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Categoria: Roadie News
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DANIEL FONSECA: veja fotos e trecho do show de estreia em São Paulo
O guitarrista paulistano Daniel Fonseca, de 16 anos, fez show de estreia em São Paulo, no Café Piu Piu, com os músicos que gravaram o seu EP de estreia “Alienize”. Confira fotos exclusivas do fotógrafo Renan Facciolo.Com mentoria de Kiko Loureiro (Megadeth), Fonseca apresenta música autoral com um time de primeira, formado pelo baixista Felipe Andreoli (Angra), o vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Caravellus) e o baterista Alexandre Aposan (ex-Oficina G3). No show de São Paulo, Daniel teve a participação do guitarrista Maurício Filho. Assista trecho do show: https://www.instagram.com/p/Cjv3N6gJw3X/Ouça o EP “Alienize”: https://distrokid.com/hyperfollow/danielfonseca/alienize-2 Assista o vídeo de “Alienize”: https://youtu.be/QpPkoKsn9to Assista “New Reality”: https://youtu.be/hrIJA3E_1m4 Assista “Revelation”: https://youtu.be/d63ZD8h3iW0 Assista “Fade Way”: https://youtu.be/nCZAXzWrtIA Assista “Not Forsaken”: https://youtu.be/T1uT25No9jACom apenas 13 anos, Daniel Fonseca começou os estudos de guitarra e rapidamente teve a capacidade de aprender a tocar com técnica e velocidade, mas, o mais importante, de compor músicas prontas para serem gravadas. Ao entrar na mentoria de Kiko Loureiro, o jovem ganhou uma atenção extra pelo talento e a veia prodígia. “A pandemia proporcionou mais tempo para fazer o que eu gosto, que é tocar guitarra e compor. As aulas presenciais na escola deixavam menos tempo livre para isso e eu me aprofundei cada vez mais no instrumento”, disse Fonseca. Com características musicais em diversas áreas, as principais influências de Daniel Fonseca são de Yngwie Malmsteen, Rainbow, Bach, Paganini, Zakk Wylde, Megadeth, Marty Friedman, Kiko Loureiro, Allan Holdsworth, Genesis, Dio, Deep Purple e Supertramp, entre outros. Kiko Loureiro fala sobre Daniel Fonseca: “Conheci o Daniel Fonseca através da minha mentoria e ele me surpreendeu bastante. O curioso é que ele é um guitarrista novo, mas com influências de guitarristas dos anos setenta e oitenta e isso acaba sendo uma novidade para o mundo atual. O fato dele ter aprendido a tocar muito rapidamente me fez crer que ele tinha talento para compor. Com isso, ele demonstrou um foco muito importante”. O EP ALIENIZE Com produção assinada por Felipe Andreoli (Angra, Kiko Loureiro) e engenharia de som de João Millet, o trabalho de estreia de Daniel Fonseca pode ser considerado um álbum de Metal, com diversas influências, mas com o tema sobre invasão alienígena no Egito Antigo. O nome do EP é “Alienize”. Com arte de Chiaroscuro studios/Allan Jeff e Layout de Canuto Jonathan o tema da capa leva o nome do EP e traz todos os elementos de invasão alienígena e Egito Antigo. “Eu evoluí muito como músico, porque o Felipe Andreoli me ensinou muitas técnicas de composição e como fugir de clichês no desenvolvimento de minhas músicas. Especialmente para alguém ainda tão jovem como eu, vale sempre aprender com pessoas talentosas e experientes para avançar mais rapidamente e fugir de erros sem ter que cometê-los”, contou o guitarrista Daniel Fonseca. Com cinco músicas, cada faixa de Alienize segue uma tendência do tema. “Not Forsaken” é uma música inspiradora, cuja mensagem é que o esforço e confiança em si mesmo te levam a alcançar o teu sonho. “Fade Away” é dedicada a avó de Daniel Fonseca, de quem era muito próximo, e também para as pessoas relacionarem a alguém que eles amam e perderam; “Revelation” é sobre o apocalipse, e o refrão representa o lamento de alguém que não foi bom e não está preparado para enfrentá-lo; “Alienize”, tema da capa que leva o nome do EP, trata de uma invasão alienígena no Egito Antigo e que serve como uma metáfora para a manipulação de grupos de pessoas; “New Reality” é uma reflexão sobre como as pessoas estão vivendo mais o mundo virtual do que o re al, acreditando que esse caminho ilusório, apesar de confortável, é o certo, mas somente se pode ser verdadeiramente feliz vivendo na realidade. Inicialmente o EP “Alienize” seria um álbum instrumental, mas, ainda no início do trabalho, Daniel resolveu que seria importante contar com voz nas músicas. Para isso, o guitarrista recrutou o vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Caravellus) para trazer um maior sentimento para a música, além de permitir contar uma estória para cada uma delas. As letras são de Daniel Fonseca e as linhas de voz são de Caçoilo. Daniel Fonseca nas redes sociais: Instagram – @dani_guitar_A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram! -

TORTURIZER: assista ao videoclipe de “Dissect”
Por assessoriaNo último dia 13/10/2022 (quinta-feira) a banda de Thrash Metal TORTURIZER lançou – em seu canal do YouTube – o videoclipe para a faixa “Dissect”, faixa que intitula o atual EP, assista agora: Este trabalho foi gravado, dirigido e finalizado por Rogério Sousa (Shotbyroger Films) e contou com o apoio de Lourena Myrla (diretora assistente), Karen Paiva e Daysa Delmondes (suporte de produção). “Dissect” foi lançado oficialmente em março deste ano e pode ser encontrado na íntegra e de forma gratuita em todas as principais plataformas de streaming e download do mundo, CLIQUE AQUI E OUÇA AGORA: https://li.sten.to/Dissect CONTATO PARA SHOWS: E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 (Sangue Frio Produções) Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/TorturizerThrash/ https://www.instagram.com/torturizer/ https://www.youtube.com/channel/UC237hVuHLUwhnDu0muZKXUw https://sanguefrioproducoes.com/artistas/TORTURIZER/93 Fonte: Sangue Frio ProduçõesA ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
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NIGHTWISH | BEAST IN BLACK – Rio de Janeiro (RJ)
Um reencontro que os fãs haviam aguardado por dois anos, e uma empolgação aflorada pela ansiedade causada pelas remarcações causadas pela pandemia da Covid-19. Este era o clima da noite de quinta-feira num Vivo Rio abarrotado – com um público aproximado de 4 mil pessoas – para finalmente receber o Nightwish em sua turnê do excelente “Human. :II: Nature.” (2020).
Uma noite que começou com uma mudança causada exatamente pelos danos da pandemia: no lugar de Marco Hietala, que trabalharia em dobro, o Beast in Black ficou com a missão de abrir os serviços para um público que pouco ou nada conhecia do seu trabalho, apesar dos três álbuns lançados – “Berserker” (2017), “From Hell With Love” (2019) e “Dark Connection” (2021).
Ainda assim, o quinteto finlandês – formado por Yannis Papadopoulos (vocal), Anton Kabanen e Kasperi Heikkinen (guitarras), Máté Molnár (baixo) e Atte Palokangas (bateria) – teve uma recepção positiva, especialmente com aplausos ao fim de cada música. Aplausos que ganhavam força conforme a casa ia tendo seus espaços preenchidos, mas vai saber se motivados pela excitação de uma plateia para a qual qualquer banda em cima do palco seria motivo de festa àquela altura, afinal…

Yannis Papadopoulos (Beast in Black) Bom, ao pegar todos os clichês possíveis e imagináveis do power metal melódico e juntá-los a referências do hard rock, com direito a uma enxurrada de teclados pré-gravados, o Beast in Black tanto agrada aos menos exigentes quanto esgota a paciência de quem costuma espera algo a mais. Seja de grupos mais novos, seja dentro de um estilo que há muito se mostra limitado e limitador.
Assim, os falsetes e agudinhos de Papadopoulos – que lembra demais o saudoso comediante Paulo Gustavo – não ajudam em nada, ainda mais soltando um cada início de música. E as coreografias à la Judas Priest soam tão caricatas que estão mais para um show do Steel Panther, e aí sim seriam divertidas exatamente por não serem levadas a sério.

Máté Molnár, Kasperi Heikkinen, Anton Kabanen e Yannis Papadopoulos (Beast in Black) Não fosse “From Hell With Love”, que anima por flertar com a disco music, veja só você, e a estreia do Beast in Black em solo carioca teria sido completamente esquecível para quem não nunca vai colocar um de seus CDs para tocar. Ou não pretende gastar conexão de internet com a banda em plataformas de streaming, porque obviamente teve muita gente que gostou. Sempre tem.
A ideia não é fazer algum tipo de comparação, mas a verdade é que bastou o início da apresentação do Nightwish para entender o que é brincadeira de gente grande. Apertando rapidamente o botão de adiantar até o fim do show, é necessário louvar o fato de que a banda joga seis amostras dos dois álbuns com Floor Jansen – incluindo os quase 25 minutos de “The Greatest Show on Earth” – num repertório de 17 músicas.
Mais do que isso, são 10 canções da fase pós-Tarja Turunen, o que ajuda a ratificar o fato de que aqui não se vive do passado. E é isso que o Nightwish deixa bem claro logo de cara, com “Planet Hell” de intrusa entre as cinco primeiras músicas do show. Claro, depois de um começo arrasador com “Noise”, já na ponta da língua dos fãs, ela terminou de colocar gasolina numa fogueira já muito bem acesa pelo público, a ponto de Floor Jansen comemorar que a “pandemic had to fuck off!” para que todos estivesse ali, juntos.
Aliás, “Planet Hell” reforçou o que havia ficado óbvio em “An Evening With Nightwish in a Virtual World”, as duas apresentações por streaming que o sexteto fez em maio de 2021, durante a pandemia: enquanto o agora efetivado Jukka Koskinen segura bem nas cinco cordas, a presença de palco e os vocais de Hietala fazem falta. Troy Donockley é um multi-instrumentista acima de qualquer suspeita, mas a voz não tem o mesmo carisma da do ex-baixista.
De qualquer maneira, sejamos sinceros: com todo respeito também ao batera Kai Hahto e aos dois remanescentes da formação original, o guitarrista Emppu Vuorinen e o tecladista e líder Tuomas Holopainen, a noite era de Floor. Pouco importa se fosse com seu próprio material ou com músicas dos anos com Tarja ou Anette Olzon, a holandesa deu um espetáculo não apenas de voz, porque o que ela está cantando é, perdoe o meu francês, sacanagem de impressionante.
Floor deu, também, uma aula de simpatia e presença de palco. Foi assim no groove de “Tribal”, música mais objetiva, para os parâmetros do Nightwish, e que ficou ainda melhor ao vivo; e continuou com “Élan”, que ainda não é o hit que merecer ser, e “Storytime”, cujo espetacular refrão, um dos melhores da banda, foi acompanhado à altura pela graça e leveza de Floor no palco – a propósito: aos que curtem o lado revista Caras ou revista Contigo do heavy metal, cortar o cabelo não tirou um pingo sequer da força da vocalista.

Floor Jansen e Tuomas Holopainen (Nightwish) Enquanto “She is My Sin” e “Sleeping Sun” foram agradáveis surpresas, especialmente para os fãs mais das antigas, seja pela manutenção ou aparição no setlist, o que veio a seguir foi o momento de maior catarse natural do espetáculo. Anunciada por Floor como uma de suas favoritas, “7 Days to the Wolves” abriu caminho para performances arrebatadoras de “Dark Chest of Wonders” – infelizmente, só posso imaginar a histeria se tivessem emendado “Wish I Had an Angel” na sequência – e “I Want My Tears Back”, na qual Floor dominou as ações de tal maneira – dançando, batendo cabeça, sorrindo fácil… Ou seja, se divertindo e entretendo – que Holopainen, estrategicamente posicionado no centro do palco, não escondia o semblante de alegria.
Na plateia, era só olhar para os lados e ver fãs com a mesma feição, e como se estivessem hipnotizados pelo que acontecia à frente. Até porque “Ever Dream”, com outro refrão difícil de tirar da mente, e “Nemo”, na qual Floor tem a manha de cantar com um jeito bem pessoal, manteriam qualquer um no estado de transe.
E isso ajudou a manter o astral lá em cima para duas novas, “Shoemaker”, cuja incrível e difícil melodia vocal foi tirada de letra ao vivo, e “How’s the Heart?”, esta em formato acústico, apenas com Floor e Donockley no palco. Uma versão obviamente especial para a vocalista, já que se trata de sua canção favorita em “Human. :II: Nature.”, e os efusivos aplausos durante e depois acabaram sendo um reconhecimento.
Não deixa de ser curioso perceber agora que o show se encaminhava para o fim, mas que ainda faltavam 40 minutos de música. Mais do que isso, com uma trinca que, escolhida a dedo ou não, se provou funcional. Animada, “Last Ride of the Day” foi um belo aquecimento para uma das melhores obras do Nightwish, “Ghost Love Score”, cujo mérito precisa ser dividido entre Holopainen, o criador, e Tarja, cujo antológico registro original (que refrão espetacular!) é acrescido de um tom mais agressivo de Floor em alguns momentos.
E o que poderia ser o anticlímax acabou se tornando um desfecho épico. Com seus mais de 20 minutos, “The Greatest Show on Earth” foi enriquecida por projeções no telão que, além dos seis integrantes no palco, também ajudaram a prender a atenção a uma música que está longe de ser palatável. Assim, o encerramento foi um espetáculo audiovisual que, como destaque, resgatou duas imagens relevantes exibidas no início da apresentação: do Cristo Redentor e do Museu de Arte Contemporânea, obra de Oscar Niemeyer localizada em Niterói.
Desta vez, no entanto, os cartões postais não estavam em chamas, mas intactos, e não deixa de ser interessante traçar um paralelo entre o presente, um Brasil sendo destruído diariamente, e o que se espera para muito breve, um Brasil reconstruído e com a esperança de volta. Proposital ou não, pouco importa. Naquela noite de quinta-feira, o Nightwish fez o que nem sempre uma banda consegue: fazer com que todos os presentes voltassem para casa mais leves e com um sorriso no rosto.
Setlist NIGHTWISH
1. Noise
2. Planet Hell
3. Tribal
4. Élan
5. Storytime
6. She is My Sin
7. Sleeping Sun
8. 7 Days to the Wolves
9. Dark Chest of Wonders
10. I Want My Tears Back
11. Ever Dream
12. Nemo
13. Shoemaker
14. How’s the Heart?
15. Last Ride of the Day
16. Ghost Love Score
17. The Greatest Show on Earth
Jukka Koskinen, Floor Jansen, Kai Hahto, Tuomas Holopainen, Emppu Vuorinen e Troy Donockley (Nightwish) Setlist BEAST IN BLACK
1. Blade Runner
2. From Hell With Love
3. Beast in Black
4. Born Again
5. Cry Out for a Hero
6. Moonlight Rendezvouz
7. Sweet True Lies
8. No Surrender
9. Die By the Blade
10. One Night in Tokyo
11. Blind and Frozen
12. End of the World -

Avião cenográfico Spitfire falha em show do IRON MAIDEN; assista o vídeo
A réplica em tamanho original do avião Spitfire que o Iron Maiden utiliza em sua turnê “Legacy of the Beast”, falhou no show da Donzela de Ferro na noite dessa última segunda-feira (17), em Worcester, Massachusetts (EUA). O voo rasante que a aeronave deveria fazer durante a execução da música Aces High, do álbum Powerslave (1984), não saiu como planejado e o aparelho ficou capenga no alto do palco, com as asas caídas. É possível notar o vocalista (e piloto nas horas vagas) Bruce Dickinson observando a situação tragicômica antes de começar a cantar, e também os roadies trabalhando no decorrer da música para tirar o avião de cena. Veja o vídeo, feito por um fã na plateia:A turnê mundial “Legacy of the Beast” deverá prosseguir na próxima quarta-feira (19) na UBS Arena, no Belmont Park.A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
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RIVAL SONS anuncia álbum “Darkfighter”; assista ao primeiro clipe, “Nobody Wants To Die”
Os americanos do Rival Sons anunciaram seu novo álbum de estúdio. Intitulado Darkfighter, o sétimo ‘full lenght’ da banda californiana será lançado no dia 10 de março de 2023 e tem produção assinada por Dave Cobb, vencedor do Grammy. Aproveitando o anúncio, o grupo disponibilizou o primeiro single de Darkfighter, para a música Nobody Wants to Die, que já está disponível em todas as plataformas de streaming. A música ganhou videoclipe e o vocalista e guitarrista Jay Buchanan falou a respeito da letra: “Você vive sua vida sabendo que a espada de Dâmocles está pairando por um fio de sua cabeça. Você está plenamente ciente da impermanência de sua existência, mas não pode pensar nisso o tempo todo – ou vai estragar sua vida”, explicou. “Trabalhei em uma funerária como orientador de serviço por alguns anos, dirigindo e abrindo os carros funerários. Eu ia a três funerais por dia. Às vezes, eles seriam preenchidos acima da capacidade. Outras vezes, seria só eu, um padre e um buraco no chão. Não importa quem você é, o grande equalizador está chegando. Eu estava pensando nisso porque a música soava como perseguição”, completou. Assista ao clipe de Nobody Wants to Die:Buchanan também deu um parâmetro sobre o anunciado próximo álbum do Rival Sons: “Darkfighter representa a mitose cultural do isolamento, a pandemia e o tecido nacional dos Estados Unidos ficando mais solto. Quando digo “mitose cultural”, há linhas sendo desenhadas constantemente. Estamos tão divididos, e você não pode passar dos limites sem ofender alguém. Certamente, influenciou minha escrita. Reconhecemos a responsabilidade de colocar uma boa palavra nos ouvidos das pessoas, então há uma boa palavra voltando em suas línguas também. Perdemos a alegria do show ao vivo e aquela interação mágica. Quando isso foi tirado de nós, me fez querer cantar sobre temas que eram importantes. Há temas fortes neste álbum, de perda de identidade, preservação da alegria e contemplação da luz e forma novamente”.
Scott Holiday, guitarrista, completa: “Os discos são uma forma saudável de escapismo. Espero que este te leve o mais longe possível. Nossa intenção era criar um corpo cinematográfico de trabalho. Assim que as portas se fecharem atrás de você, você está envolvido na caminhada. Este é realmente o som da gente se infiltrando em nós mesmos. Nós nos aproximamos de nossas influências e nos aproximamos do que somos. Darkfighter soa como o Rival Sons“.
O Rival Sons é completado por Dave Beste (baixo) e Mike Miley (bateria). Confira abaixo a capa e o tracklist de Darkfighter:
Tracklist:02. Nobody Wants To Die 03. Bird In The Hand 04. Bright Light 05. Rapture 06. Guillotine 07. Horses Breath 08. Darkside01. Mirrors
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TUMULTO organiza o “Tumulto Fest” em Foz do Iguaçu
Os fãs de punk rock, heavy e thrash metal da Tríplice Fronteira e região têm um encontro marcado, no dia 5 de novembro, às 22h30, na Casa Urbana, em Foz do Iguaçu: o Tumulto Fest – evento promovido pela banda iguaçuense Tumulto, que apresentará músicas novas, alguns covers e pérolas do repertório antigo, construído ao longo de 31 anos de estrada.
Para completar a noite de festa, outra atração será a apresentação do vocalista Nando Fernandes, que vai cantar clássicos do heavy metal e hard rock.A banda já promoveu seis edições do Tumulto Fest em Foz do Iguaçu, de 2014 a 2019, para lançar novidades e promover a cena underground local. A edição de 2022 será, portanto, o esperado retorno do evento após o período mais agudo da pandemia da covid-19.
Os ingressos antecipados custam R$ 25 e podem ser adquiridos nas lojas Go Rock Store dos shoppings Catuaí e Cataratas JL, em Foz.
Tumulto
A banda Tumulto foi formada em 1991, em Foz do Iguaçu, com a proposta de fazer um som pesado e letras fortes, que abordem assuntos diversos, com influências do punk rock e do thrash metal. Nessas mais de três décadas de história, o Tumulto passou por mudanças na formação e dividiu o palco com nomes importante do cenário underground brasileiro, como Cólera, Korzus, Krisiun e Ratos de Porão, entre outros.O grupo gravou o LP-Split Conflitos Sociais (1992, compartilhando o vinil com o Morthal, outra banda de Foz do Iguaçu), a Demo-Tape Tumulto (1993), Tributo ao Dorsal Atlântica (1996), CD-Demo Holy War (2002), o CD Fight (2007), CD Regravação do Conflitos Sociais (2016) e Tributo ao KISS Brazil Rock City – The brazilian tribute to Kiss (2020). A formação atual tem Germano Duarte na guitarra e vocal; Rafael Feldman no baixo; e Márcio Duarte na bateria.
Serviço – Tumulto Fest:
Data: 5 de novembro
Horário: 22h30
Local: Casa Urbana (Rua Mandaguari, 461, Jardim Santa Rosa, Foz do Iguaçu)
Ingressos a R$ 25, à venda nas lojas Go Rock Store dos shoppings Catuaí e Cataratas JL -

ELLEFSON-SOTO: dupla compartilha lyric video de “STN”, do já lançado debut “Vacation in the Underworld”
Depois dos clipes da faixa-título e de Like A Bullet, o projeto Ellefson-Soto, encabeçado pela dupla Jeff Scott Soto e David Ellefson, lançou um segundo lyric video, sucessor ao de The Reason, para agora para SNT, mais uma faixa do recém-lançado álbum de estreia da dupla, Vacation in the Underworld. Confira:Vacation in the Underworld foi lançado no último dia 7 de outubro, via Rat Pak Records. O álbum foi produzido por Chris Collier e conta com onze músicas e mais três faixas bônus. Nas gravações, Ellefson e Soto contaram com Andy Martongelli (guitarra) e Paulo Caridi (bateria). Para seu primeiro álbum, Ellefson e Soto tiveram como convidados Giada Jade Etro, vocalista da banda italiana de power metal Frozen Crown, em The Day Before Tomorrow, Steve Conley (guitarra) e Ken Mary (bateria), dupla do Flotsam and Jetsam, na faixa-título.Confira o tracklist completo de Vacation in the Underworld: 01. Vacation In The Underworld 02. Like A Bullet 03. Sharpen The Sword 04. The Reason 05. S.T.N. 06. The Revolution 07. Celebrity Trash 08. Live To Die Another Day 09. The Day Before Tomorrow 10. Hercules 11. Rise To Win 12. Out Of The Blue (Bonus Track) 13. Lone Star (Bonus Track) 14. Writing On The Wall (Bonus Track)
O lançamento oficial do projeto aconteceu com dois shows exclusivos na Itália, nos últimos dias 16 e 17 de setembro. Ellefson e Soto tocaram algumas músicas novas e material de suas ex-bandas, incluindo Megadeth e Yngwie Malmsteen. Acompanhando-os estavam os mencionados Caridi e Martongelli, como diretor musical, e Valerio De Rosa, na guitarra. Em 2021, quando a parceria foi anunciada, a dupla lançou um vídeoclipe para Swords & Tequila, cover do Riot (veja a seguir). Na ocasião, David Ellefson comentou: “Jeff e eu somos amigos por tantos anos que é ótimo finalmente colaborar em algum material juntos. Ele tem uma voz tão distinta e estilo perfeito para algumas novas ideias que meu guitarrista Andy Martongelli e eu temos composto. Estamos entusiasmados com o progresso de tudo isso e pensamos que este seria o momento perfeito para dar uma pequena prévia.” Jeff acrescentou: “Como o COVID-19 se tornou um grande negativo em todo o mundo, ele realmente ofereceu a muitos artistas a chance de finalmente colaborar uns com os outros, algo que nunca poderia ter acontecido de outra forma… Como conheço David há muitos anos, eu sabia por nossos outros trabalhos fora dos nossos dias de trabalho que poderíamos fazer algumas ótimas jams… E aqui estamos nós, deixando você a par de nosso segredinho legal”.A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
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HYPOCRISY e SAMAEL se unem para show único e exclusivo em São Paulo
Duas verdadeiras lendas do metal pesado se unem para realizar um show exclusivo no Brasil. Os gigantes europeus Hypocrisy e Samael se apresentam juntos, como co-headliners, no dia 11 de dezembro (domingo), no palco da Audio, em São Paulo.
Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Ticket360 e nos pontos de venda autorizados. Todos os setores têm ingressos disponíveis na modalidade solidária, na qual qualquer pessoa pode adquirir doando 2 kg de alimentos não perecíveis para a campanha #corridacontrafome.
O conceito do evento é uma realização da Honorsounds em parceria com a Till Dawn They Count Brazil que está organizando a turnê de ambas as bandas.
Hypocrisy
O Hypocrisy traz ao Brasil a turnê de Worship, o 13º álbum da carreira, lançado no ano passado e disponibilizado no Brasil pela Shinigami Records. Este trabalho foi lançado oito anos após End of Disclosure (2013), porém, a espera dos fãs foi totalmente compensada com um disco sólido, com muita agressividade e melodia, da mesma maneira que a banda vem entregando há décadas, porém, ao mesmo tempo, elevando o nível musical e de composição a um novo patamar ainda mais extremo. A recepção do público e da imprensa especializada comprovam o grande sucesso deste que é um dos grandes álbuns da carreira do grupo sueco.
Ícones do death metal melódico, estilo que foram desenvolvendo no decorrer da década de 1990 e aprimorando nos seguintes, o Hypocrisy é uma referência do metal extremo que comprova a cada disco sua relevância. Worship combina ideias inovadoras com o som clássico, entregando algo único. As gravações e mixagem foram feitas no estúdio Abyss, de propriedade do líder, guitarrista e vocalista Peter Tägtgren (também um renomado produtor e líder da banda Pain), na Suécia. A arte da foi feita pelo artista Blake Armstrong, cuja ilustração remete a história da relação da banda com a humanidade e os extraterrestres.
Samael
Oriundo da segunda metade dos anos 1980, o Samael iniciou sua jornada como um grupo de black metal, que com o tempo foi incorporando cada vez mais elementos eletrônicos e industriais, que criaram obras atemporais dentro de sua discografia. Em mais de três décadas de estrada, são mais de 100 músicas lançadas e cerca de mil apresentações ao redor do planeta. Neste tempo, colocaram no mercado álbuns importantes como o disco de estreia Worship Him (91), um dos precursores do symphonic black metal Ceremony of Opposites (94) e o industrial Passage (96).
São onze discos de estúdio, sendo o mais recente Hegemony (2017). Todavia, o Samael não parou neste tempo, realizando shows de grande expressão e sucesso em diversos países. Após uma década, esta será a segunda visita do grupo suíço ao Brasil.
SERVIÇO:
Data: 11 de dezembro 2022 (domingo)
Abertura da casa: 17h
Show principal: Samael, Hypocrisy
Classificação: 18 anos (menores acompanhados dos pais ou responsável)
Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – SP
Capacidade da casa: 3.000 pax
Acesso para deficientes: sim Área PNE: sim
Local para alimentação: sim
Wifi: sim Onde comprar:
https://www.ticket360.com.br/evento/25951/ingressos-para-samael-e-hipocrisy-worship-tour-2022 Funcionamento bilheteria Audio: Segunda a sábado das 13h às 20h (exceto feriados) – sem taxa
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ANGRA: puzzle da capa de “Angels Cry” é um dos destaques da Corbe Toys
A arte de capa do icônico álbum de estreia do Angra, “Angels Cry” (1993), criada pelo artista José Alberto Torquato, que se baseou na imagem de uma estátua localizada no cemitério São Paulo, na rua Cardeal Arcoverde, é um dos destaques da linha de puzzles da Corbe Toys.
A relação de Torquato com o trabalho do saudoso vocalista Andre Matos já vinha desde os tempos de Viper, pois foi o artista responsável pelas capas dos álbuns “Soldiers of Sunrise” (1987) e “Theatre of Fate” (1989). Com o Angra, além da criação do logotipo e da arte de “Angels Cry”, criou as capas de “Holy Land” (1996) e dos EPs “Evil Warning” (1994) e “Freedom Call” (1996). Além de Angra e Viper, Torquato criou artes para bandas como Korzus, Vodu, Metralion, Panic, Vulcano, Wizards e Eterna.
O cultuado “Angels Cry” traz a clássica “Carry On”, um dos grandes sucessos da carreira do Angra. “É a canção mais emblemática de ‘Angels Cry’. Essa música é um hino mundial e representa muito para muita gente. Se você perguntar qual é meu maior sucesso, respondo que é ‘Carry on’. E olha que a compus aos 21 anos, quando o Angra ainda era embrionário”, declarou Andre Matos certa vez à revista Roadie Crew.
Corbe Toys A empresa Corbe Toys surgiu com a missão de entreter e propor questionamentos e reflexões por meio de produtos que representam ícones culturais do Brasil e do exterior. “Nossa missão é oferecer aos consumidores produtos de qualidade, como action figures e quebra-cabeças (puzzles). Acredito que formas lúdicas e divertidas podem despertar o interesse em nossa diversificada cultura. Já estão no mercado os puzzles do Ratos de Porão (‘Brasil’), Angra (‘Angels Cry’) e Sepultura (‘Schizophrenia’), mas os próximos lançamentos da Corbe Toys incluem Krisiun, Korzus, Sarcófago, Warfare Noise I (coletânea) e o action figure do ex-vocalista do Iron Maiden, Paul Di’Anno, que será lançado em novembro”, declarou o empresário Luís Aizcorbe. “Os quebra-cabeças da marca apresentam capas de álbuns musicais e obras de arte, mas são lançamentos de tiragem única e não terão relançamentos posteriores”, completou.
Puzzle A linha Puzzle da Corbe Toys surgiu com o objetivo de incentivar o cuidado com a saúde mental por meio do colecionismo. Os quebra-cabeças da marca apresentam capas de discos e obras de arte, destacando em seu conteúdo uma variada seleção de artistas, além de figuras populares inusitadas. Produzida por fabricantes líderes no setor, a linha segue os mais altos padrões de qualidade do mercado e disponibiliza nas embalagens dos produtos um suporte diferenciado para não danificar as peças, conhecido como berço.
Para adquirir o puzzle de 600 peças de “Angels Cry”, acesse: https://corbestore.com.br/produto/quebra-cabeca-do-angra-600-pecas/
Mais informações em https://corbestore.com.br/ Mídias sociais: @corbetoys
E-mail: [email protected]
Imprensa – ASE Music: http://www.asepress.com.br/music/ www.instagram.com/ase_press/ [email protected]A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
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THE EXPLOITED: ingressos à venda para show do grupo britânico em Curitiba
The Exploited: Ingressos a venda para show do grupo britânico em Curitiba
Show terá abertura de importantes bandas brasileiras como Necroterio, Hamurabi e Manger Cadavre?
A lenda do punk/hardcore mundial The Exploited se apresenta em Curitiba no mês de dezembro, no palco do Basement Cultural, região central da cidade, em 04 de dezembro. A banda escocesa, fundada no final dos anos 1970 pelo vocalista Wattie Buchan, se tornou um dos mais influentes e importantes do cenário punk, com músicas e letras agressivas, contestando a corrupção política, a violência da polícia, as guerras, a religião, entre outros tópicos politizados.
Os ingressos para esta apresentação histórica do The Exploited, como atração do tradicional festival Desgraça Pouca é Bobagem, estão à venda pelo site Bilheto, com valores a partir de 110 reais (pista, 3º lote). Há também a opção “dois amigos”, no qual é possível adquirir um par de convites por 165 reais.
Durante sua jornada de mais de quatro décadas, o The Exploited lançou discos clássicos do estilo, como Let’s Start a War (1983), Death Before Dishonour (1987) e The Massacre (1990). O mais recente álbum até o momento é Fuck The System (2003), entretanto, quando estiverem no Brasil, deve haver um novo trabalho disponível para os fãs.
Seguindo seu estilo que define o perfil de um festival eclético e numeroso, as atrações de abertura complementam o lineup com uma mistura de estilos, das mais variadas vertentes do som pesado. Os paulistas do Manger Cadavre? apostam em uma mescla de metal, hardcore e crust com muito peso e agressividade. De Curitiba, o Necroterio traz o death metal/grindcore ultra brutal, o Repudiyo representa o hardcore de protesto, o Royal Rage segue a linha do thrash metal, enquanto o Hamurabi é o representante do death metal, oriundo de Minas Gerais.
SERVIÇO
Desgraça Pouca é Bobagem apresenta The Exploited em Curitiba Abertura: Manger Cadavre?, Necroterio, Repudiyo, Royal Rage, Hamurabi Data: 04 de dezembro de 2022 (domingo) Local: Basement Cultural Endereço: Rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco Horários: 14h (portões) – 15h (shows) Classificação etária: 16 anos (somente acompanhado de um responsável)
Ingressos: (podem incidir taxas administrativas) Pista Meia (Lote 3) – R$ 110,00 Promocional Limitado – 1Kg de Alimento ou Ração (Lote 3) – R$ 11,00 Pista Inteira (Lote 3) – R$ 220,00 Promocional 2 Amigos (Lote 1) – R$ 165
Venda Online: https://www.bilheto.com.br/evento/652/DPEB_com_Exploited_em_Curitiba
Pontos físicos de venda:
Let´s Rock Endereço: Praça Tiradentes, 106 – loja 3 e 4 – Centro Horário de Atendimento: Seg. à Sex. 09h as 19h / Sáb. 09h às 15h
Carmela Endereço: R. Dr. Claudino dos Santos, 72 – São Francisco Horário de Atendimento:Dom. a Qui. 07h às 23h / Sex. e Sab. 17h às 02h
Meia-Entrada:
– Estudantes: Somente com carteirinha do órgão estudantil oficial, dentro do prazo de validade e com foto;
– Idosos: Idosos com idade superior a 60 (sessenta) apresentando o documento de identidade na entrada do evento;
– Professores de Rede Pública: Professores da Rede Pública apresentando o comprovante na entrada do evento;
– Portadores de Necessidades Especiais: Possuem direito a meia-entrada, estendido a um acompanhante.
* Deve apresentar o cartão de benefício de prestação continuada de assistência social a pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste aposentadoria.
Realização: Mosh Productions

Foto: Allan Swan A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal























