A turnê “The BIG Finish”, que marca a despedida do MR. BIG, chegou ao fim. O 101º e derradeiro show aconteceu na última sexta-feira (23), no Way Too Far Rock Festival 2024 em Bistrița, Romênia.
Ao todo, mais de 30 países em diferentes continentes foram visitados. A lista inclui o Brasil, com apresentações em abril no festival SUMMER BREEZE em São Paulo e em um evento no Rio de Janeiro ao lado de SEBASTIAN BACH (ex-SKID ROW).
Ao longo da tour, o quarteto formado por ERIC MARTIN (voz), BILLY SHEEHAN (baixo), PAUL GILBERT (guitarra) e NICK D’VIRGILIO (bateria, substituído em alguns compromissos na Europa pelo brasileiro EDU COMINATO) executou na íntegra o álbum Lean Into It (1991). Para completar o set, tocaram clássicos do porte de “Take Cover”, “Wild World” (cover de CAT STEVENS), “Addicted to That Rush”, entre outros.
Em suas redes sociais, SHEEHAN destacou que aquele seria “o último show do MR. BIG”, mas não o dele enquanto músico. Também destacou o baixo número de fãs presentes, embora estes tenham “compensado com entusiasmo”.
ERIC MARTIN não concorda com aposentadoria do MR. BIG
Enquanto BILLY SHEEHAN parece satisfeito com a decisão tomada pelo MR. BIG, ERIC MARTIN claramente discorda. O vocalista tem dito em entrevistas que não deseja se aposentar, mas seu voto acabou vencido.
Em entrevista ao Roppongi Rocks (via Blabbermouth), o cantor de 63 anos definiu a situação como “um tiro no pé” e garantiu que seguirá excursionando. Ele só não aguentaria longas turnês.
“Acho que em algum momento — isso foi há cerca de uma semana — comecei a pensar que acho que podemos estar dando um tiro no próprio pé aqui, porque estamos tão unidos e estamos mandando ver.”
Apesar disso, o músico destaca que o grupo não irá voltar atrás na decisão.
“Quando dizemos que vamos parar e acabou e não faremos mais turnês… podemos fazer um show aqui e ali a cada dois anos ou algo assim, mas não seremos como os MÖTLEY CRÜEs e os KISSes. Sem ofensa a eles, porque as multidões continuam aparecendo para vê-los, mas não faremos isso. Talvez tenhamos orgulho próprio demais.”
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O SUMMER BREEZE BRASIL 2025 já tem data para conhecer suas primeiras atrações. Uma parte do lineup do festival será anunciada na próxima segunda-feira, 2 de setembro, ao meio-dia, horário de Brasília.
A terceira edição nacional do tradicional evento alemão está marcada para os dias 3 e 4 de maio de 2025, com um Warm-Up no dia 2 de maio. O Warm-Up, popularmente conhecido como “esquenta”, será um evento que acontecerá antes do início das atividades oficiais do festival. O local é o mesmo: Memorial da América Latina, em São Paulo.
Foto: Equipe MHermes Arts @silvinhaquadros
Os ingressos para o SUMMER BREEZE BRASIL 2025 já estão à venda, ainda na categoria Blind Tickets (“às escuras”), através do site Clube do Ingresso. As modalidades disponíveis por tempo limitado são:
Summer Card Pass (ingresso de pista comum válido para os 2 dias do festival + Warm-up): R$ 1.200,00
Summer Lounge Pass (com acesso ao Lounge e benefícios para os 2 dias do festival + Warm-up; obrigatório possuir ingresso de entrada ao evento): R$ 1.800,00
Serviços exclusivos do Summer Lounge Pass:
Localização privilegiada na praça principal de shows
Serviço de Open Bar com água, sucos, refrigerantes, energético, cerveja, vodka e whisky
Serviço de Open Food com snacks e petiscos disponíveis durante o horário de funcionamento do espaço
Front Row nos palcos principais (Ice & Hot) com serviço de bar
Banheiros exclusivos no Front Row dos palcos Hot e Ice
Portão de acesso exclusivo com fila prioritária
Acesso e validação através cadastro antecipado e leitura facial na entrada do local
Quem adquirir esta modalidade de ingresso ainda leva um kit exclusivo da Consulado do Rock, que inclui:
Boné
Copo 550ml
Cordão (tirante do copo)
Ecobag (mochila)
Leque (em forma de palheta)
O acesso ao Lounge em 2025 será realizado através de validação facial, e o serviço de Open Bar e Open Food será disponibilizado em horários específicos, apenas nas áreas de ativação, sendo proibida a eventual saída de alimentos e bebidas da área de consumo. Será permitido circular entre os espaços do Lounge e do Front Row com um copo de uso pessoal e intransferível.
