Categoria: Roadie News

  • TOSCO lança novo EP e anuncia première de lyric video no exterior e título de novo álbum

    TOSCO lança novo EP e anuncia première de lyric video no exterior e título de novo álbum

    Por assessoria

    A banda TOSCO, vinda da baixada santista, cuja sonoridade agressiva é um híbrido e furioso crossover de Thrash Metal com Hardcore, acaba de lançar em todas plataformas digitais seu mais novo EP intitulado “Brasil é o Crime”. Esse lançamento traz, além da brutal e totalmente inédita faixa-título, mais três violentos covers nunca antes lançados digitalmente, mas encontrados como faixas “escondidas” nas versões físicas dos álbuns “Revanche” (2018) e “Sem Concessões” (2020) e, também, a participação da banda no “Blood Painted Blood: A Brazilian Tribute to Slayer”, tributo brasileiro a esse grande nome do Thrash Metal mundial lançado pela gravadora inglesa Secret Service Records, em 2021.

    Ouça “Brasil é o Crime” no Spotify em https://bit.ly/3ETM0RV

    “Brasil é o Crime” (04:05) “Independent” (Sacred Reich) (03:54) “Piece By Piece” (Slayer) (02:17) “United Forces” (S.O.D) (01:51) A outra novidade é a entrada do baixista Carlos Diaz (ex-Vulcano, ex-Chemical Disaster, ex-Hierarchical Punishment), que já gravou a faixa “Brasil é o Crime”, no lugar de Ivan Pellicciotti, que atuará daqui para frente somente como produtor devido logística, já que agora o músico e produtor reside em Curitiba/PR. “Brasil é o Crime” foi gravada no estúdio Play Rec, em Santos/SP, por Fernando Bassetto, estúdio onde vários álbuns importantes e premiados da música brasileira foram gravados, e produzida, mixada e masterizada por Ivan Pellicciotti, no estúdio O Beco, em Curitiba/PR. “Essa nova música é um manifesto por todos nós, cidadãos brasileiros de bem, que infelizmente convivemos diariamente com o crime em todos os sentidos e em todas suas faces cruéis”, comenta Osvaldo Fernandez. “Foi a primeira música que fizemos para o terceiro álbum, antes da pandemia, e ela é muito influenciada pelo Black Sabbath e Slayer. Queríamos criar uma atmosfera pesada para que o Osvaldo pudesse encaixar a letra também bem forte”, finalizou Ricardo Lima. Em janeiro de 2023, a banda seguirá os mesmos passos que a gravação de “Brasil é o Crime”, e voltará ao estúdio Play Rec, em Santos/SP, partindo depois para a produção no O Beco, em Curitiba, tendo como previsão de lançamento do novo álbum, já com título definido como “Agora é a sua Vez”, para o primeiro semestre. Para quem acompanha a carreira do grupo desde seu início sabe que, nesse novo álbum, teremos um material ainda mais violento e agressivo, com letras transbordando revolta e peso cavalar para continuar amedrontando os fracos e abastecendo a alegria dos fãs do puro caos em forma de música!

    No dia 15 de dezembro, através do canal internacional do Hardcore Worldwide, teremos o lançamento exclusivo do lyric video para “Brasil é o Crime”, criado pelo designer e músico Wanderley Perna (Genocídio).

    TOSCO é formado atualmente por Osvaldo Fernandez (vocal), Ricardo Lima (guitarra), Carlos Diaz (baixo) e Paulo Mariz (bateria). Para fãs de: Slayer, Ratos de Porão, Korzus, S.O.D, D.R.I, Nuclear Assault, Agnostic Front, Cro-Mags, Hatebreed, Biohazard, Lamb Of God, Machine Head, Suicidal Tendencies, Sick Of It All, Madball

    Discografia: “Revanche” (Álbum/2018) “Sem Concessões” (Álbum/2020) “Brazil Painted Blood: The Brazilian Tribute To Slayer” (Compilação/2021) “Revanche (Remix)” (Álbum/2022) “O Brasil é o Crime” (EP/2022)

    Ouça TOSCO em: Spotify: https://open.spotify.com/artist/48F34kEjVxC33UYmlcQxAl Deezer: www.deezer.com/us/artist/4933405 Apple Music: https://music.apple.com/br/artist/tosco/1438279503 Youtube: www.youtube.com/channel/UC8iwXI0cEN4wdjqo8TvodbQ Mídias Sociais: Facebook: https://www.facebook.com/toscorhrashcoremetal Instagram: www.instagram.com/tosco_thrashcore_metal Linktree: https://linktr.ee/TOSCOthrashcore Fotos por Márcia Martins JZ Press “Sua arte em evidência!” E-mail: [email protected] Facebook: www.facebook.com/jzpressassessoria Instagram: www.instagram.com/jzpressassessoria

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  • MAESTRICK lança EP com música inédita no Brasil e anuncia perfil no TikTok

    MAESTRICK lança EP com música inédita no Brasil e anuncia perfil no TikTok

    Por assessoria

    Em clima de Natal, a banda de música progressiva Maestrick lança o EP “Maestrickmas”, disponível em todas as plataformas musicais a partir de segunda-feira (12 de dezembro). O disco conta com duas músicas autorais, uma delas inédita no Brasil, e a versão de “It’s beginning to look a lot like Christmas”, hit natalino do compositor norte-americano Meredith Wilson. O clipe está disponível:

    https://www.youtube.com/watch?v=9UlKMCW-cVA&t=72s

    “As músicas deste EP consolidam três momentos muito importantes da história do Maestrick: nosso começo, com a versão acapella de uma música do nosso primeiro disco, o Unpuzzle!, o alcance internacional da banda com “The Creation”, música lançada exclusivamente no Japão em 2018, e o momento mais criativo da banda durante a composição do novo disco, a versão de “It’s beggining to look a lot like Christmas”, que nasceu como uma diversão durante as sessões de pré-produção do Espresso Della Vita: Lunare”.

    Com este lançamento, o Maestrick busca entregar aos fãs um presente que contempla todas as fases da banda justamente quando está prestes a lançar o aguardado Espresso Della Vita: Lunare. As gravações do disco e a pós-produção já foram finalizadas e a mixagem está na etapa final sob responsabilidade de Adair Daufembach, produtor que também assinou o Espresso Della Vita: Solare.

    Confira os detalhes das três faixas de Maestrickmas:

    It’s beggining to look a lot like Christmas – escrita em 1951 pelo compositor norte-americano Meredith Willson, ganhou uma nova roupagem e foi gravada durante as sessões de composição e pré-produção do disco Espresso Della Vita: Lunare, segunda parte do Espresso Della Vita: Solare. Para sua versão, o Maestrick se inspirou nos encantos do Natal e no que ele representa no imaginário das pessoas. A versão conta com alguns easter eggs que poderão ser percebidos pelos ouvintes mais atentos e que conhecem a fundo a discografia da banda. Assista o clipe.

    The Creation – um dos primeiros temas compostos durante as sessões do Espresso Della Vita: Solare, “The Creation” era a primeira ideia para a abertura do disco, mas acabou naturalmente dando lugar a overture, “Origami”, para que o disco tivesse um início mais cinematográfico. A faixa então foi incluída na versão japonesa do disco como faixa bônus. Sua letra resume o conceito do início da viagem do personagem central de “Espresso Della Vita” e musicalmente, a melodia do refrão é usada como reprise em outras músicas. Ela foi gravada em junho de 2018.

    Puzzler (acapella version) – em meio à pandemia de covid, em 2020, o Maestrick foi convidado para participar de festivais online. Para um deles, a banda resolveu aplicar uma das características mais marcantes de sua música, a utilização de harmonias vocais. Essa versão acapella alude ao barbershop harmony, estilo de quartetos vocais do início do século XX. A Puzzler, faixa do primeiro disco, encaixou perfeitamente nessa proposta e, com isso, foi montado um arranjo com a inclusão de tubos melódicos e um solo de trompete feito com a boca. Assista o clipe:

    https://www.youtube.com/watch?v=qIsAwTB-4Po

    Maestrick no TikTok – nesta semana a banda aproveita para anunciar sua chegada ao TikTok, plataforma que deve ser alimentada com vídeos exclusivos e descontraídos. O perfil será mais um canal de informação sobre a rotina dos músicos da banda, versões exclusivas, brincadeiras e muito mais. Ali, já é possível conferir versões em rap e forró da música Penitência, o vocalista Fábio Caldeira mostrando seus agudos em “Galopeira” e outros vídeos exclusivos. Para seguir o TikTok do Maestrick é só pesquisar por @maestrickofficial dentro da plataforma ou clicar aqui.

    O Maestrick é formado por

    Fábio Caldeira: vocais, pianos e teclados

    Renato Montanha: contrabaixo

    Heitor Matos: bateria e percussões

    Guilherme Carvalho: guitarra e violão

    Sobre o Maestrick

    Fundado em São José do Rio Preto/SP, o Maestrick está na ativa desde 2006 e traz em sua sonoridade elementos do rock e do heavy metal progressivo, da música regional brasileira, da world music e da música erudita. A banda conta com três álbuns lançados no Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão, onde possui contrato com a Marquee/Avalon maior gravadora de heavy metal do Japão, e é reconhecida por beber de diversas vertentes artísticas – cinema, artes plásticas, artes visuais e literatura – para suas composições, o que resulta em um estilo único e, de acordo com a crítica especializada, inovador. Suas músicas abordam temas cotidianos, complexos e universais da natureza humana. O álbum Espresso Della Vita: Solare, de 2018, foi avaliado pela BURRN, uma das publicações sobre música mais conceituadas do mundo, com a nota 86/100 – bastante elevada para o padrão da publicação. O sucesso de Solare rendeu uma turnês na Europa com nove shows na Suíça, Itália, Polônia e República Tcheca. Atualmente, o disco Espresso Della Vita: Lunare, está em fase de mixagem e deve ser lançado no primeiro semestre de 2023.

    Discografia

    Unpuzzle! (2011)

    The Trick Side of Some Songs (EP) (2015)

    Espresso Della Vita: Solare (2018)

    Maestrickmas (EP) (2022)

    Redes sociais e plataformas de streaming:

     https://ffm.bio/maestrick

    Da esq. p/ dir.: Heitor Matos, Fábio Caldeira, Guilherme Carvalho e Renato Montanha | Foto: divulgação
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  • CARNIFIED apresenta nova experiência com o vídeo de “In Darkness…”

    CARNIFIED apresenta nova experiência com o vídeo de “In Darkness…”

    Por assessoria

    A veterana banda de death/black metal Carnified lançou recentemente nas principais plataformas digitais o EP “Carnage For The Gods“, sucessor do single “Nocturna“, lançado em 2021 e que marcou o retorno do grupo após um hiato de cerca de 15 anos.

    O trio formado por Dan Loureiro (vocais, baixo), Marcos Franco (guitarra) e Vicente Azevêdo (bateria) apresenta agora ao público uma nova experiência do EP, através do vídeo gravado para a faixa “In Darkness…“, criado pelo cinegrafista Andrey Drake Silveira, responsável por encarar o desafio de apresentar as letras do grupo, que abordam cenários ritualísticos e soturnos, e também levar o ouvinte para Askardem, o universo temático criado pela Carnified.

    O lyric video de ‘In Darkness’ é a primeira de um conjunto de iniciativas da Carnified para dar acesso às letras das músicas e ao rico universo temático de Askardem ao público“, explicou o guitarrista Marcos Franco. Ele acrescentou: “Nossas letras se interligam e contam uma história. Queremos que as pessoas busquem ouvir nossas músicas não somente pela sonoridade, mas também para descobrir o próximo episódio dessa intrigante história.

    Andrey comentou sobre a produção do vídeo: “Quando o Marcos me procurou para a produção de um lyric vídeo, eu não conhecia a profundidade e a grandiosidade do trabalho do Carnified. Eu, Marcos e Vicente começamos a desenvolver o conceito artístico baseado nos trabalhos anteriores. A fotografia usada nos outros trabalhos, mais ‘retrô’ me encantou, além de combinar perfeitamente com o desenvolvimento da estória, outra coisa na qual me encantou de primeira. Percebi que não poderia desenvolver algo básico, com a rica narrativa, o universo próprio, eu me dediquei a entregar algo a altura dessa obra-prima.”

    “O som foi outra coisa que me deixou sem palavras. É agressivo, pesado, denso, melancólico, reforçando a narrativa, te colocando no meio dos acontecimentos, mas nos refrões, ficamos emocionados, melodias marcantes em meio ao caos dos acontecimentos, trazendo suavidade em meio ao som pesado, tudo muito equilibrado, deixando o som muito agradável e balanceado e nos fazendo querer repetir cada faixa.”

    Assista o lyric video de “In Darkness…”:

    Confira abaixo a arte e lista de faixas de “Carnage For The Gods“.

    Crédito: Marcos Franco
    CARNIFIED é uma das forças veteranas do metal extremo brasileiro. Formada em 1994 por Alex Oliveira (vocais), Leonardo Pinheiro (guitarra), Eduardo Araújo (baixo), e Vicente Azevêdo (bateria), o grupo lançou sua primeira demo, “Putrid Development“, em 1994. Em 1996 o som do grupo mudou, usando passagens mais lentas, influenciadas pelos ícones do death/doom metal britânico, o que resultou na demo “The Carnification“. No ano de 1998 a formação da CARNIFIED expandiu, tornando-se um sexteto, com o qual gravou seu primeiro EP, “O Primeiro Elo“. O grupo aborda uma temática conceitual, com letras que contam histórias de um mundo habitado por deuses que invejam a forma humana. Com essa temática gravaram em 2001 o primeiro álbum, “Where The Gods Bleed“. Em 2005 o grupo entrou em um hiato que terminou somente em 2020. “Não voltaríamos se não fosse para fazer algo com real significado”, explicou Vicente Azevêdo, baterista e membro fundador do grupo. Após trabalharem no relançamento dos seus antigos materiais a banda, que agora é um power trio formado por Dan Loureiro (vocais, baixo), Marcos Franco (guitarra) e Vicente Azevêdo (bateria), lançou em 2021 um single intitulado “Nocturna“, com objetivo de resgatar os elementos tradicionais da sua essência. O single contou com a participação de Sarah Jezebel Deva, cantora conhecida pelos seus trabalhos no CRADLE OF FILTHTHERION e HECATE ENTHRONED, que comentou “Foi um grande privilégio ser convidada pela Carnified para participar de uma música do novo álbum. Eu amo a faixa, adorei o resultado e desejo à banda muito sucesso no futuro. Eles merecem!” Em novembro de 2022 o trio lança “Carnage For The Gods“, um EP que leva os fãs para Askardem, o universo conceitual criado pela banda. Com letras que apresentam cenários ritualísticos e soturnos, o EP da CARNIFIED resgata suas composições anteriores acrescentando elementos cromáticos e pesados, fazendo um paralelo com belas melodias e riffs obscuros do black metal. Formação: – Dan Loureiro (vocais, baixo) – Marcos Franco (guitarra) – Vicente Azevêdo (bateria) Discografia: – Putrid Development” – Demo (1994) – The Carnification” – Demo (1996) – O Primeiro Elo” – EP (1998) – Where the Gods Bleed” – (2001) – Prelude to Askarden” – Coletânea (2021) – Nocturna” – Single (2021)  “Carnage For The Gods” – EP (2022) Links: Bandcamp – https://carnified.bandcamp.com Facebook – https://facebook.com/carnifiedmetal/ Instagram – https://www.instagram.com/carnified_/ Site – http://www.carnified.com.br Spotify – https://open.spotify.com/artist/1526UNsPhPSitF9VbhliAB Imprensa: [email protected] A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
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  • Trio de rock progressivo TRIANGLE SPACE lança novo single, ”Ruptures”

    Trio de rock progressivo TRIANGLE SPACE lança novo single, ”Ruptures”

    Por assessoria

    “Ruptures” é a nova faixa de rock progressivo do Triangle Space. Trazendo uma nova composição profunda e performance mostrando seu lado progressivo moderno influenciado por bandas como Periphery, Plini, Intervals e Animals as Leaders.

    Após o lançamento de Victoria em 2021, a banda traz em “Ruptures”, um grande som, com muito peso e mostrando a evolução musical da banda. Triangle Space é uma banda americana/colombiana de Austin-Texas e Cucuta-Colômbia, focada em um som de rock instrumental progressivo. A banda foi fundada em 2018 por Sebastian Amado (guitarras), Federico Palmonela (baixo) e Carlos Giron (bateria).

    Ruptures: 

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  • ANGRA: finalizando gravações do próximo álbum

    ANGRA: finalizando gravações do próximo álbum

    Por assessoria
    O empresário do Angra, Paulo Baron postou neste sábado (10/12) uma foto onde comenta sobre o próximo álbum do grupo estar sendo finalizado pelo produtor americano Dennis Ward, e as fotos que foram feitas pelo conhecido fotógrafo artístico Marcos Hermes. O post diz: “O novo álbum do Angra está praticamente feito! Está sendo produzido por Dennis Ward, as fotografias foram feitas na quinta-feira, com o grande fotógrafo Marcos Hermes, que já fotografou e fez capas de grandes artistas como Milton Nascimento, Elza Soares, Ney Matogrosso, entre muitos outros. Agora falta a capa que já estamos idealizando. É uma emoção estar construindo tudo isso. Parabéns e se preparem para uma coisa fantástica”, finaliza. Leia:

    Foto: Reprodução Instagram
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  • ANIMALS AS LEADERS – São Paulo (SP)

    ANIMALS AS LEADERS – São Paulo (SP)

    Por Marcelo Gomes

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    Segunda-feira, dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo, chuva, trânsito… Enfim, um combo do apocalipse para atrapalhar o show, certo? Errado! No último dia 5 de dezembro, o Carioca Club (SP) recebeu o Animals As Leaders promovendo seu mais recente trabalho, Parrhesia (2022) e o projeto Casagrande & Hanyzs para provar o contrário.

    Eloy Casagrande, como todos sabem, é o baterista do Sepultura, acabou conhecendo João Hanyzs pelas redes sociais num desafio para quem conseguisse criar algo com sua levada na bateria. Hanyzs acabou chamando a atenção de Eloy e eles, então, criaram o projeto de musical instrumental que leva o nome dos dois, Casagrande & Hanyzs. Pouco tempo depois, lançaram o EP, Edge of Chaos (2021). Dado o horário do show (20h20), a dupla subiu ao palco com uma configuração diferente do habitual. Os dois mais ao centro do palco e com a bateria meio de lado. Assim, começam o show com Tentative e Hope Refuge, ambas de Edge of Chaos.

    O público acompanhou incrédulo a performance dos jovens instrumentistas. Não é para menos, pois eles deram um show de virtuose e bom gosto em suas complexas composições. Bem recepcionados, Eloy então foi ao microfone para agradecer a presença de todos e anunciar as próximas músicas. A primeira delas foi Unlikely, composição inédita que Eloy pediu para que o público mentalizasse algo improvável enquanto eles executavam a música. Em Nowhere, mentalizar o agora, o momento. E nem mesmo quando o computador parou em To Not Belong atrapalhou a performance da dupla, que foi muito aplaudida. Mais uma vez, Eloy foi ao microfone agradecer o público, ao Animals As Leaders e a produtora (Overload) pelo convite.

    Para finalizar, mandaram uma versão com arranjos diferentes de Telephone (Lady Gaga) e terminam com Resolution. Com 40 minutos de show, Casagrande & Hanyzs conseguiu mostrar a que veio, teve uma recepção calorosa e sob muitos aplausos se despediram do público.

    Meia hora de intervalo e o Animals As Leaders subiu ao palco do Carioca Club para alegria dos presentes. O trio formado por Tosin Abasi (guitarra), Javier Reyes (guitarra) e Matt Garstka (bateria) veio promover seu mais recente trabalho, Parrhesia. O set começou com Tooth & Claw, de The Joy of Motion (2014), um djent super técnico que deixaria qualquer fã de Dream Theater boquiaberto. Seguiram com Arithmophobia e Ectogenesis. O público vibrou com o ritmo completo, a variação de harmonias e melodias, criando climas diferentes que prenderam a atenção de todos.

    Tosin então foi ao microfone para dizer que estavam muito felizes por estarem de volta. Para promover Parrhesia, o trio mandou quatro faixas em sequência. Começaram com Conflict Cartography e antes de começar o próximo som, Javier prestou uma homenagem ao Sepultura tocando trechos de Refuse/Resist já que, além de Eloy, o baixista Paulo Xisto estava no recinto. Seguiram com Thoughts And Prayers e Tosin depois falou da vitória do Brasil sobre a Coréia do Sul (4 a 1) e disse que não estava surpreso, mas parabenizou o Brasil. Vieram mais duas novas, Gestaltzerfall e Gordian Naught. Os fãs vibravam a cada momento do que parecia ser humanamente impossível de ser executado e, pasmem, começaram a abrir rodas. Nunca imaginei testemunhar algo do tipo, mas não era para menos, pois as músicas desafiadoras e empolgantes geraram alguma reação não ortodoxa por parte dos presentes.

    Sempre com um sorriso no rosto, Tosin parecia estar maravilhado pela reação calorosa. Então, foi novamente ao microfone e simplesmente falou ‘Circle Pit’, antes de tocar a poderosa Microagressions. Cada nota tocada parecia uma agressão, a ponto puxar um ‘hey, hey’ no meio da música, com partes na velocidade da luz e, claro, as rodas. Wave of Babies começou mais tranquila, acompanhada pelas palmas dos fãs, mas logo veio um groove que tirou todos do chão. Tosin, então, fez elogios ao Eloy & Hanyzs: “Eles são demais, gostaria de levá-los para os outros shows da turnê”, disse o guitarrista.

    Depois vieram Nephele e Red Miso. Physical Education, por sua vez, já começou com o público gritando “hey” e pulando. Realmente foi impressionante ver a reação do público, que se manteve eufórico em Monomyth. O fechamento veio com The Woven Web, com aquele baita groove e slap bass para ninguém botar defeito. Os músicos se despediram sob muitos aplausos, mas a pedidos de mais uma, Tosin agradeceu dizendo que São Paulo era um dos seus lugares favoritos no mundo porque o público é incrível. Então, para fechar com louvor a aula tocaram, para delírio dos ensandecidos fãs, a insana Cafo.

    O Animals As Leaders fez um show no qual quem tem a pretensão de ser músico e foi ver, se inspirar ou desistir de vez. Não tem meio termo, os caras além de talentosos são músicos fora da curva. É espantoso ouvir a complexidade das músicas e ver a calma com que executam suas partes com perfeição. O mesmo pode se dizer dos prodígios Casagrande & Hanyzs que, em pouco tempo, conseguiram produzir um material de alto nível e bom gosto. O público que compareceu em peso teve não um show, mas uma aula de música instrumental.

    Setlist – Casagrande & Hanyzs:

    01)  Tentative

    02) Hope Refuge

    03) Unlikely

    04) Nowhere

    05) To Not Belong

    06) Telephone (Lady Gaga)

    07) Resolution

    Setlist – Animals As Leaders:

    01) Tooth & Claw

    02) Arithmophobia

    03) Ectogenesis

    04) Conflict Cartography

    05) Thoughts and Prayers

    06) Gestaltzerfall

    07) Gordian Naught

    08) Micro Aggressions

    09) Wave of Babies

    10) Nephele

    11) Red Miso

    12) Physical Education

    13) Monomyth

    14) The Woven Web

    15) Cafo

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  • WATAIN – São Paulo (SP)

    WATAIN – São Paulo (SP)

    Por Heverton Souza

    Fotos: Leonardo Benaci

    E mais uma vez a banda sueca Watain trouxe, através da KLF Productions, seu caos satânico para São Paulo, um dia após os vizinhos da banda Lucifer passarem pela cidade, exatamente na mesma casa de shows, localizada na Zona Oeste da capital paulista. Porém, nessa mesma noite nem tão longe dali, o Exodus se apresentava com sua nova tour para casa cheia. Isso tudo é logo dito para expor ao leitor que talvez tenha sido um fim de semana de brigas injustas para os bolsos e escolhas de headbangers. Tínhamos o ineditismo de uma banda em nossas terras, a volta de um nome clássico amado por praticamente qualquer headbanger que se preze e no meio dessa “treta” estava o Watain, o que talvez justifique que pouco menos de metade da capacidade (cerca de 650 pessoas) do Fabrique Club estava presente para ver a banda na noite chuvosa de domingo, 4 de dezembro.

    Mas missão dada é missão cumprida e ela começou a ser devidamente representada pela abertura às 19h, com a apresentação de Manu Joker and the Rottens, trazendo seu show do álbum Rotting, dos mineiros do Sarcófago. Uma homenagem de Manu à sua passagem pelo mais clássico nome do black metal nacional. Os “rottens” que acompanham Manu são ninguém menos que Maurício Nogueira (guitarra, Tribal Scream, ex-Krisiun, Torture Squad, Matanza), Vitor Munhoz (guitarra e teclado, Zarta, Led Cover SP), Michel Crisaor (baixo, Crisaor, ex-Amazarak) e Bráulio Drummond (bateria, Dorsal Atlântica, ex-Unearthly), ou seja, um time experiente e competente que teve nessa noite sua primeira experiência em palco.

    Ainda dava pra sentir uma certa crueza e talvez a falta de maior entrosamento, mas não há o que se falar da banda tecnicamente. Manu não encara essa apresentação com uma postura “black metal”, mas sim com seu conhecido jeitão meio “mano”, meio punk, como lembramos dele à frente da banda Uganga. Então, o foco dessa abertura ficou mesmo na música, que cumpriu o prometido ao tocar Rotting completo, apesar de Manu se atrapalhar com a ordem do set em um determinado momento, com ele mesmo tirando sarro disso ali em palco.

    A apresentação ainda contou com um som do Angel Butcher, outra das bandas de Joker, que esteve em atividade nos anos 1980, e, conforme a ordem de Rotting, terminou com a música Nightmare, que contou com a participação de ninguém menos que Beelzeebubth, guitarrista e vocalista da icônica Mystifier. Uma verdadeira homenagem ao black metal brasileiro.

    Diferentemente de uma apresentação como a do Emperor, que ocorreu em maio, nessa noite não se via um grande encontro de velhas figuras de músicos e fãs do black metal, mas para os que reconheceram, havia um mestre camuflado entre nós: Reverendo Fábio Massari, VJ da era clássica de nossa MTV, responsável pelo comando de programas como Lado-B e Clássicos MTV. E essa não é a primeira vez que esse repórter aqui encontra o reverendo em meio ao público do “lado negro da força”. Massari é grande fã e entendedor de black metal e confessou uma grande expectativa ali em ver o Watain ao vivo pela primeira vez. Foi então, às 20h12, que os suecos deram as caras pintadas em palco devidamente decorado com parte dos candelabros personalizados da banda.

    Erik “E.” Danielsson, como tradicionalmente faz, surgiu com uma tocha em mãos, de forma até arriscada levando em conta que a chama facilmente alcançava uma das vigas de madeira que sustentava o teto da casa, mas a calma com que tudo ocorria ali passava a segurança de que a banda tinha tudo sob controle. Junto de Erik, o time formado por Pelle “P.” Forsberg e H. Death (guitarras), Alvaro Lillo (baixo) e E. Forcas (bateria). E assim o Watain deu início ao caos luciferiano com Ecstasies in Night Infinite, faixa que abre o mais recente trabalho, The Agony & Ecstasy of Watain (2022), primeiro pela Nuclear Blast.

    A sequência se deu com Black Flames March, do disco Wild Hunt (2013). Até aqui, o som ainda soava embolado, com bateria e vocal muito mais à frente que todo o restante, mas pra sorte dos fãs, o técnico da mesa conseguiu melhorar a qualidade justamente a partir de The Howling, que apesar de ser parte do novo disco, já soa ao vivo como um novo clássico da banda.

    I Am The Earth nos levou de volta ao ano de 2003, do álbum Casus Luciferi e mesmo em palco até um pouco apertado e sem a casa cheia, a entrega da banda era como a de se tocasse em um grande festival de estádio. E uma coisa que poucos notaram eram os olhares tortos de Erik para seus músicos, como se uma mera palhetada errada fosse ouvida e reprovada por ele ali de forma discreta. Um perfeccionismo que nem de perto afeta o público que só tinha um show perfeito até ali.

    “E”, como um bom frontman de black metal, não é de muitas palavras, mas quando fala, é devidamente ouvido como um líder de um exército e ele fez questão de oferecer a próxima música a nomes clássicos do metal brasileiro: Genocídio, Sexthrash, Holocausto e obviamente Sarcófago e Mystifier, remetendo não somente à abertura de Manu Joker, mas também à relevância desses nomes ao black metal nacional. A música oferecida? Nada menos que Reaping Death.

    O show chegava em sua metade com um momento icônico das apresentações do Watain em Devil’s Blood, que é quando Erik espalha sangue em parte dos presentes na beira do palco. Isso gera um conhecido e forte cheiro em seus shows, mas que desta feita passou dos limites. Sem a possibilidade de comprar sangue “fresco” por questões legais, uma reserva circula em turnê pela mala do vocalista, atravessando continentes e os mais diversos climas. Quando ele abriu esse recipiente durante a música para espalhar nos fãs, um cheiro podre de carniça tomou conta da casa de forma que parecia que o sangue estava em cada um de nós ali na pista.

    Segundo fontes, até em camarim o cheiro era tão forte que nem a banda dava conta. Mas conseguiu causar um desconforto em todos que é mais que válido em uma banda de black metal e manteve uma parte do ritual de “E” que parecia se conectar com cada um nesse momento do show. Erik é muito intenso, não se trata de um personagem, e isso é claro pra quem conhece um pouco mais da banda, e toda essa intensidade é sentida em palco. Por vezes ele canta olhando um total vazio e em outras, escolhe uma pessoa ali presente e olha diretamente pra ela como se adentrasse à sua alma enquanto berra com uma voz aguda e rouca.

    Serimosa também foi um grande momento do novo disco, cujas músicas se saem muito bem ao vivo, tanto que a sequência seguiu nele com a passagem Not Sun nor Man nor God e a música Before the Cataclysm, essa última com destaque para a execução do baterista E. Forcas, principalmente pela precisão em seus bumbos. Nuclear Alchemy representou o fraco Trident Wolf Eclipse (2018) e poderia muito bem ter dado lugar a uma música como Sworn to the Dark, um dos clássicos dos suecos que ficou de fora do set dessa tour.

    Mas aquela que se tornou o clássico mor da banda lá estava para fechar a noite, com sua melodia contagiante e refrão grudento. Malfeitor era a dona da vez para encerrar o show dos caras, com direito a Erik conduzindo um coral entre os presentes para cantar a marcante frase de guitarra. Um momento arrepiante para todos, que dava fim a um show curto, nada diferente do que é uma apresentação da banda e sim por todos ali desejarem mais, exceto por ter que suportar o cheiro de carniça que prosseguiu noite adentro ali na pista.

    Após toda a banda se fazer presente na beira do palco para agradecer, todos saem e apenas Erik fica para finalizar seu ritual, de joelhos, de costas ao público, virado apenas para o palco em cruzes invertidas e luzes vermelhas, enquanto um som sinfônico em ‘chorus’ soava nos PAs. Um momento bonito, talvez compreendido por poucos, mas respeitado por todos que aplaudiram o músico ao ficar de pé e mais uma se inclinar a todos em agradecimento.

    Foi uma pena o Watain concorrer com outros eventos em um mesmo final de semana e perdendo uma parte de um possível público. Mas quem foi não se arrepende e sentiu mais uma vez que um show da banda é muito mais que uma apresentação musical e só não saíram todos de alma lavada, porque um bom banho se fez necessário ao chegar em casa para não dormir com o “apetitoso” cheiro de carniça da noite.

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  • Neste sábado, LED ZEPPELIN comemorará 15 anos de histórica reunião com transmissão de “Celebration Day”

    Neste sábado, LED ZEPPELIN comemorará 15 anos de histórica reunião com transmissão de “Celebration Day”

    Para comemorar 15 anos da inesquecível reunião no palco da O2 Arena, de Londres, a lenda inglesa Led Zeppelin realizará uma transmissão global do filme Celebration Day. Será neste sábado (10), às 17h (horário de Brasília), no canal oficial do Led Zeppelin no You Tube. Para assistir, salve use este link.

    Confira o teaser:

    Apesar de ter sido filmado em 2007, Celebration Day viu a cor do dia apenas em 2012. Na época, baixista John Paul Jones brincou quando perguntado sobre a demora para o lançamento: “No tempo do Led Zeppelin, cinco anos é equivalente a cinco minutos”. 

    O filme teve lançamento mundial nos cinemas em outubro de 2012. Através da Omniverse Vision, Celebration Day foi apresentado em 1.500 telas ao redor de 40 territórios. São mais de duas horas de apresentação, em que na ocasião JonesRobert Plant Jimmy Page se juntaram ao baterista Jason Bonham, filho do saudoso John Bonham, em um set de 16 músicas, que incluiu hinos como Whole Lotta Love, Rock and RollStairway to Heaven e tantos outros.

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  • SEPULTURA lança vídeo com bastidores da finalizada turnê europeia com SACRED REICH e CROWBAR

    SEPULTURA lança vídeo com bastidores da finalizada turnê europeia com SACRED REICH e CROWBAR

    Na última quinta-feira (08), o Sepultura compartilhou em seu canal no YouTube um vídeo com imagens recapituladas da recente turnê europeia de divulgação do álbum Quadra, que o grupo fez como headliner, tendo como bandas acompanhantes as americanas Sacred Reich Crowbar. Confira:   
       

    “Quadra Tour Europe 2022” começou em 20 de outubro, na Dinamarca, e terminou em 21 de novembro, com show na Alemanha. Dos 29 shows realizados, 20 foram ‘sold out’.

    O plano do Sepultura agora é dar sequência à turnê de divulgação de Quadra, seu 16° full lenght, lançado em fevereiro de 2020 – pouco antes da pandemia do coronavírus. Segundo o vocalista Derrick Green contou ao programa de rádio “Pollution Nocturne”, na França, ele, Andreas KisserPaulo Jr.Eloy Casagrande não estão pensando ainda em um novo álbum de estúdio. “Realmente é dificil dizer o que faremos para o próximo álbum, porque estamos apenas começando a turnê para este álbum (Quadra). Então, há um pouco de turnê que precisamos fazer este ano, até o final do ano, e depois no próximo ano também, antes mesmo de começarmos a pensar em ir ao estúdio novamente. Então, acho que nosso foco realmente é baseado agora em turnê para o Quadra“.

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  • TONY BABALU encerra tour de lançamento de seu mais novo álbum

    TONY BABALU encerra tour de lançamento de seu mais novo álbum

    O guitarrista, compositor e produtor Tony Babalu (Made in Brazil, Quarto Crescente) está encerrando a tour de lançamento de seu último trabalho, o EP No Quarto de Som… com um show no tradicional Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa) no sábado, dia 10 de dezembro, a partir das 20h30, com entrada gratuita (os convites devem ser retirados uma hora antes do início da apresentação).

    O espetáculo vai ser baseado no último disco, percorrendo estilos que passam por rock, blues e funk music, com destaque para o tempero brasileiro que Babalu imprime em suas composições. O guitarrista será acompanhado por Adriano Augusto no teclado, Leandro Gusman no baixo e Carlos Contreras na bateria.

    Para fechar a temporada de shows, a Amellis Records, gravadora do artista, estará dando de brinde a cada pessoa que comparecer uma cópia autografada do EP No Quarto de Som…

    SERVIÇO

    Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa)

    Endereço: R. Vergueiro, 1000, bairro Paraíso – São Paulo/SP (ao lado do metrô Vergueiro)

    Data: 10/12 (sábado) às 20h30

    Entrada: gratuita (retirada de ingressos 1h antes)

    Informações: 3397-4002

    Foto: Bolívia e Catia

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