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  • Summer Breeze confirma MR. BIG, SEBASTIAN BACH, DEATH ANGEL e DR. SIN para 2024

    Summer Breeze confirma MR. BIG, SEBASTIAN BACH, DEATH ANGEL e DR. SIN para 2024

    Considerando o estrondoso sucesso da primeira edição no Brasil do festival alemão Summer Breeze Open Air, realizado em 2023 no Memorial da América Latina (São Paulo/SP), a segunda edição segue confirmadíssima para os dias 26, 27 e 28 de abril do próximo ano. Mais atrações acabam de ser confirmadas pela produção do festival.

    São elas:

    Death Angel: contando atualmente com Mark Osegueda (vocal), Rob Cavestany (guitarra) da formação original, ao lado de Ted Aguilar (guitarra), Damien Sisson (baixo) e Will Carroll (bateria), o grupo americano de thrash metal Death Angel surgiu na Bay Area de São Francisco no começo dos anos 80. Na época, ficaram conhecidos como os prodígios da Bay Area. A demo-tape “Kill As One” (1986), produzida por Kirk Hammett (Metallica), levou ao contrato com a Enigma, que lançou o debut “The Ultra-Violence” (1987) e “Frolic Through The Park” (1988). Após a primeira turnê mundial e a mudança para a major Geffen, veio o cultuado “Act III” (1990). Apesar do ótimo desempenho musical, havia problemas com o ‘managment’. A situação piorou após um acidente com o ‘tour bus’, que acabou fazendo com que Andy Galeon ficasse inapto a tocar bateria por um longo período. A inesperada tragédia, somada aos problemas judiciais existentes, levaram ao encerramento das atividades. Os anos foram passado e as ofertas para shows foram animando os músicos. Assim, o grupo retomou sua carreira em 2001. Desde então, lançaram os álbuns “The Art of Dying” (2004), “Killing Season” (2008), “Relentless Retribution” (2010), “The Dream Calls for Blood” (2013), “The Evil Divide” (2016) e “Humanicide” (2019).

    Dr. Sin: se o power trio Dr. Sin conta com um histórico de respeito quando o assunto é a presença em grandes festivais, entre eles o Rock in Rio, Hollywood Rock, M2000 Summer Concerts, Live N’ Louder, Skol Rock e Monsters of Rock, agora irá incluir o Summer Breeze Open Air Brasil em 2024. Afora isso, o trio, que conta hoje com os irmãos Andria Busic (vocal e baixo), Ivan Busic (bateria e vocal) e Thiago Melo (guitarra), já dividiu o palco com Steve Vai, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Deep Purple, Pantera, Ian Gillan, Bon Jovi, AC/DC, Glenn Hughes e Kiss. Promovendo “Back Home Again” (2019) e tendo lançado o CD/DVD “Acústico Dr. Sin”, gravado ao vivo no Teatro Safra (SP), o grupo também celebra os 30 anos do álbum de estreia, “Dr. Sin”.

    Mr. Big: A banda americana de hard rock Mr. Big se destacou nos anos 80 e 90 com sua abordagem única do gênero, incorporando elementos de classic rock, virtuosismo instrumental e melodias cativantes. Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo) e o saudoso Pat Torpey (bateria) alcançaram grande sucesso comercial com o segundo álbum, “Lean Into it” (1991), notavelmente pela balada “To Be With You”. Um dos fatos marcantes da banda ocorreu justamente no Brasil, quando tocou em 1994 para cerca de 100 mil pessoas no festival M2000 Summer Concerts, em Santos (SP). Idolatrado no Brasil, o grupo tem nove álbuns lançados, com destaque ainda para “Mr. Big” (1989) e “Bump Ahead” (1993). Seu mais recente de estúdio é “Defying Gravity” (2017), que trouxe Matt Starr substituindo Torpey, falecido em fevereiro de 2018 por complicações da doença de Parkinson. O retorno da banda foi anunciado em 2021, com planos de shows em 2023, e Nick D’Virgilio foi oficializado como baterista para a “The Big Finish Tour 2023-24”. Espere por uma apresentação cheia de sucessos, pois a carreira do Mr. Big traz aos montes: “Addicted to That Rush”, “Wind Me Up”, “Alive and Kicking”, “Daddy, Brother, Lover”, “Little Boy (The Electric Drill Song)”, “Lucky This Time” e outras.

    Sebastian Bach: os fãs curtiram e vibraram com a presença do Skid Row na primeira edição do Summer Breeze Open Air Brasil. Porém, muitos foram os pedidos para que a organização fosse atrás do ex-vocalista da banda: Sebastian Bach. Até 1995, Bach e o Skid Row lançaram “Skid Row” (1989), “Slave to the Grind” (1991) e “Subhuman Race” (1995), desfrutando do sucesso. Depois disso, em meados de 1996, se separaram e Bach seguiu em carreira solo, gravando os álbuns “Bring ‘Em Bach Alive!” (1999), “Angel Down” (2007), “Kicking & Screaming” (2011) e “Give ‘Em Hell” (2014). “Posicionar-me atrás do microfone e sair gritando até não aguentar mais. É isso que eu sou, é isso o que faço melhor. Sou Sebastian Bach, o ‘Youth Gone Wild’ original dos EUA“, declarou certa vez à revista Roadie Crew.

    Sobre os outros nomes já confirmados:

    Amorphis: Com 15 álbuns de estúdio em sua discografia, a banda finlandesa atualmente formada por Tomi Joutsen (vocais), Esa Holopainen e Tomi Koivusaari (guitarras), Olli-Pekka Laine (baixo), Jan Rechberger (bateria) e Santeri Kallio (teclados), promove o álbum “Halo” (2022), lançado pela gravadora alemã Atomic Fire Records. No entanto, nenhum trabalho do Amorphis estaria completo sem a narrativa imaginativa e poética do renomado letrista Pekka Kainulainen. “Desde o primeiro dia, Pekka sempre foi um letrista entusiasmado e produtivo para o Amorphis”, diz Joutsen. “É um processo lento traduzir a poesia finlandesa arcaica para o inglês e adaptá-la aos nossos ritmos progressivos. Felizmente, Pekka faz tudo na hora e com muito cuidado.” Desde “Silent Waters” (2007), Kainulainen navega pelas águas mitológicas de sua terra natal com grande habilidade e respeito. Em “Halo”, ele se superou mais uma vez. “‘Halo’ é um disco temático solto, cheio de contos de aventura sobre o Norte mítico, dezenas de milhares de anos atrás”, explica ele. “A letra fala de uma época antiga em que o homem vagava por essas fronteiras boreais abandonadas após a era do gelo. Ao descrever o renascimento de uma cultura seminal em um mundo de novas oportunidades, também tento alcançar as forças sempiternas da mente humana.”

    Angra: Uma dos grandes nomes do metal brasileiro, o Angra está a todo vapor divulgando o recém-anunciado “Cycles of Pain”, décimo da discografia iniciada há 30 anos com “Angels Cry”. Rafael Bittencourt (fundador e guitarrista), Fabio Lione (vocal), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) assinaram um contrato com a gravadora alemã Atomic Fire Records e lançaram recentemente o clipe “Ride Into The Storm”, trazendo diversas analogias sobre o passado e o futuro promissor que os aguarda. Na época do lançamento, a banda comentou: “‘Ride Into The Storm’ é uma peça implacável e agressiva que captura a essência do Angra. Com seu ritmo acelerado e toque moderno, a música mantém o DNA da banda, ao mesmo tempo em que entrega passagens intricadas e tecnicamente desafiadoras; a fusão de elementos tradicionais e progressivos empurra os limites sem sacrificar o estilo característico da banda. ‘Ride Into The Storm’ é mais um passo na evolução da banda, incorporando agressividade, velocidade, modernidade e habilidade em um pacote coeso e envolvente.” Muito aguardado pelos fãs, “Cycles of Pain” será o começo de um novo ciclo para um nome que é considerado por músicos e críticos um dos mais importantes para o power metal mundial e que sempre primou pela excelência e ousadia ao se aventurar por diversos territórios na música.

    Anthrax: a influente banda de thrash metal de Nova York é conhecida por performances sempre intensas e enérgicas. A formação original remonta a 1981, mas o debut, “Fistful of Metal”, saiu somente em 1984. A entrada de Joey Belladonna como vocalista no posto de Neil Turbin marcou uma fase de sucesso, com álbuns como “Spreading the Disease” (1985) e “Among the Living” (1987), que apresentaram clássicos como “Madhouse”, “Indians” e “I’m the Law”. Afora isso, o Anthrax também experimentou com rap e fez sucesso com “I’m the Man”. Outros álbuns notáveis incluem “State of Euphoria” (1988), “Persistence of Time” (1990) e “Sound of White Noise” (1993), já com John Bush nos vocais e trazendo o hit “Only”. Depois de alguns anos tumultuados, Belladonna retornou definitivamente em 2010 e a banda participou da turnê “Big Four” com Metallica, Megadeth e Slayer, além de lançar os álbuns “Worship Music” (2011) e “For All Kings” (2016), um EP de covers e vários DVDs ao vivo. A turnê de 40 anos foi adiada para 2022 devido à pandemia, mas a live feita em 2021 rendeu o ao vivo “XL”. Agora, o grupo planeja lançar um novo álbum em 2024, ano em que se apresentará no Summer Breeze Open Air Brasil.

    Avatar: banda sueca formada em Gotemburgo em 2001 e conhecida por sua mistura de dark heavy’n’roll, fará um retorno triunfal ao Brasil no Summer Breeze Open Air Brasil após a abertura para o Iron Maiden em 2022. O ano de 2023 tem sido significativo, pois o single “The Dirt I’m Buried In”, faixa do álbum “Dance Devil Dance”, conquistou o primeiro lugar na Billboard. O vocalista Johannes Eckerström descreve o álbum como uma jornada artística intensa e especial para eles, comparável ao lançamento de sua primeira demo. O Avatar, conhecido pelo uso de maquiagem de palhaço por Eckerström, fez sua estreia oficial em 2004 com dois EPs. O debut, “Thoughts of No Tomorrow”, foi lançado dois anos depois, mas o sucesso veio com “Black Waltz” (2021), que alcançou o 25º lugar nas paradas. Desde então, o grupo tem participado de turnês pelos EUA, de grandes festivais ao redor do mundo e lançado álbuns de impacto, como “Avatar Country” (2018) e “Hunter Gatherer” (2020). Sua presença no Summer Breeze Open Air Brasil, promovendo “Dance Devil Dance”, será mais uma conquista em sua carreira em ascensão.

    Biohazard: embora tenha sido criada em 1987 no Brooklyn, a banda nova-iorquina Biohazard se tornou sinônimo de música pesada dos anos 90 ao mesclar hardcore, rap e thrash metal com muito groove e agressividade. A formação clássica, que durou de 1988 a 1995, trazia Evan Seinfeld (vocal e baixo), Bobby Hambel (guitarra), Billy Graziadei (vocal e guitarra) e Danny Schuler (bateria), músicos que registraram os álbuns de maior impacto da banda: “Biohazard” (1990), “Urban Discipline” (1992) e “State of the World Address” (1994). O ingresso no mainstream contou com auxílio da gravadora Warner e a música saída das ruas Brooklyn entrou nas disputadas paradas da Billboard. Os trabalhos seguintes – “Mata Leão” (1996), “New World Disorder” (1999), “Uncivilization” (2001), “Kill or Be Killed” (2003), “Means to an End” (2005) e “Reborn in Defiance” (2012) – vieram com mudanças na formação. Porém, em meio a uma separação, uma reunião em 2008 e um período de inatividade de sete anos, a formação clássica com Seinfeld, Graziadei, Hambel e Schuler se reuniu em 2022 e vem realizando shows com frequência.

    Eclipse: Banda de hard rock da Suécia que conta com Erik Mårtensson (vocal), Magnus Henriksson (guitarra), Victor Crusner (baixo) e Philip Crusner (bateria) e atualmente promove o álbum “Megalomanium”, que será lançado oficialmente no começo de setembro pela Frontiers Music. “‘Megalomanium’ é o Eclipse prestando homenagem aos fãs através dos elementos que se tornaram marcas registradas no catálogo da banda, mas também ousando se aventurar em novos territórios inexplorados e sons. É um álbum repleto do DNA completo da banda, um mergulho destemido no fundo da piscina – ou, neste caso, no Lago Siljan, que cerca a ilha no centro da Suécia, onde gravamos toda a nossa música”. O Eclipse gerou mais de 100 milhões de reproduções online e aproximadamente meio milhão de ouvintes mensais nas principais plataformas de música, tornando-os uma das maiores bandas de rock a surgir da Suécia nos últimos anos – o novo single, “Got It!”, acumulou mais de 97 mil reproduções apenas no Spotify. Fundado em 1999, o grupo tem lançado álbuns memoráveis e continua a evoluir no cenário mundial com trabalhos recentes, como “Wired” (2021), “Paradigm” (2019) e “Monumentum” (2017). A banda já acumula clássicos em sua carreira, como “Viva La Victoria”, “Roses On Your Grave”, “Runaways” e “Saturday Night (Hallelujah)”.

