Categoria: Roadie News

  • BARRIL DE PÓLVORA lança novo single no 8º aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”

    BARRIL DE PÓLVORA lança novo single no 8º aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”

    Desde o lançamento de seu debut homônimo, a banda Barril De Pólvora vem conquistando vários fãs pelo Brasil –, consequência disso um público em especial se destaca como base desses seguidores, refere-se aos motociclistas que adotaram músicas como “O Som do Trovão” e “Tocando no Inferno” como hinos de suas aventuras pelas autoestradas do país.

    A banda que já se apresentou em festivais como o “Jokers of Destruction” e “Confederados M.C.”, agora participará de mais um motoevento, trata-se do oitavo aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”. O evento que acontecerá no Bar Transilvânia, em Contagem/MG, será totalmente gratuito. O barulho dos motores e o som das guitarras se iniciarão às 11h do dia 10 de novembro. Mais informações no final desta nota.

    O quarteto que resgatou a essência do blues rock à música pesada, dividirá palco com as bandas VultörMartírio e Krushhammer, mas para Flávio Drager (vocal), Emerson Martins(guitarra), Saulo Santos (baixo) e Alexis Bomfim (bateria) o evento terá um gostinho a mais, pois será o dia de lançamento do single “Muito Papel pra Pouca Solução”.

    A canção que faz pesada crítica à burocracia brasileira, e que é um dos destaques do primeiro álbum, será apresentada ao público em geral, em formato lyric video através do Youtube e suas redes sociais. Em agosto, foi liberado um teaser desta produção dirigida por Vinicius de Souza, e um novo “recorte” do vídeo você confere a seguir:

    https://www.youtube.com/watch?v=OUGJToDkyTw

    vídeosingle editado por Kaique Martins irá ao ar na íntegra no dia 16 de novembro. Fique ligado na fan page do grupo (www.facebook.com/bandabarrildepolvora) e em seu canal no Youtube (www.youtube.com/channel/UCmv0bIRNfxo2IyEWywfTsVw).

    Serviço:

    8º Aniversário Tropa Metal Headbanger Motociclista

    Data: 10 de Novembro de 2018, 11h

    Local: Bar Transilvânia (Bar do Brinquedo), Avenida Sete, 278, Bairro Água Branca, Contagem/MG.

    Bandas: Barril De Pólvora, Vultör, Martírio e Krushhammer

    Informações: www.facebook.com/tropametal

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  • THE CROSS – baterista retorna ao line up

    THE CROSS – baterista retorna ao line up

    Conforme fora amplamente divulgado o baterista Louis “Bear”, que gravara o debut álbum “The Cross”, fora afastado da banda por conta de um infarto que sofrera. Após um período de convalescença Louis voltou atuar junto à banda como produtor no processo de gravação das guitarras e baixo no estúdio de sua propriedade, o Den Estúdio.

    Com seu restabelecimento o vocalista Eduardo Slayer o convidou para retomar seu posto, além de tutelar a responsabilidade da gravação da bateria assim como da mixagem e masterização de “Still Falling”. Já o processo de gravação das vozes foi totalmente feito e finalizado no SD Estúdio.

    Seja bem vindo ao seu posto Louis, muito em breve a banda divulgará maiores detalhes sobre este grande lançamento comemorativo dos vinte e cinco anos do lançamento da lendária demo “The Fall” e também seus planos para shows em 2019.

  • MAX & IGGOR CAVALERA – Rio de Janeiro/RJ, 1º de novembro de 2018

    MAX & IGGOR CAVALERA – Rio de Janeiro/RJ, 1º de novembro de 2018

    Alguém anotou a placa? Este era o sentimento do público que compareceu em bom número ao Circo Voador naquela quinta-feira, véspera de feriado. Escorados por Marc Rizzo (guitarra) e Mike Leon (baixo), também integrantes do Soulfly, Max e Iggor Cavalera passaram por cima de todo mundo, sem dó nem piedade, ao revisitar canções de “Beneath the Remains” (1989) e “Arise” (1991). Curiosamente, a união dessas joias lapidadas com o Sepultura resultou numa apresentação bem superior àquela que teve “Roots” (1996) tocado na íntegra, em dezembro de 2016. E para isso contribuiu não apenas o repertório, mas principalmente a energia dos irmãos Cavalera: enquanto o Iggor tocou com pegada e vontade que há muito tempo não se via, Max estava lindamente possuído pela energia que emanava na casa.

