Com o lançamento do tão esperado álbum “Reborn in Youserf” cada vez mais próximo, a Leprosy, um dos mais tradicionais nomes da história do Death Metal Nacional, vai reforçando o processo de divulgação do mesmo, não só com shows, como o que ocorrerá amanhã, dia 11 de fevereiro, no “Marcelo Tattoo Party II”, na cidade de Anápolis/GO, como também com o lançamento de novos singles.
Dessa forma, acaba de ser disponibilizado hoje, nas principais plataformas de streaming voltadas para música, o mais novo single da banda, “Killer Sickness”. A nova música entrega tudo aquilo que os fãs esperam, um Death Metal pesado, vocais agressivos, passagens mais cadenciadas que convidam o headbanger a sair batendo cabeça, além de ótimos riffs e um trabalho rítmico avassalador. Confira abaixo:
O ano de 2023 promete ser de muitas novidades para o fã da Leprosy, então, para não perder nada, acompanhe as redes sociais da banda.
Os catarinenses da Syn TZ lançaram o Lyric Video para “Until It Burns”, antecipando a estreia de seu segundo álbum completo de estúdio. O Lyric Video teve sua produção realizada pelo Sonic Vision Studios utilizando-se totalmente de ferramentas de inteligência artificial para criação das animações.
Confira o Lyric Video abaixo:https://www.youtube.com/watch?v=vierfx5Gzu4
A banda aproveitou a oportunidade do lançamento para confirmar a data de estreia de seu novo álbum para 4 de Maio de 2023, além de anunciar uma turnê europeia de promoção do álbum que ocorrerá ainda em 2023 passando por Alemanha, França, Bélgica, Países Baixos, Polônia, República Checa e Luxemburgo.
Sobre o lançamento de “Until It Burns”, o vocalista Nano Schmidt comentou:
“Essa música fala sobre como a história se repete e estamos sempre fadados a repetir os mesmos erros. Se você reparar, a cada mais ou menos 100 anos temos pelo menos uma grande guerra, uma epidemia global ou uma crise econômica mundial. É mais ou menos aquela história de tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos fáceis, tempos fáceis criam homens fracos e homens fracos criam tempos difíceis”.
“O vídeo foi feito todo com imagens geradas por IA, pois é a grande abordagem filosófica não só da música mas do conceito do álbum. Se fala muito sobre as máquinas estarem substituindo os humanos, mas na minha visão nós estamos nos tornando as máquinas, programados para sobreviver e esquecendo de viver”, complementou.
“Temos a ideia de que a evolução ocorre de forma linear, que superamos os desafios do passado e estamos prontos para enfrentar novos desafios. Mas o que vemos na prática é que apesar dos grandes avanços tecnológicos, do ponto de vista social estamos sempre correndo em círculos com os mesmos problemas que sempre assombraram a humanidade, como guerras, epidemias, crises econômicas, fome… como a letra bem destaca, quanto mais avançamos no tempo, mais parece que vivemos em uma sociedade moderna de forma medieval”, acrescentou o baixista Edu Beeck.
Formada em 2012 na cidade de Balneário Camboriú-SC, a Syn TZ conta em sua atual formação com Nano Schmidt nos vocais, Marco Girardi na guitarra, Edu Beeck no baixo e John Vormehlen na bateria. “Until It Burns” assim como o novo álbum da banda tem produção da própria Syn TZ no estúdio do vocalista Nano Schmidt, Sonic Vision, em Florianópolis-SC.
Enquanto o novo álbum da banda não chega, confira também o último single da banda, “The Wraith”, com participação do icônico vocalista americano Tim Ripper Owens (ex-Judas Priest, Iced Earth, Yngwie Malmsteen):
https://open.spotify.com/track/7q6fYjo9ru8ppsRJ4jriJo?si=342784d2faa641dc
Acompanhe todas as novidades e lançamentos da Syn TZ através do Instagram @syntzband e confira também o trabalho do Sonic Vision Studios em @estudiosonicvision
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Os ícones da NWOBHM estão de volta, e com um novo álbum pronto para sair do forno. Bloodline é o título do 13° álbum de estúdio do grupo, que será lançado no próximo dia 5 de maio de 2023. Ainda metal em sua essência, o álbum foi produzido pelo renomado Tue Madsen (The Haunted, Moonspell, Sick of it All), que trouxe um abordagem contemporânea ao som tradicional da banda. Bloodline é indicado não apenas para os fãs do Tygers of Pan Tang, como também de Saxon, Iron Maiden e Thin Lizzy.
