Categoria: Roadie News

  • PAYOUT: lançado primeiro EP nas plataformas de streaming

    PAYOUT: lançado primeiro EP nas plataformas de streaming

    A PAYOUT lançou o seu primeiro EP, “Tales from the Cactus Crypt“, no dia 8 de dezembro nas plataformas digitais. As mídias físicas serão produzidas pela Kyrios CD’s com a distribuição prevista até janeiro de 2023 (interessados enviar e-mail para [email protected]).

    As faixas do vindouro trabalho exploram um catálogo de influências que vão do Heavy Metal tradicional, passando pelo Punk, até o Thrash/Speed Metal.

    Não se trata de um álbum conceitual, mas boa parte das letras se passa em um universo que mistura ficção pós-apocalíptica, terror, psicodelia e nossa própria realidade. Cada composição apresenta sua própria atmosfera e conta uma história única. Como exemplo, ‘Hunters on the Highway’ é uma versão de Quadrilha de Sádicos ambientada num mundo pós-nuclear; já ‘Mushroom Priests’ aborda padres maníacos que fornecem carne humana para os ricos“, descreveu a banda.

    A gravação e pré-mixagem foram feitas no estúdio próprio da banda e a masterização ficou por conta do produtor, Vitor Gaioto, de Maringá/PR. Esta produção ocorreu de forma totalmente independente e sob selo próprio, batizado de Acid Suspiria Productions.

    Ouça também em: Payout – Tales from the Cactus Crypt (hearnow.com).

    Para mais informações sobre as atividades da banda PAYOUT e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • Assista o lyric video de “Speed Warning #1”, música do novo álbum de estúdio do SUNROAD

    Assista o lyric video de “Speed Warning #1”, música do novo álbum de estúdio do SUNROAD

    Não restam dúvidas ao ser afirmar que a banda goiana Sunroad é um dos nomes mais relevantes da cena Hard Rock/AOR de toda a América do Sul. Afinal, são mais de 25 anos de carreira, oito discos lançados, shows por várias regiões do Brasil e outros países da América do Sul, alguns, inclusive, ao lado de grandes nomes do rock mundial de todos os tempos como Joe Lynn Turner, Doogie White, Petra, Stryper, L.A. Guns, Whitecross, Narnia, etc.

    Banda criativa e produtiva, o Sunroad vem a público neste final de 2022 para anunciar seu novo e nono álbum intitulado “Sunesthesia”. O disco será lançado no primeiro trimestre de 2023 pela Deko Enterteinment (Ten Years After, Steve Walsh, Destruction, Ted Poley, King Kobra) nos Estados Unidos e Europa e vai reunir 12 faixas: “Speed Warning #1”, “Long Ago”, “Scanning Skies”, “Drown”, “Sink Your Sorry Teeth Into Me”, “By Any Means”, “Pieces Of Fantasy”, “Screen Screw”, “Hit And Run”, “A.S.A.P.”, “We Watch The Sparks Fly” e “Only My Soul”. Um lyric video da faixa de abertura “Speed Warning #1” já está disponível:

    Em “Speed Warning #1” participam o lendário ex-vocalista do Rainbow e Michael Schenker Group, Ronnie Romero, e o tecladista Michael T. Ross, ex-Hardline e Lita Ford, e o guitarrista Rafael Milhomem. Outros convidados especiais irão marcar presença no tracklist de “Sunesthesia” como o baixista do Hollywood Monsters, Ronnie Robson, e o lendário Carl Dixon (Coney Hatch, The Guess Who). “Sunesthesia” foi produzido por Fred Mika e Netto Mello e masterizado por Michael Voss. A arte da capa do álbum foi criada por Tristan Greatrex. Mais Informações: www.facebook.com/sunroadofficial

    www.instagram.com/sunroadofficial

    www.soundcloud.com/sunroad-group

    www.facebook.com/officialmusikrecords

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  • DEAFHEAVEN retorna ao Brasil em março de 2023 com show único em São Paulo

    DEAFHEAVEN retorna ao Brasil em março de 2023 com show único em São Paulo

    Aclamada como uma das formações mais autênticas e impactantes da música contemporânea, o quinteto californiano Deafheaven, que mistura shoegaze, indie, dream pop e black metal, enfim retorna ao Brasil em 2023 para uma apresentação única em São Paulo, no dia 12 de março, no Fabrique Club. A realização é da Powerline em parceria da Balaclava Records e da Heart Merch.
    Os ingressos para o show do Deafheaven em São Paulo no Fabrique já estão no segundo lote: https://pixelticket.com.br/eventos/11670/deafheaven-em-sao-paulo. Para esta nova vinda à capital paulista, o Deafheaven, na estrada desde 2010, traz a turnê do mais recente disco, Infinite Granite, de 2021, em que o quinteto norte-americano aposta mais nas melodias, mas sem abandonar o peso e a intensidade das composições. O disco também traz diferentes usos dos vocais de George Clarke, que faz falsetes, sussurros, harmonias e outros tratamentos vocais, colocando o Deafheaven em um patamar ainda mais elevado da música mundial. Não à toa é presença constante em festivais conceituados, como Primavera Sound, Coachella, Pitchfork Festival e SXSW. “Infinite Granite” é o quinto registro de estúdio do Deafheaven e sucede os álbuns “Roads to Judah” (2011), “Sunbather” (2013), “New Bermuda” (2015) e “Ordinary Corrupt Human Love” (2018).

    Serviço Deafheaven de volta a São Paulo Data: 12 de março de 2023 (domingo) Local: Fabrique Club Endereço: R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo – SP Horário: 16h (abertura da casa) Ingresso: 2º lote – R$ 170 (meia entrada/promocional Venda on-line: https://pixelticket.com.br/eventos/11670/deafheaven-em-sao-paulo

    Foto: Robin Laananen

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  • CONDENADOS: duo chileno antecipa novo álbum com clipe de ‘Jinete Ácido’

    CONDENADOS: duo chileno antecipa novo álbum com clipe de ‘Jinete Ácido’

    O duo chileno Condenados, que conta com Fernando Vidal (vocal e guitarra) e Matias Moreno (baixo e bateria), lançará o terceiro álbum, “El Camino de la Serpiente”, em 10 de fevereiro de 2023. No entanto, uma prévia do material acaba de ser lançada com o single e videoclipe para a faixa “Jinete Ácido”. “‘Jinete Ácido’ é uma declaração de princípios, abraça a ideia e o estilo de vida de um rebelde contemporâneo que está cansado de ouvir e viver no nonsense de uma sociedade controlada pela vida artificial do trabalho, da rotina e da religião, que pode ser alguma fé ou o mesmo sistema. É o grito de uma pessoa que se conhece e aprendeu a se rebelar violentamente contra o universo para afirmar a sua própria existência”, detalha Matias Moreno.

    Confira o clipe de “Jinete Ácido” em https://youtu.be/CgWbfL7_Q5c

    O Condenados pratica um som pesado cantado em espanhol que mescla o heavy rock dos anos 70 e o chamado proto heavy metal, combinação que gera intensas emoções entre os fãs do som mais denso e visceral. “Temos como referências bandas como Black Sabbath, Sir Lord Baltimore, Pentagram e outras de proto metal underground dos anos 70. Liricamente, neste álbum demos uma guinada para algo mais direto sobre a experiência humana e suas dimensões sombrias, sempre tendo como referência a filosofia do caminho da mão esquerda”, explica Moreno. “Seria algo entre as guitarras de Tony Iommi, Victor Griffin (Pentagram, Place of Skulls), Scott ‘Wino’ Weinrich (The Obsessed, Saint Vitus, Place of Skulls) e o heavy rock sul-americano de Pappo Blues, com letras em espanhol. Este álbum é o resultado de uma busca inesgotável da sonoridade de um rock pesado autêntico”, completa Fernando Vidal.

    “El Camino de la Serpiente” captura a essência do conceito de rock pesado dentro das mentes de Fernando Vidal e Matias Moreno. O material foi produzido no próprio estúdio da banda, representando fielmente a visão dos músicos sobre música, considerando gravação, mixagem e masterização como parte integrante de todo o processo artístico que não pode escapar das mãos da própria banda. “Este álbum é literalmente música feita por nosso próprio ser. Cada aspecto dele é tão puro e verdadeiro para nossa fonte espiritual quanto poderia ser”, afirma o baterista Matias Moreno.

    O álbum será lançado em 10 de fevereiro de 2023 pela Evil Confrontation Records em CD e todas as plataformas de streaming.

    Discografia:
    A Painful Journey into Nihil (2011)
    The Tree of Death (2017)
    El Camino de la Serpiente (2023)

    Contato e mídias sociais: https://linktr.ee/condenadosdoom

    Ouça no Spotify:
    https://open.spotify.com/artist/0JatRuna71z1EflfShU4Pr?si=0FZ4XS9QSMenSWtOEsaw0g

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/music/
    www.instagram.com/ase_press/
    [email protected]

  • SAMAEL | HYPOCRISY – São Paulo (SP)

    SAMAEL | HYPOCRISY – São Paulo (SP)

    Por Heverton Souza

    Fotos: Leonardo Benaci

    Não é de hoje que o Brasil, São Paulo em especial, é parte privilegiada do circuito “obrigatório” de shows de qualquer tour que venha para a América do Sul. E não temos do que reclamar quanto a isso. Porém, nesse momento, esse privilégio tem sido um problema para produtores, públicos e bandas. Com todo mundo querendo recuperar o tempo perdido durante a pandemia, uma série de eventos estão vindo ao país com datas muito próximas, quando não em dias coincidentes. Isso tem criado uma “disputa” no bolso dos fãs, que se veem forçados a fazer escolhas que muitas vezes estariam mais bem fracionadas por todo um ano ou mais. Para citar somente os dias no entorno desse evento aqui, uma semana antes tivemos shows das bandas suecas Lucifer e Watain, da americana Exodus, nos dias subsequentes Judas Priest e o Pantera, Knotfest… Com isso, o domingo de 11 de dezembro não recebeu dos maiores públicos na Audio Club para conferir os suíços do Samael e os suecos do Hypocrisy.

    Às 17h30, surgia em palco a representação do black metal para as redes sociais: o fenômeno digital conhecido por Carniçal. Composto por Matheus “Sototos” Castilho (vocal e guitarra), Felipe “Sombra” Rocha (bateria) e João “Mortificado” Siqueira (baixo e vocais), o trio tinha uma cabeça de um bovino como candelabro no centro do palco de seu metal negro. Poucas pessoas se faziam presentes na casa para conferir a banda. Desses, boa parte eram curiosos que queriam saber se a “não seriedade” em redes sociais seria diferente musicalmente em palco – vale citar que até em entrevistas a banda já declarou não se levar tão a sério, apesar de afirmar que não se tratam de personagens, mas de suas personalidades.

    Divulgando seu único lançamento até então, o EP Inquisição Espiritual, os rapazes de Nova Odessa, cidade do interior paulista, fizeram, sim, um show sério. E, respondendo a muitos, sabem tocar, sabem o que estão fazendo ali em palco e melhor que suas execuções em estúdio até então, com destaque ao baterista Sombra e aos vocais dramáticos de Sototos que, como guitarrista, sola sem pudor algum, algo não tão comum no black metal. Tocaram mais que apenas músicas de seu EP, mostrando que já têm repertório para um novo material de sua combinação de Darkthrone, Sepultura e Sarcófago.

    Musicalmente eficiente, apesar de bastante simples e nada inovador, a questão maior sobre a escolha da banda para uma oportunidade dessas, com apenas três anos em atividade (o trio foi formado em 2019), pode ser colocada na injustiça de nomes de nosso underground que estão em na ativa há 20, 30 anos e nunca tiveram uma chance como essa, de abrir para grandes nomes do metal mundial, incluindo aí bandas formadas por ídolos dessas. Dentre a própria plateia vista no decorrer da noite era possível se deparar com músicos de grandes bandas de nossa cena, que evitavam polemizar o assunto quando questionados sobre a escolha da abertura. Então, a pergunta que fica é: será mesmo que é justo com tantos uma banda que só cresceu por conta de redes sociais ter ganhado essa oportunidade que tantas outras talvez nunca tenham?

    Fato é que, às 17h58, o Carniçal encerrou sua apresentação com as belas palavras de Sototos: “Essa foi a Carniçal aí! Foda-se!”.

    Aquela pausa para breves preparos e às 18h28, Marcello Pompeu (Korzus) fez o papel de mestre de cerimônias perguntando se o público queria death metal e anuncia: “Uma das maiores bandas de death metal do mundo: Hypocrisy!” A essa altura, um público maior já se fazia presente, mas ainda aquém da relevância do evento e alguns desavisados estavam surpresos em ver que o  Hypocrisy tocaria antes do Samael, visto que a banda sueca tem sim um público maior e nada dividido, diferentemente da banda suíça.

    O líder, vocalista e guitarrista Peter Tägtgren segue com Tomas Elofsson na guitarra e, apesar de nunca ter deixado a banda, o baixista Mikael Hedlund não pode vir para a tour, substituído por Sebastian Svalland, enquanto a bateria ficou à cargo de Henrik Axelsson, mais conhecido por sua passagem na banda The Crown.

    O set começou com a faixa-título do mais recente disco da banda, o álbum Worship (2022) e seguiu com Fire in the Sky, de Into the Abyss, de 2000.

    Voltamos ao anos de 1994, mais precisamente no álbum The Fourth Dimension, com a execução de Mind Corruption e sua pegada mais old school. Circulando por diferentes pontos da casa, claramente quem assistia ao show ali da pista premium ou das laterais à frente do palco, tinha uma qualidade melhor que os que estavam mais atrás, na pista comum e não, não deveria ser assim. Na verdade, não entendo muito bem a divisão de pistas em casas fechadas de pequeno e médio porte e entendo menos quando se trata de eventos que passam longe da lotação máxima desses espaços, como é o caso de shows de metal extremo, com raras exceções.

    Em palco, Peter soltava as primeiras palavras de cumprimentos e o anuncio de Erased. Com certeza um dos grandes momentos dos shows da banda desde o lançamento do álbum The Arrival, de 2004. Com a sequência de Inferior Devoties, a nova Chemical Whore e Until the End, o show dá uma mornada, mantendo mais a atenção dos fãs que o agito. Mas em Don’t Judge Me, uma parte da pista começou a ameaçar uma roda de mosh, enquanto a banda seguia sem agitar muito, porém com um show brutalmente conciso e em um dos seus momentos mais cativantes com as melodias de End of Disclosure. Foi então que com a entrada veloz de Weed out the Weak, que a roda que se ameaçava se tornou realidade.

    Outro belo momento melódico com a nova e grudenta Children of the Gray, fez o público ovacionar a banda, mas com a brutalidade de War-Path a roda tomou forma novamente na pista. Se valendo da distração da equipe de seguranças, uma fã chegou a discretamente subir em palco pelo lado esquerdo, entre os PAs, mas foi rapidamente puxada de volta, levada no ombro por um segurança, direto para fora casa. Foi quase! O baterista Henrik Axelsson dava início ao “fim do show” com The Final Chapter, mas a banda não demorou a voltar, ao som dos teclados da apoteótica Fractured Millenium.

    Após retornar ao seu primeiro disco, Penetralia (1992) com Impotent God, Peter agradece, faz questão de dizer que ainda teríamos o Samael em seguida e anuncua Adjusting the Sun, voltando mais uma vez ao clássico álbum The Final Chapter. E por falar em clássico, não poderia faltar o maior da carreira da banda, encerrando sua apresentação às 19h52 com Roswell 47, para alegria geral dos fãs, que passam o show todo do Hypocrisy esperando por esse momento.

    Mais um intervalo para uma gelada, encontro entre amigos e a mudança de palco, quando às 20h25 uma nova intro soava no som, anunciando a entrada da dupla formada Vorph (vocal e guitarra) e Xy (teclados, samplers e bateria/percussão), acompanhados do guitarrista Drop e do baixista Ales. Iniciando seu show com Rain, o Samael seguiria dali em diante com a promessa de executar o álbum Passage na íntegra, celebrando seus 25 anos, completados na verdade em 2021.

    A banda deve mesmo celebrar esse que foi o disco que mudou sua carreira, indo para um caminho sonoro do metal industrial que definiria o que é o Samael desde então, se afastando de seus primeiros anos como uma banda de black metal. E apesar de ainda terem os saudosistas que só lembram deles por esse passado curto e longínquo, o que define mesmo o que é a banda é exatamente de 1996 pra cá. Então se você não gosta do que os suíços fazem desde então até hoje, você na verdade não gosta de Samael.

    E o que se viu na pista nas próximas músicas foi justamente pessoas que não gostam do Samael deixando a casa. Fato é que uma parte desse público estava ali muito mais pelo Hypocrisy, que esperava-se ser a banda que fecharia a noite, mas em nada isso pareceu abalar a banda. Após a terceira faixa, Angel’s Decay, Vorph fala em português com o público, explicando que a banda está tocando o disco Passage na íntegra, o que justifica a próxima música: My Saviour.

    E assim, a banda seguiu com a execução completa do disco, com destaque para Jupiterian Vibe, pela nostalgia da música que nos remete ao extinto Fúria Metal, da MTV dos anos 1990 – aliás, seu começo tribal logo nos traz a imagem do clipe de volta à mente. Outra que pode ser destacada é Liquid Soul Dimension, que com seu riff marcante soa hipnótica ao vivo. Ao fundo do palco era possível observar Xy isolado com seu set de teclados, sintetizadores e bateria, parecendo que tocava em um show à parte, apenas seu. Uma “viagem” só sua.

    Às 21h12 tivemos o fim dessa primeira parte do set. A banda deixa o palco, mas rapidamente volta com a música Samael. A faixa que leva o nome da banda é parte do último disco de inéditas dos suíços, o álbum Hegemony (2017). No mezanino da casa era possível ver os músicos da banda Carniçal circulando, curiosamente, ainda de corpse paint.

    Após Luxferre, Vorph anuncia que era hora de um pouco de Ceremony of Opposites com Son of Earth, seguida de Until the Chaos, do clássico álbum Blood Ritual, de 1992. O momento nostálgico deu uma animada no público que até então mais observava a performance da banda. E por falar em performance, sem a guitarra, Vorph cantou Infra Galaxia de forma mais solta e performática, o que poderia se repetir por mais momentos do show.

    Reign of Light tem tudo para ser ao vivo uma música com bastante agito e interação do público, mas já quase 10 horas da noite de um domingo, as pessoas pareciam um pouco cansadas e seguiam mais observando. Mais uma rápida saída de palco e a banda volta com Baphomet’s Throne, outro clássico de Ceremony of Opposites, e sem seguida outra nostalgia, diretamente a 1991, com Into the Pentagram, do álbum Worship Him.

    Novamente Vorph fala em português e anuncia as últimas da noite: Slavocracy, uma das músicas mais marcantes da banda, parte do álbum Solar Soul, que nesse ano completou seus 15 anos e Black Supremacy, mais uma do já citada Hegemony, fechando a apresentação do Samael com 1h30 de palco.

    Esta foi uma bela noite em um dos últimos shows de 2022 para quem pôde optar por ele entre tantos desse mesmo período. Cansativo, com uma inversão de papeis do que seria o headliner da noite, ao menos na cabeça dos fãs e revelador/polêmico quanto a uma abertura que divide opiniões. Agora é torcer para que 2023 tenha um calendário de shows amplo, rico, mas menos encavalado para os bolsos dos fãs de boa música.

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  • GHOST lança lyric video de sua música de sucesso “Mary on A Cross”

    GHOST lança lyric video de sua música de sucesso “Mary on A Cross”

    Desfrutando de um ótimo momento na carreira com o sucesso de seu novo álbum, Impera, que foi lançado em março deste ano pela Loma Vista Recordings, o clero metálico sueco que atende por Ghost “ressuscitou” seu single Mary On A Cross lançando um lyric video da música.

    Lançada originalmente em 2019 no EP Seven Inches of Satanic Panic, que contém também a música Kiss the Go-Goat, Mary On A Cross reaparece na nova compilação do GhostMessage From the Clergy, que foi lançada no último dia 9 de setembro, via Universal Music Group

    Sendo o single do Ghost de maior sucesso até hoje no Spotify, Mary On A Cross foi certificada Ouro no mês passado pela RIAA (Recording Industry Association of America), pela marca de 500.000 unidades. De acordo com a companhia, cada unidade de música equivale a uma única venda de música digital ou 150 fluxos de áudio e/ou vídeo on demand.

    O saldo positivo de Mary On A Cross não para por aí. Este foi o quarto single do Ghost a ser certificado Ouro em 2022, seguindo os passos de Cirice (do álbum Meliora, de 2015), Dance Macabre (de Prequelle, de 2018) e Square Hammer (do EP Popestar, de 2016) – essas foram as primeiras certificações RIAA do Ghost. Com Mary On A Cross, o Ghost garantiu sua primeira entrada na parada Billboard Hot 100. A música estreou em 90° lugar na parada com seis milhões de acessos nos Estados Unidos e 1.000 downloads vendidos, de acordo com a BillboardMary On A Cross explodiu depois que um usuário do TikTok usou uma versão desacelerada da música para fazer a trilha sonora de um curto vídeo sobre a série da Netflix “Stranger Things”. Desde então, a hashtag MaryOnTheCross acumulou mais de um bilhão de visualizações no TikTok e a música foi usada para fazer a trilha sonora de dezenas de milhares de vídeos na plataforma. Mais tarde, o Ghost lançou a versão desacelerada oficial da canção, com reverb adicionado e a música garantiu posição nos charts do iTunes e do Spotify.

    Sem mais delongas, assista ao lyric video de Mary On A Cross, editado por Aaron Preusch:

    Atualmente, o Ghost vive o melhor momento de sua carreira no mercado norte-americano. Impera vendeu, na primeira semana de lançamento, 70.000 cópias na terra do Tio Sam, e se garantiu em 2° lugar no Top 200 da Billboard. Além disso, os singles Hunter’s Moon Call Me Little Sunshine entraram na parada Mainstream Rock Airplay

    Como reflexo desse sucesso avassalador, o grupo do vocalista Tobias “Papa Emeritus” Forge venceu, pela primeira vez, o American Music Award, na categoria “Album de Rock Favorito”, por seu aclamado Impera. Na votação, o Ghost venceu a concorrência e deixou para trás Red Hot Chili PeppersMachine Gun KellyImagine Dragons Coldplay. O American Music Award aconteceu no último dia 20 de novembro no Microsoft Theater, em Los Angeles, Califórnia.

    Como se não bastasse, o Ghost está entre os indicados do Grammy Awards de 2023. A banda concorrerá com Call Me Little Sunshine na categoria “Melhor Performance de Metal”, disputando com MegadethMuseOzzy Osbourne Turnstile. O período de elegibilidade para o 65° Grammy Awards foi de 1° de outubro de 2021 a 30 de setembro de 2022.

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  • THE WINERY DOGS lança clipe de novo single, “Xanadu”; banda vem ao Brasil em 2023 para o “Summer Breeze”

    THE WINERY DOGS lança clipe de novo single, “Xanadu”; banda vem ao Brasil em 2023 para o “Summer Breeze”

    Recentemente, o power trio The Winery Dogs, formado pelos talentosos Richie KotzenBilly Sheehan Mike Portnoy, anunciou, para fevereiro de 2023, o lançamento de seu próximo álbum, apropriadamente intitulado III. Agora, o grupo divulga o primeiro single do disco, Xanadu. A música vem acompanhada de videoclipe dirigido por Vicente Cordero .

    Assista:

    A pré-encomenda de III já está disponível neste link e inclui um download instantâneo do single Xanadu. Tracklist de III: 1. Xanadu 2. Mad World 3. Breakthrough 4. Rise 5. Stars 6. The Vengeance 7. Pharaoh 8. Gaslight 9. Lorelei 10. The Red Wine

    The Winery Dogs passará pelo Brasil em abril de 2023 e tocará, respectivamente, no Rio de Janeiro (27), Curitiba e em São Paulo (30), onde será uma das atrações do segundo dia da primeira edição do festival alemão “Summer Breeze”, que acontecerá no Memorial da América Latina.

    Mais informações sobre o Summer Breeze Brasil, acesse http://www.summerbreezebrasil.com/
  • Monsters of Rock 2023 reúne KISS, SCORPIONS, DEEP PURPLE, HELLOWEEEN, SAXON, SYMPHONY X e DORO

    Monsters of Rock 2023 reúne KISS, SCORPIONS, DEEP PURPLE, HELLOWEEEN, SAXON, SYMPHONY X e DORO

    Por assessoria

    Prepare-se! Confirmado o line-up mais aguardado do ano. O 7º MONSTERS OF ROCK escalou os mestres absolutos do rock mundial: KISS, Scorpions, Deep Purple, Helloween, Saxon, Symphony X e Doro.  Será mais uma edição histórica do melhor festival de rock do Brasil com sete atrações imbatíveis, dia 22 de abril de 2023, no Allianz Parque, em São Paulo, uma produção da Mercury Concerts. A venda dos ingressos vai começar em 16 de dezembro (sexta-feira), no site Eventim: https://www.eventim.com.br/monstersofrock2023 .

    Pela primeira vez vão compartilhar o palco do MONSTERS OF ROCK sete das bandas que mais influenciaram cinco gerações de fãs: KISS, Scorpions, Deep Purple, Helloween, Saxon, Symphony X e Doro. Uma união dos nomes mais pesados de toda história do rock, juntos na mesma noite! Uma homenagem do MONSTERS OF ROCK aos fãs do festival e às bandas.

    Formada em Nova York em 1973 por Paul Stanley e Gene Simmons, o KISS promete fazer um show lendário no MONSTERS OF ROCK. Será um momento único, uma homenagem ao primeiro headliner do Monsters of Rock (1994) e aos fãs que vêm acompanhando o festival por quase três décadas. O legado do KISS continua a crescer, geração após geração, transcendendo idade, raça e credo. A banda, recordista de Discos de Ouro nos EUA, vai comemorar o cinquentenário no palco do Monsters, e essa apresentação será um dos últimos 50 shows do KISS no mundo!

    Foto: Divulgação

    A noite será de estreias também no Monsters. Com 120 milhões de discos vendidos e mais de 5 mil shows em todo o planeta, o Monsters traz a lendária Scorpions, a mais bem-sucedida banda de rock alemã, com um show do Rock Believer Tour, do álbum lançado em fevereiro. Já se passaram mais de 50 anos desde que Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs vagavam pelas ruas de Hannover, quando formaram o Scorpions. Nessa jornada, eles vêm encantando os roqueiros com clássicos como: “Wind Of Change”, “Rock You Like A Hurricane” e “Still Loving You”.

    Foto: Marc Theis Art Photography

    E mais um estreante dos sonhos no Monsters. Sim, o Deep Purple, simplesmente a realeza do rock, que faz parte da trilha-sonora de todos os roqueiros. Não há uma palavra suficientemente boa para definir a contribuição deles para a música. Em 2008, o Deep Purple recebeu o prêmio ‘Legend Award’ no World Music Awards. E em 2016, entraram para Hall da Fama do Rock and Roll. O 7º Monster será uma oportunidade única para rever Ian Gillan, Roger Glover, Ian Paice, Don Airey e Simon McBride.

    Foto: Morten Rygaard

    Já o Helloween, ícone absoluto do speed metal melódico, fará sua segunda apresentação no festival, a primeira foi em 1996. Aliás, essa banda alemã vive um momento singular. Estão percorrendo o mundo com a imbatível UNITED FORCES TOUR 2022-2023, que está enlouquecendo o público de todo o planeta com performances absurdamente perfeitas de Andi Deris, Michael Kiske, Michael Weikath, Kai Hansen, Markus Grosskopf, Sascha Gerstner e Dani Löble. Aliás, além de toda competência musical, é também a energia e o entusiasmo especial que definem o Helloween!

    Foto: Martin Häusler

    Também será a segunda apresentação do Saxon no Monsters of Rock. Formada por Biff Byford, Doug Scarratt, Nibbs Carter, Nigel Glockler e Paul Quinn, o Saxon lançou este ano o 24º álbum – “Carpe Diem” – e estão em turnê Europa. Expoente do New Wave Of British Heavy Metal, essa banda inglesa é considerada uma das melhores do heavy metal em todo o mundo e conquistou uma legião fiel de fãs nos anos 1980, principalmente com o álbum “Crusader”, que se tornou um clássico absoluto.

    Foto: Divulgação

    Adorada pelos fãs brasileiros, a banda Symphony X está em plena forma. O grupo de metal progressivo, criado pelo guitarrista Michael Romeo em Nova Jersey (EUA), tem álbuns singulares como “Symphony X” (1994), “The Divine Wings of Tragedy” (1997), “The Odyssey” (2002), “Paradise Lost” (2007), “Iconoclast” (2011), e “Underworld” (2015). Para a apresentação no Monsters, Romeo, Russell Allen, Michael LePond, Jason Rullo e Michael Pinnella prometem levar os fãs a loucura!

    Foto: Danny Sanchez

    E não para por aí. O festival escalou a Metal Queen Doro Pesch! Foi Doro que marcou a estreia das mulheres no palco do primeiro Monsters of Rock da história – em 1986, em Castle Donington, na Inglaterra. Aos 16 anos, ela formou sua primeira banda, Snakebite. O primeiro álbum veio em 1983, “Burning The Witches”, que imediatamente conquistou os corações dos fãs de metal. Ela, que já foi eleita a Melhor Vocalista Feminina na Espanha por 30 anos, e incluída no Hall da História do Heavy Metal, nos Estados Unidos; em outubro foi premiada com o Lifetime Achievement Award, o mais prestigiado e importante prêmio da música alemã.

    Foto: Joche Rolfes

    SERVIÇO

    Data: 22 de abril de 2023 (sábado)

    Local: Allianz Parque, Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca (SP)

    Abertura dos portões: 10h

    Início dos shows: 11h30

    Atrações confirmadas:      KISS

                                                  Scorpions

                                                  Deep Purple

                                                  Helloween

                                                  Saxon

                                                  Symphony X

                                                  Doro

    Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    INFORMAÇÕES DE VENDAS

    Mapa de Venda:

    Preços                                                          Inteira            Meia

    Pista Premium                                            R$1.180,00    R$590,00

    Pista                                                           R$680,00       R$340,00

    Cadeira Inferior                                           R$780,00       R$390,00

    Cadeira Superior                                         R$480,00       R$240,00

    VIP – Mirante Backstage                            R$2.500,00   R$1.910,00

    VIP – Lounge Centenário                          R$1.500,00   R$1.110,00

     

    VIP – Backstage Mirante

    Esta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium:

    – Open Bar Open Food Premium.

    – Kit Monsters

    – Acesso exclusivo

    – Banheiros exclusivo

    – Loja de Merchandising exclusiva

    – After show até 2 horas após o término do Festival

    – Assistir o show na Pista Premium com acesso livre para o Backstage Mirante durante o festival (Obs. O Lounge Backstage Mirante, localizado no sexto andar do estádio, não possibilita visão direta do show)

     

    – Valores       

    Ingresso Inteira: R$1.180,00 / Ingresso Meia: R$590,00

    Mirante Backstage Pack: R$1.320,00

    Valor Inteira: R$2.500,00 / Valor Meia: R$1.910,00

    A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

     

    Lounge Centenário

    Esta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium:

    – Assistir o show na Cadeira Inferior em local privilegiado com acesso livre para o Lounge Centenário

    – Open Bar Open Food Premium.

    – Acesso exclusivo

    – Banheiros exclusivo

    – Loja de Merchandising exclusiva

    – Lounge Centenário para descanso entre um show e outro

     

    – Valores:

    Ingresso Inteira: R$780,00 / Ingresso Meia: R$390,00

    Lounge Centenário Pack: R$720,00 / Lounge Centenário Pack: R$720,00

    Valor Inteira: R$1.500,00 / Valor Meia: R$1.100,00

    A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

    Mais informações em http://monstersofrock.com.br/

     

    Abertura de vendas

    Online: Dia 16 de dezembro (sexta-feira), às 10h, no https://www.eventim.com.br/monstersofrock2023

    Bilheterias do Allianz Parque: Dia 16 de dezembro (sexta-feira), ao meio-dia, na Bilheteria Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, SP

    Meia Entrada: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/categories/4409831535895-Meia-Entrada

    Formas de Pagamento: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/sections/4409733189271-Formas-de-Pagamento

     

    O parcelamento do ingresso será feito em 10x pelo SITE e em 3x na BILHETERIA

    Postos de vendas: Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

     

    Ponto de venda sem taxa de serviço:

    ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO – SÃO PAULO

    Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca, Cep. 05001-200 São Paulo/SP

    Após esta data, mediante disponibilidade e seguindo horário de funcionamento: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes, Cep. 05005-000 São Paulo/SP

    Dias e horários de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 17h, exceto em dias de jogos e shows.

    ATENÇÃO

    – Os ingressos de estudantes estão limitados a um ingresso por C.P.F.

    – NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

     

    TÚNEL DO TEMPO

    Há momentos em que, sem saber, você se torna testemunha da história. Um deles é participar do festival Monsters of Rock no Brasil: o primeiro evento temático de rock no país, o primeiro a ter uma home page, o primeiro a ter uma barricada de segurança Mojo, entre outras inovações.

    Nas seis primeiras edições, mais de 600 mil pessoas mergulharam nessa experiência contagiante, de som, luz, muita energia e paz. A primeira delas em 1994, um ano revolucionário. Ano do nascimento do www (world, wide, web), a primeira página na internet; dos primeiros celulares – os tijolões. O 1º Monsters of Rock no Brasil foi realizado dia 27 de agosto, no Estádio do Pacaembu. Na mesma noite, oito atrações de peso, em doze horas de shows: KISS, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin.

    No lendário 1º Monsters, às 2 da tarde, o Angra, com André Matos e Rafael Bittencourt, abriu o festival de heavy metal e hard rock, pela primeira vez realizado no Brasil, com plateia lotada, mais de 70 mil “metaleiros”. “Foi um orgulho pra nós abrimos o festival, que reúne bandas que nos influenciaram muito. Ficamos muito felizes”, declarou André Matos, nosso saudoso maestro, para a repórter Renata Netto, da Band, que cobriu o evento, que também teve flashes, ao vivo, na MTV Brasil.

    A vibe entre os headbangers era de total paz e conexão com os músicos, nesta primeira edição do Monsters. Festival que introduziu no Brasil os eventos temáticos, com palcos personalizados, que ano a ano foram se transformando em castelos medievais, pirâmides do Egito, palácios greco-romanos, e cenários de experiências futurísticas, tendo “Blade Runner” por referência e até avatares de personagens de videogame.

    Sempre trazendo novidades, a Mercury Concerts introduziu as áreas vips personalizadas, onde os músicos e patrocinadores interagiam durante as doze horas de evento. No primeiro ano, foi criada uma réplica de uma favela brasileira, que contava com a culinária típica incluindo acarajés feitos na hora pelas tradicionais baianas do Pelourinho.

    No quesito segurança, a produtora também é precursora. E foi no Monster of Rock que pela primeira vez foi utilizada no Brasil, um item de segurança que se tornaria obrigatório – as barricadas Mojo de contenção de público. Até então, a contenção do público era feita por grades.

    Entre as atrações internacionais, as demais edições Monsters of Rock trouxe bandas adoradas pelos brasileiros como Iron Maiden, Aerosmith, Megadeth, Motörhead, Whitesnake, Judas Priest e Helloween, além de rockstars do calibre de Ozzy Osbourne, Alice Cooper e King Diamond.

     

    ORIGEM

    Foi na Inglaterra que esse festival foi criado. Nos anais do rock and roll consta que dois promotores britânicos – Paul Loasby e Maurice Jones – resolveram colocar a mão na massa para criar um festival realmente bom de heavy metal e hard rock . E assim nasceu o Monsters of Rock em 1980, no Autódromo Donington Park, em Leicester Shire, na Inglaterra. A ideia inicial era ser um evento único, mas como lotou, resolveram tornar o festival anual. A partir de 1983, o Monsters começou a ser replicado em outros países, entre eles o Brasil, quando a Mercury Concerts adquiriu os direitos em 1994. A última edição na Inglaterra foi em 2006.

     

    MONSTERS OF ROCK BR

    1º Monsters of Rock – 27/08/1994– Pacaembu, na capital paulista, com oito atrações: KISS, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin. Inovação: primeiro festival temático no Brasil. Teve cobertura ao vivo da MTV Brasil.

    2º Monsters of Rock – 02/09/1995 – Pacaembu, na capital paulista, com nove atrações: Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Faith No More, Megadeth, Therapy, Paradise Lost, Virna Lisi, Clawfinger e Rata Blanca. Inovação: primeiro festival de rock no Brasil com Home Page própria, uma produção Mercury Concerts e Water Brothers Productions – para isso foi investido, inicialmente, US$ 35 mil. O site era uma revista eletrônica com muito conteúdo das atrações: reportagens, vídeos e fotos. Os shows foram transmitidos ao vivo e os artistas conversaram com os “internautas” em tempo real.

    3º Monsters of Rock – 24/08/1996 – Pacaembu, na capital paulista, com nove atrações: Iron Maiden, Skid Row, Motörhead, Biohazard, Raimundos, Helloween, King Diamond, Mercyful Fate e Héroes del Silencio. E uma edição no Rio de Janeiro, no Metropolitan, com três atrações: Iron Maiden, Skid Row, Motörhead.

    4º Monster of Rock – 26/09/1998 – Estádio de Atletismo Ícaro de Castro, no Ibirapuera, na capital paulista: Slayer, Megadeth, Manowar, Dream Theater, Saxon, Savatage, Glenn Hughes, Korzus e Dorsal Atlântica.

    5º Monsters of Rock – 19 e 20/10/2013 – Arena Anhembi, na capital paulista, com 15 atrações em dois dias de festival No dia 19: Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira e Hellyeah; no dia 20: Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche, Dokken, Dr Sin e Doctor Pheabes.

    6º Monster of Rock – 25 e 26/04/2015 – Arena Anhembi, na capital paulista, com 15 atrações: KISS, Judas Priest, Ozzy Osbourne, Yngwie Malmsteen, Manowar, Steel Panther, Unisonic, Doctor Pheabes, Accept, La Tierra, Primal Fear, Coal Chamber, Rival Sons e Black Veil Brides. Motörhead cancelou a apresentação na última hora (Lemmy teve uma crise gástrica).

     

    SOBRE A MERCURY CONCERTS

    A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais na América Latina e também pela idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses mais de 20 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Close-up Planet, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. Além disso, a Mercury também realizou no país shows e turnês de artistas de renome como AC/DC, Bon Jovi, Yes, Black Sabbath, David Gilmour, Sting, KISS, Guns N’ Roses e Aerosmith.

     

    Mais informações: 

    Site oficial: https://mercuryconcerts.com/

    Redes Sociais: @monstersofrockbr

    Vídeo Oficial: https://www.youtube.com/@MonstersOfRock

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  • REX BROWN está oficialmente fora dos shows do PANTERA em 2022 e não virá ao Brasil

    REX BROWN está oficialmente fora dos shows do PANTERA em 2022 e não virá ao Brasil

    Após ficar de fora do show do Pantera na versão chilena do festival itinerante “Knotfest” no último domingo (11), por ter sido testado positivo para uma “cepa muito leve” do Covid, o baixista Rex Brown oficializou na última segunda-feira (12) o seu afastamento dos shows restantes da banda em 2022.

    Nas redes oficiais da banda, o Pantera emitiu o seguinte comunicado de Rex Brown:

    “Peguei uma cepa muito leve de Covid, porém por causa de nossos próprios protocolos, eu simplesmente não quero arriscar deixar meus irmãos ou a equipe doentes. Estou me sentindo melhor e estou a caminho de uma rápida recuperação. Feliz Natal e até o ano que vem!”.

    No show do Chile, Brown foi substituído por Derek Engemann, integrante do Cattle Decaptation e que toca com o vocalista do Pantera Phil Anselmo nas bandas The Illegals Scour.

    Pantera, que hoje é completado por Charlie Benante (Anthrax) e Zakk Wylde (guitarra), que assumem as posições dos saudosos irmãos Vinnie Paul Dimebag, respectivamente, tem datas marcadas no Brasil no próximo dia 15 de dezembro junto com o Judas Priest, e também no dia 18 pela edição brasileira de estreia do “Knotfest” no país.

    Rex Brown | Foto: divulgação

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  • Veja o MR. BUNGLE tocando “Territory” (SEPULTURA) no Knotfest/Chile com ANDREAS KISSER e DERRICK GREEN

    Veja o MR. BUNGLE tocando “Territory” (SEPULTURA) no Knotfest/Chile com ANDREAS KISSER e DERRICK GREEN

    Dois anos após o afastamento dos palcos para tratar de sua saúde mental, Mike Patton voltou a subir em um palco no último domingo (11), com seu Mr. Bungle. A apresentação da banda pela “The Raging Wrath of the Easter Bunny Demo Tour” aconteceu no festival itinerante “Knotfest”, que rolou no Estadio Monumental, de Santiago, no Chile.

    Após um set de catorze músicas, Patton e seus parceiros Trey SpruanceTrevor DunnScott Ian Dave Lombardo prepararam uma surpresa para o público, tendo a companhia de Andreas Kisser Derrick Green no palco para acompanhá-los no clássico Territory do Sepultura.

    Assista ao vídeo:

    No próximo domingo (18), o “Knotfest” passará por São Paulo. A edição de estreia do festival idealizado pelo Slipknot acontecerá em São Paulo, no Sambódromo do Anhembi, e além dos próprios SlipknotMr. Bungle Sepultura, terá também em seu line up Judas PriestPanteraTriviumMotionless in WhiteBring Me The HorizonVendedProject46Oitão Jimmy & Rats.

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