
Por Fernando Queiroz
Em entrevista exclusiva à ROADIE CREW, o baixista The Viking, personagem do alemão Chris Rodens, do grupo mascarado de power metal europeu Warkings, comentou sobre a tendência atual de bandas anônimas que não mostram o rosto, e se apresentam sob alcunhas — como, por exemplo, o Ghost e o Sleep Token. O músico disse que não vê isso como uma novidade, e cita grandes nomes dos anos setenta como precursores desse formato de banda.

“Acho que isso sempre esteve aí durante toda a história do rock. Talvez tenha começado com Alice Cooper e KISS, que usavam maquiagem e ninguém sabia quem eles eram. Para nós, era só uma ideia que tínhamos e que queríamos fazer.”
Rodens, porém, disse que está cada vez mais difícil manter essa aura de mistério hoje em dia, por conta das redes sociais e dos celulares nos shows (não, ele não criticou o uso dos aparelhos para filmagens e fotos), mas espera que mais bandas sigam essa proposta.
“A ideia de ninguém saber quem você é, especialmente hoje em dia, com as redes sociais e os celulares, que podem tirar fotos e gravar de qualquer lugar que esteja, a qualquer momento, muitos cantores não são mais um segredo e mistério. Mas eu acho que deveria ser um pouco mais assim.”
O Warkings vem sendo destaque nos festivais europeus, agora como um quinteto após a entrada oficial da vocalista turca Secil Sen, sob a alcunha de Morgana le Fay. O grupo conta com cinco álbuns de estúdio, sendo o último, Armageddon, lançado este ano.
A entrevista completa com o Warkings você confere na nova edição da ROADIE CREW, #288, que já está disponível para venda.
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