Tendo liderado o Tygers of Pan Tang desde o primeiro álbum, após de uma série de mudanças de formação, o guitarrista Robb Reiner opina que os recentes álbuns do grupo são, provavelmente, os mais fortes desde que estavam na vanguarda da NWOBHM. O line up original, que fez quatro álbuns para a MCA Records, sobreviveu à saída inesperada de Jess Cox para comandar a Neat Records, e, mais tarde, John Sykes, que estava destinado ao Thin Lizzy e posteriormente ao Whitesnake. Porém, não sobreviveram ao maior sucesso comercial, o álbum The Cage. No entanto, o otimista Weir, formou uma nova versão da banda para tocar o material antigo e compor canções que representariam esses novos Tygers. A espinha dorsal da banda – Craig Ellis (bateria) junto com Jack Meille (vocal), estão juntos há muito mais tempo do que os primeiros Tygers e recentemente se uniram a Francesco Marras (guitarra) e Huw Holding (baixo). Francesco chegou por meio de trabalhos solo e de audiência, que o tornou um guitarrista de referência, e Huw tem um histórico de trabalho com bandas da NWOBHM como Blitzkrieg, Avenger e Holosade.
Com o EP A New Heartbeat para comemorar sua renovação de contrato com a Mighty Music, o Tygers of Pan Tang demonstrou o quão potente a nova formação estava se tornando. A regravação de duas canções de seu primeiro álbum para complementar as duas novas canções do EP deu aos ouvintes a chance de avaliar a contribuição de Francesco Marras e a reação foi totalmente positiva. Após isso, com uma turnê que levou a seis países da Europa, Francesco e Huw ficaram surpresos com a reação à nova formação. Fãs antigos e novos apareceram para apoiar a continuação da história dos Tygers.
Gravado inteiramente pelos músicos que compõem a formação atual, Bloodlines é um tour de force do que tornou o NWOBHM, uma força potente na música. As canções demonstram com sucesso o quão bem o núcleo de Weir, Meille e Ellis se misturou com os novos caras. Weir comenta: “Me sinto tão confiante com nossa nova formação quanto me senti anos atrás, quando Wildcat apareceu nas prateleiras e foi unanimemente aprovado. Nossos recentes shows ao vivo demonstraram uma harmonia dentro da banda, juntamente com a qualidade de Bloodlines, o potencial para criar música e realizar shows ao vivo por um tempo considerável”.
Bloodline será lançado em LP (vinil preto e vermelho – esse limitado a 500 cópias), CD e formatos digitais, via Mighty Music.
Após o lançamento de seu aclamado último álbum, Deceivers, em 2022, os mestres do metal extremo sueco do Arch Enemy voltam agora com um novo videoclipe. A música escolhida foi Poisoned Arrow, e o vídeo foi produzido por Mirko Witzki (Witzki Visions).
O guitarrista Michael Amott comenta: “Mal posso acreditar que estamos lançando o sétimo vídeo do nosso recente álbum, Deceivers. No entanto, aqui está, Poisoned Arrow, uma faixa mid-tempo encharcada em guitarras melódicas e uma vibração geral ligeiramente diferente em comparação aos outros singles que lançamos. O vídeo foi filmado em Berlim, Alemanha, durante uma agenda sobrecarregada com o realizador Mirko Witzki e a sua talentosa equipe, que chegaram mesmo a fazer nevar no meio do calor sufocante do verão alemão! Aqui está outra ligação alemã: o nosso amigo alemão Raphy tocou a bela parte do violoncelo na introdução e na conclusão da canção, obrigado mais uma vez, meu amigo! 2023 está sobre nós e o Arch Enemy está de novo na estrada, liberamos os procedimentos na Nova Zelândia, Austrália e Japão e temos também uma grande turnê de verão europeia. Quem sabe para onde iremos depois disso… Mas, por agora, assistam Poisoned Arrow.
A partir deste final de semana, o Arch Enemy vai cair na estrada, percorrendo o mundo em divulgação de Deceivers. O quinteto se apresentará pela primeira vez na Nova Zelândia e Austrália antes de ir para o Japão; Nesse verão, os fãs terão a oportunidade de ver o Arch Enemy nos principais festivais de toda a Europa (com mais espetáculos da União Europeia a serem anunciados em breve!).
ARCH ENEMY EU festivals 2023:
2 de Junho de 2023 – Metalfest (CZ)3 de Junho de 2023 – Rock Im Park (GER)4 de Junho de 2023 – Rock Am Ring (GER)6 de Junho de 2023 – Laiterie (FR)7 de Junho de 2023 – La Belle Electrique (FR)9 de Junho de 2023 – Festival Greenfield (CH)10 de Junho de 2023 – Festival Nova Rock (AT)13 de Junho de 2023 – Le Splendid Festival (FR)14 de Junho de 2023 – 013 Tilburg (NL)15 de Junho de 2023 – Reunião do Graspop Metal (BE)17 de Junho de 2023 – Hellfest (FR)21 de Junho de 2023 – Tvornica Kulture (HR)24 de Junho de 2023 – Festival Alpen Flair (IT)25 de Junho de 2023 – Rockhal (LUX)29 de Junho de 2023 – Festival Provinssi (FI)30 de Junho de 2023 – Festival Tuska (FI)1 de Julho de 2023 – Laager Hard Rock (EST)3 de Julho de 2023 – Fábrica de Arte Loftas (LTU)5 de Julho de 2023 – Clube B90 (PL)6 de Julho de 2023 – Studio Krakow (PL)7 de Julho de 2023 – Festival Rock Harz (GER)6 de Agosto, 2023 – Rockstadt Extreme Fest (RO)10 de Agosto de 2023 – Rock Legends (ES)
ARCH ENEMY line-up:Alissa White-Gluz – Vocals Michael Amott – Guitars Jeff Loomis – Guitars Sharlee D’Angelo – Bass Daniel Erlandsson – Drums
Após as polêmicas dos primeiros shows da turnê de Paul Di’Anno, a cidade de São Paulo recebeu, no domingo (04), o ex-vocalista do Iron Maiden na turnê “The Beast Resurrection Tour 2023”. O show aconteceu no Carioca Club e, como parte do combo, tivemos ainda as bandas Noturnall e Electric Gypsy. Como divulgado recentemente pelo Spotify, São Paulo é cidade que mais ouve Iron Maiden no mundo e claro que a casa estava cheia para receber Di’anno.
Quem começou a noite foi a banda mineira Electric Gypsy, que pouca gente conhecia mas que segue surpreendendo em sua “Gypsy Road Tour”. O grupo formado por Guzz Collins (vocais), Nolas (guitarra), Pete (baixo) e Robert Zimmerman (bateria) subiu ao palco às 20h, despejando um hard rock de primeira linha e que acabou surpreendendo muita gente. Começaram com a faixa More Than Meets The Eye, do recém-lançado EP Stars (2023) e seguiram com Nine Lives (Until I Die), Heads Or Tails e incluíram dois covers, Hot For Teacher (Van Halen) e Bad Boys (Whitesnake). O som estava excelente e a performance de palco foi incrível. Em muitos momentos, o vocalista Guzz se comunicou em inglês com a plateia e alguns menos atentos até acharam que eram gringos. Com pouco mais de 30 minutos de apresentação, a banda novata chegou mostrando a que veio e que, além de grandes músicos, tem personalidade e carisma.
O Noturnall, banda liderada pelo vocalista Thiago Bianchi, foi a segunda a se apresentar. Acompanhado pelo Leo Mancini (guitarra), Saulo Xakol (baixo) e Henrique Pucci (bateria) sobem ao palco às 21h ao som de Try Harder, faixa do Cosmic Redemption (2023). Logo de inicio, não se ouvia o vocal nem a guitarra, então a banda interrompe a apresentação por cinco minutos para resolver os problemas técnicos. Com tudo restabelecido, começa o show novamente mandando três sons na sequência, Try Harder, No Turn At All e Fight The System, que tem trechos da letra da musica Diário De Um Detento, do grupo de rap, Racionais. Nessa faixa, começou a rolar a primeira roda da noite e ao final, Bianchi mandou os políticos para “aquele lugar”. Um diferencial do show do Noturnall foi utilizar os três telões do palco com imagens sincronizadas com as musicas durante toda a apresentação.
Bianchi comentou sobre as dificuldades do início do show e da turnê, mas que eles são brasileiros e vão para cima. Iniciam Wake Up, faixa do CD 9 (2017), que já começa com o Leo Mancini mostrando toda sua destreza na guitarra. O vocalista fala “estou sentindo vocês um pouco acanhados ainda”. Então, veio o cover da clássica Thunderstruck do AC/DC, tendo uma reação imediata do público fazendo o coro junto com a bateria gritando “Thunder!” e pulando durante a execução da música. Sem muito tempo, apresentaram mais uma nova, Reset The Game, que é um pedrada mais power metal. Música bem rápida, virtuosa e com ótima melodia de voz que teve boa recepção.
Chegou a hora de apresentar a banda antes de executarem Scream For Me, que foi gravada com Mike Portnoy na bateria. Depois dos aplausos, Thiago falou que esse som só fazia sentido se o público cantasse – claro que foi atendido, com a galera gritando alto seu refrão. O destaque foi para Henrique Pucci, que não teve dó da sua bateria. Mais um cover, agora com O Tempo Não Pára, de Cazuza, que teve sua letra cantada pelos presentes. Se despedem com Nocturnall Human Side, que ganhou um peso extra ao vivo. Com quase 1 hora de show, passeando pelos quatro discos da carreira, a banda não deixa dúvidas quanto a sua qualidade e profissionalismo.
No intervalo entre os shows que levou quase uma hora, Thiago Bianchi chamou ao palco Stjepan Juras, escritor croata conhecido por escrever os livros do Iron Maiden. Thiago ressaltou que Stjepan é um dos responsáveis por ajudar Paul Di’Anno em seu tratamento e reaproximá-lo do Iron Maiden. O croata disse que esses shows são uma missão para ajudar Paul a terminar o tratamento. Diz que estão gravando um documentário e que é muito importante que as pessoas demonstrem amor a Di’Anno e que, se pudesse comprassem o merchandising para ajudá-lo. Ele ainda comentou que as duas bandas (Electric Gypsy e Noturnall) são muito boas e que vai tentar levá-las para a Europa.
O intervalo foi de longos 50 minutos, já era quase 23h, mas quando a introdução de The Ides Of March se iniciou, o que se viu não foram fãs mas devotos que começaram a cantar até a faixa instrumental. Não era para menos, afinal lá se vão oito anos desde a última vez que o lendário ex-vocalista do Iron Maiden pisou no Brasil. Sim, a expectativa dos fãs que lotaram o Carioca Club era enorme. A banda de apoio era o Noturnall com Nolas (Electric Gypsy) na guitarra e Chico Brown (filho de Carlinhos Brown) fazendo a terceira guitarra. As cortinas se abrem ao som de Wrathchild e o público estava cantando tão alto que, em muitas partes, encobria a voz de Paul Di’Anno. Vale dizer que sua voz melhorou consideravelmente comparada aos primeiros shows dessa turnê.
Ao final, os presentes já gritavam Paul sem parar e o vocalista aproveita para dizer que estava muito feliz de estar de volta em sua casa, dizendo que sentiu a falta dos fãs paulistanos. Se confunde e anuncia Wrathchild, mas era a vez de Sanctuary. Emocionado, Paul pede desculpas por sua voz e disse que preferia tentar cantar a cancelar o show. “Estou em São Paulo com a minha família”, disse o vocalista. Seguem com Purgatory, Drifter e Murders In A Rue Morgue.
Di’Anno dedicou Remember Tomorrow ao ex-guitarrista Paulo Turin (da banda Dianno), que faleceu de Covid em 2021 e a Clive Burr, ex-baterista do Iron Maiden, que faleceu devido à complicações relacionadas a esclerose múltipla. Na faixa instrumental Ghengis Khan, Paul aproveitou para fumar e voltou falando que na Inglaterra torce para o West Ham mas no Brasil, ele é timão. Então, anunciou Killers e o guitarrista Leo Mancini saiu do palco. O público, que estava cantando tudo até então, abriu uma roda no meio da pista. Ao final, Paul foi ovacionado mais uma vez. Já em Charlotte The Harlot, quando chegou na parte mais lenta da música, Paul bateu no peito e disse em português: “São Paulo, te amo!”
Para executar Transylvania, Leo Mancini volta ao palco. Nela, foi impressionante ver todos cantando até os riffs de guitarra. Mas a casa veio abaixo mesmo na épica Phantom Of The Opera, com fãs fazendo rodas, cantando, pulando… Foi de arrepiar. O show foi chegando ao fim com Running Free e aquele clássica introdução de bateria acompanhada pelas palmas do público. Paul se confundiu e começou a cantar antes da hora e foi acompanhado de imediato pelos presentes. Muito aplaudido, Di’Anno agradeceu mais uma vez e disse que os fãs foram fantásticos, que o Brasil está em seu coração e alma, especialmente São Paulo. Prometendo voltar ainda esse ano, tocam Prowler e encerram com Iron Maiden.
Paul Di’Anno declarou seu amor a São Paulo com show nostálgico e de superação. Foram 8 anos desde a última vez que o lendário ex-vocalista do Iron Maiden visitou o Brasil pela última vez e São Paulo mais uma vez representou, encheu o Carioca Club e recebeu a “Besta” de braços abertos. Parabéns aos presentes que tiveram empatia e apoiaram seu ídolo num momento tão delicado. Mesmo debilitado, Paul foi um guerreiro, assumiu que não estava bem, pediu desculpas e preferiu fazer o show. Vamos torcer para que sua recuperação seja rápida e que ele volte em breve.
Setlist Electric Gypsy
01) More Than Meets The Eye
02) Nine Lives
03) Heads Or Tails
04) Hot For Teacher (Van Halen)
05) The Devil Made We Do It
06) Bad Boys (Whitesnake)
07) Shoot Em Down
Noturnall setlist
01) Try Harder
02) No Turn At All
03) Fight The System
04) Wake Up
05) Thunderstruck (AC/DC)
06) Reset The Game
07) Scream For Me
08) Nocturnall Human Side
Paul Di’Anno setlist
01) The Ides Of March
02) Wrathchild
03) Sanctuary
04) Purgatory
05) Drifter
06) Murders In The Rue Morgue
07) Remember Tomorrow
08) Genghis Khan
09) Killers
10) Charlotte The Harlot
11) Transylvania
12) Phantom Of The Opera
13) Running Free
14) Prowler
15) Iron Maiden
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Não é uma história incomum, sob nenhum aspecto: Quantas vezes você já se deparou com integrantes de uma banda tradicional declarando que, nos primeiros dias, a única intenção que tinham com a banda era tocar aquele tipo de música que amavam ouvir? Pois é, alguns felizardos acabam sendo tão bem sucedidos nessa missão que não apenas soam ótimos naquilo que se propuseram a fazer, como também se tornaram responsáveis pela sobrevida ou até pela renovação de todo um cenário musical. Nascida em 2001 em Gotemburgo, a Martyrdöd tinha como único anseio reviver os dias de glória do crustpunk sueco, que tanto fez pelo bem da música extrema mundial nos anos 90. Revivendo a sonoridade dos atos clássicos, eles lançaram seu álbum de estreia em 2003 (o autointitulado Martyrdöd), e desde então não pararam mais de lançar música ótima e violenta. O mais recente trabalho de estúdio, Hexhammaren, foi lançado em 2019, e serviu como motivação para a conversa que você acompanha a seguir.
Com o novo Hexhammaren lançado, como estão as coisas para a Martyrdöd no momento?
Michael “Micke” Kjellman: Muito bem, está tudo trilhando o caminho certo, obrigado por perguntar. Bem, estamos nos mantendo sempre produzindo novas músicas, o que sempre foi a nossa intenção com essa banda, então acho que não posso reclamar, estamos atingindo nosso objetivo.
Pois é, eu sempre tive essa impressão de que vocês são mais uma banda de estúdio do que uma banda dos palcos, embora também tenham suas apresentações ao vivo.
Micke: Sim, eu entendo o que você quer dizer. A verdade é que todos nós temos outros interesses além da música, todos vivemos em cidades diferentes, então nem sempre é fácil ligar um para o outro do nada, dizer ‘ei, empacote suas coisas que vamos sair em turnê’, não acho que isso iria funcionar para nós (risos). Mantemo-nos bastante conectados, claro, mas sempre com a intenção de discutir ideias para novas músicas, o foco é ser uma banda que regularmente lança novos trabalhos, prefiro isso do que ser de uma banda que faz um milhão de shows e só tem dois discos para mostrar. Além disso, acho que com essa nossa postura, sempre tivemos a chance de escolher as melhores ofertas e aproveitar as melhores oportunidades de shows que nos são oferecidas. Eu nem saberia dizer quantos problemas podemos ter evitado com essa atitude, mas posso imaginar. Sabe aquelas histórias de turnês horríveis que fizeram essa e aquela banda entrar em hiato ou até se separar de vez? Pois é, nunca vivemos uma história assim (risos), e acho que essa habilidade de escolher o que achamos melhor é fundamental para isso.
Faz sentido. Ainda assim, a banda passou por várias alterações na formação ao longo dos anos.
Micke: Ah sim, mas acho que isso era inevitável. Quer dizer, quantas bandas existem por aí que nunca tenham trocado um ou outro integrante, é algo muito raro de acontecer. Mas, com a Martyrdöd, a razão é diferente, não é aquele caso de todo mundo ter voltado pra casa tão desgastado que não quer ver a cara do outro nunca mais, tão aborrecido que nem quer mais pegar uma guitarra nas mãos (risos). Existem muitas razões para deixar uma banda, desde desavenças quanto a musicalidade quanto mudanças na vida, que te forçam a mudar completamente a agenda. E veja, uma banda que foca em lançar novos discos, nos dias de hoje, não é exatamente a coisa mais rentável do mundo (risos). Então, sim, passamos por trocas em praticamente todos os postos, mas eu e Jens Bäckelin (bateria) estamos juntos desde o começo, nós fundamos essa banda em 2001.
Hexhammaren – Century Media – IMP
Qual o segredo para essa parceria durar tanto tempo?
Micke: Eu não sei se tem uma fórmula mágica, mas acho que é o fato de nos conhecermos muito bem, e sabermos exatamente o papel de cada um dentro dessa banda. Veja, eu componho boa parte de tudo que o Martyrdöd toca, mas sem ele, essa banda nunca chegaria a um ponto mais profissional, nessa parte dependo totalmente da visão dele. Se existe um segredo para o ‘sucesso’ é que sabemos o que cada um deve fazer, e um não tenta pisar na cabeça do outro.
É uma maneira bem funcional de ver as coisas.
Micke: Sim, sem ego e sem besteira, apenas vá lá e faça o seu trabalho. As coisas sempre funcionaram de uma maneira muito simples entre nós dois.
Bem, acho que nem preciso perguntar se funcionou dessa mesma maneira quanto a visão musical do Martyrdöd.
Micke: Ah é, acho que é bem claro na nossa música, certo? Tanto eu quanto ele sempre tivemos um mesmo objetivo musical, que era encontrar aquela sonoridade típica do crustpunk sueco da segunda era, ou seja, aquela bem típica dos anos 90. Queríamos reencontrar o som da ‘segunda onda do hardcore sueco’, aquela coisa densa e pesada, massiva. E isso ainda não mudou, ambos ainda continuamos focados nesse som.
Você ainda lembra as bandas que te fizeram mergulhar nessa sonoridade?
Micke: Sim, com certeza! Provavelmente o começo de tudo para mim foi com o Skitsystem. Você sabe, aquele par de discos, o 7” Profithysteri (1995) e o 10” Ondskans Ansikte (1996), ah cara, eu adorava tudo naqueles discos, a abordagem das letras, a música ‘na cara’ em todos momentos, era tudo tão direto, no começo da minha adolescência eles foram os reis. Claro, teve também o Disfear, que acho que todo mundo conhece, e eles eram absolutamente incríveis. Lembro de tê-los visto em um festival acho que em 1996. Cara, naquela época eu nem sabia dizer se os caras estavam realmente tocando alguma coisa ou só fazendo barulho incompreensível, mas eu adorei cada minuto (risos).
Sei exatamente como é.
Micke: Na adolescência, as coisas te impressionam pelo que são e pelo que você imagina que elas são, então foi doideira, eu os vi ao vivo e me apaixonei pela música. Comprei dois álbuns deles logo em seguida, A Brutal Sight Of War (1993), e Soul Scars (1995), era absolutamente incrível! E, claro, teve o Wolfpack.
Ah sim, acho que eles herdaram o trono do Anti-Cimex.
Micke: É, acho que isso é o que todo mundo esperava! Quer dizer, eles tinham a sonoridade certa, estavam no lugar certo fazendo a música certa na época certa, e, além disso tudo, tinham Tomas Jonsson, do Anti-Cimex, estava com eles! Não tinha como dar errado. Eu lembro que ouvi os álbuns deles e não queria mais ouvir outra coisa, tudo estava ali, a vibração, a força, o som. Claro, eles também haviam sido produzidos no estúdio Fredman, com o Fredrik Nordström. O pessoal do metal nem sempre tem noção do quanto Fredrik e o estúdio Fredman são importantes para a história do punk, mas ele foi fundamental para forjar esse som.
Sim, e ele produziu Scandinavian Jawbreaker, do Anti-Cimex, um dos meus discos favoritos de todos os tempos.
Micke: Sim, também amo esse álbum, e realmente ele foi registrado no Fredman, com Fredrik Nordström. Quer dizer, quando começamos o Martyrdöd, não tínhamos dúvida alguma de onde queríamos gravar e quem queríamos ao nosso lado. Estava tudo ali, escrito nos nossos álbuns favoritos (risos). O local ainda existia, aqueles profissionais ainda estavam disponíveis, então tudo que precisávamos fazer era escrever um bocado de boas canções, e conseguiríamos aquela sonoridade que estávamos buscando desde os primeiros dias.
Hoje, com Hexhammaren lançado, você diria que alcançaram o seu objetivo?
Micke: Sim, de verdade. Acho que temos seguido uma visão muito clara desde os primeiros dias, e desde o primeiro álbum estamos entregando exatamente aquilo que amamos, então, não se trata apenas deste novo registro, mas de toda a nossa discografia até agora. Nunca lançamos um álbum do qual não estivéssemos plenamente satisfeitos, e nunca faremos isso, pois esse é o tipo de banda que somos! Não saberia dizer se esse é o nosso melhor álbum, mas certamente estou muito satisfeito com ele, e ele representa muito bem o que é essa banda.
Obrigado pela entrevista, e por manter vivo o som clássico do punk sueco.
Micke: Muito obrigado, foi ótimo falar com você. Que bom que hoje podemos ter nossos álbuns lado a lado a nomes como Totalitär, Anti-Cimex, Wolfpack, Rövsvett e Wolfbrigade, isso me deixa muito orgulhoso. Sim, enquanto pudermos, lançaremos novos discos, e em cada um deles o legado do punk sueco será celebrado. Um grande abraço!
A revista Roadie Crew, em parceria com a produtora Som do Darma, apresentam nesta sexta-feira, dia 10 de Fevereiro, às 19h30, a 35ª edição do “Roadie Crew – Online Festival”.
O evento online, realizado mensalmente, dá continuidade à sua missão de celebrar e promover o trabalho das bandas brasileiras e fortalecer a cena do heavy metal nacional, sempre com estreia e transmissão “Streaming-Live” exclusiva pelo canal oficial da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv
Vencedor da categoria “Melhor Evento” do Prêmio Dynamite 2021, o “Roadie Crew – Online Festival” tornou-se a principal referência na fruição da cena brasileira de heavy metal que é, quantitativa e qualitativamente, uma das mais relevantes do mundo. Até aqui, mais de 500 bandas já passaram pelo festival online!
Participam dessa edição de Fevereiro de 2023, com vídeos inéditos e exclusivos, as bandas: Mortal Profecia, Rage In My Eyes, Ivana feat. Alex Voorhees, Isaurian, Vocalicus, Desert Voices, Hiënaz, Buffalo Theory MTL, The Mask Of Tyrant, Hammerate, Lightstrike, Rafael Mello, 7 Peles, Deep Hatred, Smashing Dreams e Sunrunner.
A apresentação do festival fica por conta de Eliton Tomasi da Som do Darma.
Acesse www.youtube.com/roadiecrewmagtv e se inscreva em nosso canal. Ative o sininho para receber todas as atualizações.
Serviço:
“Roadie Crew – Online Festival” – 35ª Edição
Data: 10 de Fevereiro de 2023
Horário: 19h30
Local: Canal da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv
Bandas: Mortal Profecia, Rage In My Eyes, Ivana feat. Alex Voorhees, Isaurian, Vocalicus, Desert Voices, Hiënaz, Buffalo Theory MTL, The Mask Of Tyrant, Hammerate, Lightstrike, Rafael Mello, 7 Peles, Deep Hatred, Smashing Dreams e Sunrunner.
Mais Informações:www.roadiecrew.com.brwww.somdodarma.com.brhttps://fb.me/e/2fxjtGeu7 (Evento Facebook)
A banda sueca Enforcer, nome do alto escalão da chamada nova onda do heavy metal tradicional, está prestes a desembarcar mais uma vez em São Paulo. O show acontece dia 25 de fevereiro, um sábado, no Hangar 110, como parte da extensa turnê do quarteto pela América Latina. A realização é da Gig Music.
Outra novidade é sobre o novo disco, que vai se chamar Nostalgia, o sexta da carreira. O lançamento está previsto para 5 de maio e, como de praxe, será mais uma homenagem às raízes do heavy metal.
Olof Wikstrand, guitarrista e vocalista do Enforcer, comenta sobre o atual momento da banda
“O heavy metal está vivo com ‘Coming Alive’. Depois do experimental ‘Zenith’, nos sentimos seguros retornando às nossas raízes com outro álbum de heavy metal indispensável para as massas. ‘Nostalgia’ é uma viagem de heavy metal com 13 hinos agressivos de heavy metal”.
*mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (MENOS SAL E AÇÚCAR) OU um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show.
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A banda sueca de metal Narnia lança hoje (10 de fevereiro) o single ‘Rebel’, que é a faixa de abertura do disco ‘Ghost Town’, o nono álbum de estúdio da banda. ‘Rebel’ é a jóia neoclássica do álbum e mostra um quinteto experiente e ainda faminto que musicalmente dá um aceno às primeiras influências da banda, e é um single que deve agradar aos fãs de longa data.
Este lançamento de single inicia a contagem regressiva para um novo grande empreendimento com Narnia, o que significa lançamento de single adicional, lançamento de álbum em março e subsequente turnê mundial, que já está planejada. Com ‘Ghost Town’ a banda está pronta para dar grandes passos em um novo e empolgante capítulo.
Letras que fazem refletir aliadas à ampla amplitude musical que a banda possui, aliada a uma produção sólida, é a marca musical do Narnia que percorre todo o álbum. Se o último álbum de estúdio ‘From Darkness to Light’ de 2019 marcou o caminho, ‘Ghost Town’ é uma sequência mais do que digna – e com vida própria!
‘Ghost Town’ teve sua arte de capa feita por Jani Stefanovic e é produzido por CJ Grimmark, mixado pelo engenheiro de som da banda, Viktor Stenquist, e masterizado por Thomas Piec Johansson. Estará disponível em todas as plataformas digitais, CD e vinil em 17 de março de 2023, em colaboração com Sound Pollution Distribution.
Tracklist:1 – Rebel2 – Thief3 – Hold On4 – Glory Daze5 – Descension6 – Ghost Town7 – Alive8 – Modern Day Pharisees9 – Out Of Silence
10 – Wake Up Call
Ouça ‘Rebel’ e faça o pré-save de ‘Ghost Town’ na plataforma de sua preferência no link abaixo:
https://orcd.co/n014
Para contatos, redes sociais, etc:
https://linktr.ee/narniathebandNarnia é:
Christian Liljgren – VocalCJ Grimmark – GuitarraJonatan Samuelsson – Baixo/Backing VocalMartin Härenstam – Teclados
Andreas “Habo” Johansson – Bateria
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A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com o fundador Alan Souza (bateria e vocal) ao lado do baixista Tony Lessa, definiu a data de lançamento do álbum de estreia, “Em Meio a Escuridão“, para o próximo dia 9 de março. O material, que teve a arte da capa criada por Fernando Lima e foi gravado, mixado e masterizado no Áudio One Estúdios em Belo Horizonte (MG) por Alan Wallace, que também gravou todas as guitarras, terá lançamento e distribuição pela Voice Music. “Sentimos que todas as canções representam muito bem o som da banda. Foram semanas intensas em estúdio, mas estamos com a sensação de dever cumprido”, declarou Alan Souza.
“Sobre a capa, é sempre um prazer poder apreciar a obra do grande artista e amigo Fernando Lima. Ele trabalha com a banda desde o primeiro single, ‘Ventos úmidos de sangue’ (2020), e mais uma vez fez um trabalho impecável”, comentou Souza. “Fernando conseguiu retratar perfeitamente na arte a aura sombria que o álbum passa. Como sempre um trabalho sensacional”, acrescentou Tony Lessa.
Confira a arte de capa (Visualizer) no vídeo:
O autor da capa, Fernando Lima, concluiu: “Venho de uma tradição de criar todas as capas dos singles do Inventtor desde seu surgimento. Quando Alan me pediu uma arte para a capa do primeiro álbum, fiquei muito animado. Ele me passou o título, ‘Em Meio a Escuridão’, algumas letras, alguns áudios ainda pré-mixados e a ideia geral. Pensei em uma visão melancólica, bizarra e, ao mesmo tempo, sombria de uma mulher semimorta, como se seu caixão estivesse levemente aberto e entrasse um pouco de luz, revelando sua face meio apodrecida. É uma capa típica do Inventtor. Espero que todos gostem”.