Lembre-se:SUMMER LOUNGE PASS é um upgrade e deve ser adquirido separadamente, após a compra do ingresso do festival.
Foto: Equipe MHermes Arts @DiegoPadilha
SUMMER BREEZE BRASIL 2024
O SUMMER BREEZE BRASIL 2024 aconteceu no último final de semana de abril, entre os dias 26 e 28, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O festival contou com a apresentação de grandes nomes do rock mundial como GENE SIMMONS BAND, MR. BIG, MERCYFUL FATE, ANTHRAX, EPICA, WITHIN TEMPTATION, HAMMERFALL, KILLSWITCH ENGAGE, SEBASTIAN BACH, entre muitos outros.
Além das atrações musicais, o festival contou também com diversas experiências e ativações, como feira geek, Summer Expo Tattoo, Horror Expo, venda de vinis, espaço kids com monitoria e áreas de descanso.
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JOÃO GORDO se estabeleceu como uma figura folclórica na música brasileira ao longo de sua carreira. Seja pelo trabalho de longa data como vocalista do RATOS DE PORÃO, participações em diversas outras bandas ou a atuação como apresentador iniciada na MTV, o cantor esteve presente em vários momentos marcantes do rock no país. E ele não apenas reconhece como, também, celebra seu status como arroz de festa.
Em entrevista a Daniel Agapito para o quadro Playlist da edição 281 da revista Roadie Crew (clique aqui para comprar), a música “Extinção Em Massa”, do KRISIUN, fez GORDO explorar seu passado. O cantor fez uma participação especial na música do álbum The Great Execution (2011), da qual tem bastante orgulho.
Ele falou:
“Tenho vários outros projetos de que me orgulho também, cantei a ‘Extinção Em Massa’ com o KRISIUN, que compus no ensaio com eles; é a música mais pau que eu já fiz na vida. O MAX (KOLESNE, KRISIUN) geralmente não toca thrash, aí ele tocou nessa música. A letra é sensacional, a música é sensacional, os caras são sensacionais, é um dos orgulhos da minha vida.”
O vocalista então lembrou de outras colaborações que ele fez com artistas importantes para o desenvolvimento do metal brasileiro. Isso inclui nomes do calibre de SEPULTURAe NERVOSA.
Ele disse:
“Cantei a ‘Reza’ com o SEPULTURA, já cantei com o NERVOSA. Tem uma playlist no meu Spotify com tudo isso, mais de 40 participações. Muita coisa. Sou mais arroz de festa do que o ANDREAS KISSER (risos).”
Não se sabe a playlist a que o cantor referia, mas This is João Gordo, no Spotify, contém participações em músicas de SOCIAL CHAOS, DESALMADO, ROT, BAIXO CALÃO, CHOKE, A.N.I.M.A.L. e BRUTAL THIN.
Projetos atuais de JOÃO GORDO
JOÃO GORDO também formou durante a pandemia o projeto LOCKDOWN com ANTONIO ARAÚJO (KORZUS e MATANZA RITUAL). Também promoveu lançamentos inusitados como o álbum do BRUTAL BREGA, no qual faz interpretações punk de clássicos do subgênero citado no título.
Ainda há outras iniciativas que ele faz questão de promover. Os gêneros variam, mas a abordagem agressiva é a constante unindo tudo. Ele começou:
“Queria dar destaque aqui aos meus dois outros projetos também, o com o ASTEROIDES TRIO, que começou na pandemia e virou o que virou. Agora somos uma banda de psychobilly black metal, com as letras que falam só de cocaína e do capeta, só para encher o saco das pessoas e deixar elas com raiva.”
Em seguida, abordou do projeto dubstep no qual está trabalhando. Segundo JOÃO, isso é fruto de uma colaboração com o músico PAULO CIRINO. Não há previsão de lançamento.
“Tenho outro projeto muito louco que está rolando agora, com o PAULO CIRINO, que faz um dubstep metal, antes ele tocava guitarra em algum projeto. Não dá nem para explicar o que a gente tá fazendo, é dubstep monstro com uma ‘slow-motion guitar’ com afinação baixíssima, eu gritando que nem um desgraçado.”
Nesse projeto, GORDO ainda recrutou vários amigos para participar. Seu filho toca bateria, enquanto o parceiro de RATOS DE PORÃO, JÃO, empresta sua guitarra a uma faixa. E o outro arroz de festa citado pelo vocalista, ANDREAS KISSER, também faz uma aparição.
Ele contou:
“Aí tem música que sou eu com meu filho tocando bateria, outra eu com o JÃO fazendo solo, tem eu com o ANDREAS KISSER tocando, uma com o MOYSES (KOLESNE, KRISIUN). É um dos ‘bagulhos’ mais esmagadores que já vi na vida, um dos projetos mais interessantes que venho fazendo aí. Não saiu em lugar nenhum ainda, estamos finalizando agora. Chama BABYLON’S P.”
A entrevista completa de JOÃO GORDO (RATOS DE PORÃO) no quadro Playlist pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #281. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse nossa loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).
Roadie Crew: Dream Theater em destaque na edição #281
A edição #281 da ROADIE CREW traz como destaque de capa entrevista com James LaBrie, vocalista do Dream Theater, que fala sobre o retorno do baterista Mike Portnoy, além da forte ligação da banda com o Brasil. A capa também destaca Powerwolf, uma das maiores bandas de power metal do mundo na atualidade e que acaba de lançar seu novo álbum, Wake up the Wicked.
Entrevistas:
Dream Theater
Cavalera
Powerwolf
Dragonforce
My Dying Bride
Evergrey
Rage
Therion
Six Feet Under
Daath
Zakk Sabbath
Tuatha de Danann
Seções:
Cenário: Gloria Perpetua, Lethal Charge, Royal Rage, Vartroy, Infirmun, Betty Says Damn, Kaledonia e Innocence Lost
Blind Ear: Ben Hur (Electric Mob)
Eternal Idols: James Kottak (Scorpions, Kingdom Come)
Front Cover (Marcelo Vasco): Cavalera – Schizophrenia
Collection: Killswitch Engage
Playlist: João Gordo (Ratos de Porão)
Background: Patrulha do Espaço (Parte 1)
Hidden Tracks: L’Esprit du Clan
ClassiCrew: Deep Purple (1974), W.A.S.P. (1984), Savatage (1994), Edguy (2004)
Profile: Luiz Cardim (Hammerhead Blues)
Pôsteres: Arch Enemy e Mastodon
BRYAN ADAMS disponibilizou uma versão para “War Machine”, música do KISS em que coassina a composição. A faixa está presente no álbum Creatures of the Night (1982) e se tornou um clássico do grupo mascarado liderado por GENE SIMMONS e PAUL STANLEY.
Em nota, ADAMS conta que a iniciativa teve o objetivo de celebrar a fundação de sua própria gravadora, Bad Records. Ele também regravou “Rock and Roll Hell”, outra coautoria dele aproveitada pelo KISS no mesmo disco — três anos após o BACHMAN-TURNER OVERDRIVE também registrá-la.
O músico afirma:
“Para celebrar o primeiro single da Bad Records, aqui estão duas músicas que eu coescrevi quando eu era um esforçado compositor de 22 anos. Recebi uma ligação do nada, do produtor MICHAEL JAMES JACKSON, para ver se eu gostaria de compor para o Kiss, o que eu fiquei emocionado em fazer. Essas são algumas das músicas que foram o resultado, criadas com GENE SIMMONS e JIM VALLANCE.Enquanto estava sentado com a banda, GENE tocou para mim esse riff de baixo fantástico, que acabou sendo a espinha dorsal de ‘War Machine’. Eu estava tentando pensar em um tema que pudesse combinar com o riff e criei o título. Visto que a outra música que havíamos escrito era sobre o inferno, ‘guerra’ era o tema óbvio para coincidir com ela.Já ‘Rock and Roll Hell’ era na verdade uma música de JIM que havia sido lançada alguns anos antes com o BACHMAN-TURNER OVERDRIVE, e eu sugeri que a reescrevêssemos para o KISS. É incrível pensar que esses temas infelizmente ainda estão acontecendo de verdade no mundo de hoje, mas sou muito grato aos caras do KISS por me darem a chance naquela época.”
Assista ao videoclipe da releitura de “War Machine” por BRYAN ADAMS.
A versão dele para “Rock and Roll Hell” também pode ser conferida abaixo.
BRYAN ADAMS e KISS
A parceria de BRYAN ADAMS com o KISS foi iniciada meses antes, com “Down on Your Knees”. A faixa, uma das quatro inéditas da coletânea Killers (1982), foi criada junto de PAUL STANLEY e MIKEL JAPP.
O resultado agradou, então, ADAMS foi convidado a colaborar com Creatures of the Night. Em parceria com JIM VALLANCE e GENE SIMMONS, surgiram “War Machine” e “Rock and Roll Hell” — além de “Don’t Leave Me Lonely”, que a dupla externa concebeu junto do baterista ERIC CARR. Esta canção não foi aproveitada pelo grupo americano, então, o canadense a registrou no disco solo Cuts Like a Knife (1983).
Sobre a última mencionada, em entrevista de 2022 ao site IgorMiranda.com.br, BRYAN comentou: “‘Don’t Leave Me Lonely’ era um título de ERIC CARR e eu gostei da aliteração de ‘leave’ / ‘lonely’. Jim e eu criamos a música e a apresentamos à banda, mas infelizmente eles não a usaram”.
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O PRIMAL FEAR perdeu quatro integrantes na última sexta-feira (23). ALEX BEYRODT (guitarra), TOM NAUMANN (guitarra), ALEX JANSEN (baixo) e MICHAEL EHRÉ (bateria) não fazem mais parte da banda alemã de power metal.
Agora, restam o vocalista RALF SCHEEPERS e o baixista e co-vocalista MAT SINNER, este último afastado de suas atividades em turnê. O guitarrista MAGNUS KARLSSON, membro apenas em estúdio nos últimos tempos, foi reintegrado à formação ao vivo. Não foram anunciados novos músicos.
Uma nota assinada pelo quarteto que deixa o grupo afirma:
“Caros fãs e amigos do Primal Fear, infelizmente temos que informá-los que Alex Beyrodt, Tom Naumann, Michael Ehré e Alex Jansen, que nos ajudou no baixo nos últimos dois anos, não fazem mais parte da banda Primal Fear. Desencadeado por decisões dentro da banda com as quais não concordamos, esse passo foi tudo menos fácil para nós. Gostaríamos de deixar claro que, apesar das diferenças de opinião, não houve discussão ou ressentimento.Gostaríamos de agradecer pelo tempo que passamos juntos, pelos inúmeros álbuns, pelas turnês, shows e festivais que nos levaram ao redor do mundo juntos e, claro, pelo amor dos fãs. Desejamos a Mat e Ralf tudo de melhor para o futuro!Alex, Tom, Michael e Alex.”
Sobre a volta de KARLSSON aos trabalhos também ao vivo, os remanescentes disseram:
“Para responder a algumas de suas perguntas – Magnus Karlsson ainda está na banda! A única diferença em relação a uma semana atrás é que ele se juntará ao Primal Fear permanentemente nos álbuns (como sempre) e de agora em diante em todos os shows e turnês novamente!”
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O OVERKILL confirmou o nome de seu novo baterista. JERAMIE KLING (VENOM INC) ocupa a vaga deixada por JASON BITTNER, que anunciou sua saída do grupo americano, após 7 anos, no início deste mês.
Em nota, a icônica banda de thrash metal declara:
“Estamos nos preparando para uma turnê épica pela Europa e América do Norte entre agosto e dezembro e estamos animados em anunciar uma adição especial para as turnês. Vem aí um velho amigo estrondoso, que já trabalhou conosco, assim como com o THE ABSENCE e VENOM INC. Por favor, deem as boas-vindas, com baquetas nas mãos, a Jeramie Kling!”
O músico, por sua vez, acrescentou:
“Palavras não podem expressar o quão feliz estou em dividir o palco com meus bons amigos do OVERKILL. Iremos detonar pela Europa e América do Norte (com o KING DIAMOND). Confira as datas em nossa agenda online e venha ver uma noite inesquecível de metal. m/”
Membro fundador do THE ABSENCE, KLING trabalhou com o VENOM INC entre 2018 e 2023. Gravou o álbum There’s Only Black, de 2022. Também tocou com como FORE, RIBSPREADER, GOREGÄNG, NECROMANCING THE STONE, MASSACRE e INHUMAN CONDITION.
JASON BITTNER sobre saída do OVERKILL
Sete anos após ter assumido a bateria do OVERKILL, JASON BITTNER deixou a veterana banda nova-iorquina de thrash metal. Foi o próprio BITTNER quem anunciou sua saída através de uma publicação feita no último dia 5 de agosto em seu Instagram, direcionando seus seguidores para a informação completa no site Metal Injection.“Em 1° de agosto de 2024, eu toquei no Vagos Metal Fest em Portugal, e foi o último show que farei na banda OVERKILL“, garantiu, inicialmente.“Há algum tempo, estou equilibrando várias bandas além do OVERKILL, e eu sabia que em algum momento algo teria que ceder, pois simplesmente não posso estar em três lugares ao mesmo tempo. Ao longo deste último ano, meu cronograma atingiu esse ponto crítico”, explicou o baterista, referindo-se às suas outras duas bandas, SHADOWS FALL e CATEGORY 7 – essa última recentemente lançou seu homônimo álbum de estreia.“Neste momento, o SHADOWS FALL está trabalhando na finalização do nosso novo material, que nos levará de volta à estrada em algum momento de 2025, além dos shows de outono que temos agendados para o resto deste ano comemorando 20 anos de The War Within. Além disso, há a minha nova banda, CATEGORY 7, artistas da (gravadora) Metal Blade, cujo álbum foi lançado no mês passado e começaremos a fazer turnês em breve até 2025. Tudo isso resulta em algo tendo que ‘dar uma pausa’, então, a partir de hoje, eu não toco mais bateria no OVERKILL para que eu possa me concentrar exclusivamente nas bandas das quais sou membro/proprietário.”No decorrer de seu comunicado, além de Jason Bittner também agradecer seus ex-parceiros – Bobby “Blitz” Ellsworth (vocal), Derek Tayler e Dave Linsk (guitarras) e D.D. Verni (baixo) – e equipe da banda pelos anos de convivência e trabalho, ele antecipou que o Overkill já está trabalhando com um baterista substituto.“Não se preocupem – eles já têm outro grande baterista aprendendo o material, e ele estará pronto para enfrentar as próximas turnês. Gostaria de agradecer a TODOS na família estendida do Overkill pelos 7 anos e meio de risadas, shows incríveis e diversão ao redor do mundo.”
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Banda de metal mais popular em todos os tempos, o METALLICAfoi responsável por uma mudança de paradigma no gênero que reverbera até hoje. A maioria concorda que isso tem sido feito de forma progressiva desde o álbum de estreia, Kill ‘Em All (1983), mas uma voz proeminente da música pesada pensa diferente.
O W.A.S.P. saiu em uma turnê pela América do Norte em 1985 com o quarteto thrash metal. Seus integrantes viram de perto o impacto imediato dos colegas de profissão. Contudo, em uma entrevista ao radialista Eddie Trunk (transcrição via Blabbermouth), BLACKIE LAWLESS argumentou que eles só se tornaram gigantes mesmo mais à frente.
O vocalista e guitarrista declarou:
“Pra ser bem honesto, METALLICA não se tornou o METALLICA até o…And Justice For All (1988), ao menos no sentido de escala que conhecemos agora. Eles tinham um público fiel antes? Tinham, é claro. Mas ao ponto de se tornarem supersônicos, como são hoje, não.”
Não significa, claro, que a banda era ruim antes. LAWLESS se refere especificamente à caminhada até o topo. Ele disse:
“Isso demora um tempo para acontecer. E literalmente planetas se alinharam para eles. Digo, eles tinham feito …And Justice For All. O Black Album (1991) sai e tem aquela música [‘Enter Sandman’] nele, cara. E a história é reescrita a partir daquele ponto.”
BLACKIE LAWLESS sobre JAMES HETFIELD
Um aspecto do METALLICA que BLACKIE LAWLESS identificou de cara em 1985 como especial era, ao seu ver, o mais importante. Segundo o líder do W.A.S.P., a estrela do vocalista e guitarrista JAMES HETFIELD era evidente desde aquele momento inicial.
Ele comentou:
“Para mim, o METALLICA é o JAMES. E não digo isso para insultar o resto da banda – de jeito nenhum. Mas sou um cantor, então, me identifico com o vocalista. E até hoje escuto como JAMES carrega as músicas, aquele linguajar de cantor para descrever quando a gente está empurrando a sonoridade. Estamos mandando ver, usando o vocal pra vender a faixa. E o jeito que JAMES faz… digo, ele tinha isso desde então.”
W.A.S.P. e METALLICA
A turnê no formato co-headliner com W.A.S.P. e METALLICA ocorreu ainda no início de 1985, quando o grupo thrash promovia seu segundo álbum, Ride the Lightning (1984). O trabalho os colocou no radar da Elektra Records, que assinou o quarteto de thrash para seu primeiro contrato de major. Lançaram em 1986 Master of Puppets, um sucesso de vendas sem aparecer em rádios ou na MTV.
Por sua vez, o W.A.S.P. já vinha de uma trajetória destacada — e controversa — desde o início. Seu álbum de estreia, homônimo, havia saído em agosto de 1984 e chamou atenção por uma música que sequer estava no tracklist: “Animal (F**k Like a Beast)”.
A canção foi disponibilizada antes como single e provocou a ira do comitê americano Parents Music Resource Center (PMRC), responsável por introduzir selos de “conteúdo explícito” em discos. Entrou para a lista das “Filthy Fifteen”, que reunia composições consideradas subversivas pelo órgão. Para evitar represálias, “Animal (F**k Like a Beast)” acabou retirada da lista de faixas do álbum.
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Toda grande banda formada por veteranos que conclui uma turnê causa, de certa forma, alguma apreensão em seus fãs. O motivo é evidente: pode ser a última vez. O AC/DC deixou esse sentimento ao concluir, no último sábado (17), a sua primeira excursão em oito anos.
O giro encerrado no Croke Park, em Dublin, na Irlanda, serviu para promover o álbum Power Up, lançado ainda em 2020. Como saiu em plena pandemia de covid-19, o disco não havia recebido uma turnê própria. Apenas uma apresentação em 2023, no lineup do festival americano Power Trip, foi realizada como parte deste ciclo.
Não se sabe se a “Power Up Tour”, restrita até o momento a 24 shows na Europa, será estendida por mais tempo e a outros continentes. Rumores apontavam uma visita ao Brasil que acabou por não se concretizar.
Fato é que o grupo hoje composto por BRIAN JOHNSON (voz), ANGUS YOUNG (guitarra) e STEVIE YOUNG (guitarra), completo na estrada por CHRIS CHANEY (baixo) e MATT LAUG (bateria), apresentou-se na capital irlandesa diante de 82 mil pessoas. O repertório de 21 músicas ofereceu clássicos do porte de “Back in Black”, “Highway to Hell”, “Thunderstruck”, “You Shook Me All Night Long”, “Whole Lotta Rosie”, “Rock ‘n’ Roll Train”, “Let There Be Rock”, “T.N.T.”, entre outros.
Confira abaixo o setlist tocado, além de vídeos da apresentação derradeira da turnê.
AC/DC conclui turnê na Irlanda
1. If You Want Blood (You’ve Got It)
2. Back in Black
3. Demon Fire
4. Shot Down in Flames
5. Thunderstruck
6. Have a Drink on Me
7. Hells Bells
8. Shot in the Dark
9. Stiff Upper Lip
10. Highway to Hell
11. Shoot to Thrill
12. Sin City
13. Rock ‘n’ Roll Train
14. Dirty Deeds Done Dirt Cheap
15. High Voltage
16. Riff Raff
17. You Shook Me All Night Long
18. Whole Lotta Rosie
19. Let There Be Rock
Bis:
20. T.N.T.
21. For Those About to Rock (We Salute You)
O DRAGONFORCEé associado a um nível técnico que constantemente testa os limites da capacidade física humana. Entretanto, a banda inglesa também deseja ser reconhecida por sua versatilidade.
Em entrevista a Daniel Dutra para a edição 281 da revista ROADIE CREW (clique aqui para comprar), HERMAN LI falou sobre como finalmente as pessoas estão falando da evolução da banda. O guitarrista garante que a banda não pretende abandonar seu power metal característico, mas, segundo ele, outros elementos têm sido explorados.
Ele disse:
“A cada lançamento, nossos discos estão ficando cada vez mais dinâmicos e diversificados. Não digo que um é melhor do que outro, porque são diferentes ainda que soem como DRAGONFORCE.”LI ofereceu alguns exemplos de como a banda expandiu sua paleta sonora em seu álbum mais recente Warp Speed Warriors, lançado em março último. O músico explicou:
“Ao ouvir ‘Doomsday Party’, você nota que é uma música diferente porque tem aquela ‘metranca’, enquanto ‘Kingdom of Steel’ é um tipo diferente de canção lenta, algo que não havíamos feito antes. E tem ‘Burning Heart’, que é uma faixa típica do DRAGONFORCE, só que de uma maneira diferente, e ainda compusemos a clássica ‘Astro Warrior Anthem’. Ou seja, tem um pouco de tudo, e cada uma atualiza um pouco o som de modo que não fique sempre a mesma coisa. Nós realmente queremos dar o melhor na música que criamos com as grandes mentes que temos na banda.”
A música mais diferente do DRAGONFORCE
As observações de HERMAN deixaram surpreso o entrevistador, que admitiu não ter percebido diferença entre Warp Speed Warriors e outros trabalhos do grupo. A exceção é “Doomsday Party”, citada pelo jornalista “provavelmente a canção menos DRAGONFORCE em toda a história da banda”.
O guitarrista, então, ofereceu uma comparação entre o trabalho desenvolvido com seus colegas e carros esportivos.
“Ah, nós incorporamos as “metrancas” em nossa música desde o primeiro disco, e isso foi continuamente evoluindo nos álbuns seguintes. A melhor comparação que posso fazer em relação ao DRAGONFORCE é que somos como um carro esportivo que existe há anos, e digo que somos um Porsche 911. Algumas pessoas preferem automóveis antigos, então, quando um novo é lançado, elas dizem que tem muita tecnologia, só que outras entendem que essa tecnologia traz inovação e melhorias para o carro.”
A analogia pode parecer estranha à primeira vista, mas LI disse que “entendedores entenderão”. A parte chave, contudo, é o compromisso da banda – atração do Knotfest Brasil 2024 no dia 19 de outubro – de continuar a evoluir.
“Os amantes de carros vão entender o que estou dizendo (risos), e não é diferente no DRAGONFORCE. Estamos sempre melhorando, mas alguns fãs podem preferir menos variedade e apenas velocidade, o que não significa que não tocaremos mais as músicas rápidas, também.”
Cover de TAYLOR SWIFT
As surpresas em Warp Speed Warriors não se limitam à apontada variedade musical. O DRAGONFORCE também fez a escolha inusitada de gravar um cover de “Wildest Dreams”, de TAYLOR SWIFT.
A razão para isso teve a ver com a família de HERMAN LI. Ele conta:
“Eu ouvi essa música tantas vezes, e vou lhe contar por quê. Minha filha, que hoje tem 4 anos, chorava muito quando era bebê, e, para distraí-la, nós colocávamos vídeos da TAYLOR SWIFT para ela. No videoclipe de ‘Wildest Dreams’ há vários animais, então eu também acabei gostando (risos), por isso sugeri fazermos uma versão power metal. E sim, ficou tão rápida quanto qualquer outra música nossa! (risos)”
A entrevista completa de HERMAN LI (DRAGONFORCE) pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #281. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse nossa loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).
Roadie Crew: Dream Theater em destaque na edição #281
A edição #281 da ROADIE CREW traz como destaque de capa entrevista com James LaBrie, vocalista do Dream Theater, que fala sobre o retorno do baterista Mike Portnoy, além da forte ligação da banda com o Brasil. A capa também destaca Powerwolf, uma das maiores bandas de power metal do mundo na atualidade e que acaba de lançar seu novo álbum, Wake up the Wicked.
Entrevistas:
Dream Theater
Cavalera
Powerwolf
Dragonforce
My Dying Bride
Evergrey
Rage
Therion
Six Feet Under
Daath
Zakk Sabbath
Tuatha de Danann
Seções:
Cenário: Gloria Perpetua, Lethal Charge, Royal Rage, Vartroy, Infirmun, Betty Says Damn, Kaledonia e Innocence Lost
Blind Ear: Ben Hur (Electric Mob)
Eternal Idols: James Kottak (Scorpions, Kingdom Come)
Front Cover (Marcelo Vasco): Cavalera – Schizophrenia
Collection: Killswitch Engage
Playlist: João Gordo (Ratos de Porão)
Background: Patrulha do Espaço (Parte 1)
Hidden Tracks: L’Esprit du Clan
ClassiCrew: Deep Purple (1974), W.A.S.P. (1984), Savatage (1994), Edguy (2004)
Profile: Luiz Cardim (Hammerhead Blues)
Pôsteres: Arch Enemy e Mastodon
O álbum mais recente do RATOS DE PORÃO, Necropolítica (2022), foi aclamado por fãs e crítica quando saiu. Não foi difícil vê-lo citado em listas de melhores lançamentos nacionais daquele ano, a exemplo dos rankings da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Rock on Board (com participação de 48 jornalistas da área) e da própria ROADIE CREW, em votação dos leitores. Curiosamente, porém, JOÃO GORDO não é muito fã do trabalho.
Em entrevista a Daniel Agapito para o quadro Playlist da edição 281 da revista ROADIE CREW (clique aqui para comprar), GORDO conversou a respeito de várias músicas de sua carreira. Quando a faixa “Aglomeração” – presente em Necropolítica – virou tópico, o vocalista expressou sua insatisfação quanto ao álbum do qual saiu.
Ele disse:
“Essa música é f#da, é uma das que eu mais gosto do disco. Eu não curto muito esse último disco, ele não foi ensaiado, a gente ‘vomitou’ ele no estúdio.”
Segundo o músico, uma das razões para seu incômodo é o contexto no qual ele se inspirou. Necropolítica foi uma resposta do RATOS à má gestão governamental durante a pandemia de covid-19 e à forma como uma parcela da população se portou no período.
O cantor explicou:
“Esse disco, Necropolítica, é um disco fúnebre, que foi feito enquanto mais de 700 mil pessoas estavam morrendo, com negacionismo no ar, acho um disco bem sinistro. A letra dessa também é bem sinistra, bem sarcástica para esse povo negacionista, ‘neopenteca’, antivacina, ‘ozônio vai no c#, não esqueça a cloroquina’.”Foto: Marcos Hermes
RATOS DE PORÃO e Necropolítica ao vivo
A insatisfação com o trabalho se reflete na ausência de músicas nos repertórios do RATOS DE PORÃO. Apenas duas faixas aparecem em shows da banda atualmente, segundo o cantor.
Ele disse:
“Sabemos tocar umas duas ou três músicas ali, o resto nunca tocamos – e muito provavelmente nunca vamos tocar, a gente morre de preguiça de ensaiar (risos). ‘Aglomeração’ a gente toca, emendamos as duas primeiras nos shows (‘Alerta Antifascista’ e ‘Aglomeração’).”
JOÃO GORDO e “Aglomeração”
Apesar de demonstrar apreço por “Aglomeração”, JOÃO contou que enfrenta um dilema com a música. Não de natureza filosófica, mas sim técnica.
“Só tenho um problema com ela: eu confundo a letra, até hoje não aprendi direito, é uma m#rda isso. É um p#ta som, e a letra é bem interessante.”
A entrevista completa de JOÃO GORDO (RATOS DE PORÃO) no quadro Playlist pode ser lida na nova edição da ROADIE CREW, #281. Para adquirir a revista e recebê-la em casa, acesse nossa loja oficial ou entre em contato pelo fone (11) 96380-2917 (WhatsApp).
Roadie Crew: Dream Theater em destaque na edição #281
A edição #281 da ROADIE CREW traz como destaque de capa entrevista com James LaBrie, vocalista do Dream Theater, que fala sobre o retorno do baterista Mike Portnoy, além da forte ligação da banda com o Brasil. A capa também destaca Powerwolf, uma das maiores bandas de power metal do mundo na atualidade e que acaba de lançar seu novo álbum, Wake up the Wicked.
Entrevistas:
Dream Theater
Cavalera
Powerwolf
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My Dying Bride
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Daath
Zakk Sabbath
Tuatha de Danann
Seções:
Cenário: Gloria Perpetua, Lethal Charge, Royal Rage, Vartroy, Infirmun, Betty Says Damn, Kaledonia e Innocence Lost
Blind Ear: Ben Hur (Electric Mob)
Eternal Idols: James Kottak (Scorpions, Kingdom Come)
Front Cover (Marcelo Vasco): Cavalera – Schizophrenia
Collection: Killswitch Engage
Playlist: João Gordo (Ratos de Porão)
Background: Patrulha do Espaço (Parte 1)
Hidden Tracks: L’Esprit du Clan
ClassiCrew: Deep Purple (1974), W.A.S.P. (1984), Savatage (1994), Edguy (2004)
Profile: Luiz Cardim (Hammerhead Blues)
Pôsteres: Arch Enemy e Mastodon