Categoria: Roadie News

  • EPICA – 27 de outubro de 2019 – Rio de Janeiro/RJ

    EPICA – 27 de outubro de 2019 – Rio de Janeiro/RJ

    O que esperar de uma banda que esteve no Rio de Janeiro e no mesmo Circo Voador no ano anterior? No caso do Epica, a questão não é o fato de a apresentação em março de 2018 ter sido parte da turnê de The Holographic Principle (2016), enquanto desta vez a banda holandesa estava comemorando os dez anos de Design Your Universe, um daqueles álbuns apontados pelos fãs como o favorito. Não, no caso do Epica, a questão é que o grupo pode voltar ano sim, ano também que vai encontrar casa cheia e fãs de braços abertos. Mais do que isso, é interessante chegar à conclusão de que o sexto show na cidade nada maravilhosa foi provavelmente o melhor de todos desde a primeira vez, em 2005 – aliás, cinco foram somente nesta década (2010, 2012, 2015, 2018 e 2019).

    Tudo bem. Pode ser a empolgação recente, uma vez que todas cinco apresentações anteriores foram acima da média – sim, o Epica é muito bom de palco. Pode ser também que o repertório com nove músicas de Design Your Universe tenha ajudado, mas a verdade é que aquela noite de domingo mostrou ser especial a partir do momento em que, na ordem e com o prelúdio Samadhi rolando nos PAs, entraram no palco Ariën van Weesenbeek (bateria), Coen Janssen (teclados, fazendo aviãozinho), Mark Jansen e Isaac Delahaye (guitarras e vocais guturais), Rob van der Loo (baixo, único da atual formação que não gravou Design Your Universe) e, já com Resign to Surrender arrepiando, Simone Simons (vocal).

    Epica

    Mas por que parecia especial? Não era só a animação do público que lotou a lona mais famosa do Rio, mas também a percepção de que havia algo errado no palco, digamos assim. Ao fim da arrasadora trinca de abertura do quarto disco de estúdio – exatamente, as espetaculares Unleashed e Martyr of the Free Word foram tocadas na sequência –, algo estava bem claro: parada no centro do palco, balançando os cabelos e interagindo com a plateia de lá mesmo, Simone parecia cansada, o que poderia ser justificado pela extenuante agenda da turnê. Não era isso, mas uma indisposição gástrica que acometeu também Jansen, que, de fato, parecia muito mais concentrado em seu instrumento do que o normal, apesar de não poupar sorrisos.

    Mark Jansen

    Mas o que isso significou? Nada. Vamos adiantar um pouco o repertório, direto para Burn to Cinder, que ficou espetacular ao vivo e jogou todos os holofotes no fim para Simone, que continuou a brilhar na belíssima Tides of Time. Desconforto estomacal? Meu amigo, se ela já estava cantando muito desde o início, aqui deixou todo mundo de queixo caído, dos que não perceberam nada aos que notaram que alguma coisa estava errada. Ironicamente, no entanto, o fato de a vocalista não ter se movimentado tanto pode ter ajudado as fãs a prestarem mais atenção ao seu vestuário. “Nossa, que vestido bonito que ela está usando”, disse uma admiradora, completando, algumas músicas depois, quando a viu em cima do praticável entra o teclado e a bateria. “Que sapato lindo! Queria saber onde ela comprou.” Tenho certeza de que foi uma indireta para o namorado, então segue a foto dos sapatos para o rapaz correr atrás. O Natal está chegando.

    Simone Simons

    E sim, presente no Instagram como fotógrafa amadora, modelo involuntária e especialista em maquiagem (ela é embaixadora de uma famosa marca de cosméticos), Simone inspira muitas mulheres. E isso é ótimo, convenhamos, mas de nada adiantaria sem o talento musical, e é por isso que todo Epica continua em ascensão. Antes do momento ‘fashion’, a banda tinha feito bonito em Our Destiny (com uma bela iluminação verde para compor o cenário) e Kingdom of Heaven, cujo instrumental mais intrincado, com uma ótima inserção de violão, mostra como as entradas de van Weesenbeek e Delahaye, dois músicos com background de metal extremo, foram benéficas ao Epica.

    Epica

    E você se lembra da menção ao fato de a banda ser muito boa de palco? Talvez pelas limitações temporárias de Simone e Jansen, Delahaye e Janssen resolveram brincar, interagir e levar suas performances a outro nível, tipo tocar depois de beber uma dúzia de latinhas de energético. Cada um. Deu ainda mais gosto de ver, algo que van der Loo pouco conseguiu, afinal, praticamente não parava de bater cabeça e sacudir as longas madeixas. Quando o fez, abriu um enorme sorriso ao notar a festa constante que os fãs faziam na pista e na arquibancada. “Vocês querem mais uma? É uma música do The Quantum Enigma, e Começamos a tocá-la nesta turnê”, disse Simone ao anunciar In All Conscience, que ficou sensacional e nem pareceu soar como novidade para os fãs.

    Epica

    “Vocês querem cantar comigo?”, perguntou Simone mais uma vez. Seu desejo é uma ordem, ainda mais quando a música é Cry for the Moon, o hino máximo do álbum de estreia, The Phantom Agony (2003), lançado quando a vocalista mal havia atingido a maioridade. E foi a catarse esperada por todos, uma vez que se trata fácil, fácil de uma das favoritas de cada fã nestes 16 anos de Epica, e nem mesmo o solo de van Weesenbeek no fim, meio de zoeira mesmo, esfriou o clima. Para fechar o set antes do protocolar bis, Design Your Universe até poderia ter ficado para fechar a noite, uma vez que, além de ser a faixa-título do álbum que é a razão da turnê, o fim com piano e voz, ressaltado pela luz vermelha em cima de Simone, resultou num clima todo especial.

    E o bis? “Que calor! Este é o show mais quente até agora”, disse Janssen, depois de soltar as notas de We Will Rock You, do Queen, em seu keytar. “É por causa do clima ou são vocês? Ah, vocês é que são lindos. Não podemos nos esquecer disso. Fazem moshpit sem que precisemos pedir.” Depois do tecladista, estava aberto talk show. “A palavra da noite e ‘mais’”, brincou Delahaye, estendendo a diversão ao colocar a plateia para, claro, pedir mais. “Olá! Tudo bem, metaleiros?”, perguntou van Weesenbeek, obviamente de maneira nada pejorativa. Mas era hora de música, e Sancta Terra deu o pontapé num encore que contou com Simone empunhando bandeiras do Epica e do Brasil, obviamente com uma intenção bem diferente da dos “cidadãos do bem” que transformaram a bandeira nacional e a camisa da seleção brasileira em símbolos indesejáveis.

    Epica

    Mas como a verdadeira intenção era celebrar, Delahaye pediu que os fãs abrissem uma roda na pista. E os fãs abriram. Janssen ameaçou descer para tocar no pit. E desceu. Foi uma festa, realmente, mas uma que não poderia acabar ali. “Vocês fazem moshpit, batem cabeça e se divertem demais. Vocês são o melhor público, e é por isso que os amamos”, disse Simone, com um enorme sorriso no rosto e jeito de que valeu mesmo qualquer esforço para realizar o show. “Estão prontos para pular?”, perguntou a vocalista antes de anunciar Beyond the Matrix, que quase colocou a casa abaixo.

    Coen Janssen

    Quase porque o derradeiro desfecho, com Consign to Oblivion, começou com um ‘wall of death’ pedido por Simone e, claro, atendido com prontidão pela plateia. Um encerramento apoteótico, com a banda distribuindo coraçõezinhos e estendendo a permanência no palco para reverenciar seus fãs cariocas. E nem mesmo a ausência de Quietus e da dobradinha com Deconstruct e Semblance of Liberty, que ficaram fora certamente por causa dos problemas como Simone e Jansen, macularam aquele que foi mesmo o melhor dos seis shows da banda holandesa no Rio de Janeiro em quase 15 anos de relacionamento. Pontos para os fãs cariocas do Epica – não necessariamente para os fãs cariocas de metal, que estão devendo – e para a banda, que já pode começar a planejar a volta para 2020.

    Simone Simons

    Setlist
    1. Resign to Surrender
    2. Unleashed
    3. Martyr of the Free Word
    4. Our Destiny
    5. Kingdom of Heaven
    6. In All Conscience
    7. The Price of Freedom
    8. Burn to a Cinder
    9. Tides of Time
    10. Cry for the Moon
    11. Design Your Universe
    Bis
    12. Sancta Terra
    13. Beyond the Matrix
    14. Consign to Oblivion

  • IRON MAIDEN: “Tocamos nossas músicas no tom original”, diz Bruce Dickinson

    IRON MAIDEN: “Tocamos nossas músicas no tom original”, diz Bruce Dickinson

    Durante sua passagem por Viena, Áustria, em 27 de outubro, o vocalista do IRON MAIDEN, Bruce Dickinson, falou sobre sua técnica de aquecimento vocal e sua insistência em tocar as músicas da banda em seu tom original.

    Ele disse: “As pessoas me perguntam: ‘Como você aquece sua voz antes de um show?’ E, na verdade, eu faço cerca de cinco minutos – só isso. Antes disso, se estamos apenas começando uma turnê, faço um pouco mais do que isso. Quando entramos nela e estamos [fazendo shows] três ou quatro vezes numa semana, normalmente, eu conheço minha voz e consigo entrar em cinco minutos – boom! – desde a primeira música, que é Aces High. Então, [aponta o dedo para o teto do local para indicar notas altas], seguimos com Where Eagles Dare, que é [aponta para o teto novamente]. Então, começamos com algumas músicas muito altas, e coisas assim, e depois a coisa acalma um pouco, e fica super difícil no final, onde você tem Hallowed [Be Thy Name] e Run To The Hills, essas coisas. Portanto, é um cenário bastante difícil de cantar”.

    “Fazemos todas as nossas músicas no MAIDEN, tocamos todas como na música original”, continuou ele. “Não baixamos o tom, como outras pessoas fazem. Não fazemos nada disso. Suponho que se um dia for necessário, precisaremos fazer, mas não precisamos fazê-lo agora, e acho que as músicas soam melhor como resultado disso. Elas devem ser tocadas nesse tom”.

    O IRON MAIDEN, que passou pelo Brasil recentemente, lançou seu mais novo álbum de estúdio, intitulado The Book Of Souls em 2015. Depois disso, a banda lançou o álbum ao vivo The Book of Souls: Live Chapter, em 2017.

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  • STEVE STEVENS: “O plano é continuar com Billy Idol”

    STEVE STEVENS: “O plano é continuar com Billy Idol”

    O guitarrista STEVE STEVENS – que se tornou mundialmente conhecido por sua longa e bem-sucedida parceria com o vocalista BILLY IDOL – concedeu entrevista para a edição atual da revista ROADIE CREW, e disse que “o pano é continuar com Billy Idol”.

    Além da parceria que rendeu sucessos como Rebel Yell, White Wedding, Eyes Without A Face e Dancing With Myself, Stevens tem uma carreira longa e frutífera, que encontrou ainda um novo caminho na banda DEADLAND RITUAL, que traz ainda em sua formação o baixista Geezer Butler (BLACK SABBATH), o baterista Matt Sorum (THE CULT, GUNS N’ ROSES) e o vocalista Franky Perez (APOCALYPTICA).

    Sobre o trabalho no DEADLAND RITUAL, Stevens foi enfático: “Em primeiríssimo lugar, isso jamais foi abordado como um projeto. Sempre foi visto como uma banda, inclusive o modo como gravamos (…). Agora é só torcer para que em termos de logística eu consiga equilibrar tudo. Tomara que as duas bandas coexistam”.

    Ele também confirma que existem planos para um novo álbum de BILLY IDOL: “também temos composto novas músicas. O plano é continuar com Billy Idol”.

    A entrevista completa com STEVE STEVENS está na edição #248 da ROADIE CREW, que já está disponível nas bancas e aqui no site da revista. Para adquiri-la, clique aqui.

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  • CONVERGE vem ao Brasil pela 1º vez em março de 2020

    CONVERGE vem ao Brasil pela 1º vez em março de 2020

    A espera enfim terminou. A Powerline orgulhosamente anuncia a histórica banda norte-americana Converge para fazer a tão aguardada estreia no Brasil – será show único, dia 21 de março de 2020, no Carioca Club, em São Paulo. Após quase 30 anos de carreira, o quarteto vem ao país como ícone absoluto do hardcore metal, dono de álbuns com status de clássicos devido à genialidade da profundidade e peso das composições de impacto descomunal.

    Pioneiros nos idos dos anos 90 na mistura entre o hardcore e o metal, o quarteto de Salem, próximo a Boston, é, sem dúvida, uma das bandas mais pedidas nas últimas duas décadas para se apresentar no país. São seguidos de perto por uma enorme legião de fãs, fanáticos pelas diversas texturas sonoras e a aura caótica oferecidas em doses cavalares, numa intensidade e dinâmica comparadas ao que fazem bandas tão seminais quanto, como Neurosis, The Dillinger Escape Plan e Norma Jean.

    O Converge é mundialmente conhecido pelo autêntico – e pontual – rótulo ‘hardcore torto’, devido aos criativos, estridentes, pesados, carregados de groove e às vezes ora progressivos, ora complexos riffs. A pluralidade do Converge é criar músicas que dilaceram e, quase num mesmo instante, trazem conforto. A ousadia também é uma constante na carreira da banda: facilmente se encontra elementos de outras vertentes entre as músicas, como punk, thrash metal e até noise, sem nunca perder o fio condutor agressivo e barulhento.

    O mais recente lançamento, o oitavo álbum da discografia, é The Dusk in Us (2017), que trilha os mesmos caminhos do anterior, o aclamado All We Love We Leave Behind (2012, com resenhas de destaque na Pithfork, Kerrang e Consequence of the Sound). Aqui, Jacob Bannon (vocal), Kurt Ballou (guitarra), Nate Newton (baixo) e Ben Koller (bateria) soam mais melódicos e menos ríspidos do que o clássico Jane Doe (2001), quase que unânime como um dos discos mais influentes da música pesada dos anos 2000.

    Muito dos louros do Converge, aliás, é graças à criatividade e experiência do guitarrista Kurt, também um renomado produtor – é proprietário do estúdio GodCity, onde gravam High on Fire, Everytime I Die, Cave In, Orchid, Iron Reagan, entre outras. O baixista Nate é outro membro com uma intensa carreira paralela ao Converge: divide seu tempo como guitarrista e vocalista do supergrupo de sludge Old Man Gloom, além de também estar à frente do Doomriders e, recentemente, ter sido o baixista do Cavalera Conspiracy (banda formada pelos irmãos ex-Sepultura, Igor e Max).

    De uma banda histórica, a expectativa é nada menos do que um show histórico para marcar a estreia do Converge no Brasil, fazer vale a pena a espera de décadas e ser um daqueles eventos que pessoas lembrarão e comentarão por anos a fio.

    A arte do poster da turnê sul-americana, que também tem um data em Santiago, no Chile (20/3, no Blondie), foi produzida pelo vocalista Jacob Bannon.

    SERVIÇO Converge em São Paulo (21/3/2020) Evento: https://www.facebook.com/events/719340981914810 Data: 21 de março de 2020 Horário: 18 horas Local: Carioca Club (rua Cardeal Arcoverde, 2899, São Paulo/SP) Ingresso: R$ 120,00 (1º Lote, meia promocional e estudante); R$ 180 (1º Lote, inteira) Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4585/converge-em-sao-paulo Venda física: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – Centro, SP) Classificação etária: 16 anos

    Foto da banda: David-Robinson

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  • JUPITERIAN: Banda fará turnê pelo Brasil com 12 datas

    JUPITERIAN: Banda fará turnê pelo Brasil com 12 datas

    O quarteto de Death/Doom/Sludge Metal, Jupiterian terá 12 shows pelo Brasil no próximo mês. A banda fará algumas datas com as bandas Beheaded (Malta) e Nervochaos. Em outras, além das duas, entra a banda Impiety (Singapura). Essa turnê – assim como as tours separadas dessas bandas – é de responsabilidade da Tumba Productions.

    Confira:
    JUPITERIAN Brazilian Tour 2019
    16/11 – São Paulo/SP @The House**
    1711 – Belo Horizonte/MG @Mister Rock**
    20/11 – Rio de Janeiro/RJ @La Esquina*
    21/11 – Natal/RN @El Rock*
    22.11 – Belém do São Francisco/PE @Lounge Tuile*
    23/11 – Teresina/PI @Bueiro do Rock*
    24/11 – Vitoria/ES @Blackbox*
    27/11 – São Jose/SC @Beco*
    28/11 – Cuiabá/MT @Cavernas Bar*
    29/11 – Campo Grande/MS @Casa da Arvore*
    30/11 – Recife/PE @Estelita* + Besatt
    01/12 – São Luis/MA @Fanzine*

    *com Nervochaos + Beheaded
    **com Nervochaos + Beheaded + Impiety

    O Jupiterian foi formado em 2013, em São Paulo e ficou conhecido por sua atmosfera sombria, onde os músicos se apresentam encapuzados e escondem suas identidades. Sendo assim, a formação traz †V (guitarra e vocal), †A (guitarra), †R (baixo) e †P (bateria).

    As letras falam de Mitologia, cosmos, ocultismo, H.P. Lovecraft, terror e ficção.

    Eles possuem os álbuns “Aphotic” (15) e “Terraforming” (17), além dos EP’s, “Archaic” (2014) e “Urn” (2017).

    Assista o Jupiterian com “Unearthly Glows” ao vivo:
    https://www.youtube.com/watch?v=fTGCySuV67M

    Páginas relacionadas:
    www.facebook.com/jupiteriansect/
    www.facebook.com/tumbaproductions/

     

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  • CHILDREN OF BODOM: Confira o vídeo oficial para “Hexed”

    CHILDREN OF BODOM: Confira o vídeo oficial para “Hexed”

    O novo vídeo dos finlandeses do CHILDREN OF BODOM, Hexed, pode ser visto abaixo. A música é parte do décimo álbum da banda, Hexed, que foi lançado em 8 de março de 2019 pela Nuclear Blast Records.

    A RMIT University da Austrália trabalhou no clipe animado nas últimas 15 semanas, com os produtores Aaron McLoughlin e Simon Norton passando cerca de 3000 horas com sua equipe para criar o vídeo.

    Aaron afirma: “Como sempre, gostamos de criar algo que se adapte ao que a banda produz, por isso nos inspiramos nas letras das músicas e nas imagens monocromáticas encontradas nos vídeos e na arte do novo álbum do CHILDREN OF BODOM. Decidimos que um filme de terror em preto e branco seria legal – ambientado em um lago, é claro! E tivemos que incluir uma aparição de Roy, obviamente!”

    Sobre o novo álbum, Alexi comentou anteriormente: “As pessoas tem dito que esse álbum é mais cativante. Então comecei a pensar sobre isso; talvez a estrutura da música seja mais fácil de entender quando ouvimos. Mas há alguma coisa louca lá – algo quase progressivo ou pelo menos técnico. Há certas melodias em todo o álbum que poderiam ter vindo de canções de jazz, embora elas sejam completamente metal com a gente, é claro. [Risos]”

    “Para mim, sempre foi muito difícil descrever nossa nova música”, comenta o baixista Henkka Seppälä (também conhecido como Henkka T. Blacksmith). “De certa forma, sempre me parece familiar, mas o material novo também sempre me surpreende. Aqui temos algo que é muito BODOM, mas que, de alguma forma, nós não fizemos esse tipo de coisa, possivelmente nunca antes. Então, novamente, alguém disse que há uma ‘vibe’ um pouco semelhante àquela que Follow The Reaper teve. Eu não sei. De qualquer forma, nós tivemos muita dificuldade em escolher as músicas para os vídeos. Eu acho que este é um problema positivo de ter”.

    Hexed levou o CHILDREN OF BODOM de volta ao Danger Johnny Studios da Finlândia, onde a banda se reuniu com Mikko Karmila (I Worship Chaos, Halo Of Blood, Hatebreeder, Follow The Reaper e Hate Crew Deathroll) que gravou tudo exceto os teclados, e também produziu o álbum com a banda. Janne Wirman gravou os teclados no Beyond Abilities Studios. O álbum foi mixado e masterizado no Finnvox Studios em Helsinki, Finlândia.

    Para este álbum, a banda recrutou Deins Forkas para criar a capa do álbum. Henkka comentou: “Por alguns anos eu quis experimentar uma abordagem diferente com a arte da capa. Estamos tão acostumados com a arte digital, então é muito difícil fazer outra coisa. Fazer isso completamente com um computador é um pouco seguro e conveniente demais. Esta vez todos nós concordamos em tentar voltar à velha escola. Encontramos este cara e demos para ele algumas instruções simples – a capa tem que ser roxa e o ceifeiro tem que ser central. Meio ano depois, nós recebemos o seu trabalho, e com pequenos ajustes, agora temos a capa de Hexed. É muito diferente do que estamos acostumados, até mesmo o Reaper parece diferente, mas ao mesmo tempo muito assustador”.

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  • Paul Stanley (KISS) recorda a primeira vez que viu o LED ZEPPELIN

    Paul Stanley (KISS) recorda a primeira vez que viu o LED ZEPPELIN

    Em uma nova entrevista ao podcast “Let There Be Talk” de Dean Delray, Paul Stanley, vocalista do KISS, lembrou a primeira vez que assistiu a um show do LED ZEPPELIN, quando tinha apenas 17 anos e morava em Nova York.

    “Eu vi o ZEPPELIN, acho que era agosto de 69 – entre o primeiro e o segundo álbum”, disse Stanley. “E eles estavam tocando What Is And What Should Never Be, algumas dessas faixas, e Jimmy [Page] tinha seu arco e eles estavam movendo sua guitarra para a esquerda e para a direita, para que ele pudesse mirar.

    “Fiquei absolutamente deslumbrado”, continuou ele. “Até hoje, eu nunca vi nada que fosse tão perfeito. Não apenas em termos de sincronicidade e do fato de todos estarem no mesmo plano – era a energia sexual que estava saindo do palco, a extravagância, a atitude confiante. Eu acho que eles sabiam o quão grande eles eram. E eu era apenas…

    “Antes de tudo, a banda era espetacular e tocava – eu não usaria palavrões – mas eles tocavam mais que bem… Então, eles eram incríveis. E Robert Plant estava cantando como algo de outro planeta. Ele estava alcançando as notas sem esforço, e havia tanta bravata em tudo o que estavam fazendo, que me surpreendeu.”

    Em janeiro passado, o KISS iniciou sua segunda turnê de despedida, nomeada End Of The Road, que deve ocorrer até o final de 2021.

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  • A SORROWFUL DREAM: Vídeo clipe de “Passion” conta com belíssima produção

    A SORROWFUL DREAM: Vídeo clipe de “Passion” conta com belíssima produção

    A banda gaúcha de Dark Metal A SORROWFUL DREAM está divulgando o vídeo clipe da música “Passion”, título que dá nome ao seu último álbum, lançado em 2015.  Formado por Éder Macedo (vocal), Josie Demeneghi (vocal), Geovane “Tuko” Lacerda (baixo), Mari Vieira (teclados), Aurélio Martins (guitarra), Lucas Vargas (guitarra/violinos) e Marcelo Dornel (bateria), o grupo contou com a produção do Estúdio Nitro na concepção do vídeo, com os atores Camila Mendes, Samara Luize e Christopher Martins sendo auxiliados pela figurinista Preta Vargas.

    Éder Macedo diz que a música diz muito sobre o álbum e sobre a própria banda, na ativa há 23 anos e com um excelente currículo musical: “A música diz que qualquer enlevo, epifania, graça ou redenção se dá através de um percurso, uma paixão, um trajeto de busca e de dor. Diz que nos tornamos potencialmente o que somos, quando enfrentamos próprios medos, agruras e frustrações. Diz que, só assim, nos tornamos responsáveis por nós e pelo mundo.”.

    Assista ao vídeo clipe:

    https://youtu.be/Lm_J8KjGcJM

     A SORROWFUL DREAM tem apostado na criação de lyric videos, clipes e vídeos de apresentações para divulgar seu trabalho, em complemento aos álbuns “Toward Nothingness” (2009) e “Passion” (2015), almejando alcançar um público maior não apenas dentro do seu nicho voltado ao Dark Metal, mas também aos fãs de Metal em geral. No background do grupo há influências que vão desde a Música Clássica, passando pelo Pop até chegar ao Heavy, Death, Doom e Gothic Metal. Tendo em vista este grande mix de influências, o septeto sempre buscou criar uma sonoridade única, e hoje se pode dizer tranquilamente que a banda alcançou este objetivo. Um destaque recente de sua discografia é a participação do tributo Heavy Metal ao Roxette, lançado em 2017. O cover de “Spending My Time” foi gravado e produzido por Sebastian Carsin, do estúdio Hurricane, de Porto Alegre. O tributo foi lançado pela produtora russa GSP Magazine, contendo inclusive mais duas bandas gaúchas, Seduced by Suicide e From Autumn.

    Assista ao vídeo de “Spending My Time” no Metal Sul Festival:

    www.youtube.com/watch?v=qtondCCSVVs

    Contatos: Site oficial: www.asorrowfuldream.com Facebook: www.facebook.com/asorrowfuldream Twitter: www.twitter.com/asorrowfuldream Instagram:  www.instagram.com/asorrowfuldream

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • FORKILL: Mini-tour “The 3 Dates of Thrash” chega a São Paulo no final de semana

    FORKILL: Mini-tour “The 3 Dates of Thrash” chega a São Paulo no final de semana

    Sinônimo de Thrash Metal, a banda carioca FORKILL voltará a tocar em São Paulo neste final de semana, na mini-tour “The 3 Dates of Thrash”, ao lado das bandas Savant e Scars. O giro terá inicio na sexta-feira, dia 01/11 e vai até o domingo. O primeiro show será realizado em São José dos Campos, no Lado B Rock Bar, onde também participará a banda Morfolk. No sábado será a vez do Espaço Som, na capital, receber o trio, e no domingo, a tour terá encerramento em Campinas, no Hey Bulldog.

    Agora com Igor Rodrigues no comando dos vocais e guitarra, Ronnie Giehl (guitarra), Gus Nascimento (baixo) e Rodrigo Tartaro (bateria) seguem divulgando “The Sound of the Devil’s Bell”, segundo registro desta já consagrada banda carioca. Em resenha no Whiplash, o CD foi altamente elogiado pelo redator Thiago Barcellos, onde fiz que “A banda mostra ao longo do disco as influências clássicas de Thrash, mas algo da escola alemã (Kreator, Destruction) e principalmente Sepultura saltam aos meus ouvidos, mas a grande parada é que o Forkill consegue ter a sua própria cara, e não soa como cópia.”

    Confira a resenha:

    https://whiplash.net/materias/cds/308993-forkill.html

    01/11 – Lado B Rock Bar – São José dos Campos/SP

    02/11 – Espaço Som – São Paulo/SP

    03/11 – Hey Bulldog – Campinas/SP

    Ouça “The Sound of the Devil’s Bell” no Spotify:

    https://spoti.fi/2VfjUZt

     Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/forkill.thrash

    Instagram: www.instagram.com/forkill_thrash

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • ORTHOSTAT: Ao lado de Apostles Of Perversion, Khrophus, Armum e Rest In Chaos em ‘weekend tour’ por Santa Catarina

    ORTHOSTAT: Ao lado de Apostles Of Perversion, Khrophus, Armum e Rest In Chaos em ‘weekend tour’ por Santa Catarina

    Visando divulgar ainda mais seu atual trabalho “Monolith Of Time”, a banda de Death Metal ORTHOSTAT confirmou três grandes apresentações por Santa Catarina, que acontecerá entre os dias 07 e 09 de novembro.

    A primeira delas – 07/11/2019 – será no ‘Brutal Fest’ em São José/SC, e contará com os espanhóis do Apostles Of Perversion, os goianos do Armum e o trio Khrophus, confira o cartaz:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ORTHOSTAT_Sao_Jose.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2414015828821247/

    No dia seguinte (08/11/2019) o mesmo line up viaja até Balneário Camboriú/SC para se apresentar no lendário Open Bar Music & Art, onde ocorre o ‘Open Brutality Fest’. Os catarinenses do Rest In Chaos ingressam no cast, deixando o evento ainda mais brutal, veja:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ORTHOSTAT_BC.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2356026061276626/

    No sábado, 09/11/2019, acontece em Jaraguá do Sul/SC a quarta edição do ‘NeHell Festival’, onde as bandas supracitadas fecham a ‘weekend tour’ com chave de ouro, confira:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ORTHOSTAT_Jaragua.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/486869188809997/

    A versão física de “Monolith Of Time” chegou ao público em maio deste ano, pelo selo Tales From The Pit Records. Para adquirir, por apenas R$ 20,00 (+frete), escreva para [email protected] ou pelo Facebook em www.facebook.com/OrthostatDM e solicite mais informações.

    Encontre-o também nas principais plataformas de streaming:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/6aUvHqS0brqUaLVt42WRuJ
    iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/monolith-of-time/1450238435
    Napster: https://us.napster.com/artist/orthostat
    Claro música: https://www.claromusica.com/album/6834010
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    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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