    Forbidden: o grupo americano Forbidden, originalmente formado como Forbidden Evil em 1985, ganhou destaque na cena do thrash metal da ‘Bay Area’ de São Francisco com dois álbuns emblemáticos: “Forbidden Evil” (1988) e “Twisted into Form” (1990). Apesar de serem considerados clássicos, a banda enfrentou problemas internos e mudanças de formação ao longo dos anos. Após lançar “Distortion” (1994) e “Green” (1997), que não conseguiram igualar o sucesso dos primeiros, o Forbidden ressurgiu com força em “Omega Wave” (2010). No entanto, em 2012, a banda se separou, e parecia que o fim estava próximo. Foi somente quando Norman Skinner entrou em cena para ajudar nos ensaios e se apresentar com o grupo em 2022, que o Forbidden renasceu. Agora, com Skinner nos vocais, juntamente com Craig Locicero, Steve Smyth, Matt Camacho e Chris Kontos, a banda está pronta para fazer sua estreia no Brasil no Summer Breeze Open Air. Essa reunião não é apenas uma volta, mas um renascimento que traz entusiasmo e positividade, conforme expressado por Locicero.

    In Extremo: banda alemã conhecida por seu estilo “Middle Age Metal”, combinando elementos do rock e metal com influências medievais e folclóricas, está preparada para encantar o público do Summer Breeze Open Air Brasil. Sua música única incorpora instrumentos tradicionais medievais, como flautas, alaúdes, tambores, gaitas de fole e harpa, junto com guitarras elétricas, baixo e bateria, criando um som cativante e distintivo. Originários de Berlim, começaram tocando versões de baladas medievais antes de focar em material autoral em alemão, mantendo uma presença de palco marcante e shows pirotécnicos em grandes festivais. Com um histórico notável, seu nono álbum, “Sängerkrieg” (“Guerra dos Cantores”), liderou as paradas na Alemanha e se destacou como o 41º mais vendido em 2008.

    Nervosa: promovendo o álbum “Jailbreak”, a banda liderada por Prika Amaral já vinha do sucesso de “Perpetual Chaos”. O novo álbum marca a estreia da guitarrista como vocalista permanente e apresenta Helena Kotina como segunda guitarrista, além de ter Hel Pyre no baixo e Michaela Naydenova na bateria. Mantendo o estilo calcado no thrash e death metal, o novo álbum destaca os singles “Endless Ambition”, “Seed of Death” e “Jailbreak”. Criada por Prika e a baterista Fernanda Terra em 2010, e já com Fernanda Lira (atual Crypta) no vocal e baixo, a banda gravou a demo “Time of Death” em 2012 e soltou o videoclipe de “Masked Betrayer”, que atraiu a atenção da gravadora austríaca Napalm Records. Até chegar à formação atual, a Nervosa soltou os álbuns “Victim of Yourself” (2014), “Agony” (2016), “Downfall of Mankind” (2018) e “Perpetual Chaos” (2021), e passou por diversas mudanças, tendo a presença das bateristas Fernanda Terra, Jully Lee, Pitchu Ferraz, Luana Dametto, Eleni Nota e Nanu Villalba; a vocalista Diva Satanica e a baixista Mia Wallace, além de Fernanda Lira. A banda agora pretende manter a boa fase obtida com “Perpetual Chaos”, que não apenas garantiu suas primeiras posições nas paradas, mas também foi capaz de levá-la a se apresentar nos maiores festivais da Europa, como Summer Breeze, Copenhell, Resurrection, MetalDays, Wacken Open Air e outros. E em 2024 será a vez de marcar presença no Summer Breeze Open Air Brasil!

    Ratos de Porão: um dos grupos mais icônicos da cena punk/hardcore e crossover brasileira, o R.D.P. está pronto para trazer sua energia e brutalidade para o Summer Breeze Open Air Brasil em 2024. Com mais de quatro décadas de carreira desde sua formação em 1981, o R.D.P. quebrou barreiras, passou por mudanças de formação e seguiu sem olhar para trás, atravessando a era do “Grito Suburbano” pelos caminhos mais estreitos e tortuosos do underground. Após marcar presença nas coletâneas “SUB” e “O Começo do Fim do Mundo” veio o álbum de estreia, “Crucificados Pelo Sistema” (1984). Mesclando metal e punk seguiu com “Descanse em Paz” (1986) e a trilogia crossover: “Cada Dia Mais Sujo e Agressivo” (1987), “Brasil” (1989) e “Anarkophobia” (1990). João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Juninho (baixo) e Boka (bateria) promovem atualmente seu 11º álbum. Com “Necropolítica” (2022), o R.D.P. mantém sua presença nos palcos do mundo, entregando seu crossover e continuando a abordar abertamente os aspectos mais bizarros e cruéis da vida cotidiana no Brasil.

    The Night Flight Orchestra: formado em 2007 por Björn “Speed” Strid e o saudoso David Andersson, o The Night Flight Orchestra fará sua estreia no Brasil no Summer Breeze Open Air. Apesar de suas raízes no metal, a banda se propõe a resgatar a melodia clássica dos anos 70 e início dos anos 80, mesclando elementos de classic rock, AOR e influências de funk, soul e disco music. Ao longo dos anos, o grupo lançou álbuns aclamados, incluindo “Amber Galactic” (2017), “Sometimes the World Ain’t Enough” (2018), “Aeromantic” (2020) e “Aeromantic II” (2021). O The Night Flight Orchestra é liderado por Strid e atualmente conta com Sebastian Forslund (guitarra, congas e percussão), Sharlee D’Angelo (baixo), Jonas Källsbäck (bateria), John Lönnmyr (teclado) e Åsa Lundman e Anna Brygård (vocais de apoio).

    Within Temptation: Banda holandesa que tem em seu DNA elementos de metal sinfônico, gothic metal, metal alternativo, doom e música pop, e é liderada pelo casal Robert Westerholt e Sharon den Adel (Robert praticamente ficou em casa cuidando dos filhos até 2011 e não fazia parte da formação ao vivo). Sharon era, portanto, a líder quando saiu “Mother Earth” (2000), que obteve sucesso e destacou a faixa “Ice Queen”, que se tornou a terceira música mais ouvida na Holanda na época de seu lançamento. A partir deste momento, o Within Temptation se tornou um fenômeno mundial, lançando álbuns premiados, começando por “The Silent Force” (2004). A fusão entre o metal e elementos diversos do pop atingiu proporções grandiosas em “The Unforgiving” (2011), seguido pelo bem-sucedido “Hydra” (2014). Atualmente, a banda, que já recebeu diversos prêmios internacionais, incluindo World Music Award, MTV Europe Music Awards e Metal Hammer Award, promove seu 9º álbum, “Bleed Out”, que sucede “Resist” (2019). “Uma nova era para a banda. Mantivemos o nosso DNA vivo, mas construímos e evoluímos a nossa música com riffs mais poderosos, breakdowns contemporâneos e refrãos épicos”.

    Novas atrações para a segunda edição do Summer Breeze no Brasil serão anunciadas ao longo das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência. Mais informações serão divulgadas em breve.

    https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

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  • JOEY BELLADONNA no JOURNEY? Vocalista do ANTHRAX diz que “adoraria esse desafio”

    JOEY BELLADONNA no JOURNEY? Vocalista do ANTHRAX diz que “adoraria esse desafio”

    Uma coisa Joey Belladonna nunca negou: apesar de ser um vocalista de thrash metal, sempre foi fã incondicional do Journey, banda que é referência no gênero AOR. Sua devoção pela banda do guitarrista Neal Schon é tamanha, que quando não está em turnê ou trabalhando em um novo álbum com o AnthraxBelladonna se diverte apresentando-se com sua banda tributo ao Journey, chamada Beyond Frontiers.

    Em recente entrevista à 100 FM the Pike, Belladonna não hesitou em responder quando questionado se aceitaria uma vaga no Journey caso um dia recebesse um convite.

    “Sabe, definitivamente eu estaria realmente interessado em fazer isso. Isso seria ótimo. Não que eu ache que isso vai acontecer, mas, sim, seria ótimo. Eu adoraria esse desafio”.

    Na entrevista, Belladonna falou também de seu lado fã do Journey, começando pelo trabalho com sua banda tributo ao grupo. 

    “Bem, eu tenho cantado coisas do Journey ao longo dos anos, porém nunca tive uma banda que eu pensasse que estaria, sabe, disposta a fazer isso corretamente e por muito tempo, onde eu pudesse mantê-la funcionando. Sempre gostei muito da música. Eu sou dono de toda a música”.

    Embora grande parte dos fãs de Journey venerem a fase com o consagrado ex-vocalista do grupo, Steve JourneyBelladonna afirmou ser fã desde antes da entrada de seu colega de microfone. “Eu gostava de Journey muito antes de Steve chegar. Eu tenho todos esses discos, então eu gostava muito da banda. Mas, é claro que, quando Steve apareceu, eu estava cantando ao vivo em algum lugar. E apenas disse que queria fazer uma noite inteira (do repertório) dele. Pensei que seria divertido, e parecia muito divertido. E nós curtimos muito fazer isso”. 

    Veja abaixo Joey Belladonna cantando o maior clássico do JourneyDon’t Stop Believin’:

  • MEGADETH: veja vídeos do primeiro show com o substituto temporário de KIKO LOUREIRO

    MEGADETH: veja vídeos do primeiro show com o substituto temporário de KIKO LOUREIRO

    Nesta última quarta-feira (06), o Megadeth realizou seu primeiro show com Teemu Mäntysaari substituindo temporariamente o guitarrista Kiko Loureiro, que no dia anterior havia comunicado que por questões familiares precisaria se ausentar (leia aqui) da etapa atual da turnê “Crush The World”, pela qual a banda divulga seu novo álbum, The Sick, The Dying… And The Dead!. Mäntysaari é um músico e professor de guitarra finlandês de 36 anos que desde 2004 toca na banda de melodic death metal Wintersun, além de ter seu nome interligado também aos grupos ImperanonInduction Smackbound.

    O primeiro show do Megadeth sem o guitarrista brasileiro foi também o primeira da banda desde a volta de uma excursão pela Europa, em agosto. A apresentação aconteceu no Revel Entertainment Center, em Albuquerque, Novo México (USA), tendo como banda de abertura os americanos do Toxic HolocaustO setlist apresentado por Dave Mustaine (vocal e guitarra), Teemu Mäntysaari (guitarra), James LoMenzo (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria) você confere abaixo: 

    1. Hangar 18
    2. Dread And The Fugitive Mind
    3. Wake Up Dead
    4. In My Darkest Hour
    5. Sweating Bullets
    6. Angry Again
    7. We’ll Be Back
    8. The Conjuring
    9. Dystopia
    10. A Tout Le Monde
    11. Trust
    12. Tornado Of Souls
    13. Symphony Of Destruction
    14. Peace Sells
    15. Holy Wars… The Punishment Due
     

    Em alguns vídeos filmados por fãs na plateia do Revel Entertainment Center é notável que Teemu não deixou o nervosismo tomar conta e nem atrapalhar a sua performance, visto que o músico finlandês não apenas executou as músicas corretamente, como também auxiliou nos vocais de apoio. Confira: 

     
  • EXTREME lança novo clipe do álbum “Six”, agora para a música “The Mask”; confira

    EXTREME lança novo clipe do álbum “Six”, agora para a música “The Mask”; confira

    Enquanto os mestres do hard rock funkeado conhecidos como Extreme iniciam a etapa australina de sua “Thicker Than Blood Tour”, acompanhados de outra banda especialista no gênero, o Living Colour, o grupo de Boston lança mais um videoclipe de seu novo álbum, Six, dessa vez para a música The Mask.

    Liricamente, The Mask é uma música que pondera sobre a dualidade da natureza humana. “Somos todos ficção e somos todos fatos / Nós somos todos bons e todos nós somos maus”.

    Nuno Bettencourt, o guitarrista mais famoso da história de Portugal, comentou a música: The Mask é sobre sermos nós mesmos sem medo e abraçarmos quem somos. Lá no íntimo. E se tivermos coragem de tirarmos as máscaras, perceberemos que todos somos pecadores e santos e faremos o que a letra narra (…) Podemos realmente parar de julgarmos uns aos outros, pois não somos melhores”

    Confira o videoclipe de The Mask, que foi produzido pelo próprio Nuno:

    Six foi lançado no dia 9 de junho e recebeu aclamação universal, provando que o Extreme mantém seu poder de impressionar e emocionar seus fãs. “Estamos tão apaixonados quando no primeiro dia”, afirma Cherone“Estamos dando ao nosso público o que o Extreme sempre foi e será“. 

    O novo álbum do Extreme está disponível aqui para compra ou stream.

             
  • WACKEN OPEN AIR 2023

    WACKEN OPEN AIR 2023

    Por Tiago Claro e Marco Trindade 

    Não tem como não dizer que esse Wacken foi especial. Afinal, dias antes do evento, já se via uma grande mobilização por parte dos organizadores em função do alerta de chuvas torrenciais, com avisos ao público através do aplicativo do festival e também das redes sociais. Isso acabou gerando um clima (no próprio trocadilho) de tensão por parte de muitos, até surgindo a hipótese de um cancelamento, mesmo isso não oficialmente cogitado pelos organizadores.

    A situação estava tão crítica que os organizadores emitiram alerta para que as pessoas evitassem chegar de carro ao camping do festival, tendo em vista a lama que se criava ao redor do local e o congestionamento que se formava a quilômetros da entrada (muitos demoraram cinco ou seis horas para percorrer pequenos trechos), pois realmente o acesso ao festival ficou quase totalmente intransitável.

    Por conta disso, diversas bandas foram canceladas e o festival teve seu início um dia após o inicialmente previsto.

    Quarta-feira, 2 de agosto de 2023

    Chegamos ao festival na quarta-feira  para fazer o credenciamento e, mesmo com uma garoa fina, de todas as condições citadas e de alguma preocupação no ar, havia certa animação por parte dos jornalistas e convidados.

    Após nos instalarmos no camping de imprensa, tivemos uma noção do que estava por vir: tratores entrando no camping para levar alguns carros para o estacionamento e retirando lama, muita lama. Ali tivemos a certeza de que realmente seria um desafio.

    A área do festival estava praticamente intransitável. Eram milhares de pessoas tentando se locomover escorregando na lama, se apoiando no amigo ou atolando os pés – realmente, uma cena que pouco vi na vida. 

    Com tudo isso, o primeiro show que assistimos foi o Skindred no palco Harder. Foi uma apresentação empolgante, com o público participando praticamente em todas as músicas. Via-se nas pessoas a vontade de esquecer aquilo e curtir esse belo show, e a banda sobre aproveitar isso muito bem.

    Na sequência e no mesmo palco (coisa não muito comum em festivais, a não alternância de palco), o Broilers, banda alemã, apresentou seu pop/HC/ska competente. Apesar de iniciar o show um pouco frio (talvez pelo estilo diferente), foi conquistando o público e com o carisma da baixista e de seu bom vocalista, conseguiram animar boa parte dos que ali estavam. Até um cover de Breaking the Law do Judas Priest numa versão diferentona foi executada.

    A dificuldade foi grande para atravessar o mar de lama e chegar ao palco Louder, onde a banda finlandesa Battle Beast voltaria a se apresentar no Wacken. Às 20h45, com o sol brilhando forte (o que trouxe um clima de alegria a todos ali), a banda começou a despejar seu power metal potente, podendo dizer que o som ao vivo soa muito melhor que em seus álbuns de estúdio. Músicas como Familiar Hell, Beyond the Burning Skies e Eye of the Storm levantaram a galera que não parou de cantar e agitar durante a uma hora que durou o show. O destaque ficou por conta dos guitarristas Juuso Soinio e Joona Bjorkroth e pela vocalista Noora Louhimo, que conseguiu mesclar voz potente, carisma e presença de palco ímpar, mantendo o público na mão durante toda apresentação. 

    Finalizando o primeiro dia, Doro fez um show especial. Comemorando quarenta anos de carreira, antes mesmo de subir ao palco já fora homenageada por diversos astros do rock/metal: Rob Halford, Klaus Maine, David Coverdale e muitos outros mandaram mensagens mais que merecidas à rainha do metal. E o show? No mínimo excelente! Músicas como I Rule the RuinsBurning the Witches, Hellbound e diversas outras do Warlock além de grandes participações como Udo, Joey Belladona, Mikkey Dee (este tocando covers do Motörhead, como Love Me Forever e Ace of Spades) e Hansi Kursh, participaram desta grande festa ao lado da Metal Queen. Vale destacar a performance  do guitarrista brasileiro Bill Hudson que detonou e, claro, a homenagem a Lemmy Kilmister com a projeção de seu nome e de sua banda no céu. Simplesmente inesquecível.

    Quinta-feira, 3 de agosto de 2023

    No segundo dia a cena era um pouco melhor, já que o sol havia saído e deixou o solo um pouco melhor, apesar de a chuva ainda assim continuar caindo. Chegando ao festival, conseguimos ver de longe a Nervosa que, mesmo com alguns problemas técnicos, colocou fogo no Wacken com uma apresentação muito energética e surpreendente. É muito legal ver uma banda  formada no Brasil e por mulheres chegar onde chegaram. E tem muito pela frente ainda, porque agora com Prika Amaral assumindo os vocais com muita competência a banda trilha um futuro ainda mais sólido. Showzão.

    E o que dizer sobre o Uriah Heep, banda com mais de cinquenta anos de estrada e que em 2023 lançou seu 25° álbum de estúdio, o ótimo Chaos & Colour e que voltou ao Wacken para mais uma grande apresentação? A veterana banda inglesa começou com Against the Odds, da fase do excelente vocalista Bernie Shaw. Between Two Words, de Sonic Origami (1998) foi outra dessa fase, mas daí pra frente, para delírio dos fãs, só mandaram clássicos, a maioria da fase do ex vocalista David Byron. Músicas como Gypsy, Stealin’, Rainbow Demon, Easy Livin’ e as fantásticas Sunrise, July Morning e Lady in Black fizeram com que todos cantassem junto com a banda. O guitarrista Mick Box, único membro fundador do Heep, como sempre mandou muito bem, enquanto o tecladista Phil Lanzon foi outro grande destaque – o time se completa com os competentes Russell Gilbrook na batera e Dave Rimmer no baixo. Com certeza, os fãs do Uriah Heep saíram satisfeitos.

    Após esse grande show, voltamos para dar aquela descansada no Wacken United (área de imprensa do festival) quando nos deparamos com um pocket show exclusivo do Rage. Sim,  Peavy Wagner, Vassilius Lucky e Jean Bormann estavam ali fazendo uma apresentação só para a imprensa e convidados.  E fizeram um grande show, com muito carisma, simpatia e uma baita perfomance. Ver uma banda desse nível fazendo um show incrível para nós (cerca de cem pessoas) foi um grande presente. Shame on You, End of All Days, Nevermore e Higher than Sky foram alguns dos temas executados com perfeição.

    Voltando ao palco Faster, a banda de power metal Hammerfall composta por Joacim Cans nos vocais, Oscar Dronjak e Pontus Norgren nas guitarras, Fredrik Larson no baixo e David Wallein na bateria fez um show coeso e com bastante energia. Uma multidão presenciou a excelente apresentação dos suecos, que conseguiram agitar a galera em músicas como Hearts of Fire, entre outras. Nem mesmo uma chuva passageira que cismou em cair durante a apresentação desanimou o público. Mais um ótimo show do Hammerfall.

    O Kreator também fez um grande show. Confesso que os vi no Summer Breeze Brasil e achei uma apresentação beirando a perfeição. E talvez por ter me surpreendido tanto, o do Wacken curti bastante, mas achei um pouco mais frio. Mesmo assim, foi excelente. People of the Lie, Satan Is Real e Violent Revolution estavam no set.

    A última banda do palco Harder neste dia foram os mestres do Helloween, que mais uma vez fizeram um show incrível. Não tem como ouvir  Eagle Fly Free, Future World, Save Us e muitos clássicos da voz de Michael Kiske e não se emocionar, além, óbvio, de ter Kai Hansen no palco. Claro que muitas músicas da fase Andi Deris foram tocadas com muita perfeição, como Power e a lindíssima balada Forever and One (Neverland), com Kiske dividindo os vocais com Deris. O medley com Kai nos vocais foi também executado. No bis ainda mandaram I Want Out, ou seja foi aquele show pra lavar a alma. 

    Sexta-feira, 4 de agosto

    Na sexta feira a chuva praticamente parou e o sol de rachar tomou conta, o que deixou o “solo sagrado” bem melhor e transitável, possibilitando ao público circular em praticamente todas as áreas do festival. 

    O Amaranthe foi a primeira  banda do palco Faster e fez um show interessante, com destaque para a vocalista Elise Ryd  que tem uma grande voz e carisma.

    O Trivium também fez um grande show, com a galera abrindo rodas e muito peso no som. O vocalista tem ótima presença, o que contribuiu bastante para agitar o público. Down from the Sky, Becoming the Dragon (tocada pela primeira vez desde 2018), The Heart from Your Hate e In Waves estavam no repertório.

    Os alemães do Santiano fizeram uma apresentação bacana mostrando seu som que mistura rock e folk irlandês. Mesmo com a diferença de sonoridade com a banda anterior, o público respeitou bastante e o grupo arrancou aplausos de muitos.

    Aí veio o que, pra mim, foi o melhor show do Wacken: que showzaço fez o Megadeth! Dave Mustaine e companhia levantaram o público! O início foi com Hangar 18, seguida pela clássica Wake up Dead, In My Darkest Hour e Dystopia até chegar em Angry Again. A lindíssima A Tout le Monde foi cantada por todos e quando iniciou a música seguinte, Trust, este que vos escreve e que estava curtindo o show bem próximo ao palco e com uma cerveja na mão, foi surpreendido ao ver Marty Friedman correndo de um lado para o outro como nos velhos tempos e com seu jeito único de tocar. A essa hora o jogo já estava ganho. Que felicidade ver Friedman ao lado de Mustaine e Kiko Loureiro desfilando hits do heavy metal! Foram só quatro músicas: a citada TrustTornado of Souls, Symphony of Destruction e a espetacular Holy Wars… The Punishment Due, porém foi um momento que ficará por muito tempo na memória. 

    Na sequência, no palco Harder, podemos falar que estava ali a maior e mais esperada atração do festival, o gigante Iron Maiden. Eu, como grande fã e depois de ver quase uma dezena de vezes a banda, posso falar que fizeram um show ótimo, porém não foi o melhor que vi. O que se via era o público mais apreciando clássicos como Caught in Somewere in Time, Stranger in a Strange Land, The PrisonerCan I Play with Madness?, a tão aguardada Alexander the Great, Fear of the Dark, The Trooper e Wasted Years do que agitando da forma mais calorosa como estamos acostumados. Claro que tudo ali estava perfeito: perfomance dos músicos, produção maravilhosa e Bruce Dickinson cantando absurdamente. Porém, foi um set diferente, maravilhoso para uns e talvez faltando mais clássicos para outros. Mesmo assim, foi lindo ver mais uma vez. Esse é o típico show que pode tocar qual música quiserem que não tem como ser no mínimo ótimo. Vale ressaltar também que a banda proibiu a transmissão pelo canal do festival, o que deixou muitos fã que não estavam ali desapontados.

    Sábado, 5 de agosto

    No sábado acordamos cedo, tomamos nosso café  alemão e fomos ver o Masterplan, que entrou no palco às 11h30 da manhã. E que show eles fizeram! Mesmo com o público acordando e ainda chegando ao festival, os músicos já entraram com muita energia com Eighlight Me, passando por Back from My Life, Soulburn, Spirit Never Die, Heroes e Crawling from Hell. Roland Grapow e sua turma se apresentaram com muita empolgação e sorrisos no rosto e o público respondeu muito bem. Pra mim, entrou na lista de grandes shows do festival. Vale destacar também a galera com a bandeira do Brasil próximo ao palco, o que mostrou que a banda tem seus admiradores na nossa terra. 

    Logo depois veio o Delain, que fez um bom show com seu gótico metal de muita qualidade. Na sequência, fomos conferir o merchandising e conseguimos ver um pouco do show de Marty Friedman, que se apresentou no Wet Stage com sua banda desfilando músicas de sua carreira solo com lindos temas, ótimo timbre e muito bom gosto. Não tem como, o cara é muito, mas muito diferenciado. 

    Após nossa primeira visita ao metal market para pegar umas cervejas no Headbangers Stage, fomos ver Jag Panzer, que está na turnê de divulgação do ótimo disco The Hallowed, lançado em 2023. Com os vocais competentes de Harry Conklin e os solos certeiros do guitarrista Ken Rodarte, a banda fez a galera agitar durante os 45 minutos de show. Já o guitarrista Mark Briody não se limitou apenas em tocar em cima no palco: desceu até a grade onde tocou e tirou selfies com a galera – completando o time, temos o baixista John Tetley e o batera Rikard Stjernquist. Músicas Stronger than You Know e Pray, do novo álbum, fizeram os presentes curtirem e agitarem bastante. Em resumo, foi um ótimo show mostrando que esses veteranos ainda têm muita lenha para queimar.

    Na sequência, corremos para o palco Harder porque ali iria tocar uma das grandes revelações do metal mundial dos últimos anos. Impressionante como o Jinjer vem crescendo e cada vez ganhando mais e mais fãs. O vocal de Tetiana Shmailyuk é absurdo, transitando entre o gutural e o limpo com uma facilidade poucas vezes vista, e a performance espetacular dela vocalista três excelentes músicos da banda faz com que o show fique sempre lá em cima. E isso sem falar na qualidade de som impecável que conseguiram. Grande show, para entrar facilmente na lista dos destaques.

    Logo após fomos comer aquele currywurst (salsicha alemã) com fritas e de quebra vimos The Answer, banda de hard rock que fez um show bacana e que,  apesar de pouca conhecida, atraiu um bom público ao Headbangers Stage.

    O Kataklysm tocou na sequência no palco Louder apresentando seu death metal muito técnico, porém pesado e com muita energia por parte dos músicos. 

    Na sequência, vimos o Killswitch Engage mandando bronca no palco Faster. O público curtiu o show mesmo com o guitarrista Adam D. ostentando um visual bem diferente. Óbvio que a versão de Holy Diver, de Dio, foi tocada junto com músicas como This Fire, The End of Heartache e In Due Time

    Logo após corremos para o palco Louder a fim de ver o Possessed, que fez um show impecável. Era clássico atrás de clássico sem pausa nem muita falação. Um show direto com o público bangueando sem parar e Jeff Becerra não deixando ninguém ficar parado. Músicas como Pentagram, Graven, Death Metal e Burning in Hell foram executadas. Foi mais um excelente show. 

    Mesmo com mais shows que iriam acontecer no dia, devido à nossa logística para voltamos a Hamburgo. Com o mau tempo que se esperava para o fim da noite e no dia seguinte, nosso último show foi o Evergrey. E posso falar que pra mim fechou com chave de ouro. Que showzaço! Setlist legal, som numa qualidade excelente e perfomance arrasadora por parte da banda. Save Us, Caugh out the Dark, A Silent Arc e Touch of Blessing foram executadas com maestria. Tom Englund com seu carisma ímpar conseguiu levantar todos que estavam assistindo em ótimo número, tendo em vista que estavam tocando no Headbangers Stage, um palco menor e um pouco afastado. Que nos próximos anos estejam no palco Faster ou no Harder porque um show deste nível merece. 

    Conclusão

    Encerrando nossa visita ao Wacken, não podemos deixar de citar algumas coisas: a empatia da grande maioria do público, com todos se ajudando pelas condições difíceis em decorrência a chuva. Eu mesmo tive o “prazer” de atolar o pé na lama e ter um casal me ajudando a sair dali. E mesmo com todos esses problemas o público levou tudo na esportiva, se divertiu e entrou no espírito do festival. Não podemos deixar de dar os parabéns aos organizadores, que fizeram de tudo para o bem estar de todos, sempre avisando pelas redes sociais as condições em que estava o local. Mesmo assim, quem não pôde comparecer foi comunicado que receberia o dinheiro do ingresso de volta, o que nunca aconteceu na história do festival – pra ver como realmente essa edição foi diferente. E com isso entramos na história participando dela. Que venha o próximo!

  • CAVALERA inicia turnê “Morbid Devastation” com EXHUMED e INCITE

    CAVALERA inicia turnê “Morbid Devastation” com EXHUMED e INCITE

    No último dia 29 de agosto, Iggor e Max Cavalera deram início à “Morbid Devastation Tour”, para divulgação das regravações dos respectivos clássicos EP e álbum Bestial Devastation e Morbid Visions

    Acompanhado os irmãos mineiros na estrada estão o filho de Max e sobrinho de IggorIgor Amadeus Cavalera (Healing MagicGo Ahead and Die – baixo), e Travis Stone (Pig DestroyerDesolus – guitarra solo). Como bandas de abertura, os Cavalera contam com o Exhumed e o Incite

    Mantendo-se fieis à energia crua e discordante dos primeiros dias de Sepultura, as faixas são entregues como se fossem um soco atrás do outro, autenticamente reminiscentes dos caóticos shows ao vivo dos anos 80. O quarteto capturou a essência do cemitério desses álbuns com um vento fresco, demonstrando do início ao fim que Morbid Visions Bestial Devastation irão mais uma vez acordar os mortos de seu túmulo.

    Assista o trailer da turnê:  https://vimeo.com/841518987/ac6970bdae Veja no cartaz as datas da “Morbid Devastation Tour”

    Quase quatro décadas depois de iniciarem a carreira no metal, os irmãos Cavalera regravaram os cataclísmicos lançamentos de estreia que deram início a tudo para eles, Morbid Visions Bestial Devastation. À medida em que os thrashers do Brasil voltam à sua criação agressiva e primitiva, torna-se aparente que o vínculo entre Max na guitarra e nos vocais e Iggor na bateria só foi fortalecido imensamente desde suas primeiras gravações, uma conexão tão estrondosa que apenas esses dois poderiam criar.

    Morbid Visions Bestial Devastation foram regravados no The Platinum Underground. Os álbuns foram produzidos pelos próprios Max Cavalera Iggor Cavalera, enquanto John Aquilino cuidava da engenharia de som. Arthur Rizk foi responsável pela mixagem e masterização de ambos os álbuns.

    Cavalera convocou Eliran Kantor para recriar a arte de ambos os álbuns. Max Cavalera comenta: “À medida em que endurecemos, ano após ano, é preciso voltarmos para onde tudo começou. Regravamos Bestial Devastation e Morbid Visions com o som incrível de agora, mas com o espírito cru e atemporal deles. A obra de arte reflete os tempos em que vivemos atualmente. Apocalíptico como o inferno! Também temos duas novas faixas com riffs daquela época, lembrados de cor”, fiz Max, referindo-se às músicas Burn the Dead Sexta-Feira 13.

    Foto: Jim Louvau
     
  • Por urgência familiar, KIKO LOUREIRO se afasta temporariamente de turnê do MEGADETH

    Por urgência familiar, KIKO LOUREIRO se afasta temporariamente de turnê do MEGADETH

    Na tarde desta terça-feira (05), o Megadeth, através de seu líder Dave Mustaine, comunicou em suas redes o aviso de Kiko Loureiro, que precisará dar um tempo da atual turnê de divulgação do álbum The Sick, The Dying… And The Dead! por questões familiares que, ao que tudo indica, demandam urgência. 

    Disse Mustaine na postagem:

    “Drogies! Kiko teve algo acontecendo em sua vida familiar que o obriga a perder a próxima etapa da nossa “Crush The World Tour”. Vou deixar ele explicar…

    Kiko por aqui! Nosso novo disco, “The Sick, The Dying… And The Dead”, e nossa “Crash the World Tour”, têm sido ótimos. As posições nas paradas mundiais foram as melhores até agora! Queremos realmente agradecer por isso.

    Tenho algo que é difícil de compartilhar, mas gostamos sempre de mantê-los informados com a verdade. Tenho que deixar a turnê por enquanto, para estar em casa com meus filhos, e ajudá-los a enfrentar os difíceis desafios que surgem de nós, sendo “pais que trabalham fora de casa”.

    Encontrei um guitarrista, Teemu Mäntysaari, para me substituir durante o outono, e acho que vocês ficarão muito felizes. Ele é um guitarrista incrível, fantástico. Eu compartilhei isso com meu parceiro, Dave Mustaine, e sem nenhuma surpresa, ele disse: ‘Vá, vá ficar lá com sua família e nos mantenha informados!”

    Aos meus companheiros de banda e a todos os nossos fãs ao redor do mundo, até breve, de volta à Killing Road“.

    Não cancelaremos a turnê e apresentaremos Teemu a vocês no dia 6 de setembro em Albuquerque, Novo México, na Revel Arena. Pedimos seu apoio e compreensão neste momento” – DAVE MUSTAINE.

     

    De outro lado, o guitarrista substituto, Teemu Mäntysaari, comentou:

    “Estou realmente animado por tocar com o Megadeth em sua turnê norte-americana que começa amanhã, 6 de setembro! Aprender as músicas tem sido bastante divertido e eu estou feliz em sair e detonar com a banda!”.

     

    O finlandês Teemu Mäntysaari é um guitarrista e professor de 36 anos de idade. Desde 2004, ele toca com a banda de death metal melódico Wintersun. Teemu também tem trabalhos com as bandas ImperanonInduction Smackbound.

    O finlandês Teemu Mäntysaari fará seu primeiro show com o Megadeth nesta quarta-feira (06)
     
  • RANKING CREW: edição #41 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    RANKING CREW: edição #41 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 41° episódio, o apresentador Gustavo Maiato recebe os convidados Thiago Rahal Mauro (TRM Press) e Clovis Roman (Acesso Music). O trio lista e comenta a discografia do saudoso maestro Andre Matos.

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal de Andre Matos nos comentários do vídeo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv.

  • POWERWOLF faz história com uso de realidade aumentada no Summer Breeze da Alemanha

    POWERWOLF faz história com uso de realidade aumentada no Summer Breeze da Alemanha

    Powerwolf estabeleceu um marco em sua carreira e na música ao vivo como um todo. O grupo fez uso da tecnologia de realidade aumentada durante sua apresentação ao vivo pelo festival Summer Breeze, na Alemanha. Em sua terra natal, o Powerwolf garantiu uma das maiores produções de todos os tempos, perante a dezenas de milhares de fãs.

    Juntamente com a Arte Concert e a 0221 Mediaagentur, utilizando tecnologia utilizada em videogames, criaram um lobo monstruoso acima do palco em tempo real durante o set, visível tanto pelos fãs presentes no local, como pelos devotos que assistiam em todo o mundo à transmissão ao vivo. O lobo esteve visível quatro vezes durante o set, no decorrer dos clássicos Incense & IronAmen & AttackBeast of Gévaudan Resurrection By Erection.

    Veja imagem: 

    O show no Summer Breeze foi mais uma demonstração de poder do Powerwolf, que atualmente reina como a banda de maior sucesso na Alemanha. Com o maior show de pirotecnia do festival, uma multidão de atores no palco, uma grande queima de fogos de artifício e uma banda em plena forma diante do maior público de todo o festival, os sumos sacerdotes do heavy metal sublinharam de forma impressionante o seu status de força líder do gênero.

    Assista a impressionante performance do headliner Powerwolf no Summer Breeze

    https://www.youtube.com/watch?v=fwLiF6_TVyE Veja mais fotos, cedidas pela Arte Concert, da apresentação do grupo alemão na recente edição do Summer Breeze:

    Powerwolf é, sem dúvida, uma das bandas de heavy metal de maior ascensão e que vem ganhando mais adeptos na última década. Várias aparições em 1° lugar nas paradas de álbuns, Discos de Ouro e Platina, shows com ingressos esgotados, bem como participações nos maiores festivais, abriram seu caminho. Em menos de 20 anos de história, o Powerwolf alcançou a liga mais alta do heavy metal.

    A agenda de shows do Powerwolf segue com as seguintes datas:

    08.09.23 CZ – Havirov / Havirovske Slavnosti 31.10.23 DE – Dusseldorf / Mitsubishi Electric Hall 02.11.23 DE – Ravensburg / Oberschwabenhalle 03.11.23 DE – Bamberg / Brose Arena 04.11.23 NL – Den Bosch / The Rock Circus 05.11.23 DE – Leipzig / Quarterback Immobilien Arena

      SOBRE O POWERWOLF

    A história do Powerwolf, iniciada em 2004, parece um verdadeiro conto de fadas, porém é o resultado dos esforços de uma das bandas ao vivo mais inovadoras e divertidas do planeta heavy metal. O Powerwolf garantiu uma coleção notável de prêmios de Ouro e Platina, começando em 2015, quando foi certificado Ouro pela primeira vez na República Tcheca com seu álbum Blessed & Possessed. Além disso, tanto Preachers of the Night (2013) quanto a obra-prima subsequente The Sacrament of Sin (2018), bem como o inovador evento de streaming The Monumental Mass: A Cinematic Metal Event (2022), entraram em primeiro lugar nas paradas de álbuns da Alemanha e paradas de DVD (uma grande conquista para um lançamento audiovisual). O emocionante DVD The Metal Mass (2016) também garantiu o primeiro lugar nas paradas alemãs de DVD. Mais recentemente, o novo álbum de estúdio, Call of the Wild, entrou nas paradas de álbuns em segundo lugar (e permaneceu por 16 semanas), enquanto o single de sucesso, Dancing with the Dead, ganhou Ouro e Platina. A coletânea Best of the Blessed, lançado em 2020, também entrou com sucesso nas paradas alemãs em 2° lugar, enquanto o álbum intermediátio, Interludium, subiu em 3°.

    Powerwolf alcançou enorme sucesso ao se apresentar em grandes locais com suas performances fenomenais como headliner em turnês quase completamente esgotadas entre 2019 e 2022, bem como em vários shows em festivais de verão em que as multidões ficaram emocionadas e completamente cativadas pelos lobos e sua singularidade. Além de muitos outros, eles também foram headliners do WackenMasters of RockSummer Breeze – todos grandes sucessos ao vivo. Após o enorme sucesso do recente show no Summer Breeze, o mundo inteiro está completamente sob o signo da matilha uma vez mais!

      Powerwolf é: Attila Dorn – vocal Falk Maria Schlegel – teclado Charles Greywolf – guitarra Matthew Greywolf – guitarra Roel Van Helden – bateria  
  • SADUS anuncia primeiro álbum em dezesseis anos, “The Shadow Inside”; veja novos lyric videos

    SADUS anuncia primeiro álbum em dezesseis anos, “The Shadow Inside”; veja novos lyric videos

    A lenda americana do death/technical thrash metal Sadus, que retomou suas atividades em 2017, finalmente, dezesseis anos após Out For Blood, anuncia seu novo e sexto álbum de estúdio. Intitulado The Shadow Inside, o disco está agendado para o dia 17 de novembro, via Nuclear Blast. O álbum foi produzido no Trident Studios pelo tarimbado Juan Urteaga, que já trabalhou com outros pesos pesados do metal, tais como ExodusTestament Machine Head.

    O fundador Darren Travis, vocalista e guitarrista, comentou o aguardado novo material: “Estou tonto de entusiasmo por este álbum ser lançado ao mundo. Com a ajuda de toda a equipe da Nuclear Blast, proporcionaremos um lançamento extremamente esperado com The Shadow Inside.

    Obrigado por seu interesse em nossa pequena banda por todos esses anos. Espero que vocês encontrem a mesma liberação de emoção que nós! O amor pelo metal é a única razão do Sadus! Obrigado a todos pelo apoio eterno! Fudido Sadus!”

    No final de 2022, a dupla que hoje forma o SadusTravis e o baterista Joe Allen, lançou o primeiro single de The Shadow Inside, uma música chamada It’s the Sickness. Agora, disponibilizam mais um, Ride the Knife, que já está disponível para streaming e, assim como o anterior, vem acompanhado de lyric video. Confira-os clicando nos títulos listados no tracklist do álbum (abaixo). 

    “The Shadow Inside” track listing: 01. First Blood 02. Scorched And Burnt 03. It’s The Sickness 04. Ride The Knife 05. Anarchy 06. The Devil In Me 07. Pain 08. No Peace 09. New Beginnings 10. The Shadow Inside