MEGADETH anunciou planos para o primeiro Megacruise em 2019. Nenhum detalhe adicional foi revelado, exceto que será lançado no Oceano Pacífico no ano que vem.

    O líder do MEGADETH, Dave Mustaine falou em entrevista ao programa Rock Talk With Mitch Lafon em junho que o lançamento do próximo álbum da banda coincidiria com o lançamento de um novo evento encabeçado pelo MEGADETH, em pelo menos duas edições separadas ao longo de vários meses. “Temos um grande festival que vamos anunciar”, disse ele. “É realmente uma coisa grande. É o equivalente a Gigantour, mas é uma ideia muito mais fresca. Nós montaremos o evento em cerca de 10 cidades em abril, e então vamos fazer isso de novo pelos três dias de um fim de semana no meio do ano, e provavelmente vamos fazer mais dez dessas datas na última parte do ano”.

    O próximo trabalho do MEGADETH marcará o primeiro lançamento do grupo com o baterista Dirk Verbeuren, que se juntou oficialmente à banda há mais de dois anos.

    Dystopia (2016) foi o primeiro álbum do MEGADETH com o guitarrista Kiko Loureiro, previamente conhecido por seu trabalho com o ANGRA.

    Mais informações em megacruise.com

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ANAAL NATHRAKH disponibiliza nova música, “New Bethlehem / Mass Death Futures”

    ANAAL NATHRAKH disponibiliza nova música, “New Bethlehem / Mass Death Futures”

    Uma nova música do ANAAL NATHRAKH, intitulada New Bethlehem / Mass Death Futures pode ser conferida abaixo. A faixa é tirada do décimo álbum da banda, A New Kind Of Horror, que será lançado em 28 de setembro pela Metal Blade Records.

    Ao escrever sobre A New Kind Of Horror, o vocalista do ANAAL NATHRAKH, Dave Hunt, é sucinto em sua descrição: “Este não é um álbum feliz; é amargo, vingativo, sarcástico, violento, terrificado e horrorizado. Aterrorizante e horripilante em igual medida, acima de tudo, é humano, e tudo o que isso implica. É tão sincero quanto conseguimos”.

    Aqueles que forem expostos às dez faixas que compõem o décimo full-length da banda serão incapazes de negar a verdade dessas palavras, pois liricamente, musicalmente e sonoramente, é uma audição punitiva, residente na escuridão e fervendo de emoção crua. Com o multi-instrumentista Mick Kenney executando seu híbrido característico de black metal sinfônico, death metal, industrial e grindcore de sempre, Hunt inspira-se principalmente nos horrores da Primeira Guerra Mundial, na política contemporânea e nas cartas de DH Lawrence, criando um dos lançamentos mais poderosos, oportunos e exclusivos de 2018.

    “Há muita coisa que entra em nossos álbuns, é claro, mas tudo ocorre como um resultado natural de quem somos, e para A New Kind Of Horror sentimos desde cedo que era claramente muito único”, disse Hunt. diz. “Não precisa entrar em comparação com nada, porque para nós tem uma classe própria”.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • TOURNIQUET: Confira a nova “Sinister Scherzo”

    TOURNIQUET: Confira a nova “Sinister Scherzo”

    A banda veterana do thrash/heavy metal TOURNIQUET lançou o ‘lyric video’ para o single Sinister Scherzo. A faixa, que conta com participações especiais do ex-vocalista do JUDAS PRIEST e ICED EARTH, Tim “Ripper” Owens, e do ex-guitarrista do MEGADETH, Chris Poland, é tirada do próximo álbum da banda, Gazing At Medusa, que será lançado em meados de outubro pelo selo próprio do TOURNIQUET, o Pathogenic Records.

    O baterista e compositor Ted Kirkpatrick comenta: “Estamos muito entusiasmados com a resposta aos dois primeiros singles. Esse álbum demorou muito mais para ser gravado do que o esperado, mas achamos que os fãs vão pensar que valeu a pena esperar. Foi ótimo trabalhar com Tim e Chris neste registro”.

    Em março deste ano, o TOURNIQUET lançou a faixa-título Gazing At Medusa com um ‘lyric video’, e revelou a arte da capa. A música contou com participações de Deen Castronovo (JOURNEY) nos vocais e Poland na guitarra.

    Gazing At Medusa foi mixado e masterizado por Aaron Pace.

