Após lançar o primeiro álbum no começo desse ano, a banda paulista de Black Metal, Outlaw, decidiu gravar um novo single, lançado online no último dia 02 de Novembro.
‘Ashes & Blood’, vem mostrar os novos rumos musicais da banda e anunciar o novo baterista escolhido para o posto, anteriormente ocupado por C..
“Optamos por lançar essa música no dia 02 de Novembro pelo lado místico do “Dia dos Mortos”. Esse som representa bem a nova fase da banda, que está voltando bem mais pesada e com alguma experiência após as passagens por palcos para a divulgação do debut ‘Path to Darkness’ “,declarou D. (guitarra e vocal)
L., o novo baterista da banda, é responsável pela bateria de ‘Funeral Serenade’, clássico da banda Sextrash, e traz consigo uma bagagem de vários anos de experiência tocando metal extremo.
A banda agora segue compondo o novo disco que será lançado em 2019 (ainda sem data prevista), e pretende agora retomar a rotina de shows.
Para escutar o single Ashes & Blood:
https://www.youtube.com/watch?v=OzjiJ69ax8c
No dia 30/11 (sexta), o MX se apresenta no Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho, São Paulo). Na ocasião eles estarão lançando seu novo álbum, “A Circus Called Brazil”, com um show completo – recentemente estiveram na capital em show ao lado Sepultura e Eminece, na Áudio. A banda estará no palco, pontualmente às 21h30. Os ingressos custam entre R$6 e R$20.
Ouça a mais recente participação do MX no programa Pegadas de Andreas Kisser da 89FM:
“A Circus Called Brazil” será lançado na Rússia, via Narcolpetica e More Hate Productions.
A formação do MX é, Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)
A banda dinamarquesa de thrash metal ARTILLERY lançará seu nono álbum de estúdio, The Face Of Fear, em 16 de novembro via Metal Blade. O sucessor de Penalty by Perception, de 2016, é o terceiro trabalho do ARTILLERY com a formação atual.
O vídeo oficial de Pain pode ser visto abaixo.
O clipe foi produzido por Morten S. Madsen e apresenta o talentoso ator dinamarquês Tommy Vonsyld no papel principal.
A banda comenta: “O vídeo para a música Pain é sobre um homem que vive sua vida isolado, e tudo é centrado em torno de seu abuso de drogas e álcool. Ele está com dor e lutando com problemas mentais e psicológicos causados por seu próprio abuso. Ele está perto do fim de sua vida e é assombrado por seus próprios demônios, e o ceifeiro está escondido nas sombras”.
The Face Of Fear foi gravado com o produtor de longa data Søren Andersen no Medley Studios. É a quinta vez que Søren assume o comando e, mais uma vez, ele consegue entregar uma produção monstruosa.
Søren comenta: “Puro e cru! Parte do material deste álbum foi originalmente escrito no início dos anos 80, e isso nos inspirou a ser ‘old school’ desta vez. Não muitas camadas, apenas o thrash metal clássico do ARTILLERY… E Bastholm [Michael Bastholm Dahl, vocalista] está melhor do que nunca neste álbum. Este é um álbum sem canções para ocupar espaço, criado em conjunto com a banda, e estou muito orgulhoso do resultado final. Espero que todos gostem tanto quanto eu!”.
Desde o lançamento de Penalty by Perception – que rendeu para a banda quatro Danish Metal Awards em 2016 (melhor álbum, melhor banda, melhor produção e prêmio honorário) – o ARTILLERY já percorreu o mundo, incluindo Europa, América do Sul e partes da Ásia. Para o resto de 2018, haverá tempo para o Copenhell Metal Cruise e uma turnê na Dinamarca, além de uma festa de lançamento no High Voltage. O ano de 2019 incluirá turnês pela Europa, América do Sul e Estados Unidos.
Já começou a contagem regressiva para o inicio da tão aguardada LIBERATION TOUR FEST 2018 pelo Brasil! A organização da turnê itinerante revelou os tão aguardados horários das atrações, que estão prestes a devastar Porto Alegre (09/11 – Opinião), Fortaleza (11/11 – Armazém), Rio de Janeiro (16/11 – Circo Voador) e São Paulo (17/11 – Audio). Em Manaus (14/11 – Studio 5), a programação será revelada em breve aqui.
Após histórica edição de estreia trazendo com exclusividade o lendário King Diamond a América do Sul, este ano, o evento cresceu e reuniu dois grandes nomes do metal mundial como Kreator (ALE) e Arch Enemy (SUE) para excursionar em formato co-headlining, cruzando o País de Norte a Sul.
Além disso, o público paulista e carioca também vão curtir a performance marcante do Walls of Jericho (EUA) e conferir o cultuado Excel (EUA) no Brasil. A cena nacional será representada pelas bandas Shaman em Manaus e Genocídio em São Paulo.
Confira abaixo a ordem das exibições e horários do LIBERATION TOUR FEST 2018, que traz uma nova proposta de entretenimento, baseada na diversidade dos artistas, além de contar com superprodução digna dos grandes festivais da Europa e EUA. Fãs da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela devem prestigiar alguma da cinco edições.
Arch Enemy
Apesar da grande procura, ainda há ingressos à venda em todas as capitais. Mais informações nos serviços abaixo.
Fãs do gigante do thrash metal alemão poderão ver pela primeira vez em nosso país a execução do aclamado “Gods of Violence”, 14º álbum de estúdio do Kreator, além das faixas clássicas que a banda conseguiu cristalizar ao longo de sua longa carreira como verdadeiros hinos do metal.
Já o Arch Enemy retorna ao Brasil para apresentar o seu 10º álbum “Will To Power”, o segundo com a sua imponente nova vocalista Alissa White-Gluz. Desafiando todos os limites do metal combinando agressividade, peso e melodia de maneira profícua, “Will To Power” vem sendo exaltado como uma verdadeira obra épica do death metal melódico.
Formado em 1998, na cidade de Detroit, o Walls of Jericho é um dos nomes mais respeitados do cenário do metalcore. Atualmente é formado por Candace Kucsulain (vocal), Chris Rawson (guitarra), Mike Hasty (guitarra), Aaron Ruby (baixo) e Dustin Schoenhofer (bateria) e seguem na estrada promovendo o álbum “No One Can Save You From Yourself” (2016).
Walls of Jericho
A grande surpresa do line-up e uma das atrações mais aguardadas deste ano é o grupo norte-americano Excel, tradicional representante do crossover mundial, que retorna a São Paulo e estreia no Rio de Janeiro. Formada em 1983 pelo vocalista Dan Clements e o guitarrista Adam Siegel, a banda gravou três álbuns, excursionou ao lado de No Mercy, Beowülf, Suicidal Tendencies, Cryptic Slaughter, Testament, Overkill, Megadeth, entre outros.
Em 1991, o Excel despertou interesse após processar o Metallica por considerar que a música “Enter Sandman” era plágio de “Tapping into the Emotional Void”, disco “The Joke’s on You” lançado dois anos antes do clássico “Black Album”, no entanto, a ação não avançou devido a uma assessoria jurídica imprópria. Em 1996, deram uma pausa nas atividades e voltando à ativa apenas em 2012. Desde então, Dan Clements (vocal), Alex Barreto (guitarra), Shaun Ross (baixo) e Michael Cosgrove (bateria) se mantem constantemente na estrada e conquistando novos fãs em shows pelos EUA, Japão e Europa.
Exclusivamente em Manaus, os fãs terão a oportunidade de conferir o show de retorno do Shaman com a sua clássica formação original, após 12 anos longe dos palcos. Andre Matos (vocal), Luis Maruitti (baixo), Hugo Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) vão executar um verdadeiro best of dos álbuns “Ritual” e “Reason”.
Shaman
O representante brasileiro em São Paulo será o Genocídio. Com mais de 30 anos de estrada, Murillo Leite (guitarra/vocal), Rafael Orsi (guitarra), Wanderley Perna (baixo) e Gil Oliveira (bateria) prometem não ser meros coadjuvantes e vão aproveitar a oportunidade para seguir divulgando o álbum “Under Heaven None” (2017).
O ‘lyric video’ oficial de Open Your Mind, novo single da banda suíça de heavy metal BURNING WITCHES, pode ser visto abaixo. A música é a faixa-título do segundo álbum da banda, que será lançado amanhã, 9 de novembro pela Nuclear Blast Records. O disco foi produzido no Little Creek Studio na Suíça pela mesma equipe de seu antecessor: V.O. Pulver (PRO-PAIN, DESTRUCTION, NERVOSA, PÄNZER) e o vocalista do DESTRUCTION, Schmier, que ajudou e aconselhou como um amigo próximo da banda.
O BURNING WITCHES comentou: “Estamos muito orgulhosas de apresentar nosso vídeo para a faixa Open Your Mind. A música transmite uma mensagem para todos nós: não deixe que o medo e a raiva controlem sua vida. Todos nós devemos ficar juntos neste momento, quando o racismo está prestes a crescer novamente. Devemos lembrar que somos todos iguais. Abra sua mente, abra seu coração e tente lembrar como chorar. “
No início do mês passado, a banda já havia lançado o videoclipe da faixa título de Hexenhammer: “As filmagens do vídeo Hexenhammer foram uma excitante nova experiência para a banda.
“Nosso segundo vídeo mergulha na história do Malleus Maleficarum, escrita pelo desacreditado clérigo católico Heinrich Kramer para [legitimar] seus atos cruéis contra a mulher no século XV.
“A faixa título representa o álbum – é melódica e pesada e reflete o som da banda de uma maneira perfeita!
“Esperamos que você goste do vídeo, que abre um novo capítulo autêntico para a banda!
“Queremos agradecer ao museu Witchcraft em Gränichen / Suíça e à sua fundadora e diretora Miss Wicca Meier-Spring e sua equipe pelo apoio a este grande projeto. Também queremos agradecer à Opera de Zurique pelas roupas e acessórios. Gravações antigas e edição por Michael Buzek. Felicidades para toda a equipe por tornar este incrível empreendimento possível!”
A arte da capa de Hexenhammer foi criada pelo aclamado artista Gyula Havancsák, da Hungria, que também criou artes para DESTRUCTION, ANNIHILATOR, GRAVE DIGGER, STRATOVARIUS, TANKARD e muito mais.
O primeiro álbum da banda Eternal Sacrifice, Musickantiga… Prédicas do Vero Báratro (Cantata Lúgubre, the Revive Rapture of the Shadows Cult), lançado originalmente em 2003 e que foram todas as cópias esgotadas em muito pouco tempo ganhou uma nova edição comemorativa de 25 anos.
A banda paulistana Thrashterror divulgou através das redes sociais as datas de três shows para divulgação do seu ótimo e muito comentado EP We Shall Revenge lançado este ano.
O seu baterista Jeferson “Jeff” Romão disse em nota divulgada que “estes shows terão a verdadeira essência e alma oitentista”. Será um verdadeiro presente para os fãs da velha escola do metal.
Datas e horários:
Dia 10/11
Local: Rancho do Rock
Endereço: Rodovia Armando Salles, 376. Itapecerica da Serra/SP
Horário: 20 Horas
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Dia 14/11
Local: Hamburgueria Rock Beer
Endereço: Av. Nossa Senhora do Sabará, 3030, Interlagos, São Paulo/SP
Horário: 20 Horas
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Dia 24/11
Local: Cranius Studio Beer
Endereço: Rua José Alexandre Machado, 50, Itaim Paulista, São Paulo/SP
Felizes dos paulistanos que compareceram à festa de 24 anos do Manifesto Bar no sábado, 28 de outubro, em plena data de segundo turno, que concluiu a corrida eleitoral mais polêmica da história do Brasil, em que 55,1% dos votos decretaram Jair Messias Bolsonaro como futuro presidente do país. Os fãs do guitarrista Paul Gilbert que estiveram na aniversariante casa tiveram a oportunidade de desligar a mente do assunto política, que, como está na moda dizer, ‘polarizou’ a sociedade, de maneira corrosiva e desgastante, e acabaram assistindo a uma apresentação bem interessante do guitarrista norte-americano. Diferentemente do show convencional apresentado no início de 2017, quando veio acompanhado de seus próprios músicos internacionais e apresentou um set baseado em sua carreira solo, além de um medley que incluiu músicas dos trabalhos que gravou com Mr. Big e Racer X, dessa vez a oferta do músico foi de um ‘workshow’ de guitarra chamado “An Evening with Paul Gilbert”.
Já tendo concluído as gravações de seu novo álbum solo, que se chamará Behold Electric Guitar, e vindo de apresentação na Argentina na noite anterior, Paul Gilbert foi ovacionado pelo público, que compareceu em bom número, quando pouco antes das 21 horas desceu as escadas laterais que dão acesso ao palco, sendo acompanhado do respeitado baixista brasileiro Bruno Ladislau (André Matos, Aquiles Priester, Fishook, Denison Fernandes, Aclla) e do baterista chileno Felipe Cortés. Ao melhor estilo ‘blueseiro’, trajando terno xadrez cinza e sapato três cores, o guitarrista de 51 anos, que aos quinze foi cogitado para integrar a banda de Ozzy Osbourne e que em 2007 participou do famoso projeto G3, com o qual fez uma gira ao lado de Joe Satriani e John Petrucci (Dream Theater), chegou cumprimentando os fãs e tocando e cantando o blues Red House, de seu ídolo Jimi Hendrix, numa longa versão de dez minutos. E abrir o show assim não é algo de se estranhar em se tratando de Paul Brandon Gilbert, tendo, como exemplo, o show de São Paulo de 2017, o qual ele iniciou com o chamado “Massive Medley”, um ato que durou, acredite, 45 minutos!
Paul Gilbert
Duas coisas que chamaram a atenção logo de cara foram, a excelente qualidade de som, que favoreceu toda a banda, e os timbres usados por Paul Gilbert, que são de um brilho sem igual. Na primeira pausa, Gilbert apresentou os músicos que o acompanhavam e também o tradutor Thiago Oliveira (guitarrista de Warrel Dane, Ricardo Confessori, Isa Nielsen, Seventh Seal e Addicted to Pain) e ressaltou que seria uma noite em que ele tocaria algumas músicas e falaria de guitarra – alguns menos avisados foram pegos de surpresa com o formato informado. Entre as primeiras coisas que falou, Gilbert enfatizou detalhes que considera importantes para quem quer tocar guitarra, dizendo que apesar de amar o instrumento e também seus amplificadores e pedais, as ferramentas mais importantes são os dedos e calos que nascem nas pontas, bem como o movimento dos pulsos.
Sobre técnicas – sempre demonstrando-as na guitarra –, Gilbert falou de bends e muito sobre vibratos, os quais afirmou que podem surgir da influência de guitarristas e também de vocalistas, trompestistas e etc. Citou Hendrix e Robin Trower entre seus heróis dessa técnica que tanto explora e como dica disse que o contraste entre vibratos lentos ou rápidos os tornam mais emotivos. Abrindo parênteses para falar de cordas, Paul revelou usar as de calibre .008. Trata-se de um tipo bem leve e propício para quem toca com menos força. Nos anos 80, essas cordas eram populares entre guitarristas de heavy metal, pois proporcionavam facilidade na digitação e na execução das técnicas. Por outro lado, há quem ache que esse tipo de encordoamento resulte em um som “magro”.
Voltando aos vibratos, Gilbert os definiu como uma “imitação da voz”, revelou que quanto mais o tempo passa mais ele tenta copiar o som da voz na guitarra e demonstrou isso tocando com a banda a clássica Black Dog (Led Zeppelin), fazendo uso de slide. Em outro exemplo, Gilbert arrancou gargalhadas ao explicar o título da música que tocaria a seguir. Contou que voltando para casa de um show que fez com o Mr. Big em Hong Kong, por segundos ele perdeu a escala de Los Angeles para Portland. Por esbravejar sobre o ocorrido com uma funcionária, ela retrucou dizendo: “Senhor, você precisa se acalmar!”. Na ocasião, achando a frase bastante sonora, começou a solfejá-la pensando na frase dita e nas linhas de guitarra. Assim nasceu Sir, You Need to Calm Down, música que estará presente em seu novo álbum. Ele disse ainda que vocalistas como Robert Plant, Steven Tyler e Rob Halford cantavam notas muito altas e como a sua voz era limitada (todos riram quando ele mostrou que realmente não tem o mesmo talento que os nomes citados), se satisfazia em poder alcançá-las em seu instrumento.
Quanto ao restante do repertório, enganou-se quem pensou que ouviria músicas do Racer X ou hits do Mr. Big. Entre um ensinamento e outro, numa didática muito bem humorada (como de praxe), em que entre várias coisas falou de técnica de palhetada, de como prefere fazer a marcação com ritmos alternados na perna ao invés do robotizado metrônomo, e também sobre harmonização, escalas e outros temas relacionados, além de responder perguntas de seus admiradores, como, por exemplo, sobre sua aparente deficiência auditiva e de não descartar um futuro álbum com o Racer X, Paul Gilbert mandou outras versões para hinos como Little Wing (Jimi Hendrix), em que tocou até com os dentes, e Mercedez Benz (Janis Joplin). Cabe aqui elogiar os competentes músicos que o acompanhavam, pois o entrosamento com o guitarrista era tanto, que dava a impressão de que os três tocavam juntos há muito tempo. Inclusive, Ladislau ganhou espaço em uma das músicas para improvisar um solo e Cortés tocou o tempo todo agitando e exibindo muito ‘punch’ e destreza em seu kit.
Continuando, Paul Gilbert apresentou outra música que serviu como prévia do que virá em seu mencionado próximo álbum, chamada Blues for Rabbit, um shuffle animado, que caiu nas graças dos fãs. Depois dessa, ele conversou mais um pouco com o público e avisou que era hora de chamar ao palco dois guitarristas para uma jam session. Para participar do show, ambos tiveram que vencer um concurso online, disputado com outros guitarristas, através de voto popular. Consistia de cada um gravar um vídeo, tocando por no máximo um minuto. Mas antes de serem chamados, Gilbert enfatizou que há uma regra de “etiqueta” em que “quando um guitarrista toca, o outro para desliga tudo e presta atenção”. O primeiro a ser convocado ao palco foi Jaeder Menossi, guitarrista da veterana banda Javali (antes conhecida como Pop Javali), que chegou com timbres bem diferentes, diria mais “digitalizados”, improvisando com Paul em Back in Black (AC/DC), numa versão instrumental e um tanto suingada. Depois dessa, Jaeder deu lugar a Affonso Junior, que toca nas bandas Confessori (de Ricardo Confessori) e Revenge. O vencedor do concurso teve a honra de fazer um breve duelo com Paul, antes de improvisarem uma balada blues. Simpático, ao final Gilbert pediu aplausos da plateia aos dois músicos.
Finalizada a jam session e uma sequência de perguntas dos fãs, Gilbert se despediu com Purple Haze de Jimi Hendrix. Ao final do evento, o guitarrista atendeu aqueles que ficaram para o ‘meet ‘n’ greet’. Apesar de ser uma noite específica e proveitosa para entusiastas da guitarra, quem conhece bem Paul Gilbert sabe que suas apresentações estão longe de soarem maçantes aos que não tocam ou não entendem muito de guitarra. Quem compareceu ao Manifesto não se arrependeu, nem mesmo aqueles que foram achando que realmente iriam ouvir algo de Mr. Big ou de Racer X.
O A SORROWFUL DREAM faz show nesta sexta-feira na tradicional casa de shows Opinião (José do Patrocínio, 834), em Porto Alegre, na edição Metal do ROCK N’ BIRA OPEN BAR, representando as bandas autorais ao lado de tributos ao Megadeth, Dio, Metallica e Iron Maiden. O evento terá início logo após os shows do Arch Enemy e Kreator, a partir das 23h, e o público terá à disposição a cerveja HEINEKEN e a cerveja EISENBAHN PILSEN, o Combo Rock n’ Bira (vodka com energético) Vodka Orloff, Whisky Natu, água e refrigerantes – tudo liberado (das 23h às 5h), bem como outras opções.
O A SORROWFUL DREAM tem estado na vanguarda do Metal Gaúcho por 22 anos, apresentando uma musicalidade influenciada por um rol de elementos trazidos da música tanto gótica e clássica, quanto do Death e do Black Metal. O grupo é composto por Éder Macedo (vocal), Josie Demeneghi (vocal), Geovane “Tuko” Lacerda (baixo), Mari Vieira (teclados), Aurélio Martins (guitarra), Lucas Vargas (guitarra / violinos) e Marcelo Dornel (bateria). Além dos álbuns “Toward Nothingness” e “Passion”, o grupo possui uma vasta coleção de demos e singles, destacando o single “The River that Carries my Loss”, que em agosto completou dez anos de seu lançamento e ganhou um belíssimo vídeo clipe, que pode ser assistido abaixo.
O INEXISTENCE acaba de divulgar informações sobre seu vindouro EP, que será lançado em dezembro e levará o nome de “Infinite Forms”. A banda teve início em 2016, através de uma antiga parceria entre Felipe Jacobsen (guitarra/vocal) e Lucas Manea Diogo (baixo), que vinham tocando juntos desde 2010. Segundo Felipe, “somente agora conseguimos consolidar nosso projeto. Pela nossa convivência, nós sempre compartilhamos dos mesmos gostos e evoluímos musicalmente juntos, o que nos levou a criar o INEXISTENCE”.
Após muita procura, a dupla encontrou no baterista Vinicius Rodrigues a peça que faltava para dar continuidade ao projeto. Englobando as mesmas influências e objetivos, a entrada de Vinícius em meados de 2017 se encaixou perfeitamente com o que a banda buscava. E dentre estas influências, estão baluartes do Death Metal como Obscura, Death, Atheist, Beyond Creation, Necrophagist e Gorguts, nomes que evocam um Death Metal absurdamente técnico. Felipe explica a sonoridade da banda: “Temos como proposta compor melodias com estruturas complexas, tempos quebrados, atonalismo, entre outros elementos”.”
Gravado no From Hellcords Studios, em Porto Alegre, “Infinite Forms” tem seu lançamento programado para o dia 7 de dezembro, e sua distribuição ficará a cargo do selo Zabauros. A capa do EP foi desenhada pelo artista Tiago Medeiros e foi inspirada na letra da faixa “Natural Selection”, que segundo a banda, faz menção à natureza, evolução e suas infinitas formas.