Categoria: Roadie News

  • Divulgada data e detalhes do lançamento de “Servus”, novo disco do UGANGA

    Divulgada data e detalhes do lançamento de “Servus”, novo disco do UGANGA

    O Uganga é um dos grupos mais expressivos e relevantes do rock pesado brasileiro. Acumula mais de 25 anos de carreira, lançou quatros álbuns de estúdio e um disco ao vivo gravado na Alemanha. Já realizou shows por quase todas as regiões do Brasil, participou dos mais importantes festivais e fez duas turnês europeias que juntas somam 28 shows em 13 países.

    Boa parte dessas produções do Uganga, sejam projetos de gravação ou circulação (turnês), têm recebido incentivo através de políticas públicas de cultura, comprovando a relevância do trabalho da banda, seja em seu sentido artístico/subjetivo ou sócio-cultural.

    “Servus”, o quinto álbum de estúdio do grupo mineiro, não foge à regra. O disco foi financiado por dois relevantes prêmios, o Wacken Foundation, organização alemã sem fins lucrativos idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air – o maior festival de heavy metal do planeta – e que apoia projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do globo, tendo nomes como o de Alice Cooper entre os doadores, e também pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) de Uberlândia, Triângulo Mineiro, de onde a banda é originária. “A parceria com o Wacken Foundation foi mais uma vitória da banda e equipe à custa de muito suor, estrada, planejamento e amor à camisa” – declarou o vocalista Manu Joker. “Trata-se do maior festival do planeta! Por sermos uma banda latino-americana tocando em um país como o Brasil e todas as suas dificuldades, essa ajuda financeira torna-se ainda mais bem-vinda. Mas só de ter o logo do Wacken no trabalho já nos deixou honrados. Se pessoas ligadas ao Wacken se interessaram por nós, então nosso trabalho está valendo a pena.” “Servus” definitivamente vale a pena! O quinto disco de estúdio do Uganga foi gravado no estúdio Rock Lab em Goiânia/GO onde a banda registrou seu álbum anterior, o aclamado “Opressor”. Gustavo Vazquez e o próprio vocalista Manu Joker assinam a produção desse trabalho que significa a coalisão da identidade sonora que o grupo lapidou nos álbuns “Vol. 3” e “Opressor” com o aspecto mais experimental dos dois primeiros trabalhos, “Atitude Lótus” e “Na Trilha do Homem de Bem”.

    “Se com os dois álbuns anteriores definimos a nossa sonoridade, Servus é um olhar adiante, para o futuro”, afirma Manu. “Mas também consigo ver elementos de todos os nossos outros discos nas novas músicas. Em Servus a banda se arriscou por caminhos onde ainda não foi. Não se trata de estudar o mercado ou seguir tendência. Música é algo muito sagrado para perder tempo com isso. Há mais de duas décadas fazemos peso e groove pois amamos esses dois mundos. Navegar por caminhos aparentemente distintos como o som extremo ou algo diametralmente oposto, nunca nos assustou.” 

    “Servus” será lançado no próximo dia 29 de Março em formato CD-Digipack e também distribuído para todas as principais plataformas digitais. Um evento fechado apenas para imprensa e convidados será realizado no mesmo dia no “Espaço Som” em São Paulo. Manu Joker, Thiago Soraggi, Christian Franco, Lucas “Carcaça”, Raphael “Ras” Franco e Marco Henriques apresentarão um pocket-show exclusivo com músicas de “Servus” e outras novidades. “Servus” reúne 13 faixas: “Anno Domini” (Intro), “Servus”, “Medo”, “O Abismo”, “Dawn”, “Imerso”, “7 Dedos”, “Couro Cru”, “Hienas”, “Lobotomia”, “Fim de Festa”, “E.L.A.” e “Depois de Hoje…”. O desenho da capa de “Servus” foi desenvolvido pelo artista pernambucano Wendell Araújo que já trabalhou com outras bandas de destaque como Ratos de Porão e Cólera. Assista o videoclipe da faixa título no Youtube: https://youtu.be/MtUKn9Am83w

    Mais Informações:  www.uganga.com.br www.facebook.com/ugangaband www.youtube.com/ugangamg www.twitter.com/uganga www.instagram.com/uganga www.wacken-foundation.com

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  • DEE SNIDER – 23 de março de 2019, São Paulo/SP

    DEE SNIDER – 23 de março de 2019, São Paulo/SP

    A última passagem de Dee Snider no Brasil havia ocorrido em 2013, quando o Twisted Sister se apresentou na terceira edição do festival Live ‘N’ Louder. Três anos depois, em novembro de 2016, a lendária banda fez o último show da carreira. Além de cantar e compor, Snider, que completou 64 anos de idade no último dia 15 de março, é um incansável multifunção, tendo trabalhado como radialista, dublador, ator e roteirista de cinema. Se ainda lhe faltava um disco de heavy metal, Jamey Jasta (Hatebreed) deu o empurrão e o estímulo. Assim nasceu “For the Love of Metal”, apontado por este redator com o melhor lançamento de 2018. E foi para promover o quarto álbum solo, sucessor de “Never Let the Bastards Wear You Down” (2000), “Dee Does Broadway” (2012) e “We Are the Ones” (2016), que o vocalista americano aportou no Brasil. Após se apresentar em Curitiba (PR) no dia 21 (quinta-feira), ele esteve no Tom Brasil, em São Paulo (SP), para mostrar o que todos sabem: trata-se de um dos melhores performers da história do rock.

    Assim como no show na capital paranaense, a abertura ficou a cargo do The Secret Society, que atualmente prepara o primeiro álbum full da carreira. Guto Diaz (vocal e baixo), Fabiano Cavassin (guitarra) e Orlando Custódio (bateria) entraram em cena com “Beyond the Gates”. A casa ainda não estava lotada, mas a receptividade para as músicas, que mesclam elementos de pós-punk, gothic, hard e metal, foi positiva. O trio seguiu com “Fields of Glass”, promovida com um lyric video que, inclusive, teve as imagens exibidas no telão de led no fundo do palco durante o show.

    Ex-integrante de bandas como Epidemic e Primal, Guto Diaz introduziu “Mephistofaustian Transluciferation”, influenciada pelo filme checoslovaco “Faust”, de Jan Svankmajer, recitando: “Numa noite fria em Praga, Fausto encontra um desconhecido que lhe entrega um mapa, que o leva ao encontro de Mephistofeles…” A postura e musicalidade obscuras, que remetem a nomes como Bauhaus, Killing Joke, Danzig, The Sisters of Mercy, The Cult e Christian Death, seguiu com “The Final Cut”, “Rites of Fire” e “Rubicon”. Cavassin tem uma presença de palco à la Billy Dufy (The Cult), enquanto Orlando Custódio se mostrou seguro, descendo a mão na bateria.

    Depois foi a vez de “The Architecture of Melancholy”, primeiro de sua série de três singles lançados pela Red Records e que saiu em videoclipe. Tratando sobre a morte, a letra traça um paralelo entre o cemitério dos mortos (lápides, túmulos, jazigos) e os edifícios dos vivos, onde as pessoas ficam isoladas e solitárias. Fechando em alta, o set trouxe uma versão para “Cry for Love”, hit do álbum “Blah-Blah-Blah” (1986), de Iggy Pop, composta em parceria com Steve Jones (ex-Sex Pistols). Depois de shows locais, incluindo a abertura para Uli Jon Roth em Curitiba, o The Secret Society agora ficou conhecido pelo público paulista e deverá retornar para promover o primeiro ‘full-length’.

    Embora visto com desconfiança por seu bom humor, especialmente por conta dos clipes do Twisted Sister e da cara maquiada, o perseverante Dee Snider veio na sequência, já com a pista e os camarotes cheios. Atuando quase como um palestrante que incita a plateia, não cansa de propagar seu bom humor e mensagens positivas. “Nunca foi sobre ‘sexo, drogas e rock’n’roll’, mas para o lado de ‘levante-se, acredite em você, não tenha medo de falar o que pensa e faça alguma coisa para ser a pessoa que você quer ser’. Essa é a mensagem mais importante”, disse certa vez à ROADIE CREW.

    Logo após o som mecânico, com “Exciter”, faixa de abertura de “Stained Class” (1978), do Judas Priest, Snider entrou em cena com “Lies Are a Business” sem a maquiagem que caracterizou e, por vezes, estereotipou o Twisted Sister. A música foi recentemente lançada em videoclipe, dirigido pelo brasileiro Leonardo Liberta (Liberta Filmes), e contou com a participação do empresário Paulo Baron (Top Link Music) e de Thor Moraes (Malta).

    De forma energética, como sempre, Snider esteve acompanhado por Charlie Bellmore (guitarra, Kingdom of Sorrow e Phantoms), Nick Petrino (guitarra, Sonic Pulse), Joakin Agnemyr (baixo) e Nick Bellmore (bateria, Toxic Holocaust e Kingdom of Sorrow), que desempenharam bem suas funções. Com o som bem regulado, veio a pesada e agitada “Tomorrow’s No Concern”, de “For the Love of Metal”, seguida pela clássica “You Can’t Stop Rock ‘n’ Roll”, faixa-título do segundo álbum do Twisted Sister, tocada de uma forma mais atualizada e pesada.

    “Eu sei que muitos poderão não me entender, mas eu estou contente por estar de volta a São Paulo, Brasil!”, disse o vocalista, que seguiu explicando como seria o repertório, e este seguiu com uma do novo álbum, a hard’n’heavy “American Made”, e a clássica “Burn in Hell”, de “Stay Hungry” (1984). “Como eu gostaria de saber falar português, porque tenho tanta coisa a dizer para vocês, mas eu não consigo. Prometo que da próxima vez que estiver aqui, aprenderei português. Bem, pode ser que não me vejam nos próximos dez anos até que eu aprenda”, brincou o vocalista.

    O set prosseguiu com “I Am the Hurricane”, que foi promovida em lyric video, e o hino “We’re Not Gonna Take It”, que “incendiou” a casa. A vibração aumentou consideravelmente, com a felicidade estampada na cara de cada um dos presentes. “Puta que o pariu! Eu vi vocês cantando, mas agora eu quero ouvi-los sem a banda, só vocês”, ordenou Snider. O público fez a sua parte e, assim como ocorreu nas três vindas do Twisted Sister ao Brasil, deixou o vocalista empolgado com a receptividade. “Aí sim! Estou vendo vocês”, gritou Snider antes de pegar a bandeira do Brasil dada por um fã na primeira fila. “É bom ver amigos aqui. Fazia tempo que não vinha para a América do Sul e ao Brasil, e vejo que temos aqui alguns fãs antigos. Para vocês, vou tocar uma música da minha ex-banda, Widowmaker”, revelou Snider antes de “Ready to Fall”, faixa de “Stand by for Pain” (1994), sucessor de “Blood and Bullets” (1992).

    Se por si só a balada “The Price” emociona, desta vez, além de o público entoá-la antes mesmo do vocalista, como sempre ocorreu por aqui, ela trouxe um elemento extra. Durante a sua execução, o telão exibiu imagens de músicos e heróis do rock que nos deixaram: Ronnie James Dio, Bon Scott, Tim Kelly (Slaughter), Eric Carr (Kiss), Jani Lane (Warrant), Freddie Mercury (Queen), Dave Brockie (Oderus Urungus, do GWAR), Gary Moore, Clive Burr (Iron Maiden), Cliff Burton (Metallica), Phil Lynott (Thin Lizzy), Jimmy Bain (Rainbow, Dio), Dimebag Darrell (Pantera), Robbin Crosby (Ratt), Kevin DuBrow (Quiet Riot), Lemmy Kilmister (Motörhead), Malcolm Young (AC/DC), Chris Cornell (Soundgarden), Randy Rhoads (Ozzy, Quiet Riot), Bernie Tormé (Desperado, Ian Gillan, Ozzy) e A.J. Pero (Twisted Sister).

    Voltando para “For the Love of Metal”, Snider pediu ao público que gritasse o nome do álbum antes de executar “Become the Storm”, que foi lançada em videoclipe. A casa caiu de novo com a acelerada “Under the Blade”, faixa-título do primeiro álbum do Twisted Sister, de 1982. “Isso foi muito bom!”, agradeceu o vocalista pela recepção dos fãs, que seguiram gritando “Dee Snider”. Antes de seguir com o set, Snider explicou que a performance estava sendo filmada e que precisaria da empolgação de todos em “I Wanna Rock”, icônica faixa e clipe de “Stay Hungry”. Nem precisava pedir…

    O encore começou com “Tomorrow’s No Concern”, primeira música promovida de “For the Love of Metal” e que saiu em lyric video em janeiro do ano passado – ela foi tocada duas vezes porque a banda estava gravando imagens para outro vídeo. Dee, então, apresentou sua banda e depois encerrou o set em alta, e com muito peso, com a faixa-título do novo álbum. Lançada também em clipe, ela traz em sua letra menções a clássicos como “Under the Blade”, “You Can’t Stop Rock ‘n’ Roll” e “Burn in Hell”, do Twisted Sister, além de “The Last in Line” (Dio), “Victim of Changes” e “Painkiller” (Judas Priest), “Run to the Hills” (Iron Maiden), “Over the Mountain” (Ozzy Osbourne), “South of Heaven” (Slayer) e “Born to Raise Hell” (Motörhead). Confesso que esperava mais público, mas foi justamente pela mensagem que a composição passa (“We are all fucking metal!”) que todos estiveram presentes ao Tom Brasil para ver mais esta aula de Dee Snider.

  • CELLAR DARLING: Confira a apresentação no Youtube Space de Londres

    CELLAR DARLING: Confira a apresentação no Youtube Space de Londres

    Depois de surpreender seus fãs com Insomnia, o primeiro single de seu próximo álbum, os suíços do CELLAR DARLING – que apresentam em suas fileiras os ex-membros do ELUVEITIE, Anna Murphy (vocal), Merlin Sutter (bateria) e Ivo Henzi (guitarras, baixo) – lançaram uma nova música, e finalmente anunciaram detalhes aguardados sobre seu novo lançamento. Seu segundo álbum de estúdio será um álbum conceitual intitulado The Spell, e chegará em 22 de março pela Nuclear Blast.

    O CELLAR DARLING declarou: “Como alguns de vocês já perceberam, ao longo dos últimos 13 dias, nós revelamos o tracklist do nosso novo álbum, juntamente com artes incríveis criadas por Costin Chioreanu, que também está por trás de todos os belos vídeos animados para as novas músicas.

    “As 13 faixas de The Spell convidam você a testemunhar a jornada de uma garota que se apaixona pela morte. Na música lançada hoje, um feitiço foi lançado em nosso protagonista – por enquanto, seu amor não será cumprido …”

    Abaixo você confere o show que a banda realizou no YouTube Space de Londres (Reino Unido) em 20 de março.

    O álbum de estreia do CELLAR DARLING, This Is The Sound, foi lançado em junho de 2017 via Nuclear Blast. O disco foi gravado no New Sound Studio com o produtor Tommy Vetterli (CORONER, ELUVEITIE).

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  • Maurizio Iacono (KATAKLYSM) fala sobre seu trabalho agenciando bandas

    Maurizio Iacono (KATAKLYSM) fala sobre seu trabalho agenciando bandas

    Antes da apresentação do KATAKLYSM em Louisville, Kentucky, em 17 de fevereiro, o vocalista Maurizio Iacono foi entrevistado pelo podcast “The Great Metal Debate”. Sobre a Hard Impact, a sua agência de gestão que representa artistas como o FLESHGOD APOCALYPSE, CARACH ANGREN e SEPTICFLESH, ele falou:

    “Meu trabalho é defender as bandas, dar a elas o melhor negócio possível e protegê-las. É extremamente difícil para mim fazer isso hoje em dia porque vejo em primeira mão o que está acontecendo. As bandas precisam ganhar dinheiro e sobreviver, e está ficando cada vez mais difícil fazer isso tocando música, então você tem que ter estratégias por trás do negócio. Essa é a única maneira das bandas poderem viver disso agora. Eu acho que as bandas têm muito mais voz agora do que costumávamos ter épocas atrás, porque a Internet deixou tudo mais aberto. Fodeu com muitas coisas, mas também deu visibilidade para muitas coisas. Os selos têm dificuldade de fazer algo de ruim sem se basearem no que as pessoas dizem online.

    “Eles [selos e gravadoras] estão andando na ponta dos pés, estão mais abertos para trabalhar com você em coisas diferentes… Agora não é mais tão difícil conseguir assinar um contrato, mas é difícil ser notado, porque você tem muitos milhões de bandas por aí. A Internet está tornando tudo tão rápido que assim que algo começa a funcionar – começa a gerar algum impacto – as bandas que estão sem um contrato se jogam imediatamente naquilo, tentando copiar. Eles queimam – eles arrebentam uma banda que está detonando, porque aparecem dez mil iguais. Mesmo se você começar a ter sucesso, você tem que trabalhar em torno desse sucesso para ser diferente. É mais complexo do que costumava ser, com certeza.”

    O décimo terceiro álbum do KATAKLYSM, Meditations, foi lançado em junho passado pela Nuclear Blast. O trabalho de 10 músicas foi produzido pelo guitarrista da banda, Jean-François Dagenais e pelo baterista Oli Beaudoin, e foi mixado por Jay Ruston. A masterização foi tratada por Paul Logus (PANTERA).

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  • DEEP MEMORIES: presente na compilação da Imperative Music junto com Belphegor, Vader e grandes nomes

    DEEP MEMORIES: presente na compilação da Imperative Music junto com Belphegor, Vader e grandes nomes

    O DEEP MEMORIES é uma das atrações de uma das coletâneas mais tradicionais do mundo na atualidade: ‘Imperative Music Compilation’, que está em sua décima-sexta edição e traz bandas de todo o mundo e também gigantes do porte de Belphegor, Vader e Suffocation. O Brasil também é muito bem representado com nomes como Shadows Legacy, Drowned e Hangar. O DEEP MEMORIES participa com a faixa ‘Suffocating Grayish Darkness’, retirado do álbum ‘Rebuilding The Future’. Para saber mais sobre a compilação visite: https://www.imperative-music.com/news/new-metal-talents-in-imp-compilation-xvi/ ‘Rebuilding The Future’ foi eleito um dos melhores lançamentos do ano passado por nomes como Arrepio Produções, Metal na Lata, Arte Metal, Dicas de Metal, Heavy Metal Thunder e Cangaço Rock. O site Rock Vibrations também colocou o disco e a banda como uma das revelações do ano. Para completar, o CD está na lista dos melhores lançamentos latinos do ano passado, publicado pelo site chileno Headbangers Latinoamerica, um dos principais sites do continente. O disco vai ganhar uma versão em vinil, parceria entre Heavy Metal Rock e Neves Records. Enquanto não sai, ‘Rebuilding The Future’ e o merchandise oficial do DEEP MEMORIES podem ser comprados pelo link: https:// www.deepmemories.com.br https://www.deepmemoriesmerch.loja2.com.br https://www.facebook.com/deepmemoriesbrazil [email protected] O trabalho também está disponível nas plataformas digitais: Spotify: https://open.spotify.com/album/1NzhctfnGpjLYh5IiBwIhB iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/rebuilding-the-future/1429236069 Google: https://goo.gl/QmgjtW Deezer: https://www.deezer.com/br/album/71015962 Links Relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/deepmemoriesbrazil Instagram: https://www.instagram.com/deepmemoriesbrazil YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCjsxJJAIGSlioPpVPLHIjcA Spotify: https://open.spotify.com/artist/2aR777i9sXneWnWNbiNlXv iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/deep-memories/1429228383 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/deepmemories Fonte: Metal Media

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  • GRAND MAGUS: Confira o lyric video de “Brother of the Storm”

    GRAND MAGUS: Confira o lyric video de “Brother of the Storm”

    A banda sueca GRAND MAGUS lançará seu novo álbum, Wolf God, em 19 de abril, através da Nuclear Blast. O sucessor de Sword Songs (2016) foi gravado no Sweetspot Studio, na Suécia, com o produtor Staffan Karlsson (ARCH ENEMY, FIREWIND, SPIRITUAL BEGGARS).

    Abaixo, você confere o lyric video para a música Brother Of The Storm.

    De acordo com um comunicado de imprensa, Wolf God “engrandece majestosamente a cena do heavy metal e permite que os riffs da guitarra falem por si mesmos.

    “O groove e peso que foram apresentados no predecessor de sucesso também podem ser encontrados no novo e nono álbum de estúdio, que mais uma vez contém uma série de futuros clássicos”.

    “Como a maioria das músicas foram gravadas na primeira tomada, elas têm um som honesto, diversificado e ao mesmo tempo realista que envolve o verdadeiro poder do trio.”

    A arte da capa foi criada pelo aclamado artista Anthony Roberts.

    A banda comenta: “Pela terceira vez, a habilidade mágica e imaginação de Anthony Roberts deu origem à capa do álbum GRAND MAGUS. Desta vez a floresta, a lua e obviamente o lobo ocupam o centro do palco. Não apenas um lobo qualquer… fique atento à sua fúria. Este é o ‘Deus Lobo’!”.

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  • John Petrucci (DREAM THEATER) fala sobre a influência do RUSH na sua carreira

    John Petrucci (DREAM THEATER) fala sobre a influência do RUSH na sua carreira

    O guitarrista do DREAM THEATER, John Petrucci, falou recentemente com o ‘Consequence Of Sound’ sobre o impacto que a música do RUSH teve sobre ele como um jovem fã de música que cresceu em Nova York no final dos anos 1970 e início dos anos 80.

    “Para mim, o RUSH foi a banda que mudou tudo”, disse ele. “Quando eu ouvi eles, eu só… eu não conseguia distinguir a música das pessoas. Quando a música te atinge de tal maneira, especialmente quando você é jovem, está aberto a influências e está meio que desenvolvendo seus gostos, e aparece essa banda… havia algo especial neles. Eu simplesmente adorei. E então eu fui completamente fisgado por todas as músicas do RUSH”.

    Ele acrescentou: “Uma das minhas maiores memórias musicais tem a ver com eles, porque o RUSH foi o primeiro show que eu fui. Em 1982, eles estavam na turnê de Signals. Eles estavam tocando no Nassau Coliseum em Long Island. Eu fui lá e estava no pior lugar possível, eles estavam muito distantes, mas eu não conseguia acreditar que essa era a banda que eu estava ouvindo por todo aquele tempo, e ali estava eu, no mesmo lugar que eles. Isso era possível? Eu fiquei impressionado com o show e a produção. E você pode imaginar o impacto que isso teve em mim, eventualmente fazendo disso minha carreira.”

    O DREAM THEATER iniciou sua turnê norte-americana de 2019 na noite de quarta-feira (20 de março) no Balboa Theatre em San Diego. O repertório de 19 músicas da banda incluiu várias faixas do último álbum, Distance Over Time, bem como um segundo ato que consistiu em uma performance do álbum de 1999 Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory para marcar o 20º aniversário do álbum.

    O 14º álbum de estúdio do DREAM THEATER, Distance Over Time, foi lançado em 22 de fevereiro e masterizado por Tom Baker.

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  • Johan Längqvist fala sobre o seu retorno ao posto de vocalista do CANDLEMASS

    Johan Längqvist fala sobre o seu retorno ao posto de vocalista do CANDLEMASS

    Antes da apresentação da lenda do doom metal sueco CANDLEMASS no dia 7 de fevereiro em Paris, o vocalista Johan Längqvist conversou com a ‘Duke TV’, e falou sobre a sua volta ao CANDLEMASS em 2018, 32 anos depois de gravar os vocais para o clássico álbum de estreia do grupo, Epicus Doomicus Metallicus:

    Johan: “Quando eles me ligaram, disseram que queriam voltar ao ponto de partida, para obter uma nova inspiração, uma nova energia. Eles disseram: ‘Você gostaria de vir e ouvir o álbum e, em seguida, se você gostar dele e você gostaria de gravá-lo?’ A primeira vez que entrei no estúdio e ouvi este novo álbum, eu disse ‘Uau – deixe-me tentar’ imediatamente, e foi o que fizemos. Comecei a gravação quase imediatamente, porque as músicas realmente me fisgaram. São ótimas músicas.”

    Johan também deixou claro na entrevista que não participou do processo de composição: “Quando eu entrei, o álbum, a música e as letras, tudo já estava escrito. A única coisa que eu pude fazer quando cheguei foi colocar minha voz e meu som nela.”

    Sobre o futuro da banda, Johan não dá garantias, mas se sente positivo: “Eu não posso te garantir ou te prometer isso, mas se eu me sentir bem sobre isso e o faremos, vai ter outro álbum. Mas não há nada no estágio de planejamento agora.”

    O décimo segundo álbum de estúdio do CANDLEMASS, The Door To Doom, foi lançado em 22 de fevereiro pela Napalm Records.

    The Door To Doom é o primeiro álbum completo do CANDLEMASS desde Psalms For The Dead de 2012, que contou com o vocalista Robert Lowe, que deixou a banda poucos dias antes de seu lançamento. Ele foi substituído por Mats Levén, que manteve o posto de vocalista na banda até que Längqvist assumiu o posto no final de 2018.

    Längqvist cantou no álbum de estreia do CANDLEMASS, Epicus Doomicus Metallicus, de 1986, antes de sair do grupo e ser substituído por Messiah Marcolin.

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  • THANATOS: Lenda holandesa do death metal anuncia novo álbum

    THANATOS: Lenda holandesa do death metal anuncia novo álbum

    A veterana banda de death metal holandesa THANATOS firmou um contrato com a Listenable Records. A banda está atualmente trabalhando em material para o sucessor do álbum Global Purification de 2014, para um lançamento previsto para o início de 2020.

    O THANATOS, uma das primeiras bandas de death/thrash metal da Holanda, tornou-se um nome ilustre que vem assombrando a cena metal underground há décadas, e que agora comemora seu 35º aniversário em 2019.

    O guitarrista/vocalista Stephan Gebédi comenta: “Quando o THANATOS surgiu em 1984, o metal ainda era cru e não polido, e havia um forte sentimento de ‘nós contra o mundo’ entre as bandas e fãs. Estávamos em guerra com o establishment, a religião organizada e o mainstream. A cena atual do metal perdeu muitas de suas arestas. Algumas bandas adotaram um som polido e plástico e uma atitude um tanto agradável, politicamente correta. Agradeça a Deus, ou melhor, a Satanás, por bandas que ainda escolhem ir contra o fluxo, agitar alguma controvérsia e nunca deixar de possuir a sensação original “.

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  • TOSCO: Assista versão de ensaio de nova música “João do Cão”

    TOSCO: Assista versão de ensaio de nova música “João do Cão”

    O Tosco, banda de Thrashcore de Santos, nem bem lançou seu álbum de estreia (“Revanche”), e já estão com as músicas de seu sucesso, bem adiantadas. Ouça uma versão de ensaio para “João do Cão”; https://www.youtube.com/watch?v=YQNYTIf3QDg&feature=youtu.be Eles devem entrar em estúdio no final de outubro, e a previsão de lançamento do novo álbum, é para o início de 2020. A música “Cala A Boca Globo” já virou hino no cenário underground, graças a sua singela letra, e refrão forte. O videoclipe dessa música foi gravado durante o show que eles realizaram com a lenda CJ Ramone, em Santos, no dia 18 de Outubro do ano passado. A direção/edição do vídeo é de Lucas Siqueira da 20.Age. Assista o vídeo de “Cala A Boca Globo”: https://www.youtube.com/watch?v=B8FsE8q9ltA Ouça “Revanche” no Spotify: https://open.spotify.com/album/25FOblezVRFCgVzaN8snia?si=Mc93tb8pQmOEyEQE0-lLyw A formação do Tosco traz Osvaldo Fernandez (vocal), Ricardo Lima (guitarra), Anderson Casarini (baixo) e Paulo Mariz (bateria). Siga o Tosco em seus canais oficiais: www.facebook.com/TOSCOthrashcore-187018881838980/ www.instagram.com/tosco_thrashcore_metal/ https://www.youtube.com/channel/UC8iwXI0cEN4wdjqo8TvodbQ

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