Autor: Igor Miranda

  • SCOTT STAPP: “se seguir como planejamos, talvez o CREED vá ao Brasil daqui a uns 2 anos”

    SCOTT STAPP: “se seguir como planejamos, talvez o CREED vá ao Brasil daqui a uns 2 anos”

    Mais de uma década após entrar em hiato, o CREED anunciou uma reunião para uma série de shows. Além das duas apresentações no cruzeiro Summer of ’99, a banda percorrerá a América do Norte com a Summer of ’99 Tour entre os meses de julho e dezembro. Em entrevista a Daniel Dutra para a edição 280 da ROADIE CREW (clique aqui para adquirir), o vocalista SCOTT STAPP compartilhou algumas reflexões sobre a retomada da parceria com MARK TREMONTI (guitarra), SCOTT PHILLIPS (bateria) e BRIAN MARSHALL (baixo). Também comentou a possibilidade de o grupo voltar ao Brasil, o que representaria sua segunda visita ao país — a primeira e única até o momento ocorreu em 2012. Inicialmente, sobre as atividades pós-retorno, ele declarou: “Tem sido positivo, as interações têm sido boas, e estamos animados com o quanto os fãs têm pedido por isso. Rolou um movimento viral on-line nos últimos três anos, com músicas do CREED, que foi revigorante e conectou a banda tanto a uma nova geração de fãs quanto nos reconectou com os antigos fãs de uma maneira profunda. Toda essa animação nos acertou em cheio, e estamos animados. Eu mal posso esperar para tocar para todo os nossos fãs ao redor do mundo.” Ainda durante o bate-papo, o cantor disse que, mesmo em meio ao hiato anunciado em 2012 — o segundo da carreira, visto que a banda também esteve inativa entre 2004 e 2012 —, sempre acreditou em uma volta para turnê. Também confessou que ainda não houve discussão a respeito de compor e gravar material inédito. Por outro lado, destacou sua vontade de retornar ao Brasil, agora com o CREED, sucedendo uma turnê solo realizada por aqui em 2019. Ele disse: “Com sorte, se tudo seguir como planejamos, talvez o CREED vá ao Brasil daqui a uns dois anos, porque as minhas lembranças são incríveis! É um país lindo, com pessoas apaixonadas por música e que amam interagir com a banda durante os shows. Os fãs cantavam cada letra de cada música, ainda que o inglês não seja sua língua nativa, e todos foram muito acolhedores e gentis comigo e com a banda. Não apenas os fãs, como também as equipes e a imprensa. Foi como estar em casa longe de casa. Sinceramente, espero poder voltar logo ao Brasil.”
    Foto: Roberto Sant’Anna

    A entrevista completa com SCOTT STAPP pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • Por que o HAMMERFALL não é uma banda de power metal, segundo OSCAR DRONJAK

    Por que o HAMMERFALL não é uma banda de power metal, segundo OSCAR DRONJAK

    Fundado na Suécia em 1993, o HAMMERFALL se consolidou como uma das principais bandas do chamado power metal entre o fim da década de 1990 e início dos anos 2000. Há de se concordar que o grupo criado por OSCAR DRONJAK não siga por completo a cartilha do subgênero, mas o guitarrista vai além e diz que o grupo não integra, de forma alguma, o estilo citado. A afirmação foi feita por DRONJAK em entrevista ao Heavy Interviews (via Ultimate Guitar), com intuito de promover o próximo álbum do grupo, Avenge the Fallen, que chega dia 9 de agosto pela Nuclear Blast. Na ocasião, ele destacou que o rótulo “power metal” costuma vir de fãs fora da Europa. “Sei que todo mundo fora da Europa se refere a esse tipo de música como power metal, mas sempre fomos uma banda de heavy metal desde o primeiro dia. Sei que na Austrália, no Reino Unido e especialmente nos EUA, eles juntam um monte de bandas no mesmo rótulo de power metal. Mas quando começamos, esse gênero sequer existia.” Em seguida, OSCAR destacou que embora tenha fundado o HAMMERFALL na década de 1990, suas origens como músico vêm dos anos 1980. Neste período, não se rotulava esse tipo de som como power metal. “Viemos dos anos 1980, do movimento heavy metal dos anos 1980. Foi quando crescemos, sabe? não era heavy metal. Evitávamos tudo que não fosse heavy metal. Isso também tem raízes no fato de que quando começamos o HAMMERFALL, em meados dos anos 1990, esse tipo de música [heavy metal] era alvo de ridicularização. Não era considerada ‘maneira’ de toda forma.”

    HAMMERFALL: heavy metal

    Por fim, OSCAR DRONJAK disse que o HAMMERFALL já foi “motivo de risada” durante shows por “diversas vezes”. No entanto, como se trata de uma banda real de heavy metal, o fato de ter resistido e se mantido no segmento é motivo de orgulho para o guitarrista. “Já riram de nós no palco diversas vezes. Então, usamos o heavy metal como uma medalha de honra, porque ninguém mais se importava com heavy metal naquela época. Para mim, é algo mais profundo do que classificação de gênero. É uma questão de honra e orgulho. Quando todo mundo dizia: ‘Que diabos você está fazendo? Esse tipo de música morreu nos anos 80 ou no início dos anos 90’, a nós respondemos: ‘Não ligamos’. Esse é o nosso tipo de música.” Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45
  • DORO: “é bom ver como o metal cresceu e bandas como o METALLICA se tornaram imensas”

    DORO: “é bom ver como o metal cresceu e bandas como o METALLICA se tornaram imensas”

    O crescimento da popularidade do heavy metal nas últimas décadas é algo que deixa DORO PESCH feliz. A icônica vocalista, na ativa desde os anos 1980, celebrou as conquistas do gênero em entrevista a Daniel Dutra para a edição 280 da ROADIE CREW (clique aqui para adquirir). Na visão da artista alemã, a banda que melhor ilustra a fama do gênero é o METALLICA. O grupo americano, que já vendeu mais de 125 milhões de discos e faz shows que lotam estádios em todo o planeta, já dividiu palco com o WARLOCK, em 1984, na posição de co-headliner, nos Países Baixos — em uma situação que até hoje deixa PESCH impressionada. Ela relembra: “Em 1984, recebemos o telefonema de um promotor de eventos na Holanda, dizendo: ‘Tenho um local que suporta 4 mil, 5 mil pessoas. Vocês gostariam de tocar aqui?’. Nós aceitamos, e ele continuou: ‘A outra banda que iria tocar não conseguirá vir’. O produtor não disse qual era, mas eventualmente descobri que era o TWISTED SISTER, e ele continuou: ‘Haverá outra banda, vindo de São Francisco, então, se for possível, gostaria que vocês tocassem antes dela. Ainda que anunciemos as duas como headliners, seria legal se vocês pudessem tocar antes’. É claro que topamos. Não era problema nenhum, porque só queríamos tocar! Fizemos o show para uma plateia completamente insana, que batia cabeça e pulava do palco, e decidimos ficar para ver o outro show, e foi quando vi o METALLICA subindo ao palco!” Aquela foi a primeira vez que DORO viu ao vivo o quarteto, à época com o saudoso CLIFF BURTON no baixo, além de JAMES HETFIELD (voz e guitarra), LARS ULRICH (bateria) e KIRK HAMMETT (guitarra). Depois disso, ela desenvolveu uma relação de amizade com os colegas de profissão. “Tocamos juntos mais algumas vezes, uma delas no Metal Hammer Festival, na Alemanha, e eles sempre foram maravilhosos. CLIFF BURTON, JAMES HETFIELD… Todos!” A conexão de tantos anos levou DORO PESCH a regravar The Four Horsemen, música do primeiro álbum do METALLICA, Kill ‘Em All (1983), na edição física limitada de seu disco mais recente, Conqueress — Forever Strong and Proud (2023). Posteriormente, a faixa foi disponibilizada no novo EP Conqueress – Extended. “Assim, é claro que eu tinha de regravar The Four Horsemen, por todas essas lembranças maravilhosas! Só de pensar que assisti ao METALLICA num lugar menos, tocando para quatro mil pessoas, e 31 anos depois pude vê-los no Rock in Rio… Isso é incrível!” Por fim, a artista refletiu sobre como é interessante observar a popularidade do metal nos dias de hoje, tendo o METALLICA como um grande representante do gênero. “É muito bom ver como o metal cresceu e como bandas como METALLICA se tornaram imensas no mundo todo, porque o estilo não era muito respeitado quando comecei. Todos nós, metalheads e bandas, tínhamos de lutar por aceitação e respeito, e fico feliz por hoje estarmos firmes e fortes. O METALLICA se tornou a maior banda do mundo, e isso é fantástico!”

    A entrevista completa com DORO PESCH pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • Heavy metal deve ter regras? M. SHADOWS (AVENGED SEVENFOLD) opina

    Heavy metal deve ter regras? M. SHADOWS (AVENGED SEVENFOLD) opina

    É correto incorporar influências distintas ao heavy metal? Esta questão é debatida há décadas por músicos, fãs, comunicadores e outros profissionais do ramo, sem, naturalmente, uma resposta consensual. M. SHADOWS é do tipo que simplesmente não liga para isso. Em entrevista ao Medcom.id (via Blabbermouth), o vocalista do AVENGED SEVENFOLD diz acreditar que um gênero musical não deve seguir normas pré-estabelecidas — desde que o resultado final respeite o espírito do artista responsável pela obra. “Não sei… acho que música metal… eu realmente não me preocupo com isso. Acho que as pessoas deveriam tocar o que quiserem. E se você quiser se inspirar ou se você está ouvindo coisas de outros gêneros que você gosta, e deseja incorporar isso, você deveria.” Para o cantor, tal abertura também não impede que um artista desenvolva um trabalho seguindo à risca outras fórmulas trabalhadas no passado. Tudo passa pela espontaneidade. “Se você também quer gravar um álbum na pegada do AC/DC, então você deveria fazer isso. Muitos gêneros têm regras, e eu acho que o metal deveria ser como o anti-tudo, não deveria ter regras. Você deveria ser capaz de fazer o que quiser.” Como forma de exemplificar seu ponto de vista, SHADOWS citou algumas bandas mais atuais ligadas ao metal que também estão buscando ampliar horizontes nesse sentido. “Acho que há um monte de artistas surgindo agora… KIM DRACULA, BRING ME THE HORIZON, BAD OMENS, SLEEP TOKEN… há um monte de bandas que estão incorporando todo tipo de coisa. Então eu acho que não deveria haver regras.”

    AVENGED SEVENFOLD no Brasil

    Com a turnê que promove o álbum mais recente “Life is But a Dream…”, o AVENGED SEVENFOLD passará pelo Brasil como headliner do único dia destinado ao rock no festival ROCK IN RIO: 15 de setembro. A banda se apresentará ao lado de EVANESCENCE, JOURNEY, DEEP PURPLE, INCUBUS, entre outros.
  • Livro sobre PAUL DI’ANNO promete revelar altos e baixos de seus anos recentes

    Livro sobre PAUL DI’ANNO promete revelar altos e baixos de seus anos recentes

    Um livro sobre os tempos recentes de PAUL DI’ANNO, vocalista dos dois primeiros álbuns do IRON MAIDEN, foi anunciado pelo empresário do cantor e escritor STJEPAN JURAS. 666 Days with the Beast, ainda sem edição nacional, visa abordar toda a jornada do artista desde as cirurgias de joelho até as turnês realizadas posteriormente, inclusive pela América do Sul. De acordo com JURAS, a obra teve sua escrita concluída no início deste mês. Após envio para tradução, a previsão é que esteja pronta para publicação em julho. Serão ao todo 412 páginas. A pré-venda no exterior está disponível aqui. Em comunicado oficial, o escritor, também responsável por outros livros sobre o MAIDEN, definiu como “chocante” a história real narrada por toda a obra. Ele diz: PAUL DI’ANNO não é apelidado de ‘A Besta’ à toa. Desde o primeiro dia, quando o vi quase morrendo, deitado e indefeso em uma ambulância em Zagreb, até a lendária performance no pub Cart and Horses (666º dia) — mas também depois disso em turnê no Reino Unido, União Europeia, Austrália e América do Sul —, meus olhos viram muito, meus ouvidos ouviram o que deveriam e o que não deveriam, e meu corpo sentiu algo que quase me matou. Muitas vezes senti alegria e triunfo, e muitas vezes fui colocado em uma situação em que queria estrangular Paul com minhas próprias mãos, e acredito que ele também queria fazer isso comigo. Uma relação, acima de tudo, honesta e crua, nos uniu em uma amizade inabalável e, por outro lado, somos um pé no saco um para o outro e dizemos o que pensamos um ao outro sem pestanejar. Você verá toda essa história sobre trazer Paul de volta dos ‘mortos’, tratamentos exaustivos, altos e baixos, ataques de pânico, depressão, TEPT, crises e muito mais. Através dos meus olhos você verá a complexa operação de implantação de osso artificial e dentes novinhos, arrecadação de recursos para todos os tratamentos, fisioterapia, drenagem linfática, moradia em uma casa de repouso, formação da banda WARHORSE, primeiro show em muitos anos, ir a um show do IRON MAIDEN e do KISS. Você testemunhará em primeira mão todos os altos e baixos de uma turnê mundial. Brasil, Chile, Argentina, Paraguai, México, Reino Unido, UE, Austrália, etc. Você descobrirá em primeira mão como o Iron Maiden se envolveu quando também contribuiu para ajudar Paul, e todos os outros que contribuíram para tornar Paul melhor. Você sentirá minhas dúvidas, medos e descobrirá como fui levado a uma situação de esgotamento três vezes (Zagreb, Chile e Atenas), onde a certa altura eu até exclamei para Paul: ‘sinta-se à vontade para morrer, não me importo mais!’. Vou contar a história da duplicidade das gravadoras, das pessoas que só se lembraram de ser amigos nascidos de novo de Paul quando ele começou a ganhar dinheiro, e da minha própria luta contra meus demônios interiores. Durante todo esse período de dois anos, minha esposa engravidou e tivemos uma linda criança que viajou pelo mundo conosco e aprendeu a andar antes de Paul voltar a caminhar. Apesar de tudo, Paul tem demonstrado uma força indomável, uma resistência excepcional a absolutamente tudo, uma dedicação quase insana àquilo que é a sua principal preocupação, que é a música e os fãs. Tenho consciência de que este livro será completamente diferente de tudo o que escrevi até agora e que causará todo tipo de reações e descrença. Acredite, não existe nenhum artista ou banda cuja história seja tão escandalosa e chocante. Se você não quer saber a verdade, eu te aconselho agora, é melhor não comprar.…”

    PAUL DI’ANNO no Brasil

    O livro ainda não tem data para sair, assim como a próxima turnê de PAUL DI’ANNO pelo Brasil. Anunciada para o início do ano como uma ocasião de despedida, a tour foi adiada sucessivas vezes em função dos problemas de saúde do cantor. A editora Estética Torta, responsável pelas apresentações, ainda não confirmou novas datas.
  • ROB HALFORD comenta todas as faixas de Invincible Shield, do JUDAS PRIEST

    ROB HALFORD comenta todas as faixas de Invincible Shield, do JUDAS PRIEST

    O décimo nono álbum de estúdio do JUDAS PRIEST está entre nós desde o último mês de março. Invincible Shield conta novamente com produção de ANDY SNEAP, que também substitui nos shows GLENN TIPTON, lendário guitarrista que, mesmo com um diagnóstico de Parkinson, segue envolvido com a banda a ponto de contribuir com o novo disco. As gravações foram iniciadas ainda em 2022, após a pandemia ter atrasado o planejamento original de começar os trabalhos em 2020. ROB HALFORD (voz), RICHIE FAULKNER (guitarra), IAN HILL (baixo) e SCOTT TRAVIS (bateria) também retornaram a seus postos, entregando ao público 11 novas faixas — além de outras três bônus, incluídas em edições deluxe. Em entrevista a Joe Daly para a edição 280 da revista ROADIE CREW (clique aqui para comprar), HALFORD foi convidado a comentar todas as canções presentes na edição convencional do álbum. Acompanhe as declarações sobre cada uma das 11 músicas e, acompanhando o número citado, coloque Invincible Shield para tocar no volume 11.

    Rob Halford fala sobre cada música de Invincible Shield, do Judas Priest

    PANIC ATTACK:Panic Attack lança um olhar para a internet e para a maneira como tendemos a prestar mais atenção para as formas mais sombrias e ameaçadoras daquilo para que ela pode ser usada.” THE SERPENT AND THE KING: “A serpente é o diabo e o rei é deus. Eles estão travando uma batalha e você luz, esperança e glória, e também vê fogo, morte e destruição. Cara, isso é muito heavy metal!” INVINCIBLE SHIELD: “Essa é uma declaração sobre esta banda sendo o escudo invencível do heavy metal – e também sobre o que nós sentimos sendo uma banda. Também é um ‘muito obrigado!’ aos fãs, porque cada um deles segura um escudo invencível.” DEVIL IN DISGUISE: “Às vezes, alguém se apresenta a você de uma forma, mas você consegue ver um outro lado de sua personalidade que ele está tentando esconder. É o demônio disfarçado.” GATES OF HELL: “Essa música é sensacional! Eu simplesmente adoro a ideia do JUDAS PRIEST roncando através dos portais do inferno montado em Harley-Davidsons.” CROWN OF HORNS: “Já essa é uma faixa mais reflexiva. Ela fala sobre suportar sua dor e sua responsabilidade, e tudo o que isso implica.” AS GOD IS MY WITNESS: “Aqui a gente fala de autoconfiança. É sobre você saber se defender, acreditar naquilo que é capaz de fazer e obter sucesso.” TRIAL BY FIRE: “No mundo atual, o público pode ser o juiz, o júri e o executor. Então, você tem sempre que se colocar numa situação em que respeite o seu valor e lute por seus objetivos a cada passo que der. Por conta disso, a vida às vezes pode se transformar numa verdadeira prova de fogo.” ESCAPE FROM REALITY: “Já esta faixa é sobre se perder no heavy metal. Apenas flutue e se deixe levar para aquele lugar onde só o metal pode te levar.” SONS OF THUNDER: “Aqui nós revisitamos Hell Bent for Leather (N.T.: faixa do disco Killing Machine, de 1979). Estamos rolando como um trovão, sendo imparáveis e cultivando a camaradagem. Na minha mente, vejo milhões de headbangers em motos roncando pelo deserto.” GIANTS IN THE SKY: “O rádio é uma forma de comunicação importantíssima – você sempre ouve, não importa se esteja no carro, em casa, na hora do almoço, no trabalho ou no intervalo na escola. Você ouve o rádio e escuta aqueles gigantes que estão no céu. Esses gigantes são DIO e LEMMY, pelo menos é assim que eu visualizo isso. Agora mesmo eles estão lá no céu.”

    A entrevista completa com ROB HALFORD pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • Os conselhos que ROB HALFORD (JUDAS PRIEST) dá a jovens bandas

    Os conselhos que ROB HALFORD (JUDAS PRIEST) dá a jovens bandas

    São raríssimos os exemplos de longevidade na música como o do JUDAS PRIEST, fundado em 1969. Ainda que o baixista IAN HILL seja o único membro fundador remanescente, o vocalista ROB HALFORD está envolvido desde 1973 — apesar de sua ausência entre 1992 e 2003. Tamanha experiência faz de HALFORD uma fonte interessante para se ouvir sobre o trabalho de um músico. Ciente disso, o repórter Joe Daly pediu, durante entrevista para a edição 280 da revista ROADIE CREW (clique aqui para adquirir), para que o artista compartilhasse quais conselhos costuma dar a jovens artistas e bandas que o procuram. Em resposta, ele declarou, inicialmente: “Eu sempre digo para que eles se lembrem de amar uns aos outros, conversar entre si, abraçar seus parceiros de banda. Toda banda é um verdadeiro furacão emocional, é um processo bastante complicado manter aquilo tudo funcionando direito.” De acordo com ROB, isso não isenta a responsabilidade de uma banda, também, ter seu funcionamento devido na parte musical. Porém, deixou claro que o relacionamento pessoal também é importante — talvez até mais do que a questão artística. “No nível musical, tudo tem que funcionar muito bem, mas você tem que estar atento a todos os aspectos extra musicais que envolvem isso. E é por isso que eu sempre digo, em meus momentos de sabedoria do metal de Gandalf (risos): conversem uns com os outros. Não importa o que esteja em sua mente, apenas diga. O desenvolvimento do seu relacionamento com as pessoas da banda é provavelmente mais importante do que o seu relacionamento com a música.”

    A entrevista completa com ROB HALFORD pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #280. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse o site da loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).

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  • ELTON JOHN tem inspirado novas músicas do METALLICA, segundo JAMES HETFIELD

    ELTON JOHN tem inspirado novas músicas do METALLICA, segundo JAMES HETFIELD

    Não é segredo para ninguém que JAMES HETFIELD é um grande fã de ELTON JOHN. Mais recentemente, o METALLICA teve a oportunidade de participar de uma homenagem ao cantor e seu parceiro de composição, BERNIE TAUPIN, ambos premiados com o Troféu Gershwin da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos em um evento em Washington, no último mês de março. A ocasião tem inspirado HETFIELD a criar novas músicas para sua banda. Não só essa: em entrevista ao The Metallica Report (via Ultimate Classic Rock), o vocalista e guitarrista contou que o filme Rocketman, cinebiografia de JOHN lançada em 2019, também tem lhe influenciado. “Eu me inspiro em todos os tipos de músicas diferentes quando as ouço. Até a situação com ELTON JOHN, estar com ele e BERNIE TAUPIN me desafiou. Assistir a Rocketman e ver como eles compunham… ELTON é tão visionário na forma como BERNIE coloca um conjunto de letras, um poema, na frente dele e ele vê a música simplesmente aparecendo, o que é bizarro para mim. Sou mais do velho jeito de TONY IOMMI [BLACK SABBATH], tipo: ‘aqui está o riff, e construímos em torno do riff’, sabe?” Ainda durante o bate-papo, JAMES contou que o intervalo da turnê M72, entre dezembro de 2023 e o último mês de maio, foi criativamente prolífico. “As férias foram fantásticas, mas, ao mesmo tempo, senti falta de tocar com os caras. E eu falei isso para eles! […] Seja uma fuga da vida ou o que quer que seja, adoro a minha pequena sala de música no porão de casa. Tenho um computador, algumas guitarras e um pequeno equipamento montado. É o meu lugar que nutre a alma, para entrar lá e apenas toque e escreva. Não é tanto praticar; é apenas compor.”
    Foto: Tim Saccenti

    METALLICA e M72

    O METALLICA tem shows marcados com a M72 até setembro deste ano. A data final será no México. A banda já adiantou que não agendará novas apresentações para este ano.

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  • EVERGREY lança “Theories of Emptiness”, seu 14º álbum de estúdio

    EVERGREY lança “Theories of Emptiness”, seu 14º álbum de estúdio

    O EVERGREY disponibilizou nesta sexta-feira (7) seu décimo quarto álbum de estúdio. Theories of Emptiness chega por meio da Napalm Records, antes de uma série de shows pelo Brasil (veja agenda mais abaixo).

    Clique aqui para ouvir o disco em sua plataforma preferida. Abaixo, você confere pelo Spotify.

    Theories of Emptiness foi produzido pelo vocalista e guitarrista Tom S. Englund e Jonas Ekdahl, e mixado por Adam “Nolly” Getgood (ex-Periphery), que trabalhou de perto com a banda desde o início. Completando a produção do álbum, a masterização foi realizada por Thomas “Plec” Johansson (Soilwork, The Night Flight Orchestra, Onslaught, The Gems, Eleine, entre outros).

    O disco segue seu antecessor A Heartless Portrait (The Orphean Testament), de 2022, que entrou nas paradas mundiais em #3 na Suécia (Metal), classificou-se em #5 nas paradas de Top New Artist Albums nos Estados Unidos, entrou em #7 na Finlândia e #12 na Alemanha.

    “Para nós, a progressão é fundamental”, declara Tom S. Englund ao discutir a obra de onze faixas, Theories of Emptiness. “Estamos dedicados a garantir que nossa música permaneça inovadora e evite estagnação. Com cada álbum, buscamos introduzir algo novo — um sabor único, uma tonalidade ou acorde diferente, novas vozes em nossa composição, ou técnicas de produção inovadoras.”

    Em seguida, ele acrescenta:

    “Nosso novo álbum em breve será seu! Mal podemos esperar por isso, há tantos elementos novos e refrescantes nele, assim como o respeito pago a cada parte de nosso passado. Apenas refinamos o que sempre fizemos e tentamos torná-lo o mais contemporâneo possível para agradar a nós mesmos e às nossas expectativas sonoras. Com a presença de Adam ‘Nolly’ Getgood, nos sentimos motivados, famintos e ansiosos para fazer o máximo possível para garantir que escreveríamos as melhores músicas que pudéssemos – realmente sinto que conseguimos isso. Em termos de qualidade sonora, sentimos que está à altura do melhor que o mundo tem a oferecer hoje. É uma declaração corajosa pela qual vou me posicionar pelo resto da minha vida. Levar o Evergrey para um novo ciclo parece tão empolgante quanto da primeira vez. Estamos mais motivados do que nunca e, com muitos shows a serem anunciados em breve, mal podemos esperar para vir e tocar essa nova música para você.

    Finalmente, precisamos mencionar que não poderíamos estar mais orgulhosos de anunciar nosso vocalista convidado para este álbum. Jonas Renkse tem emprestado sua atmosfera única à música do Katatonia há décadas. Agora, nós da banda e os fãs do Evergrey temos a oportunidade de experimentar o mesmo, e não poderíamos estar mais animados! Você até pode ouvir Jonas rosnar talvez pela primeira vez em muitos anos…

    Theories of Emptiness’ Track List:

    1. Falling From the Sun

    2. Misfortune

    3. To Become Someone Else

    4. Say

    5. Ghost of My Hero

    6. We Are the North

    7. One Heart

    8. The Night Within

    9. Cold Dreams

    10. Our Way Through Silence

    11. A Theory of Emptiness

    EVERGREY na América Latina 2024:

    • 11.06.24 MX – Cidade do México / Foro Veintiocho
    • 13.06.24 CO – Bogotá / Ace of Spades
    • 14.06.24 PE – Lima / Teatro Kantaro
    • 16.06.24 CL – Santiago / Club Chocolate
    • 18.06.24 AR – Buenos Aires / El Teatrito
    • 20.06.24 BR – Brasília / Toinha
    • 22.06.24 BR – São Paulo / Carioca Club
    • 23.06.24 BR – Limeira / Mirage

    EVERGREY:

    • Tom S. Englund – Vocais, Guitarra
    • Henrik Danhage – Guitarra
    • Rikard Zander – Teclado
    • Jonas Ekdahl – Bateria
    • Johan Niemann – Baixo

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  • TOOL ficou frustrado ao trabalhar em Fear Inoculum, admite JUSTIN CHANCELLOR

    TOOL ficou frustrado ao trabalhar em Fear Inoculum, admite JUSTIN CHANCELLOR

    Levou 13 anos até que o TOOL lançasse seu quinto álbum de estúdio, Fear Inoculum. E era óbvio que havia acontecido alguma coisa para a inventiva banda americana ter demorado tanto para disponibilizar um trabalho inédito. Em entrevista ao NME, o baixista JUSTIN CHANCELLOR admitiu que o grupo, completo por MAYNARD JAMES KEENAN (voz), ADAM JONES (guitarra) e DANNY CAREY (bateria), ficou frustrado enquanto trabalhava no disco. Eles chegaram ao ponto de descartar material já composto. Inicialmente, ele comentou: “Nunca foi uma intenção nossa demorar tanto! Com o passar do tempo, foi demorando cada vez mais, e acho que isso decorre da pressão de tentar se destacar e de se superar.” Em seguida, o baixista destacou que “há sempre o perigo de olhar para trás e nos comparar com o que fizemos antes”. Não dava para cair nessa armadilha, segundo ele. “Então há uma certa quantidade de coisas que tivemos que trabalhar para chegar ao lugar onde poderíamos criar algo novo e puro. Acho que foi por isso que o processo começou a demorar cada vez mais.”

    Frustrações do TOOL

    CHANCELLOR, então, explicou que as frustrações durante o trabalho no álbum de 2019 levaram a banda a fazer pausas durante o processo de elaboração. Ele disse: “Estávamos frequentemente descartando ideias. Criamos um monte de coisas e, a certa altura, meio que jogamos tudo fora. Ficamos um pouco frustrados algumas vezes. As pessoas precisavam sair e fazer outras coisas apenas para sentir a brisa em seus cabelos e ter uma nova perspectiva. Quando você fica preso criativamente, às vezes você precisa sair um pouco disso.” Agora, não deve demorar tanto para sair um novo álbum. Ao menos é o que garante JUSTIN. “Estamos ficando velhos, então há a pressão do tempo. DANNY acabou de completar 63 anos, então se demorarmos mais 13 anos, estaremos em turnê quando tivermos mais de 70 anos! Agora é mais necessário fazer algo um pouco mais rápido se quisermos continuar fortes.”

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