Autor: Igor Miranda

  • A dura opinião de KERRY KING sobre o SLAYER na década de 1990

    A dura opinião de KERRY KING sobre o SLAYER na década de 1990

    Embora tenha iniciado a década de 1990 com o clássico Seasons in the Abyss, o SLAYER perdeu algumas de suas características sonoras principais no decorrer do período. Álbuns como Divine Intervention (1994), Undisputed Attitude (1996) e Diabolus in Musica (1998) não são exatamente unanimidade entre os fãs. Tais discos não agradam nem mesmo um dos integrantes. KERRY KING disse em entrevista à Metal Blast (via Metal Injection) que se pudesse dar um conselho para si, recomendaria prestar mais atenção no trabalho feito na década de 1990. “Há uma parte da minha carreira que eu sempre olho para trás e digo: ‘você deveria ter prestado mais atenção’. Os anos 90. ‘Preste atenção aos anos 90 e não lance os álbuns de m#rda que você provavelmente lançará nos anos 90’.” Em seguida, o guitarrista deixou claro: “Não gosto das coisas que fazíamos nos anos 90. Fiquei muito desencantado com a música porque não entendia as bandas que estavam ficando populares. Ainda não entendo. Nunca gostei de LIMP BIZKIT e outras bandas daqueles tempos. Isso simplesmente me chateou e desanimou.”

    KERRY KING e o SLAYER dos anos 1990

    Ainda de acordo com KERRY KING, Diabolus in Musica deixa claro seu afastamento da parte criativa do SLAYER. Não à toa, seu parceiro de guitarras, o saudoso JEFF HANNEMAN, compôs quase todo o material ali presente. “Isso é realmente visível para mim no Diabolus in Musica. Não prestei atenção naquele álbum. Eu tive algumas músicas lá, mas não contribuí tanto como normalmente faço. E então recuperei os meus sentidos e disse: ‘Quer saber? F#da-se’. Pensei: ‘Estamos no Slayer, precisamos ser importantes, preciso prestar atenção nessa m#rda’.” Para ele, o álbum seguinte trouxe uma situação diferente. “Você pode dizer que comecei a prestar atenção quando God Hates Us All (2001) foi lançado, porque isso foi uma espécie de nosso renascimento, tipo: ‘sim, ficamos um pouco perdidos durante os anos 90, mas endireitamos o rumo e aqui vamos nós’.” Por fim, KING destacou que HANNEMAN foi o responsável por trazer uma sonoridade diferente para o SLAYER na década de 1990. Para ele, só deu certo em Undisputted Attitude. “Não fomos muito prolíficos nos anos 90. PAUL (BOSTAPH, baterista) nos deixou uma vez. Então fizemos o álbum Undisputed Attitude, do qual tenho muito orgulho; adoro esse disco de covers. Tínhamos algumas músicas originais, algumas músicas punk de Jeff. ‘Gemini’, que eu trouxe. Mas, no fim das contas, os anos 1990 não são um bom ponto na minha história.”

    Reunião

    Ao lado de TOM ARAYA (voz e baixo), PAUL BOSTAPH (bateria) e GARY HOLT (guitarra), KERRY KING reativou o SLAYER para uma série de três shows em festivais americanos. A breve turnê de reunião começa no Riot Fest, em Chicago, entre os dias 20 e 22 de setembro. O Louder Than Life Festival ocorre uma semana depois em Louisville, Kentucky, no dia 27. Por fim, eles encerram essa passagem 10 de outubro no Aftershock, marcado na cidade de Sacramento, California. Louder Than Life e Aftershock são eventos da Dammy Wimmer Presents.

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  • Passagem pela CRYPTA levou SONIA ANUBIS a manter COBRA SPELL 100% feminina

    Passagem pela CRYPTA levou SONIA ANUBIS a manter COBRA SPELL 100% feminina

    Entre 2019 e 2022, a guitarrista neerlandesa SONIA ANUBIS fez parte da CRYPTA, banda formada por brasileiras — duas delas, à época, integrantes da NERVOSA. Ao deixar do grupo de death metal, ANUBIS passou a destinar toda a sua atenção à COBRA SPELL, que também existe desde 2019, mas traz sonoridade inclinada ao hard rock e heavy metal da década de 1980.

    Formações anteriores contaram com músicos homens, a exemplo de ALEXX PANZA (vocal), SEBASTIAN SILVA (guitarra) e LÉONARD CAKOLLI (bateria). Agora, porém, há apenas mulheres: ANUBIS trabalha ao lado de KRISTINA VEGA (vocal), a brasileira radicada na Alemanha NOELLE DOS ANJOS (guitarra), ROXY HERRERA (baixo) e HALE NAPHTHA (bateria).

    SONIA, que vem ao Brasil com a COBRA SPELL para uma série de dez shows no Brasil em julho (serviço completo ao fim do texto), contou em entrevista a Daniel Dutra para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar) que sua passagem pela CRYPTA a inspirou a manter somente mulheres na formação. Inicialmente, ao refletir sobre como o álbum de estreia 666 teria sido diferente com homens envolvidos, ela disse:

    “Sim, e acredito que todo mundo que fez parte da banda está na história e é parte da razão de a banda estar onde está hoje. As coisas foram como tinham que ser, do contrário a COBRA SPELL não seria o que é hoje. Tomei a decisão de torná-la totalmente feminina graças à minha experiência na CRYPTA, porque vi o efeito que isso causa nas outras mulheres, porque era muito f#da ouvir outras mulheres dizendo ‘obrigada por fazer música!’. Isso é muito legal e necessário nesses tempos que estamos vivendo. Existe algum equilíbrio agora no estilo de música que tocamos, então por que não continuar fazendo isso com a COBRA SPELL? Vi essa oportunidade surgir, por isso a banda é como é atualmente. Cada uma trouxe sua porção, e isso tem sido muito importante.”

    Em outro momento do bate-papo, ANUBIS destacou que a mensagem da música da COBRA SPELL “é algo muito fácil de ser incompreendido”. As temáticas abordadas pelas composições e a postura apresentada pela banda são semelhantes às do hard rock oitentista, mas em papéis invertidos. Ela explica:

    “A maioria das bandas dos anos 1980 era formada por homens que cantavam muito sobre sexo, sobre mulheres groupies, e nós invertemos os papéis. Temos apenas mulheres no videoclipe (da música ‘S.E.X.’), queríamos trocar os papéis porque às vezes, para transmitir uma mensagem, é preciso ir a extremos, e nós fomos ao nível dos anos 1980. Ou seja, ultrajante e extremo! Isso também é meio da minha personalidade, porque não tenho muito filtro quando estou tocando. Entrego-me 100%!”

    A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui. Confira abaixo a agenda de shows da COBRA SPELL pelo Brasil.

    03 de Julho no UK em Brasília/DF (com Amazing e Roadside Glamblers)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/cobraspell-ukmusichall

    04 de Julho no Bolshoi Pub em Goiânia/GO (com Sunroad)
    Ingressos: https://www.sympla.com.br/

    05 de Julho na Jai Club em São Paulo/SP (com Wolfpire, Alefla e Vingança Suprema)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/

    06 de Julho na Casa Cuiabana em Cuiabá/MT (com Sr. Infame e Makayra)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/

    07 de Julho no Basement em Curitiba/PR (com Creatures)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/

    08 de Julho no Banana Lounge em Santos/SP (com Hell On Wheels)
    Ingressos: https://www.caminhodomaringressos.com.br/

    09 de Julho no Asteroid em Sorocaba/SP (com Wolfpire, The Giant Void e The Heathen Scythe)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/

    11 de Julho no Absoluto Rock Bar em Asunción/Paraguai (com Old Curse, Nightbound, Zavax e Las Peores)
    Ingressos: https://home.passline.com/

    13 de Julho no Jack Pub em Bauru/SP (com Midgard, Hammërsmith e Black Rose)
    Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/

    14 de Julho no Araraquara Rock em Araraquara/SP
    Entrada Franca

  • SHARON DEN ADEL: “Não ouço metal sinfônico. Gosto da melancolia e isso é o principal”

    SHARON DEN ADEL: “Não ouço metal sinfônico. Gosto da melancolia e isso é o principal”

    O WITHIN TEMPTATION se afastou bastante do chamado metal sinfônico em seus álbuns mais recentes. Bleed Out, disponibilizado no fim de 2023, traz a banda explorando mais influências alternativas, especialmente a partir do uso de afinações e timbragens mais graves. A mudança na orientação se dá não apenas por haver uma série de subgêneros pelos quais o grupo gostaria de transitar. De acordo com a vocalista SHARON DEN ADEL, a questão vai além: ela garante sequer ouvir metal sinfônico. Em entrevista a Gustavo Maiato para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), DEN ADEL foi convidada a compartilhar suas impressões a respeito da cena atual de metal sinfônico. Em resposta, explicou que apenas se sente atraída por alguns elementos do segmento, então, não poderia opinar de forma apropriada. “Para ser honesta, eu não ouço metal sinfônico. Gosto da melancolia e isso é o principal, sabe? Nós gostamos dos elementos sinfônicos, mas nunca ouvimos muito esse tipo de som, na verdade.” A artista neerlandesa evidenciou, então, um exemplo de um que faz uso satisfatório de elementos sinfônicos: “Quando você acrescenta esse ingrediente orquestral, isso eleva as músicas para um nível diferente. Lembro que o METALLICA fez isso no passado (no álbum S&M, 1999) e foi tipo: ‘meu Deus!’ Sempre tivemos elementos de música sinfônica e foi muito legal quando começamos a fazer isso com uma orquestra de verdade.”
    Foto: Tim Tronckoe

    WITHIN TEMPTATION e a orquestra

    Ainda durante a entrevista, SHARON DEN ADEL refletiu sobre como os elementos de música sinfônica foram explorados na discografia do WITHIN TEMPTATION. Ela disse: “Lá atrás, fizemos Mother Earth (2000), que não foi com uma orquestra real, eram sons simulados no teclado. Depois, com The Silent Force (2004) e The Heart of Everything (2007), tivemos muita sorte de ter uma gravadora que quis embarcar em projetos tão caros. Valeu a pena porque as pessoas realmente sentiram que era um acréscimo ao som que estávamos tentando criar.” Por fim, arrematou: “Então, acho que foi mais isso: não éramos ouvintes de bandas de metal sinfônico, porque eu não acho que metal sinfônico seja realmente um gênero em si, é apenas fazer sua música com uma orquestra sinfônica.” A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui.
  • KNOTFEST BRASIL promete divulgar lineup completo de 2024 ainda em junho

    KNOTFEST BRASIL promete divulgar lineup completo de 2024 ainda em junho

    Os organizadores do KNOTFEST publicaram um comunicado sobre a edição nacional do festival, marcada para os dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo. Tendo somente o SLIPKNOT como atração confirmada, os responsáveis pelo evento revelaram que vão revelar o lineup completo no fim de junho, ainda sem data específica. O comunicado afirma: “Brasil, Entendemos e compartilhamos sua expectativa pelo KNOTFEST BRASIL 2024. Nossa equipe tem trabalhado sem parar nos bastidores para selecionar um lineup inesquecível que trará a você a melhor experiência possível em um festival de rock e metal. O lineup oficial será revelado no final deste mês, com o Slipknot realizando dois shows especiais sobre seus 25 anos, além de muitos outros artistas. Agradecemos sua paciência e entusiasmo enquanto finalizamos os detalhes. Obrigado pelo seu apoio e compreensão contínuos. Fique atento!”

    Knotfest Brasil 2024

    No final do ano passado, o SLIPKNOT anunciou uma turnê especial em comemoração aos 25 anos do lançamento de seu primeiro álbum, Slipknot, de 1999. O Brasil foi incluído na tour e com um diferencial: nos dias 19 e 20 de outubro, será realizada, no Allianz Parque, em São Paulo, a segunda edição brasileira do KNOTFEST – uma produção da 30e e 5B Artist Management. O SLIPKNOT será headliner nos dois dias de festival e trará shows diferentes para cada um dos dias. No primeiro dia, 19 de outubro, a banda apresentará um repertório em comemoração aos seus 25 anos de história. Já na segunda data, 20 de outubro, o grupo tocará o seu disco de estreia na íntegra. Os ingressos estão à venda, desde o início de fevereiro, no site Eventim. “Em 2022, realizamos a estreia do KNOTFEST no Brasil com ingressos esgotados, 45 mil pessoas participaram do evento naquela ocasião. Poder dar continuidade à essa parceria, que está só no começo, com uma edição que celebra os 25 anos de Slipknot, nos deixa ainda mais animados pelo que vamos fazer em 2024. Além de algumas novidades, como a mudança de venue, vamos ter outras surpresas para este ano”, comenta Pepeu Correa, CEO da 30e. De acordo com comunicado, o KNOTFEST Museum retorna ao Brasil com uma experiência nova e aprimorada proporcionando aos fãs uma verdadeira imersão nos 25 anos de carreira do SLIPKNOT, com itens de coleção – de figurinos e itens pessoais a instrumentos e memorabília. Parada obrigatória para conhecer detalhes do universo do grupo: uniformes, máscaras, discos, pôsteres e bonecos fazem parte do acervo exibido, que ainda conta com muita interatividade com músicas e vídeos. Serviço – KNOTFEST BRASIL 2024
    • Data: 19 e 20 de Outubro de 2024
    • Local: Allianz Parque
    • Horário de Abertura dos portões: 11h
    • Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
    Ingressos:
    • Pista – R$ 395 (meia-entrada legal) | R$ 474 (entrada social) | R$ 790 (inteira)
    • Cadeira Inferior – R$ 345  (meia-entrada legal) | R$ 414 (entrada social) | R$ 690  (inteira)
    • Cadeira Superior – R$ 245 (meia-entrada legal) | R$ 294 (entrada social) | R$ 490 (inteira)
    • VIP Package I – UNSAINTED KNOTFEST – R$ 4.595 (meia-entrada legal) | R$ 4.674 (entrada social) | R$ 4.990 (inteira)
    • VIP Package II – MAGGOT KNOTFEST –  R$ 1.595 (meia-entrada legal) | R$  1.674 (entrada social) | R$ 1.990  (inteira)
    Vendas:
    • Vendas online em: eventim.com.br
    • Bilheteria: Allianz Parque | Bilheteria B (dia da abertura de vendas | 02/02/2024) Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP | Bilheteria A Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
    • Horário de funcionamento da bilheteria: terça-feira a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados
  • SONATA ARCTICA: “Estamos novamente em nossa fase power metal”

    SONATA ARCTICA: “Estamos novamente em nossa fase power metal”

    Em março, o SONATA ARCTICA lançou seu décimo primeiro álbum de estúdio. Clear Cold Beyond chegou a público por meio da gravadora Nuclear Blast e apresentou um resgate à sonoridade power metal do grupo finlandês, na ativa desde 1995. Em entrevista a Daniel Agapito para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), o vocalista TONY KAKKO refletiu sobre a retomada da pegada dos primórdios. O cantor reconheceu que os antecessores diretos de Clear Cold Beyond apresentavam uma orientação mais leve, distinta do que consagrou a banda ainda no fim da década de 1990. Confira um trecho do bate-papo a seguir. ROADIE CREW: Como descreveria a evolução da banda e, por extensão, como diria que o novo álbum cabe nesta trajetória? TONY KAKKO: “É uma montanha-russa e este mais novo álbum é tipo quando a montanha-russa volta ao começo. Estamos novamente em nossa fase power metal, tanto musicalmente quanto em termos de sonoridade. Voltamos a trabalhar com MIKKO KARMILA, o mestre por trás da sonoridade power metal dos álbuns originais do SONATA ARCTICA. Foi ele que mixou o álbum. Diria que esta é uma nova volta da montanha-russa. Espero que de agora em diante seja uma volta mais plana, ou pelo menos com uma trajetória mais para cima. A ideia é parar com as aventuras que temos tido há alguns anos e voltar a ser o SONATA ARCTICA power metal daqui em diante. Nos outros álbuns nesta linha tive estilos diferentes o bastante para chegar a um produto final satisfatório, mas ainda conseguimos lançá-lo em um estilo ainda considerado power metal pelos fãs.” Em sua opinião, quais foram os resultados desta reunião com MIKKO KARMILA? TONY: “O resultado, obviamente, foi um álbum que soa como o SONATA ARCTICA. Os fãs do SONATA ARCTICA mais antigo devem conseguir reconhecer o som do novo álbum. Visamos soar como o SONATA ARCTICA de antigamente, talvez com uma roupagem um pouco mais moderna, por conta do jeito que as coisas mudaram. Tem o punch dos álbuns mais antigos. Os antigos são bem diferentes. A diferença entre Talviyö (2019) e Clear Cold Beyond é gigante, inacreditavelmente grande. O resultado é um álbum que soa como o SONATA ARCTICA que as pessoas querem ouvir.” Este novo álbum está saindo após o lançamento de seus dois Acoustic Adventure, que vocês próprios disseram que ajudaram a banda a “dar um reset”. O que foi este reset e como ele afetou Clear Cold Beyond? TONY: “Bom, o jeito como este álbum aconteceu foi resultado de uma gama de fatores. Primeiramente, tivemos a pandemia, que me deixou descansar um pouco. Estávamos orando, na esperança de conseguir fazer estes acústicos há um bom tempo, e finalmente conseguimos uma chance de fazer isso junto à nossa gravadora. Aí, tiramos isso de nosso sistema e conseguimos até fazer uma turnê com estes acústicos. Mesmo assim, no final da longa tour de aproximadamente dez semanas estávamos meio cansados deles e nós todos queríamos algo com mais peso. Sentando para compor logo depois dessa turnê, foi fácil entrar na mentalidade de fazer algo com mais punch e velocidade. Tudo contribuiu para o resultado deste álbum.” A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui.
    SONATA ARCTICA revela novo single/lyric video, 'A Monster Only You Can't See'
    Foto: Jaakko Manninen

    SONATA ARCTICA e Clear Cold Beyond

    De acordo com material de divulgação, Clear Cold Beyond contém dez faixas que ressuscitam a inclinação do SONATA ARCTICA para o power metal. Desde hinos de alta velocidade como First in Line e California até faixas carregadas de emoção como The Best Things e a faixa-título de encerramento, o disco oferece algo para cada fã do grupo. A arte do álbum, que lembra a que adornava os primeiros lançamentos, foi criada por NIKO ANTTILA. Além disso, a banda voltou ao engenheiro de mixagem MIKKO KARMILA (Ecliptica, de 1999, e Stones Grow Her Name, de 2012). A masterização final ficou a cargo de SVANTE FORSBÄCK (RammsteinKorpiklaani, DelainThe 69 EyesDeathstars), que também fez parte de outras produções do grupo. Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45
  • LZZY HALE conclui seus 4 shows com SKID ROW e se despede da banda

    LZZY HALE conclui seus 4 shows com SKID ROW e se despede da banda

    LZZY HALE confirmou que não irá permanecer no SKID ROW. O plano original era que a vocalista e guitarrista do HALESTORM realizasse apenas quatro shows nos Estados Unidos com os veteranos do hard rock, mas a possibilidade de permanecer foi cogitada pela própria em declarações recentes. Porém, um comunicado divulgado nas redes sociais aponta que HALE não conseguirá ficar. Compromissos ao lado do HALESTORM impediriam o encaixe devido de ambas as agendas. No texto, ela afirma: “Minha alma ainda está vibrando com a viagem maluca que acabei de fazer. Muito obrigado a Rachel, Snake, Scotti, Rob, sua incrível equipe e toda a base de fãs do Skid Row por confiarem em mim. Obrigado por me trazer para sua tribo e me permitir viver dentro de seu legado por um momento. O que começou como amigos ajudando amigos floresceu em algo maior do que qualquer um de nós poderia imaginar. Estou transbordando de gratidão. Essa experiência de mergulhar fundo no Skid Row me deu uma rara oportunidade de aprofundar meu amor por esses homens que chamo de amigos. E os momentos de união de almas que criamos juntos musicalmente viverão comigo para sempre. E mesmo que este momento específico da minha vida me impeça de me comprometer com um papel permanente no Skid Row… estou enviando meu pedido oficial ao universo para que possamos unir forças novamente no futuro. Com amor e música alta, Lzzy Hale”

    SKID ROW pós-LZZY HALE

    HALE foi convocada para substituir ERIK GRÖNWALL, que deixou a banda, no último mês de março, para priorizar cuidados à saúde. O cantor sueco, ex-membro do H.E.A.T, venceu um câncer diagnosticado em 2021 e que agora, mesmo curado, porém imunocomprometido, prefere/precisa dedicar mais tempo para cuidar amplamente de sua saúde, de acordo com as recomendações feitas à época por seus médicos. O baixista RACHEL BOLAN afirma que, agora, o SKID ROW está em busca de um novo vocalista definitivo. Segundo ele, os nomes cogitados não são conhecidos do público. Os remanescentes do grupo não consideram se reunir com SEBASTIAN BACH, cantor da formação clássica que está fora desde 1996. Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45
  • As lembranças de GENE SIMMONS sobre os shows do KISS no Brasil em 1983

    As lembranças de GENE SIMMONS sobre os shows do KISS no Brasil em 1983

    Em 1983, o KISS concluiu a turnê de divulgação do álbum Creatures of the Night — também celebrativa dos 10 anos de fundação da banda — com três shows no Brasil. As apresentações, inaugurais do grupo no país, aconteceram respectivamente nos dias 18, 23 e 25 de junho, no Rio de Janeiro (Maracanã), Belo Horizonte (Mineirão) e São Paulo (Morumbi). Uma passagem curta, mas que entrou para a história. Não apenas por ter reunido plateias gigantes em período de baixa popularidade nos Estados Unidos — somente no Maracanã foram 137 mil — e iniciado uma forte relação da banda com o país, como também por ter marcado os últimos compromissos do quarteto com suas clássicas maquiagens até 1996. Em entrevista a Daniel Dutra para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), o vocalista e baixista GENE SIMMONS compartilhou lembranças relacionadas aos shows, realizados ao lado de ERIC CARR (bateria) e VINNIE VINCENT (guitarra), além, é claro, de PAUL STANLEY (voz e guitarra). Embora a minitour nacional tenha ocorrido há mais de quarenta anos, o linguarudo segue com memórias vívidas do período. Inicialmente, sobre a apresentação no Rio, ele disse: “Nunca havíamos tocado num lugar tão grande! Algumas pessoas dizem que havia 200 mil pessoas, e outras dizem que foram cento e poucas mil pessoas. De qualquer forma, era muita gente!” Esticando para as performances nas três cidades, o Demon se recordou: “Não podíamos ir sozinhos para os shows em São Paulo, no Rio e em Belo Horizonte, então foi preciso uma escolta do Exército Brasileiro, porque ir para os estádios numa limusine comum seria perigoso. Também não tínhamos permissão de sair na rua, então tínhamos que ficar dentro dos hotéis, mas como ficamos no último andar, trouxemos a festa até nós! (risos) Convidamos pessoas e fizemos nossas festas nos hotéis, mesmo, já que não podíamos sequer colocar os pés no corredor se estivéssemos sozinhos. Mas foi uma experiência maravilhosa!”

    KISS e a alfândega

    Apesar do frenesi e dos shows enérgicos, nem tudo foram flores para o KISS nesta passagem nacional. Sabe-se que o equipamento da banda ficou retido na alfândega brasileira por seis meses, mas GENE SIMMONS também relata um calote por parte da produção nacional. “Infelizmente, tivemos nossos amplificadores e outros itens de palco retidos em 1983, e o produtor também ficou nos devendo dinheiro, mas isso aconteceu nos primórdios dos grandes shows de rock no Brasil. Fizemos aqueles três shows e éramos a única banda… Quer dizer, havia uma banda local de abertura, o HERVA DOCE, mas não era um festival. Era só o KISS, e o produtor nos deu calote, então tivemos até mesmo de contratar advogados brasileiros para resolver a situação. No fim, foram seis meses até conseguirmos nossos equipamentos de volta.” Por fim, o Demon negou os rumores de que tais problemas teriam impedido o grupo de retornar ao Brasil nos 11 anos seguintes. A apresentação seguinte aconteceria somente na edição 1994 do festival Monsters of Rock, em São Paulo. “Nós amamos o Brasil! O que acontece é que o mundo é grande. Quando tocamos em São Paulo, por exemplo, Tóquio pergunta ‘por que vocês não vieram para cá?’, e Paris pergunta ‘por que não tocaram aqui?’. Então, acredite, levou todo aquele tempo para retornamos ao Brasil porque o mundo é grande.” A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui.
  • KING DIAMOND revela seguir trabalhando em músicas para sua banda e MERCYFUL FATE

    KING DIAMOND revela seguir trabalhando em músicas para sua banda e MERCYFUL FATE

    Desde 2007 o mundo não tem a oportunidade de conferir um novo álbum de KING DIAMOND. Foi quando saiu o álbum solo mais recente da banda comandada pelo vocalista homônimo, Give Me Your Soul…Please. Fãs receberam um gostinho inicial do que parece ser um novo disco em 2019, quando foi lançado o videoclipe de “Masquerade of Madness”. A faixa deve integrar o próximo disco de KING, The Institute, ainda sem data para chegar a público. Isso não quer dizer que o homem não esteja trabalhando. Em entrevista a Daniel Dutra para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), o cantor — que veio ao Brasil recentemente para se apresentar com o MERCYFUL FATE no Summer Breeze 2024 — compartilhou alguns detalhes dos próximos passos de sua banda solo. Inicialmente, ele revelou: “No momento eu também estou trabalhando em quatro músicas para a banda (KING DIAMOND), além de uma introdução e de outra parte especial. Há duas canções que estou editando, pois venho testando algumas coisas, e o ANDY (LAROCQUE, guitarrista) ainda devolveu algumas regravações para eu cantar por cima. Então, você pode ver que estamos a todo vapor em ambas as bandas (risos). Andy tem o mesmo sentimento que eu sobre a forma como estamos compondo, porque é como fazíamos antigamente, é como gostamos de trabalhar e é uma sensação maravilhosa.” Em seguida, ao comentar sobre uma reunião de produção, o vocalista de nome KIM BENDIX PETERSEN relembrou que está planejando não um, mas dois álbuns com o grupo que leva sua alcunha artística. Ambos serão guiados por uma mesma história. “Tivemos uma reunião de produção semana passada com o engenheiro de iluminação, o gerente de produção, nosso empresário e o ANDY, sendo que até o HANK (SHERMANN, guitarrista do MERCYFUL FATE) também estava presente, e discutimos a minha visão sobre a produção de palco para os shows do KING DIAMOND. A produção deverá refletir a nova história, que será dividida em dois discos. O engenheiro de iluminação me retornou no dia seguinte dizendo que pensou em algumas coisas que nunca ninguém viu antes, então será épico! Eu mesmo mostrei a ele algumas ideias que traduzem um pouco da visão que tenho há mais de um ano, e acredito que ele fará exatamente o que quero ver. Será realmente especial e inesquecível, uma forma totalmente nova de como nós, na banda KING DIAMOND, usamos iluminação no palco. Será muito obscuro, bem aterrorizante, e mal posso esperar para lançar os álbuns e sair em turnê.”
    Foto: Bel Santos / Roadie Crew

    E o MERCYFUL FATE?

    Ainda durante a entrevista, KING DIAMOND confirmou estar trabalhando em músicas inéditas do MERCYFUL FATE. Tendo retomado suas atividades em 2019, a banda não lança um novo álbum desde 9, de 1999. “Estou no meu estúdio neste momento, porque estamos compondo. Se eu ainda tiver voz hoje, continuarei cantando mais tarde, pois também estamos gravando (N.R.: a entrevista foi realizada na primeira quinzena de março). Estamos trabalhando em três novas músicas que o HANK trouxe, estudando ideias exatamente como fazíamos antigamente. Ele traz o esqueleto da canção, e eu contribuo com as letras, só que também tenho algumas ideias.” Na sequência, o artista dinamarquês declarou: “A faixa-título do próximo álbum, por exemplo, será composta por mim. Já sei até qual será o título, mas não, eu não vou lhe contar qual é (risos).  O que posso dizer é que está rolando como antigamente: eu componho umas três ou quatro músicas, e Hank, umas seis. Fazemos isso de propósito, para ficarmos o mais próximo possível do passado, porque é como nos sentimos agora. A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui.
    Foto: Bel Santos / Roadie Crew
  • As lembranças de JEFF SCOTT SOTO sobre regravar “Stand Up” para o filme “Rock Star”

    As lembranças de JEFF SCOTT SOTO sobre regravar “Stand Up” para o filme “Rock Star”

    A discografia de JEFF SCOTT SOTO contempla participações em trabalhos de inúmeros artistas e bandas. Um dos destaques é a colaboração com a trilha sonora do filme ROCK STAR, dirigido por STEPHEN HEREK (BILL & TED, OS TRÊS MOSQUETEIROS) e lançado em 2001. Para a obra, que narra a história fictícia de uma banda chamada STEEL DRAGON, SOTO se revezou na função de vocalista com MILJENKO MATIJEVIC (STEELHEART). Enquanto o primeiro interpretou canções como “Livin’ the Life” e “Stand Up”, o segundo ficou a cargo de faixas a exemplo de “We All Die Young” e “Blood Pollution”. A banda contou com nomes do porte de ZAKK WYLDE (guitarra), JEFF PILSON (baixo) e JASON BONHAM (bateria). Em entrevista a Ricardo Batalha para a seção Playlist da edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), JSS relembrou detalhes da gravação de “Stand Up”. Primeiro, destacou uma coincidência: “Essa foi a segunda vez que estava fazendo um cover de uma música do SAMMY HAGAR sem saber. A primeira foi quando estava começando o SOUL SIRKUS com NEAL SCHON e eles tinham um tema chamado ‘People’, que inicialmente era para outra banda. A segunda vez foi ‘Stand Up’. Ao falar sobre a sessão em estúdio que gerou o cover, o ex-cantor de YNGWIE MALMSTEEN, TALISMAN e outros grupos afirmou: “Lembro de ter recebido uma ligação da produção do filme, fui para o estúdio e ZAKK WYLDE estava lá, JEFF PILSON estava lá, não lembro se JASON BONHAM estava… O produtor estava e enquanto eu gravava os vocais, eles estavam na sala de controle e adoraram! Foi um grande momento pra mim quando estava gravando essa música e, obviamente, quando o filme foi lançado. Foi ótimo ter feito parte.”

    A surpresa de Jeff Scott Soto com “Rock Star”

    Por fim, SOTO revelou ficar surpreso com a memória das pessoas em relação à sua releitura de “Stand Up”. O motivo? “Rock Star” esteve longe de ser um sucesso: foi lançado em 7 de setembro de 2001, logo antes dos atentados terroristas contra as Torres Gêmeas, em Nova York, nos Estados Unidos. Isso afetou a bilheteria, de apenas US$ 19,3 milhões, frente a um investimento que girou entre US$ 38 mi e US$ 57 mi. “É impressionante que as pessoas se lembrem dessa música, porque o filme foi lançado três dias antes dos eventos do 11 de setembro de 2001 [N.R.: na verdade, quatro dias] e acabou sendo engolido por isso, mas se tornou um clássico cult entre os fãs de rock, então fico feliz por fazer parte desse legado.” A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui. Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDAMivHQbSBJR6hmy45
  • Com AQUILES PRIESTER, W.A.S.P. tocará álbum de estreia na íntegra em próxima turnê

    Com AQUILES PRIESTER, W.A.S.P. tocará álbum de estreia na íntegra em próxima turnê

    A próxima turnê do W.A.S.P. voltará ao passado da mesma forma que terá a banda fazendo algo pela primeira vez. Chamada “Album ONE Alive”, a tour promete celebrar o 40º aniversário do álbum de estreia homônimo do grupo com um repertório que, inauguralmente na carreira do grupo, traz a execução completa do disco, do início ao fim. O giro, confirmado nesta semana, percorre a América do Norte entre outubro e dezembro deste ano. A venda de ingressos começa na sexta-feira (31), no site WASPnation.com. Para as apresentações, o vocalista, guitarrista e líder BLACKIE LAWLESS estará com o baixista MIKE DUDA e o guitarrista DOUG BLAIR, que o acompanham há 29 e 26 anos, respectivamente. Completa a formação o baterista brasileiro AQUILES PRIESTER (EDU FALASCHI, ex-ANGRA, ex-HANGAR, ex-DRAGONFORCE etc), envolvido com o grupo desde 2017. Em comunicado, LAWLESS destaca: “Foi um disco raivoso feito por uma banda raivosa. Foi um disco que não apenas refletiu a atitude dos membros da banda que o fez, mas também um disco que refletiu sua época.”

    Sobre o álbum

    Disponibilizado em 17 de agosto de 1984, pela Capitol Records, o álbum de estreia do W.A.S.P. conquistou certificação de ouro nos Estados Unidos e Canadá, por ter ultrapassado, respectivamente em cada país, as marcas de 500 mil e 50 mil cópias vendidas. Algumas de suas principais músicas incluem “I Wanna Be Somebody”, “L.O.V.E. Machine”, “School Daze” e a balada “Sleeping (In the Fire)”. O disco teria ainda “Animal (Fuck Like a Beast)”, liberada anteriormente como single. No entanto, a canção foi removida após o comitê americano Parents Music Resource Center (PMRC) a incluir em sua lista “Filthy 15”, que reunia canções consideradas “moralmente questionáveis”. A faixa foi incluída em reedições do álbum.

    W.A.S.P. em turnê

    Confira, a seguir, as datas da turnê. Outubro: 26 – San Luis Obispo, CA – Fremont Theater* 28 – Portland, OR – Roseland Theater 29 – Seattle, WA – Moore Theatre 30 – Vancouver, BC – Vogue Theatre Novembro: 1 – Calgary, AB The Palace Theatre 2 – Spokane, WA – Knitting Factory 3 – Boise, ID – Knitting Factory 4 – Salt Lake City, UT – The Depot 5 – Denver, CO – Paramount Theatre 7 – Minneapolis, MN – The Fillmore 8 – St Charles, IL – The Arcada Theatre 10 – Detroit, MI – Royal Oak Music Theatre 11 – Toronto, ON – History 13 – Montreal, QC – MTELUS 14 – Quebec City, QC – Theatre Capitole 15 – Boston, MA – Orpheum Theatre 16 – New York, NY – Hammerstein Ballroom At Manhattan Center 17 – Philadelphia, PA – Franklin Music Hall 19 – Cleveland, OH – The Agora Theater 20 – Pittsburgh, PA – Stage AE 21 – Stroudsburg, PA – The Sherman Theater 22 – Silver Spring, MD – The Fillmore 23 – Charlotte, NC – The Fillmore 24 – Orlando, FL – The Plaza Live 26 – Nashville, TN – Ryman Auditorium 27 – Atlanta, GA – The Eastern 29 – Houston, TX – House Of Blues 30 – San Antonio, TX – Aztec Theatre Dezembro: 1 – Dallas, TX – The Factory in Deep Ellum 3 – Little Rock, AR – The Hall 4 – Wichita, KS – The Cotillion 6 – Albuquerque, NM – REVEL 7 – Tempe, AZ – The Marquee Theatre 9 – Tucson, AZ – The Rialto Theatre 10 – San Diego, CA – House Of Blues 11 – Reno, NV – Grand Sierra Resort and Casino 12 – Las Vegas, NV – Brooklyn Bowl 13 – San Francisco, CA – The Warfield** 14 – Los Angeles, CA – Hollywood Palladium** *Sem atração de abertura. **Death Angel não tocará. Siga o canal “Roadie Crew” no WhatsApp: