Categoria: Destaques

  • ANGRA lança “Cycles of Pain”, primeiro álbum de estúdio em cinco anos

    ANGRA lança “Cycles of Pain”, primeiro álbum de estúdio em cinco anos

    A longa espera dos fãs dos ícones brasileiros do power metal progressivo Angra finalmente acabou. Via Atomic Fire Records, o grupo está lançando nesta sexta-feira (03) o seu primeiro álbum de estúdio em cinco anos, Cycles Of Pain.

    Cycles Of Pain foi produzido, gravado, mixado e masterizado pelo parceiro de longa data do Angra, Dennis Ward (D.C. Cooper, Pink Cream 69, Place Vendome) no Sonastério & Elephant Office, no Brasil, enquanto a mixagem e a masterização ocorreram no The TrakShak, em Karlsdorf, Alemanha. Sua arte foi desenhada por Erick Pasqua antes de Jonathan Canuto cuidar das tarefas de layout. O álbum também conta com uma série de convidados, incluindo participações de Amanda Somerville (Tears Of Blood), dos artistas brasileiros Lenine (Vida Seca) e Vanessa Moreno (Tide Of Changes – Part II e Here In The Now), e Juliana D’Agostini no piano (Tears Of Blood).

    Para comemorar o lançamento de Cycles Of Pain, o Angra fará um show especial de lançamento do disco no Tokio Marine Hall, em São Paulo, esta noite, que incluirá os convidados especiais que contribuíram para as doze novas faixas.

    Cycles Of Pain está disponível nos seguintes formatos: CD digipak, CD case, vinil em várias variantes de cores (Red/Yellow Split, Clear/Blue Marbled, Clear Yellow/White Splatter) e digitalmente.

    Encomende o álbum no formato físico de sua escolha, transmita-o em seu DSP favorito ou encomende-o digitalmente aqui.

    Assista os clipes que o Angra lançou para o álbum, para as músicas Gods of  the World aqui, Ride into the Storm  aqui, e Tide Of Changes aqui.

    Angra ao vivo 11/03/2023 Tokio Marine Hall (Album Release Show!) – São Paulo, BR 11/04/2023 Toca Beach House – Sorocaba, BR 11/10/2023 Stage Hall – Mogi Das Cruzes, BR 11/11/2023 Espaço Leste – São Paulo, BR 11/14/2023 Lenda Music – Americana, BR 11/17/2023 Pirata Rock Bar – Jaraguá Do Sul, BR 11/18/2023 Armageddon Metal Fest – Joinville, BR 11/19/2023 Opinião – Porto Alegre, BR 12/01/2023 Mister Rock – Belo Horizonte, BR 12/02/2023 Parque de Exposições João Alencar Athayde – Montes Claros, BR 12/07/2023 Bueiro Do Rock – Teresina, BR 12/08/2023 Clube Cabo Branco – João Pessoa, BR 12/09/2023 Clube Internacional Do Recife – Recife, BR 12/10/2023 Concha Acústica – Salvador, BR 12/15/2023 Circo Voador – Rio de Janeiro, BR 12/16/2023 Espaço G3 – Ribeirão Preto, BR 1/29–2/02/2024 70,000 Tons Of Metal – Miami, FL 4/26-28/2024 Summer Breeze Brasil – São Paulo, BR 9/04/2024 ProgPower USA @ Center Stage – Atlanta, GA ANGRA: Fabio Lione – vocal Rafael Bittencourt – guitarra Marcelo Barbosa – guitarra Felipe Andreoli – baixo Bruno Valverde – bateria    Redes: https://www.angra.net https://www.facebook.com/angraofficialpage https://www.instagram.com/angraofficial https://www.twitter.com/angraofficial https://www.youtube.com/angrachannel https://www.atomicfire-records.com https://www.facebook.com/atomicfirerecords https://www.instagram.com/atomicfirerecords https://www.twitter.com/atomicfirerecs
    Fotos: Marcos Hermes
  • MOTÖRHEAD: lançada edição ‘deluxe’ de 40° aniversário do álbum ‘Another Perfect Day’

    MOTÖRHEAD: lançada edição ‘deluxe’ de 40° aniversário do álbum ‘Another Perfect Day’

    Foto: Allan Ballard

    Tido por muitos como o álbum mais polêmico do catálogo do MotörheadAnother Perfect Day chegou depois que o ex-guitarrista do Thin LizzyBrian Robertson, substituiu o aclamado “Fast” Eddie Clarke. O sexto álbum de estúdio da banda apresentou o que Lemmy chamou de uma abordagem mais “musical”; a ferocidade da formação clássica foi aproveitada por tropos de rock oriundos de guitarras mais tradicionais, aprimorados por uma produção cuidadosamente elaborada.

    Em 1983, foi inicialmente surpreendente ouvir a expressão infernal patenteada por Lemmy e Phil adornada com overdubs de guitarra multifacetados e carregados de efeitos de Robbo, em vez de ser aquecida pelos intrincados riffs e adornos de blues termonucleares de Eddie. Após o álbum ‘Iron Fist’ e sua reavaliação, ‘Another Perfect Day’ se destaca diante de nós quarenta anos depois do período turbulento que o originou, como um capítulo inevitavelmente divisivo na caótica história inicial do Motörhead.

    Quarenta anos depois, ‘Another Perfect Day’ mantém sua posição como essa mais surreal digressão na montanha-russa inicial do Motörhead, merecendo sua reavaliação longe do calor do momento em que a formação clássica da banda se dissolveu e Robbo se juntou à banda.

    Para celebrar o 40º aniversário deste sexto álbum no arsenal de álbuns do Motörhead, ele está sendo apresentado em novas edições deluxe. Haverá embalagens em livro capa dura nos formatos de dois CDs e três LPs, apresentando uma remasterização avassaladora do álbum original, faixas bônus de demos inéditas e um show completo inédito gravado no Hull City Hall em 22 de junho de 1983. Além disso, a história do álbum e muitas fotos inéditas. Também haverá uma edição limitada em vinil nas cores azul e preto do álbum original.

    Confira abaixo os detalhes completos dos lançamentos de ‘Another Perfect Day’ e visite www.iMotorhead.com  para notícias e atualizações!

      FAIXAS DO LP e CD  Original Another Perfect Day album 1. Back At The Funny Farm 2. Shine 3. Dancing On Your Grave 4. Rock It 5. One Track Mind 6. Another Perfect Day 7. Off To War 8. I Got Mine 9. Tales Of Glory 10. Die You Bastard   CD & Digital Bonus Tracks 11. Turn You Round Again (I Got Mine, B-Side) 12. Hoochie Coochie Man (Live, Shine B-Side) 13. (Don’t Need) Religion (Live, Shine B-Side) 14. Climber (Demo) 15. Fast One (Demo) 16. Chinese (Demo) 17. Climber (Instrumental Demo) Live at Hull City Hall, 22nd June 1983 (Previously unreleased) 1. Back at the Funny Farm 2. Heart of Stone 3. Shoot You in the Back 4. Marching Off to War 5. Iron Horse / Born to Lose 6. Another Perfect Day 7. Hoochie Coochie Man 8. (Don’t Need) Religion 9. One Track Mind 10. Go to Hell 11. America 12. Shine 13. Dancing on Your Grave 14. Rock It 15.Bite the Bullet 16. The Chase Is Better Than the Catch
    Foto: Allan Ballard
  • ACE FREHLEY: “Quando meu novo álbum for lançado, fará PAUL STANLEY parecer um imbecil!”

    ACE FREHLEY: “Quando meu novo álbum for lançado, fará PAUL STANLEY parecer um imbecil!”

    As rusgas entre Ace Frehley e seu ex-parceiro de KISS, o igualmente lendário vocalista e guitarrista Paul Stanley, parece não ter fim. Falando de seu próximo álbum solo em entrevista à 93,5 FM MAXFrehley afirmou que o disco está quase pronto e fará com que Stanley “pareça um imbecil”. Além disso, o Spaceman disse que o fato de ele ter permanecido no caminho certo por 15 anos provou que Stanley Gene Simmons estavam errados ao julgá-lo de modo negativo. “Lembro-me do cara que me contratou com a gravadora, ele me disse isso, antes de Anomaly (disco anterior do guitarrista) ser lançado (em 2009)… Muitas pessoas disseram a ele: ‘Você nem vai ter o disco’. Porque Paul e Gene tentaram destruir minha credibilidade me chamando de bêbado, viciado em drogas e alguém que não é confiável”.

    Frehley prosseguiu: “Mas se fosse esse o caso, como fiz cinco álbuns? E tenho feito turnês constantes nos últimos 10 anos ou mais. Não faz sentido. Eles se contradizem o tempo todo. Agora eles estão me menosprezando e dizendo que se eu tocasse com eles na turnê de despedida, isso prejudicaria a apresentação deles. Paul disse no The Howard Stern Show que você poderia muito bem chamar a banda de ‘Piss’ ao invés de ‘KISS’ se eu subisse no palco com eles. Bem, quando esse álbum for lançado, ele vai parecer um imbecil”. 

    Ace se referiu à entrevista que Stanley concedeu a Howard Stern no início deste ano. Na ocasião, Stanley deu uma declaração desagradável que inclui Ace, a respeito da não participação do guitarrista e do baterista Peter Criss na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em 2014 por opção do próprio Starchild e de Gene Simmons. Paul disse: “A essa altura, seria humilhante para a banda e também confundiria algumas pessoas. Se você visse pessoas no palco que se parecessem com o KISS, mas soassem assim (mal tocado), talvez devêssemos ser chamados de ‘PISS’ (‘putos’, em livre tradução)Stanley ainda comparou a formação original do KISS com a atual: “Nos orgulhamos dessa formação, que é o KISS há 20 anos. Não são novatos. É o grupo que carregou a bandeira e que realmente levou a banda a outro patamar. Esta é a banda com a qual eu sempre sonhei”.

    A declaração de Paul levou Ace a esbravejar e ameaçá-lo ao vivo no dia 29 de março no programa Trunk Nation, apresentado pelo renomado Eddie Trunk“Esses caras (Paul Gene) têm falado mal de mim desde que eu parei pela primeira vez em 1981, 1982. Me chamam de viciado em drogas, me chamam de alcóolatra, dizem que não sou empregável, não sou confiável…”.

    Em tom ameaçador, Frehley disparou contra Stanley: “Agora vou fazer uma declaração a Paul Stanley… Estou lhe dizendo que quero um pedido formal de desculpas pelo que você disse, e uma retratação e um pedido de desculpas dentro de sete dias”, orientou. “E se eu não conseguir isso dentro de sete dias, voltarei ao programa de Eddie Trunk – se você me quiser, Eddie – e vou falar de um pouco de sujeira que ninguém sabe sobre Paul Gene, que eu sempre guardei para mim mesmo, porque sou o tipo de cara que não fala sobre isso. Gosto de falar de coisas positivas”.

    E não para por aí, Frehley revelou que escreveu um manuscrito de 120 páginas detalhando delitos não especificados de Paul Gene. “Meu advogado tem isso em um cofre”, afirmou. “Deus me livre que algo aconteça, meu advogado é instruído a liberá-lo ao New York Times, à Rolling StoneAPI, todo mundo… Então, eles não podem me intimidar tentando me machucar ou dizendo, ‘é melhor você não dizer nada sobre mim ao vivo no rádio’, porque senão eles estão totalmente ferrados. Suas carreiras serão arruinadas. Esses caras não são limpos”, declarou. “Você sabe quantos processos as meninas emitiram contra Gene?”, indagou Frehley. O recado de Ace obviamente chegou a Stanley que não só não pediu desculpas ao guitarrista, como ligou para o mesmo e, segundo o próprio Ace disse ao Loudwire, lhe mandou ir se foder. “Ele me ligou pouco tempo depois que o programa acabou. Fiquei surpreso, mas achei que talvez ele estivesse ligando para se desculpar ou pelo menos explicar por que disse aquilo. Em vez de desculpas, eu recebi uma ligação de cinco segundos dizendo: ‘Vá se foder, Ace, eu não me desculparei”, e desligou”, revelou. “Ele nem foi homem o suficiente para me rebater ou me deixar explicar por que eu estou tão puto”, completouE o fato é que o prazo dado por Ace Stanley passou, não houve pedidos de desculpas e o falastrão Spaceman acabou não fazendo nada do que havia prometido em sua ameaça. 

    Independente de todo esse amargor, quando da entrevista a Eddie Trunk Ace Frehley lhe respondeu positivamente sobre se participaria dos últimos shows da história do KISS em Nova Iorque, em dezembro. “Eu verdadeiramente estava esperando que talvez eles me convidassem para voltar pela terceira vez, não porque eu realmente queira tocar com eles, (mas) porque criamos algo realmente especial e (porque) sou o melhor ajuste nessa banda. Sempre fui e sempre serei. Você acha que Tommy Thayer pode fazer o que eu faço? Impossível”, decretou.

  • Em dia das bruxas, KING DIAMOND lança novo clipe, para a música “Masquerade of Madness”

    Em dia das bruxas, KING DIAMOND lança novo clipe, para a música “Masquerade of Madness”

    Mestre King Diamond disponibilizou um videoclipe para o single Masquerade of Madness, vídeo produzido em parceria com David Brodsky e Allison Woest, da MyGoodEye Visuals.

    Assista: 

    Aqui está o que King tem a dizer sobre o videoclipe da última música da banda, Masquerade of Madness:

    Masquerade of Madness foi lançado digitalmente em 2019 antes de nossa turnê norte-americana. Durante os ensaios, tiramos um dia inteiro para filmar Masquerade of Madness com David Brodsky e Allison Woest. Passamos o dia todo e a noite toda gravando enquanto executávamos a música com nossa coreografia completa do show de turnê. Depois da turnê, a Covid aconteceu.

    O vídeo foi praticamente esquecido quando o mundo parou – nunca vimos um único quadro de todas as imagens. Anos mais tarde, quando as coisas começaram a pegar e a escrevermos para os novos discos do Mercyful Fate e do King Diamond, nos perguntamos: “o que aconteceu com aquele vídeo de quatro anos atrás?”. Então decidimos fazer o check-in com David Brodsky e, algumas semanas depois, tivemos o primeiro corte do vídeo.

    Fiquei sem palavras! Eu não tinha nada a criticar e depois de apenas algumas notas de Andy LaRocque (guitarra), o vídeo de Masquerade of Madness foi concluído! Há muito humor e o preto e branco é usado de maneira perfeita com as performances de Jodi. Os visuais se encaixam perfeitamente na música e este agora está entre os meus vídeos favoritos do King Diamond, juntamente com Sleepless Nights e Welcome Home – e não esquecer, é claro, nosso DVD duplo ao vivo.

    Este novo vídeo e o lançamento de Masquerade of Madness em vinil de 12″ é o nosso presente de Halloween para os fãs. Esperamos que gostem tanto quanto nós! Feliz Dia das Bruxas, não é só um sonho!“.

    O LP de vinil de 12″ apresenta as faixas Masquerade of Madness, Welcome Home (Live at Graspop) e Arrival (Live at Graspop) – todas disponíveis pela primeira vez em vinil. Masquerade of Madness apresenta uma máscara de papel colecionável e estará disponível em quatro variantes de cores em todo o mundo.

    USA – variantes: Bone Black Ice

    Europa – variantes: 180 g Black Clear Violet Brown Marbled

    Vinil tracklist: Side 1 Masquerade of Madness

    Side 2 Welcome Home (Live at Graspop) Arrival (Live at Graspop)

    As pré-encomendas para o vinil de 12″ já estão disponíveis neste LOCAL. Acesse um dos links abaixo para novos produtos exclusivos oferecidos pela banda.

    https://store.kingdiamondcoven.com EU: https://eustore.kingdiamondcoven.com

    Sobre o King Diamond:

    King Diamond, possivelmente é a personalidade mais reconhecível e prolífica de todos os tempos no heavy metal. Reverenciado por ícones tão grandes como Metallica e Pantera para inspirar novos iniciantes como Goatwhore; King Diamond, o homem e a banda, deixaram uma marca indelével na história, e agora, novamente, no futuro do heavy metal.

    Em agosto de 2008, King Diamond juntou-se ao Metallica no palco do Ozzfest, em Dallas, para executar o medley “Mercyful Fate”, que ficou famoso no álbum Garage, Inc.. Além disso, o King Diamond foi apresentado ao lado de Lemmy Kilmister, do Motörhead, como um personagem jogável em Guitar Hero: Metallica em 2009.

    Em 2012, o King Diamond estava preparado para voltar aos palcos para um número seleto de shows. O retorno triunfal da banda aos palcos foi os destaques dos festivais Hellfest e Sweden Rock, na França e na Suécia. Os fãs desses festivais foram brindados com a maior e mais envolvida produção de palco da história da banda. Conceitos de terror de vários álbuns foram usados na decoração; os fãs podem ter certeza de que este show só ficará maior e mais impressionante em apresentações futuras.

    O King Diamond continuou a subir ao palco de 2013 a 2018, incluindo apresentações no Rock Hard Festival (DE), Copenhell (DK), Graspop (BE), Metal Days (SI), Bloodstock Open Air (Reino Unido), Loudpark (JP), Wacken Open Air (DE), uma turnê norte-americana de 2014 com Jess and the Ancient Ones, Fun Fun Fun Fest (EUA), turnê como parte do Mayhem Festival de 2015 no verão (EUA), uma turnê norte-americana de outono de 2015 com Exodus como convidados especiais, Sweden Rock Fest (SE), Hellfest (FR) e Psycho Las Vegas (EUA).

    Em 2019, após o lançamento do primeiro novo single do King Diamond em 12 anos, Masquerade of Madness, a banda pegou a estrada com uma série de shows ao vivo na Europa, incluindo paradas no festival Summer Breeze (DE), Graspop (BE), Hellfest (FR), Rock Fest (ES), e com Uncle Acid and the Deadbeats e Idle Hands como convidados especiais para 19 datas em toda a América do Norte.

    A carreira musical de 30+ anos do King Diamond é uma das mais famosas da história do heavy metal, mas a história ainda não acabou. O mais recente lançamento, o álbum indicado ao Grammy de 2007, Give Me Your Soul… Please, se destaca como um dos álbuns mais aclamados pela crítica em uma discografia já icônica. Os álbuns futuros contarão com histórias de terror inteiramente novas, conceitos, orquestrações assombrosas e a marca registrada da banda de heavy metal da mente do King Diamond e do talentoso grupo de músicos: Andy LaRocque (guitarra), Mike Wead (guitarra), Pontus Egberg (baixo) e Matt Thompson (bateria). Muitos outros álbuns, turnês e empreendimentos estão por vir.

  • Anunciado álbum final do CHILDREN OF BODOM, “A Chapter Called Children of Bodom”, para 15 de dezembro

    Anunciado álbum final do CHILDREN OF BODOM, “A Chapter Called Children of Bodom”, para 15 de dezembro

    A banda finlandesa de death metal melódico Children of Bodom lançará o álbum de encerramento de sua carreira, A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019), no dia 15 de dezembro de 2023 via Spinefarm.

    “É ótimo ter aquele show final transformado em um álbum ao vivo. Para quem assistiu, é uma viagem no tempo até aquele momento. E para quem não assistiu, é uma oportunidade de vivenciar como o capítulo chamado Children of Bodom foi encerrado. Daniel Freyberg

    “Nem preciso dizer que aquela noite foi muito especial. Quando In Your Face começou, a realidade me atingiu e eu tive que me afastar do público porque comecei a chorar. Mas a beleza é que as memórias e a música de Alexi (Laiho) viverão para sempre!” Henkka Seppälä

    Lançado com a bênção do espólio de Alexi Laiho, o álbum concerto completa a carreira da lendária banda que começou em Espoo, Finlândia, em 1993, como Inearthed. Ao longo de sua carreira, o Children of Bodom lançou dez álbuns de estúdio, dois ao vivo, dois EPs, duas coletâneas e um DVD. A formação final do grupo após sua separação em 2019 consistia em Alexi Laiho (guitarra, vocal principal), Jaska Raatikainen (bateria), Henkka Seppälä (baixo), Janne Wirman (teclado) e Daniel Freyberg (guitarra base).

    “Foi surreal estar naquele palco no Helsinki Ice Hall, pois eu sabia que provavelmente nunca mais tocaria com os caras e nem tocaria mais para os (nossos) incríveis fãs. O último show e sua montanha-russa emocional agora podem ser apreciados por todos que não puderam comparecer ao show.” Jane Wirman

    “Quando subi ao palco me senti tranquilo, provavelmente porque não sentia mais necessidade de provar nada além de curtir a música e a presença de todos os fãs; que nossa música não desapareceria mesmo se nunca mais tocássemos juntos.” Jaska Raatikainen

      Pré-encomende A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019) aqui.

    O terceiro álbum de estúdio do Children of Bodom, Follow the Reaper, foi o primeiro álbum a receber uma certificação de Ouro na Finlândia, e os álbuns de estúdio subsequentes adquiriram o mesmo status, com todos eles estreando em primeiro lugar nas paradas de álbuns finlandesas e alcançando a Billboard 200 dos Estados Unidos. O grupo continua sendo um dos artistas mais vendidos de todos os tempos na Finlândia, com mais de 250.000 discos somente na Terra Natal do Children of Bodom.

    Em 2019, o Children of Bodom realizou seu último show em Helsinque, chamado A Chapter Called Children of Bodom, antes de se dissolver. Em 2020, Laiho e Freyberg continuaram como Bodom After Midnight, mas, infelizmente, Laiho, que foi um dos membros fundadores do Children of Bodom, bem como o único compositor, morreu em 29 de dezembro de 2020.

    Track List de A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019)

    1. Under The Grass and Clover 2. Platitudes And Barren Words 3. In Your Face 4. Shovel Knockout 5. Bodom Beach Terror 6. Everytime I Die 7. Halo Of Blood 8. Are You Dead Yet? 9. Blooddrunk 10. I Worship Chaos 11. Angels Don’t Kill 12. Follow The Reaper 13. Deadnight Warrior 14. Needled 24/7 15. Hate Me 16. Hate Crew Deathroll 17. Lake Bodom 18. Downfall

    A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019) está sendo disponibilizado nos seguintes formatos:
    • CD padrão Estojo para CD
    • LP duplo de vinil preto padrão 140g
    • Edição Limitada vinil duplo 140gm Vermelho Marmorizado
    • Edição Ltd 140gm vinil duplo Vermelho e Preto chapiscado
     
    Children of Bodom:
    Alexi Laiho – vocal e guitarra
    Jaska Raatikainen – bateria
    Janne Wirman – teclado
    Henkka Seppälä – baixo
  • MERCYFUL FATE lança “Melissa” digitalmente em homenagem ao 40º aniversário do álbum

    MERCYFUL FATE lança “Melissa” digitalmente em homenagem ao 40º aniversário do álbum

    A Metal Blade Records anuncia nesta segunda-feira (30) o lançamento digital do clássico Melissa do Mercyful Fate, em comemoração ao 40º aniversário do álbum. O que torna este lançamento especial é que a nova versão de Melissa foi remasterizada em 2005 por Ted Jensen, da Sterling Sound, em Nova York e, até antes deste lançamento não estava disponível para os fãs. Graças à banda e como um presente para seus fãs, esta versão remasterizada de Melissa está agora disponível em todos os provedores de serviços digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Amazon e muito mais!

    Para comemorar ainda mais o 40º aniversário de Melissa, a banda trabalhou com sua empresa de produtos Bravado para criar uma nova linha de itens temáticos do disco, que agora estão disponíveis para fãs em todo o mundo.

    Tracklisting: 01. Evil 02. Curse of the Pharaohs 03. Into the Coven 04. At the Sound of the Demon Bell 05. Black Funeral 06. Satan’s Fall 07. Melissa

    Digital: https://www.metalblade.com/mercyfulfate Merch: https://umg.lnk.to/MercyfulFate_

    Sobre a banda:

    Mercyful Fate está trabalhando duro em um novo álbum e, em junho de 2022, deu aos fãs um gostinho do novo material quando estrearam uma música chamada The Jackal Of Salzburg, na Alemanha, bem como no Psycho Las Vegas. A formação atual da banda é King Diamond nos vocais, Hank Shermann e Mike Wead nas guitarras, Bjarne T. Holm na bateria e Joey Vera no baixo.

    Mercyful Fate foi formado no início de 1981 em Copenhague, Dinamarca, pelo vocalista King Diamond e pelo guitarrista Hank Shermann. Mais tarde, o guitarrista Michael Denner e o baixista Timi Hansen se juntaram a eles, e logo depois o baterista Kim Ruzz entraria para completar a formação. A banda gravou duas demos em 1981 e mais tarde assinou com a Rave On Records na Holanda para a gravação de seu EP autointitulado de sucesso, lançado em novembro de 1982. O EP Mercyful Fate logo estava em alta rotação nas principais estações de rádio de metal, lançando um nova geração de heavy metal com seu som único.

    A banda se juntou à Roadrunner Records em 1983 e seu álbum de estreia, Melissa, foi gravado e lançado no mesmo ano. No ano seguinte, o Mercyful Fate voltou ao estúdio para gravar seu agora lendário álbum Don’t Break The Oath, lançado em setembro de 1984.

    Mercyful Fate embarcou em uma turnê de dois meses pelos Estados Unidos para divulgar o disco que os levou pelos Estados Unidos várias vezes, dividindo o palco com nomes como Motörhead e Exciter. Os shows criaram um incêndio na comunidade do metal. A banda obteve reconhecimento global, fechando o ano com uma turnê de cinco datas na Alemanha com MotörheadGirlschool, Helix e Talon.

    O primeiro show do Mercyful Fate em 1985 foi em sua cidade natal, Copenhague, em um antigo cinema com grande capacidade. O show esgotou e seu show exibiu um novo nível de distinção. A noite foi uma grande vitória e um novo destaque para a banda.

    Em abril de 1985, entretanto, o Mercyful Fate decidiu se separar para que cada um buscasse novos desafios. A banda King Diamond nasceu e foi aclamada pela crítica nos anos seguintes com cinco álbuns de estúdio pela Roadrunner Records. Desde então, King Diamond assinou com a Metal Blade Records e está mais forte do que nunca.

    No verão de 1992, o Mercyful Fate decidiu se reunir e assinou um novo contrato com Brian Slagel e sua gravadora, Metal Blade Records. In The Shadows foi lançado em 1993 e foi um triunfo instantâneo promovido por uma turnê esgotada pelos Estados Unidos.

    Mercyful Fate lançou mais cinco álbuns de estúdio e fez diversas turnês pela Europa, EUA e América do Sul. O destaque de 1999 foi o aclamado álbum 9, que foi seguido por uma turnê europeia com o Metallica, onde King Diamond e Hank Shermann se juntaram à banda no palco várias vezes para o medley “Mercyful Fate” que o Metallica gravou em seu tributo duplo Garage Inc., álbum lançado no ano anterior. Seguiram-se turnês nos Estados Unidos e na América do Sul, marcando as últimas apresentações ao vivo da banda em mais de uma década. Mercyful Fate então entrou em um hiato, mas fez uma breve aparição quando os membros se juntaram ao Metallica no palco em 2011 para seu show de 30º aniversário em São Francisco, Califórnia.

    https://mercyfulfatecoven.com https://www.facebook.com/mercyfulfateofficial https://www.instagram.com/mercyfulfatecoven https://twitter.com/MercyfulFate_HQ https://www.youtube.com/c/MercyfulFateOfficial Spotify Artist Page Apple Artist Page

  • ANGRA promove audição de novo disco para fãs e imprensa em SP

    ANGRA promove audição de novo disco para fãs e imprensa em SP

    ANGRA

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Andre Tedim

    Aconteceu no dia 26 de outubro na School of Rock no bairro do Jardim Paulista, em São Paulo, a audição de Cycles of Pain, mais novo trabalho do Angra. Antecipado por três singles/vídeos que mostraram uma banda claramente empolgada com o futuro.

    Diante de um bom número de representantes da imprensa e de fãs, Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (Guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) se posicionaram no palco da escola para comentar as faixas do disco. Antes, o empresário Paulo Baron mostrou uma cópia em vinil do disco (cuja bela arte realmente se destaca nesse formato), falou sobre o “alto investimento” para a realização do álbum e fez um jogo de palavras em relação ao nome de um dos estúdios em que o álbum foi gravado, Elephant Office (o outro foi o Sonastério): “Foi uma gestação de elefante para nascer este disco.”

    A audição em si mostrou várias facetas do Angra, indo de temas mais pesados, como Ride Into the Storm, aos tradicionais flertes com ritmos brasileiros, a exemplo de Vida Seca. Foi possível também notar um maior protagonismo de Andreoli, como na faixa Tie of Changes, que tem boa parte de sua harmonia comandada pelo baixo tocado em alto nível de excelência pelo músico.

    Também foi bastante interessante notar as reações dos integrantes do grupo enquanto as músicas eram executadas. Cada um a seu modo (e sobretudo Rafael e Fabio) deixavam, bem claro o quanto estavam curtindo cada uma das músicas que criaram, o que mostra uma banda feliz com o próprio trabalho.

    Os integrantes também citaram vários dos convidados que participaram do disco e que estavam presentes ao evento, como a cantora Vanessa Moreno, a pianista Juliana D’Agostini, os vocalistas Marcelo Pompeu e Angel Sberse e o pianista Bruno Alves – também estão no álbum o cantor Lenine e a vocalista Amanda Somerville, além de Kiko Loureiro e Fernanda Lira, que participam de uma versão alternativa de Tears of Blood, que será lançada como bônus apenas no mercado japonês.

    Também estava presente o diretor Leo Liberti, que dirigiu os três vídeos lançados até aqui e que subiu ao palco para falar como foi trabalhar com a banda. “Sempre ouço as ideias que os músicos têm sobre os vídeos”, garantiu ele.

    Marcelo Barbosa contou que uma primeira versão da música Here in the Now tinha sido escrita para sair no disco anterior, Omni (2018), mas foi vetada pelo produtor, que odiou a composição. Já Tears of Blood, que conta com os vocais de Amanda Somerville, Rafael explicou que foi um tema escrito para aproveitar o vocal operístico de Fabio Lione. A participação de Amanda teve um componente adicional, já que ela era muito amiga de Andre Matos: “Ela não só topou na hora como se emocionou muito pela conexão que manteve com a banda.”

    O guitarrista também confirmou que Cycles of Pain (ciclos da dor) é um trabalho conceitual no sentido de que todas as músicas, de uma forma ou de outra, falam do mesmo tema. “Somos a consequência das nossas dores, não dos momentos de prazer”, disse ele.

    Sobre a participação de Lenine na faixa Vida Seca, Felipe Andreoli garantiu que “ele é um nome que sempre fez parte do nosso imaginário” e que a banda ficou muito feliz com a participação do cantor e compositor pernambucano: “Ele interpretou a música com muita verdade”, ao que Rafael completou: “O Angra não está fechado apenas no heavy metal, e isso não apenas em relação à música, mas ao olhar artístico como um todo.”

    Por fim, Felipe falou sobre a expectativa em relação ao disco junto aos fãs: “A gente sabe o que o fã espera, estamos há oito anos com esta mesma formação.”

    Cycles of Pain vai ser lançado no dia 3 de novembro, mesma data em que o Angra se apresenta no Tokio Marine Hall, em São Paulo/SP.

  • Morre STEVE RILEY, baterista conhecido por seus trabalhos com L.A. GUNS, W.A.S.P. e KEEL

    Morre STEVE RILEY, baterista conhecido por seus trabalhos com L.A. GUNS, W.A.S.P. e KEEL

    Morreu na última terça-feira (24) um dos ícones do hard rock, o lendário baterista Steve Riley, que tem seu nome marcado no gênero por seus trabalhos lançados com W.A.S.P. e L.A. Guns. Embora a causa da morte não tenha sido revelada, Riley, de 67 anos, vinha passando por alguns problemas de saúde.

    Steve Riley despontou no cenário de Los Angeles durante a década de 1980 e gravou diversos álbuns clássicos do gênero. Seu primeiro trabalho de maior relevância foi The Right to Rock, de 1985, segundo álbum de estúdio do KEEL, banda comandada pelo vocalista Ron Keel. No mesmo ano Riley entrou para o W.A.S.P., na vaga deixada pelo baterista original, Tony Richards, e gravou The Last Command, álbum que completou 38 anos na última quarta-feira (25). Ainda com o W.A.S.P.Riley gravou Inside the Electric Circus (1986) e no ano seguinte o ao vivo Live… in the Raw (1987). Após deixar o W.A.S.P. em 1987, Riley passou a integrar o L.A. Guns, grupo onde mais tempo esteve durante sua carreira. Com o L.A. GunsRiley gravou diversos álbuns, entre eles o debut L.A. Guns (1988) e os igualmente aclamados Cocked & Loaded (1989) e Hollywood Vampires (1991), entre muitos outros.

    Em 2019, Steve Riley deixou o L.A. Guns e acionou a banda na justiça. Mediante a um acordo judicial, Riley foi autorizado a usar o nome Riley’s L.A. Guns e com essa sua nova versão da banda lançou em 2020 o álbum Renegades. Entre os anos 70 e começo dos 80, Riley já havia passado pelos grupos RoadmasterThe Lawyers e The B’zz.

     
  • MIKE PORTNOY retorna ao DREAM THEATER

    MIKE PORTNOY retorna ao DREAM THEATER

    POR GUILHERME SPIAZZI

    Há pouco foi anunciado oficialmente o retorno de Mike Portnoy para o Dream Theater e a gravação de um novo disco. 

    Após 13 anos longe do grupo, o baterista e fundador finalmente está de volta para a alegria dos fãs, que há anos pediam por esse retorno.  

    Referência do metal progressivo, a banda norte-americana passou a ser sinônimo do estilo a partir do estrondoso Images & Words (1992) e desde então não parou de conquistar novos fãs. Após algumas trocas na formação e um relativo arrefecimento do seu sucesso, o Dream Theater virou o jogo em Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory (1999) e seguiu firme na sua formação até que em setembro de 2010 Portnoy, num decisão controversa e difícil, optou por se desligar da banda após 25 anos de jornada citando a necessidade de uma pausa.

    Para o seu lugar, após uma seleção em nível mundial documentada em vídeo da qual participou Aquiles Priester (Edu Falaschi, W.A.S.P, ex-Angra), o grupo anunciou o exímio Mike Mangini (ex-Steve Vai, Annihilator). Com Mangini, o Dream Theater lançou seis discos de estúdio e ganhou um prêmio Grammy.

    Apesar da manutenção do sucesso nessa última década, os fãs nunca desistiram de sonhar com um retorno do baterista original. Várias foram as especulações desse retorno durante os anos. Os ânimos esquentaram quando John Petrucci trouxe Portnoy para a gravação do seu disco Terminal Velocity (2020). Na sequência, o baterista gravou Liquid Tension Experiment 3 (2021) ao lado de Petrucci e Jordan Rudess.

    Apesar das movimentações, a banda não dava indícios de que a sua parceria com Mangini um dia chegaria ao fim até que um comunicado oficial foi publicado nessa quarta-feira, dia 25 de outubro às 11h horário de Brasília, anunciando o retorno de Mike Portnoy.  

    Confira a tradução do comunicado oficial abaixo:

    (Nova York, NY) – Os titãs da música progressiva, vencedores do GRAMMY®, Dream Theater, estão anunciando o retorno do baterista Mike Portnoy ao grupo. Portnoy se reunirá com o guitarrista John Petrucci e o baixista John Myung – o trio formou a banda no Berklee College Of Music em 1985 – junto com membros de longa data, o vocalista James LaBrie e o tecladista Jordan Rudess. O Dream Theater entrará em estúdio para começar a trabalhar em seu 16º álbum de estúdio e o primeiro com Portnoy desde Black Clouds & Silver Linings, de 2009.

    “Eu entendo a decisão do Dream Theater de trazer Mike Portnoy de volta neste momento”, afirma Mike Mangini. “Como foi dito desde o primeiro dia, minha função não era preencher todas as funções que Mike ocupava na banda. Eu deveria tocar bateria para ajudar a banda a seguir em frente. Meu principal papel de manter nosso show ao vivo funcionando todas as noites foi uma experiência intensa e gratificante. Felizmente, tive a experiência de tocar música com esses músicos icônicos, além de alguns momentos divertidos repletos de humor. Eu também gostei muito de passar muito tempo com a equipe. E depois houve a vitória do GRAMMY®, que foi incrivelmente satisfatória. Aos fãs: muito obrigado por serem incríveis comigo. Eu aprecio as fotos que tenho de todos vocês enlouquecendo e se divertindo. Por fim, eu realmente amo a banda, a equipe e o empresário e desejo a eles e a toda a organização tudo de bom.”

    “A bateria de Mike Mangini é de outro mundo e estou extremamente grato pelo tempo que ele passou conosco no Dream Theater. Estou muito orgulhoso de todas as músicas incríveis que fizemos juntos, que culminaram em nossa primeira vitória no GRAMMY® no ano passado e dos inúmeros momentos mágicos que compartilhamos no palco nos últimos 13 anos. Desejo-lhe todo o melhor sucesso em seus futuros empreendimentos musicais”, explica John Petrucci. “Estou incrivelmente animado em receber Mike Portnoy de volta ao Dream Theater! Como membro fundador original, amigo de longa data e baterista incrivelmente talentoso e criativo, sei que seu retorno trará um espírito renovado, paixão e energia ao DT que todos nós, incluindo nossos fãs, receberemos com alegria. Mal posso esperar para arregaçar as mangas e voltar ao estúdio juntos!”

    “É ótimo voltar à forma com nosso baterista original Mike Portnoy. Começamos a tocar juntos como Majesty há quase 40 anos e estou animado para ver o que esta próxima fase do Dream Theater criará para o futuro. Não desejo nada além do melhor para Mike Mangini por todo o sangue, suor e lágrimas que ele colocou no DT durante seus 13 anos na banda”, acrescenta John Myung.

    “Ter Mike Mangini conosco todos esses anos foi, simplesmente, uma jornada incrível. Ele é um dos bateristas mais incríveis e naturalmente talentosos com quem tive o prazer de trabalhar. Obrigado Mike. A vida é uma viagem muito estranha e acho que é isso que a torna ainda mais interessante e envolvente para sempre. Ter Mike Portnoy de volta na banda é exatamente onde nós e as coisas deveriam estar. As coisas costumam dar uma volta completa e, neste caso, faz todo o sentido. Estou entusiasmado com as perspectivas desta formação clássica da DT se reunir. Posso dizer com absoluta confiança que esta será a encarnação final do DT, com muitos capítulos ainda a serem escritos no nosso futuro. Avante e para cima galera!! Bem-vindo de volta, deputado”, afirma James LaBrie.

    “Mike Mangini é um dos bateristas mais excepcionais do mundo e me sinto privilegiado por termos criado todo um trabalho com ele. Sempre serei grato pelo tempo que compartilhamos no universo do Dream Theater”, continua Jordan Rudess. “Estamos muito entusiasmados em reunir a família principal do Dream Theater. Há uma ressonância de espírito e visão que é única e vai além das palavras em nosso relacionamento com Mike Portnoy. Dentro e fora do palco não há como negar a magia que acontece quando estamos juntos. Estou grato por termos a oportunidade de trabalhar juntos novamente como Dream Theater e estou ansioso para compartilhar nossa emoção e paixão com nossos fãs incríveis por muito tempo.”

    “Estou muito feliz por voltar para casa e me reunir com meus irmãos! Há tanta história partilhada entre todos nós… tantas memórias, tanta música… pensar que estamos a completar 40 anos desde que esta viagem começou! A ideia de criar novas músicas juntos é tão emocionante e mal posso esperar para pegar a estrada e tocar ao vivo para toda uma nova geração de fãs que nunca puderam ver essa formação antes… Não há lugar como o nosso lar!!” exclama Mike Portnoy.

    Os pioneiros do metal progressivo, Dream Theater, compartilham um vínculo único com uma das bases de fãs mais apaixonadas do mundo, como evidenciado por suas três indicações ao GRAMMY® Award, vitória no GRAMMY® Award de 2022 na categoria de Melhor Performance de Metal por “The Alien” e 15 milhões de discos. vendido em todo o mundo. A obra Images & Words de 1992 recebeu uma certificação de ouro e foi incluída nos cobiçados “100 Melhores Álbuns de Metal de Todos os Tempos” da Rolling Stone. Guitar World colocou o álbum seguinte, Awake, em primeiro lugar na lista “Superunknown: 50 Iconic Albums That Defined 1994”.

    ”A Change of Seasons, de 1996, foi a trilha sonora da cobertura do esqui alpino da NBC nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002. Os fãs votaram no Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory o “Álbum de rock progressivo número um de todos os tempos” em uma pesquisa da Rolling Stone de 2012. Sem mencionar que foi classificado como o “15º Melhor Álbum Conceitual” da Classic Rock. 2009 viu Black Clouds & Silver Linings bater o Billboard Top 200 em # 6 como A Dramatic Turn of Events [2011] e Dream Theater [2013] manteve uma terceira posição no Top 10 da parada. Consequence of Sound apelidado de 2016 The Astonishing, “Uma experiência absolutamente única.” Além de três discos de platina e dois de ouro, o grupo foi incluído no Long Island Music Hall of Fame em 2010. Em 2019, a banda continuou a expandir seu público quando lançou Distance Over Time, com aclamação da crítica e comercial. Em seu 15º álbum completo e segundo lançamento de estúdio pela InsideOutMusic / Sony Music, A View From The Top Of The World, a banda continua a se desafiar e a expandir seus limites musicais – algo que eles têm feito há mais de 30 anos tocando juntos. A banda encerrou recentemente a turnê inaugural DREAMSONIC – um espetáculo itinerante de música progressiva que retornará para mais apresentações no futuro.

  • Metal argentino em luto: morre RICARDO IORIO, fundador dos lendários V8, HERMÉTICA e ALMAFUERTE

    Metal argentino em luto: morre RICARDO IORIO, fundador dos lendários V8, HERMÉTICA e ALMAFUERTE

    Aos 61 anos, faleceu na manhã desta terça-feira (24) o icônico Ricardo Iorio, vocalista de três das bandas mais lendárias do heavy metal argentino, V8Hermética Almafuerte. Após conversar com a viúva de Iorio, o advogado do músico, Juan Ignacio Vitalini, confirmou seu óbito por infarto às rádios locais de rock e de música pop. “Foi na ambulância, de fato. Ele começou a se sentir mal em casa, com dor no peito, deitou-se, chamaram a ambulância e ele faleceu à caminho”, descreveu VitaliniIorio morava na região de Sierra La Ventana, em Buenos Aires.

    O último show da vida do cantor aconteceu no dia 14 de outubro de 2023, no Anfiteatro Municipal de Rosario, como parte de sua turnê solo “Unas Estrofas Más – Gira Federal 2023”. Tido pelo público argentino como uma figura polêmica e de personalidade forte, Iorio se destacou por letras e músicas de cunho social e com críticas às injustiças e desigualdades, tais como Sé VosToro y Pampa A Vos Amigo. Para a imprensa argentina especializada em música pesada, a morte de Ricardo Iorio representa “um vazio insubstituível na cultura rock nacional”.

    Baixista no início da carreira, Iorio iniciou sua carreira musical com o V8, banda que fundou em 1979 com o guitarrista Ricardo “Chofa” Moreno. Eles se separaram em 1987, após lançarem três álbuns de estúdio, Luchando Por El Metal (1983), Um Paso Más en la Batalla (1984) e El Fin de los Inicuos (1986). No ano seguinte, Iorio formou o Hermética, com quem também gravou três álbuns de estúdio, Hermética (1989), Ácido Argentino (1991) e Víctimas del Vaciamiento (1994) e onde além de baixista, tornou-se o principal compositor, letrista e (ocasionalmente) vocalista. Depois do auge do Hermética, em 1994, o Iorio se desligou do grupo no ano seguinte e formou o Almafuerte, onde atuou como vocalista e baixista até a dissolução da banda em 2016.

    No último dia 13 de outubro, Ricardo Iorio, gravou um vídeo para suas redes sociais, convidando os fãs para o show feito no dia seguinte, sem imaginar que aquele seria o seu último show. Confira: