Nesta sexta, 17 de abril, Porto Alegre será palco de um dos retornos mais aguardados do Heavy Metal nacional. Em uma produção da Arena Produtora, o HANGAR se apresenta no Espaço Marin após um hiato de oito anos sem tocar na capital gaúcha. A noite promete ser especial, contando com convidados de peso no palco principal e show de abertura do Ritualist.
Formado no final dos anos 1990, o Hangar construiu uma das trajetórias mais sólidas e respeitadas da música pesada brasileira. Unindo técnica apurada, peso e melodias marcantes, a banda lançou álbuns aclamados que se tornaram referência no Power e Heavy Metal sul-americano. Celebrando esse legado e marcando o aguardado reencontro com os fãs gaúchos, o grupo prepara um repertório muito especial que revisita seus clássicos.
A atual formação da banda conta Pedro Campos (@pedrocamposvoz) no vocal, Cristiano Wortmann (@cristianowortmann) e Guto Gibson (@gutogibson) nas guitarras, Fabio Laguna (@fabio_laguna) nos teclados, Nando Mello (@nando_mello) no baixo e Aquiles Priester (@aquilespriester) na bateria. Para tornar a apresentação ainda mais memorável, o show do Hangar contará com a participação especial de Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex-Hangar e Panic), respectivamente vocalista e guitarrista do Phornax, que subirão ao palco para somar forças com o sexteto.
A missão de aquecer o público ficará a cargo do Ritualist, que fará o show oficial de lançamento de seu novo álbum, “Awakening Protocol”. O disco traz uma sonoridade que funde o Heavy Metal tradicional a elementos modernos e extremos, guiado por uma narrativa distópica sobre o conflito entre a natureza humana e o avanço tecnológico.
O evento acontece no Espaço Marin, que conta com uma grande infraestrutura física e tecnológica de áudio e iluminação de ponta. Com vendas de ingressos via Ticket Arena, o local oferece opções que dão acesso a mesas, camarotes com sofás e ingressos especiais para a melhor experiência possível do público de Porto Alegre.
Assista: CHAMA foi gravado no Platinum Underground Studio em Mesa, Arizona, sob o comando de John Aquilino. Veterano em colaborações com Max e companhia, Aquilino vai além do talento como engenheiro de som, sendo um grande amigo da família. A produção do álbum ficou a cargo de Zyon Cavalera e Arthur Rizk, sendo que Rizk também assina a mixagem e masterização. Com um histórico de diversos trabalhos junto à família Cavalera, Rizk é hoje uma das figuras centrais na definição da sonoridade do heavy metal moderno. Para a identidade visual, o SOULFLY recrutou Carletta Parrish, responsável pela arte da capa. Nas sessões de gravação, o baixo foi assumido por Igor Amadeus Cavalera (Go Ahead & Die, Nailbomb, Healing Magic) e as guitarras por Mike De Leon. O disco traz ainda participações de peso, como Dino Cazares (Fear Factory) e Todd Jones (Nails).
Chama
1. Indigenous Inquisition
2. Storm the Gates
3. Nihilist
4. No Pain = No Power
5. Ghenna
6. Black Hole Scum
7. Favela / Dystopia
8. Always Was, Always Will Be…
9. Soulfly XIII
10. Chama
A formação do SOULFLY em Chama é:
Max Cavalera | Voz e Guitarra
Igor Amadeus Cavalera | Baixo
Zyon Cavalera | Bateria
Mike De Leon | Guitarra
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