    Energia que se fez presente logo de cara. Pudera, como resistir a uma abertura com “Beneath the Remains” e “Inner Self”? A catarse inicial ganhou forma em rodas insanas e nas muitas vozes que, regidas por Max, cantavam os refrãos. Dos clássicos que, principalmente o segundo, até hoje se fazem presentes nos shows dos irmãos ou do Sepultura, mas o mais interessante da noite eram as músicas que raramente (e infelizmente) ganham uma chance fora de turnês específicas. Como esta chamada de Return Beneath Arise. Assim, foi especial reviver “Stronger Than Hate” e seu refrão preciso; cantar “Mass Hypnosis” já no comecinho, sob o ritmo do bumbo; e, mais do que qualquer coisa, bater cabeça com a espetacular “Slaves of Pain”, uma das maiores criações da formação clássica do Sepultura. Que riff e refrão fabulosos!

    “Abre a roda, porra!”, bradou Max antes de “Primitive Future”. E abriu-se a roda, que virou trenzinho na introdução pré-gravada de “Arise” para se transformar, já com a fúria sonora sendo despejada, numa roda de proporções ainda maiores. “Puta que pariu, Rio de Janeiro!”, agradeceu Max, com um sorriso infantil no rosto – sim, de alegria infantil de quem guarda boas e antigas memórias daquele palco: desde 1987, quando o Sepultura saiu do Caverna II para lançar “Schizophrenia” no Circo Voador. Os gritos de “Cavalera! Cavalera!” antecederam a obviamente ovacionada “Dead Embryonic Cells”, mas mostraram mesmo como é bom escutar as duas pérolas que abrem “Arise” sem que elas virem uma única canção. Não cansa nunca.

    “Essa é uma das minhas favoritas”, disse o vocalista e guitarrista ao anunciar “Desperate Cry”, outro clássico extraído do quinto trabalho gravado com o Sepultura. E uma das favoritas dos fãs, também. A rigor, as três principais músicas de “Arise” foram apresentadas em sequência, mas é louvável que o pique não tenha caído com as duas canções que vieram a seguir. Começando por “Altered State”, na qual um alucinado Max agitou como nos velhos tempos diante de uma congregação que obedeceu rapidamente o pedido de “mãos para cima”. E veio “Infected Voices”, “uma porrada só que está lá no finzinho de ‘Arise’, então abre a roda, Hell de Janeiro!”. E abriu-se a roda, mais uma vez, num clima que já não contagiava apenas uma banda afiadíssima no palco – fiel escudeiro de Max, o ótimo Rizzo ganhou uma companhia à altura em Leon, que agitava sem parar. Só que olhos mais atentos percebiam, no canto esquerdo do palco, a matriarca Vania Cavalera vibrando a cada instante. No lado direito, atrás da parede de amplificadores, havia até roadie tocando até ‘air drums’…

    Àquela altura, vários fãs tinham subido no palco para mergulhar de volta na pista, por vontade própria ou com uma mãozinha da equipe técnica. Em “Orgasmatron”, porém, um fã pediu para não ser devolvido involuntariamente, e Max, ao perceber, o puxou para perto, o abraçou e cantou com ele o refrão do clássico do Motörhead que o Sepultura tomou para si há quase 30 anos. Antes do ‘stage diving’, como forma de agradecimento, o fã se ajoelhou aos pés de do guitarrista e vocalista, que ouviu os gritos de “Pula! Pula!”… “Vocês me seguram? Na boa mesmo? Eu tô gordão!”, brincou Max, atacando de frontman apenas com o microfone em mãos: “Lemmy vai ouvir vocês lá de cima ou lá de baixo”. Foi a deixa para uma versão arrebatadora de “Ace of Spades”, e o saudoso Lemmy não apenas ouviu os fãs se esgoelarem. Ele viu Max se jogar na plateia e ser devolvido ao palco depois de um seguro crowd surfing. Antológico.

    “Se vocês querem mais, então têm que gritar!”, e os fãs deram um jeito de encaixar “Cavalera” no tradicional “Olê! Olê! Olê”. Não que tenha sido isso a razão para a banda voltar, mas ajudou a melhorar ainda mais o clima de um bis que não foi nada protocolar. Foi matador. Tão matador que a genial “Troops of Doom” foi uma entrada de luxo. “O bicho vai pegar!”, disse o mestre de cerimônias e entidade do metal nacional. E pegou. Prato principal, “Refuse/Resist” contou com fã cantando sozinho parte da letra, com a permissão de Max, e um ‘wall of death’ lindo de ver. Sobremesa, “Roots Bloody Roots” eletrificou o Circo Voador e fez Max resumir o que estava acontecendo: “Que noite maravilhosa, Rio de Janeiro!”. Dá tempo para um cafezinho? Então toma um rápido medley de “Beneath the Remains” com “Arise” para fechar uma noite memorável. Poucas vezes as lembranças de um passado foram tão presentes e atuais.

    Vale registrar que a festa começou com a apresentação do paulistano Endrah e terminou com o show do carioca Enterro. Formado por Relentless (vocal), Covero (guitarra), Adriano Vilela (baixo) e Henrique Pucci (bateria e aniversariante do dia), o Endrah apresentou seu deathrashcore num show para um público que ainda chegava ao Circo Voador. Com pouca gente no local, a recepção foi fria, mas atenta ao som técnico e cheio de convenções instrumentais – algumas vezes, com informações até demais – do quarteto. Mas os aplausos ao fim foram merecidos, até pela ótima performance de Relentless, que não para quieto um segundo.

    O Enterro deveria ter tocado na sequência, mas o cronograma fez com que o equipamento do grupo começasse a ser desmontado a tempo de os irmãos Cavalera começarem a tocar no horário previsto (22h30). E sabe o mais legal de tudo? Não teve mimimi, treta ou vitimização. “Gostaria que vocês ficassem mais um pouco para ver uma banda que gosto muito, o Enterro. Eles não puderam tocar antes, mas vão fazer o show agora”, disse Max antes de deixar o palco. Muita gente ficou, e Kaffer (baixo e vocal), Doneedah (guitarra) e Cävaal (bateria) – Ozorium (guitarra) não pôde ficar, por isso a banda se apresentou como trio – fizeram uma apresentação pesadíssima para mostrar seu black metal (com death, diga-se) a um público cansado, mas que encontrou forças para agitar.

  • HAVOK 666 – Acaba de ser lançado o lyric video de Praise the Empty Christ

    Estreou essa semana o novo Lyric Video da música Praise the Empty Christ do mais recente álbum Sodomized By Divine Order e que contou com uma super produção da MS Motion Design, confira:

  • HANGAR – 4 de novembro de 2018, Campinas/SP

    HANGAR – 4 de novembro de 2018, Campinas/SP

    Falar das dificuldades de se fazer um show de rock aqui no Brasil seria contar novamente uma piada velha – e sem graça. Se a banda é de heavy metal, então, o negócio fica ainda mais complicado. Então, que tal uma banda de metal fazer uma verdadeira turnê, passando por oito estados e pelo Distrito Federal, totalizando dezoito apresentações em pouco mais de um mês? Soa como um delírio, não é mesmo? Não se estivermos falando do Hangar. O empreendedorismo do batera Aquiles Priester é conhecido por todos e nesse caso não foi diferente. Viajando num microônibus personalizado, Aquiles, Pedro Campos (vocal), Nando Mello (baixo), Cristiano Wortmann (guitarra) e Fábio Laguna (teclado) fizeram a terceira parada dessa tour na noite de domingo, 4 de novembro.

    Diante de um público bom e animadíssimo (dava pra dizer “furioso”), os trabalhos foram abertos pelo power trio Acid Tree. E talvez pela primeira vez em mais de trinta anos de jornalismo musical não vou poder opinar sobre uma banda. A qualidade do som estava tão ruim, mas tão ruim que ficou impossível entender o que estava acontecendo no palco. Pra resumir, durante o curto show do grupo praticamente se ouviu apenas a bateria – a voz aparecia lá no fundo de vez em quando, também dava pra perceber a vibração do baixo, mas a guitarra ninguém sabe, ninguém viu – ou melhor, ninguém ouviu… Lá pro fim do show pareceu que a coisa ia se resolver, mas aí o guitarrista pegou um violão. OK, voltemos à prancheta… Essa vamos ficar devendo.

    Já o Hangar entrou em cena com a qualidade de som e de performance que nos acostumamos a ver na banda. O show foi baseado em seu último disco, Stronger than Ever (2016) – aliás, o mesmo nome da turnê. Nada menos que seis faixas do álbum foram apresentadas no show, começando com a dobradinha Reality Is a Prision e The Revenant.

    Valendo-se de várias introduções pré-gravadas que funcionavam como vinhetas para ligar algumas das músicas, o Hangar, de cara, mostrou quem seria a atração principal da apresentação. Tudo bem, Cristiano Wortmann é daqueles guitarristas técnicos, mas também cheio de feeling e que faz com que as melodias intrincadas que produz pareçam extremamente fáceis de tocar. Fábio Laguna continua sendo o cara que levou o teclado a um outro patamar no heavy nacional, dividindo com maestria bases e solos com Wortmann. Nando Mello é daqueles baixistas que não precisa de um milhão de notas pra mostrar o quanto é bom, além de ter um entrosamento fantástico com seu velho parceiro de cozinha, Aquiles. E este ainda é o melhor baterista do Brasil e um dos melhores do mundo. Além da técnica apuradíssima, toca como se o show fosse o último de sua vida, tal a garra que imprime em cada música. Porém, o destaque do show atende por Pedro Campos. Não à toa, Aquiles apresentou-o como “a voz definitiva” do Hangar. Esbanjando carisma em cena, sorrisão na cara o tempo todo, Pedro mostrou alcance, potência, afinação irrepreensível e uma bela extensão vocal. De fato, é o cara certo pra empunhar o microfone do Hangar.

    Um detalhe bastante interessante do show foi o fato de o grupo incluir no repertório, além do power metal de sempre, várias baladas. E assim pudemos perceber claramente como o Hangar é bom para criar melodias agradáveis. Apresentadas em sequência, Just Like Heaven, Dreaming of Black Waves, Based on a True Story (uma das mais belas composições do metal brasileiro), Time to Forget e Call Me in the Name of Death deram um respiro interessante ao show – mas notem: o fato de serem temas mais lentos não significa que o peso foi deixado de lado, o que torna essas músicas ainda mais interessantes.

    Foram duas horas de apresentação, encerradas com mais um tema mais lento, Haunted by Your Ghosts, e duas porradas do álbum The Reason of Your Conviction (2007), Hastiness e a faixa-título. Depois, sem pressa, a banda ainda atendeu a numerosa galera que lá estava. Como disse Aquiles, “sem meet-and-greet pago, sem mimimi!” Enfim, do jeito que tem que ser.

  • EDU ARDANUY: guitarrista fala sobre tocar com VINNY APPICE

    EDU ARDANUY: guitarrista fala sobre tocar com VINNY APPICE

    O guitarrista Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin) falou sobre a experiência03 de se apresentar ao lado do lendário baterista americano Vinny Appice, que se apresentará no próximo dia 15 de novembro (quinta-feira, feriado) no Manifesto Bar, em São Paulo. “É uma honra poder participar dessa turnê com Vinny Appice. O Black Sabbath inventou o heavy metal e os álbuns com Ronnie James Dio são os meus preferidos”, declarou. “E Vinny Appice como batera, acho perfeito! Ele toca super pesado e preciso, o batera que toda banda de heavy metal pediu a Deus. E esse estilo é, basicamente, a referência da minha nova banda, Sinistra”, completou.

    A banda de apoio de Vinny Appice, além de Edu Ardany, contará com Nando Fernandes (vocal, Sinistra, ex-Hangar e Cavalo Vapor) e Fernando Giovannetti(baixo, Armored Dawn, ex-Karma e Aquaria), que apresentarão o clássico “Mob Rules” (1981), do Black Sabbath, na íntegra. Além disso, o repertório também contará com outros grandes clássicos do Black Sabbath e Dio.

    Além de Dio, Black Sabbath e Heaven & Hell, Vinny Appice gravou, entre outros, com Rick Derringer, Axis, World War III, Kill Devil Hill, 3 Legged Dog, Resurrection Kings e Last in Line. Também realiza workshops, clínicas de bateria, e é autor do livro/método “Rock Steady” e do DVD “Hard Rock Drumming Techniques”. “Gosto de tocar com agressividade. Prefiro estar à frente e tentar o limite a ficar em coisas mais seguras. Curto colocar coisas que realmente sinto, incluir apenas aquilo que sai do coração na hora de tocar. Então, a força vem daí”, concluiu o baterista.

    Os ingressos para o evento, que também dão direito a um ‘Meet and Greet’, estão disponíveis em https://ticketbrasil.com.br/show/6449-vinnyappice-saopaulo-sp/ingressos/

    Vinny Appice em São Paulo: Data: 15 de novembro (quinta-feira, feriado) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 120 (com ‘meet & greet’ incluso) Venda online na Ticket Brasil: https://is.gd/4PuOaF Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Mais informações: www.manifestobar.com.br Fonte: ASE Press   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • FACES OF DEATH convoca fãs para eleger álbum “From Hell” em votação de melhores de 2018

    FACES OF DEATH convoca fãs para eleger álbum “From Hell” em votação de melhores de 2018

    Com menos de um mês de seu lançamento oficial, o novo disco do Faces Of Death vem chamando a atenção do mundo, “From Hell”, liberado em 10 de outubro de 2018, acaba de ser incluso em uma enquete para votação aberta, no qual irá indicar o melhor disco de Metal lançado na América Latina.

    Organizado pelo site “Headbangers LatinoAmerica”, o Faces Of Death, concorre ao posto de melhor registro fonográfico do ano de 2018, mas para que esse merecido reconhecimento seja oficializado, a banda precisa que os fãs e apreciadores do trabalho do grupo apoie em massa, votando e compartilhando com amigos essa disputa que será acirrada.

    Para votar no Faces Of Death, basta acessar o link abaixo, escolher a capa do álbum que estará envolta a outras várias capas, clicar nela e descer até o fim da tela e selecionar o ícone verde “ENVIAR”. Pronto seu voto será computado para o Faces Of Death.

    Acesse o link abaixo para votar no Faces Of Death:

    https://apps.facebook.com/mis-encuestas/qwjyao?from=page_wall&seed=864

    Caso ainda não tenha conferido o novo álbum “From Hell” do Faces of Death, acesse abaixo o disco pelo Spotify ou Deezer e confira essa verdadeira “patada na fusa”:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/1R0wLKg76bBt7MTsaukcgl

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/75164402

    Formação:

    Laurence Miranda – vocais, guitarras Felipe Rodrigues – guitarras Sylvio Miranda – contrabaixo Sidney Ramos – bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/FacesofDeathBand/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/faces-of-death

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  • ALÍRIO NETTO comenta suas músicas favoritas do Queen que não estão no “Greatest Hits”

    ALÍRIO NETTO comenta suas músicas favoritas do Queen que não estão no “Greatest Hits”

    O ator e cantor Alirio Netto está em turnê com a banda Queen Extravaganza, tributo oficial ao Queen produzido por Roger Taylor e Brian May, mas o músico continua recebendo destaque portais internacionais como o “Move to Trash” do Reino Unido. O vocalista segue recebendo elogios dos integrantes originais do Queen, Brian May e Roger Taylor, além dos fãs da banda que tem falado muito bem do cantor em vídeos e perfis de redes sociais por onde tem passado com a turnê.

    Com a turnê do Queen Extravaganza chegando por todo o Reino Unido, Alirio Netto escolheu para o site britânico “Move to Trash” as suas músicas favoritas do Queen , que não estão no álbum “Greatest Hits”, além de singles a faixas de álbuns e gravações ao vivo a raridades.

    Confira a matéria original no endereço: https://movetotrash.co.uk/2018/11/queen-extravaganza-queens-other-greatest-bits-ii/

    Veja a lista e comentários de Alírio Netto:

    1. Love Of My Life – Live At Rock In Rio Esta é provavelmente uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos, e também uma das mais famosas apresentações de todos os tempos do Queen na América do Sul. Essa versão de “Love Of My Life” foi a razão pela qual eu me tornei um cantor em primeiro lugar. Eu tinha uns 9 anos quando assisti Freddie na TV, fazendo meio milhão de pessoas cantarem a música inteira com ele no primeiro Rock in Rio. Aquela cena me surpreendeu e me fez perceber que ser cantor é o que eu queria fazer para o resto da minha vida. Como você pode não estar apaixonado por uma música escrita e dedicada ao amor verdadeiro? Obrigado Freddie.

    2. You Take My Breath Away Uma música tão linda e emotiva. Freddie é tão gentil e emotivo ao mesmo tempo que, toda vez que ouço essa música, me tira o fôlego.

    3. The Prophet’s Song É uma obra prima! Cada pedaço disso é perfeição. Pesado e suave ao mesmo tempo, e a parte do meio com todos esses vocais me deixa louco toda vez que eu ouço.

    4. Spread Your Wings É esse tipo de música que faz você pensar em sua própria vida. Todo mundo poderia ser Sammy em algum momento da vida. “Deixe sua vida morta para trás” – é exatamente como você deve agir durante sua vida.

    5. My Melancholy Blues Queen estava sempre tentando algo diferente para expressar sua música. Eu amo o sentimento de blues que essa música traz. É um casamento tão perfeito entre a melancolia, belas partes de piano e uma linha de baixo que leva a música a um outro nível.

    6. White Queen (As I Began) – Live At The Rainbow É tão lindo que dói! Essa versão ao vivo é tão poderosa – provavelmente um dos melhores momentos ao vivo do show do Rainbow. Toda vez que eu ouço isso, me faz sentir como se estivesse lá na platéia.

    7. It’s Late – BBC Session É esse tipo de música que continua crescendo até o final. E a versão da BBC tem a sensação do Led Zeppelin no meio, é brilhante. No final, sinto-me possuído todas as vezes – é impressionante.

    8. Liar Puro rock and roll. O tipo de música que tem aquela atmosfera progressiva dos anos setenta misturada com momentos suaves e poderosos. Eu amo todos aqueles backing vocals.

    9. Don’t Try So Hard Eu ainda não posso acreditar que Freddie foi capaz de entregar esses vocais perfeitos durante esses últimos anos. Essa música tem o poder de me fazer chorar quase todas as vezes. O último refrão é tão bonito que dá a sensação de que Freddie é provavelmente um anjo.

    10. Teo Torriatte (Let Us Cling Together) Bela canção, e o canto em japonês é um toque tão doce. Tem aquela melodia cativante que fica na sua cabeça o dia todo.

    11. Tie Your Mother Down Esta música devia estar no Greatest Hits! Rock and roll, cativante, poderoso, ótimo refrão, ótimo solo de guitarra … Tem tudo. O riff de guitarra no começo dá a sensação de que você está prestes a ser chutado na cara por um deus do rock.

    12. I Was Born To Love You Eu me lembro quando eles lançaram “Made in Heaven” depois que Freddie se foi. Esta versão é uma das melhores músicas do álbum – eu amo o solo de guitarra e o final com todos os momentos do Freddie. Emocionante.

    13. Mother Love Eu acredito que esta é a música mais comovente que eu já ouvi na minha vida. E eu amo tudo isso. As letras, a paixão, a melancolia – “Mamãe, por favor, deixe-me voltar para dentro …” Esta linha me deixa perto das lágrimas toda vez. Sublime.

    14. One Year Of Love É a canção de amor perfeita. Os vocais de Freddie são realmente especiais nela. Você pode sentir o amor dele através de cada palavra que ele está cantando. O solo de saxofone é incrível e dá à banda algo novo e inesperado.

    15. Bijou Quase uma música instrumental. Belo solo de guitarra – Brian estava muito inspirado quando gravou. E quando você pensa que tem tudo o que a música tem a oferecer, aí vem Freddie cantando uma linha – só para mostrar a você que com uma única linha eu posso fazer algo perfeito ainda mais especial.

    16. In The Laps Of The Gods… Revisited – Live At Wembley O show é apenas pura perfeição. Quando você começa a tocar neste logo no começo do show, você fica realmente surpreso. Essa é uma das coisas que eu mais amo no Queen. Quando você pensa que sabe o que está por vir, você vai bater na cara com algo inesperado.

    17. Is This The World We Created? – Live At Wembley Eu adoraria tocar essa música com o Extravaganza em algum momento. Um momento maravilhoso entre Brian e Freddie. Esta versão ainda me dá arrepios.

    18. Get Down, Make Love Que música sexy e groovy! É esse tipo de música que faz você sentir que está no controle. Eu também adoro a linha de baixo.

    19. Big Spender – Live At The Hammersmith Odeon Eu sempre fui um grande fã de musicais. Freddie, creio eu, também tinha a mesma paixão por eles. Eu acredito que se ele ainda estivesse vivo, ele iria escrever ou estar em um musical. Esta versão tem a paixão do teatro.

    20. There Must Be More To Life Than This – William Orbit Mix (Queen & Michael Jackson) Freddie e Michael na mesma musica? Na verdade, não há nada mais perfeito do que isso. Dois dos meus cantores favoritos mostram ao mundo como ser impecável em todos os sentidos. Bela canção, eu adoro isso!

    No currículo de Alírio Netto em musicais, o ator realizou o papel de Jesus na produção mexicana de “Jesus Cristo Superstar” e de Judas na produção brasileira do mesmo musical pelo qual foi escolhido pelo jornal O Estado de São Paulo como Melhor Ator de Musicais de 2014. Além disso, Alírio Netto e sua esposa Livia Dabarian tiveram a grande honra e oportunidade de protagonizar a versão brasileira do musical “We Will Rock You”, musical do Queen, no papel de Galileo e Scaramouche. Alírio já gravou álbuns com as bandas Khallice e Age of Artemis com quem tocou inclusive no Rock in Rio e seu primeiro CD solo “João de Deus”. Recentemente, o músico lançou os videoclipes para as músicas “Back to the Light e “De Sol a Sol”.

    Links relacionados: https://www.facebook.com/nettoalirio/ https://www.alirionetto.com/ https://www.queenonline.com/

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  • EDU FALASCHI: critica no Japão exalta retorno de vocalista com sua turnê solo “Rebirth of Shadows”

    EDU FALASCHI: critica no Japão exalta retorno de vocalista com sua turnê solo “Rebirth of Shadows”

    “Esta turnê no Japão foi uma celebração fantástica dos anos de Angra de Edu Falaschi”. Com essa frase, a repórter Caroline Misokane, maior site japonês de heavy metal Roppongi Rocks, sintetiza a passagem do vocalista Edu Falaschi pelo Japão. Com apresentações sold out, em Osaka e Tóquio, Edu apresentou clássicos de sua época do Angra e pela primeira vez a inédita “The Glory of the Sacred Truth”, faixa título do EP de mesmo nome. O show em Tóquio contou com mais de 1.300 pessoas e o de Osaka com cerca de 700 pessoas agitaram com a banda em todos os momentos. Além de tudo isso, a banda e o vocalista foram destaque com matéria de duas páginas na revista Burrn! do Japão, a maior revista especializada do mundo de heavy metal.

    Neste trecho da matéria no site japonês, a repórter relata o final da apresentação e cada momento de emoção deste show especial da carreira de Edu Falaschi. “Após Edu apresentar sua incrível banda, o público aplaude calorosamente cada músico, fazendo com que cada um deles fique emocionado por estar no Japão e, claro, saudando Priester e Laguna como nos velhos tempos. No final, Priester pega o microfone e apresenta Falaschi como “o melhor compositor de metal brasileiro de todos os tempos” e tanto o público de Tóquio quanto de Osaka enlouquecem, gritando seu nome e aplaudindo-o como faziam oito anos atrás. Com “Rebirth” Falaschi e sua banda mostram gratidão por todos os anos de apoio e fazem com que todos os fãs cantem as palavras com ele. A banda fecha as duas noites com a faixa “Spread Your Fire”, realizada em uma vers ão bastante pesada. O destaque aqui é o baixista Dafras, tocando mais rápido que a velocidade da luz e tornando as coisas ainda mais insanas. Esta turnê no Japão foi uma celebração fantástica dos anos de Angra de Edu Falaschi”, disse a repórter na resenha. Confira a matéria original: https://roppongirocks.com/2018/11/01/gig-review-edu-falaschi-and-the-dark-element-in-tokyo-and-osaka/ Recentemente, o músico lançou no Japão o EP “The Glory of the Sacred Truth” pela gravadora King Records a primeira tiragem de 5.000 cópias se esgotaram em 1 semana. Essas faixas são as primeiras gravações em 10 anos que Edu Falaschi, Aquiles Priester e Fabio Laguna realizam juntos. As músicas inéditas são “The Glory of the Sacred Truth” e “Streets of Florence”. Assista o videoclipe de “The Glory Of The Sacred Truth”: https://youtu.be/cwvsnoH6d1Q Setlist dos shows no Japão: In Excelsis Nova Era Acid Rain Angels and Demons Running Alone Wishing Well Winds of Destination Heroes of Sand The Glory of the Sacred Truth Millennium Sun The Shadow Hunter Live and Learn Rebirth Deus Le Volt! Spread Your Fire Gate XIII

    O line-up atual formado por Edu Falaschi para seu carreira solo é composta por Aquiles Priester (bateria), Fabio Laguna (teclados), Roberto Barros (guitarra), Diogo Mafra (guitarra) e Raphael Dafras (baixo). Edu Falaschi lança estas duas músicas inéditas e autorais como forma de agradecimento aos fãs pelo apoio a sua turnê “Rebirth of Shadows Tour”. A capa foi desenhada por Carlos Fides (Almah, Noturnall, Oficina G3, Scalene, Eterna, entre outras). Links Relacionados: https://www.facebook.com/rebirthofshadows/ https://edufalaschi.com.br/ https://www.facebook.com/edufalaschi.officialpage

  • EDUARDO BONADIA – Editor da Strike e cofundador da Rock Brigade precisa de ajuda em tratamento de câncer

    EDUARDO BONADIA – Editor da Strike e cofundador da Rock Brigade precisa de ajuda em tratamento de câncer

    Eduardo de Souza Bonadia, coeditor da revista Rock Brigade, batalhador incansável pelo rock/metal no Brasil, editor/redator do webzine Strike Virtual Metal Magazine e apresentador do canal StrikeCanal, precisa da ajuda para o tratamento de câncer no pâncreas.

    Para ajuda-lo clique neste link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/tratamento-de-cancer-do-eduardo-s-bonadia #FORÇABONADIA