Categoria: Roadie News

  • FELIPE MACHADO (VIPER) no BATE-CABEÇA da Roadie Crew; assista ao podcast

    FELIPE MACHADO (VIPER) no BATE-CABEÇA da Roadie Crew; assista ao podcast

    O guitarrista Felipe Machado do Viper é o convidado da semana do podcast Bate-Cabeça, comandado por Ricardo Batalha e Luiz Tosi e disponível no canal do YouTube da Roadie Crew e no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Amazon Music e Deezer.

    Nessa entrevista bastante descontraída, Felipe falou de vários momentos e transições do Viper, comentou também sobre Timeless próximo álbum da banda -, dos integrantes Leandro Caçoilo e Kiko Shred, da abertura de shows para Black Sabbath e Metallica, da homenagem a Andre Matos em seu mais recente álbum solo, Primata, e de sua carreira como escritor e jornalista, além de outros assuntos.

    Assista a entrevista gravada no Malta Rock Bar (SP):

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  • KNOTFEST BRASIL: JUDAS PRIEST, PANTERA, OITÃO e JIMMY & RATS completam o line up

    KNOTFEST BRASIL: JUDAS PRIEST, PANTERA, OITÃO e JIMMY & RATS completam o line up

    Após dias de espera desde que informou que outras bandas seriam anunciadas para completar o line up do festival, a produção do “Knotfest Brasil” confirmou nesta quinta-feira (25) o nome das bandas restantes: Judas PriestPanteraOitão Jimmy & Rats. As quatro bandas tocarão no palco Carnival Stage, que também contará com SepulturaTrivium. Já o palco Knotstage, receberá shows dos previamente anunciados Bring Me the HorizonMr. Bungle, Motionless in WhiteVended Project46, além do anfitrião Slipknot, claro.

    O Knotfest foi criado pelo Slipknot em 2012 nos Estados Unidos, expandindo-se para todo o mundo, com edições no Japão, México, Colômbia e França. A edição brasileira é a realização de uma parceria entre 30 Entertainment e 5B Artists+Media.

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  • DAVE MUSTAINE fala da adição de músicas de “The Sick, The Dying… And The Dead!” nos shows do MEGADETH

    DAVE MUSTAINE fala da adição de músicas de “The Sick, The Dying… And The Dead!” nos shows do MEGADETH

    Faltando uma semana para o lançamento mundial do novo álbum The Sick, The Dying… And The Dead!, no próximo dia 2 de setembro, os fãs do Megadeth estão curiosos para saber quais músicas do disco entrarão no repertório da nova turnê americana. Nesta quarta-feira (24), aliás, o Megadeth tocou pela primeira vez, em Irvine (CA), a música We’ll Be Back, que foi o primeiro single do disco (veja vídeo abaixo). Antes do referido show, Dave Mustaine concedeu entrevista à estação de rádio 102.9 the Hog, de Milwaukee, e falou a respeito das novas músicas que entrarão no repertório. “Estamos adicionando duas músicas ao nosso set, Night Stalkers We’ll Be Back. Espero que possamos adicionar Soldier On! até lá também”, revelou. “Mas muito disso é ditado pelo apoio de rádio e pelo gosto dos ouvintes. Quando nossos fãs gostam de ouvir certas músicas, vamos adicioná-las ao setlist se pudermos. Se há uma música que estamos tocando no setlist e as pessoas não estão respondendo à ela, bem, obviamente vamos fazer o oposto e tirá-la do setlist. Isso tudo faz parte do showbiz. Muitas pessoas não se importam com isso, elas só querem agitar”, explicou.

    Megadeth voltou à estrada no último dia 19 de agosto, em Ridgefield (WA), pela turnê americana de verão/outono, como coheadliner do Five Finger Death Punch. Os shows contam com abertura das bandas HU Fire From the Gods e serão concluídos no dia 15 de outubro, em Salt Lake City, Utah.

    Confira a entrevista completa de Dave Mustaine e também vídeo de trecho do Megadeth tocando pela primeira vez a música We’ll Be Back na noite passada:

    https://soundcloud.com/afternoonprogram/81622-dave-mustaine-of-megadeth?utm_source=clipboard&utm_campaign=wtshare&utm_medium=widget&utm_content=https%253A%252F%252Fsoundcloud.com%252Fafternoonprogram%252F81622-dave-mustaine-of-megadeth

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  • KING DIAMOND sobre retorno do MERCYFUL FATE: “absolutamente não é uma reunião”

    KING DIAMOND sobre retorno do MERCYFUL FATE: “absolutamente não é uma reunião”

    No último domingo (21), após show no festival “Psycho Las Vegas”, o figurão King Diamond falou a respeito do retorno do Mercyful Fate à Daniel Dekay, do Knotfest. “Absolutamente não é uma reunião. Retomamos de onde paramos em 1999. É a mesma formação, exceto que queríamos Timi Hansen, que adoeceu, de volta ao baixo. Nós tentamos, ele melhorou e então piorou (N.R.: Hansen faleceu de câncer em 2019). Na verdade, começamos a procurar um substituto para Timi no caso de ele não poder fazer shows completos. E esse (cara) era Joey Vera (Armored Saint, Fates Warning ex-Anthrax).Timi queria isso, e eu estava totalmente de acordo. Vi Joey com o Fates Warning, e não havia dúvida em nossas mentes. Timi realmente sentiu que era a coisa certa (a se fazer). Em algum momento, Timi piorou muito rápído”, recordou King.

    “Quando tocamos no Copenhell”, em Copenhague (DIN) (no início do verão Europeu), Joey teve a chance de conhecer a filha de Timi, o que foi muito, muito legal, e pôde obter sua bênção também, por fazer o que estamos fazendo. Por outro lado, é a formação do (álbum) 9. Então essa foi a única coisa que mudou – o baixo. A formação do Mercyful Fate atualmente é completada por Hank Shermann Mike Wead nas guitarras, e Bjarne T. Holm na bateria.

    King Diamond com o Mercyful Fate no festival Bloodstock, de 2022 | Foto: John Inglis

    Diamond falou ainda do próximo álbum do Mercyful Fate, que é aguardado para 2023, com lançamento pela Metal Blade, e também da música The Jackyl of Salzburg, que tem sido tocada ao vivo. “Estamos compondo para um álbum completo. Ao mesmo tempo, também estamos compondo para um álbum completo do King Diamond. Mas, claro, (com o) Mercyful Fate não podemos começar com uma música normal. Não sei por quê. É uma loucura. Mas eu e Hank estamos escrevendo da mesma maneira que fizemos naquela época. Vou escrever algumas das minhas próprias músicas. Mas começamos com Hank compondo. E nos velhos tempos, eu entendia. E tenho um grande bisturi. Eu faço isso (fazendo movimento de corte) e, de repente, as coisas se movem e tal, e Hank diz: ‘Agora soa como Mercyful Fate‘. E esse tem sido o caso (com The Jackyl of Salzburg) também. Originalmente, essa música tinha sete minutos ou algo assim; agora são 8:54. Então, nove minutos. Você realmente não faz isso por tentar retornar com um single. (Mas) é o que fazemos”.

    King Diamond também falou sobre o Castelo de Moosham, que ele teve a oportunidade de conhecer na Áustria. O local servia como centro administrativo durante os julgamentos das bruxas de Zaubererjackl. “Fomos para a câmara de tortura. Eles ainda têm todas as coisas originais que usaram lá. É um lugar absolutamente assustador. Mas tivemos a oportunidade de entrar e vê-lo. E havia algumas coisas que vi lá que agora eu tenho que colocar na letra (de The Jackyl of Salzburg), para torná-la ainda mais realista. Há uma pequena parte (na música) que ainda não terminou”, revelou o cantor.

    Confira a entrevista completa com King Diamond e em seguida um vídeo do Mercyful Fate tocando The Jackyl of Salzburg no Copenhell:

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  • SICK: nova banda com figuras carimbadas do metal lança EP de estreia

    SICK: nova banda com figuras carimbadas do metal lança EP de estreia

    Por assessoria

    Diretamente da capital paulista, o Metal nacional acaba de ganhar mais um representante peso pesado!

    A banda paulista SICK foi formada em 2021 por experientes músicos que tocaram, e ainda tocam, em grandes bandas do cenário Metal nacional, como, por exemplo, NervochaosSiegrid IngridBlackningMusica DiabloVoodoopriest, dentre outras.

    Mesmo durante um ano em que a pandemia de #covid19 atingiu níveis surreais e o mundo teve que se reinventar por completo, o guitarrista César ‘Covero’ (ex-Mind Maker, ex-Nervochaos, atual Endrah, Voodoopriest e Worst), o baixista Ricardo Brigas (ex-Siegrid Ingrid, ex-Worst, ex-Musica Diablo e atual Blackning) e o baterista Herbert Loureiro (ex-Adellaide, ex-Revenge, ex-Seventh Seal, atual Sandman, Território Inimigo e Siegrid Ingrid) se juntaram para fazer algumas ‘collabs’ virtuais, geralmente tocando covers, e assim manterem-se ativos e sãos em meio a todo o caos.

    Nasce dessa parceria a banda SICK, que inicialmente seria apenas uma banda executando clássicos por pura diversão entre quatro amigos e apaixonados pelo Metal, mas graças a um fortíssimo material autoral de bateria mostrado pelo baterista Herbert Loureiro, aprofundado pelos riffs destruidores de César ‘Covero’ e das linhas pesadíssimas de Ricardo Brigas tudo mudou da água para o vinho. Era o pontapé que precisavam para tornarem-se em algo sério e concreto. Depois de muitas conversas, sinergia e química entre todos nos ensaios, o conceito de ‘cover’ foi devidamente abandonado e o fator ‘criação autoral’ falou mais alto com a entrada do vocalista Duda Franco (ex-Stand Free, ex-Burlesca e atual Sandman).

    Sedentos por criar uma sonoridade híbrida, brutal e visceral de Thrash Metal e Hardcore com pitadas generosas de Groove Metal, gravaram como experiência a faixa “New Age Of War”, lançada como videoclipe exclusivo no Festival Online europeu Cultura Em Peso.

    Assista “New Age Of War”:

    Vídeo e Edição por Fábio Ponce

    Depois de muitos elogios ao primeiro single, a química entre os músicos e muita vontade de espalhar o ódio no metal pesado, o grupo entrou de cabeça em novas composições, resultando no lançamento do EP de estreia “Hear Me Scream”, contendo cinco faixas abordando temas como vícios, guerras, destruição de nosso mundo e um futuro condenado pelo desprezo de nosso presente.

    Ouça “Hear Me Scream” (EP) em https://spoti.fi/3CikVrT

    My Grave All The Way New Age Of War Hear Me Scream There Will Come A Time

    Produzido por SICK Mixagens e Masterização por Ricardo França Gravado no Estúdio HL Studio (Santo André/SP)

    Com uma identidade forte, vontade brutal de produzir e subir nos palcos, a DOENÇA SE ESPALHARÁ!

    Aguardem que o SICK veio para ficar e vai te machucar impiedosamente!

    Para fãs de: Slayer, Sepultura, Testament, Pantera, Hatebreed, Lamb Of God, Disturbed

    SICK é:

    Duda Franco – Vocal César ‘Covero’ – Guitarra Ricardo Brigas – Baixo Herbert Loureiro – Bateria

    Ouça SICK em:

    Spotify: https://spoti.fi/3CikVrT Deezer: https://bit.ly/3AoRRN0 Apple Music: https://apple.co/3ACb6CT Amazon: https://amzn.to/3Kv3KWl

    Mídias Sociais:

    Facebook: www.facebook.com/SickOfficiall Instagram: www.instagram.com/sick1923 Youtube: www.youtube.com/c/UCdTyFj5R95Bxl4UchPLf2HA E-mail: [email protected]

    Fotos por Fábio Ponce

    JZ Press “Sua arte em evidência!” E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/jzpressassessoria Instagram: www.instagram.com/jzpressassessoria

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  • Após show apoteótico em São Paulo, EDU FALASCHI anuncia primeiras datas no exterior: Japão, Chile e Argentina

    Após show apoteótico em São Paulo, EDU FALASCHI anuncia primeiras datas no exterior: Japão, Chile e Argentina

    Edu Falaschi segue em alta com a turnê do álbum “Vera Cruz”. No último dia 21 de agosto, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, o artista gravou DVD especial para uma casa lotada de fãs que fizeram história no metal nacional. Um palco com megaprodução nunca visto em nosso país por uma banda nacional e que será retratado em um material único e especial para os fãs de Edu Falaschi. Na sequência da turnê, Falaschi irá se apresentar em Belo Horizonte, no Mister Rock, no dia 26 de agosto. A banda de Edu Falaschi é formada por Aquiles Priester (bateria), Fabio Laguna (teclados), Roberto Barros (guitarra), Diogo Mafra (guitarra) e Raphael Dafras (baixo).

    Edu Falaschi ainda fará a segunda parte da turnê do álbum “Vera Cruz” no Brasil. Cidades como Goiânia, Brasília, Uberlândia, Limeira, Belém, Manaus, Santos e outras cidades a anunciar, vão receber a estrutura do palco da Vera Cruz tour mas com um novo repertório.

    Em dezembro, o cantor irá realizar shows inéditos na América Latina com datas no Chile, em Santiago, e na Argentina, em Buenos Aires. O artista também divulgou uma turnê pelo Japão com a banda Northtale em fevereiro de 2023.

    Sobre a turnê, Edu Falaschi comenta“A Vera Cruz Tour cresceu e teremos mais shows a partir de outubro! Cidades como Goiânia, Brasília, Uberlândia, Limeira, Belém, Manaus e Santos entraram no mapa! Muitas outras cidades estão sendo negociadas e esperamos poder fazer o máximo de datas pelo Brasil e no exterior. Os shows de outubro em diante, a pedido dos fãs, receberão um repertório diferenciado onde tocaremos além das principais canções do Vera Cruz, também faremos músicas de todos os discos que gravei com o Angra! Rebirth, Hunters and Prey, Temple of Shadows, Aurora Consurgens e Aqua! Imperdível para os fãs da fase Nova Era dos anos 2000! Contamos com vocês! Vamos em frente!”

    Datas da Edu Falaschi “Vera Cruz + Rebirth Tour” em agosto:

    26/08 – Belo Horizonte – Mister Rock – https://centraldoseventos.com.br/edu-falaschi-vera-cruz-tour-2022

    Datas da Edu Falaschi “Vera Cruz” tour a partir de outubro:

    06/10 – Goiânia – https://www.bilheto.com.br/evento/828/Edu_Falaschi_-_Vera_Cruz_Tour_2022 07/10 – Brasília – https://www.toinhabrasilshow.com/eventos/edu-falaschi-07-10/ 08/10 – Uberlândia – https://londonpub.com.br/ 09/10 – Limeira – https://www.circleofinfinityproducoes.com/ingresso/edu-falaschi/ 28/10 – Belém – https://bit.ly/3zGs7wy 29/10 – Manaus – https://www.bilheto.com.br/evento/829/Edu_Falaschi_-_Vera_Cruz_Tour_2022 06/11 – Santos – https://articket.com.br/e/62/edu-falaschi-em-santos

    Mais informações: http://www.edufalaschi.com.br/

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  • KINGDOM COME recruta BLAS ELIAS como substituto temporário de JAMES KOTTAK, que sofre com alcoolismo

    KINGDOM COME recruta BLAS ELIAS como substituto temporário de JAMES KOTTAK, que sofre com alcoolismo

    Depois do fiasco que foi sua apresentação na edição mais recente do tradicional “Sweden Rock Fest”, principalmente pela performance de James Kottak, que nitidamente estava tocando embriagado (confira vídeos abaixo) – embora ele tenha negado que o álcool lhe atrapalhou no show -, a veterana banda Kingdom Come decidiu substituí-lo temporariamente por Blas Elias (Slaughter, Burning Rain, Blue Man Group, Raiding the Rock Vault), enquanto o baterista tenta “recuperar sua saúde”. Todavia, aparentemente o motivo da substituição não é por problemas com a bebida, mas sim pelo fato de que, segundo o próprio Kottak, ele recentemente fraturou algumas costelas. O atual vocalista do Kingdom Come, Keith St. John, informou a decisão da banda ao site Metal Sludge: “Assumindo o banco da bateria do Kingdom Come por enquanto, enquanto James está se recompondo e recuperando sua saúde, será meu irmão de Raiding the Rock Vault e Burning Rain Blas Elias!”. John explicou: “Blas tem sido muito gentil em intervir e substituir James. Neste ponto, não sabemos quanto tempo pode demorar, mas, felizmente, Blas tem um sentimento incrível para essa música e está destruindo nela. Também é justo dizer que James sempre mencionou que Blas é um de seus bateristas favoritos”. No próximo dia 23 de setembro, o Kingdom Come tocará com Jack’s Great White Bulletboys em Dallas, e no dia seguinte com Lita Ford, Legs Diamond e Moxy, em Santo Antônio. No último domingo (21), Kottak, postou a seguinte mensagem em seu Twitter: “Eu não estarei nos shows do Kingdom Come em Plano ou Santo Antônio, então não perca seu tempo. Obrigado, Jams K”.
    A apresentação do Kingdom Come no Sweden Rock Festival, desastrosa não apenas por Kottak, mas pela performance de outros integrantes também, gerou comoção no cenário musical. Steve Rachelle, dono do Metal Sludge e vocalista do Tuff, escreveu um comentário ácido, porém verdadeiro, sobre a situação do baterista: “James Kottak ainda está vivo. Se ele se salva ou não, só o tempo dirá“. Rachelle ainda o comparou à Jani Lane, saudoso vocalista do Warrant, que faleceu por problemas com o alcoolismo. Robbie Crane, amigo de Kottak e atual baixista do mencionado Warrant, comentou a postagem de Rachelle: “Essa é uma situação triste. James é um cara bom. Ele é pai, irmão, filho, marido e amigo. Mas, infelizmente, você está certo… A única pessoa que pode ajudar James é James!“, afirmou. “Ele tem que querer. Mas, como muitos antes dele, o vício pode dominá-lo completamente… Ou não… Ele pode estar no centro de sua própria tempestade e não ver nada além de paz ao seu redor. Ele pode não perceber o dano físico que está causando a si mesmo. Se tentássemos ajudar, ele nos ouviria? Não sei, espero que essa situação sirva como um alerta para ele. Tudo o que podemos fazer é orar por ele“.
    James Kottak, em seus tempos de Scorpions
    Em 2018, em entrevista ao programa Meltdown da estação de rádio 101 WRIF de Detroit, Kottak falou sobre seu status de saúde, dois anos após sua demissão do Scorpions: “Como qualquer pessoa que tem um vício sabe, é um trabalho em progresso – você simplesmente não acorda um dia e pronto, estou curado. Eu não sou assim. Nos últimos 10 anos, eu diria que estava 90% sóbrio, e então tinha essas dificuldades e passava por um período ruim de duas ou três semanas. Então, agora, como eu disse, vou usar um clichê, é um dia de cada vez, e eu trabalho no programa. Eu ainda saio, e se você quiser beber uma garrafa de Jack Daniels na minha frente, vá em frente – não é grande coisa –, mas é como eu disse, é um trabalho em andamento”.  

    Kottak continuou dizendo que é mais comum para aqueles que estão em recuperação terem uma recaída após o tratamento do que ficarem sóbrios na primeira tentativa. “Parte da recuperação é a recaída”, explicou. “E isso não significa que você vai e, sabe, blá, blá, blá… Mas isso acontece, porque eu tenho o gene e eu sou um alcoólatra. E há milhões de alcoólatras. Mas a coisa é, você tem que reconhecer isso e ser honesto consigo mesmo. E é uma estrada difícil”.

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  • TOBIAS FORGE afirma que próximo álbum do GHOST será diferente de “Impera”

    TOBIAS FORGE afirma que próximo álbum do GHOST será diferente de “Impera”

    Desfrutando do sucesso do novo álbum do Ghost, Impera, que, inclusive, conquistou de vez o mercado norte-americano (70.000 exemplares vendidos na primeira semana de lançamento e 2° lugar no chart Billboard 200), Tobias Forge já vislumbra o que será o próximo álbum da banda. Em entrevista à Consequence, o vocalista e líder do grupo sueco antecipou o que podemos aguardar do próximo trabalho do Ghost. “Tenho um álbum na minha cabeça agora, que eu acho que vai ser diferente do que o que acabei de fazer”, sugeriu. “Tanto Prequelle (2018) quanto Impera foram ideias que eu tinha desde seis, sete anos atrás. Eles eram tão diferentes um do outro no sentido de que o “álbum da praga”, como eu o chamo, era sobre a aniquilação da pequena pessoa, quase que do ponto de vista carnal ou da ira de Deus, enquanto que o ‘registro imperial’ é mais de uma morte estrutural da mecânica da sociedade. Então, eles pareciam duas coisas diferentes e a ideia que tenho para o próximo álbum também é diferente disso. É apenas uma maneira de eu compartimentar as ideias de encontrar novas maneiras de me inspirar lírica e conceitualmente”.

    Tobias, o popular Papa Emeritus, disse ainda: “Ao final do dia são apenas discos de rock ‘n’ roll, 40 minutos de rock, então é só uma maneira de tornar isso interessante para eu trabalhar, e aí, como resultado disso, felizmente por algumas vezes agora, temos sido capazes de colocá-los juntos e compilá-los de uma maneira que tem um monte de fãs nossos que também estão achando interessante mergulhar neles. Acho que foi apenas sorte que acabamos de lançá-lo em uma questão em que parece um pouco clarividente. Mas estes são súditos antigos… Tudo é cíclico, esse é o lance, tudo simplesmente segue em círculos, então não é muito difícil ser clarividente, você pode simplesmente olhar para trás no tempo e meio que alterá-lo um pouco, e você terá um futuro idiota que fará algo semelhante a outra coisa há cem, duzentos, trezentos anos. É sempre o mesmo; é muito repetitivo”.

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  • PAUL STANLEY explica seu desinteresse em compor material novo para o KISS

    PAUL STANLEY explica seu desinteresse em compor material novo para o KISS

    Enquanto segue com sua turnê de despedida “End of the Road Tour”, que nesta última terça-feira (23) passou por Melbourne (AUS) e amanhã (25) chega à Helsinki (FIN), o carismático Paul Stanley concedeu entrevista ao podcast “Howie Mandel Does Stuff”, que é apresentado pelo comediante junto de sua filha Jackelyn Schultz. Perguntado, Stanley falou de seu desinteresse em compor novas músicas para o KISS. “Neste ponto, cheguei à conclusão de que não dá para competir com o passado. Não que não seja bom, mas não há conexão com momentos importantes da sua vida. Não tem essa de “Nossa, lembro-me que ouvi essa música quanto tinha 18 anos”, ou, “Ouvi essa música quando estava no meu primeiro encontro”, ou o que seja… Você não pode competir com isso. É mais do que uma canção, é um instantâneo de sua vida em certo ponto”.

    O Starchild usou os dois últimos álbuns de estúdio do Kiss, Sonic Boom (2009) e Monster (2012), para elucidar sua explicação. “Fizemos dois álbuns nos últimos, acho que, provavelmente, 10 anos, e há músicas deles que são tão boas quanto qualquer coisa que já compus, mas são ‘novas’. Alguém diz, ‘Por que você não faz um novo álbum?’. Você faz um novo álbum e uma (nova) música – temos uma música, Modern Day Delilah, que é tão boa quanto Love Gun ou qualquer uma dessas músicas, mas não envelheceu (bem); não é como o vinho, que tem a chance de ter crescido em importância”, explicou. “Não apenas pelo que é, mas pelo o que a cerca”.

    Complementando o fato de não ter intenção em compor novas músicas para a banda, Stanley revelou: “Acho que isso está me preparando para uma decepção. Não uma decepção esmagadora, mas quando você coloca seu coração e sua alma em fazer algo e isso meio que recebe um aceno (desaprovador) educado, há outras coisas que prefiro fazer”.

    Em 2021, Paul Stanley lançou o primeiro álbum de seu projeto Soul Station, uma banda com sonoridade completamente distinta à do KISS, totalmente voltada à Soul Music e ao R&B. Na época, ele já havia respondido sobre um possível novo álbum ou músicas inéditas do KISS. Disse o Starchild: “Por que precisaríamos de um novo álbum do KISS? Qualquer banda grande e clássica com uma história, você pensa, ‘Lance um novo álbum’. Sabe, se os Stones lançarem um novo álbum, você pensa, ‘Isso é ótimo. Toque Brown Sugar… “Sim, talvez não agora”. O mesmo vale para nós. Você pode ter ótimas músicas nos álbuns mais recentes, mas as pessoas dizem, ‘Ótimo, toque Love Gun‘. A realidade é que você realmente ama as músicas antigas, e ninguém vai abraçar o novo material, não importa quão bom seja, como você faz no passado, porque essas músicas fazem parte – são como instantâneos do seu passado, e você está conectado à elas de uma forma que um novo material nunca poderia estar. Estamos felizes e tocando. É onde vivemos; esse é o nosso território, o palco”.

    Foto: Roberto Sant’Anna

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  • ROBERTO BARROS, guitarrista de EDU FALASCHI, anuncia sua ‘aposentadoria’ do heavy metal no Brasil

    ROBERTO BARROS, guitarrista de EDU FALASCHI, anuncia sua ‘aposentadoria’ do heavy metal no Brasil

    No último domingo (21), Edu Falaschi realizou um verdadeiro espetáculo em São Paulo, o show apresentado no palco do Tokio Marine Hall, para gravação de seu próximo DVD ao vivo, baseado na turnê do álbum Vera Cruz, ofereceu ao público paulistano uma mega produção, algo jamais visto na história do heavy metal brasileiro (leia a nossa cobertura completa aqui). Mas, apesar de o show ter sido um sucesso, comentários desmotivadores de ‘haters’ na Internet, levaram o guitarrista de Edu, o talentoso Roberto Barros, a desabafar em suas redes sociais nesta última terça-feira (23) e a tomar uma decisão radical. Mediante aos ataques virtuais e perseguição à sua família, Barros afirmou: “Vera Cruz foi meu último álbum de metal nesse país”.

    Depois de exibir em seus stories do Instagram alguns comentários de um usuário em resposta à outro, e a sequência do mesmo lhe enviando recado no privado em tom grosseiro, como exemplo dos constantes ‘ataques’ que afirma receber, Barros elucidou sua performance em alto nível através de vídeos do show com Edu Falaschi e, então, comentou sua decisão. “Minha família sofre com tanta perseguição, e todos dizem, ‘Não liga, é zoeira!’. Zoeira nada, isso acaba com pessoas, com vidas”. Veja o relato completo de Roberto Barros nas imagens a seguir:

    Roberto Barros ganhou reconhecimento ao se juntar à Edu Falaschi na turnê “Rebirth of Shadows”, e foi peça fundamental no projeto conceitual Vera Cruz, álbum que tem sido bastante elogiado. Desejamos força a Roberto Barros. Apesar de muitos acharem que esse tipo de atitude como a do guitarrista é exagerada, não nos cabe julgar, cada pessoa sabe até onde lhe afeta constantes ataques e cancelamentos virtuais. Na verdade, já passou da hora de as pessoas terem respeito por seus semelhantes e pelo trabalho alheio. Liberdade de expressão todos temos sim o direito de exercê-la, mas seria melhor ainda se todos a equilibrassem com uma dose de bom senso e empatia.

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