    Em discos anteriores do TOURNIQUET, outros convidados especiais apareceram, entre eles Chris Jericho (FOZZY), Corey Glover (LIVING COLOR), Michael Sweet (STRYPER) e Doug Pinnick (KING’S X) nos vocais, além de Marty Friedman (ex-MEGADETH), Pat Travers, Scotti Hill (SKID ROW) e Bruce Franklin (TROUBLE) na guitarra.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LUCIFER’S CHILD lança faixa-título do novo álbum, “The Order”

    LUCIFER’S CHILD lança faixa-título do novo álbum, “The Order”

    Um novo vídeo dos gregos do LUCIFER’S CHILD, pode ser visto abaixo. The Order é a faixa-título do segundo álbum de estúdio da banda, que será lançado em 9 de novembro pela Agonia Records. A banda, composta por membros do ROTTING CHRIST, NIGHTFALL e CHAOSTAR, gravou oito novas músicas, e o álbum conta com a arte de Daniele Valeriani (DARK FUNERAL, DISSECTION, MAYHEM).

    O LUCIFER’S CHILD é originário de Atenas. Sua música é uma ponte para o mundo do black metal atmosférico, e um receptáculo para a auto-expressão espiritual através das letras. O objetivo de unir esses dois elementos brilhou claramente aos olhos de George Emmanuel – um prolífico guitarrista conhecido principalmente por seu trabalho como parte de ROTTING CHRIST (e ex-guitarrista do CHAOSTAR) – quando formou a banda junto com o baixista Stathis Ridis (membro de outro lendário grupo helênico, o NIGHTFALL) em 2013. Nascida de uma parceria entre dois talentosos músicos, a dupla rapidamente expandiu para o vocalista Marios Dupont (KARMA VIOLENS) e o baterista Nick Vell (CHAOSTAR), e lançou seu álbum de estreia, The Wiccan, em 2015. Incentivado pela recepção do álbum, rapidamente seguido por várias aparições em festivais (incluindo Inferno Festival, Blastfest e Incineration Festival), o LUCIFER’S CHILD retorna em um tom mais sombrio e extremo, destinado por superar sua ousada estreia.

    The Order foi gravado, mixado e masterizado no estúdio de gravação de Emmanuel, chamado Pentagram. Ele comentou sobre o novo álbum: “Três anos depois de convergir e esculpir nossas ideias e sons, estamos prontos para apresentar nosso segundo álbum completo intitulado The Order. Lúcifer vos aguarda!”.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • TCHANDALA: Dejair Benjamim fala sobre produção em vídeo-entrevista

    TCHANDALA: Dejair Benjamim fala sobre produção em vídeo-entrevista

    Em ótima entrevista em vídeo para o canal Studio Revolusom, conduzida pelo produtor Marcos Franco, o vocalista da TCHANDALA, Dejair Benjamim, faz uma geral nos discos do grupo e nas técnicas de produção usadas. https://youtu.be/CoWdRq8bZRQ O novo álbum, ‘Resilience’, está disponível para streaming e download nas principais plataformas do mundo: Spotify: https://open.spotify.com/album/6fsg4eCRkNXZEJRIaUtRfP iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/resilience/1380861993 Deezer: https://www.deezer.com/en/album/62921822 Google: https://goo.gl/jXTBXP Quem preferir adquirir o material físico do TCHANDALA é só entrar em contato através dos canais oficiais da banda ou por e-mail. Lembrando que o grupo acabou de lançar seu novo videoclipe para a faixa ‘Labyrinth’, assista: https://youtu.be/tA4b_NsZoNs Links relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/tchandala Instagram: https://www.instagram.com/tchandala.heavymetal YouTube: https://www.youtube.com/tchandala Spotify: https://open.spotify.com/artist/5j4n0fWhpId4QwI029Oe0H iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/tchandala/1193528538 Metal Media: https://metalmedia.com.br/tchandala Fonte: Metal Media

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • QUEIRON – O tão esperado novo álbum disponível em breve!

    QUEIRON – O tão esperado novo álbum disponível em breve!

    Uma das mais importantes bandas de Death Metal brasileiras, o renomado Queiron anunciou através das redes sociais o seu novo álbum, “Endless Potential Of A Renegade Vanguard”,  que será lançado através da importante Heavy Metal Rock. A gravadora prevê que o este quinto álbum será lançado breve sem data agendada ainda. A banda também divulgou a belíssima  capa que foi assinada pelo grande artista gráfico Alcides Burns e também anunciou os nove títulos das faixas que irão compor este trabalho. Depois de cinco longos anos após seu último álbum a banda promete nos brindar com um material de altíssimo nível. Aguardamos muito ansiosos por este que com certeza será um grande lançamento!!!

    Abaixo segue anuncio da banda divulgada nas redes sociais:

    A banda de Death Metal Queiron , vem por meio desta divulgar a capa e track – list de seu próximo álbum de estúdio. ” Endless Potential Of A Renegade Vanguard ” , será o quinto full – lenght da banda que contará com 09 faixas e layout completo assinado pelo renomado artista Alcides Burn . Lançamento via Heavy Metal Rock .

    Track – List : 1 – Imperia Caedes . 2 – Pestis Pain . 3 – Denial Upon The Heavenly Scorn . 4 – Iussu Caelest Negabunt ( instrumental ) . 5 – Misleading Mission . 6 – King Of Damned Proclamation . 7 – Unholy Perverse Rapture. 8 – Tombs I Desecrate . 9 – Endless Potential Of A Renegade Vanguard .

  • INNER CALL – “Elementals” recebendo efusivos elogios

    INNER CALL – “Elementals” recebendo efusivos elogios

    A banda baiana de Heavy Metal Tradicional INNER CALL vem colhendo efusivos elogios sobre seu mais recente trabalho, o EP “Elementals” (Independente – 2018). O redator Eden Lozano foi bastante enfático sobre a qualidade de “Elementals:”, confira um trecho retirado do longo review  recentemente colocado online no site da Roadie Crew:

    “Ao executar o cd ouvimos com certeza uma das melhores bandas do Brasil, a essência deste trabalho nos remete as melhores bandas do estilo e consagradas no Brasil na década de 80, , mas com uma roupagem moderna, pois apesar de notarmos claras influencias oitentistas a banda se preocupou em não ter uma gravação nos mesmos moldes…”

    Clique no link ao lado para ler a matéria completa:  https://roadiecrew.com/inner-call-elementals-90-10/
  • ADAIR DAUFEMBACH: Desbravando o território americano de produção

    ADAIR DAUFEMBACH: Desbravando o território americano de produção

    Adair Daufembach é referência no Brasil no que diz respeito à produção e engenharia de áudio. Por aqui, tem seu nome marcado na música pesada nacional, assinando trabalhos para nomes como Project 46, Aquiles Priester, Ponto Nulo No Céu, Semblant, Maestrick e tantos outros. Residindo agora em Los Angeles (EUA), onde tem o seu próprio estúdio, o catarinense vem solidificando de vez a sua carreira internacional, tornando-se um profissional de confiança para músicos como o guitarrista Tony MacAlpine e o baterista atual do Megadeth, Dirk Verbeuren. Para falar desses feitos, da recém firmada parceria e suas funções com uma grande e importante marca estrangeira de plugins, de como é estar dentro do poderoso mercado norte-americano e também de sua visão sobre o ramo o qual atua e se destaca, Adair Daufembach reservou um tempo e conversou com a ROADIE CREW.

    Como foi o começo de sua carreira e de onde surgiu o interesse em trabalhar com produção e engenharia de áudio?

    Adair Daufembach: Gravação sempre foi uma coisa que me fascinou. Eu lembro que eu tinha um daqueles toca-fitas com um falante só, que gravava, e eu adorava me gravar tocando. Em 1999, entrei numa banda chamada Soul Hunter, em que os caras estavam indo na contramão e gravando o CD demo em casa ao invés de num estúdio. Eu gravei o disco com essa banda e tive o primeiro contato com gravação não apenas como músico, mas como “um meio produtor”. Depois daquela experiência, apesar da precariedade de tudo, o que eu queira era poder ter o equipamento para gravar e um local pra isso. Lembro que quando comprei meu primeiro computador, para fazer a faculdade de direito (sim sou formado em direito – risos), o adquiri com uma plaquinha de som um pouco melhor, já fazendo planos de gravar com ele, mesmo que não fosse nenhum pouco apropriado para aquilo.

    Atualmente, você vive e trabalha em Los Angeles, onde montou o Daufembach Studio. Que diferenças nota entre trabalhar nos Estados Unidos e no Brasil, inclusive em sua relação com os músicos?

    Adair: Trabalhar nos EUA tem a vantagem econômica do país, aqui não preciso trabalhar tanto quanto no Brasil para ter uma vida estável. Mesmo estando aqui há pouco tempo e ainda conquistando meu espaço, eu já tenho uma vida muito mais tranquila. No Brasil eu conseguia viver apenas produzindo metal, mas para isso eu tinha que trabalhar muito. A minha vida pessoal era sempre zoada, cheguei a trabalhar dois meses seguidos sem tirar um dia de folga. Outra diferença é que o americano é mais pragmático, ele sempre cuida não apenas da música, mas também daquilo que ele vai fazer depois do trabalho estar pronto. Eles têm um tipo de “frieza” com as coisas e não são tão “empolgados” como os brasileiros, mas isso traz uma coisa boa e outra ruim… O lado bom é que americano é melhor de negócios e sabe como fazer uma banda acontecer, sem dúvida, já o ruim é que falta um pouco do sangue nos olhos e a paixão do brasileiro. Outra coisa que é bem legal de ser dita é que, talvez por nosso complexo de vira-lata, a gente sai do Brasil achando que qualquer músico americano vai ser sempre muito melhor que nós. E não tem sido bem assim. Aqui em Los Angeles há vários músicos brasileiros que se mudaram pra cá nos últimos anos e, comparando esses caras com os músicos americanos, os brasileiros estão dando um banho. Acho que essa baixa estima criou na cabeça do músico brasileiro nos últimos vinte anos uma necessidade de estudar muito, porque achávamos que se comparado aos americanos seríamos sempre piores. Isso acabou gerando uma nova geração de músicos brasileiros que são verdadeiras máquinas tocando.

    Adair Daufembach gravando o novo DVD de Aquiles Priester no Harman Experience Center

    Dirk Verbeuren, ex-Soilwork e atual baterista do Megadeth, tem utilizado a sua engenharia para gravar álbuns de projetos o quais participa e vídeos tocando músicas antigas do Megadeth. Tais vídeos têm sido usados nas redes oficiais da banda. Como tem sido essa parceria com Dirk, e também com o brasileiro Rafael Pensado (baterista do Mindflow), que atualmente integra a equipe técnica do Megadeth?

    Adair: Trabalhar com um baterista do nível do Dirk tem sido recompensador. Considerando que até hoje, basicamente, ele só trabalhou com produtores que são lendas do áudio, é muito gratificante ter o meu trabalho apreciado por um profissional como ele. As gravações com o Dirk geralmente acontecem no Machina Factory, estúdio do Rafael, que é um estúdio ótimo, com um equipamento muito bom e uma sala muito foda, mas o que mais faz diferença lá é o clima como as gravações rolam. O Dirk é um cara absolutamente ‘easy going’ e a gente se diverte muito, rola uma energia muito boa e isso reflete no resultado. Ele é um baterista praticamente sem limites e grava tudo no modo mais old school possível. Ele tenta gravar as músicas em um take do começo ao fim e refaz várias vezes até que não precise de edição nenhuma. O Rafa é um grande amigo meu aqui em Los Angeles e também se tornou um grande parceiro profissional. Fico muito feliz que você tenha perguntado, porque ele não só é um músico incrível, mas hoje o serviço que ele tem prestado pro rock/metal brasileiro nos bastidores é muito foda, e é legal que as pessoas saibam disso. Hoje ele é muito importante dentro do Megadeth e através da competência com que tem exercido o trabalho dele com a banda, tem feito com que a imagem dos brasileiros seja a melhor possível em todos os maiores festivais do mundo.

    Adair Daufembach Mixando Project46 e John Wayne no Rock in Rio – 2015

    Você também tem a confiança do renomado guitarrista americano Tony MacAlpine. Como é saber que você é o único profissional a mixar dois discos seguidos de MacAlpine, no caso, Concrete Gardens (2015) e Death of Roses (2017)?

    Adair: Eu lembro que quando estava mixando o primeiro material para o Tony, que foi a participação dele no EMGtv, a título de curiosidade eu procurei quais eram os engenheiros que ele já tinha trabalhado até então e só encontrei grandes nomes. O que me chamou a atenção é que ele nunca repetiu o engenheiro de mixagem ao longo da carreira, então fiquei feliz por estar trabalhando com ele, mas, ao mesmo tempo, preocupado por imaginar o quão exigente ele era (risos). Algum tempo depois, numa conversa com o próprio Tony, ele comentou que nos discos anteriores ao Concrete Gardens ele sempre fazia extensas listas de recall de mixagem e que nos discos que eu fiz eram bem menores (algumas músicas nem tiveram recall). Isso valeu mais do que qualquer prêmio na vida. Inclusive, achei que ele estava falando isso só pra me agradar, só acreditei quando o Michael Mesker, seu empresário, me confirmou que era verdade. (risos)

    Você conseguiu um feito expressivo para o Brasil: se tornou endorser da Waves (empresa top de linha e pioneira na criação e comercialização de plugins). Como surgiu o interesse deles em tê-lo no time? Conte também sobre suas ações em projetos da empresa os quais tem se envolvido, como, por exemplo, o “Abbey Road Chambers Reverb Plugin”, lançamento histórico, que recria o reverb do estúdio londrino Abbey Road, que ficou famoso com os Beatles.

    Adair: A Waves estava a procura de um profissional do áudio no Brasil, que tivesse um alcance maior junto ao público mais jovem. Como nos últimos anos eu tenho trabalhado com várias das bandas da nova geração do metal brasileiro, naturalmente existe uma conexão do meu nome e do meu trabalho com esse público, que me segue nas redes sociais, participou dos meus workshops e me pede sempre dicas e tutorias. Durante a NAMM Show (N.R.: feira americana de música) de 2018, fui apresentado à Artist Relation da Waves pelo meu amigo Baffo Neto, baixista do Project46. Iniciamos uma conversa, troca de emails etc. Nesse período, o Project ganhou o prêmio de “Melhor Disco de 2017” da Roadie Crew. Isso com certeza “caiu bem” e fechou com chave de ouro nossa parceria. Como parte dessa parceria firmada, a Waves tem me enviado plugins para serem testados antes do lançamento e para que eu crie presets para os mesmos. Saber que todas as pessoas no mundo que compram o plugin vão ver meu nome lá é muito surreal!

    Workshop no seu estúdio em São Paulo em 2015

    Antigamente, quando se falava em produtores internacionais, pensávamos em nomes como Martin Birch, John “Mutt” Lange, Bob Rock, Desmond Child e outros, que, além de cuidar da engenharia de som, se destacavam também por suas atuações, ou como compositores ou ajudando as bandas na estruturação de suas músicas e letras. Era comum ouvirmos uma banda e falarmos: “faltou a mão de um produtor pra melhorar suas composições”. No Brasil, esse auxílio na questão estrutural das músicas de uma banda parece que não é muito o foco da maioria dos produtores. Qual a sua análise sobre isso?

    Adair:  Eu sou completamente autodidata, então não comecei usando um método que aprendi em uma faculdade ou com outro profissional. Eu lembro que quando comecei, a maior referência que eu tinha do que era gravar um disco era o documentário (N.R.: A Year and A Half, de 1992) sobre a gravação do “Black Album” do Metallica, onde basicamente a maior parte mostrava o Bob Rock mexendo e discutindo sobre as músicas com a banda, muito mais do que sobre o som/timbre das coisas. Tudo o que eu queria (e quero) era só fazer o melhor disco possível para a banda, e fazia o que eu podia e entendia ser o melhor. Então, se o problema é na composição, eu mexo na música, adicionando, cortando ou acrescentando partes. Sempre fui muito bom em conseguir colocar essas questões para as bandas, ainda que nunca seja fácil ou agradável dizer para um músico que as composições dele têm um problema. Não sei por que, eu sempre tive a capacidade de dizer essas coisas. Inclusive, isso é tão verdade que nos meus workshops o momento que eu mais chocava os participantes era quando eu falava que eles deviam ‘trabalhar com a banda em estúdio como se eles fossem membros da banda’, pedindo para mudar partes ou detalhes das músicas. Nessa hora todo mundo me olhava e perguntava: “mas como você consegue fazer isso sem que a banda levante e vá embora do estúdio?” Isso realmente é uma coisa que exige tanto… Pra mim, isso sim é ser produtor e com certeza é mais difícil do que a parte técnica. Isso que você citou sobre as produções brasileiras com certeza acontece, mas confesso que não sei o porque. É visível o excesso de preocupação com o equipamento ou estúdio em que se vai gravar, mais do que qualquer outra coisa. Isso era uma cultura bem forte, principalmente nos anos 90 e inicio dos 2000, enquanto eu ainda tinha banda, ouvia isso sempre, mas hoje tem diminuído, ainda bem. Mais e mais as bandas têm agora o pensamento do “com quem vamos gravar” e não “onde”. Pelo que tenho visto, a produção musical brasileira tem melhorado muito e esse é o principal motivo.

    Pra finalizar, em termos de produção, há uma dualidade. Existem bandas que preferem uma sonoridade cristalina e moderna e outras que não abrem mão de um som vintage, com elementos e modos usados em décadas passadas. De qualquer forma, qual o segredo para uma boa produção?

    Adair: Eu acho que a coisa mais importante é achar uma identidade pra banda e nunca se perder de vista qual público você quer atingir ou mesmo criar. Diante dessas questões é que você decide se vai fazer um som old school ou polido e moderno, ou um pouco de cada coisa. Não existe uma fórmula exata, mas o que não pode é se repetir e nem repetir os outros.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • KRISIUN e mais sete bandas se apresentam gratuitamente nesse domingo em Santo André

    KRISIUN e mais sete bandas se apresentam gratuitamente nesse domingo em Santo André

    Oito bandas se apresentando, sendo um dos maiores gigantes do Metal mundial, tudo isso gratuitamente para os moradores de Santo André e região no próximo dia 30 de setembro (domingo).

    O evento “2º Dia Mundial do Rock de Santo André” tem como missão fomentar a música pesada e arrecadar rações para cães e gatos que são cuidados por protetores independentes e para celebrar essa missão, o evento trás o Krisiun e mais sete bandas locais. O evento não terá custo, sendo que a única coisa que os organizadores pedem é essa ajuda do público na doação de ração.

    Além de possuir o Krisiun como banda principal, o evento também irá ter as apresentações das bandas Grinding Reaction, importante nome do Hardcore brasileiro e oriunda do ABC paulista, Cemitério, Deathgeist, Rhino, Spiritual Hate, Chaoslace e Justabeli.

    Os shows terão início as 11h00 e serão realizados no Parque Ana Brandão na cidade de Santo André/SP.

     Serviço:

    Evento: 2º Dia Mundial do Rock de Santo André”

    Atrações: Krisiun – Grinding Reaction – Cemitério – Deathgeist – Rhino – Spiritual Hate – Chaoslace  – Justabeli

    Data: 30/09/2018

    Local: Parque Ana Brandão

    Endereço: R: Capitão Mario Toledo de Camargo

    Custo: Gratuito

    Doação: Ração para Cães e gatos

    Início: 11h00

    Mais informações: https://www.facebook.com/events/1836763979747813/

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • RHEGIA: confira o novo lyric vídeo da música “Shadow Warrior”

    RHEGIA: confira o novo lyric vídeo da música “Shadow Warrior”

    O grupo Rhegia está preparando várias novidades sobre o vindouro novo álbum, os músicos estão em processo de finalização das gravações de novas faixas, e informaram recentemente que um clipe oficial está sendo planejado para ter início das gravações nos próximos dias.

    Essa avalanche de novidades está sendo divulgada gradativamente e o grupo confirma o lançamento do novo Lyric Vídeo. A faixa “Shadow Warrior” que foi o primeiro single oficial a ser liberado pelo Rhegia em todas as plataformas de Streaming, recebe uma arte visual incrível, que capta com perfeição toda a temática lírica e conceitual proposta na obra criada pela banda.

    Shadow Warriors” aborda a história de lendas contadas sobre guerreiros indígenas da Amazônia brasileira, sendo que o guerreiro Raoni é o foco principal das músicas. Raoni é considerado o Rei das guerras que luta em defesa da manutenção dos costumes indígenas e contra o desmatamento da floresta amazônica.

    https://www.youtube.com/watch?v=97wj3olnGtU

    Formado por um time de gigantes da música pesada paraense, o Rhegia tem tudo para se destacar no país como um dos nomes mais celebres em retratar as lendárias histórias sobre o estado que ainda possui reservas naturais e que a cada dia é explorada e desmatada pelo homem. Lutando em preservar toda essa essência necessária em tempos modernos e tecnológicos, onde a natureza se torna secundária na vida do homem moderno, o Rhegia, se torna um nome que irá difundir Heavy Metal e ação, em prol daquilo que é uma das poucas riquezas naturais que ainda existem no Brasil.

    RHEGIA É FORMADO POR: Moadias Branco – vocais Saulo Caraveo – guitarras Igor De Nardi – guitarras Ilvan Pimenta – contrabaixo

    MAIS INFORMAÇÕES: Facebook: https://www.facebook.com/bandarhegia/

    Youtubehttps://www.youtube.com/channel/UCPvGLbddLVh22Ga0cvxKB3Q

    Roadie Metal Presshttps://www.facebook.com/bandarhegia/

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop