Categoria: Roadie News

  • HYPOCRISY e SAMAEL apresentam repertórios repletos de clássicos em São Paulo

    HYPOCRISY e SAMAEL apresentam repertórios repletos de clássicos em São Paulo

    Por assessoria

    Ícones da música extrema mundial, ambas com mais de trinta anos de carreira, Hypocrisy e Samael fazem única apresentação no Brasil no domingo, dia 11 de dezembro, no palco da renomada Audio, em São Paulo. Ambas apresentarão repertórios especiais com diversos de seus inúmeros clássicos forjados durante todos estes anos. A abertura fica por conta do grupo de black metal Carniçal, um dos maiores fenômenos das redes sociais na atualidade.

    Os convites estão disponíveis pela plataforma Ticket360 e nos pontos de venda autorizados, por valores a partir de 175 reais mais taxas; há também o promocional Pista 2 Amigos, composto por dois ingressos de pista a partir de R$ 190 mais taxas. Todos os setores estão disponíveis na modalidade solidária, na qual qualquer pessoa pode adquirir doando 2 kg de alimentos não perecíveis para a campanha #corridacontrafome, iniciativa que une a paixão pela música com a caridade e a conscientização com a coleta de doações.

    Na compra feita pela plataforma online da Ticket 360, é possível parcelar o valor do ingresso em até 12 vezes. Esta oportunidade única de conferir dois expoentes em ação é uma realização conjunta da Honorsounds em parceria com a Till Dawn They Count Brazil.

    Bandas

    Lenda sueca do death metal, o Hypocrisy retorna ao país após oito anos, agora divulgando o aclamado álbum Worship, lançado pela Nuclear Blast e no mercado brasileiro pela Shinigami Records, e que obteve excelente retorno de público e crítica. No repertório, grandes clássicos de mais de trinta anos de carreira e algumas faixas mais recentes.

    O líder do Hypocrisy, Peter Tägtgren, em coletiva de imprensa à imprensa brasileira, comentou sobre o novo trabalho da banda, após o músico lançar álbuns com o Pain e Lindemann: “Quando me concentro em uma banda, me concentro de verdade. Eu sou quem eu sou e eu sou o que escrevo – é o meu estilo. Não me influencia na forma de compor material para o Hypocrisy ter feito este tipo de material. Me empolguei em escrever coisas mais voltadas ao death metal – já fiz muito dessas outras coisas”, explicou.

    Samael visita o Brasil depois de uma década, trazendo aos fãs um repertório especial, no qual executam na íntegra um de seus mais importantes registros: Passage (1996). O álbum até hoje é considerado por grande parcela dos fãs como o melhor trabalho da longa carreira do grupo suíço formado em 1987. A banda também promete tocar faixas de outros álbuns.

    O grupo de black metal Carniçal, formado por jovens músicos, tem um álbum lançado, intitulado Inquisição Espiritual, de 2020. A banda ganhou grande destaque depois de explodirem no TikTok com vídeos despojados mostrando a rotina de trabalho e shows. A formação conta com Matheus “Sototos” Castilho (vocais e guitarra), Felipe “Sombra” Rocha (bateria) e João “Mortificado” Siqueira (baixo/vocais).

    SERVIÇO Data: 11 de dezembro 2022 (domingo)

    Show principal: Samael, Hypocrisy Abertura: Carniçal

    Local: Audio

    Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo Abertura da casa: 17 h

    Classificação: 18 anos (menores acompanhados dos pais ou responsável)

    Capacidade da casa: 3.000 pax

    Acesso para deficientes: sim

    Área PNE: sim

    Local para alimentação: sim

    Wifi: sim

    Onde comprarhttps://www.ticket360.com.br/evento/25951/ingressos-para-samael-e-hipocrisy-worship-tour-2022

    Funcionamento bilheteria Audio: Segunda a sábado das 13h às 20h (exceto feriados) – sem taxa

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • TRANSATLANTIC anuncia para fevereiro de 2023 o lançamento de “The Final Flight: Live at L’Olympia”

    TRANSATLANTIC anuncia para fevereiro de 2023 o lançamento de “The Final Flight: Live at L’Olympia”

    O Transatlantic, supergrupo de progressivo, formado por Neal Morse, Mike Portnoy, Roine Stolt e Pete Trewavas, apresenta um novo conjunto de concertos intitulado The Final Flight: Live At L’Olympia. O material foi gravado e filmado na França na etapa final da turnê de divulgação do quinto e mais ousado álbum da banda até o momento, The Absolute Universe. Esta foi a primeira excursão do grupo multinacional em oito anos.

    Veja a banda executar Owl Howl, uma das faixas de destaque do álbum The Absolute Universe:

    Lançado em fevereiro de 2021, The Absolute Universe foi apresentado em dois formatos alternativos: um disco abreviado de 64 minutos conhecido como The Breath of Life, e uma peça complementar intitulada Forevermore, que acrescentou mais quatro canções, com a duração de uma hora e meia. Embora os fundamentos de ambos fossem partilhados, cada formato apresentava letras e música independentes um do outro.

    Contudo, quando o Transatlantic finalmente foi para a estrada, optou por realizar um terceiro formato do álbum, um Blu-ray de 96 minutos conhecido como The Ultimate Edition, que tinha sido lançado em 5.1 surround sound. Após esta parte do espetáculo, o Transatlantic fez um breve intervalo e regressou ao palco para percorrer o resto do seu extenso catálogo. Desde a primeira nota de Overture (The Absolute Universe) até o medley baseado nos dois primeiros álbuns do Transatlantic, que encerra a noite, a atuação abrangeu 3 horas de música no total.

    “Desde o início desta banda tocamos por três horas, por isso estamos todos habituados”, diz o baterista Mike Portnoy, que sorri ao descrever a sua própria experiência como “entorpecente”. Roine Stolt, no entanto, está admite que desta vez se sentiu ligeiramente diferente.

    “Foi uma grande turnê”, diz o guitarrista e multi-instrumentista, “Mas se incluirmos o nosso espaço no “Morsefest” (onde além de tocar The Absolute Universe a banda também revisitou o seu álbum de 2009, The Whirlwind e revisitou um cover de In Held (‘Twas) In I, do Procol Harum, que tinha aparecido na sua estreia de 2000, SMPTe, senti o desafio de aprender (ou reaprender) três horas e meia de música antes de deixar a Suécia. Agora que estou um pouco mais velho, estava um pouco preocupado em tocar tanto tempo; requer muita concentração: “Isto é em 7/8 ou 9/8? Talvez o toquemos em 13/8 e em outra afinação? Mas, claro, uma vez que subimos ao palco, esses pensamentos se foram”.

    Rindo, o vocalista e tecladista Neal Morse revela que, à medida que a turnê se desenrolou, o Transatlantic lançou um extra. “Começámos a tocar as canções de forma ligeiramente diferente do que as ouvimos em The Ultimate Edition” (risos). “Então, o que se obtém com este álbum ao vivo é semelhante, mas essencialmente é uma quarta versão (do disco). Quando se toca ao vivo, de noite a noite, ajuda-nos a manter as coisas frescas, improvisando um pouco e mudando as coisas à medida que avançamos. Há alguns exemplos disso, por exemplo, o início da última sessão, que começa com Belong, é bastante diferente do álbum, em parte porque não conseguíamos nos lembrar dela! Por isso, criamos uma nova estrutura”.

    “Estamos sempre tão bem preparados quanto possível, mas de certa forma o Transatlantic é uma espécie de banda de espetáculo”, aponta o baixista Pete Trewavas. “Tocar ao lado de Mike, que é uma potência nos tambores, há esta força bruta. Se ele quiser aumentar a energia, é o que fazemos. Todos nós fazemos solos aqui e ali, apesar de levarmos as canções, todos nos exibimos o máximo que podemos”.

    Filmado por Paul Green (que também filmou a sua “Whirld Tour 2010: Live in London”), e mixado pelo colaborador de longa data, Rich Mouser, este álbum estará disponível numa edição especial CD triplo +Blu-ray Digipak (com som surround 5.1) e uma edição Gatefold 180g em LP quádruplo. Ambos apresentam obras de arte de Thomas Ewerhard e fotografias de Nidhal Marzouk.

    Para encomendar, acesse https://Transatlanticlnk.to/TheFinalFlight-LiveAtLOlympia

    Tracklist: 1. The Absolute Universe Intro 2. Overture 3. Reaching For The Sky 4. Higher Than The Morning 5. The Darkness In The Light 6. Take Now My Soul 7. Bully 8. Rainbow Sky 9. Looking For The Light 10. The World We Used To Know 11. MP Intro 12. The Sun Comes Up Today 13. Love Made A Way (Prelude) 14. Owl Howl 15. Solitude 16. Belong 17. Lonesome Rebel 18. Can You Feel It 19. Looking For The Light (Reprise) 20. The Greatest Story Never Ends 21. Love Made A Way 22. The Whirlwind Suite 23. NM & RS Intro 24. We All Need Some Light 25. The Final Medley

    Line up Neal Morse – Keyboards, Acoustic Guitar & Vocals Mike Portnoy – Drums & Vocals Roine Stolt – Guitar & Vocals Pete Trewavas – Bass & Vocals

    Com: Ted Leonard – Guitar, Keyboards, Percussion & Vocals

    TRANSATLANTIC online: Website | Facebook | Instagram | Twitter

    INSIDEOUTMUSIC online: Website | Facebook | Twitter | YouTube

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • No esquenta para aguardado novo álbum, ELECTRIC MOB lança videoclipe de “Love Cage”

    No esquenta para aguardado novo álbum, ELECTRIC MOB lança videoclipe de “Love Cage”

    A banda ELECTRIC MOB, grande destaque da nova safra de brasileiros com sucesso no exterior, lançou o videoclipe do single “LOVE CAGE”, faixa que integra o novo álbum “2 MAKE U CRY & DANCE”.

    Sucedendo os singles “SUN IS FALLING” e “BY THE NAME (NANANA)”“LOVE CAGE” é a terceira música de trabalho divulgada pelos curitibanos na esteira de lançamentos até o novo álbum, que chega nas plataformas de streaming no dia 27 de janeiro, pela gravadora internacional FRONTIERS MUSIC.

    De acordo com o guitarrista BEN HUR AUWARTER“LOVE CAGE” a música foi originalmente pensado para sair no álbum de estreia “DISCHARGE”, mas acabou ficando para agora.

    “Estamos muito felizes com o lançamento de ‘Love Cage’ porque ela é um filho renegado do nosso primeiro álbum. Aproveitando o clima de Copa do Mundo, tivemos que escalar 11 pro primeiro álbum em 2020 e de última hora ‘Love Cage’ foi cortada. Agora ela vem pra ser uma das protagonistas na seleção do próximo álbum ‘2 Make U Cry & Dance’”, refletiu BEN HUR.

    Já o vocalista RENAN ZONTA diz que o ELECTRIC MOB já testou a composição ao vivo, com aprovação unânime dos fãs.

    “A primeira versão demo dela é de 2018 e de lá pra cá alteramos pouquíssimas coisas. A maior preocupação era na produção no build up depois do solo de guitarra e antes do breakdown. A ideia era: ‘Como o Alok faria isso com guitarra, baixo e bateria?’ (risos). Testamos ela ao vivo em novembro e parece ter dado bem certo! E pra quem está se perguntando, sim aquela virada de bateria é uma homenagem ao Kiss”, comentou RENAN ZONTA.

    Electric Mob é formado por Ben Hur Auwarter (guitarrista), Renan Zonta (voz), Yuri Elero (baixo) e André Leister (bateria).

    O videoclipe de “LOVE CAGE” foi dirigido e editado por JAN MAYER e pode ser conferido aqui:

    Para fazer o pre-save do segundo álbum de estúdio do ELECTRIC MOB, “2 MAKE U CRY & DANCE“, escolha sua plataforma de streaming preferida aqui: https://orcd.co/2makeucry

    Redes sociais Electric Mob

    Instagram: https://www.instagram.com/electricmob/ Facebook: https://www.facebook.com/electricmob YouTube: https://www.youtube.com/@ElectricMob

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • MINURA RECORD’s: extinto selo paulistano relança coletâneas em formato digital

    MINURA RECORD’s: extinto selo paulistano relança coletâneas em formato digital

    Por assessoria 
    Em 2023 a Minura Record’s completaria 20 anos, como parte das comemorações as coletâneas Minura Punk Rock HxC Vol. 1 de 2003 e Minura Punk Rock HxC Vol. 2 de 2004 acabam de ser disponibiĺizadas nos aplicativos de música. Outros títulos da gravadora também estão com lançamentos programados para o próximo ano.
    O selo Minura Record’s foi fundado em 2003 na Zona Leste de São Paulo por Rica Silveira (DeCore, ex-Calibre 12, Gritando HC, Carniça de Bode) e Paula Minura, um dos principais representantes da cena hardcore punk dos anos 2000, responsável por propagar de forma profissional mais de 100 novas bandas de garagem da época, a gravadora anunciou o fim das atividades no final de 2008 após a queda nas vendas de CD’s fisícos e o fechamento de diversas lojas do ramo fonográfico.
    Escute as coletâneas no seu aplicativo de música preferido:
    Minura Vol. 1
    Minura Vol. 2

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • ANDERS FRIDÉN (IN FLAMES): “Temos que ser mais gentis uns com os outros”

    ANDERS FRIDÉN (IN FLAMES): “Temos que ser mais gentis uns com os outros”

    Em entrevista para o canal francês de YouTube Loud TV, Anders Fridén, vocalista do In Flames, falou sobre as mudanças do mundo após dois anos de pandemia. O frontman da banda sueca não escondeu sua frustração quanto ao que esperava da sociedade em termos de mudança de comportamento das pessoas mediante a esse período tão terrível que tivemos que enfrentar. “É um lugar assustador em que vivemos. O que eu esperava, após a pandemia – a pausa que todos nós tivemos -, é que sairíamos e seríamos mais legais e mostraríamos mais respeito e amor entre as pessoas, entre nações e coisas assim, porém parece que (o mundo) está mais hostil do que nunca”.

    A decepção de Fridén ganhou ainda mais proporção, mediante a guerra estúpida promovida pela Rússia contra a Ucrânia. “Agora temos uma guerra aqui (na Europa), que já dura algum tempo. Não entendo a forma como nos tratamos. E a linguagem que está acontecendo online, com mídias sociais e outras coisas. Estamos apontando dedos para a esquerda e para a direita. Não há mais um debate. Se eu não concordo com você, então eu te odeio, o que é muito estranho. Fico, tipo, ‘o que é isso?’. Não há mais ‘concordo em discordar’ – (o mundo) está apenas cheio de raiva e, como eu disse, dedos (sendo) apontados. E ‘você está errado’ e ‘vocês são errados’, e um monte de opiniões a torto e a direito. Tratamos as opiniões como se fossem fatos, o que não são”, esbravejou.

    Fridén continuou: “Quero dizer, temos que ter esperança – não podemos simplesmente desistir -, mas temos que começar a conversar um com o outro em um bom nível e ser mais legais e gentis um com o outro”, disse o sensato cantor.

    Quanto ao próprio In Flames, no mês passado Fridén falou ao Metalshop TV, da República Tcheca, sobre as críticas que sua banda vem enfrentando ao longo dos anos por mudar musicalmente de estilo. “Estou nessa banda desde o final de ’95. Meu primeiro álbum foi o Jester Race. Quando lançamos Whoracle, algumas pessoas diziam, ‘Não soa como The Jester Race. E então quando surgiu Colony, as pessoas disseram ‘Não soa como o Whoracle‘. Daí então fizemos Clayman e as pessoas disseram, ‘Não soa como…’. Então, tem sido assim o tempo todo. E estou feliz que podemos lançar álbuns que são desafiadores para as pessoas, que elas não sabem onde colocá-los, mas com o tempo será um álbum clássico do In Flames. E acho que este novo (álbum) aí vai surpreender as pessoas, mas daqui a 10 anos elas vão dizer que é o favorito delas. Então isso muda”.

    Fridén concluiu, dizendo: “Cada álbum é importante para nós. Todos os álbuns nos levaram até onde estamos hoje. Então, se você tirar um deles, não soaremos os mesmos hoje. Mas sim, as pessoas têm opiniões. Tudo bem. Isso é música, é uma questão de gosto. E não podemos ter todos o mesmo gosto; isso seria extremamente chato. E é legal. Eu gosto disso.”

    No próximo ano, especificamente no dia 10/02/2023, o In Flames lançará seu 14° álbum de estúdio, Foregone, via Nuclear Blast.

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • FABIANO NEGRI antecipa álbum ao vivo

    FABIANO NEGRI antecipa álbum ao vivo

    O vocalista, multi-instrumentista e compositor Fabiano Negri está preparando mais um lançamento: o disco ao vivo Between Playing and Cursing… Live. O trabalho é baseado no último álbum de Fabiano, ZebathY, que saiu este ano. E para antecipar o álbum, foi disponibilizado no canal do YouTube do artista o vídeo de ZebathY (The Mistress of Darkness).

    A gravação aconteceu em show realizado no dia 26 de novembro no Clube da Música, em Campinas/SP e teve captação de áudio de Bruno Pontes e mixagem e masterização de Ric Parma, do estúdio Sonic Paw.

    O músico foi acompanhado pela Fake Plastic ZebathY’s Band, que conta com Ric Parma e Robson Brocco nas guitarras, Ian Absurd no baixo, Tomás Mainieri na bateria, Pedro Sampietri no teclado e Nara Leão e Nia Sabino nos backing vocals.

    Disco e vídeo de Between Playing and Cursing… Live tem previsão de lançamento para o início de 2023.

    Para assistir o vídeo de ZebathY (The Mistress of Darkness):

    Redes socais e canais de streaming de Fabiano Negri:

    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC5JPGnykntVnFnR9Cyh8_hg

    Facebook: https://www.facebook.com/fabianonegrisolo/

    Spotify: https://open.spotify.com/artist/114WsTVsJS4EgI7FmTMCAk

    Deezer:

    http://www.deezer.com/artist/5643311?utm_source=deezer&utm_content=artist-5643311&utm_term=1621797146_1512764494&utm_medium=web

    Twitter: https://twitter.com/fabianonegri

    Instagram: https://www.instagram.com/fabianonegrisolo/

    Site: https://www.fabianonegri.com/

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • ROD RODRIGUES lança single/vídeo com versão de clássico de Alanis Morissette

    ROD RODRIGUES lança single/vídeo com versão de clássico de Alanis Morissette

    Rod Rodrigues, guitarrista e professor brasileiro radicado no Canadá, apresenta o novo single e vídeo de “Uninvited“, de Alanis Morissette, e que conta com a participação do canadense Cory Hill no violão e do argelino Fethi Nadjem no violino. “Sempre gostei da Alanis, principalmente dessa música, que saiu na trilha do filme Cidade dos Anjos (1998). Tem um clima bem denso, bem dramático, e gosto como a melodia se repete com dinâmicas diferentes, sempre imaginei como soaria uma versão guitarrística dela”, comentou o guitarrista. “Seria muito previsível fazer uma versão de uma música em que a guitarra já é o primeiro plano, é muito mais desafiador para mim como músico, guitarrista e compositor, transformar uma música dessas em algo interessante para quem toca guitarra. E o resultado foi esse meio que ‘Alanis meets Dream Theater’”, acrescentou Rod, que gravou ao lado de Heitor Tenorio (baixo), Rodrigo Abelha (bateria) e Orlan Charles (teclado).

    Confira o vídeo, produzido por Dexter Forbes e que conta com a participação de Cory Hill em https://youtu.be/-YGHGABP7mI

    O single, que contou com arte de capa a cargo de Gus Avancini, foi mixado por Renato Osorio e masterizado por Zac Tiessen – ZT Studio – Stone Creek, no Canadá.

    “Estou a todo vapor compondo meu terceiro EP, a continuação de ‘Tales of a Changing Life Part. 1’. Tenho algumas demos prontas e pretendo começar as gravações em março de 2023 para lançar o material no segundo semestre”, concluiu.

    Rod Rodrigues
    Graduado pelo IG&T e Centro Universitário Claretiano, Rod Rodrigues tem lecionado desde 1997 no Brasil, Canadá e Europa. Seu E-book “Guitar Shred” (2016) foi lançado em português e inglês e, em 2018, o guitarrista e professor lançou seu online training Extreme Guitar Workout, que conta com centenas de alunos de diversas partes do mundo. Além de seus workshops, participou de outros ao lado de nomes como Kiko Loureiro (Megadeth), Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin), Rafael Bittencourt (Angra) e outros.

    O guitarrista integrou bandas de estilos variados, incluindo Enemies Of Reality, Falling Into a Dream (Dream Theater Tribute), Electra, entre outras. Como artista solo lançou seu primeiro EP, “The First Step: Introduction” em 2010. O material foi aclamado pelas revistas Guitar Player, Cover Guitarra, Guitarload e websites. Em 2019, retomando seu projeto solo instrumental, lançou o single “T.A.G”. Além disso, a música “Changing Plans” integrou a coletânea “Volasophy”, com todos os artistas latinos da Vola Guitars.

    Ouça no Spotify:
    https://open.spotify.com/album/4wyhCC42qurfGs4NhS2POK?si=HI2YDkSIQIaDGVlNV9Js5A

    Sites relacionados e mídias sociais:
    Site: www.rodrodrigues.net
    Loja online: https://rodrodrigues.loja2.com.br/
    Instagram: www.instagram.com/rodrodriguesofficial
    Facebook: www.facebook.com/rodrodriguesofficial

    E-mail: [email protected]

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/music/
    www.instagram.com/ase_press/
    [email protected]

  • SEAWALKER antecipa novo álbum com single e clipe de ‘Breathe and Burn’

    SEAWALKER antecipa novo álbum com single e clipe de ‘Breathe and Burn’

    Após o EP “Evolve and Decay” (2021), o grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, formado por Filipe Duarte (vocal e baixo), Daniel Saymon e Léo Vieira (guitarras) e Riccardo Linassi (bateria), prepara o novo álbum, “Overcome“, que será lançado em 2023 em todas as plataformas digitais e no formato físico em parceria com a Tales from the Chaos Records.

    Uma amostra do que virá no sucessor do debut “Earthcode” (2011) e do EP “Evolve and Decay” é o single e videoclipe “Breathe and Burn“, que conta com a participação especial de Bruno Paraguay, do Eminence. “Os vocais extremos de Bruno Paraguay casaram muito bem com a proposta da música. Além disso, o Eminence é uma grande referência para nós, que também somos da cena mineira”, declarou Filipe Duarte.  “‘Breathe and Burn’ é uma faixa que chama a cada um de nós na responsabilidade. Somos responsáveis por tudo que fazemos nesta vida. Ao mesmo tempo o refrão te traz pra cima, com otimismo, e nós faz acreditar que tudo vai dar certo”, acrescentou.

    Confira o clipe de “Breathe and Burn”, dirigido por Bruno Bavose e gravado no estúdio Maçonaria do Áudio (MG) em https://youtu.be/6qqPKiBwVEk

    Além de “Breathe and Burn”, o álbum “Overcome” contará com as faixas do EP “Evolve and Decay”, mais três inéditas e um cover de “Refuse/Resist” (Sepultura), gravado para uma coletânea da MS Metal Records. O material foi produzido por André Mendonça (Plêiades, Caottica), em Belo Horizonte (MG).

    Recentemente, o Seawalker abriu o show de Edu Falaschi em uma das datas da turnê de “Vera Cruz”, além de tocar ao lado de The Dammnation, Guilherme Costa, Junior Bass Groovador, Caottica, Lionheart, entre outras.

    Ouça no Spotify em:
    https://open.spotify.com/album/0GfmIDC1Qs3cz8wjD8wZd7?si=8Z1Y81z2Sr-21fYTGH8Jbg

    Redes Sociais:
    Facebook: www.facebook.com/seawalkermetal
    Instagram: www.instagram.com/seawalkermetal
    Twitter: www.twitter.com/seawalkermetal

    Merchandising: [email protected]

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/music/

    www.instagram.com/ase_press/
    [email protected]

  • LUCIFER – São Paulo (SP)

    LUCIFER – São Paulo (SP)

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Edu Lawless

    O final de ano, aparentemente, foi dedicado às bandas com mulheres no vocal por aqui. Se no final de outubro foi a vez do Blues Pills, tendo à frente a espetacular vocalista Elin Larsson, o início de dezembro nos trouxe o Lucifer (ambas pela primeira vez por aqui), com a não menos espetacular Johanna Sadonis. A mistura de anos 70, heavy metal e mais algumas coisas garante o sucesso do Lucifer, que entrou em cena com o jogo ganho.

    Só que antes tivemos duas bandas de abertura. A primeira foi o Mattilha, que entregou uma apresentação curta, mas corretíssima, apesar de haver ainda bem pouca gente na casa. O hard rock com alguns toques de rock’n’roll cantado em português da banda é muito eficiente e o quarteto ainda conta com um guitarrista muito acima da média, Victor Guilherme, um mestre na escolha de timbres e nos solos repletos de melodia e bom gosto. Após a apresentação, o vocalista Gabriel Martins era só alegria: “Vivemos uma noite muito especial, estamos realizados e satisfeitos com o que entregamos. O carinho da galera e a resenha foram monstruosos!” Ponto para a banda, que certamente ganhou vários fãs.

    Em seguida foi a vez do stoner do Grindhouse Hotel que, diante de uma casa bem mais cheia, tinha tudo para repetir o sucesso da antecessora. Só que não rolou. Os timbres excessivamente distorcidos das duas guitarras geravam uma massa sonora indefinida, prejudicada por uma caixa de bateria ardida e um baixo inaudível. Aliás, o baixo do Grindhouse Hotel foi o protagonista da noite, já que parou de funcionar várias vezes – e o equipamento não podia ser desculpa, já que foi exatamente o mesmo usado pelo Mattilha. Pra deixar tudo ainda pior, os músicos não conseguiram sequer disfarçar o mau humor, o que fez com que saíssem do palco emburrados e sob aplausos contidos.

    Já o Lucifer subiu ao palco exatamente no horário previsto (animador notar que isso vem se repetindo nos shows realizados por aqui), já com a casa lotada e com um som impecável – tanto na qualidade como na execução. Não precisou de mais de um minuto para que se percebesse que estávamos diante de uma banda talentosa e muito bem ensaiada. A cozinha formada por Harald Göthblad e pelo excelente Nicke Andersson (Entombed, The Hellacopters) era firme, eficiente e pesada. Os guitarristas Linus Björklund e Martin Nordin, por sua vez, alternavam bases e solos muito bem sacados, especialmente Nordin, que, sem precisar ser um malabarista das seis cordas, não desperdiçou uma nota sequer. Mas a atração do Lucifer é mesmo Johanna Sadonis. Com forte presença de palco, afinação irretocável e grande poder de interpretação, ela é daquelas que sobem num palco e você não consegue desgrudar os olhos.

    Diante de um público totalmente receptivo, o início foi com Ghosts, música de Lucifer III (2020) e movida a riff contagiante e batera pesada. De cara já deu pra notar que Johanna não é falante como Elin, por exemplo, mas era indisfarçável sua surpresa com a reação positiva da galera. E foi assim, diante de uma plateia que não parava de gritar o nome da banda, que o Lucifer mostrou, em músicas como Wild Hearses (do último disco, Lucifer IV, de 2021) e Coffin Fever (Lucifer III), que uma de suas mais fortes influências é inegavelmente Black Sabbath.

    Enquanto Linus e Martin faziam backing vocals econômicos mas certeiros, Johanna continuava dando seu show, abusando um pouco do vibrato, mas com afinação e potência impecáveis. Isso ficou ainda mais evidente em temas mais melodiosos, a exemplo de Archangel of Death e Mausoleum (ambas do último álbum) – aliás, Lucifer III e Lucifer IV responderam por dez das treze músicas apresentadas.

    E foi para espanto geral que após cerca de cinquenta minutos de show a banda agradeceu e saiu de cena. Foi aquela manjada saidinha fake que durou pouquíssimos minutos, já que os cinco voltaram para apresentar com dois rockões vindos diretamente e sem escalas dos anos 70, California Sun e Reaper on Your Heels, ambas de Lucifer II (2018).

    E assim, após apenas uma hora, estava encerrada a apresentação. Ficou aquela sensação de que a banda poderia ter tocado mais (repertório para isso ela tem de sobra), mas ninguém foi pra casa insatisfeito. O Lucifer deu uma verdadeira aula de como fazer um show de rock sem exageros. Foi apenas a música como centro das atenções. E numa banda com essa qualidade, pode ter certeza, não precisa mais.

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal

    https://t.me/roadiecrew

  • JAMES HETFIELD revela o que lhe inspirou a dar o título “72 Seasons” para o próximo álbum do METALLICA

    JAMES HETFIELD revela o que lhe inspirou a dar o título “72 Seasons” para o próximo álbum do METALLICA

    De surpresa, no último dia 28 de novembro o Metallica revelou ao mundo várias novidades de uma só vez: nova música, novo videoclipe, novo álbum, os detalhes do mesmo e nova turnê. O single da música Lux Æterna (assista ao clipe abaixo) deu um gostinho do que está por vir em 72 Seasons, novo álbum de inéditas que o Metallica irá lançar no dia 14 de abril de 2023, via Blackened Recordings, de sua propriedade. Obviamente, o disco, que foi produzido por Greg FidelmanJames Hetfield Lars Ulrich, tem despertado muita curiosidade e o canal do YouTube da ALT 105.1 divulgou um áudio de James Hetfield falando sobre o álbum.

    Ele iniciou falando da nova música, Lux Æterna: “É uma música otimista, meio rápida e alegre, eu diria – realmente (ela é) um indicativo de coisas da New Wave of British Heavy Metal, uma espécie de riff de retorno aos anos 80. É simplesmente divertida e me faz me mexer. Foi divertido fazer o vídeo, divertido gravar uma música que sai muito fácil, que foi uma música muito fácil de compor e executar – como eu disse, muito parecida com o início dos anos 80 para nós”.

    Outra coisa que Hetfield abordou, foi sobre o que lhe inspirou a criar o título 72 Seasons. “72 Seasons surgiu de um livro que eu estava lendo sobre a infância, basicamente, e resolvendo a infância como um adulto. E “72 estações” são basicamente os primeiros 18 anos de sua vida. Como você evolui, cresce, amadurece e desenvolve suas próprias ideias e identidade depois dessas 72 estações? Algumas coisas são mais difíceis do que outras – sabe, algumas coisas você não pode deixar de perceber e elas estão com você para o resto de sua vida; outras coisas você é capaz de rebobinar a fita e fazer uma nova fita em sua vida. Então, essa é a parte realmente interessante para mim, é como você é capaz de lidar com essas situações, como um adulto maduro”. 

    Hetfield completou: “Houve muita escuridão em minha vida e em nossa carreira e coisas que aconteceram conosco, mas sempre tendo um senso de esperança, sempre tendo uma luz que está nessa escuridão… Sem escuridão, não há luz, e poder focar um pouco mais na luz da vida ao invés disso tudo… Como isso era e como é horrível… Tem muita coisa boa acontecendo na vida – eu foco nisso e isso ajuda a equilibrar minha vida”, explicou. “E não há um significado para isso – todo mundo tem algum senso de esperança ou luz em sua vida e, obviamente, a música é a minha (luz). A música (Lux Æterna) fala especificamente sobre reunir pessoas em um show e ser capaz de ver a alegria, a vida e o amor que vem da música, da família e dos parentes, e isso é apenas uma sensação de elevação”, concluiu.

    A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
    Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
    https://t.me/roadiecrew