Autor: Igor Miranda

  • DORO celebra maior espaço para mulheres no metal e cita artistas de destaque na atualidade

    DORO celebra maior espaço para mulheres no metal e cita artistas de destaque na atualidade

    A carreira de DORO PESCH como artista de metal teve o seu pontapé inicial no começo da década de 1980. São mais de 40 anos dedicados ao estilo, seja com o WARLOCK ou em carreira solo. Isso fez com que a artista alemã testemunhasse diversas mudanças na cena heavy metal como um todo. Uma delas, conforme destacado pela própria, é a presença maior de mulheres no segmento. Em entrevista a Daniel Dutra para a edição 280 da revista ROADIE CREW (clique aqui para adquirir), a cantora foi convidada a refletir sobre a demora até que as mulheres conquistassem o que merecem no âmbito da música pesada. Ela disse, mencionando nomes de destaque da atualidade: “Sim, e eu vi tantas mulheres incríveis ao longo dos anos! Agora tem a CRYPTA, há grandes cantoras como a FLOOR JANSEN, TARJA, ALISSA WHITE-GLUZ, LZZY HALE… São tantas mulheres incríveis! Quando eu comecei, nos anos 1980, éramos poucas, e era muito solitário. Nos shows e festivais, havia 99% de homens, e no backstage tinha menos mulheres ainda! Eu, LITA FORD, JOAN JETT, LEE AARON, as meninas do GIRLSCHOOL. Era basicamente isso, e agora nós estamos por toda parte, como vocalistas, guitarristas, bateristas! Eu amo a NITA STRAUSS, guitarrista do ALICE COOPER. Ela é tão talentosa, e isso nos faz sentir bem, nos empodera e serve como inspiração para meninas se interessarem em tocar algum instrumento ou aprender canto.” PESCH, em seguida, se recorda como as mulheres eram retratadas em videoclipes de rock na década de 1980. “Testemunhar tudo isso me deixa muito feliz, porque você lembra como as mulheres apareciam nos clipes nos anos 1980, né? Todas sempre muito sexy, dançando… Sim, é legal ser sexy, mas hoje temos o pacote completo, não só o visual! As mulheres buscam ser respeitadas como grandes musicistas que são, e isso é o máximo!”
    Doro Pesch (Foto: Rafael Andrade/Roadie Crew)

    DORO PESCH quebrando paradigmas

    O entrevistador relembra como a própria DORO foi importante ao quebrar paradigmas citando um exemplo: ela foi a primeira mulher a liderar uma banda no lendário festival MONSTERS OF ROCK, em Castle Donington, na edição de 1986. Em resposta, ela comenta: “Nossa, obrigado! Olha, nós não sabíamos que o festival era tão grande e importante, mas aquele dia realmente mudou tudo! Não sabíamos porque naquela época não havia internet nem celulares, então pensei que haveria umas dez mil pessoas presentes. Quando chegamos lá, vi centenas de milhares de pessoas e fiquei nervosa! Estava a caminho do palco quando encontrei com o LEMMY, que me desejou bom show e perguntou: ‘Você está nervosa?’, e eu estava tremendo! (risos) Ele me abraçou e beijou a minha testa, então eu subi ao palco com aquele beijo na testa ainda fresco, me sentindo muito poderosa, e o WARLOCK fez um grande show! Os fãs estavam enlouquecidos. Todo mundo parecia estar curtindo muito, cantando, batendo cabeça! Quando saímos do palco, todos os jornalistas, empresários, assessores e o pessoal das gravadoras estavam dizendo ‘vocês fizeram um excelente show! Nós demos a vocês essa chance!’, e a turnê com o JUDAS PRIEST, que aconteceu algumas semanas depois, foi por causa desse show no MONSTERS OF ROCK. Não imaginávamos que era algo tão importante, e aquele dia realmente mudou a minha vida. Estava tudo indo bem, só que as coisas ficaram ótimas depois daquela apresentação.”

    A entrevista completa com DORO PESCH pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • A melhor música do DRAGONFORCE, na opinião de OLOF MÖRCK (AMARANTHE)

    A melhor música do DRAGONFORCE, na opinião de OLOF MÖRCK (AMARANTHE)

    Entre os meses de fevereiro e março deste ano, DRAGONFORCE e AMARANTHE estiveram em uma turnê conjunta pela Europa. O giro, que contou com apresentações na Alemanha, Noruega, Áustria, Hungria, Alemanha, Espanha, entre outros países, trouxe ainda o INFECTED RAIN como atração de abertura. Os dois principais grupos trazem influências do power metal, mas a desenvolvem de formas difernetes. O DRAGONFORCE agrega elementos do speed e progressivo, enquanto o AMARANTHE traz inspirações mais contemporâneas, do metalcore ao pop. Isso, porém, não impede que os músicos de um dos grupos admire o trabalho do outro. É o caso do guitarrista OLOF MÖRCK, um dos fundadores do AMARANTHE, que revelou em entrevista a Gustavo Maiato para a edição 280 da ROADIE CREW (clique aqui para adquirir) qual a sua música predileta do DRAGONFORCE. Inicialmente, o sueco revelou que era fã da banda britânica desde os seus primórdios. “É engraçado porque eu ouvia bastante DRAGONFORCE quando era mais jovem, já que também toco na banda DRAGONLORD, de power metal. Na época, gostava muito do álbum Valley of the Damned (2003). Isso foi na época em que eles eram chamados de DRAGONHEART, antes do lançamento do primeiro álbum.” À época, era dragão para todo lado, pois MÖRCK integrava — e ainda integra — a banda DRAGONLORD. “Estávamos meio que competindo, porque tínhamos um cover de ‘The Neverending Story’ (original de LIMAHL) com o DRAGONLAND naquela época, então estávamos tentando alcançar o primeiro lugar também, mas nunca conseguimos! (risos)” No fim das contas, a admiração era recíproca. MÖRCK destaca: “Dez anos depois, HERMAN LI (guitarrista) me escreveu antes de tocarmos em Londres em 2011, perguntando se poderíamos colocá-los na lista de convidados, pois ele disse que eram grandes fãs do AMARANTHE e estavam nos ouvindo no ônibus da turnê. Eu disse a ele que, só para você saber, conversamos dez anos antes, o que agora são vinte anos. E então ele se lembrou: ‘Ah, sim, você é o mesmo OLAF que também tocava guitarra no DRAGONLAND’.” E qual a melhor música do DRAGONFORCE na opinião do guitarrista do AMARANTHE? A faixa-título do álbum citado no começo da entrevista. “Para responder à sua pergunta, ‘Valley of the Damned’ é minha música favorita. É realmente divertido ouvir uma música lançada há 22 ou 23 anos, algo assim. Isso é muito legal.”

    A entrevista completa pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • Quando DIO expulsou DOUG ALDRICH de sua casa após entrada para o WHITESNAKE

    Quando DIO expulsou DOUG ALDRICH de sua casa após entrada para o WHITESNAKE

    Durante sua longeva trajetória na música, o guitarrista DOUG ALDRICH tocou com uma série de artistas e bandas. Um de seus trabalhos mais notórios se deu com o DIO, banda do vocalista RONNIE JAMES DIO, entre 2002 e 2003 — além das voltas temporárias em 2005 e 2009. A parceria rendeu o álbum de estúdio Killing the Dragon (2002), além de registros ao vivo. Apesar das lembranças serem positivas no geral, o músico não teve uma boa experiência quando contou ao saudoso cantor, falecido em 2010, a respeito de sua entrada para o WHITESNAKE — grupo do qual fez parte entre 2003 e 2014. Em entrevista à rádio americana 96.7 KCAL FM (via Blabbermouth), ALDRICH relembrou a ocasião. Inicialmente, ele situou: “Nos intervalos dos ensaios após minha entrada para o WHITESNAKE, eu estava indo para a casa de Ronnie para compor, começando a escrever o que acabou sendo Master of the Moon (2004) — cuja versão final não tem qualquer contribuição minha.” Em dado momento, DIO mencionou ter agendado uma turnê abrindo para o IRON MAIDEN. Foi quando DOUG lhe deu a notícia. “Um dia ele disse: ‘Oh, temos uma turnê com o IRON MAIDEN chegando no verão’. E eu disse: ‘Oh, RONNIE. Você está falando sério? Tem certeza?’. Ele disse: ‘Sim’. Eu falei: ‘Porque acabei de me comprometer com DAVID COVERDALE em relação a uma turnê na mesma época’. Ele ficou muito irritado, cara. Tipo: ‘Que p#rra é essa?’. Fiquei muito triste.” Irritado, RONNIE JAMES DIO simplesmente expulsou DOUG ALDRICH de sua casa, conforme relatado pelo guitarrista. “Ele meio que me expulsou de casa. Foi tipo: ‘A sessão de composição acabou’. Ele ficou p#to e eu me senti horrível.”
    Foto via Instagram @douglasaldrichguitar

    RONNIE JAMES DIO e DOUG ALDRICH

    Felizmente, este não foi o último capítulo da parceria. DOUG ALDRICH fez as pazes com RONNIE e tocou com a banda DIO em 2005 e 2009. “Tive uma grande oportunidade de trabalhar com COVERDALE e, no final, valeu a pena fazer muitas músicas novas para o WHITESNAKE. E voltei para RONNIE algumas vezes. Em 2005, ele me pediu para voltar e participar de uma turnê pela Europa. Acabei fazendo outra turnê pela Europa com ele em 2005, que acabou sendo o DVD Holy Diver Live.” Em entrevista anterior ao site Igor Miranda, DOUG revelou que a reconexão com RONNIE serviu de incentivo para o WHITESNAKE trabalhar em músicas inéditas — algo que o grupo não fazia desde Restless Heart (2007). Afinal, era a única forma de segurar o guitarrista na banda. “Eu estava substituindo alguém no DIO na mesma época, em 2005, e eu estava no WHITESNAKE há três anos. RONNIE falou: ‘quero você de volta’. E eu falei pro DAVID: ‘se vou continuar com você, a gente precisa fazer músicas novas’. Não dava para ficar dependendo do passado. Vamos fazer música nova pra falar de coisas novas. Havia um grupo enorme de jovens que estavam descobrindo o WHITESNAKE. Então quando fizemos as quatro primeiras canções no disco ao vivo (Live… in the Shadow of the Blues) e então Good to Be Bad. Foi ótimo criar música junto com ele. E a gente entrou no embalo.” Além de Good to Be Bad (2008), ALDRICH trabalhou com o WHITESNAKE em estúdio no álbum Forevermore (2011). Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp:
  • YNGWIE MALMSTEEN anuncia turnê que celebra 40 anos de sua carreira solo

    YNGWIE MALMSTEEN anuncia turnê que celebra 40 anos de sua carreira solo

    YNGWIE MALMSTEEN anunciou que irá embarcará em uma turnê que celebra os 40 anos de sua carreira solo. Embora tenha trabalhado anteriormente com bandas como STEELER e ALCATRAZZ, o guitarrista sueco lançou seu primeiro álbum solo, Rising Force, no fim de 1984. Por ora, foram anunciadas apresentações somente na América do Norte. Não foi detalhado se o repertório terá alguma abordagem diferente para contemplar os 40 anos de trajetória do músico. O primeiro show acontece dia 26 de setembro, em Fort Myers, na Flórida. A data final está marcada para 18 de novembro, em Nova York. O cantor e compositor KURT DEIMER será a atração de abertura. Em nota, MALMSTEEN afirma: “Estou animado em anunciar que embarcarei em uma nova turnê nos EUA comemorando 40 anos de minha carreira solo. Mal posso esperar para ver todos vocês na estrada – vocês não vão querer perder isso.”
    Foto: Mark Weiss
    Datas da turnê: 26 de setembro – Fort Myers, FL – The Ranch Concert Hall 27 de setembro – Clearwater, FL – Caital Theatre 28 de setembro – Mt Dora, FL – Mt Dora Music Hall 29 de setembro – Tallahassee, FL – The Moon 02 de outubro – Charlottesville, VA – Jefferson Theatre 04 de outubro – Plattsburgh, NY – Srand Center 05 de outubro – Pawtucket, RI – The Met 06 de outubro – New Haven, CT – Toads Place 07 de outubro – Boston, MA – The Wilbur 09 de outubro – York, PA – Double Barrel Roadhouse 10 de outubro – Woodstock, NY – Colony Woodstock 11 de outubro – Millville, NJ – Levoy Theatre 12 de outubro – Buffalo, NY – Electric City Music Hall 13 de outubro – St. Charles, IL – Arcada Theatre 16 de outubro – Denver, CO – Oriental Theater 18 de outubro – Tacoma, WA – Temple Theatre 19 de outubro – Dalles, OR – Granada Theater 20 de outubro – Portland, OR – Hawthorne Theatre 22 de outubro – Roseville, CA – Goldfields 24 de outubro – Los Angeles, CA – Saban Theatre 25 de outubro – Anaheim, CA – Grove 26 de outubro – Agoura Hills, CA – Canyon Club 27 de outubro – San Diego, CA – House of Blues 30 de outubro – Oklahoma City, OK – Diamond Ballroom 01 de novembro – Tulsa, OK – Tulsa Theater 02 de novembro – San Antonio, TX – Vibes Event Center 03 de novembro – Austin, TX – Come & Take It Live 04 de novembro – Houston, TX – Warehouse Live 05 de novembro – Dallas, TX – Trees 07 de novembro – Covington, KY – Madison Theatre 08 de novembro – Lorain, OH – Lorain Place 09 de novembro – Columbus, OH – King of Clubs 10 de novembro – Leesburg, VA – Tallyho Theater 14 de novembro – Ashland, KY – Paramount Arts Center 15 de novembro – Oakmont, PA – Oaks Theatre 16 de novembro – Newton, NJ – Newton Theatre 18 de novembro – Nova York, NY – Grammercy Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp:
  • As 5 músicas que explicam quem é o Demon do KISS, segundo GENE SIMMONS

    As 5 músicas que explicam quem é o Demon do KISS, segundo GENE SIMMONS

    O KISS concluiu suas atividades com 20 álbuns de estúdio lançados. Todos eles contam com GENE SIMMONS, que, ao lado de PAUL STANLEY, participou da banda desde sua fundação até o encerramento, em dezembro de 2023. Um catálogo extenso e repleto de nuances, visto que facetas diversas foram exploradas em tais obras. Sendo assim, caso SIMMONS precisasse mostrar a um jovem fã cinco de suas músicas para explicar quem é THE DEMON — seu alter ego no grupo —, quais ele escolheria e por quê? Esta pergunta foi feita durante entrevista a Daniel Dutra para a edição 279 da ROADIE CREW (clique aqui para adquirir) e o vocalista e baixista não titubeou ao apresentar suas escolhas. De bate-pronto, quatro canções foram mencionadas na primeira parte da resposta. São elas: “Interessante. Creio que ‘Unholy’ é uma boa escolha, assim como ‘Hate’, porque ‘hate is what I am, ‘cause underneath this heart there beats the heart of man’ (N.R.: Simmons canta o primeiro verso da música que abre o álbum Carnival of Souls). ‘Deuce’ precisa estar na lista, porque a compus em meia hora no baixo. Eu tinha o riff, e a música se desenvolveu muito rápido… E tem ‘Nothin’ to Lose’, que foi nosso primeiro single, e eu a compus muito rápido. É uma filosofia sobre a vida, eu acho… (gargalhadas). Você sempre receberá ‘nãos’ na vida, inclusive de garotas que dizem ‘não quero fazer isso’, mas que acabam fazendo (N.R.: resumindo, a letra de ‘Nothin’ to Lose’ é sobre sexo anal). A palavra ‘não’, e agora eu não serei específico, não precisa ser um problema, porque o ‘não’ às vezes significa ‘sim’.” Para fechar, GENE optou por “God of Thunder”, uma composição de PAUL STANLEY que acabou gravada em sua voz — e, de fato, se tornaria bem representativa de THE DEMON. Ele disse: “A última música pode ser ‘God of Thunder’, mesmo que eu não a tenha escrito, e tenho certeza de que você sabe disso. PAUL a compôs, e o que aconteceu foi que nós estávamos sacaneando a música um do outro, e PAUL disse: ‘GENE, tudo o que você faz é escrever músicas sobre monstros! Tipo ‘eu sou assim, eu faço aquilo, eu sou o Deus do Trovão e blá-blá-blá’’, e eu respondi ‘O que você disse?’, porque achei uma ótima ideia. PAUL foi para casa e compôs ‘God of Thunder’ porque achou que eu iria compor primeiro (risos), já que havia falado ‘você só escreve músicas bobas sobre amor e garotinhas, tipo ‘I’m Christine sixteen, and you know what I mean’’, e aí foi ele quem respondeu: ‘O que você disse? Isso é legal!’. Então eu fui para casa e compus ‘Christine Sixteen’ porque o PAUL achou que era legal (risos).”
    KISS
    Gene Simmons (Foto: Rafael Andrade/Roadie Crew)

    GENE SIMMONS e a dinâmica de uma banda

    Por fim, o vocalista e baixista fez uma reflexão sobre como a dinâmica de uma banda interfere positivamente nesse sentido. Ele arremata: “Isso é que é o legal numa banda, e acontecia a mesma coisa com JOHN LENNON e PAUL MCCARTNEY, com MICK JAGGER e KEITH RICHARDS, acontece com quaisquer pessoas que tenham gostos diferentes. Dá para perceber as diferenças entre LENNON e MCCARTNEY, mas juntos os dois faziam uma banda. Eles se ouviam, e em algum momento alguém dizia ‘eu não gosto disso, prefiro aquilo’, o que construía uma música melhor. Ninguém acredita que ‘Yesterday’ era originalmente chamada de ‘Scrambled Eggs’, e que foi LENNON quem disse a MCCARTNEY: ‘Essa é uma grande música, mas esse nome é ridículo. Você devia chamá-la de ‘Yesterday’’. Isso é o que acontece quando se tem uma banda e cada integrante contribui com alguma coisa na composição de uma música, ainda que não seja o autor dela.” Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp:
  • TONY IOMMI trabalha em álbum solo, mas sem pressão: “é empolgante”

    TONY IOMMI trabalha em álbum solo, mas sem pressão: “é empolgante”

    Com o BLACK SABBATH encerrado desde 2017, TONY IOMMI passou a se dedicar a projetos que não envolvem exatamente criação de música inédita — embora tenha lançado o single “Scent of Dark” com o perfumista SERGIO MOMO e participado de “Deconstruction” com SERJ TANKIAN (SYSTEM OF A DOWN) nos últimos anos, além de colaborações com OZZY OSBOURNE no álbum “Patient Number 9”. Porém, a situação pode mudar em breve. Ou não. Em entrevista ao Full Metal Jackie (via Blabbermouth), o guitarrista revelou estar compondo material para um álbum solo. Só não espere um lançamento rápido: o britânico garante estar trabalhando sem pressa. “Estou escrevendo coisas agora para mim mesmo, para um álbum. É empolgante. E não há pressão. Eu apenas faço coisas quando tenho vontade, porque, obviamente, tenho minha vida e gosto de fazer coisas diferentes, mas eu realmente gostei de criar esse material, como fiz com Ozz. Foi bom trabalhar com Ozz novamente e estou bastante aberto para tudo isso agora.” Em seguida, TONY foi perguntado se pretende disponibilizar o material como álbum ou no formato de singles. Ele respondeu: “Não, vou fazer um disco. E tenho bastante material. Mas agora estamos desenvolvendo, eu e o engenheiro de som. Tem sido muito divertido, e como eu disse, não há pressão, eu posso simplesmente fazer isso quando quiser — não precisa ser na próxima semana.[…] Estou ansioso para concluir e lançar um álbum.” Caso o disco realmente seja lançado, será o terceiro de IOMMI em carreira solo, depois de Iommi (2000) e Fused (2005).

    Show final do BLACK SABBATH com BILL WARD?

    Recentemente, TONY IOMMI disse que aceitaria uma proposta feita por OZZY OSBOURNE para reunir o BLACK SABBATH com o baterista BILL WARD e realizar um show final. Na ocasião, em entrevista a Eddie Trunk, comentou que, embora seja uma ideia interessante, ele duvida que aconteça, e brincou ressaltando que até lá estariam ainda mais idosos: “É uma coisa engraçada, na verdade. Quero dizer, Deus, estaremos com 90 anos quando fizermos isso (risos)”.

    IOMMI também mencionou que, apesar das especulações de que fariam isso por dinheiro, esse não seria o motivo. Para ele, seria algo especial de se realizar, mas seguiu dizendo que é algo incerto de acontecer. Seria uma boa ideia, mas as pessoas vão dizer, ‘Ah, eles estão fazendo isso pelo dinheiro. Estão fazendo por isso, estão fazendo por aquilo, estão fazendo…’ Bem, não seria. Seria algo legal de se fazer, mas se vai acontecer ou não, é outra história. Mas veremos. Quero dizer, quem sabe?” Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp:
  • A vantagem de TEEMU MÄNTYSAARI em relação a outros guitarristas do MEGADETH, segundo DAVE MUSTAINE

    A vantagem de TEEMU MÄNTYSAARI em relação a outros guitarristas do MEGADETH, segundo DAVE MUSTAINE

    Fãs de MEGADETH estão acostumados com os elogios efusivos que DAVE MUSTAINE costuma fazer ao guitarrista que integra a banda no momento. A bola da vez é TEEMU MÄNTYSAARI, efetivado após um período substituindo temporariamente KIKO LOUREIRO — vale destacar que o brasileiro foi responsável por indicar e treinar o finlandês. Em entrevista ao Rock Hard Greece (via Blabbermouth), o líder do grupo refletiu sobre seu novo parceiro de seis cordas. Na ocasião, destacou uma vantagem que MÄNTYSAARI tem em relação aos seus antecessores: seu envolvimento com o heavy metal, enquanto os demais gostavam mais de outros estilos musicais ou subgêneros do rock. “Estamos tocando mais músicas agora do que tocávamos antes. E não há nada de negativo a falar sobre formações anteriores. Apenas mostra que ele sabia mais sobre a banda e conhece a espinha dorsal do metal de tantas músicas mais do que outros.” A reflexão continuou da seguinte forma, com menções diretas a ex-integrantes: “Quando você é um cara de metal, acho que você entende mais de composições de metal do que alguém que, digamos, por exemplo, conhece rock progressivo como CHRIS BRODERICK; ou bossa nova, como KIKO; ou alguém que toca jazz, como GLEN DROVER tocaria, talvez AL PITRELLI. Todos esses caras têm seus pontos fortes.”
    Foto: André Santos

    DAVE MUSTAINE e KIKO LOUREIRO

    Ainda durante o bate-papo, DAVE MUSTAINE revelou que não se surpreendeu com a saída de KIKO LOUREIRO do MEGADETH. O frontman da banda revelou ter compreensão das questões familiares que levaram o guitarrista a deixar a formação. “Bem, não foi realmente uma surpresa, porque começou a ficar claro que sua família iria precisar dele. E eu também sou pai, então sabia que sua esposa e seus filhos precisavam do pai. KIKO é um bom marido, um bom pai, e precisava fazer o que era certo para ele e para a sua família. E eu o aplaudo por fazer o que fez. Muitas pessoas não teriam coragem de deixar de ser uma estrela do rock and roll para cuidar de seus filhos e de sua família.”

    MARTY FRIEDMAN não voltará ao MEGADETH

    Por fim, DAVE MUSTAINE descartou a possibilidade de MARTY FRIEDMAN, guitarrista da fase mais bem-sucedida do MEGADETH, retornar à banda. Tudo se limitará às participações recentes em shows. “Tocamos juntos algumas músicas, o que foi divertido e foi uma sensação muito natural. Mas eu sei que MARTY mudou muito, vi isso quando nos reunimos no Japão e conversamos. Ele é um homem diferente. Seria muito divertido tocar com ele de vez em quando, mas muitos fãs vão nos interpretar mal e pensar que há alguma esperança de MARTY se juntar ao MEGADETH novamente. Só que não há, porque MARTY está fazendo suas próprias coisas no Japão e eu estou 100% satisfeito com TEEMU agora, já contei ao mundo que ele é nosso novo guitarrista.” Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45
  • BLACK COUNTRY COMMUNION lança “V”, seu 5º álbum de estúdio

    BLACK COUNTRY COMMUNION lança “V”, seu 5º álbum de estúdio

    O BLACK COUNTRY COMMUNION, supergrupo de hard rock composto por GLENN HUGHES, JOE BONAMASSA, JASON BONHAM e DEREK SHERINIAN, lança seu quinto álbum de estúdio. Intitulado V, o trabalho está disponível via J&R Adventures / Mascot.

    V pode ser conferido nas plataformas de streaming de música. Ouça a seguir via Spotify:

    A produção, liderada pelo colaborador de longa data KEVIN SHIRLEY, busca capturar a essência do som dinâmico da banda e sua expressão artística em evolução.

    Formado por alguns dos nomes mais respeitados do rock e blues e profundamente enraizado nas tradições clássicas de hard rock britânico e blues-rock americano, o BLACK COUNTRY COMMUNION conquistou reputação ao longo dos últimos 15 anos, não apenas como compositores, mas como um grupo cativante ao vivo.

    (Foto do destaque: Nathan Zucker)

    Capa do single ‘Enlighten’ | Arte: Hugh Syme
    ‘V’ por Black Country Communion: 1. Enlighten 2. Stay Free 3. Red Sun 4. Restless 5. Letting Go 6. Skyway 7. You’re Not Alone 8. Love And Faith 9. Too Far Gone 10. The Open Road

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  • AXEL RUDI PELL lança “Risen Symbol”, seu 22º álbum de estúdio

    AXEL RUDI PELL lança “Risen Symbol”, seu 22º álbum de estúdio

    O AXEL RUDI PELL, banda liderada pelo guitarrista de mesmo nome, lançou seu 22º álbum de estúdio. Intitulado Risen Symbol, o disco chega pela Steamhammer/SPV.

    Risen Symbol está disponível nas plataformas de streaming. Ouça a seguir via Spotify:

    O comunicado à imprensa aponta que PELL, músico alemão de longa relevância no hard rock melódico, continua a empunhar a bandeira do gênero sem diluir seu estilo com variações estilísticas pseudo-modernas ou truques de estúdio dispensáveis. Ao mesmo tempo, ele está constantemente em busca de novas influências, inspirações emocionantes e ganchos cativantes.

    O americano JOHNNY GIOELI, notório também pelo trabalho com o HARDLINE, segue como o vocalista do projeto. Completam a formação o ex-baterista do RAINBOW, BOBBY RONDINELLI, e os dois membros de longa data FERDY DOERNBERG (teclados) e VOLKER KRAWCZAK (baixo).

    Risen Symbol Track List: 1. The Resurrection (Intro) 2. Forever Strong 3. Guardian Angel 4. Immigrant Song 5. Darkest Hour 6. Ankhaia 7. Hell’s On Fire 8. Crying In Pain 9. Right On Track 10. Taken By Storm

    Risen Symbol será lançado em 14 de junho de 2024 via Steamhammer/SPV nas seguintes configurações:

    => CD DigiPak com pôster incluso

    => LP duplo Gatefold, 140 g, vinil laranja neon, capas internas impressas

    => Download / Streaming 

    => Pacotes exclusivos de CD/LP com camiseta e vinil exclusivo apenas na loja Steamhammer 

    => LP duplo Gatefold edição exclusiva colorida apenas na loja Napalm 

    Axel Rudi Pell Johnny Gioeli – vocal and backing vocals Axel Rudi Pell – guitarra Ferdy Doernberg – teclado Volker Krawczak – baixo Bobby Rondinelli – bateria

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  • A opinião de MAX CAVALERA sobre o fim do SEPULTURA

    A opinião de MAX CAVALERA sobre o fim do SEPULTURA

    No fim de 2023, o SEPULTURA anunciou que encerraria atividades após uma turnê de despedida, “Celebrating Life Through Death”. A previsão é que aconteçam apresentações até a metade de 2025, com um possível evento final em São Paulo. MAX CAVALERA está fora desde 1996, mas sua história segue ligada à do grupo. O vocalista e guitarrista, inclusive, tem regravado os primeiros trabalhos do SEPULTURA ao lado do irmão, o baterista IGGOR CAVALERA — uma releitura de Schizophrenia sairá no próximo dia 21 de junho. Em entrevista ao Rock Hard Greece (via Blabbermouth), MAX compartilhou sua opinião a respeito do fim. Mas antes, ao ser perguntado se participaria de algum show da turnê de despedida dos ex-colegas, respondeu: “Não fui chamado. Na verdade, acho que vi uma coisa que ANDREAS [KISSER, guitarrista do SEPULTURA] disse, tipo: ‘Por que vamos convidar eles [MAX e IGGOR]? Eles vão estragar a festa’. É muito típico de Andreas dizer isso [risos]. Mas não sei. Vou deixar as coisas acontecerem do jeito que vão acontecer.” O músico completou: “Não vou forçar nada, e se chegar um momento em que sentirmos que deveríamos fazer uma reunião – ok, tudo bem, contanto que façamos da maneira certa. Assim como aconteceu com essas regravações. Acho que fizemos da maneira certa – honesto, adequado, com o coração. Então, no momento, não estou pensando em reunião.”

    MAX CAVALERA e o fim do SEPULTURA

    Em seguida, MAX CAVALERA compartilhou algumas reflexões a respeito do fim do SEPULTURA. O cantor e guitarrista diz não ter compreendido a ideia e garantiu que seguirá tocando com IGGOR. “Eu sei que eles anunciaram o fim da banda. Não entendo essa ideia. Não sei se eles foram forçados a fazer isso, ou se é uma decisão mútua de simplesmente parar de tocar porque você não quer mais. Não sei. Eu mesmo não consigo viver sem música. Preciso fazer shows. É o ar que respiro. Adoro o que estou fazendo agora com o IGGOR, com o CAVALERA, e vamos continuar.” Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45